segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Fetiche


Elizabete pensou ter ouvido um barulho, vestiu a camisola e saiu do quarto, acendeu a luz do corredor, esperou por mais alguns segundos, ouvidos atentos, o silêncio era absoluto, resolveu tomar um copo d’água, não conseguiria dormir de novo, começou a descer as escadas, mas ainda estava um pouco assustada, aliás, ela vivia assustada, afinal era sozinha e morava numa casa enorme. Mesmo com o fato de o bairro de classe média alta oferecer certa segurança ela tinha seus medos.

Ela notou que agora chovia torrencialmente, um trovão a deixara mais assustada, pôs a mão no peito, respirou fundo e seguiu até a cozinha, ao passar pela copa notou as cortinas esvoaçantes, um arrepio lhe eriçou o corpo, acendeu a luz, viu a janela aberta que agora bateu forte com a força do vento e voltou a se abrir, foi até ela e a fechou, mas alguma coisa estava errada, ela tinha certeza que a fechara antes de se deitar, ficou parada por alguns instantes, olhou por toda a volta, parecia tudo normal a não ser pelas pegadas enormes que deixaram um rastro de lama e seguiram em direção ao corredor, agora ela estava apavorada.

Com o coração disparado ela correu até o telefone, qual era mesmo o numero? Pensou ela, 190, pegou o aparelho e começou a teclar, nenhum ruído, estava mudo, ela bateu várias vezes nas teclas, não resolveu, pensou em gritar, não adiantaria, ninguém a ouviria, abandonou a idéia e voltaria para seu quarto, porém antes que chegasse às escadas ouviu mais um estrondoso trovão, acabou a energia, ela parou, a energia voltou mas as luzes continuavam piscando, seu coração estava quase saltando pela boca.

Ela não sabia o que fazer, não tinha para onde ir, pois não sabia onde estaria o invasor, começou a subir lentamente as escadas, as luzes continuavam piscando, às vezes demorava um pouco para voltar, a chuva agora já não era tão forte, mas os trovões e relâmpagos continuavam assustadores.

Já no corredor, correu em direção ao seu quarto, ao entrar porém, sentiu um braço forte em torno de seu pescoço e uma mão enorme tapando sua boca e suas narinas, quase a sufocando, ela tentou se desvencilhar mas a enorme mão agora com mais força apertava seu rosto, enquanto o braço forte estava cada vez mais apertado em torno de seu pescoço, quase a enforcando. Com uma voz gutural o estranho falou no seu ouvido:

- Fique quieta, se ficar boazinha nada lhe acontecerá.

Ele começou a tirar a mão devagar de sua boca.

- Vai ficar quieta?

Ela assentiu com a cabeça.

Ele a empurrou violentamente para a cama, então ela pode olhar para o intruso, estava todo de preto, usava uma mascara de esqui e coturnos que estavam enlameados de barro. Elizabete tentou se levantar, ele tornou a empurrá-la para a cama, agora saltou sobre ela e com as duas mãos segurou seus pulsos acima da cabeça, ela não conseguia se mexer, ele era um homem forte, seus olhos apavorados olhavam para os olhos azuis do mascarado.

- Leve o que quiser, mas por favor não me faça mal.

- Eu disse para ficar quieta, da próxima vez não serei tão bonzinho.

Com uma das mãos continuou segurando seus pulsos no alto da cabeça, com a outra começou a acariciar seu rosto, foi descendo pelo seu pescoço até sentir seus peitos, segurou firme a camisola e num puxão violento a rasgou, os belos peitos ficaram à mostra e sua mão agora os acariciavam.

- Você tem peitos deliciosos, aliás, você todinha é gostosa.- Disse descendo a mão através de sua coxa.

- Por favor não faça isso.

- Mas você quer, não quer? Sei que vive sozinha, sei que não tem marido, e deve estar louquinha por uma rola bem dura, vou fazer você gozar muito, hoje você será a minha putinha.

Ele foi saindo de cima dela e ficou em pé ao lado da cama.

- Não tente nada, você já viu do que sou capaz.

Ela ficou estática, estava cansada, notou o grande volume sob a calça do homem de preto. Ele puxou o que sobrara da camisola de Elizabete e jogou os trapos no chão, ela ficou apenas de calcinha, uma minúscula calcinha preta de rendas.

O desconhecido sentou-se a seu lado, agora passava lentamente a mão pelo seu corpo, desceu pelo seu tórax, passou o dedo ao redor de seu umbigo, sempre olhando para o seu rosto, desceu a mão até sua buceta e a acariciou por cima da calcinha, ela se encolheu um pouco.

- Está com tesão é? Hum é assim que eu gosto.

- Por favor...

- shshshsiiiiiiuu. – Gesticulou ele com o dedo indicador na altura dos lábios.

Com as duas mãos ele segurou sua calcinha e começou a tirá-la devagar, ela tentou chutá-lo, mas ele segurou sua perna e ela sentiu um forte tapa na sua coxa, deixando uma marca avermelhada e puxou sua calcinha com força, a rasgando.

- Se fizer de novo, juro que vai se arrepender.

Ele começou a passar a mão nas suas coxas, e lentamente foi se aproximando de sua buceta, sentiu o calor na sua mão, seu dedo médio agora abria os grandes lábios, ele continuava olhando para ela, seu dedo agora estava dentro, encontrou o grelo rijo e começou a brincar com ele como se fosse uma campainha, seus olhos não desgrudavam de seu rosto.

- Veja só? Está toda molhadinha, está gostando é? Vadiazinha.

Elizabete começou a se mexer, deixou-se envolver pela deliciosa sensação.

- Isso gostosa, mexe, mexe mesmo.

Ele voltou a ficar de pé ao lado da cama, passou a mão naquele volume enorme, segurou a chave do zíper e começou a baixá-lo devagar, enfiou a mão e tirou a enorme rola para fora, com veias dilatadas, cabeça enorme avermelhada, com a outra mão puxou Elizabete pelos cabelos até que seu rosto encostou em sua rola.

- Chupa, engole tudo, mas se morder já sabe o que vai acontecer, não é?
Ele dirigiu o pau até sua boca, ela abriu os lábios e ele a empurrou com força e começou a fuder naquela boca gostosa ainda a segurando pelos cabelos, socava com força, Elizabete se sentia sufocada e sentia a enorme cabeça atingir sua garganta, começou a babar pelos cantos da boca, as vezes ele gritava com ela:

- Olha prá mim putinha, quero ver seus olhos.


E ela olhava para ele com a tora enterrada até a garganta. De repente ele tirou a rola de sua boca, bateu com ela no seu rosto e disse:

- Fique de quatro, agora quero te fuder de quatro.

Ela se virou na cama e arrebitou a bunda, ele continuava em pé, agora atrás dela, passou a mão na sua buceta, deslizou os dedos pelo seu rego, fez menção de enfiá-lo no seu cu e deu lhe um tapinha nas nádegas. Começou a desabotoar a calça e a abaixou até a altura dos joelhos, segurou a rola latejante e começou a pincelar seu reguinho, batia com ela na sua bunda, encostava a na portinha do seu cuzinho e depois voltava a pincelar desde de seu cu até sua buceta, onde esfregava a cabeça da rola nos lábios quente e úmidos. Depois a encaixou e começou a empurrá-la, Elizabete gemeu e ele começou a tirar e empurrar devagar, logo depois socava forte enfiando o pau inteiro naquela buceta, ele gemia de tesão.

- Geme putinha, quero ouvir você gemer, rebola na minha rola, vaiiii.

Elizabete agora gemia e rebolava.

- Me fode toda, me rasga ao meio, quero sua rola, estou adorando, issoooo.

Ele a segurava firme pela cintura e socava com violentas estocadas, fortes tapas eram desferidos nas nádegas de Elizabete que rebolava e pedia mais rola.

- Quer gozar puta? Goza na minha rola vai.

De repente ele para e começa a tirar a rola de dentro dela, a empurra e sobe sobre ela.
- Eu quero te comer olhando dentro dos seus olhos e quero ver você gemendo no meu pau. Rapidamente sua rola está novamente dentro daquela buceta ardente e com estocadas profundas ele mete com disposição, ela se entrega totalmente e curte aquele momento, o abraça e se deixa levar pelos movimentos ritmados e potentes, geme, suas unhas cravam nas nádegas daquele homem que agora lhe dá muito prazer. Ele continua olhando dentro dos seus olhos e ela sente ainda mais tesão, sente prazer ao dar prazer àquele macho.

- Quero ver você gozar. – Dizia ele. – Goza na minha rola.

Ela começa a se contorcer.

- Me chama de putinha, me chama de sua putinha, vou gozar...

- Vou fazer você gozar putinha, sente minha rola inchada, vou te encher de porra...

Ambos começam a gozar e ele continua socando a rola, gemendo, ela também geme e agora vai ao delírio, quase grita.

Ele para, arfante, cansado, ela também está cansada. Ele fica apoiado nos braços sobre ela, continua olhando nos seus olhos, lentamente ela leva a mão no rosto mascarado, segura sua máscara e devagar começa a puxá-la para cima, ele não se opõe e a máscara sai na sua mão, ela sorri:

- Nossas fantasias estão ficando perigosas, hoje você quase me mata de verdade.

Ele também sorri:

- Jamais faria isso com você, eu te amo muito, você é a melhor esposa que um homem poderia desejar na vida.

Ela o puxa contra si num abraço apertado.

- Eu também te amo demais, você é o melhor marido do mundo. Obrigado por realizar minhas fantasias.


Escrito por Dayo_li
Imagens: Pele Macia e Tumblr

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