domingo, 20 de março de 2011

MEU SURPREENDENTE AMIGO








Vou narrar aqui - forçosamente com as minhas palavras e o meu estilo - um episódio de fim de adolescência que me foi contado por uma amiga. Embora eu tenha mantido a primeira pessoa no feminino, não tenho a prentensão de contar como conta uma mulher. Ainda assim, espero que seja do agrado dos meus leitores.




Depois que meu primeiro namoradinho me pediu para chupar seu pau, passei a só pensar nisso. Em todo lugar eu queria e fazia isso tão bem que eu podia chupá-lo em qualquer lugar e com qualquer roupa porque eu não deixava vestígios, fosse na roupa ou no próprio pau. Quando íamos ao cinema, sentávamos em algum dos cantos do final da sala e era de lei que, em dado momento, eu chuparia seu pau até fazê-lo gozar muito e tudinho na minha boca. Os namoradinhos se sucederam, sempre garotos que sabiam que eu era uma verdadeira rainha do boquete. Cheguei a um grau de exigência tal que eu selecionava o meu próximo namorado pelo tamanho do pau, que eu procurava conhecer num boquetinho de fim de festa, na casa de alguma colega ou, no pior dos casos, no banheiro masculino da escola, onde eu conseguia me esconder em determinadas horas, a depender do dia da semana. Até mesmo na sala de aula, depois que todos tinham saído, cheguei a dar uma chupada rápida em um garoto, só para conhecer o monumento e avaliar se eu ia querer ou não ficar com o dono. Não é preciso dizer que eu era uma das “mal faladas” da escola, da rua, etc. Mas eu não estava nem aí para isso. Loura de olhos claros e dona de um corpo considerado delicioso, eu só estava interessada em colecionar todos os meninos lindos e pauzudos que eu pudesse enquanto estivesse jovem e gostosa.

Um dia, na saída da escola, vi um homem encostado na árvore em frente ao portão, me chamando discretamente. Me aproximei e ele me disse que era o tio do Gilberto, um garoto da escola, que eu tinha chupado várias vezes em festinhas e baladas noturnas da nossa galera inseparável. Nunca tínhamos namorado, mas o Gilberto era um desses que comem todas e dono de um pau maravilhoso: grande, grosso e com um cabeção cor de framboesa que toda menina normal sonha em abocanhar. Eu era nova, queria continuar virgem por um tempinho, mas não perdia uma chance de vê-lo baixar o zíper e me oferecer aquele delicioso monstro. Pois bem, o tal cara, que se dizia tio do Gilberto, estava ali parado na frente da escola porque o Gilberto, que tinha faltado naquele dia, lhe pedira para ir até lá, esperar por mim na hora da saída e me perguntar se eu concordaria de ir com ele até a casa dele - Gilberto -, para lhe passar a matéria do dia, porque estávamos entrando no fim de semana que precede as provas de junho e ele não queria perder essa matéria por nada nesse mundo. Como eu me dou super bem com o Gilberto, aceitei. Entrei no carro e lá fomoso nós para Laranjeiras. Chegando à casa do Gilberto, entramos juntos no prédio porque o tio dele tinha umas coisas para resolver com a mãe do Gilberto, sua irmã. Tocamos a campainha e o próprio Gilberto atendeu. Eu pensara que ele tivesse faltado aula por motivo de doença, mas ele estava em plena forma, com o cabelo todo molhado de um banho recente. Quando entramos, o tio dele foi para um lado e nós para outro. O apartamento é grande e dá a impressão de serem dois transformados num só, porque ele é simétrico e idêntico, com uma sala enorme no meio. Gilberto me levou para o quarto dele e foi logo botando o pau para fora pedindo um boquete. Não recusei e fui me sentar na cama. Ele se aproximou e me ofereceu o colosso. Comecei a chupar gostoso e a senti-lo fazer aquele vaivém lento que ele faz tão bem.

Já estávamos bem relaxados e nos preparando para uma boa sessão de sexo quando, de repente, o tio do Gilberto entrou buscamente no quarto, se despedindo em voz alta, com toda a espontaneidade do mundo. Eu pulei para trás, virando o rosto para enxugar a boca. Gilberto tentou puxar o short para cima, visivelmente sem jeito e perguntando ao tio se ele não poderia ter batido. Mas o tio, contrariando todas as expectativas, limitou-se a sorrir e fechou a porta atrás de si, mandando-nos continuar à vontade e já abrindo a própria calça.

O tio do Gilberto era um homem adulto, devia ter uns trinta e seis ou trinta e sete na época, mas aparentava menos de trinta. Era forte, limpo, cheiroso e, como eu logo ficaria sabendo, mais dotado ainda que o sobrinho, cujo pau devia ter uns bons dezessete centímetros. Ele se aproximou de mim, ignorando meu estado de choque, exibindo a rola semidura que pendia para fora da calça aberta. Ela tinha certamente mais de dezoito centímetros e era incrivelmente grossa, quase do mesmo diâmetro que a cabeça. Gilberto estava parado olhando para o que o tio ia aprontar. Sem a menor cerimônia, o cara pegou a pica e me ofereceu, ficando a um palmo da minha boca. Eu recuei, empurrando aquilo com a mão, mas ele desandou a falar, me garantindo que estava “limpinho” e que os homens da família do Gilberto eram todos parecidos em matéria de sexo. Além disso, continuou ele, o Gilberto falava muito bem de mim e ele estava doido para me conhecer. Adolescente, eu não tinha argumentos contra um cara de mais de trinta anos, e o carinha com quem eu vivia aprontando não parecia nenhum pouco peocupado. Pelo contrário, quando o Gilberto abriu a boca, foi para dizer que o tio era super legal e que e a gente ia poder se divertir a valer sem ter medo. Hesitei ainda por uns momentos, mas aquele pau de adulto ali, à minha disposição, tão grande e apetitoso, estava começando a me deixar molhadinha. Pensei por um segundo e resolvi seguir o instindo. Antes que ficasse completamente duro, o pau do tio do Gilberto estava na minha boquinha gulosa. Chupei seu caralho com vontade. Sentir aquela tora – a maior pica que eu já tinha visto até aquele dia – entrar e sair da minha boca foi uma realização. Ele socou tanto que eu tive que me apoiar com as mãos na cama. Gilberto começou a se masturbar lentamente enquanto assistia ao espetáculo, até que eu lhe pedi que chegasse mais perto e me deixasse fazer isso por ele.

Foi então que aconteceu uma coisa espantosa, talvez a mais espantosa que eu já vi. O tio do Gilberto tirou a pica da minha boca e saiu de perto durante um tempinho, acho que para ir ao banheiro. Enquanto isso, fiquei chupando o Gilberto, lambendo seu pauzão que eu adoro, tentando engoli-lo inteiro, enfim, brincando como a gente sempre faz. O short do Gilberto já tinha ido parar do outro lado do quarto e ele estava completamente nu na minha frente. Eu tinha ficado de roupa, mas tinha aberto uns botões da blusa do uniforme para que o Gilberto pudesse massagear meus peitinhos enquanto eu o chupava. Cheguei a deitar na cama e o Gilberto veio por cima de mim enfiar a pica na minha boca enquanto eu massageava suas coxas e aquela bundinha linda. Estávamos nessa, quando o tio dele voltou, subiu de joelhos na cama, posicionou-se por trás dele (que ainda estava de joelhos sobre a cama) e eu só senti um tranco que puxou o Gilberto para trás e o devolveu para frente com um gemido forte. A pica dele mergulhou com força na minha boca, a ponto de me fazer segurar nela para amortecer o choque. Quando olhei melhor, vi as coxas do tio grudadas nas dele e dois sacos quase colados um no outro. Percebi horrorizada que o Gilberto estava sendo enrabado pelo tio, que imediatamente começou a dar violentas estocadas em seu cu. Olhei para cima e vi Gilberto sorrindo para mim e fazendo “psst” com o dedo sobre os lábios. Sorri de volta e continuei a chupar a pica dele, me dando conta de que ela não tinha deixado de ser gostosa só porque ele estava dando para o tio. De repente Gilberto começou a jorrar na minha boca, mas jorrar tanto e com tanta força que eu não sabia como ia dar conta de tanta porra! Como eu não queria e não podia sujar, tive que deixar aquilo tudo ir entrando garganta adentro. Gilberto gemia alto, arfava, resfolegava, fodendo a minha boca, enquanto o tio dele socava vigorosamente no seu cu. Não tardou muito e ele também começou a gozar, agarrando o sobrinho pela cintura e gemendo muito.
 


Eu estava cheia de porra do Gilberto na boca, engolindo aos pouquinhos para não enjoar e lambendo bem o pau e o saco dele para evitar que gotejassem na cama. De repente vi o tio dele saindo em disparada em direção ao banheiro, seguido por ele. Momentos depois, os dois voltaram, recompostos, se sentaram na cama onde eu estava e começaram a me contar toda aquela história de tio e sobrinho. Eu disse ao Gilberto que jamais poderia imaginar que um garanhão como ele fosse capaz de dar o cu e ele me disse que não se considerava viado por isso, mas que ele adorava ter tesão no cu e tinha descoberto que a melhor coisa do mundo para isso era precisamente dar o cu. Como o tio e ele sempre estavam juntos, foi o tio que ficou sabendo primeiro e que pôde desfrutar desse gosto do sobrinho pelo prazer anal. Quando me lembro daquele dia ainda fico toda molhada. Você não imagina o que seja chupar o pau de um cara que está sendo enrabado por outro! As porradas do carinha de trás fazem o pau que você está chupando entrar com força e bater na garganta, enquanto o barulho dos impactos e o tesão dos dois vai te deixando também doida de tesão. E ver os dois sacos tão próximos, e a pica do cara de trás desaparecer no cu do carinha da frente, tudo isso dá um tesão único.


Continuei a fazer boquetes no Gilberto e ainda saí algumas vezes com ele e o tio para repetir a dose daquele dia no quarto. Quando eu deixei de ser virgem, não muito tempo depois, ainda transamos a três e pude sentir a pica do titio do Gilberto alternar entre o cuzinho dele e a minha bucetinha recém-inaugurada. A moral que eu tirava de tudo isso era que o prazer sexual é bom de todo jeito e que os poemas antigos estavam certos: a gente tem mesmo que aproveitar ao máximo o corpo durante a juventude porque quando ele murcha como uma flor velha - e isso é inexorável -, ninguém mais o quer.

 

Escrito por MarcFauwel 

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