quarta-feira, 25 de setembro de 2013

INSPIRAÇÃO





Camuflado pelas sombras da noite eu a observo, como um fantasma caminho sobre as folhas secas, nenhum ruído, nenhum som, meu respirar é lento e silencioso.
Passo suavemente as pontas de meus dedos sobre o meu rosto, sinto as marcas do meu desespero, vejo o terror nos rostos dos que me olham, mas a noite me faz companhia, a escuridão esconde a tristeza da minha alma.
Ela caminha despreocupadamente pelo seu quarto, usando apenas uma camisola de seda transparente e através das cortinas semi abertas eu posso admirar seu lindo corpo e meus desejos passeiam por todas as suas curvas. Ela agora se senta em frente ao computador, digita alguma coisa, pega o celular e liga:
- Oi amiga, estou escrevendo a seqüência daquele conto... Nem eu mesmo acredito que estou tão inspirada...Acredito que será a minha melhor história...
Sim, ela é uma escritora, uma grande escritora de contos eróticos e é por isso que estou aqui, suas histórias me levam ao delírio, me excitam e me transportam a um passado não muito distante.
Em frente a tela, agora no decorrer de seu relato, ela começa a se tocar, vejo seus lábios se contraírem, seus olhos miram para o nada, suas mãos acariciam seus seios e descem através de seu corpo até sua vagina, ela se contorce, ouço seus breves gemidos e sinto a ereção que me é tão conhecida ao ler seus contos.
Na emoção desequilibrada daquele instante, fui traído pelo meu próprio descontrole, esbarrei no vidro fazendo um pequeno ruído, ela parou olhou em direção à janela, caminhou até ela, sai da claridade e me escondi na penumbra.
Um pouco assustada ela grita:
- Quem está ai?
- Não tenha medo, sou apenas um fã, não quero lhe fazer mal.- Disse eu.
Agora ela me parecia mais curiosa do que assustada:
- Porque você não vem para a claridade e me deixa ver seu rosto.
Rosto? Ela quer ver meu rosto, que rosto se nem mesmo tenho um?
  

- Me perdoe senhorita, mas não posso mostrar meu rosto, não se mostra o que não tem.
Num tom áspero ela disse:
- Se você não vier até aqui, chamarei a policia.
Lentamente caminhei para a luz e fiquei a um metro dela, sua expressão não era de medo, era de surpresa:
- Porque a máscara? – perguntou.
Não respondi.
- Chegue mais perto. – pediu ela.
Ela estendeu a mão em direção à minha máscara que mesmo feia, não era pior do que o que ela escondia.
Segurei seu braço e fiz um sinal negativo com a cabeça. Seus olhos se fixaram nos meus, penetram no fundo da minha alma e senti uma quente gota escorrer pelo meu rosto, ou melhor, do que um dia foi um rosto.
Sua expressão era neutra, talvez uma pequena demonstração de pena nos olhos que inspiravam meus desejos.
- Você tem um nome? – perguntou.
- Não, não tenho nome. – respondi
- Então, como devo chamá-lo?
- Me chame como quiser. – disse eu.
- Entre! – disse ela.
Surpreso caminhei até a porta de entrada, ela abriu, entrei, ela parou na minha frente, segurou minha mão, senti o toque da outra mão deslizando pela parte do meu rosto que a máscara não encobria, sua boca agora estava me convidando, a segurei pela cintura e a beijei, senti novamente o calor dos lábios de uma mulher. Meu pênis enrijecido apertava sua vagina e ela se esfregava na minha potente ereção. Sentíamos agora os mesmos desejos.
Ela me puxou para o quarto:
- Venha meu fantasma, preciso de novas inspirações.
Já no quarto ela tira a camisola e fica completamente nua, se aproxima e minhas mãos deslizam pelos seus seios macios acetinados, sinto os mamilos rijos nas palmas de minhas mãos, logo minha boca está em seu pescoço, mordiscando com os lábios sua pele macia, ela me abraça e sussurra palavras desconexas.
Ela abre os botões de minha camisa e suas mãos passeiam pelo meu peito, o arfar de sua respiração me excita, ela tira o meu casaco e minha camisa, seus lábios beijam o meu corpo e sinto seus dentes mordiscando de leve meu peito.
A abracei apertado e minhas mãos desceram até suas coxas, ela começou a desabotoar minhas calças, segurou meu pênis duro, que pulsava em suas mãos. Tirei toda a roupa e agora estávamos nus, ela passou as mãos pelo meu corpo, sentiu os músculos de meu tórax e me puxou para a cama, fiquei sobre ela e seu corpo fremia sob o meu, com respirar ofegante ela me desejava, minha boca começou a deslizar pelo seu belo corpo, nos seus seios senti as batidas descompassadas de seu coração, minha boca passou pelo seu umbigo e um pouco abaixo sentiu o delicioso gosto de uma mulher, na sua vagina minha língua desfilava por todas as cavidades, fazendo com que ela fosse ao delírio, a minha escritora gemia de prazer e isso satisfazia o meu ego. Novamente subi beijando seu corpo e meu pênis muito duro sentiu o calor dos seus desejos e se alojou entre os lábios quentes, úmidos e sedentos de prazer, olhando dentro dos seus olhos, com leves impulsos comecei a penetrá-la, senti seu corpo esmorecer e de seus lábios ouvi um: Ahhhh. Ela me abraçou apertado e com suas unhas cravadas nas minhas costas ela me levava ao êxtase.
 

Com movimentos fortes e acelerados meu pau batia no fundo de sua vagina em vigorosas estocadas que a faziam gemer de tanto prazer, seus sussurros soavam nos meus ouvidos como a ária de uma monumental ópera.
Entre beijos e sussurros, senti os espasmos de seu corpo, nas contrações de sua vagina senti o prazer, senti meu corpo estremecer e na volúpia daquele momento chegamos ao clímax, o instante mágico, a explosão que matava os nossos desejos.

 


Em silêncio nossos corpos permaneceram colados e ofegantes. Sai de dentro dela e comecei a me vestir, no reflexo do espelho à minha frente vi um rosto estranho, nos profundos olhos azuis por trás da máscara, nenhuma emoção, mas dentro do meu peito um coração pulsava, por alguns momentos se sentiu vivo novamente.
- Você volta?
Suas palavras me trouxeram à realidade.
- Volto amanhã, se você me quiser!
Ela sorriu e eu sai novamente para a escuridão da noite, para os lúgubres porões de minha existência.




 Escrito por Dayo_Li. 

Nota: A saudade bateu de forma inesperada e tive que repostar!
É o meu preferido!
Me lembra Meu Fantasma de Ópera!
Tive paixões, muitas...mas, nenhuma me fez sangrar o coração como essa!
ass. Ayesk@

domingo, 22 de setembro de 2013

Sexo Anal com Sasha Grey



http://www.tube8.com/anal/sasha-grey-loves-full-nelson-position-for-ass-fucking/2589311/

Sasha Grey (nascida Marina Ann Hantzis em 14 março de 1988) é uma atriz americana atriz, modelo, escritora, e ex- atriz pornográfica . Ao longo de sua carreira no cinema adulto, ela foi destaque em várias revistas de cultura pop e programas de televisão . Também tem sido destaque em vídeos de música e campanhas publicitárias . Já ganhou inúmeros prêmios, entre 2007 e 2010, incluindo o AVN Female Performer do Ano em 2008.

De 2006 a 2011, emplacou em 271 filmes pornôs.
Esse ano esteve no Brasil, para lançar seu primeiro livro erótico, o romance "Juliette Society", onde participou de eventos e entrevistas com diversos veículos de comunicação.

Afastou-se do Mundo dos Filmes Pornôs e ainda disse que:
"- A pornografia está morrendo e que acredita no Amor."


Ayesk@


Vídeo: Sunday Love Making

Sunday Love Making


Passion-HD Sunday Love Making powered by YouPorn.


Oi Pessoal, sem tempo para novos contos e novas idéias...rs
Afinal, o Mundo Real tem me chamado mais vezes esse Ano... rsrs
Trago mais um vídeo, espero que gostem!
Atendendo inúmeros pedidos de mais vídeos hots...então...
Divirtam-se!

Mega Domingo!

Beijos doces,

Ayesk@

sábado, 21 de setembro de 2013

Escrava

Escrava

"Teu poema, inclemente, me encarcera,
umedecendo, de gozo, os meus versos.
Espancando, com a pena, as minhas rimas,
se assanha, feito bicho, entre meus seios.

Teus dedos em tuas mãos; ágeis tentáculos,
aprisionam de vez minhas vontades,
deixando-me à mercê dos teus domínios,
amarrando-me os pulsos, como escrava.

O ar que me vem é da tua boca.
Meus gemidos, quem sufoca é tua língua.
Teu verbo, desconexo aos meus ouvidos,
me faz louvar - indecente - o teu nome.

Em minha barriga, passeia impune, o teu falo.
Sob teu corpo, o meu, é prazer e desgoverno.
Entre minhas coxas, tu desenhas a tua fúria,
em teu pescoço, cravo dentes de poesia..."

~Mariza Lourenço~



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Fetiche


Elizabete pensou ter ouvido um barulho, vestiu a camisola e saiu do quarto, acendeu a luz do corredor, esperou por mais alguns segundos, ouvidos atentos, o silêncio era absoluto, resolveu tomar um copo d’água, não conseguiria dormir de novo, começou a descer as escadas, mas ainda estava um pouco assustada, aliás, ela vivia assustada, afinal era sozinha e morava numa casa enorme. Mesmo com o fato de o bairro de classe média alta oferecer certa segurança ela tinha seus medos.

Ela notou que agora chovia torrencialmente, um trovão a deixara mais assustada, pôs a mão no peito, respirou fundo e seguiu até a cozinha, ao passar pela copa notou as cortinas esvoaçantes, um arrepio lhe eriçou o corpo, acendeu a luz, viu a janela aberta que agora bateu forte com a força do vento e voltou a se abrir, foi até ela e a fechou, mas alguma coisa estava errada, ela tinha certeza que a fechara antes de se deitar, ficou parada por alguns instantes, olhou por toda a volta, parecia tudo normal a não ser pelas pegadas enormes que deixaram um rastro de lama e seguiram em direção ao corredor, agora ela estava apavorada.

Com o coração disparado ela correu até o telefone, qual era mesmo o numero? Pensou ela, 190, pegou o aparelho e começou a teclar, nenhum ruído, estava mudo, ela bateu várias vezes nas teclas, não resolveu, pensou em gritar, não adiantaria, ninguém a ouviria, abandonou a idéia e voltaria para seu quarto, porém antes que chegasse às escadas ouviu mais um estrondoso trovão, acabou a energia, ela parou, a energia voltou mas as luzes continuavam piscando, seu coração estava quase saltando pela boca.

Ela não sabia o que fazer, não tinha para onde ir, pois não sabia onde estaria o invasor, começou a subir lentamente as escadas, as luzes continuavam piscando, às vezes demorava um pouco para voltar, a chuva agora já não era tão forte, mas os trovões e relâmpagos continuavam assustadores.

Já no corredor, correu em direção ao seu quarto, ao entrar porém, sentiu um braço forte em torno de seu pescoço e uma mão enorme tapando sua boca e suas narinas, quase a sufocando, ela tentou se desvencilhar mas a enorme mão agora com mais força apertava seu rosto, enquanto o braço forte estava cada vez mais apertado em torno de seu pescoço, quase a enforcando. Com uma voz gutural o estranho falou no seu ouvido:

- Fique quieta, se ficar boazinha nada lhe acontecerá.

Ele começou a tirar a mão devagar de sua boca.

- Vai ficar quieta?

Ela assentiu com a cabeça.

Ele a empurrou violentamente para a cama, então ela pode olhar para o intruso, estava todo de preto, usava uma mascara de esqui e coturnos que estavam enlameados de barro. Elizabete tentou se levantar, ele tornou a empurrá-la para a cama, agora saltou sobre ela e com as duas mãos segurou seus pulsos acima da cabeça, ela não conseguia se mexer, ele era um homem forte, seus olhos apavorados olhavam para os olhos azuis do mascarado.

- Leve o que quiser, mas por favor não me faça mal.

- Eu disse para ficar quieta, da próxima vez não serei tão bonzinho.

Com uma das mãos continuou segurando seus pulsos no alto da cabeça, com a outra começou a acariciar seu rosto, foi descendo pelo seu pescoço até sentir seus peitos, segurou firme a camisola e num puxão violento a rasgou, os belos peitos ficaram à mostra e sua mão agora os acariciavam.

- Você tem peitos deliciosos, aliás, você todinha é gostosa.- Disse descendo a mão através de sua coxa.

- Por favor não faça isso.

- Mas você quer, não quer? Sei que vive sozinha, sei que não tem marido, e deve estar louquinha por uma rola bem dura, vou fazer você gozar muito, hoje você será a minha putinha.

Ele foi saindo de cima dela e ficou em pé ao lado da cama.

- Não tente nada, você já viu do que sou capaz.

Ela ficou estática, estava cansada, notou o grande volume sob a calça do homem de preto. Ele puxou o que sobrara da camisola de Elizabete e jogou os trapos no chão, ela ficou apenas de calcinha, uma minúscula calcinha preta de rendas.

O desconhecido sentou-se a seu lado, agora passava lentamente a mão pelo seu corpo, desceu pelo seu tórax, passou o dedo ao redor de seu umbigo, sempre olhando para o seu rosto, desceu a mão até sua buceta e a acariciou por cima da calcinha, ela se encolheu um pouco.

- Está com tesão é? Hum é assim que eu gosto.

- Por favor...

- shshshsiiiiiiuu. – Gesticulou ele com o dedo indicador na altura dos lábios.

Com as duas mãos ele segurou sua calcinha e começou a tirá-la devagar, ela tentou chutá-lo, mas ele segurou sua perna e ela sentiu um forte tapa na sua coxa, deixando uma marca avermelhada e puxou sua calcinha com força, a rasgando.

- Se fizer de novo, juro que vai se arrepender.

Ele começou a passar a mão nas suas coxas, e lentamente foi se aproximando de sua buceta, sentiu o calor na sua mão, seu dedo médio agora abria os grandes lábios, ele continuava olhando para ela, seu dedo agora estava dentro, encontrou o grelo rijo e começou a brincar com ele como se fosse uma campainha, seus olhos não desgrudavam de seu rosto.

- Veja só? Está toda molhadinha, está gostando é? Vadiazinha.

Elizabete começou a se mexer, deixou-se envolver pela deliciosa sensação.

- Isso gostosa, mexe, mexe mesmo.

Ele voltou a ficar de pé ao lado da cama, passou a mão naquele volume enorme, segurou a chave do zíper e começou a baixá-lo devagar, enfiou a mão e tirou a enorme rola para fora, com veias dilatadas, cabeça enorme avermelhada, com a outra mão puxou Elizabete pelos cabelos até que seu rosto encostou em sua rola.

- Chupa, engole tudo, mas se morder já sabe o que vai acontecer, não é?
Ele dirigiu o pau até sua boca, ela abriu os lábios e ele a empurrou com força e começou a fuder naquela boca gostosa ainda a segurando pelos cabelos, socava com força, Elizabete se sentia sufocada e sentia a enorme cabeça atingir sua garganta, começou a babar pelos cantos da boca, as vezes ele gritava com ela:

- Olha prá mim putinha, quero ver seus olhos.


E ela olhava para ele com a tora enterrada até a garganta. De repente ele tirou a rola de sua boca, bateu com ela no seu rosto e disse:

- Fique de quatro, agora quero te fuder de quatro.

Ela se virou na cama e arrebitou a bunda, ele continuava em pé, agora atrás dela, passou a mão na sua buceta, deslizou os dedos pelo seu rego, fez menção de enfiá-lo no seu cu e deu lhe um tapinha nas nádegas. Começou a desabotoar a calça e a abaixou até a altura dos joelhos, segurou a rola latejante e começou a pincelar seu reguinho, batia com ela na sua bunda, encostava a na portinha do seu cuzinho e depois voltava a pincelar desde de seu cu até sua buceta, onde esfregava a cabeça da rola nos lábios quente e úmidos. Depois a encaixou e começou a empurrá-la, Elizabete gemeu e ele começou a tirar e empurrar devagar, logo depois socava forte enfiando o pau inteiro naquela buceta, ele gemia de tesão.

- Geme putinha, quero ouvir você gemer, rebola na minha rola, vaiiii.

Elizabete agora gemia e rebolava.

- Me fode toda, me rasga ao meio, quero sua rola, estou adorando, issoooo.

Ele a segurava firme pela cintura e socava com violentas estocadas, fortes tapas eram desferidos nas nádegas de Elizabete que rebolava e pedia mais rola.

- Quer gozar puta? Goza na minha rola vai.

De repente ele para e começa a tirar a rola de dentro dela, a empurra e sobe sobre ela.
- Eu quero te comer olhando dentro dos seus olhos e quero ver você gemendo no meu pau. Rapidamente sua rola está novamente dentro daquela buceta ardente e com estocadas profundas ele mete com disposição, ela se entrega totalmente e curte aquele momento, o abraça e se deixa levar pelos movimentos ritmados e potentes, geme, suas unhas cravam nas nádegas daquele homem que agora lhe dá muito prazer. Ele continua olhando dentro dos seus olhos e ela sente ainda mais tesão, sente prazer ao dar prazer àquele macho.

- Quero ver você gozar. – Dizia ele. – Goza na minha rola.

Ela começa a se contorcer.

- Me chama de putinha, me chama de sua putinha, vou gozar...

- Vou fazer você gozar putinha, sente minha rola inchada, vou te encher de porra...

Ambos começam a gozar e ele continua socando a rola, gemendo, ela também geme e agora vai ao delírio, quase grita.

Ele para, arfante, cansado, ela também está cansada. Ele fica apoiado nos braços sobre ela, continua olhando nos seus olhos, lentamente ela leva a mão no rosto mascarado, segura sua máscara e devagar começa a puxá-la para cima, ele não se opõe e a máscara sai na sua mão, ela sorri:

- Nossas fantasias estão ficando perigosas, hoje você quase me mata de verdade.

Ele também sorri:

- Jamais faria isso com você, eu te amo muito, você é a melhor esposa que um homem poderia desejar na vida.

Ela o puxa contra si num abraço apertado.

- Eu também te amo demais, você é o melhor marido do mundo. Obrigado por realizar minhas fantasias.


Escrito por Dayo_li
Imagens: Pele Macia e Tumblr

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Vídeo: Massagem & Creampie


Massage Rooms Beautiful young girl enjoys orgasm from experienced teachermessage powered by YouPorn.

Oiee Pessoal!
Nossa, por aqui esfriou muito...brrrr...
Hoje, conforme o combinado estou postando esse vídeo da Categoria: Creampie.
Se gostarem, trarei mais!!rs

Beijos doces !!! 
Ayesk@