quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Engenheira II




Desde o nosso último conflito, se assim posso dizer, no galpão de máquinas, as provocações da senhorita pretensão ficaram mais e mais diretas. Ai... Essa engenheira metida ainda me tira o sono. Só que agora os devaneios são consistentes. Me pego no trabalho com os olhos fechados relembrando cada toque; posso sentir a textura daqueles seios fartos, a curva acentuada do quadril, seu rebolado no meu dedo, o gosto do mel de fêmea escorrendo pela minha boca... Ui! Sei que ela percebe meu descontrole quando nota meus olhos indiscretos sobre aquele decote... Por que raios ela não termina de fechar a blusa???
Trabalhamos na mesma firma. Sou arquiteta dela. Arquitetazinha... Menosprezar o meu trabalho parece influenciar diretamente na libido dela. Tudo bem... Ouvir aquela voz feminina e sexy me ditando ordens provoca em mim contrações bem gostosas. Eu só não aguento mais.
Quando a vi ali, a blusa de botões aberta, o bico dos seios durinhos e vermelhos de tanto serem chupados, as pernas torneadas, abertas para mim e completamente mole depois de ter explodido em gozo nos meus lábios, pensei que iria enlouquecer. Que finalmente havia dominado a fera. Doce ilusão. Ela levantou como se nada tivesse acontecido e fora uma promessa vaga que eu sequer tinha forças pra cobrar nenhuma garantia. Continuo odiando engenheiros.
Dia de pagamento e é claro que a sabe tudo me excluiu completamente dessa função. Fiquei lá fora esperando como todos os peões. Mais uma vez ela fazia questão de mostrar o seu poder. Como se precisasse. Meu ventre ia pulsando conforme a fila ia diminuindo. Sabia que seria a última, e quando finalmente entrei estava tão excitada que mal conseguia andar.
Minha engenheira gostosa manteve a postura. Pediu que eu entrasse e fechasse a porta porque o assunto era sério. Sua sala era bem maior que a minha e fora a prancheta imensa tinha um belo sofá no canto. Que foi? Impossível não pensar coisas degustastes com a calcinha tão molhada. Sentei-me na cadeira a sua frente e por instinto cruzei as pernas. Ela reparou no gesto e sorriu de cantinho de boca. Sorriso safado. O gemido foi involuntário.
Ignorando minha excitação, levantou e andando pela sala começou a discorrer sobre o meu trabalho medíocre, eu mal a ouvia... Toda a minha concentração estava para aquelas coxas grossas à mostra na direção do meu olhar. Dona de si apoiou o salto finíssimo no braço da minha cadeira explanando o quanto eu era distraída. Nem tive tempo de responder. Rodou a mesma só pra poder apoiar aquela coisa preta entre as minhas pernas. Não ousava falar, sabia o quanto a rouquidão me denunciaria.
Jogando o corpo pra frente e posicionando as mãos no meu ombro ofereceu o pescoçinho... Lambi,mordi,chupei... Até ela se afastar. Começou a desabotoar a blusa branca calmamente e um dejá vu forte me assaltou. Fiz menção de levantar... Um salto me empurrou de volta. A voz deliciosa me dizendo que aquele era o meu lugar, que era muito mais gostoso me olhar de cima. Suava frio. A queria nas minhas mãos. Parecia ter passado uma eternidade quando enfim a blusa caiu no chão e aquelas mãos danadas seguirem pro zíper do short de seda.


Dessa vez ela fez questão que eu lhe tirasse os saltos e descesse o short, apoiando as pernas na minha coxa... Antes de se afastar de novo ainda contornou minha barriga com o pezinho. Eu arfava... Parecia uma menininha. Só de lingerie, a construtora passou a movimentar os quadris numa dança extremamente erótica com o olhar de tarada vidrado no meu. Lembro de ter sentido seus lábios colados no meu ouvido perguntando se eu estava bem antes de perder loucamente os sentidos quando ela me puxou pela gola da camisa polo.
Os passos comedidos foram desaparecendo e a urgência já dava sinais. Desabotoou-me a camisa a força levantando-a enquanto arranhava a minha barriga, meu colo... Eu brincava com sua calcinha úmida e quente procurando a lateral pra saciar meu desejo morrendo dentro dela, sendo brindada com gemidinhos intensos e deliciosos. Enquanto a metidinha se entretia em me arrancar a calça, eu me livrava do sutiã rendado sem cerimônia, abocanhando a carne macia com volúpia. Mordia o biquinho de leve e seguia por toda a auréola até abocanhar de novo. Mamava com fome, com sede. Já sem calça, joguei longe qualquer peça que ainda me privava de um contato maior com aquela delícia e descendo aos seus pés arranquei a última peçinha dela com os dentes...
Fui sendo empurrada pra trás até cair no sofá, ela sentou em seguida no meu colo... Senti o melado da sua buceta me molhando ainda mais. Ganhei o primeiro beijo da noite. Beijo faminto. Ela procurava e sugava a minha língua... Prendia-me e puxava os meus lábios. Eu delirava com a palma da mão a deslizar pela pele nua das costas, descendo em busca de outro objeto de desejo ainda mais desesperado. Mas antes tinha que deixa-la bem relaxada... Só assim ela daria tudo pra mim...



 Nota: A pedidos,  estou postando esse conto que foi escrito recentemente pela minha querida IrisDeLeão. Quem não leu o início desse encontro entre a Engenheira e a Arquiteta, abaixo segue o Link:
http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com/2011/02/engenheira.html

Beijos doces!


[Continua]

Escrito por IrisDeLeão

Postado por Ayesk@

Nenhum comentário: