quinta-feira, 31 de março de 2011

"Sozinha minha"















Tá, então vou dizer a verdade!

Quero você sozinha minha, porque parece que o encanto de fim de tarde, quando sei que beberei seu sorriso e me alimentarei de sua incompreensão natural move meu corpo instintivamente em direção ao seu, diariamente! E esse sorriso que percorre meu corpo e acende o desejo é tão displicente, que você sequer sente o quanto me muda, o quanto me acalma excitando meus gestos, paradoxalmente. Fico, então, assim, escultura em mármore com vulcão do lado de dentro, tentando não lhe mostrar o quanto lhe como, a cada momento! Tiro-lhe o shortinho, lhe beijando as coxas; marco-lhe a bundinha, com as mãos ávidas, lhe trago à boca e lhe como a xoxota, tal e qual milho verde, manuseando-lhe as pernas e cheirando seu cheiro, que inebria meu cérebro e ateia fogo em minhas veias; saboreando seu gosto, que gosta de me ver lambuzado, assim!
Quero você sozinha minha porque não há sentido em ter o restante do mundo por perto do nosso mundo particular, e quando insisto em ser mau sou apenas bobo, tentando esconder que não há delícia maior que a delícia de me esbaldar em seus seios, amassando-os e beijando-os atordoado, sem saber como me satisfazer de uma vez só, alternando lambidas,chupadas e mordidas...Sugando e marcando cada um deles, apertando-os e colocando meu pau entre eles, sentindo-os me masturbar, indo e vindo, direcionado à sua boca que me quer por inteiro,mas alcança porções,a seu tempo. Sinto-lhe a língua que arranca gemidos e me aproximo o quanto posso, obtendo prazer de cada movimento seu.
Quero você sozinha minha, o tempo de nossa existência, regada a prazer infinito em pílulas de amor. Tal magnitude só pode ser alcançada pelos livres de espírito; quando pensar em outras coisas, além de você e de mim se torna supérfluo, e nossos corpos emaranhados é a única sensação válida e suprema.
Sinto você sozinha minha quando meu perfume é o seu e meu olhar reflete seus sonhos. Quando suados, deslizamos entre os lençóis, minhas coxas sobre as suas, meu peito sobre o seu, que me diz que lhe esprema, e que mexa e enfie depois que aperte e espere seu quadril arquear-se... Ninguém entre nós! Eu sobre você, você sob mim, comigo em você e você em mim! É assim!
Você espera ouvir de meus lábios o que meus olhos lhe dizem e meu coração lhe aponta em cada segundo, mas não tenho voz nesse instante, meu tesão é tão grande! Nunca arregalou os olhos pra algo gigantesco como um tsunami, que devasta convicções e termina com dúvidas, deixando um rastro de pétalas ao invés de destruição?
Nunca foi amada assim?!




Quando enlaço sua cintura, por trás, e lhe encosto à parede, tatuando-lhe o pescoço e adjacências com meus lábios furtivos, mal encostando... E penetro de um golpe, num ritmo hipnotizante, que afirma o que já sabemos: somos escravos do amor! Só tenho ouvidos para sua respiração alterada e seus pedidos exigentes completamente suaves! Só tenho olhos para sua expressão de extremo tesão, expresso em olhares lascivos, e serenos, e alucinados, e santos; expresso em seus lábios molhados, retorcidos, mordidos e quentes. Muito quentes!
Por essa e por outras me recuso a dividir você! Me recuso a me dividir com você. Quero que se derrame sobre mim, quentinha e gostosa como cobertura de bolo, meu licor que inebria e causa o torpor inocente de estar indecentemente apaixonado!
Pra ser sozinha minha você precisa esquecer o que deseja saber e apenas sentir!
Quando, longe de você, não agüento a pressão e lhe trago pra perto empunhando meu pau, mão direita com força, e pernas separadas, olhar fundo em seus olhos, movimento como se estivesse em você! Já viu um homem gozar assim, em seu nome?! Minha mão vai e vem, extensão do meu pau, latejando com força, cabeça enorme e vermelha como um morango maduro, molhado, faminto por sua língua. Aperto os olhos pra ver você de joelhos, me olhando enquanto mama, gulosa, e lambe, e chupa e engole! Suspiro, em êxtase, mão esquerda apoiada à parede, lhe vendo de costas pra mim, remexendo, bunda arrebitada, choramingando e pedindo estocadas velozes! É aí que perco o controle completo e acelero e aperto, e estremeço dentes trincados, esperando o momento do gozo explosivo... 
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!Seu nome em voz alta! Ahhhhhhhhhhhhh! Seu sabor entre os lábios, jato quente escorrendo, pernas retesadas, prazer percorrendo cada músculo!!! 
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Gozando em você! Gozando pra você!!! 
Por você!!! Com você!!!

Sozinha minha é ser assim, pra sempre. Entendeu agora?

 


















Escrito por Caique

quarta-feira, 30 de março de 2011

Coisa Extraordinária
















Certa manhã acompanhei Maria, a bela e jovem empregada de meu primo Eduardo, até o local onde os pescadores vendiam seus peixes capturados de fresco. Águas Verdes é um lugarzinho pitoresco, com praias quase desertas, dunas alvíssimas e jangadas flutuando na água verde-azulada.
Íamos nos aproximando de um jovem caiçara negro consertando sua rede quando Maria, de repente, me puxa pelo braço e me arrasta para outra direção. Assustei-me com aquele gesto brusco dela e exigi que se explicasse. Pediu-me desculpas e respondeu, sorrindo encabulada:

- É aquele homem, D. Fernanda! Me persegue, quer me paquerar e tenho medo dele!

- Medo?! Por que, menina?! Um rapaz tão bonito!

- É que a Senhora não sabe da estória, ela disse dando risadinhas daquele seu jeito sonso e infantil.

- Mas que estória?!

- Deixa pra lá; não é nada, não.

- Vamos, Maria! Não me mate de curiosidade, criatura! Conta logo qual o problema com o rapaz!

Andamos alguns passos sem que ela falasse ou olhasse para mim, apenas tapava a boca com a mão e ria baixinho sem parar.

- Fala logo, menina! Deixa de coisas! ordenei, parando em sua frente, pois sou uma pessoa curiosíssima.

- É meio vergonhoso falar, D.Fernanda, ela se desculpou.

- Vamos! Diga!

- Promete que não vai se zangar comigo?

Prometi com muita impaciência.

- É que aquele é o Zé Enguia...

Deu mais risadas, e continuou:

- Dizem as más línguas que ele tem...ele tem...ai. D. Fernanda! nem tenho coragem de falar!
- Maria! Fala!
- Ai! meu Jesus! ele tem...tem um pinto ENORME! hi, hi... as moças daqui morrem de medo dele!

Explodi numa forte gargalhada ao ouvir explicação tão surpreendente.

- A Senhora ri então? É porque não é a Senhora que ele persegue. É doido por mim e não pode me ver que vem puxar conversa. Mas eu quero é distância! Sai pra lá, pintudo!

- Meu Deus! Você me mata de rir, Maria!

Achei a estória tão cômica que, quando retornamos à casa, contei-a ao pessoal - meu primo, meu marido Júlio e os amigos que passavam o fim-de-semana conosco. Foi a piada do dia.

Claro que eu não levava a estória de Maria a sério; era bem provável que aquilo fosse invenção dos locais, resultado de alguma brincadeira de mau-gosto. Se era verdade, deveria ser mesmo uma coisa extraordinária para gerar comentários assim tão embaraçosos, inclusive entre moças. Porém a conversa com Maria ficou dando voltas em minha mente e, ao me deitar com Júlio à noite, minha imaginação se inquietou com a idéia de haver um homem com um pênis descomunal andando por aquelas praias desertas. Fui adormecendo com estranhas imagens em minha mente. Pensei em Zé Enguia e meu marido nus lado a lado. Cena engraçada: a enguia gigante e a minhoca tímida. Dei risadas, mas logo me arrependi daqueles pensamentos perversos. Sempre amei meu marido, apesar de ele ter mesmo uma coisinha minúscula que me dá pouco prazer. Talvez até por isso é que eu tenha ficado com aquilo na cabeça, pois sou uma mulher sem perversões, muito bem casada e que nunca havia cogitou nenhuma experiência anormal, nada que não fosse convencionalmente aceitável entre marido e mulher.

Entretanto, na manhã seguinte, não sei que me deu que eu quis sair sozinha e andar pela praia, apreciando a encantadora paisagem marítima e a movimentação dos jangadeiros em sua labuta matinal.

Quando já pensava em retornar para casa, avistei o homem acabando de arrastar uma rede de pesca para fora da água, ajudado por um velho e um outro rapaz. Meu coração se agitou sem motivo e por um instante fiquei paralisada, perdida, sem saber se prosseguia em meu caminho ou se me aproximava do grupo. Para fazer o quê? Não sabia. Mas, quase sem me sentir, aproximei-me. Os homens me olharam com curiosidade e eu, por pretexto, disse para o tal Zé Enguia, bastante nervosa:

- Quero comprar uns peixes, moço.

- É só escolher, Dona, disse ele sorrindo com a simpatia natural do caiçara na presença de visitantes estrangeiros, e abriu as mãos na direção da rede cheia de pescados.

Atarantada, escolhi dois ou três peixinhos sem nenhum critério. Depois procurei dinheiro nos bolsos de meu vestido, mas não encontrava.

- Não se dê ao trabalho, moça; pode levar, que não é nada.

Protestei contra sua generosidade, mas ele insistiu e eu aceitei o presente. Depois não consegui encontrar palavras que pudessem dar início a uma conversação aceitável e me senti uma boba. Agradeci acanhada e me afastei com passos apressados.

A partir de então, não consegui parar de pensar em Zé Enguia e em seu mistério fálico. Perguntava-me até que ponto seriam verdadeiros os boatos sobre suas proporções. Os dias de nossas férias ali em Águas Verdes iam se passando e, sempre que eu avistava o homem pela praia, minha imaginação começava a se perturbar. “Será mesmo?!” eu me questionava. Pensava no pênis dentro do calção, enrolado como uma jibóia, escondida entre as pernas fortes e bonitas dele, uma coisa tremenda, três ou quatro vezes maior do que o pintinho de meu pobre esposo. Não que eu fosse uma tarada com obsessões por tamanhos. Nem ao menos tinha uma noção do que seria um pênis de tamanho normal, pois o único que já tinha visto e “medido” era o de Júlio. Mas tentava-me a idéia de ver um homem bem-dotado nu e ao vivo. Apenas para ver, claro; nem passava pela minha cabeça outro propósito.

Outra vez me encontrei sozinha em passeios matinais pela praia. Minhas pernas já sabiam aonde ir e acabei avistando o rapaz consertando sua rede sentado na jangada. Que grande vontade não tive de me aproximar e perguntar, assim na lata, se era mesmo verdade o que se comentava dele! Obviamente eu jamais faria isso. Contudo, meu interesse por seu segredo era insuportável. De repente me veio coragem e aproximei-me. A princípio não soube o que dizer, mas logo me ocorreu uma ousada idéia e, antes que eu pudesse refletir sobre meus atos, as palavras saíam de minha boca:

- Quanto o Senhor cobra pra me levar num passeio de jangada?

Ele me olhou surpreso, depois interessado. Não sei se me reconheceu, mas passou rapidamente os olhos por meu corpo , sorriu de leve e disse:

- Pra Senhora é de graça, Dona!

Girei meu anel de casamento no dedo para deixá-lo bem avisado e disse com sequidão:

- Prefiro pagar, por favor!

- Como queira, Senhora, ele disse fazendo-se sério de repente, muito mais cerimonioso.

Entramos num bom acordo. O passeio seria rápido, ao longo da costa apenas. Lá fomos.

Quando enfim nos afastamos da rebentação e o passeio tornou-se mais tranqüilo, começamos a conversar. Ele era bastante tagarela e logo foi me contando suas estórias inverossímeis de pescador, suas aventuras de jangadeiro. Em pouco tempo estabeleceu-se alguma intimidade entre nós e eu me senti mais à vontade para lhe fazer algumas perguntas, mas só consegui ficar dando voltas e voltas, sem coragem de abordar a questão que me angustiava. Mais de uma vez procurei convencer-me de que não havia mal nenhum em lhe pedir uma confirmação ou negação dos boatos que rolavam a seu respeito. Mas quando as palavras iam sair de minha boca, eu me dava conta do ridículo de meus pensamentos.

No apertado espaço da jangadinha, ele ia de pé controlando a vela e eu, sentada num banquinho de pau, ficava com o rosto à altura de sua cintura, de modo que eu não podia evitar olhar muito para a parte do calção onde supostamente se escondia um pênis gigante. Eu tentava manter a cara voltada para o mar, mas meus olhos sempre giravam em direção ao mistério. Só pelo volume, não dava para supor nada de incomum. Porém minha imaginação não sossegava: “Aninhada entre as pernas, bem enrolada”, eu pensava. E o coração ia se perturbando mais a cada silêncio entre nós.

Após percorrermos considerável distância, concordamos em que já era hora de retornar. Com sua voz rude, ele prosseguia em suas estórias. Embora me tratasse com respeito, eu quase podia sentir seus olhos sensuais se enfiando entre meus seios no biquíni, lambendo minhas coxas, minha virilha e barriga. Eu estava toda molhada e minha canga se colava a minha pele e revelava formas que eu não conseguia esconder. Apesar disso, eu mantinha meu ar sereno e natural, sorrindo e demonstrando interesse em sua conversa. Por dentro eu morria de vontade de lhe fazer a pergunta crucial e até de pedir-lhe que baixasse o calção e matasse de uma vez aquela minha louca curiosidade. Houve momentos em que estive a ponto de eu mesma arrancar-lhe a roupa para ver tudo com meus próprios olhos. Imaginei-me fazendo isso e sorri do vexame que seria. Depois voltei a considerar a idéia, dizendo para mim mesma: “Por que não?! Por que não cometer uma loucura uma vez na vida?! Puxo-lhe o calção de repente e...voilá! a verdade vem à luz! Pronto, está decidido! Vou fazê-lo agora!”

Mas não ousei, claro! Ainda me restava alguma sanidade.
 Mas nosso passeio se aproximava do fim e tomei coragem de sondar o mistério de um modo menos comprometedor:

- Você é bem conhecido por aqui, não é mesmo? perguntei num tom casual.

Ele sorriu, mudou a posição da vela e finalmente disse:

- Sou mesmo, mas como a Senhora sabe?!

- Maria, a empregada do seu Álvaro, meu primo...

- Ah! Claro! Mariazinha do seu Álvaro...então a Senhora é de lá da casa?

- Sou, sim. Meu marido e eu estamos passando férias por aqui. Comemoramos dez anos de casados.

- Vixe! uma moça tão nova e formosa como a Dona...ninguém diz que já tem marido esse tempo todo!

- Ouvi dizer que você anda caído por Maria, é verdade, José?

- He!he! é verdade, sim, ele confessou um tanto encabulado.

- Mas parece que ela tem medo de você; por que será, hein?

Imediatamente arrependi-me da pergunta, pois ele me olhou com expressão risonha e debochada de quem parecia dizer: “Então a Senhora já sabe, a Senhora já sabe, né?” Senti meu rosto queimar de vergonha, mas já tinha ido longe demais para recuar.

- Por que, hein! José ? insisti, como se fizesse uma pergunta inocente.

Dessa vez ele baixou a cabeça, sacudindo-a com um sorriso.

- Não sei, não, Senhora...acho que é umas coisas que dizem de mim por aí...

- Que coisas dizem de você?!

- Ah! falação do povo; coisa que dá vergonha de falar...

- Por que vergonha? É coisa tão ruim assim?
- Sei não...

- Se você não me disser do que se trata, vou ficar pensando coisas horríveis de você.

- A Senhora vai se ofender se eu falar; é coisa feia, sim.

- Pode dizer, José; não pode ser tão mau.

- Bem...se a Senhora insiste, he!he!, ele riu, mas calou-se por um instante, de cabeça baixa.

- Fale, homem!

- A Senhora quer saber, né?
- Claro!
- É que espalharam que tenho...tenho a piroca muito grande, he!he!

Já não deveria ser surpresa essa revelação, mas ainda assim escandalizei-me com as palavras. Meu sangue ferveu, faltou-me ar, remexi-me no banco. Porém dominei-me logo e dei uma risada para mostrar naturalidade, como se não tivesse ouvido nada de extraordinário.

- Então é isso?! Mas não é uma coisa ruim, não é mesmo?

- He!he! é...não é mesmo!

Ficamos em silêncio por alguns minutos. Continuávamos velejando de volta ao ponto de partida, dando grandes voltas de forma que quase não avançávamos, como se ele se retardasse de propósito, à espera de algo que se anunciava. Eu procurava palavras para dizer, mas elas vinham até minha garganta e enganchavam. Então arrisquei:

- E é verdade ?

- O quê?

- É muito grande?

- O povo é que diz...

- Sei, sei...

O que fazer?! O que dizer?! Para onde olhar?! Mesmo com o rosto virado para a praia, eu pressentia os olhos dele em busca dos meus, o sorriso malicioso. E como se adivinhasse meus pensamentos:

- A Senhora quer ver?

- Ver o que, rapaz?!

-A coisa; não quer saber de que tamanho é?

- Como?! Ora, me respeite! Onde já se viu?! reagi, indignada, fuzilando-o com os olhos. E acrescentei: - Chega dessa conversa! apresse-se e me leve logo de volta, por favor!

- Como queira, Dona, disse ele zangado como se eu é que o tivesse insultado.

Movemo-nos mais rápido rumo à praia. Ao redor apenas um grande círculo de água e de perturbador silêncio. Não sei descrever o que senti naqueles breves segundos, mas era como se algo me sufocasse. De repente, eu desembuxei, nervosa:

- Espere! Mostre-me! Mostre-me! Vamos! Mas só quero ver, só ver, é só curiosidade, compreendeu?!

A cara fechada dele abriu-se num enorme sorriso e ele apressou-se em baixar o calção. Quando a cueca desceu... Cristo! surgiu, a poucos centímetros de meus olhos, uma coisa medonha, uma tromba negra que começou a se erguer como se fosse animada por minha presença.

- Chega! chega! Guarde isso! guarde! Já vi o suficiente, eu gritei histericamente, virando o rosto, a garganta quase fechando de nervosismo, o coração aos saltos.

Ele assustou-se e suspendeu as roupas. Eu  nunca tinha visto nada parecido, nem em revistas. Quantas vezes maior do que a de Júlio? Oh! Jesus! senti um incontrolável desejo de ver novamente.

- Vamos! Vamos! Deixe-me ver mais uma vez!

Ele sorriu e logo baixou o calção e a cueca juntos. A coisa saltou como uma mola dessa vez.

- Nossa! deixei escapar, abismada, pois o início de ereção dava um aspecto ainda mais estarrecedor ao negro rolo de carne.

A jangada flutuava e ondulava mansamente. Eu estava hipnotizada. A coisa tinha inchado e ficado tesa como uma enorme linguiça negra. Pendia pesada de um lado para o outro e sacudia de excitação.
A cabeça era roxa, meio arredondada, como um suculento tomate. Entre as pernas, o saco cabeludo e negro balançando.  Fascinada, não pude evitar que minha mão se estendesse e o empunhasse. Cristo! que delícia segurar e apertar aquela coisa quente e roliça! Como latejava! Sacudi, balancei, e vi como era pesada! Agarrada ao pênis do homem, foi como se nada mais existisse à minha volta. Punhetei o tronco, massageei, apertei o saco, fiz tudo que me deu vontade.

- Tem calma, Dona! Tem calma! ele gemeu porque eu o maltratava, de tão empolgada que estava.
Então, já sem me importar com mais nada,  abri a boca e  engoli o quanto foi possível. E chupei! Chupei com vontade enquanto esfregava meu próprio sexo com a mão. Às vezes fazia uma pausa só para admirá-lo. Então esfregava-o no meu rosto e cheirava. Até o saco também cheirei e lambi! Depois voltava a amamar. E mamei tanto no fim que ele começou a gemer.

- Oh! Dona! oh! Dona!

Então agarrou o gigantesco membro, retirou da minha boca  e apontou-o para meu rosto, masturbando-se febrilmente, urrando como um animal. De repente, sem que eu esperasse, um jato de seu caldo quente explodiu na minha cara. Mais parecia uma mangueira jorrando sêmen! Em êxtase, abri os lábios. E assim ele encheu minha boca. A porção que não engoli foi a que desceu pelo queixo e pescoço até os seios. Quando me dei conta, estava gozando também com a mão entre as pernas, deliciosamente.
 Depois de um tempo, abraçada as pernas dele, senti-me recobrando a consciência do mundo em volta.  O senso da realidade envolvendo meu corpo e minha alma, pesadamente.

Recuperada de todoa a loucura, não sei como consegui permanecer na jangada com ele. Enquanto limpava o creme grudento de minha pele com a água salgada, tinha vontade de mergulhar e desaparecer no fundo do oceano.Ele tentou outro contato, mas reagi violentamente. Ele quis dizer alguma coisa, mas ordenei que se calasse e seguisse logo reto para a praia, antes mesmo de aportarmos no ponto de partida. Atingimos o raso, saltei e saí quase correndo pela areia molhada. Não sei como ainda tinha encontrado coragem para pronunciar um inaudível “obrigada”. Só quando me afastei, e senti-me segura, foi que não contive uma risada.

Foi a última vez que vi Zé Enguia; nunca mais tive coragem de retornar à praia, nem mesmo com meu marido. Pedi que antecipássemos nosso retorno para casa e ele me atendeu, apesar de bastante contrariado.

fim 




 Escrito por Peristilo

terça-feira, 29 de março de 2011

Mais um Selinho, Mais um Mimo! E de Duas Pessoas Especiais!








EU ACHO QUE VI UM GATINHO...


Ahhh Pessoal, essa ruivinha aqui está ficando muito mimadaaaaaaaaaaaa rsrs
Recebi duas vezes esse Selinho Fofo acima:  do meu mais Novo e Querido Amigo In_Correto do Blog : http://eroticamenteincorreto.blogspot.com e  da minha miguxa lindinha Jéssykinha do Blog: http://diariodejessykinha.blogspot.com
Obrigada meus queridos pelos Selinhos e pelo Carinho...deixaram a ruivinha emocionada!!!

Como a maioria dos Selinhos, vem uma Tarefa junto para ser cumprida rsrs
E essa é mais difícil rsrs Falar um pouco de mim rsrs

1º  Me conte um segredo:
R. Bom... se eu contar deixa de ser segredo rsrs. Vou ficar devendo!

2º  O que é valioso para voce:
R.  Minha mãe, meu irmão, ou seja minha familia, familiares, amigos e a Vida!

3º  Escreva uma frase:
R. "O melhor só se adquire à custa de um grande sofrimento."

4º  Link o Blog que te indicou:
R. http://eroticamenteincorreto.blogspot.com  &         http://diariodejessykinha.blogspot.com

5º  Quais são os seus maiores sonhos?
R.São sonhos apenas...o dia que se tornarem realidade eu conto...rs

6º  Para voce , a aparência importa?
R.  Nunca importou. Gosto de olhar o que é bonito, quem não gosta? Mas, não é importante. A aparencia interior é muito mais importante, é a que fica, que não desgasta e nem some com o tempo.
Logicamente não gosto de pessoas que não são higiênicas e nem tem cuidados consigo mesmas.
Mas aparência para mim, em termos de BELEZA; não é tudo! Nunca foi e nunca será!

7º  O que é ser Feliz?
R. Ser feliz...estar bem com voce mesma? Sorrir? Se sentir leve? Sem preocupações? Achar tudo lindo e maravilhoso? Sinceramente? Não sei...tavez um estado de Espírito. Pois a Felicidade Completa não existe.
A vida está cheia de altos e baixos. Então, acho que tenho momentos felizes!

8º  Voce é uma pessoa Amiga?
R. Tento...mas como todo ser humano, não sou perfeita...tenho qualidades e defeitos e ambos são vistos as vezes de formas diferentes pelas pessoas. Já magoei pessoas que me são caras, e me magoo por te-las magoado. Errei e me culpo, pois tenho um gênio difícil...mas quem me conhece costuma dizer...que tenho um coração que não é meu...um coração bom...e que se saber me levar tira toda a minha roupa..literalmente falando rsrs

9º  Conte-nos quatro defeitos seus:
R. Só quatro? rsrs Sou impulsiva, geniosa, exagerada, inquieta,...ops! são só quatro!rsrs

10º Conte-nos quatro qualidades suas:
R. Qualidades? Quatro? é muito...rsrs Complicado...por que o que posso considerar como qualidade, pode ser defeito...Tenho o hábito de falar o que penso...qualidades é difícil...deixo para quem me conhece...rsrs

11º Tem algum preconceito? Se sim, qual?
R.  Preconceito? Complicado...mas posso dizer que não gosto de violência, abomino pessoas cruéis, maldosas...

12º Indique  alguns Blogs fofinhos para responder este Meme:


http://sexybutterfly2011.blogspot.com/

http://contoslibertinosdeperistilo.blogspot.com/

http://boysafadinho100limites.blogspot.com/

http://segredosdacinha.blogspot.com/

http://odiariodestyphany.blogspot.com/

http://sussurrosproibidos.blogspot.com/

E a todos que gostarem do Selinho, fiquem à vontade!

Bjs doces!!!



Postado por Ayesk@



domingo, 27 de março de 2011

Adoro apostas...




Quando abri a porta juro que pensei duas vezes... Ela parecia apavorada.Tentei lembrar se fazia a mesma cara que ela na minha primeira vez e não contive o riso. Acabei sendo presenteada com uma covinha linda e um olhar sem graça.
Tão menina...Talvez fosse melhor deixar pra lá... Conheci a Rafa num coquetel da empresa, acompanhante de um amigo. Acho que ele tem uma quedinha por ela.
Mas as suas cantadas durante a noite foram horríveis.Dividi a mesa com os dois e acabei virando varias doses de uísque pra agüentar aquelas investidas ridículas. No fundo acho que foi bom,do contrario não teria feito o que fiz.
Nossa chefe é do tipo comandante de batalhão. Daquelas que intimidam e fazem tremer só em bater os olhos. Vai ver foi por isso que o marido pulou fora. 
Mas sabe como são as más línguas...Meu amigo jurou que ela era lesbica,a Rafa duvidou,eu apostei.Creio que a garota tinha bebido tanto quanto eu,ou mais....Já que ela que tinha que agüentar aquele chato no ouvido a noite toda.Disse que poderia pedir o que quisesse se chegasse na xerife.Preciso falar mais?
Liberei o caminho pra que ela passasse e lhe apresentei meu quarto. Confesso que pus meia luz, selecionei boas musicas e aquele típico vinho já nos esperava em um balde de gelo no dorso da cama...Preparei o ambiente para o abate,mas diante daquela postura de presa acuada mudei totalmente de planos.Ela queria ser domada..Convertida...Tudo bem...Adoro joguinhos...

Caprichei no tom autoritário e pedi que ela sentasse na poltrona em que tantas vezes adormeci com um livro no colo. Pedi não, exigi. A garota tremia de ansiedade...De medo..E por mais doentio que isso possa parecer eu estava adorando.Me aproximei como uma loba faminta...De pé me encaixei entre as pernas que voluntariamente ela abriu.Segurei as coxas subindo o vestido floral e me inclinei sobre seu corpo,senti o cheiro cítrico do pescoço primeiro..Minha língua desenfreada correu pra sentir o gosto.
Confesso que quase me perdi naquele pedaço de carne entre o queixo e o lóbulo da orelha. Lambia,sugava,arranhava com os dentes pra depois morder. Subia mais e mais as mãos espalmadas e possessivas pelas coxas morenas.Até encontrar a minúscula peça que meu desejo latente tanto cobiçava...Contive o impulso de tira-la,mas permaneci com a mão por ali,perto o suficiente pra incomodar a minha menina.

Desci a boca contornando os ombros de sardas, lambendo o vale entre os seios antes de me dedicar exclusivamente a eles. Rafaela mesmo pôs os belos para fora do vestido, acho que a urgência havia levado embora a sua timidez ou quem sabe ela tinha apenas medo que eu tirasse a mão de cima da sua calcinha ensopada. Descobri com o lábio o tesão revelado pelos biquinhos duros,fiz questão de colocá-los na boca enquanto via a sua expressão de prazer.Mamava como um bebê esfomeado pra depois dá varias pinceladas lindas e artísticas com a língua.Sentia a sua umidade na ponta dos dedos,o tecido que protegia sua nudez já não era mais uma barreira,então resolvi me livrar dele...

Afastei a rendada pro lado e a penetrei sem rodeios. Vi quando ela fechou os olhos e prendeu a respiração. Fui doce,má,bruta,delicada...Acelerava o ritmo das estocadas quando me dava vontade só para depois diminuir de novo e vê-la choramingar,rebolar na minha mão,buscando inutilmente com os quadris um maior contato.Seu sexo escorria,vermelho,inchado,pressionando os meus dedos e me entorpecendo os sentidos...Não tirava os olhos dos dela,estabelecia assim o meu domínio... Chamando-a de gostosa e expressando nas palavras mais obscenas a aproximação do ápice do meu prazer só por admirar seu corpo assim... Tremulo,suado,a beira do êxtase.
Chupava os seus seios quando senti suas primeiras contrações, os gemidos se intensificaram até culminarem num grito rouco e extremamente excitante. Ela havia gozado.Permaneci com os dedos aonde estavam,só o polegar que procurou o grelo duro e ofereceu carinho,aconchego.Acabei rindo solto quando ela não conseguia acreditar que gozara de novo.Fiquei de pé,abri o botão da calça,desci o zíper e ofereci meu segredo de fêmea para aqueles lábios canudos que Rafaela tinha.

Seu rosto transitava entre confusão e insegurança, mas a vontade falou mais forte e acabei gemendo alto quando senti aquela língua inexperiente em mim. Aquela mulher me despertava sensações enlouquecedoras,vê-la por si só já me provocava espasmos.Sua boca molhada na minha intimidade teve curta duração,explodi num orgasmo tão logo ela encontrou seu ritmo.Rafa chupou tudo que escorria de mim com gula.não resisti a essa cena e tomei seu lábios com fome dando um beijo que seria o primeiro daquela noite.




















Escrito por IrisDeLeao
Postado por Ayesk@

Nossa noite

 
Ele tira minha blusa com todo o cuidado,suas mãos deslizam em minha pele abre o botão de minha calça e vai tirando devagar se ajoelha e pega meu pé para facilitar começa a passar a língua sobre e abaixo do pé chupa meus dedos e começa a subir com a língua pela parte interna de minhas pernas da pequenas mordidas e chupões levanta e vai com a língua direto aos meus mamilos que estão endurecidos de tesão passa a língua ao redor do bico e com a mão no outro faz pressão então chupa meus seios,suga e suga como se deles fosse sair um liquido precioso sua mão desce até minha xaninha afasta a calcinha já ensopadae enfia o dedo direto e sem pudor isso arranca de mim um gemido de prazer e ele coloca ainda mais fundo seu dedo.

Ele então abre o chuveiro coloca as mãos em meus ombros e me guia para o jato de água,começa ensaboando minha nuca desce até as costas depois a bunda,abre minhas pernas sua língua faz o mesmo percurso da esponja,puxa meu corpo para si,sinto sua rola dura em minha bunda,e sua língua invade minha orelha suas mãos de novo vão até minha xana agora ele acaricia meu clitóris,primeiro devagar depois começa a aumentar a velocidade,sua língua sai de minha orelha e sinto uma mordida no lóbulo o jato de água mais pra fria que quente contrasta com o calor de sua língua e meu corpo queima de tesão,seus dedos não param e meu gozo se aproxima rebolo em seus dedos peço que enfie lá dentro rebolo mais e gozo alucinada.Giro meu corpo enlaço minhas mãos em seu pescoço e beijo sua boca agradecida,depois ensabôo minhas mãos com bastante sabonete e vou até sua rola dura faço um anel com meus dedos e acaricio bem rápido faço isso até ouvir seus gemidos ai vou direto até suas bolas e tento coloca-las em minha boca,mordo –Aaaai gata isso.Então coloco todo seu pau em minha boca (ou tento)ele segura minha cabeça e força sinto quando a cabeça toca minha garganta ele movimenta os quadris e força seu pau cada vez mais na minha boca de cócoras me encosto na parede e começo a acariciar minha xana e assim sentindo seu pau pulsando em minha boca e eu mesma fudendo minha xana gozamos juntos meu liquido escorre no boxe do banheiro e o seu vai direto a minha boca e sorvo essa delicia satisfeita e feliz.Depois de beijos,promessas de quero mais e muito carinho,você desliga o chuveiro enrola meu corpo na toalha me pega no colo e me leva para a cama,você me deita de bruços joga seu corpo sobre o meu seus lábios procuram minha boca com muita vontade e tesão seu beijo é tão diferente sua boca tem um gosto especial um gosto de sinceridade sinto sua rola procurando a entrada da minha xana coloco minhas pernas em suas costa pra deixar ela bem aberta ai você fica brincando com a cabeça na portinha da xana passa a rola em meu clitóris e enfia a a cabeça tira enfia e vai me enlouquecendo tento fazer pressão com minhas pernas para que você enfie tudo.
– Calma gata vou foder a noite toda vou deixar essa xana vermelhinha de tanto meter.

Quase gozo ouvindo isso fecho os olhos e fico sentindo você brincando me deixando toda melada quando menos espero você enfia tudo –OOOH dou um grito de prazer sua rolo dura e grossa faz minha xana arder gemo de dor e prazer a cada estocada sua meu corpo inteiro balança você me fode sem dó me arregaça toda e força cada vez mais a dor começa a dar lugar ao prazer fecho os olhos o prazer é incrível meu corpo suado balança com seus movimentos ouço o barulho de sua rola entrando e saindo de mim o cheiro de sexo está no ar sua voz no meu ouvido me dizendo que está fudendo que vai fazer a noite toda você mete ainda mais forte morde meus seios –Rebola no meu cacete minha putinha rebola e goza pra mim.Meu corpo inteiro treme de prazer começo a sentir um calor nas minhas entranhas e o gozo explode acho que soltei um berro,ou foi apenas um sussuro?De novo você me brinda com seu sorriso mais lindo e pede mais,Quero seu cuzinho.
-Você não deixaria passar né?
-Já disse a você sou tarado por bundas.
Você gira meu corpo me deixa de bunda virada pra você diz que é a visão dos céus e que vai encher meu rabo de porra,estremeço ouvindo isso e sinto um caldo melar minha xana.
-Primeiro uma massagem!
Nos ombros sintos seus dedos apertando você desce com as mãos espalmadas até minhas costas e seu pau faz massagem no anelzinho de meu rabo.-AAAAh não to agüento mais quero meter nesse rabo.
Sinto sua língua querendo entrar lá,língua quente que me enlouquece você lambuza seu cacete na minha xaninha e volta a entrada posiciona a cabeça e força reclamo da dor –Meu deus que dor
Você enfia até a metade mordo os lábios de dor e prazer.voce diz em meu ouvido que já está quase tudo dentro e que já vai parar de doer e pedi pra meter mais.
Digo pra você enfiar tudo você geme de prazer.
Sinto meu rabo arregaçar e a dor é alucinante e você urra fala coisas desconexas algumas entendo outras não.
 
-Ooooh que rabo tesudo que puta gostosa você é AAAAH tesão. Você enrola meus cabelos em sua mão e me puxa pra -Sinta meu pau em você rebola pra mim vai minha putinha rebola. 

 
Sinto em sua voz todo o tesão que você sente e começo a rebolar pra já não sinto mais dor,saber o tesão que sente me dá o melhor dos prazeres e rebolo como uma gata no cio em sua rola,você me pega dos quadris e soca enlouquecido baixa minha cabeça grita e mete,mete muito ouço os ruídos da cama sinto suas bolas batendo em mim, e ai você anuncia o gozo com uma voz irreconhecível de tanto tesão sinto sua porra me inundando e isso tudo me alucina e gozo também.

Caímos um do lado do outro na cama totalmente sem ar e molhados de suor e sexo.
Mas por pouco tempo porque logo sinto suas mãos em meu corpo de novo.
-Poxa já?pergunto sorrindo
-Essa é a nossa noite e eu prometi que seria a noite toda lembra? E e eu cumpro minhas promessas!!


*Espero que goste meu anjo...mas não esqueça que não existem palavras para definir o prazer que você me proporcionou beijooos! adorooo rsrsrs.


Escrito por dadinha.

quinta-feira, 24 de março de 2011

RECOMEÇANDO

























Já era madrugada e aquela cena não saia de sua cabeça. Ele a amara e idolatrara por meses e, após receber uma desculpa esfarrapada, ela sumira naquela noite. Mil coisas habitavam sua mente, inclusive a possibilidade de traição.
Imaginá-la nos braços de outro, quebrando o acordo de prazer  aberto e recíproco outrora estipulado fazia-o engolir a seco e perder o sono.
Mas Cláudio sabia que a vida era assim e não seria a primeira nem a última vez que alguém trairia sua confiança e a liberdade que ele gratuitamente oferecera. Melhor era sacudir a poeira e tocar a vida. Ainda sem sono, pegou seu carro e resolveu rodar um pouco, para clarear a mente e respirar ar puro. Era mais ou menos 02:00h da madrugada.
Apesar de não beber bebidas alcoólicas parou em um bar. A música chamara sua atenção. Parou no balcão e pediu uma cerveja sem álcool, no que foi prontamente atendido. A música que rodava era “Pintura Íntima”, do Kid Abelha. Numa das mesas, duas meninas puxavam o seu olhar com uma força magnética e incontrolável. Uma das meninas sorriu e Cláudio juntou-se a elas quase que instintivamente.
Chamavam-se Alice e Bia. A primeira, uma morena de uma beleza simples, porém intensa. Sorriso cativante que formava duas covinhas lindas e sedutoras. Já Bia era ruiva, usava os cabelos pouco abaixo dos ombros, tinha um olhar vibrante e revelador. Era o  tipo de mulher que arrebataria qualquer ser vivo sem o mínimo esforço. Após conversarem, se apresentarem e dançarem a três, um clima extremamente sensual impregnou a atmosfera que os aproximara e, sem que nenhuma palavra fosse necessária os três saíram porta afora, com a certeza que o prazer era iminente e seus corpos se precisavam.
Os lábios de Alice procuravam os de Cláudio e Bia acariciava docemente a ambos, numa cumplicidade velada e saboreada em total silêncio. No caminho de casa, Bia afagou-lhe o sexo por sobre a calça, enquanto Alice, no banco de trás, ocupava suas mãos com os seios da amiga. Com a mão esticada e sob a fina blusinha preta, ela fazia movimentos que enlouqueciam Bia e a acendiam mais e mais.
O caminho para o quarto de Claudio, agora, abrigava um rastro de roupas e calçados largados, totalmente desnecessários naquele momento de entregas e procuras.

Cláudio inebriado, assistia pasmo a destreza de Bia, despindo Alice e deixando um rastro de saliva por onde suas mãos passavam, seguidas de sua boca quente e faminta. Não demorou até que Alice, num gemido desvairado tivesse a xaninha abocanhada por bia. Foi neste momento que Alice puxou Cláudio e acomodou-o em sua boca, num ritual de entregas e prazeres no qual ele estava sendo iniciado. Sentindo que o o gozo se aproximava, ele colocou-se atrás de Bia, que gentilmente abrigou seu falo em suas entranhas quentes e meladas.
Cláudio não demorou a brindar Bia com seu leite quente e farto. Mas elas queriam mais. Queriam muito mais daquela noite a três. Alice, não se fazendo de rogada foi fazer a “faxina” em Bia e sorveu sem pressa alguma todo o leite que Cláudio havia inundado.
Quando ele, novamente ereto e faminto, colocou-se atrás de Alice, esta delicadamente guiou seu falo por sobre a xaninha, até posicioná-lo, já lambuzado, sobre seu cuzinho róseo e delicado. Custava crer que aquele buraquinho aparentemente tão frágil o abrigaria com gosto.
Ele saboreou cada centímetro daquela penetração ao ritmo do balançar das ancas de Alice e ela, gemia baixinho, por vezes, segurando-o para ir mais devagar e, noutras, puxando-o com gana para dentro de si. Bia desfalecia na boca de Alice, eram tantos orgasmos que ela perdera a noção de tempo e espaço e, naquele momento só o prazer imperava.
O dia foi amanhecendo e muitas posições e trocas depois, os três estavam exaustos. Dormiram numa conchinha que mais parecia um triângulo perfeito. Bia ainda encontrou forças para, atrás de Cláudio, afagar-lhe suavemente o saco e arriscar tocar sua zona proibida. Ele, quase morto de um cansaço bom, permitiu o carinho, mas temeu que ela pudesse ir além.
Ao acordarem, já passado das 15:00h, Cláudio as esperava com um belo café. Duas bandejas com sucos e frios. Em cada uma havia uma rosa vermelha, sinal de gratidão pela noite proporcionada. Ele olhava para aquelas duas maravilhas nuas sobre sua cama e queria que aquele momento jamais findasse.
Foi assim que Bia foi se aninhando em seu colo e, inevitavelmente encaixou-se nele novamente, arrancando-lhe mais um orgasmo, ao qual Alice apenas assistiu enquanto tocava-se serenamente, sem a fome da noite anterior.
Entre conversas, ambas confidenciaram que haviam chegado do interior, em busca de emprego e de uma tia de Alice, que lhes daria abrigo de início, mas a mesma havia se mudado e elas desorientadas, paravam em uma pensão, ao menos enquanto pudessem pagar.
Cláudio, generoso como todo homem que acabara de ser bem recompensado não hesitou e convidou-as para virem para sua casa até que as coisas se ajeitassem. Afinal, ambas o conquistaram e seria uma forma de espantar a solidão.
Elas de pronto concordaram, com uma única condição: Ele seria de ambas e isso era inegociável.
E foi assim que os três partiram para a cozinha, afim de providenciar uma refeição decente, que antecipou uma comemoração especial pela parceria que acabavam de selar.


Escrito por Eroticamente (In) Correto

Postado por Ayesk@

terça-feira, 22 de março de 2011

Bom te ver.. "São as águas de março..."













Era início de 2006, choveu pra cacete em São Paulo, era início de noite e eu caminhava desde a Estação Vergueiro do Metrô até a Estação Liberdade...
A cidade estava tumultuada, no trajeto encontro um casal se abraçando e se despedindo, o rapaz disse um “Bom te ver...” e a moça seguiu à minha frente, era uma loura com aproximados 1m70, quadril largo, andar bonito, segui atrás dela e numa travessa seguinte emparelhei, olhei - era bastante bonita e tinha uns peitinhos bem legais - e disse:
- Nem sei seu nome, mas concordo completamente com seu amigo... “É bom te ver”!
A reação da menina até me constrangeu, depositou aqueles grandes olhos amarelos fixamente sobre mim, deu um sorriso e disse:
- Grata... Mas o senhor exagera! Não tenho nada demais...
A resposta me pareceu polida e distante, afinal ela, com aparentes 20 e poucos anos, não era pro meu bico mesmo, à época já estava com 48 anos - apesar de aparentar menos -, 1m77 e tinha uns 85 kg, até tinha meus atrativos, mas nunca imaginaria que um peixão daqueles cairia na minha rede.
E a menina continuou meneando seus belos quadris à minha frente e numa outra travessa emparelhamos de novo e a menina me olhou fixamente de novo e até deu um sorrisinho, eu já perturbado disse:
- Tá lindo o céu, essa escuridão... “São as águas de março fechando o verão...”
E a menina continuando com seu perturbador olhar:
- Humm!! Que chique! Jobim! Amo Jobim...
Aí eu ri encantado e arrisquei:
- Então vamos tomar uma cerveja pra comemorar esse fechamento de verão!
E aqueles olhos gigantescos me disseram:
- Vou sim, aliás, eu ia com minhas amigas mesmo, mas vou sozinha com o senhor.
Fomos... Brejas, fritas, petiscos, uísques e quando menos percebemos nos beijávamos feito adolescentes e eu só não estava absolutamente surpreso porque não estava absolutamente sóbrio! E ainda houve tempo pra ficarmos no ponto de ônibus dela namorando como se não houvesse amanhã...
E daquela vez foi tudo, mas como viciamos naquela coisa, nos encontrávamos de vez em quando num boteco ou noutro e refazíamos a brincadeira!
Questão de tempo pra que pensássemos em ficar a sós e pra minha sorte, um cara casado, ela morava num apartamento próximo dali, mais exatamente na Aclimação!
Foi a conta de pegarmos umas bebidas e quitutes num mercado pra irmos pro apê dela, que não era grande coisa e era dividido com algumas amigas, mas tinha o suficiente pra ficarmos a sós no período em que as amigas delas estavam estudando...
Um dia por lá já meio bêbados e seminus, começamos a ousar ainda mais nas carícias - ela não queria foder, pelo fato de que eu era casado -, àquela altura não havia mais barreiras, ela já estava sem calcinha e eu já caía de língua na buceta da menina...
Não houve tempo pra ela pensar, em instantes a menina beijava, lambia e logo chupava meu pau, era uma chupada úmida, tentava engolir o pau todo e colocava as bolas do saco na boca, eu estava num estado de tesão completo, procurava o clitóris da menina mesmo sem tirar sua calcinha completamente, enfiava o grelinho na boca e acariciava a entrada do cuzinho...
E antes que gozasse na boca dela penetrei-a devagarinho e quando cheguei ao fundo puxei-a pra mim e enfiava com alguma violência... Eu mexia os quadris pra lá e pra cá e enfiava o pau mais fundo que eu conseguia, gozei gostoso, mas o que mais me impressionou é que menina parecia ter gostado tanto quanto eu e pareceu também ter gozado...
Depois daquela trepada sôfrega, urgente, merecíamos um descanso.
E foi assim que ficamos deitados na cama, nus, semi-cansados e saciados.
Agora já era possível dar uma trepada mais elaborada, menos urgente e foi assim que comecei a acariciá-la nos seios e troquei as mãos pela língua, fui descendo pela barriga, até chegar à boceta que estava raspada, os pêlos pareciam um desenho, um triângulo, comecei a lamber devagarinho, espalmava a língua na boceta inteira, depois passei a me concentrar no seu interior, enfiava a língua até onde podia, a mão direta passeava na bunda da menina, quando tentei enfiar um dedo no cu dela, ela reclamou e pediu pra tirar...
Então continuei com meu passeio de língua naquela boceta, passei pelo períneo e deu uma leve lambida no cuzinho.
Aí foi o momento de fazer a penetração, dessa vez lenta e mais profunda, a menina colocava suas pernas quase nos meus ombros e o pau entrava profundamente, comecei os movimentos de vai e vem e acelerava aos poucos, tive que diminuir o ritmo já que não queria gozar rápido.
Pedi que a menina ficasse de quatro e enfiei de novo na boceta, e aí eu controlava o ritmo com mais segurança e me segurava pra não gozar rápido, a cadência continuava ótima e eu resistia a gozar logo, a menina balançava a bunda pra frente e pra trás, eu ainda dava uma olhadinha no seu cuzinho vez ou outra, passava os dedos de leve e não os enfiava.
Certo momento, parei um pouco, coloquei os dois travesseiros e pedi que ela deitasse de bunda pra cima e comecei novamente a lamber-lhe a boceta, de vez em quando dava-lhe uma linguada no cu, até que parei definitivamente só no cu e lambi bastante, enchi de cuspe e empurrei o dedo pra dentro um pouco, ela, que gemia alto a cada lambida, retesou-se um pouco com o dedo no cu, mas depois até que relaxou com o revezamento de dedos e lambidas...
E finalmente preparei-me pro saborear aquela iguaria branca, redondinha, levemente dilatada que tinha diante do meu pau, encostei a cabecinha no olhinho do cu e fui empurrando devagar mesmo com algum protesto da menina, tive algum trabalho, doía-me um pouco, saí, passei mais cuspe, empurrei mais um dedo e a menina já nem resmungava mais, aí foi fazer a entrada lenta, mas contínua, até enterrar todo meu cacete naquele delicioso orifício, depois foi começar o movimento de entrada e saída bem devagar. Gosto de comer bundas das mulheres, não só o cu, todo o ritual me excita... Gosto é de ficar olhando o pau entrando e saindo do vão ladeado pelas duas elevações e também do bater da pélvis contra as carnes das nádegas.


E continuava esse meu ritual e comecei a acelerar e olhar e suar... Até que finalmente acabei-me em porra dentro do buraco gostoso...
Depois ela me confessou que aos 27 anos - aparentemente bem menos - só tinha dado a bunda duas vezes quando ainda virgem e que não achara a experiência excitante, disse que foi pega de surpresa com o andamento da nossa trepada, com minha tara pela sua bunda e quando percebeu já me dava o traseiro com gosto...
Passamos quase dois anos juntos e trepando de maneira maravilhosa!
Quando ela arrumou um namorado fixo tivemos que acabar com nosso belo caso, mas, menina, se estiver lendo isso saiba que deixou saudades e que ainda fico de pau duro relembrando várias de nossas trepadas!



Escrito por RELA210223
Postado por Ayesk@