domingo, 9 de janeiro de 2011

Rebelde Noviça





Joca é o faz-tudo do convento da cidadezinha mineira de interior. Seu avô trabalhara para a congregação na adolescência e seu pai, que seguiu seus passos, orgulha-se de ver o filho ir pelo mesmo caminho. As religiosas adoram esse menino que elas viram nascer, crescer, ganhar um corpo forte e exuberante e atingir a maioridade sem perder o rosto angelical da meninice e uma espontaneidade toda campesina. Sempre gentil e prestativo, Joca é incapaz de dizer não e, talvez por isso, as freiras não lhe dão um momento de descanso. Ele é solicitado por todas. Quando não é a madre superiora, é a irmã almoxarife; quando não esta, a irmã responsável pela faxina ou a irmã porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavanderia ou da horta ou da capela. Joca não para um segundo!
São 15h de um dia quente. Cansado e sonolento, de pé desde as 4h30 da manhã, Joca resolve ir até a estrebaria para tentar tirar um cochilo de meia hora. Mal fecha os olhos para a ingressar no mundo dos sonhos, ele ouve passos acompanhados do farfalhar de hábito religioso, tão familiar seu. Rapidamente, ele se cobre de palha e espia. É a irmã Judith, uma das noviças mais jovens da comunidade, trazendo em cada mão um pesado balde repleto de amoras. Ela se detém a um metro do monte de palha em que Joca se encontra, pousa os baldes no chão e, sem suspeitar de que não está sozinha, começa a suspender o hábito. Joca se prepara para ver a freirinha aliviar-se diante dos seus olhos.
Joca logo descobre que a irmã Judith está longe de ter o corpo de lombriga, esverdeado, magro e flácido da maioria das freiras do convento. Para agachar-se sem sujar o leve hábito cor areia ou enchê-lo de palha, ela o suspende bem acima da barriga e ele pode ver seu corpo sendo lentamente descoberto. Um par de coxas morenas, perfeitas e, entre elas, para nova surpresa do seu espectador, em vez do esperado tufo de pelos castanho-escuro, um curto triângulo extremamente bem aparado guarnece o baixo-ventre, deixando à mostra o risco sombrio da bucetinha fechada e, muito provavelmente, virgem.
Joca é tomado de vertigem ao ver a freirinha de cócoras com as pernas arreganhadas, de frente para ele, e quase sufoca com a própria saliva ao perceber que, em vez de urinar, ela começa a se acariciar. "Isso é siririca!", berra ele em pensamento, esfregando os olhos e sentindo o coração esmurrar-lhe o peito. Agachada, a noivinha de Cristo passa a mão ao longo da gorduchinha, percorre a linha da racha com o dedo, depois separa os grandes lábios com as duas mãos. "A rosa abriu", pensa Joca, já teso, vendo a freirinha começar a esfregar vigorosamente o grelinho, gemendo nervosamente e passando a língua entre os lábios. De vez em quando, ela leva dois dedos à boca, suga-os, encharca-os de saliva e volta rapidamente ao entrecoxas, introduzindo delicadamente a extremidade de um deles na entradinha, mas, fazendo ar de preocupada, logo desiste para voltar à manipulação do pequeno botão que lhe proporciona tanto prazer, centímetros acima. Sua excitação é tanta que o orgasmo logo se anuncia. Resfolegante, ela joga a cabeça para trás e lança no ar um "Ahhhhh!" que ressoa na estrebaria fazendo o cavalo voltar-se para olhá-la. Não se contendo, Joca, que deu um jeito de abrir a calça, entrega-se a uma ruidosa punheta.
Ofegante e ainda zonza do orgasmo avassalador, irmã Judith permanece um pouco de pé, com o hábito erguido enquanto improvisa um "banho de gato", lambendo os dedos e passando-os na xana gozada. Joca continua masturbando-se furiosamente, tentando chegar ao orgasmo antes que ela recubra suas coxas e volte a ser noiva de Cristo. Descontente com a higiene manual, a freirinha torna a agachar-se e, concentrando-se, começa a urinar fartamente, numa parábola amarela que vai fazendo uma poça entre suas pernas. Agitadíssimo, Joca descura do barulho da palha seca, que produz um "tchac-tchac-tchac..." em velocidade crescente. A irmãzinha não tarda a ouvir - e estranhar - esse ruído atípico. Baixando o hábito e ajeitando-o com as mãos espalmadas, ela começa a caminhar para fora do estábulo, arriscando umas olhadas para trás. Mas ela se lembra das frutas para fazer geléia e volta para buscá-las. Ela levanta as alças dos baldes e, quando se prepara a erguê-los simultaneamente, ouve uma voz juvenil: "Eu vi tudinho, irmã." Paralizada, a noviça fecha os olhos e sussurra: "Ai, minha santinha!" Ela toma coragem, pedindo à sua padroeira que lhe conceda a graça de que essa voz pertença a um espectro, mas, ao reabrir os olhos, ela vê Joca de pé a um metro de distância, todo corado, cobrindo a calça com as duas mãos.
- Pelo amor de Deus, Joca, não vá contar a ninguém!, suplica a novica, desesperada.
Joca olha seu rostinho lindo e saudável de menina de família tradicional do campo. Ela tem as bochechas coradas e os olhos brilhantes da precedente atividade lúbrica, além de alguma palha ainda grudada no hábito, o que lhe dá um ar de moleca. O rapazola, animando-se, decide tentar mantê-la ali.
- Que é que a irmãzinha estava fazendo?, pergunta ele, mal intencionado.
- Nada ué! E se você viu, está visto. Eu vou ser freira, ainda não sou santa!, precipitou-se ela em desculpar-se, baixando a cabeça e agarrando-se às alças dos baldes, mais vermelha do que as frutas.
Joca então se aproxima e posta-se a dois passos da freirinha, sorrindo e procurando seus olhos, isento de qualquer inibição. A noivinha do Senhor, por sua vez, encabuladíssima, não consegue despregar os olhos do chão. Puxando-a pela larga manga do hábito, ele a faz largar os baldes e aponta para a baia onde se encontra Espeto, o cavalo que puxa a charrete do convento.
- Sabe porque ele se chama Espeto?
- Não, responde a irmãzinha, toda rubra.
Joca entra na baia e, levando sua mão ao ventre do animal, começa a acariciá-lo. Pouco a pouco, o enorme membro vai descendo, avolumando-se, endurecendo-se, até assumir proporções assustadoras. A irmãzinha, visivelmente embraçada, porém curiosa, olha boquiaberta.
- Venha! diz Joca, fazendo sinal com uma mão.
Ela entra na baia e fica ao lado do animal. Joca então empunha o colosso e a convida a fazer o mesmo. A irmã reluta, mas acaba vencendo-se e, ao primeiro contato, sente a incrível tensão sexual do corpulento animal. A coisa deve medir cerca de cinco palmos de comprimento e a mão da freirinha não comporta a circunferência. Espeto fica imóvel, parecendo desfrutar serenamente do prazer de ser manipulado. Joca mostra à freirinha como fazer e ela põe-se a masturbar o enorme cacete preto. Espeto agita-se um pouco, balançando as orelhas e batendo uma pata, mas não sai do lugar.
Vendo a empolgação da freirinha, Joca desafivela seu velho cinto e a calça larga desce até os pés enquanto seu pau balança na vertical, pulsando como o de Espeto.
- Joca! Exclama a noviça, entre a surpresa e a indignação.
- Ara! Se a senhora pegou no do Espeto, pode pegar no meu, uai!
- Eu estava curiosa com o cavalo, só isso. Sempre fui curiosa e inteligente, fique você sabendo! defende-se ela, largando o colosso animal e limpando a mão com um pouco de palha.
- Não pare, irmã! A senhora não viu a melhor parte.
- Que parte, Joca?
- Continue!
A irmã volta a empunhar o caralhão pulsante e recomeça a masturbá-lo regular e ritmadamente. O cavalo volta a ouriçar-se, olhando para trás, fazendo movimentos com a garupa e flexionando as patas traseiras.
- Assim, irmã. Continue.
- Estou continuando, mas não acontece nada, Joca.
De repente, o colossal membro põe-se a ejacular em quantidade impressionante. Joca leva a mão da freirinha até a estranha glande que lhe parece feita de borracha e o esperma quente e espesso inunda-lhe os dedos e a palma da mãozinha delicada. O cavalo bufa, inchando as ventas e suas patas traseiras tremem com o orgasmo bestial. A quantidade de esperma parece suficiente para encher meio balde, avalia a noviça, impressionadíssima. Espeto olha para trás e mexe os beiços, novamente sereno. Joca exibe seu membro em esplendorosa ereção.
- Esse aqui não é maior que o do Espeto mas também cospe muito irmã!, exclama ele, orgulhoso, olhando-a expressivamente nos olhos.
A irmãzinha de dezenove anos incompletos está quase engasgando ante a possibilidade de realizar ali o que ela supõe que jamais poderá fazer senão em sonhos pecaminosos. Está muito tentada a deixar-se seduzir pelo rapaz e seu imponente instrumento. Mas, lembrando-se dos votos que está para fazer e, ao mesmo tempo, dos ensinamentos de humildade que lhe administram no convento, ajoelha-se diante de Joca e começa a subir sua calça, no intuito de vencer-se e vesti-lo. Mas, ao erguer a cabeça em busca do olhar do rapaz, ela percorre involuntariamente as suas pernas e topa, em primeiro plano, com o volumoso invólucro rosado na convergência das coxas lisas e musculosas, e, logo acima, o membro duríssimo que encobre parcialmente esse rosto que ela procura, agora intrigado mas sempre sorridente.
A freirinha engole em seco, faz o sinal da cruz, faz que vai desviar o olhar, mas não consegue reprimir o desejo de guardar na memória o resto desse corpo tão viril. Ela volta então a erguer os olhos para esse semideus pagão e contempla demoradamente a barriga plana e desenhada, o peito forte, as pequenas elipses dos mamilos, os antebraços musculosos, as mãos fortes. Voltando os olhos para o membro que paira logo acima, ela se deixa finalmente levar pela atração irresistível do sexo, elevando os braços para envolver com as duas mãos a cintura de Joca. Sentindo a bunda firme e lisa reagir ao seu toque, ela cola o rosto a uma das coxas, fechando os olhos e pedindo perdão a Deus.
Exultante, Joca empunha seu membro para cima, oferecendo o saco rosado à freirinha. Ávida, ela o lambe como se fosse uma bola de sorvete de um novo sabor. Joca acaricia-lhe o rosto enquanto ela suga cada bola e inspira sem medo de respirar livremente. Ele afasta as pernas, pede-lhe que abra bem a boca e vê todo o seu saco ser tragado, gemendo ao sentir o repuxar do períneo e a dorzinha característica das bolas. "As-sim, irmã!" diz ele jogando a cabeça para trás e fechando os olhos, sentindo suas coxas serem acariciadas pelas mãos ainda nervosas da freirinha. Da cabeça do seu pau brotam gotas transparentes que se desfazem num fio de prata. Cada vez mais sedenta, a noviça toma-lhe o membro da mão, empunha-o pela primeira vez, travando conhecimento com sua rigidez, pulsação, temperatura, cor, odor. Ela contempa extasiada esse símbolo maior da atividade que lhe é vedada pela Igreja. Ela estima seu tamanho a dezessete centímetros por cinco de diâmetro enquanto, por baixo do hábito, percorre com um dedo a sua fenda virgem até encontrar o ponto de introdução. Ela se assusta ao comparar o diâmetro da glande que pulsa acima dela ao minúsculo orifício abaixo dos lábios tenros.

Embora extremamente resistente ao orgasmo, Joca não quer perder a chance de passar um longo tempo comendo a bucetinha e – quem sabe – o cuzinho da noviça. Ele não é de modo algum experiente, mas já andou ensaiando com meninas das redondezas, algumas das quais, para se manterem virgens, ofereram-lhe o cu. Isso lhe deu o gosto pela coisa, mas faz tempo que ele não consegue obter esse favor. Tirando o membro da boca da freirinha, ele lhe pede que fique de quatro, arregaça-lhe o hábito até as costas e expõe a bundinha imaculada. Ele se afasta para contemplá-la, os grandes lábios apertados entre as coxas trêmulas e o sombreado do cuzinho com seu ínfimo orifício no fundo do rego, logo acima. Na baia, ao lado, Espeto ainda exibe seu enorme atributo, como se a cena o mantivesse excitado. A freirinha olha para trás, apreensiva.
Ajoelhando-se por trás dela, Joca aproxima-se ao máximo e separando-lhe as nádegas como se fossem dois gomos de uma fruta exótica, expõe o cuzinho aparentemente intocado. Ele aproxima o rosto; isso incomoda a freirinha. Ele a tranquiliza dizendo que está fazendo exatamente o que quer. Ela relaxa e ele passa a língua molhada ao longo do rego, sentindo o cuzinho pulsar na passagem. A irmãzinha, temerosa, quase desmaia de prazer com esse primeiro contato. Joca concentra-se no buraquinho, lambendo-o abundantemente e cutucando-o com a ponta da língua, fazendo-o pulsar e provocando pequenos espasmos na freirinha, cuja buceta começa a ser inundada de líquido espesso.
A língua voraz trabalha ao longo da fenda, atravessa o períneo, pincela o cuzinho e vai terminar no final do rego. Joca refaz o caminho inúmeras vezes, provando os sabores íntimos da freirinha e fazendo-a gemer e, ao mesmo tempo, relaxar todos os seus orifícios. Ela sente sua buceta encharcar-se vezes sem conta, seguida, a cada vez, de uma nova passagem da língua quente e molhada de Joca.
Quando ele se afasta, ela se sente desamparada e olha para trás com olhar interrogativo. Qual será a próxima etapa dessa deliciosa via crucis? Ela vê que Joca continua extremamente excitado, o pau duríssimo, apontando para cima, vibrante. De joelhos, ele se aproxima dela e, forçando o membro para baixo, o faz deslizar entre suas coxas. A cabeça chega quase até o umbigo da feirinha. Ela a vê por baixo e sente o contato da verga com os lábios da buceta em chamas.
- Isso é encoxar, irmã. Conhecia?
- Que pergunta, Joca! Claro que não! responde a freirinha, fazendo-se de ofendida. Mas você só vai ficar brincando aí fora?
- A irmã já tá com pressa?
- Não é isso, mas...
Sem deixá-la terminar, Joca aplica a cabeça do pau na entradinha. A freirinha emudece e sente o coração sair pela boca. Ele força.
- N-não!
- Que foi, irmã? Tá com medo, é?
- Um pouco. Continue brincando por fora, Joca. Por favor. Só mais um pouqinho.
Ele a encoxa novamente, percorrendo a rachinha, ultrapassando-a, sentindo cócegas na glande quando ela atravessa o campo de pentelhinhos curtos e indo esfregá-la na barriga, quase no umbigo, pedindo à freirinha para fechar bem as pernas. Ele suspira de prazer sentindo seu pau aprisionado, enquanto separa os dois gomos rechonchudos da bundinha para dar outra espiada no buraquinho raiado do cu.
A freirinha está tão encharcada que seu líquido molha o pau de Joca, que o espalha nos seus pelos pubianos e barriga. Ela está começando a suar e os bicos entumescidos de seus seios pontiagudos estão doloridos do atrito com o hábito. É hora de livrar-se desse traje incômodo. Com agilidade, ela retira os grampos de fixação do véu, depois puxa o hábito pela cabeça, deixando-o mais ou menos bem dobrado numa área limpa ao seu lado. Joca vai assistindo maravilhado ao desnudar gradativo da cintura, das costas, dos ombros, do pescoço. Por fim, ela liberta o longo cabelo castanho, soltando-o com movimentos de cabeça. Joca a considera linda e só agora se dá conta de que ela estava sem calcinha.
Duas mãos fortes agarram-na pelas panturrilhas convidando-a a abrir bem as coxas. Isso a desequilibra forçando-a a apoiar-se nos antebraços. Procurando a melhor posição, ela permite que suas costas se curvem completamente para baixo e fica assim, com a cabeça bem abaixo das ancas e da bunda empinada. Joca pode então ver perfeitamente a fenda que ele se prepara a penetrar pela primeira vez. Não é muito mais que um simples risco formado pelos dois lábios carnudos, do qual despontam, como duas pequenas pétalas de rosa, as extremidades irregulares dos pequenos lábios. Recolhendo toda a saliva que tem na boca e tornando-a o mais espessa possível, Joca a despeja diretamente sobre o botãozinho do cu fazendo-a escorrer pela fenda. Em seguida, ele põe-se a lamber generosamente toda a região. A freirinha começa a agitar-se sem saber exatamente o que está acontecendo. Involuntariamente, seus dedos agarram a palha do chão e, na boca, sua própria saliva desce límpida e abundante pela língua. Sua buceta se oferece a Joca, querendo desabrochar enquanto este a lambe com pressão e profundidade crescentes, o dedo polegar colado ao o cuzinho pulsante, massageando-o. Joca aprofunda-se na xoxotinha molhada e sente na língua os lábios e o orifício por onde ele vai invadi-la. Ele alterna entre tornar sua língua fina e pontiaguda para explorar o interior da grutinha, e abri-la amplamente para envolver toda a fenda e subir até o interior da bunda, passando-a como uma lixa sobre o cu, provocando um sobressalto na freirinha que, vez por outra, para não perder totalmente o contato com a realidade, olha para a esquerda e procura o caralho do garanhão Espeto.
Joca decide que é chegada a hora da penetração. Ele empunha seu pau, molha-o com saliva e encosta a cabeça bem na entradinha, logo acima das duas pétalas, que, após tanto estímulo, afastaram-se um pouco e deixam entrever o hímen. A freirinha acaricia voluptuosamente seus pequenos seios bicudos. Ela se convence de que está preparada para ser penetrada pelo grosso pau que começa a invadir-lhe a vulva causando-lhe a mais nova das sensações de sua vida.
- E não é que a freirinha é "virge" mesmo! exclama o camponezinho iluminando-se todo.
- Claro que sou, Joca! Que pergunta!, retruca a freira.
O pau de Joca entala no hímen. Sem pressa, ele resolve acariciar as bonitas coxas da irmãzinha para descontraí-la e conhecê-la melhor. Ela impacienta-se olhando por baixo o percurso das mãos grandes e ásperas do peãozinho, que descem, sobem, resvalam nas laterais da xoxota, agarram-lhe os gomos da bundinha, separando-os de para ver o cuzinho e, passando por fora, vão explorar as costas, descer pelo peito e envolver os seios, pressionando-os e torcendo os biquinhos entumescidos.
- A senhora jura que nunca deu o fiofó?, pergunta Joca, observando que, talvez, o cuzinho pudesse ter sido conhecido por algum compadre mais intrépido. 
- Pára com isso, Joca! Não vou falar disso com você! responde a irmã, visivelmente sem jeito.
- Não tem mal nenhum em contar! insiste o rapazinho, pressionando o anel raiado e constatando que, de fato, ele poderia já ter sido alargado.
- Já disse que não vou dizer nada, Joca, repete a freirinha, um tanto impaciente para que ele volte a se concentrar em seu defloramento.
- Então foi porque deu! impõe Joca.
- Não! berra a noviça.
- Não minta, irmã, que Deus não gosta. Deu o rabicó ou não deu? Se a senhora falar para mim eu vou ficar com mais vontade e vai ser "mais bão" ainda!
Isso deixa a freirinha confusa. Se ela já está à beira do orgasmo, o que poderia ser mais do que isso? Ela pensa por alguns segundos e resolve confessar.
- Tá, Joca, eu fiz, confessa ela, mergulhando num silêncio de morte.
- Fez muito ou fez pouco, perguntou ele, curioso.
- Pouco, responde a noviça, visivelmente embaraçada.
- Quantas vezes? insiste ele, forçando um pouco mais a cabeçorra na rachinha encharcada.
- Não lembro. Mas eu gostava dele e a gente não podia fazer mais nada senão meus pais descobriam.
- Quem era?
- Um colega da escola. Eu era muito apaixonada por ele.
Numa fração de segundos, ela visualiza Robertinho, seu único amor, filho do fazendeiro vizinho, cuja viagem para fora do país e a rápida cessação da correspondência foram decisivas para o seu ingresso no convento. A pressão do dedo de Joca em seu cuzinho evoca as sensaçõs vividas com o namoradinho de adolescência que a possuía por trás para não desvirginá-la, mas fazendo-o com todo carinho e respeito, como se fosse um verdadeiro ato de amor. Ela deitava-se de lado na relva e ele vinha por trás, abraçando-a ternamente, massageando seus peitinhos recém-despontados e, lentamente, introduzia-lhe o membro previamente untado em óleo vegetal. Quantas vezes eles rolaram no mato nessa posição, imaginando-se entregues ao sexo irrestrito dos amantes, ele profundamente enterrado por trás e ela masturbando-se e imaginando-o penetrando lá, como os adultos, que podiam desfrutar plenamente um do outro! A freirinha começa a ter lembranças tão vívidas que, inconscientemente, começa a fazer movimentos que acabam facilitando a penetração do dedo de Joca em seu cuzinho já massageado e relaxado por tanta excitação. De olhos fechados, ela revive os prazeres daqueles dias tórridos em que eles ficavam nus na grama e ele a lambia até relaxá-la completamente para introduzir-lhe o gostoso pau no único lugar possível. Joca, entusiasmado, afunda seu polegar ao máximo e sente que a freirinha pede mais, tragando-o com poderosas pulsações. 
- Dá para perceber que a senhora já deu o cuzinho, irmã, comenta ele sem pudor.
- É? responde a noviça, intrigada e perturbada por ser despertada de seu sonho idílico.
- É. Meu dedo entra todinho e a senhora pede mais, explica ele, olhando sempre para o mesmo lugar.
A freirinha cora e para momentaneamente de mexer-se, voltando à realidade, igualmente prazerosa, mas com Joca em lugar de seu namoradinho afortunado e culto.
- Que foi? pergunta o peãozinho, sentindo a diferença.
- Nada, Joca, responde ela, voltando a tomar consciência de que aquele é o dia de seu defloramento e a concentrar-se.
As pernas da freirinha tremem no chão do estábulo. Ela mal se aguenta de quatro. Satisfeito com a exploração, Joca volta a empunhar sua ferramenta e, recolocando a grossa glande vermelha contra a abertura da grutinha, começa a empurrar. A noviça fica estática, apreensiva, amedrontada. Joca torna a retirar seu pau da entrada para olhá-la de perto: "Será que cabe?" Ele reposiciona-se e, agarrando a irmãzinha pelas ancas, começa a forçar. A freirinha despenca sobre os antebraços e cola a cabeça no chão, empinando-se toda. Joca pode ver o cuzinho pulsando, voltado para ele, e a cabeça de seu pau lentamente começando a sumir entre a parte inferior dos grandes lábios. Ele força, força, força, mas é inútil, a bucetinha da irmã Judith é pouco elástica. Ela então, juntando coragem e forças, volta a erguer-se nos braços e, chegando um pouco para frente para tomar impulso, lança-se para trás fazendo a glande mergulhar entre as duas pétalas vermelhas e meladas. Numa explosão de dor súbita e lancinante, a freirinha congela, de olhos arregalados, em apnéia, reprimindo um berro e sentindo as lágrimas escorrerem pelas faces. Com tato, Joca se retira dela e recua. Um filete de sangue já corre da rosa deflorada e prepara-se a gotejar.
- Pronto irmã. Agora, virgem, só Maria mesmo!, exclama o moço, todo prosa.
A irmãzinha volta a repousar sobre os antebraços e colar o rosto no chão, calada e quieta como um bicho no cio. Joca interpreta a mensagem e volta à carga. Desta vez, a cabeça entra com mais facilidade e não é preciso muito esforço para enfiá-la completamente pela passagem recém-inaugurada. A irmã, salivando, morde o lábio inferior, passa a língua nele, geme, agarra palha no chão e concentra-se em cada centímetro do corpo denso e maciço que a invade gradativa e vorazmente. Joca, sempre agarrado em suas ancas, inicia curtos movimentos de vaivém, aprofundando-se a cada ida. A temperatura interior é escaldante, ele sente seu pau como envolto em lama quente. Chegando ao final, ele toca suas coxas contra as dela, sentindo cócegas nos pentelhos e o roçar do saco contra as coxas. E ele começa a ampliar seus movimentos para permitir que ela sinta toda extensão da sua ferramenta. Ele olha as costas da freirinha e vê as duas covinhas lindas, aplicando-lhes os polegares enquanto a puxa para si para chocar ruidosamente suas coxas contra as dela. Enquanto o grosso membro a invade, ela massageia seu grelinho, o que a deixa num estado de torpor e quase-gozo constantes. Joca chega ao ritmo ideal, num vaivém regular e amplo que lhe permite sair completamente dela, afastar-se de alguns centímetros da entrada para em seguida voltar à carga sem nem precisar olhar para baixo. A cada investida seguida da brusca expansão da vagina pela gorda glande, a freirinha ergue bruscamente a cabeça e, olhando para frente, solta um gemido. Ela considera o tratamento um tanto violento, mas não pode deixar de admitir que essa componente de brutalidade causa-lhe muito prazer. Afinal, ela passou a vida entre mulheres e a família. Até Robertinho, que só a penetrava por trás, era tão carinhoso... Ela jamais foi submetida ao que quer que seja de minimamente bruto. A excitação eqüina de Joca a está levando à loucura e encaminhando-a deliciosamente para um nível de orgasmo que ela ainda desconhece.
Joca-super-resistente continua a arremeter tão francamente golpes de seu poderoso aríete contra a abertura já desguarnecida, que a freirinha começa a despojar-se de suas últimas defesas. Faces vermelhas, olhos fixados no chão da estrebaria, mãos crispadas agarrando a palha seca, literalmente delirando de prazer graças ao atrito do grosso membro com as paredes do seu sexo, ela começa a desejar aquilo e mais nada, revoltando-se ao ver retrospectivamente sua vida entre a partida de Robertinho e aquele momento. Mas, por mais que ela se esforce, as palavras que ela deseja dizer não querem sair de sua boca. Seu prazer é tamanho que ela sorri diabolicamente pensando na Virgem Maria. A tensão crescente rumo ao orgasmo a faz sentir-se ora quente, ora fria, ora arrepiada, ora formigando, ora semi-anestesiada pelo corpo que a invade numa frequência tão ritmada. Ela sente que, se não fosse por seu recato, Joca estaria lhe dizendo, ao seu modo rústico e simplório, coisas imorais que potencializariam sua excitação. É por desejar ouvir essas coisas e senti-lo totalmente à vontade que a noviça, num esforço inaudito, rompe o silêncio.
- M-mete, Joca! Mais força! Alarga esse cabacinho! Tua freirinha quer virar mulher!, ordena ela, quase desmaiando de emoção ao ouvir-se proferindo tais coisas e ao sentir que, em consequência, caem definitivamente por terra as barreiras que a impediam de dizer o seu prazer.
- Então a irmãzinha está gostando? retruca o rapazinho, percebendo a mudança.
- Que pau gostoso, Joca! Ele está me convertendo. Eu sabia que gostava tanto, mas tinha decidido enterrar o sexo em mim e me enterrar neste convento. 
- Não, irmãzinha! A senhora é gostosa demais para parar de fazer isso.
- E de agora em diante, não me chame mais de irmã nem de senhora nem de Judith, Joca. Me chame de Andrea. Esse é meu verdadeiro nome de batismo e, com você me comendo desse jeito, estou me sentindo nascer de novo! jubila a moça, com lágrimas nos olhos.
Joca, que continua penetrando fundo, vai ficando tão excitado pela liberação da moça que começa a acelerar, contemplando extasiado o desaparecimento dos dezessete centímetros do seu cacete na bucetinha recém-convertida.
Tirando as mãos do chão e erguendo-se nos joelhos, a moça se cola ao corpo forte e liso do peãozinho. Joca passa a mão pelos seus peitinhos, acaricia um a um e aperta carinhosamente os mamilos, em seguida menos carinhosamente, fazendo-a gemer de prazer e dor. Enquanto isso, sua mão invade a bucetinha, friccionando vigorosamente o clitóris e provocando um gozo intempestivo que o força a agarrar a moça para que não desabe novamente de quatro. Suas pernas bambas balançam e ela aperta a mão de Joca para que ele aumente a pressão no grelo. Sua cabeça se agita furiosamente de um lado para o outro, procurando a boca do peãozinho e enfiando-lhe a língua. Joca, às voltas com tanta movimentação, tenta da melhor maneira corresponder ao beijo, mas encontra certa dificuldade. Ela então lhe diz coisas e o beija molhado.
- Vem, meu peãozinho, mete gostoso, tira o resto de cabacinho e alarga de uma vez essa gruta que vai abrigar tantos outros!
Joca se espanta com essas palavras. Ela queria virar mundana?
- Não, dona Andrea...
- Já disse, pára de me chamar de dona ou de irmã!
- Tá certo, Andrea. Você vai virar rampeira?
- Quero ter muitos homens, para recuperar o tempo perdido.
- Não faça isso não! Dê tudo para mim, sempre, todo dia! Eu posso fazer você feliz quantas vezes você quiser por dia, assegura o moço, ainda desnorteado com o que acaba de ouvir.
- Não, Joca. Você não pode ser meu último homem. Quero conhecer muitos outros, quero ser encoxada, enrabada, comida, mamada, chupada, lambida por homens de todo tipo. Quero gozar para eles todos, pretos, brancos, fortes, fracos, altos, baixos, jovens, adultos, velhos... Quero todos!
- Tá falando sério? retruca o rapaz, aturdido.
- Sério, Joca. Quando a gente terminar aqui, vou-me embora do convento e nunca mais ninguém vai ter notícias minhas. Você vai me ensinar tudo e eu vou voltar para o Rio, de onde nunca deveriam ter me tirado.
- Mas você poderia morar na fazenda da sua avó, como antes e a gente poderia se ver sempre.
- Não dá, Joca. Vou ter que sumir daqui, se eu deixar o convento, senão vou ser mal falada.
Joca relaxa o ritmo e mantém uma frequência de penetração bem reduzida mas regular, sempre abraçado a Andrea, que continua de joelhos, colada contra sua barriga e peito. Ele está se apaixonando e não quer de modo algum afastar-se dela. Mas tudo está tão claro que só lhe resta ser um bom professor, o melhor de todos. Ele espera que isso a faça mudar de idéia e ficar com ele.
- Então vou lhe ensinar tudo que sei! Lança ele com renovado entusiasmo.
- Eu quero!, responde Andrea, acariciando-lhe o rosto imberbe.
Joca sai de Andrea e coloca-a confortavelmente deitada de costas sobre seu hábito, de pernas erguidas e bem abertas. Em seguida, mergulha o rosto entre elas e começa a lambe-la vigorosamente. Andrea vai logo às nuvens, começando a gozar. Um dedo de Joca trabalha na buceta quente e encharcada enquanto a língua lixa o clitóris. Agarrando-o pelo cabelo, Andrea vocifera:
- Me faz gozar, meu gostoso, meu primeiro homem de verdade! Judia de mim! Me faz mulher!
Sua buceta está tão inundada que o dedo de Joca desliza livremente nela. Subitamente, a moça desembesta numa série de espasmos de cintura, golpeando-o furiosamente com a pélvis. Ela geme, arfa, envolve sua cabeça com as pernas, depois puxa-as completamente para trás com as mãos, arreganhando-se toda para que ele a chupe livremente. Joca mordisca-lhe o grelo, brinca com ele, sempre passando-lhe a espessa língua. Ela então ataca os seios e maltrata seus próprios mamilos, quase arrancando-os e mordendo os lábios.
Vendo que seu gozo intensíssimo a deixa num semi-transe, Joca resolve tentar algo inédito. Mantendo-a de pernas erguidas e completamente jogadas para trás, ele encosta-lhe a cabeça do pau no cuzinho e começa a empurrar, enquanto, com o polegar, fricciona-lhe com mais força do que nunca o clitóris, mantendo a moça num orgasmo interminável. Ele cospe no pau e, após algum esforço, vê a cabeça ser tragada pelo cuzinho guloso. Andrea dá um pulo mas o orgasmo não lhe permite entender bem o que se passa. Enquanto a enraba, Joca enfia-lhe o polegar na vagina e volta esfregando-lhe o grelo – ela está atônita! Mas à medida que o pau começa a abrir caminho e invadir o reto, Andrea entende e, arregalando os olhos para Joca, tapa a boca com a mão escondendo um riso nervoso.
- Safadinho, você, hein, Joca! Pensou que fosse me sodomizar e eu não sentiria?
- Sodo... o quê, irmã... euh... dona Andrea?
- Sodomizar. É meter atrás, como você está fazendo comigo agora.
Ele faz cara de santo e chega ao fim do caminho. Andrea, coxas esmagando os seios, sente a maciça rola em seu interior e o repuxar do cu exageradamente expandido. Joca está ajoelhado no chão, com as pernas abertas e as mãos forçando as coxas de Andrea contra o corpo. Logo acima do buraco do cu obstruído pela avantajada rola branca, a buceta deflorada desponta vermelha, molhada, os pequenos lábios entumescidos, completamente desabrochada. Andrea chupa um dedo como se fosse um segundo pau e, com o outro, esfrega o clitóris, sem dó, masturbando-se continuamente para não parar de gozar. E, de fato, seu orgasmo, que vem sendo ininterrupto há minutos intermináveis, amplifica-se tremendamente com o vaivém amplo da jeba do peãozinho.
Trocando de posição, Joca põe-se em flexão de braços e começa a foder Andrea como o apaixonado Robertinho jamais teria imaginado fazer. Esmagada sob o corpanzil musculoso do peãozinho, contraindo o cenho e lambendo os lábios, gemendo forte, Andrea só consegue olhar para baixo e ver o tronco roliço e branco entrando e saindo, ou para os lados e ver os bíceps de Joca contraíndo-se, os belos músculos dos antebraços vibrando atleticamente. Ela se sente uma garotinha indefesa. De vez em quando, ele retira completamente o pau do seu cu para tornar a investir e a súbita expansão-contração anal a leva ao sétimo céu. Ela engole em seco, engasga, depois geme e diz o nome de Joca, chamando-o de gostoso numa voz que se desmilingue.
Uma vez descoberto o segredo, o rapaz não se cansa de repetir a dose e fazê-la experimentar a quintessência do prazer. Francamente apoiado em suas coxas, ele sai dela e balança jocosamente o pau para tornar a mergulhá-lo certeiramente no cuzinho ávido, agora aberto, liso e rosado. A garota já espera de boca aberta e basta-lhe dar um gritinho quando a grossa glande atravessa rapidamente o cu fazendo-o expandir-se e contrair-se em frações de segundo.
Aproveitando que o peso do rapaz mantém-lhe as coxas premidas contra os seios e aproxima seu rosto, ela o beija, invadindo sua boca com a língua e inundando-a de saliva. Isso o excita tanto que o faz descarregar uma considerável quantidade de líquido pré-gozo. Seu pau desliza sem parar e ele o sente pulsar violentamente. Andrea também sente essa pulsação e começa a mastigar o pau com o cu, para estimulá-lo ainda mais. Isso é o suficiente para induzir Joca ao gozo, que vem numa sucessão de jatos quentes e copiosos. Ela leva a mão à buceta para masturbar-se e, vez por outra, toca o membro que a invade, mal acreditando na rigidez e grossura da tora que ela é capaz de suportar e que a maltrata daquele jeito. Joca geme, beijando-a, respirando como um cavalo, chupando sua língua e engolindo sua saliva. Ele sua - está quentíssimo - e seu corpo molhado a encharca, passando-lhe o cheiro acre de homem do campo. Sabendo que ele não vai suportar por muito tempo mais nessa posição exigente, ela o envolve-o com as pernas e braços. Joca resiste uma, duas, três flexões, não mais. Desaba por cima de Andrea todo enfiado nela, ouvindo-a gemer alto com a expansão suplementar do seu cu pelo talo do pau. Joca permanece dentro dela por alguns momentos, mas acaba de costas ao seu lado, ofegante, sentindo o pau pulsar, dolorido. Ela o empunha carinhosamente, lambendo-o e chupando-o até deixá-lo impecável. Depois aninha-se contra o corpo de Joca e os dois adormecem profundamente.
Ao despertar, a ex-noviça põe em execução o seu novo projeto de vida. Abandonando Joca em seu sono infantil, ela se despede dele com um beijo que mal tange a bundinha proeminente e rosada, depois levanta-se com cuidado, vai até o fundo da estrebaria e veste o macacão surrado que ela avistara pendurado num prego. Em seguida, ela sai para nunca mais ser vista por aquelas paragens. Há quem diga que Andrea foi para o Rio de Janeiro, onde é hoje a esposa de um rico industrial, numa relação aberta que lhe faculta a tão sonhada vida temperada de luxúria.

 





 


  




 

Escrito por Marcfauvel

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