quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Menina do Ônibus

Aí vai uma historinha verídica, baseada num episódio de um realismo um tanto incômodo na época em que se deu, e que agora conto com prazer e humor.
Eu tinha dezenove anos, era calouro de engenharia e, como todo jovem afogado em testosterona, só pensava em sexo. Diariamente, eu tomava o ônibus por volta de meio-dia até a universidade, um ônibus invariavelmente lotado de alunos de escola pública. Em algumas - poucas - das centenas de vezes em que tomei o maldito coletivo, consegui, com muito custo, chegar ao anteparo de vidro que fica bem atrás do motorista e me agarrar a ele, ficando praticamente num pé só apoiado num ressalto do chão. Foi numa dessas vezes que vivi alguns dos mais extraordinários minutos da minha vida sexual.

Como de costume, no Rio, o motorista arrancou violentamente. Assim que pude recuperar o equilíbrio, notei, logo à minha esquerda, no primeiro banco, uma menina morena, de cabelo castanho comprido, com o material da escola no colo. Era quase da minha idade, devia estar no último ano do secundário e era linda. Logo descobri de que escola ela era, não tanto pelo escudo na blusa branca, mas pela sainha azul plissada, tão curta que a deixava com as coxas todas de fora. Os meninos que estavam por perto disputavam um lugar dentro do ônibus lotado, nervosos, imaginei, por não poderem agarrar aquele tesãozinho ali mesmo, rasgar-lhe a calcinha e meter até gozar, numa suruba de ratos no cio. Do meu lugar, eu via perfeitamente as pernas dela, que o balanço do ônibus afastava de vez em quando, deixando-me entrever as coxas até o ponto em que o material escolar as cobria. Mas a menina, como tantas meninas cujo uniforme exige a saia, parecia indiferente ao fato do seu corpo exposto e olhava para fora sem dar a mínima para o borburinho juvenil.

À certa altura, olhei para o retrovisor do ônibus e, para minha total satisfação, descobri que o ângulo me permitia ver por entre as coxas e até mesmo a calcinha da menina. Meu pau começou imediatamente a escalar-me a calça, uma calça cuja peculiaridade era, para sorte minha, ter os bolsos completamente soltos. Isso me permitiu dar uma "ajeitada" no bicho para que a menina não percebesse a minha ereção (afinal, minha cintura devia estar na mesma altura que os seus olhos) e, assim, pude continuar a olhá-la pelo espelho.

Ela estava usando o uniforme clássico de menina de escola pública: blusinha branca de manga curta, sainha plissada curtíssima, meia soquete e sapatinho boneca. Em algumas meninas, chega a ficar ridículo, mas nela estava um tesão, com aquelas coxas morenas todas de fora. Ela parecia alta para a idade, talvez bem mais de 1,60m, com aquele cabelão e uma carinha de safada que me alucinava ainda mais. Ela tinha aquele tipo de olheiras que não são de sono, mas de sexo, daquelas que ficam inchadinhas. Isso me fez crer que ela já não era mais virgem, que já devia ter dado bastante e que talvez fizesse tudo numa cama. Pela expressão do rosto, eu me dizia que ela devia estar se lembrando de alguma coisa, porque ela mexia as sobrancelhas e dava uns sorrisinhos sacanas. Comecei a pensar que, de repente, ela pudesse até estar sonhando acordada com a última trepada e estivesse ficando toda molhadinha, hummm! E meu pau, revoltado, dava pinotes na cueca, querendo sair e ser manipulado, chupado, enfiado na bucetinha que devia ser linda e no cuzinho que devia ser tão justinho. Mas o máximo que eu podia fazer era pegar nele por dentro do bolso da jeans, recolocar na vertical e ficar segurando até ele se acalmar.

Só que a menina deu uma relaxada no assento e deixou as pernas definitivamente entreabertas. Vendo a calcinha branca esticadinha sobre a xana arredondada, comecei realmente a não me segurar mais. Eu precisava fazer alguma coisa! Esperei mais um pouco e, quando os passageiros da frente começaram a sair, consegui dar dois passos para a esquerda e fiquei segurando no tubo do próprio banco em que ela estava sentada, sentindo nas costas da mão a cócega produzida pelos fios de cabelo e praticamente encostado no braço direito do meu tesãozinho. O ônibus ainda estava muito cheio e ela não se incomodou com esse contato sutil que ninguém mais estranha nessas circunstâncias. Continuei olhando ora para o espelho, ora para baixo, diretamente para dentro da blusa branca, onde dava para ver um sutiã de rendinha bem pequeno e discreto.

Mas ônibus no Rio, todo mundo sabe como é! De repente, o motorista deu uma "freiada de arrumação" e eu tive que me segurar com as duas mãos no tubo do teto. Ao mesmo tempo, a menina se ajeitou e, pelo espelho, pude ver um pouco mais da calcinha banca. Meu pau foi ficando indócil, eu não podia fazer nada e, com o tumulto no ônibus, nem percebi que eu estava agora completamente encostado no braço da menina! Olhei disfarçadamente para baixo e percebi que ela estava olhando de rabo de olho para a minha cintura. “Fudeu!”, pensei, já me afastando lentamente para não dar na vista, empurrando o passageiro de trás com a bunda.

Alguns segundos se passaram, eu ainda podia sentir o suor escorrendo pela testa, quando aconteceu o inesperado: a menina chegou totalmente para a direita, voltando a ficar colada em mim. Reparei que ela chegou a se inclinar, o que era desnecessário e exagerado. Não tive dúvida: ela não só tinha percebido como tinha gostado! Celebrei! Chegando bem pertinho, larguei meu pau e o deixei latejar contra o seu braço diretamente através da calça. Isso mais o balanço do ônibus estava sendo a melhor punheta da minha vida: lenta, gostosa, "tocada" por uma menina linda que me exibia aquelas coxas morenas deslumbrantes e me fazia adivinhar sua bucetinha através da calcinha justa. Comecei a me perguntar se ela estaria também tentando me imaginar nu ou, pelo menos, tentando adivinhar como era o pau que ela estava sentindo contra o braço, se era grande ou pequeno, grosso ou fino, claro ou escuro, reto ou curvo, bem feito ou não, cabeçudo ou não, etc. A certa altura, ela ergueu um pouco as pernas, provavelmente para descolar as coxas do revestimento plástico do assento, e pude ver até a dobrinha de uma das coxas, de cor mais clara que o resto e bem marcada, o que indicava que ela devia ter uma bunda bem carnuda e gostosa.

Eu estava literalmente doido de tesão. É claro que não dava para fazer grande coisa num ônibus lotado e também me parecia óbvio que ela não ia saltar comigo. Então fiz o possível para aproveitar ao máximo ali mesmo e procurei por uma idéia, que logo me ocorreu. Tornei a enfiar a mão no bolso e, empunhando o “bruto”, comecei a pressioná-lo contra braço da menina. Ela percebeu e também começou a fazer força de reação, num vaivém lateral bem discreto, aproveitando o balanço do ônibus que ia à toda. Me esforcei para ver um pouco mais do interior da sua blusa e acabei conseguindo ver a barriga e até a cintura da saia (a blusa estava para fora dela). Ela era gostosa da cabeça aos pés! Era de um moreno dourado mais que sensual, a pele uniforme, lisinha e fina. Se eu pudesse entrar em contato, trocar telefones ou endreços... Mas eu não sabia como chegar tão longe. Ela começou a mexer com o braço de um jeito que me fazia sentir meu pau como um rolo sendo rolado de um lado para o outro. E como o "suplício" não podia parar por aí, quando olhei novamente para o espelho, vi suas duas mãos puxando um pouquinho mais a saia para trás. Não tive dúvida: ela tinha descoberto que eu estava olhando! Olhei para baixo e, em vez de ver seu cabelo, dei com o rosto lindo e, durante uma fração de segundo, esbarrei no seu olhar sacaninha. Agora o jogo era aberto: ela sabia que eu estava me esfregando intencionalmente nela e que podia vê-la pelo espelho. Então relaxei de vez. Através do bolso, acariciei seu ombro com as costas da mão enquanto contemplava pelo espelho as coxas morenas e a calcinha branca.

Leitor! Leitor! Você consegue imaginar o que seja essa sensação de erotismo em público? É uma das coisas mais incríveis que possam acontecer a um estudante que se sinta constantemente estar cozinhando em hormônios! A gente custa tanto a conseguir uma trepada e, de repente, sem mais nem menos, esbarra com uma desconhecida que topa fazer "coisas" em meio à multidão. E uma desconhecida linda, ainda por cima! Eu estava tão excitado, mas com tanto, tanto tesão, que me controlar era simplesmente impossível. Tomei coragem e, aproveitando o tal bolso providencial, empunhei meu pau pelo meio e comecei a bater uma, de verdade. Senti que ela percebeu quando os jatos começaram a se suceder porque eu me colei com mais força ainda no seu braço e não disfarcei meus espasmos. Enquanto eu sentia os jatos e mais jatos sendo ejetados contra o espesso brim da jeans - que desperdício! - fiquei olhando pelo espelho e me imaginando sentado no lugar dela, com ela no colo e meu cacete enfiado até as bolas na bucetinha enxarcada enquanto, com a mão, eu esfregava o grelinho inchado e a fazia gozar loucamente, sacodindo os peitinhos duros diante dos olhares aturdidos no lotação.

Eu estava zonzo do orgasmo, mal podendo me aguentar de pé sem me apoiar no tubo do assento, minha cabeça rodando. Só me ocorria que talvez ela também estivesse toda molhada, doidinha para dar. Subitamente, ela segurou o arquivo e os livros que estavam no colo e tocou a campainha. Ela ia descer. Voltou a sentar-se, mas na beirinha do assento, segurando no tubo do anteparo atrás do motorista, até que o ônibus começou a parar. A saia nem chegava ao meio das coxas! Ela se levantou para sair e, em nova fração de segundos, olhou-me, desta vez dentro dos olhos. Retribuí com um sorriso e, claro, assim que ela me deu completamente as costas, percorri seu corpo. Fiquei impressionado com a largura da minissaia. Para uma menina daquela altura, um palmo de tecido era menos que nada e é isso que ela devia ter: um palmo! A bundinha empinada ainda ajudava a levantar a saia e a afastá-la das coxas. Como era gostosa, aquela moreninha! A galera do ônibus olhou quando ela foi descendo, mas foi do motorista a última palavra: “Êeee coisa booa! É por isso que eu não largo esse emprego!” Ocupei o lugar dela e, sentindo em cada mão o suor deixado por aquelas coxas maravilhosas, fiquei me perguntando se a bucetinha e o cuzinho teriam latejado enquanto eu estava me esfregando nela e se, dali a pouco, chegando em casa, ela iria se masturbar lembrando do que aconteceu no ônibus.

Eu estava todo melado e indo para a faculdade. O cheiro de esperma subia da cueca e invadia-me as narinas através da gola da camiseta olímpica da universidade. Que desconforto! Mas cada vez que a minha mente era inundada pelas imagens da barra da saia chegando para trás, da calcinha branca coladinha na xana, das coxas morenas entreabertas e da dobrinha deixando adivinhar uma bunda carnuda e perfeita, daquele rostinho, das olheiras de sexo e daquele jeito sacana de olhar de ladinho, eu me dizia que, a esse preço, eu reviveria o episódio até o fim dos meus dias!
 













Escrito por Marcfauvel






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