segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Série: Pedro. - O Reencontro.





Querido Diário, acabei de chegar.

Fui à festa na Casa da SexyButterfly , onde alguns amigos em comum encontravam-se e onde reencontrei Pedro.
Ainda confusa, tentarei escrever o que houve , assim que nos vimos sozinhos na cozinha; da casa da minha Amiga Borboleta.
Escreverei como se não tivesse acontecido comigo e sim com outra pessoa; pois ainda parece um sonho tê-lo reencontrado, após tanto tempo.

Pedro se aproximou e Ayeska teve que apoiar os quadris sobre a superfície superior da mesa.

Ele deu um olhar significativo na veia pulsante no pescoço macio dela e desceu o olhar até os seios arfantes. Ayeska não precisou olhar para perceber que seus mamilos estavam durinhos e marcavam de forma vergonhosa o tecido do vestido.
Maliciosamente, Pedro estendeu o dedo indicador e roçou o bico enrijecido por cima do tecido.
— Tem frio?
Ela poderia ter respondido que sim, mas, sabia que ele iria rir na sua cara.
Pedro se aproximou mais , seu  joelho roçou ligeiramente a parte interna das coxas dela. A bainha do vestido subiu alguns centímetros.
Uma mecha de cabelo escuro caiu sobre a testa masculina quando se inclinou para ela, fazendo-a sentir o calor da sua respiração na bochecha. O ritmo cardíaco de Ayeska acelerou; será que Pedro percebeu?
Ele se inclinou para frente e ela sentiu o úmido calor de sua boca sobre seu pescoço, o que provocou uma ardente pulsação e úmida no meio das pernas.
Pedro deslizou a língua pela tensa pele do pescoço, apanhou em seus lábios o lóbulo direito da orelha dela.
“ Aaaaaaaaaaaa...não era justo...ela tinha que fugir dali...e rápido...estava se derretendo com aquela sensação...sua xotinha pulsava e contraia-se imaginando o pau grosso a penetrando sem dó após tanto tempo.”
Antes que pudesse escapar, a boca de Pedro se uniu a dela; moldando seus lábios em um beijo, enquanto percorria o contorno da boca com a língua.
Ayeska, manteve os punhos fechados aos lados do corpo.
Tentou resistir, mas, abriu um pouco a boca apenas para sentir, mais uma vez o sabor de Pedro, que aproveitando a oportunidade penetrou com a língua a boca dela, lambendo-a e sugando-a, até que ela não pode segurar-se mais, envolvendo os cabelos dele com suas mãos pequenas e suaves e rodeou seus quadris com as pernas trêmulas.
— Deus! Estava morrendo de vontade de te tocar, desde o momento em que te reencontrei — Gemeu dentro de sua boca.
Para demonstrar que dizia a verdade, Pedro colocou a mão entre as coxas e puxou as calcinhas de renda que ela já tinha ensopado no meio das pernas. Ele lançou um gemido de satisfação ao afundar os dedos e descobri-la, úmida e lubrificada, a pele suave de seu sexo... Com somente um beijo.
Ela tentou soltar-se, ainda lhe doía a forma que haviam se separado, mesmo que ainda fosse louca por ele. Os sinais eram confusos em sua cabeça. E tinha medo de sofrer novamente.
Mas, quando sentiu-o sugar com força o bico enrijecido do seu mamilo por cima do fino tecido do vestido, ela soube então que estava perdida.
Ayeska jogou a cabeça para trás e gemeu ao sentir a carícia do grosso e rude dedo no clitóris. Apertou com força o tecido da camiseta dele, desejando tira-la com ânsia, mas precisava de coragem suficiente para fazê-lo. Separou mais as pernas para senti-lo melhor e balançou a pélvis contra a mão masculina, estremecendo de prazer quando ele afundou dois dedos..
— Aiiiiiiiiiiiiiiiii.....! — Gemeu enquanto ele retorcia os dedos profundamente em ritmo com o movimento do polegar. Uma, duas estocadas a mais ao lubrificado grelo e fundo da xoxota e Ayeska gozou, as paredes da xoxota se contraíram espasmodicamente em um orgasmo cuja incrível intensidade a fez proferir gemidos we gritos que foram sufocados pela boca voraz de Pedro.
Beijou-a, acalmando-a e pressionando a mão sobre seu sexo até que os tremores de seu orgasmo perderam intensidade.
Após o orgasmo, Ayeska tomou consciência por entre névoas de paixão. de sua posição com as pernas estendidas sobre a mesa, o vestido amarrotado e fora de lugar, molhado em um dos seios e a mão de Pedro ainda dentro de sua calcinha.
Desceu antes que ele pudesse agarrá-la, ajeitou o vestido e o empurrou levemente
Boquiaberta, viu Pedro levar os dedos molhados de seu gozo e chupar um por um.
- Delicia!.

Ayeska pegou uma garrafa de vinho e saiu em disparada para onde o pessoal  os aguardavam.
Antes olhou para Pedro e com a voz baixa disse:

— Obrigada, precisava disso —

“Obrigada. Precisava disso.”
Pedro não pôde evitar um amplo sorriso.
Tão fria e casual,mas, apesar de sua pretendida indiferença, não pôde dissimular o rubor que com o orgasmo tinha subido às bochechas, ou o modo que suas mãos tremeram ao pegar a garrafa de vinho.

Mais tarde todos foram para uma boate e encostado num canto Pedro observava Ayeska dançando com Sexy, Niina e outras que não conhecia.
Seu pau endureceu ao recordar a expressão que ela tinha no rosto ao gozar. Recordou como se contraiu seu sexo faminto, rodeando os dedos espasmodicamente enquanto jogava a cabeça para trás e deixava escapar um gemido gutural dos inchados lábios entreabertos.
Deixou-o dolorido e tonto na cozinha, já cada gota de sangue tinha parecido pulsar freneticamente no pau, exigindo satisfação.
Enquanto a observava, bebeu um gole da garrafa e, ao levar as mãos ao rosto, pareceu perceber ainda o doce aroma da essência feminina. Essa mera lembrança bastou para endurecer seu pau novamente
Ayeska estava atrás de SexyButterfy e deslizou a mão sobre o ventre enquanto ambas meneavam os quadris juntas. Um cara vestido com camiseta sem mangas tentou juntar-se à dança insinuando- se entre as duas ,  mas elas se afastaram lentamente.
Pedro esvaziou a garrafa de cerveja e a colocou sobre o balcão.
A única pessoa com quem Ayeska poderia entender-se essa noite não seria outro além dele.
— Poderíamos começar a nos beijar. Isso alegraria a noite — Disse SexyButterfy por cima do ombro de Ayeska, que passava as mãos perigosamente perto dos seios de sua companheira de dança.
Ayeska riu e jogou a cabeça para trás. Todos os homens estavam olhando-as, esperando ver até onde poderiam chegar, desejando com cada milímetro de seus paus duros que a ruiva deslizasse a mão sob a blusa da outra, e que ela respondesse lambendo os lábios.
Embora odiasse admitir, Ayeska queria atenção apenas de um. Com um olhar estratégico para o bar, perdeu o ritmo quando percebeu que no espaço que  ocupava as costas de Pedro se achavam duas loiras popozudas.
De repente, uma mão possessiva deslizou ao redor de seu quadril pousando sobre o estômago. Não precisou dar a volta para reconhecer que era Pedro.Podia sentir seu cheiro. Sem dizer uma palavra, apertou-a de costas contra seu corpo e, balançando-se ao ritmo da música contra suas nádegas, sentiu que suas travessuras na pista de dança tinham sido efetivas.
Com o que não tinha contado era com a imediata reação de seu próprio corpo.
A lembrança do orgasmo na cozinha a consumia, e sentia os terminais nervosos a flor de pele só por dançar com ele, por sua mão acariciando o estômago e seu pau roçando suas nádegas. A ampla palma masculina deslizou para cima, e seus dedos longos acariciaram a base dos seios, apenas cobertos pelo fino tecido do vestido.
Percebeu vagamente o sorriso de SexyButterfy, que levantando o polegar e baixinho lhe disse :”Boa sorte amiga”, afastou-se deles.
Sem pensar, levantou o braço e rodeou o pescoço de Pedro, apertando-se contra seu peito robusto. O quente fôlego masculino queimava o pescoço enquanto ele mordia o lóbulo de sua orelha. A vibração do batimento do coração e da música fazia o meio de suas pernas pulsar e sabia que não seria capaz de mantê-lo afastado.
— Vamos — Sussurrou bruscamente, lhe agarrando a mão e arrastando-a para fora da pista.
Ela não era tão fácil.
— O que o faz pensar que vou com você a algum lugar? — Respondeu, soltando-se ao tempo que recuava.
Um sorriso se desenhou em sua boca..
— Não era esse o motivo de sua pequena provocação? Me deixar louco até que te levasse para casa e te provasse,  quão bom poderia ser tudo entre nós? — Para dar mostras a suas palavras, levantou o joelho e ela sentiu os fortes músculos da coxa masculina pressionando deliciosamente seu sexo umedecido.
 — O que ocorreu antes foi um simples aperitivo, Ayeska. Não me diga que não quer desfrutar da festa completa.
Ela gemeu quando ele pressionou a boca úmida e quente contra sua garganta.
Ele tinha razão. Ela o desejava. Desejava sentir suas mãos e lábios sobre sua pele nua. Queria ver se seu pau, grosso e duro como ela recordava.
Ele a empurrou dentro de um táxi que aguardava em fileira, deu o endereço  ao motorista e partiram.





Ayeska não guardou recato algum quando ele a agarrou entre seus braços e pressionou sua boca em um beijo apaixonado. Respondeu vorazmente com a boca aberta, deslizando a língua até roçar a dele, explorando as cavidades quentes e úmidas da boca masculina. A respiração se fez mais entrecortada quando ele desabotoou o vestido e introduziu a mão para acariciar o seio , abrangendo toda a turgidez da carne suave e provocando com o dedo polegar seu mamilo duro como uma rocha.
Os sons de prazer se afogaram na garganta. Morria de ansiedade por sentir sua pele nua contra a dele, desejava receber cada polegada de sua ereção dentro de seu corpo. Desprendeu a camisa com mãos tremulas e explorou os músculos tensos do peito e do abdômen. .
Ela mordeu seu lábio inferior e deslizou a mão até a braguilha, onde apalpou uma coluna de carne dura como uma rocha. O motorista girou bruscamente e a sacudida fez que se deslizassem sobre o assento. Ela ficou em cima do peito dele, que aproveitou a oportunidade para introduzir a mão por baixo do vestido e agarrar seu traseiro; ela por sua vez, abriu o zíper da calça e colocou a mão ávida sob sua cueca.
Mão que ficou transbordada de carne ardente e tensa. Agarrou o pênis, enquanto trocavam gemidos suaves boca a boca. Era  grosso que mal podia agarrá-lo. Acariciou a glande com o polegar, lubrificando-o com as gotas que brotavam da ponta. Sentiu seu próprio sexo umedecer-se em apaixonada resposta
Incontrolável baixou a mão, levantou o vestido e se sentou diretamente sobre seu colo. Não podia esperar, a xoxota pulsava dolorosamente reclamando que a penetrasse.
Afastando de lado a calcinha, colocou-se em cima dele desejando apanhar o pau com seu sexo quente, tentando roçar a cabeça protuberante da glande contra a fenda empapada. Acomodou-se sobre ele e conseguiu capturar a ponta...
Nesse instante, o táxi parou abruptamente e, aturdida, deu-se conta de que tinham chegado. Com movimentos rápidos e eficientes, Pedro arrumou seu vestido e separou-a de seu colo, guardando sua colossal ereção dentro das calças. Com um último beijo rude ajudou-a descer do táxi e pagou o motorista como se não tivesse estado na parte traseira de seu táxi, a milímetros de penetrar na vagina de Ayeska,... Ela esperou impaciente na porta. E Pedro não conseguia encontrar a chave.
— O que aconteceu? —estava extremamente ocupada lambendo e mordiscando a pele que deixava exposta a camisa desabotoada dele. Tinha um delicioso sabor, quente e salgada.
— Não tem a chave?
— Não a peguei. O Peristilo foi o último a sair. E sai com pressa e esqueci de pegar a minha cópia.
— Tem que haver algum modo — Murmurou.
— Por trás — Disse ela.
Agarrados pelas mãos e rindo como tolos, correram através do pátio. Mas ele a deteve antes de chegar ao primeiro par de portas.
— Não te parece tentador?
Ela deu volta e o viu olhando para a piscina. Uma nuvem de vapor se elevava da superfície. As luzes do pátio estavam apagadas, a única iluminação era a da lua quase refletindo sua luz prateada na água escura.
— Poderia dar um pequeno mergulho de cabeça, nua.
-   Voce sabe que adoro água, mas não sei nadar, já imaginou se mergulho de cabeça?
Conduziu-a até a piscina e tirou seu vestido rapidamente. Ayeska arqueou as costas e gemeu para o céu quando ele se deteve para sugar os mamilos enrijecidos pelo ar fresco da noite. Suas pernas tremeram pelo contato úmido dos ardentes lábios masculinos, enquanto sentiu uma forte contração no sexo reclamando atenção mais direta.

 Logo ele começou rapidamente a abaixar a calcinha à altura dos pés.

Ele tinha o membro tão duro que causava dor.
Na claridade da lua conseguiu distinguir as esculpidas linhas de suas maçãs do rosto, as sombras escuras das pestanas que emolduravam os olhos escuros, os lábios  e o cabelo vermelho que caía sobre os ombros, combinando com os bicos como botões e vermelhinhos.




O púbis sem pelos cobria os suaves e inchados lábios.
Pedro queria coloca-la de quatro e penetrá-la tão profundo e forte enquanto ela gritasse e pedisse entre gritos de dor e prazer mais e mais.
Suas mãos estremeceram ao recordar a sensação desses lábios vaginais rodeando a cabeça do seu pau quando, dentro do táxi, tinha montado nele. Se o motorista não tivesse parado o táxi, teria perdido o controle e a teria fodido selvagemente até explodir dentro dela.
Por isso, em vez de afundar os dedos nas dobras do sexo úmido, ajoelhou-se, tirou-lhe as sandálias e depois se despiu, despojando-se das calças e a roupa de baixo. Agarrou-a pela mão e a conduziu para a piscina.
Aproximou-a para ele e se deleitou com a sensação da água fria e do toque morno dos seios pequenos e quentes contra seu peito. Beijou-a profunda e apaixonadamente, penetrando a língua na boca como ansiava penetrar em seu sexo.
Suas mãos percorreram a pele avidamente, afundando os dedos na carne macia e suave que recebia com prazer suas carícias
Ela respondia a suas carícias com o mesmo ímpeto, deslizando as mãos frias e úmidas pelas costas, atando as pernas ao redor da sua  cintura na água. A pele ardente do sexo feminino o provocava, roçava de forma enlouquecedora os lábios úmidos e quentes contra seu pau enquanto balançava os quadris, embalando-o entre gemidos. Apoiou-a contra os azulejos da borda da piscina. Com apenas uma só estocada profunda, estaria dentro dela.
— Não — Ofegou — Ainda não.
Ajoelhou-se afundando sob a água. Com os olhos fechados, abriu-lhe os lábios do sexo com os polegares e afundou a boca no meio das pernas até sentir o  tenso clitóris contra o rosto. Água fresca e carne quente encheram sua boca ao pegar entre os lábios, sugou-o e lambeu, provocando um agitado rebolado dos quadris e uns gemidos que chegaram distorcidos sob a água. Sentiu um forte zumbido nos ouvidos e temeu perder o sentido por falta de oxigênio.
Subiu à superfície e inalou uma baforada de ar. Levantou-a agarrando-a pelos quadris e a apoiou sobre a borda da piscina. Ela levantou os joelhos oferecendo-se ansiosa. Separando os lábios do sexo, lambeu em círculos o tenso botão, sugando-o enquanto ela agitava os quadris e se sacudia espasmodicamente contra seu rosto. Cada suspiro, cada gemido, cada som gutural que ela pronunciava, fazia pulsar mais seu pau, endurecendo-o de tal maneira que parecia a ponto de explodir.
—Ohhhhhhhhh...Deus...Pedroooooo....aaa...assimmm...não pare...me fode...me preenche...me come...me fode ....aaaaaa. 
— Ela gemeu. Sentiu outro abundante fluxo de líquido quente na língua e soube que o orgasmo dela era iminente. Sentiu a contração das paredes vaginais contra os dedos que tinha penetrado nela, dedos que o sexo feminino contraiu prontamente ao alcançar o clímax.


Ayeska olhou fixamente o brilhante céu noturno enquanto as últimas palpitações agitadas fizeram estremecer seu corpo inteiro. Respirou profundamente tentando recuperar-se, inalou várias vezes antes de atrever-se a olhar para ele. Sua cabeleira escura permanecia ainda no meio de suas pernas cobrindo-a de beijos suaves, carinhosos, amorosos.
Jamais a tinham feito gozar até que tudo ficasse em uma névoa, até que sentisse o corpo atravessado por milhares de agudas correntes elétricas.
Escutou o murmúrio da água e os músculos do estômago se contraíram ao sentir as gotas do corpo ensopado de Pedro. Ele se inclinou sobre ela apoiando-se nas mãos para beijá-la, e o fez com tanta ternura que sentiu desejos de chorar.
O mais certo para o seu coração  seria levantar-se e retirar-se. Mas seu cérebro tinha cedido todo o controle à área do meio das pernas que vibrava e doía pelo desejo de sentir Pedro penetrando-a profundamente.
Apoiou a mão languidamente ao redor do pescoço e deslizou os dedos pelo cabelo úmido. Depois, a água a salpicou quando ele se levantou e saiu da piscina.
A luz da lua projetava sombras prateadas sobre os músculos das costas e dos ombros, iluminando as gotas de água que caíam pelas pernas largas e fortes. Sentiu renovar-se sua energia quando ele deu a volta, exibindo a grossura de seu pênis. Embora não pudesse ver seus olhos, podia perceber seu olhar fixo nela enquanto colocava o preservativo com deliberada lentidão. Acariciando a si mesmo, anunciava que seu corpo seria penetrado por colossal membro.
Enquanto ele caminhava para ela, colocou-se de joelhos e estendeu as mãos. Ao chegar junto a ela, as agarrou e a conduziu dentro da piscina novamente. Sentiu a frieza dos azulejos contra as costas quando a beijou rudemente. Levantou sua perna à altura do quadril para roçar o pênis erguido contra seu sexo.
— Não posso ser gentil — Murmurou — Esperei muito tempo para ter você de novo.
Esperou ? O que queria dizer com...?
O pensamento foi interrompido bruscamente quando o sentiu penetrá-la. Embora estivesse ansiosa e lubrificada como nunca, sua magnitude a pegou de surpresa. Preencheu-a por completo, dilatando as paredes vaginais e tensas do seu sexo. E quando pensou que já não poderia caber mais nela, ele se afundou outra polegada sem mais rodeios.
Ayeska abriu a boca para emitir um grito surdo e doloroso de prazer, mas a boca masculina afogou seu ofego enquanto penetrou profundamente, com o pênis e com a língua. Com sua altura que a ultrapassava amplamente, rodeou-a e a dominou. Nunca havia se sentido tão invadida, tão exigida. Sentiu como cedia maleável às exigências do corpo masculino, como se dilatava para recebê-lo movendo os quadris.
— Ohhhhhhhhhh..., Ayeskaaaaa.... — Grunhiu ele. Seu tom de voz de incondicional entrega refletia o que ela mesma sentia. De repente, afastou-se, ignorando seu gemido de protesto, a fez girar e a apoiou contra a parede da piscina, de costas para ele.



Segurou-a pelos quadris com tal força que poderia tê-la machucado, e a penetrou por atrás grosseiramente, ao tempo que não deixava de sussurrar e gemer entre suas estocadas quão gostosa era, quão quente e apertada era. Sussurros que se transformaram em gemidos ao tempo que agarrava os seios e beliscava os mamilos até fazê-la gritar, rodeando-o palpitante. Pedro investiu os quadris contra ela com ritmo cada vez mais rápido, em uma sequência de estocadas, que combinavam movimentos curtos e acelerados com penetrações longas e profundas; ofegando agitado atrás dela.

Ayeska, por sua vez, procurou apoio na parede de azulejos para impulsionar-se em compasso frenético, ricocheteando contra os quadris masculinos, afundando-se até a base do grosso pênis, cravando tão fundo que, internamente, sentiu-o contra a parte inferior da coluna. Com cada investida, o clímax começava a revirar em suas entranhas. De repente, ele se esticou atrás dela, deixou escapar um rugido do peito e seus trancos se tornaram selvagens.
Em apaixonada resposta, as paredes vaginais o rodearam convulsivamente, enquanto seu próprio orgasmo subia com tal intensidade que teria afundado sob a água se ele não a houvesse segurado.
Balançou-a agarrada contra ele, beijando o pescoço.
— Droga! — Murmurou Pedro.
Não era precisamente o que esperava ouvir.
Abruptamente, puxou-a e a tirou da água; ela demorou a se dar conta do que ele tinha ouvido. Ruídos de motores. Portadas. Risadas ébrias.
— Vamos, a menos que queira se transformar no espetáculo da noite.
Apressou-se quanto pôde, conseguiu levantar-se com dificuldade devido à frouxidão de suas pernas e subiu ao pátio.
Pedro  recolheu sua roupa e a envolveu em uma toalha gigante antes de atar outra nos quadris. Conduziu-a até um par de portas de vidro que se achavam longe da porta principal, sussurrou uma rápida prece e suspirou aliviado quando a porta se abriu sem opor resistência.
Seu quarto. Seu e do Peristilo, que obviamente estava com a Niina e não retornaria aquela noite. Rindo , jogou-a de costas sobre o colchão. enquanto tirava-lhe a toalha de banho, que foi parar ao outro lado do quarto.
— Acho que terá que se esconder aqui...


Nota: A correria nos últimos dias tem sido extensa e tenho muitas postagens atrasadas, entre selos (mimos), tenho postagens do querido Ulisses e do Darukian , o Ceifador.
Há um tempo estão me cobrando um conto, e este sem revisão acabei de escrever. Espero que gostem...e desculpem os erros rsrs
Como disse, não revisei.
Beijos doces carinhosos a todos os Bloguistas, Seguidores, Navegantes e Amigos (as). Uma ótima noite e bela semana!


Escrito por Ayesk@

5 comentários:

{Mansinho}_da Loirinha disse...

ULÁLÁ... ODE A FESTA, AO PEDRO, A BUTTER...

ENRIJECIDO, SANGUE FERVENDO, BRILHO SOLAR... COMEÇAR O DIA LENDO UMA RUIVINHA TÃO PRECISA EM PALAVRAS...

...PALAVRAS QUE PARECEM ATÉ SE MECHER, FORMAS, NUANCES, DESEJOS...

...ÓTIMA SEMANA RUIVINHA MILLLL...

BEIJOS TRIPLOS...

juniorypriscila disse...

Bom dia!!!
Você é realmente tudo de bom.
Beijinhos
juniorypriscila@hotmail.com
http://contoseroticosdejuniorypriscila.blogspot.com/

WT KASAL disse...

Bem...só resta torcer a calcinha.
Bjux, tenha uma linda semana.

Deh... disse...

Mulher....estou extasiada!!!
Que delicia, não sei o que me deixou mais louca se foi o Pedro ou a Ayeska, ohhh ruivinha gostosa!!!
Delicia de conto, minha amiga, me deu um calor... não sei bem por que....kkkkkk
Otima semana pra ti Ruivinha
Bjsss carinhosos

Peristilo disse...

Wow! que festa de arromba, hein, querida! kkkkk! adorei! Obrigado pela lembrança. As imagens também estão show. Beijo especial de agredecimento pelo carinho e amizade!