quarta-feira, 18 de maio de 2011

- Goze para Mim!!! - Série: Selene e Christian





Sempre falo para as pessoas que me rodeiam que coisas boas surgem para quem espera.
Sou solteira, independente, sem compromissos, laços, envolvimentos.
Viajo muito. E essas viagens me proporcionam muitas coisa boas.
Gosto de viver intensamente e só faço o que quero.
Vou contar sobre uma viagem que fiz no Natal de 2009.
Foi algo inesperado e muito bom enquanto durou.
Aproveitei o máximo que pude!
Controle é minha tara, eu tenho que estar no controle o tempo todo.
Naquela semana de Natal, não queria ver meus familiares, estava cansada de todo ano ouvir sempre a mesma ladainha.
“ Voce precisa casar, Selene. Constituir família. Voce é uma mulher bonita, inteligente, com um excelente emprego....blá blá bla..."
Cheguei em casa decidida a fazer algo, olhei os poucos objetos pessoais que enfeitavam minha estante, vários livros, mas nada de fotografias.
Corri para o meu quarto e puxei uma mala para fora do maleiro em cima do guarda-roupa. Enquanto colocava algumas peças de roupas, comecei a planejar. Sou prática. Liguei para uma amiga em outro Estado, ela estava indo para o interior passar o Natal com os sogros.
Após tudo combinado, dei uma geral , peguei a bolsa, a mala , tranquei a porta e fui destino ao desconhecido.
Na noite seguinte, já acomodada no apartamento da minha amiga e seu marido, resolvi sair pela noite.
Precisava de uma descarregada de bateria.
Meu trabalho é muito agitado e não consigo ficar parada.
Sou inquieta, impulsiva...
Luzes piscavam naquele lugar, homens e mulheres dançavam ao som das músicas do momento. No balcão do bar estava uma árvore de Natal pequena.
Eu usava um espartilho de couro que me apertou insuportavelmente quando me abaixei para limpar a chuva das minhas botas pretas.
Chovia.
Minhas calças apertadas modelavam sensualmente minhas nádegas. Olhei entediada para as pessoas e vi um homem num canto. 

Ele não estava se acariciando, mas olhava paralisado para uma garota que estava ajoelhada.
Sua ereção se avolumava na calça e ele não usava camisa.
Ele tinha cabelos lisos, curtos e castanhos, queixo quadrado e pelo comprimento das pernas era alto, embora estivesse sentado.
Tenho 1,66 cm e minha aparência engana, mas gosto de saltos atingindo estatura mediana.
Cautelosamente fui em sua direção.
Eu queria um caralho essa noite.
Me aproximei dele, ele olhou para mim.
- Voce está envolvido com ela?
- Não, senhora.
- Gostaria de me fazer companhia?
Ele prendeu a respiração.
- Sim, senhora.
— Venha comigo.
Ele me olhou e fogo cintilou em seu olhar. A protuberância em suas calças esticou.
Ele era sexy, bonito.
— Eu não conheço você, então você vai me dizer se eu fizer algo que não é prazeroso para você. Você entendeu?
— Sim, senhora.
— Qual é seu nome?
— Christian, Senhora.
Eu queria foder com ele, ser dona dele
A maneira como ele se movia, parecia um animal selvagem, talvez uma pantera. Algo exótico e perigoso.
Fomos para um local afastado do clube, na cobertura.
Num canto escuro, atrás de uma enorme planta.
Sombras e sussurros, gemidos quebravam o silêncio da noite no local.
Eu queria sentir sua pele. Minha mão procurou o zíper da calça dele e desci sem inibição, o som soando alto. Eu desci as calças para baixo até que deslizou dos joelhos. Ele estava nu, então eu não precisava me preocupar com roupas íntimas. Eu agarrei seu pau na mão e deslizei as unhas sobre sua superfície. Ele girou seus quadris.
— Mantenha-se parado. – falei rouca, minha umidade e buceta pulsando.
Eu o acariciei com uma mão, acariciei suas bolas. O corpo dele tremia. Pré-sêmen vazava da fissura na cabeça de seu pau. Ele era um homem grande, enorme. Eu imaginei empalar-me em seu impressionante tamanho e tocando todo o caminho dentro dela. Eu lutava por controle, enquanto continuava lentas caricias e inalava o cheiro de seu suor.
— Senhora, por favor — Ele tremeu e pediu. Eu sorri. Agora ele iria pedir para deixá-lo gozar. Este poderia até pedir um oral. Os arrogantes sempre faziam. Especialmente aqueles arrogantes com um pau grande.
— Por favor.. o que? O que você me implora?
Ele engasgou um pouco, os músculos tensos.
— Por favor, senhora, deixe-me tocar em você.
Minha cabeça chicoteou ao redor para olha-lo.
Ele pediu para tocar-me? Não para gozar. Mas, para deixá-lo tocar-me? Seu pedido não só fez pulsar e contrair minha boceta, mas apunhalou meu coração.
"Esse era um lugar que eu nunca mais deixarei alguém se aproximar."
- É apenas sexo. Sexo tesudo, prazeroso....apenas sexo e nada mais que sexo!
E é tudo que eles querem!
— Diga-me o que você faria se eu permitisse que você me tocasse.- fiz uma carícia mais leve em seu pau que cresceu mais com suas palavras.
Sua voz era baixa e tensa.
— Iria desatar seu corselete nó por nó, até que seus seios derramassem em minhas mãos, e eu pudesse lamber seus mamilos. Acariciaria o interior de seu pé com a minha língua e deslizaria em sua perna até chegar ao seu clitóris molhado. Eu ia chupar sua buceta até que gozasse na minha boca, e então eu lamberia cada gota do seu gozo.
Sem querer, minha mão acelerou a punheta.
A voz dele era profunda e sexy, mas as palavras, as promessas....
Eu tinha que ter o controle. Ele estava em meu comando.
— Então implore. Eu posso conceder esse desejo. Talvez sim, talvez não.
— Por favor, Senhora. Eu imploro. Deixe-me tocar você. Deixe-me fazê-la gozar.
Eu sondei seu ânus com a outra mão. Sua respiração sibilou quando ele inalou.
— O que você está fazendo?
Eu tirei a mão, e apertei com força uma das suas nádegas.
—Você vai pedir permissão para falar.
—Senhora, posso falar? - Ele rosnou.
—Você pode, — Eu disse enquanto um dedo escorregou dentro de seu ânus. A resistência não era forte. Eu estendi, sondei e observei como seu pau quente se sacudiu na minha outra mão.
— Que diabos você está fazendo? — Ele gritou.
— Estou brincando com seu traseiro.
— Eu não gosto de jogo anal, — Ele disse sem rodeios.
Seu pau contou outra história. Eu acrescentei um segundo dedo e seu pau sacudiu e torceu. Mais sêmen gotejou da pequena fenda. Eu limpei a semente da cabeça de seu pau e acrescentei a seu ânus. Facilitou sua entrada ainda mais. Ele resmungou um pouco, o som vibrando de dentro dele. Eu estendi os dedos mais rápidos e acariciei seu pau ao mesmo tempo com seus impulsos.
— Você está mentindo. Você não deve mentir para mim.
— Eu disse.
— Eu ouvi o que você disse e também ouvi o que você não disse, —retruquei, mantendo o ritmo rápido em sua bunda e seu pau.
Seus músculos apertaram em torno dos dedos e seu pau pulsou em minha mão. Ele estava tão perto de gozar.
Com alguns homens não era que o sexo anal não fosse excitante, mas ele parecia muito humilhante, muito degradante.
Ele gozaria tão duro, que seu clímax respingaria por todo o chão e as gotas salpicariam suas pernas e botas. Havia poder em deixar um homem tão quente que ele deixaria uma mulher foder seu traseiro com os dedos.
— Bem, Christian?
— Senhora, — Ele gemeu.
— Eu lhe disse para ficar quieto.
— Senhora, por favor, deixe-me tocar em você. Deixe-me tocar em você, — ele sussurrou.
— Você pode mover sua mão para tocar o meu joelho, —
CRISTO!, eu o queria.
Sua mão acariciou o interior do meu joelho e chegou para a parte traseira da minha perna. Ele acariciou meu joelho com os dedos longos e capazes.
Mesmo com a calça de couro grosso, seus dedos deixaram um rastro de fogo, pois eles deslizaram por minha xana aquecida. Mesmo com minha calça, a sensação do seu toque enviava calor radiante por minhas veias. 
Minhas mãos punhetavam seu pau com rapidez, seu membro sacudindo quando ele jogou a cabeça para trás de prazer. Eu aumentava mais e mais a velocidade dos meus ataques até que ele gemeu um grito de lamento. Em seguida, com facilidade praticada, eu parei e empurrei dois dedos em seu ânus.
Suor se juntou em sua testa e eu poderia jurar que ele se segurou. Por mim.
— Goze para mim, !!! Goze, Christian! — sussurrei.
Ele explodiu, seu sêmen batendo no chão com um som de gotejamento, o cheiro quente e almiscarado. Os músculos em torno de seus dedos apertados e espremidos. Seus quadris impulsionaram mais rápido quando ele continuou a gozar em uma longa contração. Então sua cabeça caiu, e ele ofegou por respiração.
Eu tirei os dedos devagar e com cuidado. O cheiro do seu clímax era avassalador e erótico. Seria abastecer minha fantasia essa noite enquanto eu usasse um vibrador em minha ardente vagina. Eu revolvi os dedos em seus cabelos com a mão livre e puxei sua cabeça para trás.
— Eu vou estar aqui amanhã à noite. Procure-me se desejar.

Com dificuldade, me afastei...


Nota da Autora: Baseado num Romance Sado.
















Escrito por Ayesk@

Um comentário:

Spartacus disse...

Espetacular, Bruxinha! Acabo de ler varado de tesão. Dominadora, controladora e muito tesuda. O conto é ótimo, é intenso, a narrativa é vibrante. Gostei muitíssimo, inclusive de um detalhe: os dois dedinhos no ânus dele, essa invasão que para mim era humilhante, hoje é uma delícia. Muitos homens gostam, mas não assumem. Parabéns, Bruxinha!

Beijos.