segunda-feira, 11 de abril de 2011

As Neves do Kilimanjaro



























Sou apaixonado pela sétima arte, tenho na minha estante uma grande coleção de filmes, principalmente clássicos da época de ouro de Hollywood, com seus astros e estrelas que por gerações tiraram o fôlego de milhões de pessoas no mundo inteiro.
Me encanto com os olhos de Liz Taylor, sou apaixonado por Rita Hayworth, a mulher mais linda que já pisou neste universo, afinal, nunca houve uma mulher como Gilda, amo a belíssima Joan Fontaine, de Rebecca a mulher inesquecível, de Hitchcock. Tenho verdadeira paixão pelas grandes estrelas de Hollywood, essas verdadeiras deusas que desceram dos céus para nos cativar com suas belezas, Maureen O’Hara, Rachel Welch, Yvonne de Carlo, Zsa Zsa Gabor, Carol Backer, Gina Lolobrigida, Anita Ekberg, Ingrid Bergman, Katharine Hepburn, as italianas Claudia Cardinale e Sophia Loren, Joan Crawford, Bette Davis e a fabulosa e enigmática Greta Garbo, a esfinge sueca como ficou conhecida, talvez a maior entre todas as estrelas, entre outras, isso para citar apenas algumas.

No final do ano passado tivemos o reencontro de veteranos da Faculdade de biologia. Tive a oportunidade de rever velhos companheiros que há muito não via, relembramos muitas coisas da época em que éramos estudantes, rimos com alguns fatos, lamentamos por outros, mas estávamos todos felizes por esse reencontro.
Formamos um grupo de seis ou sete pessoas ao redor de uma mesa e em determinado momento, não sei como surgiu o assunto, começamos a falar de cinema e pude perceber o quanto as pessoas são apaixonadas por essa arte, filmes há muito esquecidos eram relembrados e esmiuçados nas nossas conversas.
Alguém tocou no meu ombro, me virei e vi uma linda criatura, ela usava um vestido preto de seda, com detalhes dourados, tinha os cabelos presos, apenas alguns fios estavam soltos nas têmporas, usava uma maquiagem impecável, trazia na mão uma taça de champagne, a olhei durante alguns segundos.
- Donna? Donna Guenier?
Ela sorriu:
- Estive te olhando, mas você não percebeu, então resolvi vir até aqui.
Nos tempos de faculdade Donna era uma garota não muito popular, era magra, não tinha grandes atrativos físicos como outras garotas, apesar de ser super inteligente e passava na maioria das vezes despercebida da maioria dos rapazes, mas agora era uma mulher belíssima, com 28 anos e um corpo de fazer inveja a qualquer uma daquelas garotas da época. Divorciada de um americano, também biólogo, vivia atualmente em Adelaide, na Austrália e viera passar as férias na casa de familiares em Buenos Aires.
A conversa sobre cinema continuava, agora falávamos sobre um musical, “Sinfonia de Paris” de 1951, com Gene Kelly e Leslie Caron, falei que tinha esse musical entre centenas de outros filmes. Foi então que Donna disse:
- Uma vez assisti um filme, já era antigo, mas me apaixonei por ele, chama-se “As neves do Kilimanjaro”, nunca mais tive a oportunidade de vê-lo novamente.

As neves do Kilimanjaro é um clássico de 1952, baseado na obra de Ernest Hemingway (The snow’s of Kilimanjaro), que traz no seu elenco, Gregory Peck e Susan Howard, além da bela e sensual Ava Gardner.
- Eu o tenho. – Disse eu.
- Sério? - Ela perguntou com um brilho nos olhos.
- Sério. - Respondi.
- Gostaria de assisti-lo novamente, é possível?
- Claro que sim, quando você quiser.
Com o transcorrer das horas e com alguns champagnes a mais, mesmo não sabendo dançar, tomei coragem e a convidei para uma dança. Acompanhávamos o ritmo lento da música com nossos corpos colados, o seu perfume me atraia e me incitava, minhas mãos subiam e desciam através de suas costas nuas e meu pau duro como uma pedra pressionava sua vagina por sobre o tecido. Me senti até um pouco envergonhado pela situação, não sabia qual seria sua reação, mas ela estava sendo receptiva e se esfregava no meu pau, às vezes eu a puxava pela cintura, de encontro a mim e sentia meu pau já muito lambuzado apertado contra sua vagina, tive por várias vezes tive vontade de beijá-la, porém não o fiz.

Quando todos começaram a se despedir, ela anotou meu telefone no seu celular e disse:
- Vamos ver o filme amanhã?
- Vamos sim.
- Na minha casa ou na sua?
- Na minha.
- Ok, até amanhã então.
Nos despedimos com um simples beijo no rosto.
No dia seguinte, um domingo, ela me ligou por volta de 05:00h da tarde, eu estava vendo o futebol na TV, Boca Juniors x San Lorenzo de Almagro.
- O que você está fazendo?
- Nada de importante. – Respondi.
- Você pode me pegar na casa da minha mãe?
- Claro que sim.
- Acredita que não dormi direito pensando no filme?
- Meia hora depois buzinei o carro em frente de seu portão. Ela saiu sorridente, usava uma camisetinha totalmente branca, uma calça jeans desbotada e muito apertada, que delineava suas curvas e deixava sua buceta estampada como uma escultura, seus sapatos eram baixos, seus cabelos estavam soltos e ainda úmidos pelo banho recente.
Donna entrou no automóvel e me deu um beijo no rosto, o cheiro de asseio transcendia dentro do carro e comecei a ficar de pau duro, porém tentei disfarçar o meu tesão.
Entramos no meu apartamento e ela sentou-se no sofá, fui até o barzinho e peguei uma garrafa de Catena Alta Malbec 2006, duas taças, servi o vinho e coloquei o DVD no aparelho. Nos sentamos lado a lado, estávamos à vontade, nem parecíamos as mesmas pessoas que na noite anterior vestíamos smoking e vestido de noite.

O filme começou, Donna tirou os sapatos e sentou-se no tapete, apoiou-se entre minhas pernas, segurava a taça de vinho na mão. Comecei a passar as mãos nos seus cabelos, ela virou a cabeça para trás e me olhou de baixo para cima, sorriu. Meu pau já estava duríssimo, fazendo um enorme volume dentro do jeans, continuei a acariciar seus cabelos, agora fazendo cafuné, ela começou a menear a cabeça de um lado para outro, depositou o copo sobre o tapete e segurou minhas duas mãos, me puxando sobre si, minhas mãos agora estavam sobre seus peitos, senti os mamilos rijos estufando a malha, ela deitou a cabeça para trás, sobre o assento entre minhas pernas, vi o tesão no seu olhar, com um pouco de dificuldade abaixei o rosto e a beijei ao contrário, seus lábios quentes, enlouquecidos, devoravam minha boca, suas mãos entrelaçaram sobre o meu pescoço, enquanto eu apertava seus peitos.
Desci as duas mãos e comecei a puxar sua camiseta até tirá-la por sobre sua cabeça, desabotoei seu sutiã, agora minhas mãos sentiam o calor de seus seios firmes.
Me sentei no chão a seu lado, a beijei, em seguida estava mamando naqueles peitos tesudos, Donna gemia e me mordiscava a minha orelha, levei a mão até sua buceta e comecei a acariciá-la por sobre o jeans, ela se contorcia e gemia.
Me ajoelhei entre suas pernas, tirei a minha camisa e comecei a desabotoar sua calça, sua mão esfregava e apertava minha rola dura ainda por dentro do jeans. Comecei a tirar sua calça apertadíssima, ela ficou só de calcinha, que em seguida comecei a tirar também, vi a irresistível buceta caprichosamente depilada, a puxei pelas pernas, fazendo com que ela se deitasse no tapete, fiquei sobre ela e voltei a chupar seus peitos, desci lambendo sua barriguinha, senti o cheiro delicioso de sua buceta, passei a língua em toda sua extensão, ala gemeu e abriu as pernas, minha língua agora invadia aquela cavidade úmida e quente, Donna delirava de tesão, voltei a subir lambendo seu tórax até novamente beijar a sua boca, um beijo babado com gosto do néctar. Suas mãos tentavam desesperadamente abrir o zíper da minha calça, conseguiu, ela voltou a se sentar, encostou-se no sofá novamente e eu outra vez ajoelhado na sua frente, deixei que ela abaixasse minha calça, minha rola saltou, inchada, com veias dilatadas, pulsando forte com a cabeça enorme já toda babada, ela a segurou e como uma louca abocanhou meu pau e o sugava com voracidade, comecei a fuder sua boca, devagar, depois com mais força, socando a rola que quase desaparecia totalmente dentro dela, empurrando sua cabeça de encontro ao sofá, ela começou a babar pelos cantos da boca e eu metia com mais força, ver meu pau entrando e saindo daquela boca gostosa me enchia cada vez mais de tesão.
Tirei devagar a rola da sua boca, ela me olhou nos olhos, arfante buscava o ar. Tirei a minha calça, puxei-a, fazendo-a deitar-se no tapete novamente.
Fiquei sobre ela, senti no meu pau o calor que irradiava daquela buceta e comecei a empurrá-lo devagar, enquanto olhava diretamente para os seus olhos. Lentamente eu a penetrava, suas unhas cravaram nas minhas costas e ela gemia e se mexia como uma serpente, agora com ritmo acelerado, minha rola tocava fundo sua buceta. Esbarramos na taça de vinho que rolou pelo tapete, fazendo uma enorme mancha vermelha.
Ela me empurrou para o lado e montou sobre mim, segurou minha rola já bastante lambuzada e foi se ajeitando sobre ela até que ela desaparecesse totalmente dentro dela, Donna agora cavalgava como uma amazona, gemia e se esfregava, seus gemidos agora eram quase gritos, senti que ela gozou, seus cabelos molhados, agora de suor, estavam escorridos sobre o seu rosto, eu fazia o possível para não gozar também, às vezes parecia que não ia agüentar.

Ela começou a sair de cima de mim, segurei seu corpo escorregadio pelo suor que escorria como cachoeira e a apoiei de quatro, com o dorso sobre o assento do sofá. Fiquei atrás dela, segurei minha rola que latejava muito na minha mão e a encaixei na sua buceta, segurei seus quadris e comecei a penetrá-la, socando forte, enterrando a rola até o talo, ela gemia a cada investida, me xingava e pedia que eu fudesse sua buceta, que eu metesse como um cavalo e eu metia com todas as minhas forças, as batidas estalavam na sua bunda suada, as vezes eu parava de socar e sentia os espasmos de sua buceta comprimindo minha rola e voltava a meter como um animal.
De repente a sensação mais deliciosa do mundo, senti meu pau mais grosso dentro dela, ela gemeu e eu gozei, gozei como nunca, fortes esguichadas de sêmen foram depositadas dentro dela, Donna gozou novamente, gritando como uma louca, ainda com a rola totalmente dentro dela, me debrucei sobre seu corpo, estava cansado, nossos corpos ficaram colados pelo suor, arfantes permanecemos ali, sem dizer uma palavra sequer.
Comecei a tirar a rola, ainda dura de dentro dela, uma grande quantidade de porra escorreu para o tapete, nos deitamos lado a lado no tapete, ainda cansados, ela segurou minha rola, olhou nos meus olhos e sorriu.
- Amei, eu precisava disso.
Também sorri.

Na TV, lia-se a conhecida frase “The End”,
Assistimos o filme As neves do Kilimanjaro dois dias depois, agora no conforto do meu quarto, logo depois de mais uma trepada animalesca.

Pena que Donna teve que voltar para sua residência na distante Oceania, mas foram emocionantes aqueles encontros enquanto ela esteve por aqui. Quem sabe no ano que vem...
  

   
Escrito por Dayo_li

2 comentários:

Marc disse...

Acabei de ler seu conto, Dayo_li. Como eu disse à Ayeska, você sabe como produzir efeitos!
Um abraço do Marc

SexyButterfly disse...

Um dos meus contos preferidos, de um de meus autores favoritos!
Dayo_li sempre maravilhoso!
Beijos