sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Diabinha de Arraial



Vou fazer um rápido relato de um episódio tórrido que vivi há anos, um encontro incendiário com uma figura digna do apelido que lhe dei aqui.
Lá pelos meus dezenove, vinte anos, passei um período de férias de verão em Arraial do Cabo com um grupo de vizinhos de condomínio. Como nunca fui de ficar em bando durante muito tempo – sempre considerei o homem um animal solitário por excelência – eu fazia longas caminhadas pelas ruas da cidade depois de um dia inteiro de praia. Num desses passeios, me deu vontade de tomar sorvete. Comprei um picolé e fui saboreá-lo tranquilamente, sentado no primeiro degrau de uma escadaria de pedra que dava para uma ruela. Minutos depois, avistei uma menina vindo em minha direção, uma menina muito bronzeada, de cabelo alourado chegando nos ombros, encaracolado, melado de sal, sinal de que ela também devia estar saindo da praia. Estava usando a parte de cima do biquini e um shortinho de lycra azul estampado que parecia ter uns dois números abaixo do seu, de tão apertado. Notei que ela me deu uma rápida olhada, mas logo continuou a olhar para a frente. Assim que ela terminou de passar, pude olhar sem receio para o corpinho gostoso e contemplar as dobrinhas das coxas, com seus dois gomos rechonchudos e saltados, perfeitamente divididos pelo short apertadíssimo, cuja costura eu mal via, perdida lá no fundo do rego da bundinha, miúda, mas arrebitada e perfeita. Seduzido pelo rostinho lindo e pelo corpo delicioso, resolvi agir.

- Ei!
- Que foi? disse ela, mal parando e virando apenas a cabeça.
- Você mora por aqui?
- Não, mas esse é o meu caminho. Por quê? retrucou ela, meio insolente.
- Queimadinha de sol desse jeito, você deve estar morrendo de calor. Não quer dar uma chupada? disse eu, apresentando-lhe meu picolé de uva.
Sem pressa nenhuma, ela veio andando na minha direção e parou na minha frente com as pernas entreabertas. Olhando para cima, eu podia ver bem as coxas, o contorno da bucetinha impresso na lycra fina e, lá por trás, quase toda de fora do shortinho intencionalmente exíguo, a parte inferior dos gomos do bumbum. Ela pegou o picolé, deu umas lambidas e devolveu.
- Obrigada.
- Estou à toa; posso andar com você? arrisquei.
- Poder, pode, mas minha casa é meio longe, respondeu ela em tom de desafio.

Minhas idéias estavam mais claras do que nunca. Eu queria levar aquela menina para um canto e beijar, dar uns amassos naquele corpinho, apertar aquela bundinha deliciosa, de repente até mamar os peitinhos que marcavam o sutiã estampado e massagear a bucetinha que estufava a lycra. A melhor notícia que ela poderia ter me dado era que ela não morava por perto!
- Estou à toa; é sério!
- Você é que sabe, retrucou ela, bancando a indiferente.
E lá fomos nós, conversando. De vez em quando eu lhe passava o picolé e ela dava umas lambidas. Em dado momento, paramos para descansar e pude olhá-la bem de perto. Ela brilhava ao sol, de tão bronzeada e cheia de sal do mar. Os cabelos colados também pareciam ouro e os olhos verdes, que ela dirigia para os meus sem piscar, me deslumbraram a tal ponto que tive que fazer um comentário.
- Você é linda, sabia? E tem um corpo maravilhoso.
- Já está assim, é? respondeu ela com olhar e entonação bem sacanas.
Sem responder, cheguei meio passo em sua direção e fiquei quase colado a ela, que segurava o picolé empinando o corpo para frente, exibindo o piercing no umbigo delicioso. Olhei profundamente em seus olhos e fui me aproximando para beijá-la. Para minha surpresa, ela desviou os lábios e, com uma voz cantada...
- Beijar nã-ão!

 “Conheço essa frase”, pensei na hora, lembrando-me das duas ou três ou vezes em que eu tinha estado com meninas de programa. São elas que costumam não topar beijar na boca. Resolvi ser mais que direto.
- Você faz programa, não faz?
- Como é que você sabe? respondeu ela, arregalando os olhos, intrigadíssima.
- Nada, esquece. Eu só queria saber se faz, respondi em tom bem amistoso.
- Bom, não é que eu faça programa, disse ela, enveredando por um caminho que eu preferi não analisar. Eu pago faculdade e quando a grana aperta, saio com algum carinha que pague. Mas não sou scort, não. Eu escolho a dedo e não saio com gente asquerosa só porque tem dinheiro! Mas como é que você descobriu? Lê pensamento, é?
- Já está na faculdade com essa cara de novinha? Tem que idade? Eu te dava uns dezesseis.
- Obrigada! Mas não é só isso não, já tenho dezoito, disse ela desconversando.
- Tá legal..., fiz, incrédulo, mas aceitando mudar de assunto. Pô, gatinha, se você não aceita beijo, não sei o que eu vou poder te dar; só trouxe dinheiro para sorvete, falei, num tom choramingado.
- Mas você só disse que ia andar comigo até em casa, não foi? Isso não custa nada! respondeu ela com brilho nos olhos e um sorrisinho diabólico.
- Legal! respondi animado. E lá fomos nós, o picolé passando de boca em boca.
A certa altura, resolvi investir mais um pouco.
- A gente pode pelo menos andar abraçadinhos?
- Se você quiser, disse ela achando graça.
Passei meu braço esquerdo por trás dela, envolvendo o lado e a barriguinha com a mão enquanto ela fazia "deep throat" com o meu picolé e me lançava um olhar risonho a cada vez que os lábios quase se fechavam sobre o palitinho.
- Estou chupando o teu picolé todo!
- Não faz mal. Está gostando?
- Hum-hum. E lá ia o picolé para dentro.
Aquilo começou a me excitar além da conta. Estávamos caminhando há alguns minutos pelas ruelas e não havia passado ninguém.
- Ai, to cansada! fez ela, parando, com ar desanimado.
Tomando coragem, resolvi passar por trás dela e começar a andar bem colado, como os namorados fazem.
- Assim eu te empurro para a frente, pretextei.
- Obrigada. Você é bonzinho, respondeu ela, soltando o peso do corpo, empinando-se e dando umas freiadinhas para provocar colisões.
- Teu corpo me deixou louco assim que te vi passar, sussurrei, encostando os lábios numa orelha.
- Também te achei bonitinho quando te vi de longe. Senão eu nem teria parado.

Ela respondeu isso parando e colocando o picolé entre os meus lábios, olhando-me pelo lado. Aproveitei a parada para agarrá-la com força pela barriga. Sentindo meu pau duro, ela fez um "Ahn..." e passou sua mão por trás para apalpá-lo. Eu estava só de sunga e camiseta e o sentia latejando, a cabeça querendo escapulir pelo elástico. Tive que ajeitá-lo várias vezes.
Pouco adiante, havia um barracão com dois barcos. Eu estava doido para ficar um pouco mais à vontade com aquele corpo delicioso. Consegui convencê-la a ir até lá. Me encostei num dos barcos com ela de costas para mim, colada contra o meu pau. Discretamente, baixei um pouco o shortinho de lycra, até enxergar a tanguinha amarela enfiada no rego. Alucinado, mas não querendo me precipitar, tornei a levantar o shortinho e, pegando-a pela cintura, a fiz virar para mim e se afastar. O corpo dela era perfeitamente proporcional, os peitinhos em relação aos ombros, a bacia em relação à cinturinha fina e às coxas, estas em relação ao tronco. As coxas eram recobertas por uma penugem dourada e a bucetinha, perfeitamente delineada, estufadinha, acolhia a costura do short entre os lábios. Mirinha - esse era o nome da tentação - me olhando com um sorrisinho mais que luciferino nos lábios.
Sem pedir licença, me ajoelhei no chão, pus as mãos em suas coxas e, olhando-a nos olhos para obter consentimento, passei a língua com força, de baixo para cima, sentindo o relevo da buceta e a textura da lycra. Mirinha ergueu-se um pouco na ponta dos pés e soltou um suspiro de tesão, acariciando meu cabelo. Inconscientemente, eu tinha levado as mãos à sua bunda enquanto a puxava na minha direção e continuava lambendo com força e enxarcando de saliva o shortinho azul. Afastando as pernas, ela passou a segurar minha cabeça e a pressioná-la contra o seu sexo. Pude sentir seu perfume mesclado ao cheiro de mar.
Não me contendo mais, fui baixando o short até ver a calcinha do biquini, justinha mas envolvendo confortavelmente a xana que a estufava e delineava, deixando-me adivinhar a fenda. Voltei a mordê-la, lambê-la, sentindo o seu sabor misturado ao do sal. Mirinha “decolava” dando pulinhos e gritinhos. Eu a trazia para baixo, agarrando fortemente o bumbum pelos dois gomos durinhos que enchiam minhas mãos.
Como meu pau estava aos pulos dentro da sunga, baixei-a, passando o elástico por baixo do saco. Mais aliviado, continuei a lamber a xana por fora da calcinha até sentir os dedos de Mirinha junto aos meu rosto: ela queria baixar a tanguinha. Afastei minha boca de alguns centímetros e pude ver os pentelhinhos, louros como a penugem das coxas, cuidadosamente depilados em forma de um triângulo invertido cujo vértice tocava a extremidade superior da fenda. Logo abaixo, um par de generosos grandes lábios, brancos e carnudos, se oferecia a mim, perfeitamente lisos. Eu os adivinhara bem sob o shortinho de lycra. Eram tão carnudos que formavam um sulco profundo de cada lado, no contato com as coxas. Lambi-os de alto a baixo e separei-os para exibir o interior, dois lábios vermelhos, já bem molhados e entumescidos. No alto, um clitóris de volume considerável apontava ereto para frente, como um pequeno pênis. "Não é à toa que ela cobra; é superdotada!", pensei comigo mesmo enquanto começava a escová-lo lentamente para cima com o polegar.
Ela gemia. Me lembro que era quase um choro pontuado de gritinhos que se sucediam enquanto sua mão, por trás de minha cabeça, forçava-me a continuar a masturbá-la, seu corpo todo arqueado para frente. Não tive dúvida de que ela queria ir até o orgasmo, e estávamos por pouco! Minha língua encaixou-se entre os espessos grandes lábios e pude enfim provar as duas pétalas encharcadas de orvalho. Cotuquei aquele botão tão saliente com a ponta da língua; Mirinha teve um sobressalto, crispando as mãos no meu cabelo. Puxei-a pela cintura e continuei a massageá-lo firmemente, alternando linguadas e sugadas intensas.
Em cada mão eu tinha um dos gomos da bundinha firme, que eu apertava com força, provocando mais tesão na menina, cujas pernas começavam a ficar seriamente bambas. De repente, ela começou a ter espasmos e seus joelhos amoleceram tanto que ela desmoronou sobre meu peito, apoiando-se nos meus ombros para não cair. Ela estava gozando. Fluido quente descia de sua buceta diretamente em minha língua e eu, como um cão guloso, lambia avidamente para não perder uma gota. Mirinha acabou sentada, de pernas abertas nas minhas coxas, joelhos no chão, agarrada ao meu pescoço com meu pau duro vibrando entre nós dois.
- Cara! Onde é que você aprendeu a fazer mulher gozar desse jeito?! perguntou ela, com a voz fraca, agora olhando para a mão que brincava com meu cacete duro.
- Sei lá. Agora, com você, respondi, rindo. To brincando. Foi com uma namorada que adorava sexo oral.
- Ela estava certa, eu também amo, respondeu ela sorrindo, ainda lânguida. Que horas são?
- Quatro e meia, respondi.
- Caramba! Eu não podia demorar muito! Tem gente lá em casa e eu falei que voltava logo da praia.
- Ah! Que pena! Ainda está muito longe da tua casa?
- Não, eu chego em uns dez minutos, mas já poderia ter chegado. Adorei ter te encontrado, mas tenho que correr.

Inesperadamente, ela se debruçou bem sobre as minhas coxas e envolveu a cabeça do meu pau com a sua boca quente e molhada. Reanimado, contribuí erguendo-me nos joelhos para dar mais conforto à posição. Marininha abocanhou meu pau até o talo, diante do meu olhar estarrecido. Eu estava tão excitado que gozei quase instantaneamente, enchendo sua boca com jatos e mais jatos. Temi por sua desaprovação, mas, como se ela já esperasse por esse orgasmo precipitado, continuou chupando, massageando meu saco e engolindo meu esperma até a última gota. Meu pau pulsava descontrolado. Acabei segurando-a pelo cabelo e desfechando vigorosas estocadas em sua boca, o que me fez gozar de novo. Quando terminei, ela ergueu a cabeça, passou a língua nos lábios e me deu um selinho, olhando-me nos olhos com um sorriso radiante.
- Uau! Exclamei, embora ainda um tanto frustrado por termos que parar por ali. Vamos ver se a gente se encontra outras vezes.
- Eu moro no número nove, duas ruas depois dessa, à direita. Geralmente eu estou lá de manhã. Só vou à praia bem tarde, tipo onze horas, ou então à tarde. Aparece por lá um dia desses, depois dessa semana. Vou estar praticamente sozinha, só com meus irmãos. Eu fico mais duas semanas aqui.
- Valeu! Vou mesmo, respondi mais animado.
Mirinha me deu outro selinho e foi correndo. Passei o resto da semana pensando nela e amanheci em sua casa na segunda-feira.

Mas isso eu conto da próxima vez, se o meu relato tiver aguçado a curiosidade dos leitores por essa Diabinha de Arraial.



Escrito por MarcFauwel

Um comentário:

{princess kitty}龍戦士 disse...

Olá!

A minha curiosidade aguçou sim!!!
Quero a continuidade rsrs

Miaubeijokas =^.^=