segunda-feira, 21 de março de 2011

Fruto Proibido


 
Quando completei dezoito anos, meus pais me chamaram para uma conversa familiar, notei nos seus semblantes que o assunto era bastante delicado, uma vez que procuravam as palavras corretas para formar as frases, senti nas suas palavras um certo temor em relação ao assunto que iríamos tratar.
Medindo as palavras meu pai me disse:
- Filho! O que vamos te contar agora já deveria ser de seu conhecimento há muito tempo, mas tivemos medo de sua reação, medo de te perder, porém agora você é um homem e sei que entenderá nossa posição. – Você não é nosso filho biológico, o adotamos com poucos dias de vida...
Ele fez uma pausa esperando minha reação, mas continuei impassível, uma vaga suspeita já me passara antes pela cabeça, como nada respondi ele continuou com seu raciocínio:
- Sua mãe era uma jovem de apenas treze anos, de família humilde não podia criar um filho, calhou que nós nunca pudemos ter filhos e ela nos entregou a criança, ou seja, você, com alguns dias de vida, nos mudamos de cidade e o registramos como nosso filho, se foi certo ou errado não sei dizer, o que podemos falar neste momento é que o amamos mais do que qualquer coisa neste mundo.
Por alguns instantes fiquei olhando para eles sem dizer nada, lágrimas escorriam pelos seus rostos, então os abracei:
- Não se preocupem, aconteça o que acontecer eu serei sempre seu filho, mas gostaria de conhecer minha mãe biológica.
- Já esperava por isso. – Disse minha mãe. – Mas não sabemos onde ela está, nunca mais tivemos noticias dela, sabemos apenas que se chama Maria Clara.

Durante três anos a procurei sem sucesso, até que certo dia descobri o endereço de seus pais numa cidade do interior, imediatamente viajei para lá e através deles, sem dizer quem eu era descobri seu endereço na capital.
Depois de muito pensar resolvi ir ao seu encontro. Um pouco relutante, na frente de sua casa cheguei a pensar em desistir e deixar as coisas como estavam, mas eu tinha que conhecê-la pessoalmente, eu precisava.
Com as mãos tremulas toquei a campainha, segundos depois ela saiu pela porta da frente, se aproximou do portão e disse:
- Pois não?
Fiquei sem palavras por alguns instantes.
- Dona Maria Clara?
- Sim, sou eu.
Ela era uma bela senhora de trinta e quatro anos, era alta, rosto bonito, dentes brancos e perfeitos, alem de um corpo maravilhoso.
- Não sei se o assunto que tenho para tratar com a senhora é de seu interesse, mas para mim é muito importante.
Ela me olhou por um instante sem dizer nada e me convidou a entrar. Sentei-me no sofá e antes de começarmos a conversa ela foi até o barzinho e se serviu com uma dose de bebida, não me ofereceu, apenas disse:
- Desculpe, mas há muitos anos o whisky é o meu melhor amigo. O que é o assunto tão importante que você quer conversar?
Notei que aquela dose de whisky não era a primeira do dia, ela se sentou na poltrona à minha frente. Sem muitos rodeios eu fui diretamente ao ponto.
- Senhora! Lembra-se de seu primeiro filho, aquele o qual foi dado a um casal por não ter condições de criar?
Ela levantou-se num sobressalto e seu rosto ficou branco, com suas mãos tremulas depositou o copo na mesinha de centro.
- Não me diga que você é...
- Sim, eu sou seu filho.
Fiquei em pé e ela se aproximou, me abraçou eu a envolvi pela cintura e ficamos ali, abraçados sem dizer uma palavra sequer, senti o calor de seu corpo, naquele instante eu não abraçava minha mãe, abraçava uma linda mulher estranha e senti uma ereção. Sei que ela percebeu e voltamos a nos sentar novamente.
- Tenho uma nova família, sou casada com um homem vinte anos mais velho e tenho dois filhos menores que estão passando as férias escolares no litoral. Não pense que o esqueci, ninguém sabe o que passei e não tem um dia sequer que não lembro do instante em que coloquei meu filho nos braços de outra pessoa.
Conversamos por mais algum tempo e ela me disse:
- Você deve ir agora, meu marido deve chegar a qualquer momento e ele não sabe que tenho outro filho e não gostaria que descobrisse assim de repente.
Estranhamente naquela noite não dormi, não pelo fato de ter encontrado minha mãe verdadeira, mas sim pelo fato de sentir seu corpo junto ao meu, esse pensamento me deixava de pau duro, eu sentia um grande tesão por aquela mulher.

No dia seguinte voltei à sua casa, ela me atendeu com um sorriso, usava um vestido branco com estampas de flores de tecido fino colado ao corpo, um decote que deixava parte de seus protuberantes seios à mostra. Notei que ela já tinha bebido algumas doses de whisky e me parecia um pouco alta.
Quando entramos ela me abraçou e me beijou no rosto, a segurei pela cintura e imediatamente meu pau estava duro como uma pedra, apertei seu corpo junto ao meu, ela afastou o rosto alguns centímetros e me olhou nos olhos, voltou a pousar o rosto no meu ombro e sutilmente começou a se esfregar no meu pau. Lentamente desci minhas mãos através de suas costas e comecei a acariciar sua bunda, ela gemeu baixinho e me ofereceu seus lábios, a beijei e meus dedos agora subiam e desciam pelo seu rego por sobre o tecido macio, ela começou a gemer e rebolar, com as duas mãos comecei a subir seu vestido, senti suas nádegas durinhas nas minhas mãos. Afastei sua calcinha e meu dedo já estava no seu cuzinho quente, ela me beijava e gemia, comecei a enfiar o dedo no seu cu que se contraia e o apertava, ela alisou o volume de minha rola, depois começou a tirar minha camiseta. Ainda me beijando como uma louca me puxou para o quarto, tirei seu vestido por sobre sua cabeça, soltei seu sutiã e seus belos peitos ficaram a mostra, também tirei as minhas roupas e fiquei completamente nu, meu pau latejava, ela o segurou, depois dei a volta por trás dela, abaixei sua calcinha e me ajoelhei, comecei a lamber e mordiscar sua bunda, passei a língua pelo seu rego e comecei a chupar seu cu, ela gemia e rebolava, me levantei e a segurei pela cintura, roçando minha rola muito dura na sua bunda, por trás dela eu acariciava seus peitos grandes e deliciosos, desci minha mão até sua buceta já bastante molhada e comecei a alisá-la, depois enfiei o dedo médio e senti seu grelo rijo, ela gemia de tesão e esfregava a bunda na minha rola enquanto eu chupava seu pescoço.
Nos jogamos sobre a cama, comecei a chupar seus peitos, ela me abraçava apertado, no meu pau eu sentia o calor de sua buceta, montei sobre ela e minha rola ficou entre seus peitos grandes, ela os pressionou apertando meu pau entre eles, comecei a fazer movimentos de vai e vem e ela chupava meu pau numa deliciosa espanhola, depois ela segurou minha rola que pulsava na sua mão e a abocanhou com fúria louca, comecei a fuder na sua boca, eu metia com força, meu saco batia no seu queixo, as vezes ela quase se afogava e babava pelos cantos da boca, seus olhos pareciam que iam saltar das órbitas.
Tirei a rola toda babada da sua boca, escorreguei através de seu corpo e meu pau se alojou na sua buceta lubrificada, comecei a penetrá-la, ela me apertava contra si e seu corpo serpenteava sob o meu enquanto ela gemia de tesão. Em fortes estocadas meu pau entrava todo dentro dela, suas unhas estavam cravadas nas minhas costas, as contrações de sua buceta apertavam minha rola me levando ao delírio.
Lentamente tirei o pau melecado de sua buceta e pedi para que ela se virasse e ficasse de quatro, assim ela o fez, olhei para sua bunda, seu cuzinho piscava e essa visão quase me fez gozar, a segurei pelos quadris, por entre suas coxas ela segurou meu pau e o conduziu até a entrada de sua buceta quente como um vulcão, comecei meter com força, como um louco eu fodia aquela buceta com estocadas violentas, ela gemia e urrava, em cada investida meu pau atolava inteiro, meu saco roçava suas coxas e ela empurrava a bunda para trás, me pediu para dar tapas na sua bunda, eu batia com força que meus tapas estalavam e a chamava de cadela, as marcas avermelhadas ficaram estampadas nas suas nádegas, ela ia ao delírio e me pedia para socar com mais força, ela queria minha rola todinha dentro dela. Eu já estava quase gozando, parei por alguns instantes e comecei a tirar a rola, a segurei, a cabeça estava enorme e vermelha, suas veias estavam salientes e pulsava como um coração, encostei a cabeça na entradinha de seu cuzinho, ela me pediu que enterrasse tudo, ela queria sentir meu pau todinho no seu cu.
Com uma forte estocada meu pau entrou quase até a metade, ela gemeu, com uma segunda estocada meu pau desapareceu naquele cuzinho que se contraia me dando muito mais tesão, comecei a fuder lentamente e depois num ritmo mais veloz, minha rola entrava e saia e ela sussurrava palavras desconexas e gemia como uma gata no cio.
Enfiei o dedo na sua buceta e brincava com seu grelo quando comecei a gozar, ela começou a gritar e gozou também, continuei e socar com força, a porra escorria, lambuzando sua bunda, escorria pelo meu saco e ela empurrava a bunda para trás. Quando comecei a tirar a rola de seu cu, mais uma quantidade enorme de porra escorreu no lençol.
Nos jogamos lado a lado, cansados e arfantes, ela sorriu:
- Foi uma sensação maravilhosa transar com meu filho, nunca antes havia pensado nesta possibilidade, espero que não seja essa a primeira e única vez.
Olhei para ela e também sorri:
- Não será, tenho certeza que virão outras vezes.
- Agora vista-se, como disse antes meu marido pode chegar.
Me vesti e nos despedimos com um beijo. 

Sem que ninguém saiba a visito constantemente e fudemos sem preconceito, não me importa se ela é minha mãe verdadeira ou não, pois não a considero como tal, para mim é apenas uma mulher que me da muito tesão e satisfaz meus mais obscuros desejos.

 


Nota do Autor: Sei que este tema não é do agrado de muitos leitores, inclusive meu, portanto peço que o vejam apenas como uma obra fictícia. Obrigado.

 Por Dayo_Li

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