sábado, 29 de janeiro de 2011

YASKARA A FRENTISTA DO POSTO


















Na cidade onde morava na Paraíba tinha uma cachoeira e no caminho tinha um posto de gasolina, não tinha muito movimento por lá, e sempre que passava,quando ia tomar banho ou até mesmo andar de bike ou coisa do tipo,sempre reparava em uma moça muito bonita, ela era loira de olhos cor de mel, seus cabelos eram compridos e lisos, tinha seios firmes que realçavam por baixo daquele macacão desengonçado, seus cabelos sempre estavam presos num rabo de cavalo, sempre que parava nesse posto ficava tentando puxar assunto com a loiruda mais nunca tinha sucesso, e não entendia o porquê, até que um dia, estava passando por lá pra ir até a cachoeira, então parei pra abastecer a moto, até que lá fui eu dando uma de galanteador,parei,dei boa tarde, era por facha de umas15: 15 por aí, ela estava distante lendo um livro,quando ela veio me atender trouxe consigo o livro,colocou sobre uma mesinha e foi logo perguntando quanto de gasolina iria querer, perguntei pra ela qual era o livro que estava lendo e me disse que não era da minha conta, fiquei um pouco com vergonha pela sacada, mais queria conquistar e domá-la então tentei mais uma vez, falei que gostava muito de ler e por isso estava interessado, falei que era professor,aí ela com uma ignorância incomparável que somente ela tinha,falou mais seca que a primeira sacada que me dera antes, ela perguntou se eu tava a chamando de burra e falei que não, que apenas queria ser gentil com ela, e ela acabou cedendo aos poucos, (pra minha felicidade é claro) falou que era um livro de romance, perguntei qual era e ela me disse que era Sabrina, falei que me amarrava nesse tipo de livros, que se ela quisesse eu emprestaria alguns pra ela, não deu muito a mínima pra mim, pegou a bomba e foi enchendo o tanque da moto,falei pra ela que queria 20,00 reais.
Quando ela terminou de encher perguntei seu nome, e ela perguntou por que eu estava quero saber tanta coisa, falou que não estava com paciência pra ficar respondendo bobagem pra forasteiro, aí eu disse que não queria ser isso que ela estava dizendo, queria ser amigo dela, por que quando passava sempre à via no posto, nunca via outra pessoa, e achava ela muito triste ou coisa parecida, foi que vi quando ela soltou um leve sorriso, acho que ela tinha medo que eu fosse algum bandido, e de tanto eu insistir ela me deu um voto de confiança, falou que seu nome era Yaskara, falei meu nome e voltei a perguntar se ela queria ou não que eu emprestasse os livros, e ela disse que sim.
Falei que morava na cidade e que sempre dava um jeito de passar por lá, pois dava aula na cidade vizinha ou tinha pegava aquele trecho pra ir pra cachoeira, aí ela disse que não tinha tempo pra se divertir, que depois que mataram o pai e o irmão dela por causa de dividas ela sempre levava os seus dias pra cuidar do posto falei pra ela da cachoeira e convidei-a pra ir comigo, mais ela disse que não dava, ela morava próximo de lá, e que tinha que cuidar do irmão mais novo dela, que a mãe dela tinha morrido também de parto desse irmão, e ela agora era mãe e pai do garoto, falei que ela poderia levar ele com a gente, que se ela topasse qualquer dia iria de carro e levaria os dois, ela olhou pra os lados, tirou a liga dos cabelos e ajeito-os novamente, achei muito bonito essa visão.
Olhei-a por um misero segundo e voltei a insistir, sabia que ela não iria resistir meu charme, perguntei pra ela se tinha água, ela disse que sim, então desci da moto, e ela me levou até o escritório. No meio do caminho ela disse que era melhor eu dizer logo pra ela o que é que eu queria, pois ela sabia qual era a minha, cai na gargalhada e disse, você pensa que quero fazer algum mal pra você?
E ela disse, conheço muito bem esse seu tipo, aparece por aqui dizendo que quer ser amigo, e coisa e tal, depois que eu caio no seu papo você me rouba, ou quer me usar de má fé, falei pra ela que estava equivocada que eu não iria roubar nem muito menos fazer algum mal pra ela, voltei a dizer minha profissão, falei tudo que fizesse ela ter confiança em mim, ela abriu a geladeira e me deu água, sentou-se numa cadeira de plástico um pouco suja, o escritório não tinha muita coisa, era um lugar pequeno com uma mesa, a geladeira, uma maquina de escrever uma TV e alguns certificados olhei pra uma das paredes enquanto bebia a água,e vi um quadro com umas pessoas,perguntei quem eram,e ela falou na foto aparecia uma menina loirinha com um vestido meio desbotado,um homem com camisa listrada e chapéu uma mulher com uma saia comprida e uma blusa de botões e um garoto que deveria ter uns 12 anos,ela disse que era os pais dela,o irmão mais velho e ela,essa foto tinha sido tirada no dia que a mãe dela descobrira que estava grávida novamente.
Disse pra ela que precisava ir,mais que se ela quisesse que eu voltasse pra trazer os livros traria e conversaríamos mais,ela disse que tudo bem,acabei voltando pra casa sem ir pra cachoeira.
Chegando em casa fiquei pensando nela o tempo todo,dormi e sonhei que transava com ela,era uma delicia o sonho mais no melhor acordei.
Era domingo acordei cedo e resolvi que iria ver a Yaskara, vesti apenas um short de nylon,coloquei uma camisa regata peguei meu boné calcei a chinela e sai,estava disposto a levá-la pra cachoeira, e tinha que ser naquele dia.
Cheguei ao posto e estava fechado, olhei pra um lado e pra o outro e não vi ninguém fui até o escritório e também nenhum rastro dela, fique sentado no banco que tinha encontrado ela no dia anterior uns 20 minutos passados ela chega, com o mesmo macacão de sempre vinha com uma bolsa nas costas, e ela abriu um sorriso perguntando o que é que estava fazendo ali tão cedo,falei que era bom ver ela sorrir,pois sempre via ela seria,ela disse que estava começando a gostar de mim,que eu parecia ser um cara legal,fiquei muito feliz em ouvi-la dizer isso,perguntei pra ela do irmão,e ela fechou a cara,ficou calada,colocou a bolsa no chão,e não falou mais nada,entreguei os livros que tinha prometido,e ela não fez muita questão,perguntei pra ela se tinha dito algo errado,ela olhou pra mim e disse que tinha que me falar algo,fiquei apreensivo e disse:
Sam-Pode falar, estou esperando...
Yaskara-Eu menti pra você!
Olhei pra ela sem acreditar, e disse.
Sam-Mentiu?Sobre o que?
Yaskara-Sim menti sobre meu irmão, não tenho ninguém, sou apenas eu sozinha...
Baixou a cabeça e começou a chorar soluçadamente. Perguntei então por qual motivo ela tinha feito aquilo, e ela disse que tinha medo que eu fizesse algum mal pra ela, mais quando chegou em casa,pensou muito bem e viu que eu não era um cara mal,que eu era do bem,me aproximei dela meio sem jeito com medo de ser repreendido abracei-a,e ela se entregou a mim deixando-se ser abraçada.
Fiquei acalentando ela um pouco, até que ela deitou o seu rosto em meu ombro e me pediu desculpas, falei que só desculparia se ela fosse comigo pra cachoeira, ela sorriu e apenas balançou a cabeça afirmativamente, então ela pegou a bolsa, perguntei pra ela o que tinha dentro e ela falou que era a comida,
subimos na moto e partimos, ela me abraçou com um pouco de distancia. Fiquei pensativo vou deixar ela assim, pra poder ganhar confiança, seguimos e no meio do caminho ela foi se aproximando ate me abraçar por completo, a senti ficando encharcada mais não disse nada.
Ao chegarmos ao local, parei e descemos, fui logo tirando a camisa e ficando apenas de short, ela estava com o macacão e perguntei se ela iria ficar daquele jeito,ela disse que iria tirar a parte de cima e assim fez,estava com uma blusinha rosa por dentro, fiquei com vontade que ela tirasse todo aquele macacão e ficasse nua, mais sabia que não iria acontecer daquela forma nem naquele dia.
Conversamos muito, sobre a vida dela e a minha, e num descuido de momento acabei tocando sua mão, pareceu cena de novela (risos) quando peguei em sua mão ela olhou pra mim e sorriu, e do nada pedi um beijo,ela então veio se aproximando e nos beijamos,foi muito demorado, senti sua língua procurar a minha, eu beijava sua boca, mordia seus lábios e ela gemia, ela chupava minha língua como se fosse arrancar, e meu pau já começava a dar sinal de vida, pus minha mão em cima de sua fenda e senti quente e úmida, ela começou a tirar o macacão sem tirar os olhos de mim, soltou os cabelos e ficou apenas de calçinha, era minúscula e estava molhada, ela veio e me abraçou, e ficamos nos beijando por um longo tempo, ela me apertava o corpo e eu fazia o mesmo, depois ela olhou pra mim e disse que tinha medo de seguir à diante, que mal me conhecia e já estava se entregando daquela maneira levantou-se do chão e pegou o macacão, pedi que não fizesse aquilo, que eu há muito tempo gostava dela, que desse uma chance pra si própria, mais não ouvi dialogo ela vestiu a roupa, e me pediu que levasse daquele lugar, e assim fiz, meu pau doía de tão duro que estava e ela sabia como eu estava o meu estado, pois ela também estava do mesmo jeito.
Seguimos de volta pra o posto ela novamente estava distante de mim, não nos falamos o caminho todo, teve um momento que passei por uma pedra e fez com que ela se chegasse mais perto de mim e pude sentir o fervor de sua bucetinha enchacarda e seus seios completamente eriçados pelo tesão.
Enfim chegamos ao posto novamente.


Continua...


Vou parar por aqui por que está longo demais, espero que tenham gostado. E a segunda parte vai ser bem melhor garanto pra vocês. Beijão pra todas!!!



Escrito por $amurai do Sexo

Postado por Ayesk@

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