domingo, 13 de fevereiro de 2011

A Engenheira




 
Se tem uma coisa que irrita qualquer arquiteta é um engenheiro metido. Agora imagine se este metido for uma engenheira absolutamente gostosa,com ar de realeza e cheia de si....Juro que se ela mandar eu refazer o meu projeto mais uma vez ela vai analisar direitinho a viga de sustentação enquanto geme imprensada na parede.Desculpa,mas é que essa mulher me tira do serio.Chega lá na obra com aquele tom moreno saído do sol,a blusa de botões meio aberta, o cabelo preso e o óculos escuro..Ah...e aquelas pernas torneadas em cima do salto altíssimo,nem sei como ela consegue não tropeçar nos pedaços de madeira,concreto...Ai como eu queria que ela tropeçassem em mim...Ao contrario..Só levo patada..É “Cadê a arquitetazinha” pra cá...”Você comprou seu diploma?” pra lá.Parece que o trabalho dela é fiscalizar o meu,passa o dia me enchendo com a correção de cálculos que já refiz mil vezes.
Eram pra lá de oito da manhã quando finalmente a dondoca resolveu aparecer. Os peões estavam atarefados tentando terminar a estrutura base da “nossa” casa de veraneio e eu estava cortando as peças do telhado pra que ele fosse colocado pra ontem.Como estava sozinha num barraco improvisado pras maquinas que é quase um forno tinha tirado a blusa e estava só de sutiã,super entretida.Ela entrou como um foguete na certa pra implicar novamente,mas seja lá o que a sabichona ia dizer...Não disse...Ficou lá parada me olhando de cima a baixo com aquela boca carnuda aberta e podia ate jurar que ela acompanhou uma gotinha de suor descer pelos meus seios e ir morrer no cós da minha calça.Podia,né?
Porque logo ela soltou um “O que você está fazendo aqui? E ainda mais pelada?” Ia engolir em seco como em todas as outras vezes. Se não fosse o mestre de obras entrar tão eufórico no barracão a ponto de ficar vermelho feito um tomate ao notar minha semi nudez,gaguejando milhões de desculpas enquanto tentava perguntar o que nós havíamos resolvido sobre a metragem da varanda.Preciso dizer que a metida discordou de mim?Enfureci-me. Pedi que nos deixassem a sois, que iríamos decidir todas as divergências da planta ali mesmo no barracão e que estavam todos proibidos de interferir.
Ela riu encarando as maquinas e disse que dando ordens assim eu até parecia uma profissional. Cheguei um pouco mais perto e perguntei por que ela não me olhava ao falar comigo...Se ela tinha algum problema com seios...Minha resposta foi a cara dela...Um insolente...e uma bela marca vermelha no meu rosto.Como eu reagi?Mandei a ética profissional pro inferno e fiz o que o meu tesão mandava.
Sem dizer uma palavra fui me aproximando da engenheira enquanto ela andava pra trás, possivelmente com medo de que eu revidasse o tapa. Ela só não contava com uma fina parede de madeira que a encurralava.Senti ela tremer quando a encostei junto ao meu corpo entreabrindo os lábios pra exclamar alguma negação...Passei a língua de leve entre eles,insinuando,roçando,até finalmente ela toma-me a boca com fome.Aquela mulher era duelo puro até quando me beijava...Era exigente,dominadora,única...
Fui forçando a mão pra dentro da calça jeans enquanto prendia seu quadril com as pernas. A mulher me arranhava as costas,tateando desesperada na procura de um fecho que me desnudasse.Tirei eu mesma o sutiã só para em seguida levar suas mãos a cabeça e impossibilitar qualquer movimento.Gravei na memória seu olhar pidão pros meus biquinhos antes de atacar o seu pescoço.
Dava mordidas na pele macia sentindo o atrito da blusa de botões no duro dos meus seios. A engenheira rebolava quase enlouquecidamente tentando aumentar o contato... Mais um pouco a próxima a perder o juízo seria eu.Me afastei um pouco daquelas curvas perigosas.Precisava despi-la...Tomá-la...
Desci pelo seu corpo até encostar os joelhos no chão. Beijava o contorno da cintura bem feita enquanto a metidinha abria cada um dos botões numa tortura lenta e deliciosa. Resolvi entrar no jogo e pressionei a mão sobre a calça jeans dela.O gemido a seguir me fez suspirar alto e procurar o zíper que livrava aquela deusa das vestes mudanas.
Quero deixar claro que todos os meus sonhos e devaneios com essa mulher não chegaram nem perto disso... Quando fiquei de frente pra aquela calcinha de renda eu pude ter a real noção do quanto eu poderia amar a engenharia civil. Dei um beijinho e deixei a língua escorregar sobre o pequenino pedaço de tecido.Ela arfava..Eu também...
A essa altura a blusa já estava aberta. O sutiã meia taça a mostra. A visão era perfeita,os gemidos baixos me excitavam mais e mais,minhas mãos seguiam curvas inexplicáveis,apertavam e chegavam aquela engenheira pra perto,encostava o nariz no ventre dela para ser embriagada com o cheiro de fêmea absolutamente molhada..Só faltava um sentido.Desci a rendada com a boca...A mesma boca que voltou afoita pra ocupar o lugar outrora da peça agora jogada no chão.
Lambi toda a extensão daquela pele rosada e carnudinha pra depois me deter em sugar os grandes lábios... A dona da razão tremia e gritava e não contive o riso ao imaginar os peões lá fora ouvindo sua chefe a beira do gozo...Segurava o vulcão pela bunda,enchendo a mão enquanto a posicionava melhor na minha boca.A engenheira subiu a perna e apoiou o pé no meu ombro...Não sem antes me subjugar um pouquinho brincando com os dedos do pé no meus seios a essa hora já inchados de tanta vontade.
Aberta daquele jeito foi inevitável o aprofundamento da língua... Dava pequenas socadas naquela buceta linda e com o polegar atiçava o grelinho da minha dama.Ela pronunciava pedidos sussurrados que eu fazia questão de ignorar...Meus cabelos era puxados com violência,nem se eu quisesse ela me deixaria sair dali.Troca!!!Por favor... Coloca...
Assumi o papel de escrava e como Cleópatra e seus súditos... Atendi minha rainha.Coloquei o dedo na portinha e fiz q ia enfiar...Olhei pra cima e vi que ela quase lacrimejava de expectativa.Encostei a pontinha da minha língua molhada no seu clitóris e a penetrei de uma vez só.A pretensiosa fechou os olhos e se desfez em espasmos...Permaneci num vai vem gostoso enquanto chupava e mordia o grelo duro...O orgasmo veio rapidinho com uma doutora tremula caindo e sendo aparada pela arquitetazinha...
Segurei-a em meus braços no chão sujo até a mesma se recompor. Beijava seus lábios suavemente quando comecei a notar a volta da engenheira que me tirava do sério.A dondoca se levantou rápido avaliando os estragos na roupa e se vestindo da melhor forma.Eu?Permaneci ali estática até ela passar pela porta e exclamar: Ok, a métrica da varanda é com você. Mas quanto as outras divergências...Acho que discutiríamos isso melhor em uma cama,arquitetazinha.





 Escrito por ÍrisDeLeão

Um comentário:

Íris De Leão disse...

Ah...Mentirosa..Você achou sim uma engenheira a altura da minha.Se bem que ia preferir se fosse morena...Mas quanto ao olhar de "você têm que trabalhar" tá valendo..Beijos..E obrigada pelo ibope,Ayeska...