domingo, 17 de julho de 2011

Série : Pedro - Loucuras de uma Noite....













Relembrar Pedro, causava dois sentimentos estranhos em mim...
Dor, pela saudade, pela falta que ele me fazia...Prazer, pelo tesão, desejo que sentia por ele.
Me lembro como se fosse hoje.
Quando voltamos para nossas vidas fora do acampamento, combinamos que tentaríamos nos relacionar, mesmo morando um distante do outro.
Em uma das suas visitas à minha cidade num fim-de-semana, após o jantar e algumas danças numa boate , fomos terminar a noite em seu quarto de hotel.
Entramos rindo e de repente nos olhamos...
Pedro apoiou-se na porta, em silêncio e em seguida caminhou em minha direção. Senti meu coração acelerar assim que ele se aproximou e me tocou. Suas mãos tatearam meu rosto enquanto me atraía para ele, e me beijava.
O abracei e rodeei seu pescoço com meus braços.
       Minha excitação aumentou, umedecendo minha calcinha ao sentir seu calor.
      Paixão, tesão e dor se misturaram em meu corpo enquanto ele me erguia do chão e colocava minhas pernas ao redor de sua cintura.
     Eu estava louca por ele e com ele e não me importava as conseqüências.
      Meus dedos cravaram-se em seus ombros enquanto ele me virava e me pressionava contra a parede.
      Sua boca voraz e exigente beijava meu pescoço e ombros.
     Pedro afastou as tiras de meu vestido de seu caminho, mordiscando minha pele.
  Avançando sobre o meu corpo, arrancou-me gemidos e ofegos.                   
     Soluçando de frustração e excitação arqueei-me contra ele.
     Ele não sabia o quanto me sentia vazia quando não estávamos juntos.
—Pedro...
—Eu sei, Ayeska...eu sei...sinto o mesmo...
Afastou a alça do meu vestido até que meu seio direito ficou exposto,  sugou meu mamilo com sua boca, lambeu o bico túrgido com a língua e deu uma mordiscadinha.
Eu sabia o que ele queria ouvir, como eu sabia que queria o mesmo que ele.
—Pedro, me fode...me come. Agora.
—Deus, Ayeska sabe o quanto estou querendo?
—Não tanto quanto eu.. — Nossos olhares se encontraram.
 Me soltei dos seus braços e olhando-o fixamente, tirei o vestido pela cabeça e o atirei ao chão.
 Estava sem sutiã. O vestido tinha bojo nos seios. Meus mamilos estavam tão duros que doíam. Esfreguei-os com as palmas de minhas mãos enquanto Pedro tirava a camisa da calça e a desabotoava apressadamente. Tirei a calcinha, atirei-a para um lado e subi à cama. De joelhos, virei para olhá-lo enquanto se despia.
Lindo, moreno, alto.
Ele moreno, eu branquinha. O contraste de sua pele e a minha era tão excitante que fechei meus olhos brevemente. Quando os abri, ele estava nu.
Percorri-o com o olhar, notando  a grossura de sua ereção. Molhei os lábios, olhei-o e esfreguei minhas coxas uma contra a outra, enquanto deitava de barriga para cima na cama.
—Vem...
Aproximou-se do criado-mudo e tirou uma caixa de camisinhas. Assenti e estendi minha mão para que se aproximasse. Ele deslizou seu corpo sobre o meu e me envolveu com seus braços.
Ahhh... eu adorava senti-lo. O calor de seu corpo esquentava e excitava minha pele. Cobriu minha boca com a sua.
O beijo foi quente e apaixonado, tão repleto de desejo como o que eu sentia, e continha toda a paixão que sentia por mim. Saber que me desejava era uma experiência embriagadora e gratificante. Afastou sua boca da minha e baixou até meus seios. Beijou e sugou meus mamilos deixando-os tão rígidos que doeram. Suas mãos se moveram por meus quadris e minhas nádegas, me aproximando mais a ele e pressionando toda a sua ereção contra meu estômago.
—Me diga como quer, Ayeska...—Beijou meu estômago antes de permitir-se baixar. Cuidadosamente, separou minhas coxas. —Diga-me.
Arqueei-me contra sua boca enquanto, ele me devorava e usava sua língua para separar meus lábios molhados. A ponta de sua língua golpeou meus clitóris e me contorci toda de tesão.
—Coloque seu pau em mim...
—Forte?
—Sim — O olhei enquanto tirava o látex do pacote, e o colocava.
Estendeu minhas pernas cuidadosamente enquanto se ajoelhava entre elas. Era muito sensual observar como se moviam suas mãos morenas sobre minhas coxas alvas. Colocou a cabeça de seu pau contra minha vagina, e se deslizou em meu interior. Arqueei as costas e abri as pernas ainda mais, e estremeci enquanto ele penetrava  totalmente em meu interior.
Meus quadris acompanhando o ritmo dos seus quadris que estocavam forte e fundo.
—Sim....aaaaaaaaaaaaaa...assimmmmm....aaaaaaaaa que tesão....me fode...me come...assimmm...aaaaaaaaa forte ....fundo...— gemi, sentindo as estocadas profundas e desejando mais e mais.
Abracei-o com força, sentindo seu corpo másculo me comprimindo na cama. Eu respirava seu cheiro, sentia sua pele em minhas mãos, seu pau na minha xoxota melada, sentia a grossura atritar minhas paredes vaginais, um prazer e uma dor que me deixava abalada por tamanha loucura.
 Pedro me provocava sensações que eu nunca havia experimentado em toda minha vida.
 As estocadas fortes e seu pau quente, e sua boca sobre a minha, era tudo o que queria e precisava. O prazer que me proporcionava era muito intenso, eu não sabia onde meu corpo começava e o dele terminava..
Diminuiu a velocidade de suas estocadas, e levantou a cabeça. Nossos olhos se encontraram. Estava possuído por uma paixão que não podia expressar, e que não se incomodava em ocultar. O modo em que encaixávamos era perfeito, que era quase doloroso. Estocava fundo em meu interior, passou uma mão por meu quadril e levantou uma de minhas pernas.
—Quero ficar por cima...quero comer você...engolir seu pau...enquanto ele me come...aaaaa....Pedroooooooo.....aaaaaaaaaaa

Ele riu brandamente com meu pedido, mas se separou de mim. Subi em cima dele, e desci meu corpo com tudo no seu pau grosso, sentindo-o quase me rasgar. Um calafrio percorreu-me as costas quando comecei a me mover. Suas mãos acariciaram minhas coxas e meus quadris, e me agarrou, me mostrando o ritmo que queria. Os firmes empurrões de seu corpo sob o meu nos levantavam da cama e obrigavam minha buceta a receber cada centímetro do seu pau grosso e duro.
Eu contraía  a buceta em volta do seu pau, ordenhando, sentindo-o latejar, pulsar dentro de mim. Deixei  minha cabeça caír para trás enquanto me movia em cima dele.  Pedro me conhecia, a mim e a meu corpo, de um modo que eu nem sequer compreendia. Passou seus polegares por meus lábios menores enquanto eu o cavalgava,meus quadris indo pra frente pra trás, minha buceta pressionando sua virilha. Senti acariciar meu clitóris brandamente.
Seu rosto bonito crispou-se enquanto os músculos de meu sexo se esticavam contra o prazer e o orgasmo que vinha incontrolavelmente.
—Aaaaaaaaaaaaaa...minha putinha....minha cadelinha no cio...aaaaa...rebola...isso...rebola no meu pau...aperta ele...aaaaa tesuda....gostosa...  minha vadia....aaaaaaaa aaaaa...
Ele sentou-se enquanto eu começava gozar, abraçou-me, e me balançou brandamente enquanto o  meu gozo explodia. Passei os braços ao redor de seu pescoço e o beijei com força. Nossas línguas deslizaram uma contra a outra, explorando cada úmida sensação enquanto rebolava sem parar sobre sua rola.
—Aaaaaaaaaaaaaaa putinha...que buceta gulosa você tem....aaaaaa
Ri e o beijei brandamente.
Passou as mãos por minhas costas, agarrou meu traseiro, e me investiu.
—Não terminamos....aaaaa...
—Aaaaaa.. eu sei....ohhhhhh...eu sei — sussurrei contra sua boca enquanto beijava seus lábios.
Perdi-me no seu beijo enquanto virávamos e ele me punha de barriga para cima. Gemi alto, sentindo-o mover-se com estocadas seguras e fundas. Meu interior tremia com cada investida, e com cada retirada.
—Não....aaaaaaaaaaa...pareeeee... — Acariciei seu rosto. —goze para mim.... goze... Não segure...goze...quero sentir sua porra quente no fundo da minha xoxota.
Tomei seu rosto entre minhas mãos e o obriguei a me olhar enquanto se introduzia em meu interior pela última vez. Seu corpo tremeu pela força do orgasmo. Olhei-o nos olhos, e então baixou seu corpo até o meu. Com os corpos pegajosos pelo suor, ficamos ali tombados, abraçados e ofegando, durante muito tempo. Finalmente, separou-se de mim e tombou de barriga para cima.
— Que tal uma ducha?
— Hummm... parece divertido.
Deixei a cama e o olhei um momento antes de entrar no banheiro.
Quando estava debaixo da ducha, abrindo a torneira, ele uniu-se a mim. Atraiu-me entre seus braços, e me beijou. Adorava sentir suas mãos moverem-se em meu corpo. Ofeguei um pouco, abaixei-me e tomei seu pau em minha mãos. Segurei suas bolas e as massageei cuidadosamente, enquanto minha boca sugava a ponta da glande e depois engolia seu pau.  
Segurando minha cabeça, ele estocava levemente o pau grosso na minha boca pequena, deixando minhas bochechas cheias.
Quando não pôde aguentar mais, afastou-me. 
Com sua boca sobre a minha, e suas mãos percorrendo meu corpo, comecei a tremer de desejo.   
A fria parede de azulejos da ducha encontrou com meu seios que se comprimiram, enquanto Pedro apertava minhas nádegas. Senti seu pau entre meu reguinho, esfregando, roçando. Ele puxava meus cabelos.
Minha buceta se contraia toda e meu cuzinho piscava antecipando o que viria.



 Pedro havia sido o primeiro a comer meu cuzinho e se dependesse de mim , o último. Arqueei-me contra ele, gemi ao sentir seus dedos abrindo caminho no meu cuzinho apertado.
Não pude evitar o calafrio que percorreu meu corpo quase imediatamente.—Ohhhh....Pedro....aaaaaaaaaaa.....
—Uhmm — suspirou, e afundou seu rosto entre minha nuca e pescoço.
Senti tirar os dedos e posicionar seu pau no buraquinho apertado do meu ânus.
Devagar...amor...devagar...aaaaaaaaaaa...uuuiiiiiiiii....- gemi e gritei ao sentir seu pau grosso, quente introduzir-se no meu cuzinho.
Eu abria e fechava...e fui engolindo aos poucos..sentindo minhas preguinhas...
Dor e prazer.
Empinei mais o bumbum de encontro a ele, enquanto sentia seus dedos esfregarem meu clitóris e numa estocada firme entrar com tudo.
— Aaaaaaaaaaaaaaaa cuzinho apertado....- deu um tapinha na minha bunda e começou a entrar e sair.
De olhos fechados eu o sentia abrindo meu cuzinho.
Uma dor ao mesmo tempo prazerosa. Meu clitóris inchado, emitindo choquinhos a cada roçar de seus dedos.
Meu ânus apertou seu pau e num grito ele gozou no meu cuzinho.
Demoramos mais um pouco, esperamos nossas respirações se acalmarem e tomamos banho vagarosamente. Um ensaboando o outro.
A fome que sentíamos era tanta que mesmo após ele ter gozado duas vezes, ao perceber que minha buceta estava novamente úmida de excitação e tesão...
Ele me ergueu contra a parede fria de azulejos, envolvi sua cintura com as pernas, enquanto ele investia novamente. 

Baixou a cabeça até meu ombro e fez um som amortecido.
—Amor vai ficar dolorida durante dias...
Eu sabia disso. Seu pau não era comprido, mas era grosso e senti-lo dentro de mim, valia ficar dolorida por dias.
—Amanhã não poderei me sentar sem pensar em você...
Ele gemeu e estocou mais fundo.
—Aaaaaaaaaaa como você é gostosaaaa...como você se dá totalmente....aaaaa tesudaaaa....
Sua estocada seguinte foi forte, e seu calor e rigidez me arrancou vários gemidos entrecortados. Sustentando-me contra a parede, cravou seus dentes em meu ombro, arranhando minha pele enquanto começava a acelerar o ritmo de suas estocadas.
                           Eu adorava e gemia cada vez que o sentia bombar sem parar dentro de mim.
Forte e fundo.
—Vai gozar para mim?
Fechei os olhos e mordisquei meu lábio. A firme e constante estocada da sua rola em meu interior era como morrer repetidamente...
Gemi um pouco, e o orgasmo explodiu no meu corpo.
—Ohhhhhhhhhh...Deus....aaaaaaaaaa...
to gozandoooooooooo..aaaaaaa... – minhas unhas cravaram-se em suas costas.
—Issoooo...gozaaaaa....assim, amor...aaaaaaaaaa — Me agarrou com força contra ele. —Se renda a mim....rende-se....aaaaaaaaaa...putinha...minha putinha...minha...




Escrito por Ayesk@

4 comentários:

SexyButterfly disse...

Ayesk@!!! Que Pedro insaciável!!! Cada vez melhor!!! beijos ...

Ayeska disse...

Aaaaaaaaaaa Borboletinha...
O Pedroooooooooo é a causa das minhas noites de insônia rsrs
Beijos doces!!!

Ayesk@

Derek Dick disse...

Muito bom, Branquinha....

Uma ducha dessas eu ia adorar....mas tem que ser acompanhado...será que arrumo uma boa companhia?

Beijinho
D.

Ayeska disse...

kkk D.D. como voce é assanhadoooooo rsrs
Depois de uma pergunta dessas, aposto que arrumará um montão de companhia rsrs
Beijos doces!!!


Ayesk@