domingo, 27 de fevereiro de 2011

Orgasmos são infinitos, enquanto duram



Era nosso carnaval particular...
Em seu quarto, na penumbra, com seu perfume me contornando os sentidos. Parada no centro do quarto, de blusa branca de alças caídas e calcinha macia, pequena, que marcava o caminho que meus dedos percorreriam, abrindo caminho para minha língua gulosa e voraz, pude observar seus olhos brilhando, observando meus movimentos lentos, olhos colados em você. Lábios entreabertos, expressão alerta, costas levemente arqueadas... Sua respiração tranquila é o único som audível, além das batidas do meu coração. Seus mamilos agridem o tecido, parecendo querer furá-lo! Eu, só quero lambê-los!
Me aproximo de você, lhe como com os olhos, músculos tensos, circulando sem tocar. As costas da minha mão direita em seu braço, suavemente,deslizando, sentindo a temperatura... Sua respiração acelera, o calor do meu corpo se mistura ao calor que emana de seu corpo. Me aproximo por trás, roçando em você, sem toca-la realmente: meu quadril pressiona de leve, minhas coxas lhe tocam as coxas, por trás.Sinta meu caralho latejando, acariciando, se esfregandopela extensão de seu bumbum retesado, coxas esticadas, na ponta dos pés... Meu queixo em seu rosto, cheirando-lhe os cabelos, meus lábios se esfregando em seu pescoço...
Sua respiração ofegante, seus olhos enevoados. "Não se mexa", sussurro em seu ouvido, minha voz quase não sai. Minhas mãos deslizam por suas pernas, suavemente, pontas dos dedos. Agora agarram-lhe as coxas, com força! Lhe encoxo com vigor, lhe faço sentir meu cacete duro,latejando...
Solto você e me afasto dois passos, arrancando a camiseta. Frente a frente encosto meus lábios aos seus. "Não me toque", repito, tão baixinho que nem acredito que falei algo, a não ser com cada poro em meu corpo! Meu pau pressiona a sunga, querendo saltar desesperado e lhe alcançar. Passo as mãos em seus mamilos. Minhas palmas acariciam-lhe os biquinhos em círculos. Pela expressão em seu rosto, parecem doer com carinho tão suave. Esfrego meus lábios neles, sobre a blusa. Beijo suavemente. Prendo-os entre os lábios. Entre os dentes. Um gemido lhe escapa, dengosa, impaciente. Passo a mão entre suas pernas. Acaricio sua xana devagar, o dedo médio percorrendo a fenda por cima da tanguinha macia. Sinto você molhada. Me afasto três passos. Sorrio brevemente, de forma dolorida. Seguro meu caralho sobre a sunga e aperto. Duro,pulsando. Movimento a mão devagar,pra frente e pra trás... Circulo você, passo a mão na sua bunda, acaricio todinha, tomo posse. Arranco-lhe a blusa. Beijo-lhe os ombros. Mordisco sua nuca. Minha língua desce por sua espinha dorsal enquanto minhas mãos lhe arrancam a calcinha...
Sinto você se curvando levemente, apoiando as mãos espalmadas sobre a cama.Beijo sua bunda macia e gostosa, passo a língua, mordo. Entreabro seu bumbum com as mãos, passando á língua de baixo pra cima. Você geme de maneira entrecortada,passa uma das mãos pelos cabelos, atormentada. Meto a língua em sua xoxota melada. Vou fundo, faço círculos com ela dentro de você. Chupo forte, sugando e beijando,alternadamente. Agora preciso apertar sua bunda com força, enquanto você move o quadril e murmura palavras desconexas,sem sentido aparente. Aperto com força e tento manter a língua fundo, como um vaqueiro tentando se manter sobre um touro enlouquecido a todo custo. Mordo sua boceta ensopada, fodo com a língua e ouço você choramingando, gemendo, mordendo os lábios. Leva as duas mãos aos cabelos e os espalha, olhos fechados, boca entreaberta, gemendo longamente, intensamente! deixa o corpo cair sobre a cama, apertando os lençóis. Me ponho a beijar suavemente sua xana, massageando, acarinhando, aprontando-a para a verdadeira batalha, longa e cheia de surpresas, que se iniciará.
A noite não tem fim. Orgasmos não têm fim. Dizem que são infinitos, enquanto duram.
 




Escrito por Caique

sábado, 26 de fevereiro de 2011

VOCÊ: MEU TESÃO!!! Nós e mais uma noite!




Mais uma noite. Uma noite quente.

Deitada em minha imensa cama, olhava pela janela aberta do meu quarto, o céu escuro, salpicado de estrelas que brilhavam e a brisa suave.

Fechei meus olhos e entreguei-me aos braços de Orfeu.

Em meu sonho, você novamente apareceu...Meu tesão...Meu dono!
   
Você estava estendido na minha cama, exibindo sua apetitosa masculinidade em seu apetitoso corpo.

Olhei para você de cima a baixo. Era como um banquete que enchia minha boca de água.

Deveria começar pela Entrada ou pela Sobremesa?

Ajoelhei-me ao seu lado, enquanto nos olhávamos.  Seu olhar lascivo cravado em meus seios, que intumesceram.

Um calor repentino se estendeu entre minhas coxas, quando seu olhar baixou até o vértice entre elas.  

O tesão que sinto por você, que mexe com a minha libido, que me faz imaginar e sonhar como seria estar em seus braços, sentindo seus carinhos, seus beijos, seu toque, seu corpo...ahhhhhhhhhhhhhhhhhh...abro um pouco as pernas e sinto uma pequena descarga elétrica.

Minhas dobras macias, quentes, encontram-se meladas de expectativa e tesão.

Voce fica rígido, com os olhos fixos em meu sexo , seu pênis se movendo como se tivesse mente própria.

Abro as coxas um pouco mais, tímida e ao mesmo tempo ousada, sabendo que você verá as dobras que provavelmente brilharão com o fluido da minha umidade ante seu olhar faminto.
  
Sua respiração quase ofegante, enquanto seu olhos vagarosamente, detinham-se durante um momento em meus seios, subindo seu olhar até encontrar-se com o meu. 
     —Vai me torturar esta noite, não é? —grunhiu. – Vai tentar me levar até o limite.  " Torturá-lo. Humm... a idéia parece excitante."

     —Mmm — Me inclinei para frente para pôr uma mão na sua coxa.

Seu pênis estava só a uns centímetros, mas não toquei ali. Haveria tempo.  Torturá-lo, certo que sim. Sorri.
 
Queria toda essa masculinidade, estendida a meu lado.   Apoiando os braços em seus ombros, passo uma perna sobre voce, sentando-me escarranchada sobre seu peito. É tão largo que minhas pernas ficaram totalmente abertas. Meu sexo aberto beijou seu torso. Girei os quadris, saboreando a sensação do belo e o forte músculo debaixo de mim, esfregando meus lábios abertos.

" - Voce é a personificação do meu tesão.

É o meu sonho, minha fantasia, meu fetiche." 
     —Ponha as mãos por cima da cabeça.

Minha voz não soou como uma ordem. Mas sim suave e sem fôlego porque meus  pulmões estavam mais cheios de calor do que de ar. Voce  estirou os braços para cima e eu quase cheguei ao clímax quando os músculos do seu peito ondearam ao longo do meu sexo aberto e molhado. Seus olhos faiscaram ao ouvir o necessitado gemido de prazer que saiu dos meus lábios.

     —O que vai fazer comigo agora? —me pergunta com um rouco grunhido.

     —Amarrá-lo para que não possa se mover.

     —Não se mova. —sussurrei.

     —De acordo. —responde também com um sussurro.   
       
Quase mordisco os lábios ante a imagem daquele homem entre minhas coxas.  Passo as mãos pelos braços estendidos, embriagando-me com as sensações.   Poderia passar dias o explorando com as mãos e a boca.
Inclinei-me e beijei suas pálpebras fechadas. Beijei, acariciei com o nariz e lambi seu rosto, centímetro a centímetro, percorrendo com a língua o traçado das sobrancelhas, lambendo-lhe os lábios cheios.
Voce estremece quando lhe exploro sua orelha com a língua. Todos os seus músculos que tem,  estão tensos e crispados.

     —Coloque-se em cima do membro. — ordena com um grunhido. 
    —Não o meta, não pode tomar. Não foderemos, deixaremos para outra noite, outro sonho... mas tenho que senti-la. Sente-se em cima, deixe-me te sentir.

    —Sim...aaaaaaaaaa...sim... —sussurro.

Eu me movo sobre seu corpo para deslizar para baixo. Voce solta um brusco ofego quando meu sexo passa sobre a cabeça protuberante do seu pênis. Estava molhado. E eu também. Deslizo um pouco mais abaixo até que as dobras abertas do  meu sexo ficam sobre a base do pênis. É quase tão excitante como o ter dentro. A pele do pênis quase queimava. Veludo sobre aço. Deslizou-se daqui para lá em movimentos muito pequenos e observo, fascinada, como uma grande gota de líquido se forma na cabeça rubra.Me sento erguida, colocando as mãos sobre os fortes músculos dos seus ombros. Tanta força, tanto poder. Ali não havia nada brando, a pele sobre os músculos era como couro sobre aço.

"O que deve sentir ao ser tão forte? Ao saber que pode fazer quase qualquer coisa?"

Eu sorrio e me inclino para lhe mordiscar a pele do ombro.
Agora voce respira com dificuldade, parecem ofegos, como se estivesse correndo. Beijo-o na boca, brevemente, o suficiente para lamber sua língua e fazê-lo gemer, vou abaixando-me suavemente, mordendo-lhe o pescoço e os músculos do peito com breves e ligeiras mordidinhas.
Dou voltas no seu mamilo com a língua e sua testa se enche de suor, todo seu corpo se arqueia e um surdo gemido sai do fundo do seu peito. Cada vez que voce se move, seu peito esfrega em meus mamilos, uma fricção que envia ondas líquidas de calor em minhas veias. 
Nossos  corpos entendem um ao outro. 
Levanto um seio e me inclino para voce. Meu cabelo caí pelos ombros e ao redor da cabeça.
No sonho, eu pareço uma pagã, sentada nua sobre a sua virilha com o sexo aberto em cima do seu pênis, oferecendo-lhe meu seio.

Dou um salto quando seus  lábios  se fecham com ímpeto em meu mamilo enrijecido. Olho sua  boca que se move ao chupar o bico com volúpia. Sinto de uma vez, ao mesmo ritmo, violentas contrações em minha vagina.Voce libera meu seio durante um momento e abre os olhos. Eu quase me afasto  ante o fogo que vejo em seus olhos. Seus quadris empurram em baixo do meu corpo com movimentos curtos e profundos, os movimentos do sexo. Olhos nos olhos.

Meus cabelos vermelhos umedecidos pelo suor e os seus traços tensos, como se estivesse sofrendo.

     —Mais... —resmunga.

sorrindo, volto a levantar o seio e me inclino, o sorriso se apaga imediatamente pelo calor gerado por sua boca. Voce puxa com força o seio, mais forte do que o faria uma criança. Quase me desfazendo em um orgasmo.     Voce continua com a boca; seus movimentos rítmicos. Sente as contrações da vagina sobre seu pênis porque suga com mais força, seguindo o ritmo dela, com gemidos profundos que saem do seu  peito. Minhas coxas estremecem enquanto o calor segue atravessando-me em ondas e os lábios vaginais estremecem com força sobre seu pênis.
Instintivamente, meus quadris se elevam quando você empurra.

O calor, os gemidos, corações batendo, a adrenalina a mil. Pela primeira vez em minha vida,  eu perco a conexão com meu corpo devido ao prazer que só você me proporciona. Fico atordoada, cegada pelo prazer que continua sem parar, com meus pulmões ofegantes procurando ar.
Debaixo do meu corpo, seus quadris se convulsiona, movendo-se de um lado a outro, prolongando o prazer. Estou tão molhada que seu pênis, seu pau, seu cacete, desliza com facilidade. Mordisca-me o mamilo, levemente, e  grito outra vez, outro orgasmo me alaga, como uma onda chegando mar a dentro.     Solta meu seio e cai para trás sobre o travesseiro, sem fôlego, observando-me
com os olhos meio fechados, enquanto  ainda vibro pelo orgasmo. No final,  tremo e suo. Meu fluido saí  a torrentes pela vagina, em forma de suor por todo meu corpo, como lágrimas pelos olhos. Voce fica  como  se estivesse congelado quando olha meu rosto com seus olhos brilhantes..

     —Voce está bem?

Faço sinal com  a cabeça que sim e mordo meu lábio quando o olho entre as pernas. Voce se esforça tanto para manter o controle. Seus pulmões rugem com tanta força que minhas coxas se abrem a cada esforço que faz para respirar.

     —Sim... —sussurro.
Estou mais que bem. Excelente. Minhas contrações diminuem...
 Voce me observa com atenção..

     —No que está pensando?

     No que EU estava pensando ?
Em pouca coisa. Sentia, mais que tudo. Uma sensação cheia de prazer, suave e feminina. Uma sensação poderosa e erótica.
Viva.
Voce tem que saber. Tem  que entender o efeito que me causa. Merece saber.  Olho nos seus olhos enquanto meu peito se eleva com um suspiro.

     —Penso. —respondo, e minha voz estremece. Espero um momento para voltar a controlá-la, e uma lágrima solitária desliza pelo meu rosto. Quando por fim consigo dominar meus sentimentos, minha voz sai em um intenso sussurro, atravessando apenas a opressão que sinto na garganta— Penso...que nunca me senti tão livre, tão feminina, tão mulher ...como me sinto em seus braços.

Seu pênis cresce entre os lábios do meu sexo, e de repente, você  chega ao clímax, arqueando os quadris, levando-me com voce, com o sêmen saindo sem cessar e derramando-se sobre seu estômago em brancos e ferozes jorros. Até aquele momento, voce tinha se mantido sob controle, mas minhas palavras o faz explodir.
Fecha os olhos e geme como se sofresse, convulsionando-se embaixo de mim, não com movimentos rítmicos, mas sim com sacudidas descontroladas. Sigo sem parar enquanto o olho, fascinada, os jorros brancos de esperma que esporram com força da protuberante cabeça vermelha do seu pênis. Depois do meu próprio clímax, minha  carne muito sensível sente com intensidade cada movimento, cada sacudida, cada gemido do seu orgasmo. Nós dois ofegantes enquanto você vai se acalmando aos poucos.
Voce suado,  o  peito coberto de suor e o estômago cheio de sêmen.

Seus olhos fechados se abrem. Olha-me e parece avaliar meus sentimentos
        —  Posso usar as mãos? —pergunta por fim.
Também estou suada, tremendo ainda pelas seqüelas do meu próprio orgasmo. Não tenho energia para falar.
Imediatamente, voce baixa os braços, que me  rodeiam e me abaixa apoiando-me em seu peito. Eu sinto o escorregadio sêmen no estômago, colando-os juntos. Suas enormes mãos me acariciam o cabelo detendo-se na nuca, baixando minha cabeça e segurando-a para beijar-me.  Nossas bocas se amoldam uma à outra à perfeição. Sua língua devastando o interior mais profundo da minha boca, acariciando-a.

       — Foi endiabradamente viciante — murmura.

Aceno afirmativamente esgotada e deixo cair à testa sobre seu peito. Seus braços me envolvem quando deslizo para baixo.
E antes do sonho se dissipar e o sono finalmente tomar conta.
Eu ouço você ainda dizer:

      — Espero que no próximo sonho esteja recuperada.

      — Porque vamos passar todo o santo sonho fodendo.

E assim me entrego ao sono. Sem imaginar que você havia profetizado mais um sonho.

 




















Escrito por Ayesk@

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Valentine´s Day - VOCE é MEU FETICHE!



Meu bem, voce me dá água na boca!
Fico sonhando acordada, imaginando em fantasias sensuais, tirando sua roupa e rolando com voce em busca do prazer que tanto meu corpo pede pelo seu.
A noite no meu quarto, gemo baixinho quando imagino sua boca pressionando a minha, úmida e quente.
Eu o desejo, em meus sonhos mais loucos, quero voce...quero te lamber, te beijar, te chupar, te devorar...enfim quero voce!! Sentir seu corpo, sua boca, seu toque, seu calor, sua força, seu carinho...
Desejo sentir suas mãos e lábios sobre minha pele nua. Queria ver e sentir seu pênis.
Não quero ter recato nenhum. Quero que me agarre entre seus braços e capture minha boca em um beijo intenso, encontro de línguas e bocas ávidas.
Responderei veementemente com a boca muito aberta, deslizando a língua até roçar a sua, explorando as cavidades quentes e úmidas da sua boca masculina. Nossas respirações se farão mais entrecortadas quando voce desabotoar a minha blusa e introduzir a mão para acariciar o meu seio nu, abrangendo toda a turgidez da carne suave e provocando com o dedo polegar meu mamilo duro como uma rocha.
Os sons de prazer se afogarão na minha garganta.
Não lembrarei de ter estado alguma vez tão excitada; estarei morrendo de ansiedade para sentir sua pele nua contra a minha, desejando receber cada polegada de sua ereção dentro de meu corpo. Desprenderei sua camisa com mãos tremulas e explorarei os músculos tensos do seu peito e abdômen.
Morderei seu lábio inferior e deslizarei a mão até a sua braguilha, onde apalparei sua coluna de carne dura como uma rocha.
Me apoiarei em cima do seu peito, e voce aproveitará a oportunidade para introduzir a mão sob a saia e agarrar meu traseiro; eu por minha vez, abrirei o zíper da calça e colocarei minha mão macia e pequena ávida sob sua cueca.
Mão que ficará transbordada de carne ardente e tesa.
Agarrarei seu pênis medindo sua imponência, enquanto trocaremos gemidos suaves boca a boca.
Desejo tanto voce, quero-o tanto, que mal posso esperar que seu pênis penetre contra as paredes da minha vagina, afundando-se nela dura e mais profundamente do que qualquer homem tenha feito alguma vez.
Acariciarei a glande com o polegar, lubrificando-o com as gotas que brotarem da ponta. Sentirei como meu próprio sexo se umedecerá em apaixonada resposta. Incapaz de controlar-me baixarei a mão, levantarei a saia e me sentarei diretamente sobre seu colo. Não poderei esperar, minha vagina reclamará que me penetre.
Deus, essa ardente expectativa pelo iminente prazer me consume.
Afastando a um lado a calcinha, sentarei em cima de voce desejando apanhar seu pênis com meu sexo quente, tentando roçar a cabeça protuberante da glande contra minha fenda empapada. Me acomodarei sobre voce e capturarei a ponta...
Enquanto suas mãos percorrerão minha pele avidamente, afundando os dedos na minha carne macia que receberá com prazer suas carícias.
Desejava ter toda uma vida para explorar cada polegada do seu corpo.
Responderei a suas carícias com o mesmo ímpeto, deslizando as mãos pelas suas costas, atando as pernas ao redor da cintura.
A pele ardente do meu sexo feminino o provocará, roçará de forma enlouquecedora, os lábios vaginais úmidos e quentes contra o pênis enquanto balançarei os quadris, embalando-o entre gemidos. Com apenas uma só investida, estocará dentro de mim.
Cada suspiro, cada gemido, cada som gutural que pronunciarei, fará pulsar mais e mais o seu pênis, endurecendo-o de tal maneira que parecerá a ponto de explodir.
Ahhh,Deus...aaa...maisss...nãopare.....aaa...tesãooo...deliciaaaa...aaa..... 

Eu gemerei, gritarei, ofegarei.
E entre quatro paredes faremos tudo que é permitido. Tudo que quisermos!
E voce sentirá a contração da minha vagina ao redor do seu pênis como se o ordenhasse, apertasse...
Sentirá o abundante fluxo de líquido de toda a minha excitação, tesão, desejo por voce...e voce junto comigo chegará a um orgasmo tão intenso que nossos fluidos se misturarão no momento em que nossos olhares se encontrarem!


 
Nota da autora: Sem rascunho, sem revisão, sem nada, escrito direto e postado.
 
Escrito por Ayesk@

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Série: FANTASIAS A TRÊS - APENAS SEXO...NADA MAIS! ( Parte IV)




Casanova inclinou-se sobre mim. Sem preliminares. Sem espera. Sem advertências, roçou meu clitóris com a língua, repetindo os mesmos movimentos que fizera com o polegar.
As sensações eram parecidas com as que sentira antes, mas mais intensas. Me senti cheia de necessidade, como se não tivesse gozado antes. Só que desta vez, o prazer era mais forte. Meu corpo estava a ponto de explodir, a boca de Dante Casanova parecia determinada a levar-me ao êxtase. Eu gozaria outra vez.
Eu o observava, a imagem dele dando como festim em meu clitóris era tão excitante como o toque em si. Senti que meu corpo se esticava, que o prazer aumentava; abri as pernas o máximo que pude, convidando–o a aprofundar-se mais, queria chegar ao orgasmo logo!
— Como é? — perguntou Raul enquanto lambia o montículo do meu seio, antes de encher a boca com um mamilo e sugá-lo sensualmente.
Ofeguei.
— Fodidamente doce — resmungou Casanova, lambendo-me uma e outra vez, saboreando-me — Caralho!
O deleite estava presente em suas palavras. Gostava. Não, Casanova estava gozando. Sua voz áspera e desinibidamente rouca me dizia isso. Não ia deter-se até que tivesse sugado a última gota de prazer que eu tinha.
Raul elevou-se então sobre mim, cravando seus olhos nos meus. O desejo endurecia seus traços. Perigoso. Predador. Não gostava de só observar. Esperava sua vez.
O meu prazer foi aumentando, subindo, crescendo com cada gemido, até que meu corpo se esticou e senti que meu clitóris se inchava, pulsava, e me perdi em um orgasmo incrível.
— Me olhe enquanto goza — exigiu Raul.
Eu olhei nos seus olhos, elevando a vista, impotente, para o seu olhar decidido.
Agarrando-me aos lençóis, arqueei-me quando o prazer foi enlouquecedor.
— Raul…aaaaaaaaaaaaaaa...Raulllllllllllll...
— Depois, eu vou te lamber. Te sugar. E você voltará a gozar.
— Sim...aaaaaaaaaa... — gemi.
Logo a língua de Casanova deu um golpezinho no meu clitóris, fazendo-me perder o controle.
— Oh, Deus… Casanova... aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...que tesãooo
O êxtase arrancou um grito da minha garganta enquanto uma explosão de cores, sensações e lava fervente percorriam cada nervo do meu corpo. Estremeci e convulsionei, com o corpo úmido de suor, com os músculos agora tão líquidos como a água.
Quando me recostei na cama, tentando tomar fôlego, lutando por recuperar o controle; Casanova levantou o rosto de entre minha pernas, com a boca molhada, e os lábios apertados.
— Outra vez, putinha...outra vez...putinha deliciosa...
E voltou a lamber-me de novo.
Eu estava muito cansada depois de dois orgasmos devastadores, e Raul ainda não tinha tido a oportunidade de fazer-me voar até o êxtase. Esperava sua vez. E pela maneira com que me olhava, não ia esperar muito tempo.
— É minha vez! — insistiu Raul — Antes que a doce Ayeska desmaie. E temos que prepará-la para outras coisas.
"O que? Outras coisas?"
Eu estava tão cansada que não podia pensar em que outras coisas podiam ser.
Embora a contra gosto, Casanova se mostrou de acordo, e se levantou da cama para dirigir-se ao outro extremo do quarto. Levantei a cabeça para segui-lo com o olhar, mas Raul reclamou minha atenção acariciando com um par daqueles dedos a minha úmida e ardente vulva inchada, para introduzi-los lenta e profundamente em meu interior.
— Deite-se e aproveite — rouquejou Raul.
Os estremecimentos voltaram a aparecer, instigando-me a ressurgir à vida. Adoro sexo, adoro gozar...e ia novamente explodir em orgasmo!
Fechei os olhos e soltei um trêmulo suspiro de prazer.
“Deite-se e aproveite‘ . Raul não esperava uma resposta. E eu tampouco ia dar.
Ele excitou esse lugar sensível que eu tinha em meu interior e que Casanova tinha encontrado com tanta rapidez ; que tinha estimulado com suavidade, mas sem compaixão. O desejo surgiu de novo, mais rápido, mais quente. As paredes do meu sexo se esticaram, palpitaram, doeram-me.
— Sua vagina está se inchando, e fica rosada quando se excita. É fascinante observá-la... — disse Raul com a voz enrouquecida.
Suas palavras me fizeram submeter-me ao implacável desejo. Logo ele estimulou meu clitóris com uma comprida e lenta lambida.
Eu gritei e me agarrei de novo aos lençóis.
— Eu adoro seu cheiro — inspirou profundamente pelo nariz. — É um aroma assombroso. Picante, quente, viciante, me faz querer seguir te saboreando.
— Raul...aaaaaaaaaa...aaaaaaaaaaaa...não paraaaaaa...
Ouvi-lo dizer isso, olha-lo nos olhos, fez com que eu o enxergasse pela primeira vez. Ele me olhava profundamente, olhos nos meus olhos.
Eu não via apenas desejo, luxúria, posse, como havia visto nos olhos de Casanova, como um caçador possuindo sua caça sem dó.
Eu via sentimento, um carinho, uma ternura que me abalou as estruturas. Algo naquela hora, naquela troca de olhares, abalou o âmago do meu ser. Me senti sua fêmea, sua mulher...senti sentimentos interligando-se por fios invisíveis. Algo sem explicação. E isso me abalou, me arrepiou.
Eu soube então, naquele momento que Raul tinha conseguido levar-me a um lugar onde os pensamentos racionais não existiam, e ficavam desterrados por completo de minha cabeça.
— Deixa que te saboreie... — disse Raul. — Aceita o prazer que te dou...
Me preparei para outro clímax, para um pouco ainda maior, mais poderoso. A onda deste poderia deixar-me inconsciente, mas estava segura de que valeria a pena.
Logo Casanova resmungou algo ininteligível no ouvido de Raul. Eu abri os olhos a tempo de ver Raul assentir com a cabeça. Então, as mãos de Casanova desapareceram entre minhas pernas.
O olhar de Casanova encontrou-se com o meu. Era abrasador igual a sua expressão. Queria ver-me gozar de novo sob a língua de Raul. Era o que dizia seu olhar. O orgasmo que vinha era poderoso.
_ Ohhhhhhhhh deliciaaaaaaaaaaaaaaa..., a língua de Raul brincou com a ponta ultra sensível do meu clitóris, que agora se sobressaía de minhas dobras protetoras. Eu gritei quando as sensações quase transbordaram fora do meu corpo. Como se suspeitasse que o clímax se abatia sobre mim, Raul soltou o clitóris e inclinou-se para trás.
— Ainda não, princesa. Logo. Há mais. E quero te saborear.
— Não — ofeguei, com a fronte e os seios molhados de suor. — Não... Agora...
Ele riu entre dentes.
—Tenha um pouco de paciência.
— Não — repeti, encarando ambos.
— Sim — insistiu Casanova.
Centrei minha atenção nele quando se aproximou mais.
— Faça — ordenou ele a Raul.
Com um lento assentimento de cabeça, Raul agarrou minhas coxas, e as subiu mais e mais acima.
— Será um prazer.
“O que ia fazer?” Não iam fazer-me gozar de novo. Ainda. Não importava quanto doesse e necessitasse, quanto me arqueasse, suspirasse e suplicasse e queimasse no inferno?
Raul respondeu a minha pergunta quando colocou as palmas das mãos sob meus joelhos e seguiu subindo minhas pernas, abrindo-as ao alto e ao largo até que estivessem dobradas contra meu corpo, a cada lado dos quadris, deixando-me totalmente exposta ante seus olhos.
Ofeguei ante esse pensamento.
Raul, colocando as mãos sob os joelhos, ambos cravaram os olhos em meu sexo aberto, olhos ardentes e decididos. Sem dúvida, tramavam algo. Algo novo. O mero pensamento me fez sentir um nó de apreensão e desejo no estômago.
— Raul...
— Não suplique piedade. Não a terá. Nem dele, muito menos de mim. Queria saber o que se sentia em um ménage, putinha. Pois então vai saber... - Dante Casanova, respondeu com ironia.
“Penetração anal”.
Agora. Podia vê-lo em seus olhos, enquanto as olhadas masculinas deslizavam pelo meu corpo para deter-se na carne inchada entre minhas pernas abertas. Sim, claro que Raul e Casanova iriam penetrar-me por ali. Do que outra maneira poderia tomar a dois homens ao mesmo tempo?
— Doerá?
— Hoje será muito pouco — tranqüilizou-me Raul. — Só o suficiente para te proporcionar as sensações, sem te abrir muito.
Casanova foi direto ao ponto.
— Ainda não te foderemos aí.
Mas logo o fariam.
Me senti zonza ante o pensamento de ser penetrada dessa maneira tão primitiva e de entregar-me completamente a eles, deixando que o prazer — e provavelmente a dor — me arrastassem e me afogassem.
Eu assenti fracamente com a cabeça.
— De acordo.
— Não estávamos esperando seu consentimento. Deu-nos isso quando entrou pela porta de mala na mão.
Casanova de novo. E soava um pouco zangado. Ou talvez estivesse muito excitado. A enorme ereção que sobressaia sob as calças. E ele ainda cravava os olhos com avidez em meu sexo.
Uma parte minha queria protestar ante a arrogante linguagem. Ante a presunção. Mordi o lábio, dizendo a mim mesma que ele tinha razão. E que era sua frustração sexual que o fazia falar dessa maneira.
— Eu sei.
Parte da tensão abandonou o corpo de Casanova, logo baixou o olhar para Raul.
— Acaba.
— Não durará muito — comentou Raul.
— Ayeska pode não responder. — Encolheu os maciços ombros como querendo dizer que não se importava.
Não deixaram que eu perguntasse durante muito tempo a que poderia não responder. Uns momentos depois, senti algo frio e escorregadio em meu ânus. Esticou-se, tinha uma dúvida. Não, não só uma. Com o que a estavam penetrando? E se não gostasse?
— Não fique tensa — recomendou Raul. — Relaxe. Não é grande…
Mordendo os lábios, tentei relaxar e aceitar o objeto invasor, claramente impregnado de lubrificante. Não estava muito convencida, mas controlava minhas reações.
Até que o fogo nos olhos de Casanova se incrementou de maneira incontrolada. Até que se viu forçado a tirar as calças, e ocupar-se de seu membro com o olhar fixo na suave penetração anal que estava efetuando Raul.
Ao ver que o excitava tanto, até o ponto de obrigá-lo a acariciar a si mesmo, quis lhe dar mais dessa função. Queria brincar com eles.
Concentrando-se nas instruções de Raul, fiz o que ele sugeria e, de repente, algo magro deslizou em meu reto. Um estalo, e começou a vibrar.
“Ahhhhhhhhhhhhhhh, Meu Deussssssss!”
O prazer descontrolado se incrementou em segundos, atravessando-me e empurrando-me para o êxtase de novo. Raul deslizou mais profundamente o vibrador e deixou que se acostumasse à pequena vara. Quando Raul inclinou a cabeça de novo para tomar meu clitóris em sua boca, a chama entre minhas coxas se converteu em um inferno, estendendo o fogo por meu ventre e minhas pernas.
Arqueei as costas ao mesmo tempo que ofegava. Esse clímax ia ser grande. Poderoso.
— Oh, sim, ela responde...e como responde! — disse Raul com um indício de diversão, enquanto deslizava os dedos no sexo ofegante. — Pronta para gozar?
Eu não podia responder, não podia fazer nada a não ser gemer enquanto o clímax começava a abrasar-me.
— Porra! — amaldiçoou Casanova
Com os olhos entreabertos, observei Raul reclinar-se sobre mim. Ele cobriu minha boca com a dele, enfiando profundamente a língua dentro, como se tentasse fundir-se com ela. Uns momentos depois, afastou-se para recuperar o fôlego enquanto Casanova bombeava seu membro. A imagem era insuportavelmente erótica. Completamente excitante. Raul me beijava como um homem morto de fome, com selvageria e paixão, lambendo-me profundamente, sem deixar de me enlouquecer com o vibrador em meu ânus e seus dedos em minha vagina. Casanova agora chupava meu clitóris e bombeava seu pênis sem parar.
Gritei, gemi, ofeguei na boca de Raul enquanto o maldito mundo estalava em mil pedaços, detonando meu corpo, arrasando minha mente. Umas fortes e duras contrações esticaram as paredes da minha vagina, que se agarraram com força aos dedos de Raul, fazendo-me gemer na boca dele.
De repente, Casanova interrompeu as chupadas, ofegante e freneticamente bombeou sua ereção com a mandíbula e o ventre tensos. Logo jogou a cabeça para trás e rugiu tão forte que o som ricocheteou nas paredes. Então, quentes jorros de sêmen salpicaram meu ventre.
— Raul...aaaaaaaaaaaaaaaaa — gritei
O grito de prazer de Ayeska ainda ressonava nos ouvidos de Raul quando ela fechou os olhos e caiu em um sono exausto. Fazendo uma careta ante sua dolorosa ereção, extraiu com cuidado o vibrador e tirou os dedos de seu inchado e satisfeito sexo. Ela era deliciosa, e podia ser muito melhor. Mas já tinha tido toda a excitação que era capaz de suportar por uma noite.
Ayeska tinha gritado o nome de Raul quando estava perdida na paixão. Não o dele, Casanova e sim de Raul.Engolindo o nó de inveja, Casanova recordou a si mesmo que estava pagando uma divida que devia e só.
Raul continuava imóvel sobre o corpo adormecido e suado de Ayeska. Com o membro ainda ereto . Soltou um silencioso suspiro, e deixou cair os ombros, tentando recuperar a respiração, com os olhos entrecerrados. Embora fosse óbvio que ainda os tinha cravados nela.
Se admitisse que Ayeska era algo mais que uma transa. Se reconhecesse que essa mulher era importante para ele, como de fato o era. Casanova podia ver na cara de Raul, que ela era importante e não apenas uma divida também a ser paga.
— Por que me olha tão fixamente? — resmungou Raul.
— Por nada.
Casanova afastou o olhar, devolvendo à atenção a suave figura adormecida de Ayeska.
Raul conteve um sorriso de pura alegria. Sabia que Ayeska era tudo o que necessitava: suave e entregue na cama, aguda quando se zangava, engenhosa e carinhosa. Era mais do que imaginara em suas fantasias mais loucas.Mas lutaria contra isso mais tarde.
Casanova estava molhado por uma fina camada de suor quando rolou na cama. A luz cinzenta do amanhecer penetrava por debaixo das persiana. Raul e Ayeska provavelmente compartilhavam o calor de seus corpos e muito mais — sem ele.
Saiu da cama e percorreu o corredor para o quarto de Raul.
Fez uma careta ante a imagem de Ayeska deitada de lado com as costas colada ao peito de Raul, e suas pernas entrelaçadas. Os dois estavam enredados entre os lençóis brancos e a mão de Raul estava pousada sobre um dos seios de Ayeska.
Pareciam tranqüilos. Cômodos. Satisfeitos.
Casanova retornou pelo corredor a seu quarto. Tinha que concentrar-se no exercício. Esse dia era como qualquer outro.
Primeiro faria flexões. Acomodou-se no chão e começou a primeira série de cinqüenta.
De repente, ouviu a risada de Ayeska. Logo só pôde ouvir os suspiros dela. Primeiro um, logo outro mais longo e profundo… um que desceu diretamente a seu membro.
Mas concentrar-se na rotina era impossível quando imaginava as mãos de Raul acariciando as linhas de Ayeska até chegar aos mamilos rosados, enquanto inspirava a doce fragrância de morangos de sua pele e esperava com sua habitual paciência; e sussurrava algumas palavras adequadas que a fariam umedecer-se. Então, lamberia seus mamilos, onde riscaria um círculo atrás do outro com a língua, baixando as mãos ao ventre dela, incentivando-a a separar aquelas coxas para ele, e então deslizaria os dedos na escorregadia vagina e sentiria como as tensas paredes se fechavam em torno deles.
O ventre de Casanova se contraiu. Fazer abdominais com o membro duro como uma pedra não era nada fácil.
Em especial quando os suspiros de Ayeska transformaram-se de repente em gritos.
“Maldição”. Tirou as roupas empapadas em suor e foi tomar uma ducha fria.
A porta entre o banheiro e o dormitório contíguo ao de Raul estava entreaberta, e os gemidos implorantes de Ayeska flutuavam no ar. Primeiro ofegos, logo gritinhos. Estava cada vez mais perto.
— Por favor, Raul...
“Merda”.
E isso era exatamente o que queria fazer com Ayeska, acomodar-se entre aquelas doces coxas e ser o primeiro em afundar-se profundamente em seu interior. Mas isso não ia ocorrer. Ela não queria. Ele percebera na noite anterior a fagulha entre ela e Raul.
“Mas você poderia estar desfrutando com eles”.
Casanova entrou no quarto e foi logo dizendo:
— Comprometi-me a te ensinar tudo o que sei sobre os ménages, putinha. E para isso são necessários três. Não vou a nenhuma outra parte que não seja compartilhar a cama com você.
Ayeska abriu a boca para protestar mas Raul se adiantou com um beijo abrasador, cobrindo sua boca com a dele, invadindo-a e devorando-a. Maldição, só vendo-os Casanova já se excitava.
Gemeu quando uma das mãos de Raul deslizou pelas costas de Ayeska e se fechou sobre seu traseiro, levantando os quadris para os dele.
Não tinha dúvida, Raul queria penetrá-la.
“Perfeito”.
Ele afastou a boca, mas seguiu cobrindo-a com seu corpo, apertando-a contra a parede. E ficou encarando-a fixamente, ofegando, como se tivesse corrido dez quilômetros. Não afastou o olhar.
Casanova se aproximou deles e rodeou a cada um com um braço, empurrando-os em direção da cama.
Ayeska tinha a pele ruborizada e os mamilos duros e tentadores, cravava o olhar em Raul com uma voracidade relutante. Raul ficava mais tenso a cada segundo.
“Muito interessante”.- pensou Casanova.
Raul rodeou-lhe a cintura com um braço e a atraiu contra seu corpo. Com a mão livre baixou as alças da regata pelos ombros e deslizou bruscamente pelo torso, deixando os seios e os rosados mamilos inchados expostos aos seus olhares famintos.
Casanova se duro antes, aquela visão o levou a uns limites insuportáveis.
Raul lhe dirigiu um olhar tão cheio de frustração e necessidade sexual, que seus olhos resplandeciam com a chama do desejo.
— Agora.
Raul se colocou ao lado direito de Ayeska, enquanto Casanova ocupava o esquerdo.
— Raul ? — sussurrou ela, procurando que a tranqüilizasse.
— Aperte o cinto, putinha. — murmurou Casanova. — Será uma viagem muita movimentada.
Apenas tinha terminado a frase antes que Raul se inclinasse, cavando um dos seios de Ayeska com uma mão enquanto o cobria com sua boca. Casanova seguiu seu exemplo, lambendo com a língua o outro mamilo. Deslizou os dedos brandamente pela curva dos quadris para rebater os duros e afiados puxões que ambos estavam lhe dando aos túrgidos mamilos com os dentes.
Eu arqueei-me para trás, ofegando. Coloquei-me nas pontas dos pés como se estivesse tentando absorver as sensações ou de aproximar-me de suas bocas. Fechei minha mão sobre o cabelo de Raul para atraí-lo contra meu seio.
As sucções e as vorazes lambidas, junto com os meus fortes ofegos , enchiam o ar. Com cada lambida, meus mamilos se endureciam cada vez mais contra suas línguas…
— Putinha, na noite anterior queríamos que se acostumasse a aceitar as carícias de dois homens.
Apesar dos olhos aturdidos e as pupilas dilatadas, ela assentiu com a cabeça.
— Sim.
— Bem. Muito bem. Agora aprenderá quanto prazer você pode nos dar.
Raul apoiou as mãos nos ombros de Ayeska e a fez ficar de joelhos ante ele. Ela se ajoelhou lentamente, indecisa, mas sem afastar o olhar de Raul. Suspirou. Supunha que isso resolvia a questão de quem desfrutaria primeiro da sedosa boca de Ayeska.
Ajoelhando-se detrás dela, Casanova observou Raul e logo começou a desabotoar um a um os botões dos jeans. Raul passou a mão pela ereção, como se não pudesse estar nem um minuto mais sem receber estimulação. Atrás de Ayeska, Casanova se encontrava em um estado parecido e fez uma careta enquanto acomodava seu próprio membro. Logo apoiou as mãos nos quadris nus de Ayeskae lhe acariciou a suave pele.
— Toque-o — murmurou Casanova.
Casanova não podia deter suas mãos dos quadris, as deslizou ao ventre e aos seios. Com os polegares, acariciou os mamilos duros como pedras. Os apertou. Queria comprovar quão molhada estava.
Ayeska esticou o braço e tomou a dura carne de Raul em sua mão. Deslizou-a até a ponta, e passou o polegar pela glande. Raul gemeu com tanta força que o som retumbou em seu peito.
Levei a outra mão ao membro de Raul, unindo à primeira, fechando os dedos ao redor da ereção. Acariciava-a com mais vigor, observando o rosto de Raul e como aqueles olhos, fechavam-se ao tempo que jogava a cabeça para trás, invadido por um incomensurável prazer.
Casanova não pôde resistir a lhe beijar o pescoço, e lhe mordiscar o lóbulo da orelha.
Inclinando-se para um lado, Casanova observou com urgente necessidade e inveja como o membro de Raul entrava na boca dela, embalada por sua língua escorregadia. Ele foi penetrando cada vez mais, até que quase toda a longitude de seu membro desapareceu nas profundidades de sua boca macia e pequena.
Deus, só imagem o matava. O comprido gemido de Raul ressoou no ventre de Casanova, multiplicando seu desejo.
Quando tinha tomado tudo o que podia do membro de Raul, eu retirava e repetia o processo. Raul soltou outro gemido.
— Sim — ofegou Casanova — Sugue. Com força. Ele gosta assim.
— Está a ponto de explodir? — perguntou-lhe Casanova
— Sim, maldição.
Raul disse, mal conseguindo articular as palavras. Ayeska o estava levando ao orgasmo com muita rapidez.
Raul agarrou Ayeska pelo cabelo.,mas ela gemeu… e não de dor.
Raul gemeu, confirmando o que disse Casanova. Esticou as coxas e apertou o punho com o que puxava o cabelo de Ayeska.
— Santo Deus… não posso me conter.
Casanova sorriu.
— Boa garota. Agora, passe a ponta dos dentes pela glande.
— Não — protestou Raul.
— Faça — ordenou Casanova — Depois sugue de novo. Gozará.
Segurando o grosso pênis de Raul com uma mão, Ayeska afrouxou o aperto e passou suavemente a lingua pela glande. A imagem fez gemer os dois homens.
— Maldita seja…!
— Agora sugue profundamente, e ele irá gozar — murmurou Casanova.
Ela o fez, e Raul rugiu jogando a cabeça para trás e gritando seu êxtase que ressoou no quarto.
Eu suguei, chupei, enquanto Casanova observava como minha garganta e minha boca se moviam enquanto o fazia. Raul se afastou lentamente.
Ela gemeu enquanto continuava lambendo, como se não estivesse disposta a deixá-lo partir.
Para assombro de Casanova, Raul se ajoelhou ante ela, cravando os olhos nela como se fosse algo tão precioso. Inclinando-se para ela, Raul agarrou os quadris de Ayeska e os elevou para seu rosto, sob o olhar estupefato de Casanova.
—Tenho que te saborear — resmungou. — Tenho que saber quão molhada está.
No momento em que ela abriu as coxas sobre a cabeça de Raul, ele levantou a boca para as úmidas dobras femininas e as provou com os lábios abertos. Agarrou-se aos quadris femininos e atraiu ainda mais seu corpo para aprofundar o íntimo beijo. Um comprido gemido escapou do peito de Ayeska, tentando agarrar-se a algo ou alguém para manter o equilíbrio.
Com as pernas trementes, Casanova se levantou e se aproximou da cama para observá-los.
Ayeska tinha os olhos fechados, a pele ruborizada e coberta por uma brilhante camada de suor. Com os mamilos arrepiados, gemia, aceitando cada toque da língua de Raul.
O sangue de Casanova ferveu. Tinha que aliviar-se logo nela. Muito em breve.
Colocando-se de novo detrás dela, pousou a palma da mão nas costas, entre os ombros. Maldição, era suave por todo lado.
— Putinha, incline-se para frente. Fique de quatro.
Ayeska assim o fez, sem que Raul perdesse o ritmo. Casanova acariciou seu quadril, depositando ternos beijos na base de suas costas até o lóbulo do ouvido, onde murmurou:
— Relaxe.
Casanova a beijou no ombro, logo ficou de pé sentou-se na borda da cama, na frente dela, e afastou os cachos castanho-avermelhados do rosto ruborizado. Seus olhos aumentaram ao ver seu membro.
Segurando sua nuca com a mão, atraiu-a para si.
— Me sugue.
Ela se equilibrou sobre seu pênis e quase o tragou inteiro. Casanova conteve o fôlego. Uma selvagem sensação subiu por sua ereção, percorreu-lhe as pernas, e atravessou seu corpo com uma descarga de desejo. A cabeça de Ayeska subiu e baixou enquanto o tomava quase até o fundo de sua garganta, deslizando a língua com anseio por cada um dos lugares sensíveis de seu membro. Limitou-se a agarrá-lo pelas coxas e a chupá-lo a um ritmo que assegurava que ele não ia agüentar muito mais. Mas pela maneira em que ela gemia em torno de seu membro e os sons que Raul fazia em sua carne sensível, ela tampouco demoraria muito em gozar.
Ela seguiu chupando seu pênis, adorou-o; sua boca era como o céu, e as constantes carícias de sua língua elevavam Casanova cada vez mais alto. Casanova começou a ofegar. Agarrou-a pelo cabelo, tentando fazer com que fosse mais devagar. Queria saborear cada escorregadia sensação, cada abrasador estremecimento. Observá-la com Raul, e logo sentir ele mesmo a sedosa sucção de sua boca, sabendo que era a primeira vez que gozaria com a mulher que podia completar Raul e a ele…
O êxtase começou em seu ventre e logo subiu por seu membro, enlouquecedor e implacável. Ele tentou contê-lo mas o trêmulo calor aumentava incontrolavelmente ante a necessidade que sentia. A música de fundo de Ayeska gemendo seu prazer lhe dizia que ela estava a ponto de sentir um orgasmo gigantesco.
Sentindo vários estremecimentos na base de suas costas. Esticaram-lhe os testículos. O calor era intenso, e subia pouco a pouco por seu pênis queimando-o como se fosse fogo líquido. Logo ele deixou escapar um rouco e agonizante grito. Enquanto isso, a boca de Ayeska continuou sugando-o, chupando-o com frenesi, extraindo cada gota de prazer.
Podia observar como o pulso dela pulsava na base do pescoço. Inclinando-se sobre ela.
— Goza, putinha safada...gozaaaaaaaaaa. Por nós.
Agarrando-se a suas coxas, deixou-se levar pelo prazer, movendo seu corpo com agitação, convulsionando-se com cada onda de prazer que a dominava. Seu grito retumbou no quarto. Sob ela, Casanova podia ouvir os murmúrios afogados de Raul, elogiando sua reação, seu sabor.
Quando Ayeska gozou, ela gemeu e deixou-se cair no chão, ao lado de Casanova. Olhou-o nos olhos, com um olhar feminino e profundo. Casanova não pôde evitá-lo, o impacto que lhe produziu sua expressão o golpeou no peito. Logo ela olhou Raul com a mesma expressão, mas amplificada
Raul ficou tenso.
— Não é nada especial — disse Raul a Ayeska com um grunhido, enquanto ficava em pé e recolhia suas roupas. — É só sexo. Única e exclusivamente sexo, maldita seja.
Logo se dirigiu à porta e a fechou de repente. O som ressoou durante muito tempo.

-Continua



 
Nota da Autora: Conto da Série: Fantasia a Três - "Um Simples Beijo, Uma Simples Provocação." Queria que fosse a última parte...mas não consegui termina-lo. Apesar de comprido,espero que gostem!


Escrito por Ayesk@