sábado, 26 de fevereiro de 2011

VOCÊ: MEU TESÃO!!! Nós e mais uma noite!




Mais uma noite. Uma noite quente.

Deitada em minha imensa cama, olhava pela janela aberta do meu quarto, o céu escuro, salpicado de estrelas que brilhavam e a brisa suave.

Fechei meus olhos e entreguei-me aos braços de Orfeu.

Em meu sonho, você novamente apareceu...Meu tesão...Meu dono!
   
Você estava estendido na minha cama, exibindo sua apetitosa masculinidade em seu apetitoso corpo.

Olhei para você de cima a baixo. Era como um banquete que enchia minha boca de água.

Deveria começar pela Entrada ou pela Sobremesa?

Ajoelhei-me ao seu lado, enquanto nos olhávamos.  Seu olhar lascivo cravado em meus seios, que intumesceram.

Um calor repentino se estendeu entre minhas coxas, quando seu olhar baixou até o vértice entre elas.  

O tesão que sinto por você, que mexe com a minha libido, que me faz imaginar e sonhar como seria estar em seus braços, sentindo seus carinhos, seus beijos, seu toque, seu corpo...ahhhhhhhhhhhhhhhhhh...abro um pouco as pernas e sinto uma pequena descarga elétrica.

Minhas dobras macias, quentes, encontram-se meladas de expectativa e tesão.

Voce fica rígido, com os olhos fixos em meu sexo , seu pênis se movendo como se tivesse mente própria.

Abro as coxas um pouco mais, tímida e ao mesmo tempo ousada, sabendo que você verá as dobras que provavelmente brilharão com o fluido da minha umidade ante seu olhar faminto.
  
Sua respiração quase ofegante, enquanto seu olhos vagarosamente, detinham-se durante um momento em meus seios, subindo seu olhar até encontrar-se com o meu. 
     —Vai me torturar esta noite, não é? —grunhiu. – Vai tentar me levar até o limite.  " Torturá-lo. Humm... a idéia parece excitante."

     —Mmm — Me inclinei para frente para pôr uma mão na sua coxa.

Seu pênis estava só a uns centímetros, mas não toquei ali. Haveria tempo.  Torturá-lo, certo que sim. Sorri.
 
Queria toda essa masculinidade, estendida a meu lado.   Apoiando os braços em seus ombros, passo uma perna sobre voce, sentando-me escarranchada sobre seu peito. É tão largo que minhas pernas ficaram totalmente abertas. Meu sexo aberto beijou seu torso. Girei os quadris, saboreando a sensação do belo e o forte músculo debaixo de mim, esfregando meus lábios abertos.

" - Voce é a personificação do meu tesão.

É o meu sonho, minha fantasia, meu fetiche." 
     —Ponha as mãos por cima da cabeça.

Minha voz não soou como uma ordem. Mas sim suave e sem fôlego porque meus  pulmões estavam mais cheios de calor do que de ar. Voce  estirou os braços para cima e eu quase cheguei ao clímax quando os músculos do seu peito ondearam ao longo do meu sexo aberto e molhado. Seus olhos faiscaram ao ouvir o necessitado gemido de prazer que saiu dos meus lábios.

     —O que vai fazer comigo agora? —me pergunta com um rouco grunhido.

     —Amarrá-lo para que não possa se mover.

     —Não se mova. —sussurrei.

     —De acordo. —responde também com um sussurro.   
       
Quase mordisco os lábios ante a imagem daquele homem entre minhas coxas.  Passo as mãos pelos braços estendidos, embriagando-me com as sensações.   Poderia passar dias o explorando com as mãos e a boca.
Inclinei-me e beijei suas pálpebras fechadas. Beijei, acariciei com o nariz e lambi seu rosto, centímetro a centímetro, percorrendo com a língua o traçado das sobrancelhas, lambendo-lhe os lábios cheios.
Voce estremece quando lhe exploro sua orelha com a língua. Todos os seus músculos que tem,  estão tensos e crispados.

     —Coloque-se em cima do membro. — ordena com um grunhido. 
    —Não o meta, não pode tomar. Não foderemos, deixaremos para outra noite, outro sonho... mas tenho que senti-la. Sente-se em cima, deixe-me te sentir.

    —Sim...aaaaaaaaaa...sim... —sussurro.

Eu me movo sobre seu corpo para deslizar para baixo. Voce solta um brusco ofego quando meu sexo passa sobre a cabeça protuberante do seu pênis. Estava molhado. E eu também. Deslizo um pouco mais abaixo até que as dobras abertas do  meu sexo ficam sobre a base do pênis. É quase tão excitante como o ter dentro. A pele do pênis quase queimava. Veludo sobre aço. Deslizou-se daqui para lá em movimentos muito pequenos e observo, fascinada, como uma grande gota de líquido se forma na cabeça rubra.Me sento erguida, colocando as mãos sobre os fortes músculos dos seus ombros. Tanta força, tanto poder. Ali não havia nada brando, a pele sobre os músculos era como couro sobre aço.

"O que deve sentir ao ser tão forte? Ao saber que pode fazer quase qualquer coisa?"

Eu sorrio e me inclino para lhe mordiscar a pele do ombro.
Agora voce respira com dificuldade, parecem ofegos, como se estivesse correndo. Beijo-o na boca, brevemente, o suficiente para lamber sua língua e fazê-lo gemer, vou abaixando-me suavemente, mordendo-lhe o pescoço e os músculos do peito com breves e ligeiras mordidinhas.
Dou voltas no seu mamilo com a língua e sua testa se enche de suor, todo seu corpo se arqueia e um surdo gemido sai do fundo do seu peito. Cada vez que voce se move, seu peito esfrega em meus mamilos, uma fricção que envia ondas líquidas de calor em minhas veias. 
Nossos  corpos entendem um ao outro. 
Levanto um seio e me inclino para voce. Meu cabelo caí pelos ombros e ao redor da cabeça.
No sonho, eu pareço uma pagã, sentada nua sobre a sua virilha com o sexo aberto em cima do seu pênis, oferecendo-lhe meu seio.

Dou um salto quando seus  lábios  se fecham com ímpeto em meu mamilo enrijecido. Olho sua  boca que se move ao chupar o bico com volúpia. Sinto de uma vez, ao mesmo ritmo, violentas contrações em minha vagina.Voce libera meu seio durante um momento e abre os olhos. Eu quase me afasto  ante o fogo que vejo em seus olhos. Seus quadris empurram em baixo do meu corpo com movimentos curtos e profundos, os movimentos do sexo. Olhos nos olhos.

Meus cabelos vermelhos umedecidos pelo suor e os seus traços tensos, como se estivesse sofrendo.

     —Mais... —resmunga.

sorrindo, volto a levantar o seio e me inclino, o sorriso se apaga imediatamente pelo calor gerado por sua boca. Voce puxa com força o seio, mais forte do que o faria uma criança. Quase me desfazendo em um orgasmo.     Voce continua com a boca; seus movimentos rítmicos. Sente as contrações da vagina sobre seu pênis porque suga com mais força, seguindo o ritmo dela, com gemidos profundos que saem do seu  peito. Minhas coxas estremecem enquanto o calor segue atravessando-me em ondas e os lábios vaginais estremecem com força sobre seu pênis.
Instintivamente, meus quadris se elevam quando você empurra.

O calor, os gemidos, corações batendo, a adrenalina a mil. Pela primeira vez em minha vida,  eu perco a conexão com meu corpo devido ao prazer que só você me proporciona. Fico atordoada, cegada pelo prazer que continua sem parar, com meus pulmões ofegantes procurando ar.
Debaixo do meu corpo, seus quadris se convulsiona, movendo-se de um lado a outro, prolongando o prazer. Estou tão molhada que seu pênis, seu pau, seu cacete, desliza com facilidade. Mordisca-me o mamilo, levemente, e  grito outra vez, outro orgasmo me alaga, como uma onda chegando mar a dentro.     Solta meu seio e cai para trás sobre o travesseiro, sem fôlego, observando-me
com os olhos meio fechados, enquanto  ainda vibro pelo orgasmo. No final,  tremo e suo. Meu fluido saí  a torrentes pela vagina, em forma de suor por todo meu corpo, como lágrimas pelos olhos. Voce fica  como  se estivesse congelado quando olha meu rosto com seus olhos brilhantes..

     —Voce está bem?

Faço sinal com  a cabeça que sim e mordo meu lábio quando o olho entre as pernas. Voce se esforça tanto para manter o controle. Seus pulmões rugem com tanta força que minhas coxas se abrem a cada esforço que faz para respirar.

     —Sim... —sussurro.
Estou mais que bem. Excelente. Minhas contrações diminuem...
 Voce me observa com atenção..

     —No que está pensando?

     No que EU estava pensando ?
Em pouca coisa. Sentia, mais que tudo. Uma sensação cheia de prazer, suave e feminina. Uma sensação poderosa e erótica.
Viva.
Voce tem que saber. Tem  que entender o efeito que me causa. Merece saber.  Olho nos seus olhos enquanto meu peito se eleva com um suspiro.

     —Penso. —respondo, e minha voz estremece. Espero um momento para voltar a controlá-la, e uma lágrima solitária desliza pelo meu rosto. Quando por fim consigo dominar meus sentimentos, minha voz sai em um intenso sussurro, atravessando apenas a opressão que sinto na garganta— Penso...que nunca me senti tão livre, tão feminina, tão mulher ...como me sinto em seus braços.

Seu pênis cresce entre os lábios do meu sexo, e de repente, você  chega ao clímax, arqueando os quadris, levando-me com voce, com o sêmen saindo sem cessar e derramando-se sobre seu estômago em brancos e ferozes jorros. Até aquele momento, voce tinha se mantido sob controle, mas minhas palavras o faz explodir.
Fecha os olhos e geme como se sofresse, convulsionando-se embaixo de mim, não com movimentos rítmicos, mas sim com sacudidas descontroladas. Sigo sem parar enquanto o olho, fascinada, os jorros brancos de esperma que esporram com força da protuberante cabeça vermelha do seu pênis. Depois do meu próprio clímax, minha  carne muito sensível sente com intensidade cada movimento, cada sacudida, cada gemido do seu orgasmo. Nós dois ofegantes enquanto você vai se acalmando aos poucos.
Voce suado,  o  peito coberto de suor e o estômago cheio de sêmen.

Seus olhos fechados se abrem. Olha-me e parece avaliar meus sentimentos
        —  Posso usar as mãos? —pergunta por fim.
Também estou suada, tremendo ainda pelas seqüelas do meu próprio orgasmo. Não tenho energia para falar.
Imediatamente, voce baixa os braços, que me  rodeiam e me abaixa apoiando-me em seu peito. Eu sinto o escorregadio sêmen no estômago, colando-os juntos. Suas enormes mãos me acariciam o cabelo detendo-se na nuca, baixando minha cabeça e segurando-a para beijar-me.  Nossas bocas se amoldam uma à outra à perfeição. Sua língua devastando o interior mais profundo da minha boca, acariciando-a.

       — Foi endiabradamente viciante — murmura.

Aceno afirmativamente esgotada e deixo cair à testa sobre seu peito. Seus braços me envolvem quando deslizo para baixo.
E antes do sonho se dissipar e o sono finalmente tomar conta.
Eu ouço você ainda dizer:

      — Espero que no próximo sonho esteja recuperada.

      — Porque vamos passar todo o santo sonho fodendo.

E assim me entrego ao sono. Sem imaginar que você havia profetizado mais um sonho.

 




















Escrito por Ayesk@

Um comentário:

Anônimo disse...

Coração, outro belo texto seu! Está escrevendo com a alma agora, hein! Gostei de verdade! Beijão!