terça-feira, 26 de abril de 2011

Série: A verdadeira história das borboletas - Cap.3




III. Noite sem fim


Semanas se passaram e Derek nunca mais recebera notícias de Ayeska. Ele continuava trabalhando no mesmo bar e tinha esperança que ela voltasse lá qualquer 3ª. feira para tomar sua caipirinha. Se perguntava como tinha sido tão burro e não pedido o telefone dela....será que era um sinal aquela tornozeleira de borboleta para que ficasse longe e não trouxesse todo seu passado traumático de volta?
Após fechar o bar naquela noite de 4ª. feira, Derek se lembrou que precisava passar no mercado . Para outras pessoas ir ao mercado às 3 da manhã não era comum. Mas este era o horário que costumava fazer as coisas por causa do bar. Estava acostumado e até gostava – tinha oportunidade de ver a cidade calma como poucas pessoas.
Dirigiu até o mercado 24h e com uma pequena lista na mão foi passando pelos corredores desertos. No meio das compras se deparou com uma cena que mudaria sua noite. Ali, naquele corredor que acabara de entrar, havia uma loura estonteante, cabelos cacheados na altura do ombro e pernas longas. Estava com uma mini-regata vermelha que deixava aparecer seu lindo umbigo.
Derek reparou que ela estava com uma calça jeans muito justa e de cintura baixa, e que apesar do salto que usava, se esforçava sem sucesso para alcançar algo na prateleira mais alta, o que fazia com que empinasse a bundinha.
Aquilo mexeu instantaneamente com Derek, que pediu permissão para ajudá-la e alcançou o pacote de açúcar objeto da cena. Quando a moça se abaixou para colocar o pacote no carrinho, Derek reparou que ela tinha uma tatuagem no cóccix. Não se conseguia ver a tatuagem inteira. Era colorida.
Derek fixou os olhos para tentar focar, ao mesmo tempo que tentava ser discreto....e foi então que conseguiu visualizar a tatuagem: uma linda BORBOLETA!
  


Deu um salto para trás que chamou a atenção da moça. Ela riu da cena e quis saber se estava tudo bem.
- S-S-Sim...gaguejou Derek. Pensou se era uma maldição, uma sina, mulheres e borboletas....
- Muito obrigada pela ajuda hein? – agradeceu a moça pousando sua mão delicada no peito de Derek.
- Como é seu nome? – perguntou diretamente para moça
- Pode me chamar de Sexy.....Sexy Butterfly
- É por causa da tatuagem? – tentou adivinhar Derek
- Você é observador....sr.?
- Derek....Derek Dick.
- Humm...Mr. Dick? Sugestivo....bem obrigada pela ajuda. Vou continuar minhas compras.

Derek não conseguiu mais se concentrar em suas compras e foi seguindo Sexy pelos corredores enquanto fingia pesquisar o preço de alguns produtos. Foi quando notou que Sexy o fitava diretamente e fez-lhe um sinal para que se aproximasse.
Derek notou que não havia mais ninguém no mercado, salvo um ou outro funcionário, e assim que chegou perto de Sexy, ela o agarrou e beijou demoradamente seus lábios.
Aquilo o deixou muito excitado e respondeu agarrando-a pela cintura. Sentiu a pele dela se arrepiando toda e viu seus mamilos se intumescendo por baixo da regata. Ela também havia ficado excitada.
Sexy, como num ato desesperado, puxou o recém-conhecido amigo para trás de uma pilha de garrafas e o empurrando colocou a mão em seu traseiro e enfiou a língua em sua boca. Derek sentiu o gosto do álcool – devia ser vodka.
Algumas garrafas rolaram pelo chão . Derek a puxou pela mão sem nada dizer e largaram as compras ali mesmo. O sangue fervia nas veias e nenhum deles sabia dizer o porquê estava fazendo aquela loucura. Levaram só um Pack de 6 garrafinhas de Smirnoff ice gelada.

Derek a levou ao estacionamento e abriu a porta de trás de seu carro. Sexy pegou uma das garrafas de smirnoff ice e sorveu metade de uma vez. Ela sentou no banco com a porta do carro aberta e agarrou o cinto de Derek puxando-o em sua direção.
Sexy abriu o zíper da calça de Derek e enfiando a mão achou o que procurava. Usava um batom vermelhão, combinando com a regata, e beijou demoradamente a cabeça do pau de Derek. Pensou que devia estar louca mas sentiu-se protegida pela pouca iluminação do estacionamento naquele horário.
Acabou por engolir o pau inteiro em sua boca molhada e foi aos poucos aumentando o ritmo e a velocidade com que chupava.
Derek puxou a regata vermelha por cima do pescoço despindo Sexy que ficou somente de calça jeans. Quando viu aquela cena Derek não se conteve e a empurrando no banco caiu sobre seus seios chupando vigorosamente. Derek sentiu a calça jeans de Sexy ficando encharcada pelo tesão.
Enfiando então sua mão pela cintura da calça ele alcançou a xoxota de Sexy e percebeu que ela não usava calcinha. Em sua cabeça pensou que Sexy já devia ter saído de casa “mal-intencionada” e passando então seus dedos pela bocetinha úmida percebeu que ela estava totalmente sob seu domínio.
Fez com que ela tomasse mais uma garrafinha e mandou-a ficar no banco de trás. Ligou o carro, dirigindo para fora do estacionamento. Seu carro tinha um insulfilm tão forte que nada se via do lado de fora. Mandou-a abaixar a calça e se masturbar para ele, ao que ela assentiu prontamente. 

- Você gosta de receber ordens, Sexy Butterfly? – disse ele.
Ela limitou-se a gemer e acenar que sim com a cabeça.
Derek lembrou-se de quando era abusado por sua tia,Lady Nina, na adolescência, e resolveu aproveitar para tirar proveito da situação.
- Enfie um dedo na sua xoxota molhada! – ordenou.
- Agora, dois dedos....depois três! – continuou.
Sexy gemia de prazer e seu suco escorria pelo banco do carro.
- Agora quero que você ponha os dedos melados na minha boca, enquanto eu dirijo.
Derek estava com o pau totalmente ereto naquele momento.
- Agora faça o mesmo e ponha na sua boca! Sinta o seu gosto! Isso!
A tensão ia aumentando dentro daquele carro até que finalmente chegaram à casa de Derek. As garrafinhas tinham se esvaziado.
Ele entrou na garagem e Sexy pôde descer lá dentro já em segurança de quaisquer olhares da vizinhança.
Rapidamente ele entrou levando-a até seu quarto. Deixou-a por alguns instantes e voltou com várias garrafas de cerveja. Ela ávida tomava tudo como seu novo senhor ordenava.
Pouco depois, Derek levantou-a e colocando-a de pé contra a parede terminou de tirar toda sua roupa, deixando-a somente com o sapato de verniz preto e salto alto.
Tomou vários goles de cerveja e sem mais a puxou pelos punhos prendendo-a com algemas de aço em volta da cabeceira da cama.


- Ela se assustou mas o tesão foi maior quando viu que ele pegou um chicote de pontas de couro e começou a passar pelo seu corpo.
- Slap! – bateu Derek no corpo branco de Sexy Butterfly. – Aahhh!
- Não reclame! Peça mais ao seu senhor! – disse Derek enquanto fazia Sexy tomar mais cerveja.
Propositadamente deixou derramar cerveja na barriga dela e tomou com sua língua. Sexy rebolava tentando alcançar a língua de Derek com sua xaninha molhada.
Derek terminou aquela cerveja e após mais algumas chicotadas pegou a garrafa vazia e começou a esfregar na bocetinha de Sexy...
- Não...não...ai...não – gemia Sexy.


Derek aproveitou que a xoxota de Sexy estava muito molhada e introduziu a garrafa quase inteira, vendo-a se contorcer.
Deixou-a lá por um instante e voltou com dois pregadores de roupa que apanhara na lavanderia do apartamento. Com cuidado colocou cada pregador apertando um dos mamilos. Sexy soltou lágrimas de dor, mas não queria parar...queria ser usada....
Derek voltou a empurrar a garrafa mais para dentro ao mesmo tempo que mexia levemente nos pregadores para torcer os bicos dos seios de Sexy.
Sexy não se conteve e gozou nervosamente. Foi repreendida pelo seu senhor que lhe aplicou umas chicotadas.
Abriu outra cerveja e mandou que tomasse, enquanto ele ficava totalmente nu. Ela pedia para que lhe soltasse mas ele a amordaçou. Logo pegou uma vela, acendendo-a enquanto via o olhar assustado de Sexy. Derramou umas gotas de cera quente bem sobre a tatuagem da borboletinha. De novo lágrimas escorreram dos olhos de Sexy.
Derek então beijou o lugar da pequena queimadura, e derramou cerveja para esfriá-la. Sexy tentou se soltar e dizia que precisava ir ao banheiro, mas seu senhor não a libertou.
Pelo contrário, enfiou seu pau grosso na xaninha molhada de Sexy, que sentiu arrepios. Continuava pedindo que a soltasse mas ele se negou. Somente quando estava próximo de gozar tirou-lhe a mordaça e ordenou que abrisse bem a boca.

Tirou o pau de sua xoxota e enfiou na boca:
- Sinta o sabor de uma puta! Chupe com gosto!
Sexy sentiu nova onda percorrendo seu corpo. Derek a repreendeu:
- Você só goza se eu mandar entendeu?
Derek então gozou na boca e no rosto todo de Sexy, melou todo seu cabelo.
Virou-se e ainda sem soltá-la enfiou a cara e a língua na xaninha que se contorcia, fazendo Sexy gozar novamente.
Derek amordaçou-a novamente, virou para o lado, tomou o resto de sua cerveja e dormiu. Devia ter dormido umas 3 horas quando deu uma acordada e viu que Sexy também havia adormecido, mesmo naquela condição: algemada, amordaçada e lambuzada de seu gozo.
Lembrou-se que ela dissera horas antes que precisava ir ao banheiro e então a liberou.
Sexy tomou um banho, se vestiu e foi embora pois o dia já havia amanhecido.

Derek teve receio que nunca mais fosse vê-la como aconteceu com Ayeska, mas ao levantar algumas horas mais tarde viu que Sexy havia deixado um número de telefone e um MSN, finalizado o recado com um “Me chame quando desejar, meu senhor”.
Derek falou com Sexy pelo MSN no final de semana. Ela estava fora da cidade mas ficou de passar no bar na próxima semana para vê-lo.
Sexy cumpriu o prometido. Na 3ª. feira seguinte apareceu toda provocante no bar. Sentou-se numa mesa de frente para a entrada e pediu um drink ao garçom Derek.
Depois de servi-la, percebeu que na mesa ao lado uma pessoa levantara a mão chamando pelo garçom para fazer um pedido:
- Uma caipirinha no capricho! – disse Ayeska

 









Escrito por DerekDick

domingo, 24 de abril de 2011

Série : A verdadeira história das borboletas - Cap.2
















II. Nova vida...?

Derek havia se estabelecido em um emprego de garçom, e conseguiu alugar um pequeno quarto e sala no centro de São Paulo, de onde podia ir à pé ao trabalho.
Emprego aliás que era sempre entediante, exceto pelas 3ª. feiras a noite quando uma mesma garota vinha ao restaurante e sentava-se na mesma mesa próxima da janela. Neste dia, que era o de mais baixo movimento, havia poucos funcionários e Derek sempre corria para atender a cliente.
Era uma linda ruiva de pele muito branca. Cheirava a perfume doce e pedia sempre uma caipirinha bem caprichada na vodka pra começar a noite. Conforme as caipirinhas iam rolando ela ficava mais solta e puxava papo com o garçom Derek.

Contou-lhe que era uma atriz e que ensaiava no teatro próximo dali e por isso sempre que terminava o ensaio passava no bar para relaxar.
Uma destas noites ela chegou mais tarde. O ensaio tinha se alongado noite adentro. Derek tinha ficado sozinho pra fechar o bar mas não teve coragem de negar a já tradicional caipirinha. Caprichou como sempre e a ruiva tomou quase tudo numa tacada só.
Derek encostou a porta e colocou a placa de fechado mas garantiu que a cliente poderia ficar o tempo que necessário. Ela pediu mais uma caipirinha e tirou os sapatos. Eles a estavam matando. Já na terceira caipirinha ela pediu a Derek que massageasse seus pés. Ele prontamente atendeu e notou que a ruiva tinha a pele muito clara. A pele de seu rosto na verdade era quase rosada e seus pés eram muito macios...suas unhas pintadas de vermelho o excitavam.


 Engataram um papo e Derek pediu que lhe dissesse seu nome. A ruiva hesitou por um instante e terminou a terceira caipirinha já com o pé dentro da boca de Derek.
Derek notou que ela estava toda arrepiada em ter seus dedos do pé chupados com voracidade e via seus mamilos duros por sob a finíssima blusa preta.
Ela sussurrou algo: - Ai....Ai....
- Que foi? – disse Derek
- Ayeska....é meu nome....Ai....- se contorceu com novo arrepio.
- Que lindo! – disse Derek puxando-a pela cintura e colocando-a sentada sobre a mesa. Num instante desvencilhou-se de sua blusa e viu que seus peitinhos eram ainda mais brancos que o resto, bem redondos e com os biquinhos rosa bem clarinhos. Chupou com força parecendo querer arrancá-los de onde estavam.
Ayeska se entregou com a cabeça girando de álcool e mal percebeu que dois mendigos olhavam da rua pela janela e se divertiam com a cena. Afastou Derek por um instante e virando-se puxou com força sua calça que foi ao chão e o empurrou sentando-o na mesa do bar. Vigorosamente engoliu o pau duro fazendo Derek vibrar. Ela subia e descia pelo membro lambendo cada veia, cada ranhura.
Enquanto era chupado e lambido Derek observava as costas nuas e alvas que terminavam em uma calcinha rendada preta muito pequena.
Derek agarrou Ayeska com força e levantando-a no ar a levou ao balcão do bar e a deitou ali. Começou então a preparar um drink com vodka e licores. Deixou propositadamente cair licor sobre os seios, barriga e coxas brancas de Ayeska.
E aproveitou para lamber tudo passeando pelo corpo tão macio e quente daquela ruiva. Quando subiu das coxas em direção ao ventre sentiu o calor que emanava de sua vulva.
Retirou a calcinha preta e deparou-se com sua bucetinha . Era depiladinha e rosada. Cheirava a sexo e parecia convidar Derek para que a beijasse.
Foi o que fez em seguida. Desceu pela coxa até sua xana, lambendo primeiramente a virilha e indo ao centro beijando os lábios. Ayeska estremecia de prazer e rebolava a cada nova investida.
Derek enfiou a língua dentro de sua bucetinha muito molhada e começou a girar em movimentos circulares. Mordiscava, chupava e lambia seu suco e com o nariz roçava em seu clitóris.
Ayeska não se conteve e gozou com espasmos na boca de Derek. Ficou ali alguns minutos paralisada. Disse então a Derek que precisava sentir seu pau dentro dela. Tomou mais um gole do drink e o puxou para uma poltrona do bar. Colocou-o sentado e montou em cima de seu pau virada de frente para ele. Ele passava um cubo de gelo que roubara do drink em seus mamilos e depois os chupava.
Ayeska subia e descia em um ritmo primeiro lento e depois frenético. Quando sentiu que Derek estava para gozar diminuiu o ritmo saindo de cima dele e virando de costas voltou a sentar em seu pau. Subitamente Derek assumiu o controle e aumentou a velocidade e a força das estocadas. Ayeska sentia como se fosse ser rasgada a qualquer momento.
Levantando do sofá ele colocando-a de quatro no sofá e gozou em sua bunda gemendo alto de prazer. 



Acordaram algumas horas depois abraçados do mesmo jeito que estavam quando adormeceram no sofá. Ele ficou olhando para ela nua deitada a seu lado e foi então que notou que Ayeska usava uma bonita tornozeleira cheia de borboletas, que o fez lembrar de sua tia, Lady Nina.
Seria algum sinal? 
Esperava que não fosse nenhum tipo de maldição, mas ficou em dúvida pois Ayeska não apareceu na semana seguinte. Após aquela noite maravilhosa de amor ardente não podia entender não ter notícias dela. 
Esperaria a próxima 3ª. feira ansiosamente...






Escrito por DerekDick

Série - A Verdadeira História das Borboletas - Cap. I
















I. Lady Nina

Derek não tivera muita sorte. Morava numa favela em São Paulo e sonhava em sair de lá quando crescesse. Aos 14 anos, perdeu sua mãe em um acidente de trânsito e seu pai não estava lá para consolá-lo; pois tinha se mandado de casa um ano antes.
A parenta mais próxima era uma tia, Nina, que morava no Rio de Janeiro e foi designada pelo juizado de menores como sua tutora na ausência dos pais.
Nina tinha então 40 anos. Era uma morena de pele queimada de sol, típica carioca. Falava arrastando os “esses” e “erres” de forma marcante o que a deixava com um jeito um pouco malandro. Adorava praia e quase todo dia acordava bem cedo, colocava seu biquíni e ia colocar os pés na areia antes de trabalhar.
Ela não tinha muita grana e pouco via a irmã e o sobrinho por causa da distância. Mantinha contato com a falecida irmã por telefone semanalmente. Mas havia uns 3 anos que não via Derek. De uma hora para outra tudo mudou em sua vida. Sua irmã faleceu e seu sobrinho veio morar com ela.
Deixou claro ao menino que tinha intenção de cuidar dele com todo esforço e carinho até que completasse seus 18 anos. Avisou-o que gostava de ser chamada de Lady Nina.
Derek estava muito assustado com tudo e pouco falava. Limitava-se a acenar que sim ou que não com a cabeça e a executar o que sua tia lhe pedia. Era um menino bom e bem comportado e precisava muito de carinho e apoio.
A tia Nina, agora Lady, não tinha se casado. Saía algumas vezes por semana à noite com amigas e outras vezes com homens. Sempre diferentes. Derek notou que ela chegava de madrugada e cheirando a bebida e a cigarro. Mas não falava nada em respeito.
Uma noite dessas a tia chegou muito mal. Devia ter bebido muito. Entrou no quarto de Derek e a pretexto de saber se estava tudo bem sentou-se na cama ao lado de Derek que dormia. Colocando a mão por baixo da coberta foi tateando até encontrar o pau do garoto. Sentiu pouco a pouco o mesmo enrijecendo em sua mão.
Derek acordou sobressaltado e sua tia lhe fez sinal de que ficasse calmo e quieto. Derek assustado ficou paralisado e Lady Nina puxou a coberta e o short do pijama caindo de boca em seu pinto quase roxo de tão duro. Ela chupou e sugou até que Derek gozasse em sua boca. Lady Nina apagou o abajur e foi embora para seu quarto.
No dia seguinte ambos fizeram de conta que nada havia passado, mas pouco a pouco Lady Nina foi avançando o sinal. Chamava Derek para lhe trazer a toalha no banho que “havia” esquecido no quarto, ou pedia que pegasse um rolo de papel higiênico que havia “acabado” e lhe levasse enquanto estava sentada no vaso.
Até que um dia a coisa engrossou. Lady Nina cismou que daquele dia em dia daria banho em Derek pois segundo ela, ele não estava se lavando direito e não podia com o sobrinho arriscando a ficar doente.
Derek insistiu que não, mas não houve acordo. Naquela noite a tia ordenou que ele tirasse a roupa toda. Como recém tinha completado 15 anos já tinha pêlos em volta do caralho. A tia mandou que entrasse na banheira e ligou o chuveiro começando a enxaguá-lo e detendo-se demoradamente na bunda e no pinto de Derek que logo ficou duro feito pedra.
Ela ensaboou as mãos e esfregava o membro ereto com vigor. Para facilitar o trabalho tirou sua roupa também e foi quando Derek viu algo que o marcaria para sempre: uma borboleta tatuada na virilha da tia. Aquilo lhe deu um arrepio de tesão tão grande que não soube explicar.





A tia percebendo o fez ajoelhar na banheira e ficar de cara para a borboleta. Segurando Derek pelos cabelos empurrou seu rosto com sua vagina já molhada de tesão e o fez lamber seu suco.
Lady Nina gozou muito gostoso e depois abandonou Derek embaixo do chuveiro. Ele demorou algum tempo para se recuperar do abuso que sofrera e ir para sua cama. Não desejava sair de lá tão cedo.
Mas logo a madrugada acabou e um novo dia começava. A tia Nina já provocava logo cedo, mandando-o amarrar seu biquíni para que fosse a praia. Não raro pedia que Derek mordiscasse seus mamilos para ficarem durinho embaixo do tecido do biquíni. Também pedia beijos em sua borboleta.
Até os 18 anos esta foi a rotina de Derek, subjugado pela sua tia, a Lady Nina. Assim que pôde, Derek deixou um bilhete a sua tia dizendo que agradecia por ter cuidado dele todos esses anos mas que agora com 18 anos tinha obrigação de cuidar de si mesmo.
Daria notícias assim que estivesse instalado. Foi para São Paulo na boléia de um caminhão para recomeçar sua vida longe daquele abuso. Sonhava várias vezes com a tatuagem de borboleta de Lady Nina e muitas vezes ela se transformava em uma borboleta de verdade que o perseguia e o ameaçava. Quem sabe um dia se veria livre destas lembranças.

Mal sabia o que o esperava algum tempo depois...








Por DerekDick

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Coelhinho da Páscoa que trazes para mim????

A Páscoa está chegando e todos sabem que deve ser um dia muito alegre, com muito chocolateeeee e muita “gostosura“, então se deliciem :
  
  
 

Desejo que nesta Páscoa a Felicidade seja como um Coelhinho ... se reproduza sem pararrrr... rsrs





que nossas vidas seja como um delicioso bombom sempre recheado de coisas deliciosas e prazerosas! Afinal dizem que sentimos prazer ao saborear um chocolate!

 












Que a Páscoa nos traga momentos de reflexão e perdão e que possamos renascer para uma nova Vida, com muita União, Paz, Amor, Compreensão e ternura ao Próximo! Felicidade Sempre!  





Páscoa é : Fraternidade, é lutar por um Mundo melhor ... é  Solidariedade!
É deixarmos para trás, tudo que é velho, antigo e olharmos para frente com coragem. Nos dedicarmos à  Vida como quem degusta o sumo de um fruto saboroso!

E que este nosso pequeno Mundo Virtual nesta Páscoa, seja cada vez mais HUMANO!

E que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre um lugar especial em nossos corações e mentes!

Na minha cesta de Páscoa, encontrarão muitos desejos para o Amor, Felicidade, Saúde, Prosperidade, Sabedoria, Prazer!              

 
Postado por Ayesk@

segunda-feira, 18 de abril de 2011

TRANSA NO ELEVADOR


















Eu adoro água. Adoro chuva. Mas naquela noite, ao sair mais tarde do trabalho depois de um turno extenuante de 10 horas, duas horas a mais que o normal e ainda de salto e uma saia justa no corpo...sinceramente não estava adorando aquela chuva fria e torrencial que caia sem dó.
Não via a hora de chegar em casa, tomar um banho quente, colocar uma roupa confortável e tomar um chocolate quente.
Ah Deus, seria pedir muito? Após ter perdido o ônibus por uma diferença de dois minutos e ter que esperar debaixo da chuva, naquele ponto descoberto até que chegasse outro?
Meu estômago roncou de fome quando pisei em outra poça da água. Um relâmpago iluminou o céu ao meu redor.
O prédio em que minha amiga Luciana morava estava bem mais perto, e após falar com ela no celular fui para lá, já que teria que esperar muito pelo próximo ônibus.
Abri a porta do edifício e entrei na portaria sem testemunhas.
Enquanto aguardava o elevador, vi minha imagem toda molhada da cabeça aos pés num espelho. Minha blusa totalmente transparente. Eu estava completamente ensopada, congelada, parecendo um pintinho molhado. Que dia!
Finalmente o elevador chegou.
As portas abriram-se , estava vazio. Entrei e apertei no número do andar em que minha amiga morava juntamente com seus filhos adolescentes.
─ Ei. espere!
Tirei o braço para evitar que se fechassem as portas e tentei apertar o botão  com o dedo ao mesmo tempo. Nisso, minha bolsa caiu e abaixei-me para pega-la.
─ Obrigado, moça.
Um arrepio percorreu minha espinha ao ouvir uma bonita voz masculina.
─ De nada. - respirei fundo e fiquei quieta enquanto me erguia.
De repente, as luzes se apagaram e o elevador ficou às escuras.
Cambaleei contra o corpo do desconhecido, enquanto o elevador parava com um chiado.
─ Voce está bem, moça? – a voz profunda do desconhecido sussurrada no meu ouvido me fez arrepiar e senti minha xoxota umedecer-se e piscar de tesão. – Deve ter acabado a energia. Está chovendo muito.
Um tremor acompanhado por um chiado e luzes de emergência se acenderam dentro do cubículo fechado daquele elevador.
─ Viu? Nenhum problema.
Ele separou-se do meu corpo e percebi que tentava não olhar para mim.
Senti meu rosto afoguear-se, sabia o que ele via. Uma blusa transparente e um soutien rendado, meia-taça com os bicos túrgidos contra o tecido molhado.
As luzes piscaram e finalmente, apagaram-se por completo quando o elevador voltou a parar abruptamente.
─Oh não!! De novo não!!- gritei, enquanto o desconhecido ao meu lado soltava um palavrão.
─ Calma moça...não entre em pânico. – percebeu que seus dentes batiam levemente.
─Está com frio, moça?
─Estou bem. Só um pouco molhada. Hoje não foi meu dia, esqueci o guarda-chuva, trabalhei até mais tarde, perdi o ônibus e peguei toda a chuva.
Inalei a essência do cheiro másculo que desprendia do corpo do desconhecido. Meu corpo tremia com a proximidade dele e de minhas roupas molhadas.
─ Parece que ficaremos presos aqui até que volte a energia elétrica.
─ Ótima notícia, moço...
─Santo Deus, moça você está gelada!─ ele agarrou minhas mãos e começou as esfregar energicamente.
─Eu.. E.. Estou bem
─Não, não o está. Tome isto.
Escutei um barulho e senti o peso de uma jaqueta em minhas mãos.
─Se tirar as roupas úmidas e colocar isto, deve se esquentar rapidamente
“ Ah...ele queria que eu tirasse as roupas e vestisse sua jaqueta? Tirasse na sua frente, um desconhecido? “
─ Obrigada é muito gentil, mas não há necessidade disso.─ tentei devolver-lhe a jaqueta enquanto mais calafrios percorriam meu corpo.
─ Moça, juro, não estou pedindo que tire a roupa com nenhuma segunda intenção. Se sentirá melhor sem essas roupas molhadas e mais quentinha.
─ E moça, juro que não olharei. ─ disse em tom de deboche.
Suspirei, estava sendo ridícula. O que ele iria ver? Estava tão escuro. E eu estava gelada até os ossos e ia pegar um belo resfriado
─ Certo moço, tem razão. - respondi enquanto desabotoava a blusa.
Ele podia não me ver tirar a roupa, mas ele sabia que eu estava me despindo e senti uma excitação e um formigamento entre minhas pernas.
Tirei quase tudo, ficando apenas com o soutien de renda e a calcinha.
Meus dedos roçaram nos dele ao pegar a jaqueta novamente.
Senti arrepios percorrer meu corpo sem saber se eram de frio ou de tesão.
Senti minha xoxota inchar e algo escorrer entre minhas pernas.
A jaqueta ainda tinha o calor do corpo do desconhecido e seu cheiro.
Senti um calor envolver-me toda.
─ Melhor, moça?
─Hummm, muito melhor. Obrigada─ me aconcheguei mais profundamente dentro da jaqueta.
- Tem frio, moço? Posso compartilhar sua jaqueta com você.
Antes que ele pudesse dizer não, eu abri a jaqueta e me aproximei dele, aconchegando-o dentro dela.
Levei um susto quando ele gemeu e senti sua boca na minha.
Senti-o deslizar sua língua dentro da minha. Percorri seu peito através da camisa com as minhas mãos e o senti estremecer.
Ele gemeu novamente e escutei um barulho de botões, um tecido se rasgando, até que senti o calor da sua pele.
- Ohhhh...Meu Deus... – ofeguei contra os lábios quentes daquele desconhecido, cravei-lhe as unhas e lambi seu peito de cima para baixo.
Ele desabotoou meu soutien e meus seios ficaram livres sobre suas mãos.
Senti suas mãos quentes em meus seios e senti a necessidade de sua boca, língua nos bicos duros. A excitação ensopou minhas coxas através da minha calcinha e me esfreguei contra sua dura ereção.
“ Ohhhhhhhhhh Deus, nunca havia me sentido tão excitada daquela forma! Seus lábios, suas mãos eram como uma droga. Ele beliscou meus mamilos, enquanto com a palma das mãos acariciava as curvas dos meus seios.
Um desejo selvagem de empurrá-lo contra a parede e subir sobre ele até lhe agarrar meinvadiu.
Sentia um fogo percorrer minha veias.
Senti sua mão descer mais para baixo para provocar-me através da roupa.
A frustração tomou conta de mim, não queria que nada ficasse entre nós, entre nossas peles.
Com dedos trêmulos, desabotoei a fivela do seu cinto e abri-lhe a braguilha.
Em minhas mãos senti seu pau ereto, quente, macio, as veias dilatadas.
Ahhh... como desejava vê-lo, mas a escuridão no elevador era total.
Só podia toca-lo, e assim o fiz. Meus dedos o percorreu, sentindo-o.
Fui inclinando os joelhos para abaixar-me sobre ele e começar a chupá-lo, mas ele me impediu. Puxou-me para cima.
Senti seu corpo roçar-me o estômago, as coxas e sua respiração sobre meus empapados lábios vaginais cobertos pela calcinha.
Engoli seco quando senti seus dedos percorrerem lentamente minha racha e o clitóris marcados pelo tecido.
─ Essa calcinha por acaso é sua favorita?─ Perguntou-me com a voz rouca.
─ Nesse instante...não...
─ Ótimo...
Senti um puxão brusco e logo em seguida o ruído de algo se rasgando. Era a minha calcinha.
Minha xoxota inchou, contraiu-se e meu coração disparou.
Ele esfregou seus dedos na minha racha molhada, antes de deslizar um dedo dentro dela.
O toque de seus dedos amoleceu minhas pernas.
─ Ahhhhhhhhh rápido!─ gemi.
─ Calma...nem comecei...─ disse baixinho e logo senti-o sugar meu inchado clitóris.com sua boca.
Não consegui me conter e dei um grito, meus quadris rebolaram contra ele, enquanto meu corpo explodia em fogos de artifícios.
Lambeu-me como um gato lambendo um pires de creme.
Após lamber-me mais uma vez o clitóris, o chupou levemente e foi subindo, lambendo-me os seios, até ficar novamente de pé a minha frente.
─ Por acaso tem preservativos na sua bolsa?
─ Por incrível que pareça sim...─mexi em minha bolsa, ate que encontrei o que procurava. ─Tenho uns aqui. Uma amiga minha foi buscar remédios no Posto de Saúde e as enfermeiras lhe deram um monte...
Abri o pacotinho e minhas mãos procuraram seu sexo.
Ele grunhiu baixinho quando o provoquei com minhas mãos enquanto lhe colocava o preservativo..
Acariciei suas bolas delicadamente.
Com um grunhido mais alto, ele me ergueu para cima contra seu corpo, se apoiou contra a parede e deslizou as mãos para baixo até chegar em meu traseiro.
Ao levantar-me, senti seu pau na entrada da minha xoxota, enquanto eu lhe prendia a cintura com as minhas pernas. Agarrei-me em seus ombros com as mãos e meus mamilos roçaram seu peito.
Com um gemido e uma estocada, o desconhecido afundou-se profundamente na minha úmida e estreita fenda.
- Ahhhhhhhhhhhhh....aaaaaaaaaaaa
Eu o apertei com minhas paredes internas e molhadas.
- Sssssssssssss como você é apertada e quente!
Respondi gemendo enquanto minhas pernas apertavam ao redor da sua cintura e eu me balançava contra seu corpo.
─ Agarre-me com força─ mandou enquanto me apertava o traseiro com suas mãos e me fazia subir e descer em seu cacete, enquanto estocava rápido e fundo.
Eu me segurava nele e esfregava meus seios em seu peito.
─ Ai... aaaaaaaaaaaaaa, Deus ...vou gozar de novo!
O desconhecido deu um grito e beijou-me firmemente os lábios com a boca e língua em um beijo selvagem e investiu os quadris com mais força.
Eu sentia suas estocadas profundas me preenchendo toda.
Com um grito selvagem, cravei as unhas em suas costas, enquanto meu corpo estremecia e eu gozava em seu pau.
O apertei e ordenhei, enquanto meu orgasmo vinha em ondas.
O senti retesar-se e gozar.
Nos rendemos, aplacados pelo gozo intenso e arrebatador.
As luzes de repente se acenderam dentro do elevador que começou a subir, nos olhamos e com um sorriso maroto ele me disse:
- Oi, minha branquinha...

























Escrito por Ayesk@