quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ROMA OD ALUMROF




Trago nas coxas as marcas dos beijos dela tatuadas, das noites febris em que o sol de nossos desejos ilumina nossos corpos suados e o pulsar dos corações ditam o ritmo dos toques. Sempre foi assim.
Você, expansiva e gostosa, desejada de corpo e alma, tocada por meus olhos discretos no carrinho de sorvete, na praia. Aquele biquíni florido mostrando o prêmio a ser alcançado ao percorrer o caminho do pecado ininterruptamente. Sorriu pra mim, escolheu sabor diferente do meu e me olhou de cima em baixo, sem demonstrar ter notado a movimentação instantânea crescendo sob a sunga, o que me alarmou a ponto de vestir a regata sobre o ombro pra tentar esconder... ”Tem vaga sob o meu guarda-sol, vem”; “Então tá, vou”. Foi assim que começou. Lado a lado, você deitada sobre a toalha, oferecendo toda a sua gostosura aos olhares, de bandeja, eu sentado no banquinho, pernas separadas, caralho duro doido pra ser o sorvete napolitano entre seus lábios. Nossa, como você chupa gostoso! Talvez me provoque deliberadamente, encostando o sorvete (morango na ponta) aos lábios e separando-os lentamente, só então deixando entrever a pontinha da língua, que acaricia e saboreia delicadamente. Já eu mordo e mastigo meu sorvete, sugando o pedaço, olhos grudados em seus seios que subiam e desciam como se, ao subir buscassem meus lábios, e ao descer os levava com eles. Seu olhar me dizia que imaginava, mesmo sem ver, o quanto o meu pau estava duro e pulsando, louco para libertar-se da sunga e planar sobre você como uma asa delta.

A forma como enfia a parte vermelha toda na boca e suga fazendo barulhinho, sorrindo com os olhos! Por isso, sem resistir, me ajoelhei na areia ao seu lado, e assim você viu a rola duríssima forçando a sunga. Resolvi pincelar o seu corpo com o meu sorvete, sob suas reclamações e risos, o sorvete gelado pela barriga, sob o umbigo e entre os seios, em seguida passando a língua. Você nem tinha como não deixar! Me pus a lamber sob o umbigo, sua respiração alterada passando despercebida, misturada ao barulho do mar e dos vendedores de bugingangas. Lambi a parte de seus seios desprotegida da parte de cima do biquíni, e senti sua mão direita discretamente procurando alisar meu cacete sobre a sunga.

E uma bola de praia cai bem perto de nós! A menina que veio pega-la nem notou nada, mas foi a senha para sairmos dali com urgência! Nos levantamos, a toalha em seu ombro direito ajudando a encobrir minha vara dura,latejando, eu segurando em seu braço direito suavemente, mantendo-o à frente do meu pau, roçando nele enquanto andamos, e o meu braço esquerdo sobre o seus ombros, acariciando o bico do seio por dentro do biquíni.

A caminho do apartamento, entre as pedras, não foi possível esperar! Você se atirou de joelhos na areia e baixou minha sunga com as duas mãos. Quando a pica saltou, abocanhou com gula e sofreguidão, mamou como se fosse a última mamada a terra! Encostado à pedra não fiz nada além de enlouquecer de prazer, sem lhe tocar, observando seu rosto corado de olhos chamejantes, a boca gulosa engolindo meu pau, a língua sedenta sugando, a cabeça vindo em minha direção até acomodar o que podia, a cabeça do caralho em sua garganta! Gemi alto, de tanto tesão! Seus beijos em minhas coxas, o pau se esfregando em sua cara, sua língua em minhas pernas salgadas, sua mão me punhetando... Um casal nos vê à distância e desvia o caminho; você ri,nervosa e volta a chupar, fora de si, mamando enquanto bate punheta pra mim, acelerando ao me perceber retesar as pernas, agarrando-as com força ao mesmo tempo em que recebia os jatos de porra. 



Urrei de prazer, agarrado às pedras! Após o primeiro jato na garganta você liberou o meu pau e o segundo lambuzou sua cara. Voltou a abocanhar e só parou quando eu estava limpinho; então guardou minha rola e se ergueu, pernas bambas, passando a língua pelo rosto até onde alcançava para limpar. 



Me abraçou, para irmos embora, mas eu não iria esperar para lhe satisfazer. Virando você contra as pedras, afastei o biquíni pro lado e encaixei o cacete. Você empinou, eu soquei. Agarrando seus ombros metí com vigor e logo você deu sinais de gozar, rebolando, rebolando e suspirando de prazer. Sem sair de dentro, sentei na pedra, você no colo. Nos beijamos. Mamei em seu seio... Momentos depois, abraçados, sorrindo, seguimos em direção ao meu apartamento, onde poderemos nos apresentar pra valer. Eu já sei, não se engane, que você é a minha fórmula do amor!
  





Escrito por Caique

Um comentário:

Piment29 disse...

Proporcionar prazer e ter prazer em lugares proibidos dá ainda mais tesão. Ainda se for com um desconhecido, sua adrenalina e seu desejo ficam a flor da pele ... Sensação inigualável ... Amo ♥♥