sábado, 29 de janeiro de 2011

Iron Butterfly: Vou morrer transando




Ontem, no cinema, encontrei um celular perdido, logo após a última sessão no shopping. Hoje de manhã, ainda na cama, me pus a examinar com curiosidade aquele pequeno telefone cor-de-rosa com figurinhas de uma personagem japonesinha dos desenhos animados. Deve pertencer a alguma adolescente, imaginei. Instantes depois as informações no aparelho me desmentiram: tratava-se de uma mulher adulta, de 28 anos, solteira, fã de rap e de pizza, romântica incurável que adorava filmes água com açúcar; seu nome era Neyde Iron Butterfly! Curioso, fui até a pasta de fotos, e a vi.
Havia diversas fotos dela, sorrindo, usando bermudas colantes, luvas e protetores; loira alta, 1,75m, de tênis, nada de salto alto, calça jeans modelando as coxas bem torneadas, pernas fortes, cintura fina, braços musculosos, ombros atléticos à mostra... Seios como mangas guardados sob um top apertado. Nenhuma maquiagem além de um batom discreto e um produto que deixava seus lábios brilhando. Boca enorme, como a da Carly Simon. Os olhos verdes eram tímidos, curiosos; tinha sobrancelhas, finas, não aquele famigerado risco de lápis. Sensacional! Os cabelos loiros ajeitados em tranças, presas com grampos de borboletas prateadas. Os quadris eram estreitos, firmes; tinha um bumbum de atleta, não de sex symbol; não era arrebitado, mas parecia suculento... Será que lutava no gel? Corpaço! Não lutava no gel, é claro, eu é que viajei. Tinha fotos de quimono, se engalfinhando num tatami com outra garota.
Enquanto eu fuçava nas músicas preferidas da Iron, o celular tocou:
- Alô?
- Oi, você deve ter achado esse celular n o cinema, ontem. Eu sou a dona. – voz macia, mas firme – Poderia me devolver, por favor?
- Claro. Seu nome, qual é?
- Neyde. – sorriso tímido – Lucineyde, mas me chamam de Iron.
- Imagino o porquê. – ela sorriu de novo – Como nos encontramos, Neyde? Digo, Iron.
- Pode vir aqui, na academia em que treino? Dou o endereço.
- Manda, vou agora mesmo.
- Como vou te reconhecer?
- Serei o cara chacoalhando um celular cor de rosa.
Duas horas depois entrei numa academia deserta. No centro de um octógono ( jaula de oito lados cercada por telas que impedem que os competidores saiam após iniciado o combate) havia diversos colchões de treino estendidos, e ela, de saia curta e blusa leve de alcinha (já havia acabado de treinar) se distraía chutando um saco de areia, de levinho.
Fiquei observando: coxas deliciosas, fortes, lisas, musculosas... Peitinhos sensacionais, aparentemente sem soutien... Aí ela me viu! Sacodí o aparelho e entrei na jaula.
- Neyde.
- Oi! – sorriu, se aproximou, estendeu a mão. Segurei. Aperto de mão forte, mas me aproximei e beijei-a no rosto. – Obrigada!
- Pelo beijo ou pelo celular? – Sorri, estava me sentindo engraçado. Ela sorriu de novo e perguntou como poderia retribuir a gentileza. Olhei em volta... “Que tal com sexo selvagem e delicioso, agora mesmo, comigo rasgando sua tanguinha e comendo você encostada na grade da jaula sem dó nem piedade, hein?”. Só pensei, claro! O que falei foi:
- Talvez uma aula grátis de MMA (Mixed Martial Arts).
Ela sorriu e me olhou de cima embaixo, avaliando. Mais alto que ela, forte sem ser sarado, acima do peso alguns quilos, dez anos mais velho... Deve ter gostado do que viu, porque balançou a cabeça afirmativamente, sorrindo, meio tímida.
- Então tá, posicione-se. – Ajeitou minha guarda ( braços erguidos, protegendo o rosto e a cintura. – A luta em pé é muay thai, explicou em tom professoral, movendo-se à minha frente. Pra mim era um frango assado delicioso, bom de ser devorado, de cima em baixo – Pode golpear com as mãos... – espalhou meus cabelos com um tapa leve - ... Ou com os pés. – Golpeou alto, acertando meu braço esquerdo que protegia o rosto. Pude ver a calcinha preta, fiquei paralisado,me lambendo. – Pode-se golpear com os pés embaixo, também; vi os seios balançando. Do lado interno ou externo, para desestabilizar o oponente. – A luta no chão é jiu-jitsu. Para levar o oponente ao chão, usa-se o single leg, agarrando uma perna, ou double leg, derrubando-o pelas duas pernas. – Ela se ajoelhou à minha frente e apalpou minhas coxas por um momento, segurou-as firmemente e me estourou no chão, sobre os colchões de treino. Prendi a respiração, surpreso. Ela montou em mim, a saia subiu e vi a calcinha preta, exposta, senti o calor da xoxota na minha barriga.
- Isso se chama passar a guarda – eu respirava ofegante, submisso e boquiaberto. Pensava comigo: “Como ela é gostosa!” e, “Como é que eu vou encarar uma tesuda assim?!” E depois: “Vou morrer fodendo!” Aproveitei pra segurá-la pelas pernas, mas sorriu e tirou minhas mãos, colocando-as na posição correta; pra isso sentou no meu pau, que já estava duro desde que apertei a mão dela, quase rasgando o moletom. – Agora é só trabalhar o ground and pound – ela disse, movendo-se sobre mim e fingindo me cobrir de porrada, enquanto se esfregava em cima do meu caralho alucinado, que se encaixou sob a saia, roçando a calcinha já molhada. – Não vai tentar sair daí? Vai acabar nocauteado! – ela falou sorrindo, um tanto quanto ofegante.
- Tenho mesmo que tentar?! – perguntei com a voz entrecortada, entre cansado e com tesão.
- Tem que mudar de posição, ela disse, rosto vermelho. Eu podia ver os biquinhos dos seios durinhos sob a blusa – Pesar seu corpo e tentar dominar o adversário. – Assenti com um gesto, excitado demais para falar – Tem que tentar “me espalhar”; erga o quadril com força e tente trocar de posição, montando em mim. Aí trabalhará dentro da minha guarda.
Sem avisar movimentei o quadril com força, pra cima, e peguei-a de surpresa. Ela se desequilibrou e caiu para o lado, a saia na altura do pescoço. Aproveitei e montei nela, agarrando-lhe os pulsos e colando a pica na xana dela, por cima da calcinha. Ela escancarou as pernas e enlaçou minha cintura com força. Meu pau latejava friccionando aquela xana fervendo!
- E agora? – perguntei, mal podendo respirar!
- Agora você faz o que quiser comigo. – Quase gozei!!!
Ela ergueu o quadril, tentando escapar, mas eu já estava malandro, forcei pra baixo, tentando imobilizar seus braços, como se montasse um touro mecânico. Se ela quisesse se livrava facilmente, mas estava gostando. Não resisti e metí-lhe um beijo gostoso na boca! Minha língua penetrou e explorou cada canto daquela bocona; chupei a língua grande e grossa dela, que afrouxou os braços e relaxou as pernas em volta da minha cintura... Fiquei me esfregando na xota dela, cobrindo seus cabelos, seus olhos, nariz, boca, de beijos suaves, rápidos, quentes, demorados. Ela me abraçou e nos comemos com os lábios, ela erguendo o quadril e remexendo bem gostoso. Amassei suas costas e seus ombros, apertei seus braços, esfreguei os lábios pelo pescoço, delineando a carótida com a língua, beijando e mordiscando. Amassei os seios tão desejados, tirando-os do top, e apertando os mamilos; beijei de leve, depois lambi. Mordi os bicos e suguei, alternando beijos e lambidas. Abocanhei o seio o quanto pude, chupando com gula; dei chupadas fazendo marcas vermelhas. Ela acariciava minhas coxas e movia a cabeça de um lado para o outro, de olhos fechados. Esfreguei os lábios pela barriga definida dela, dando beijinhos, desabotoando a saia. Ainda beijando fui abaixando a calcinha preta, deixando que a língua desenhasse um caminho até a xoxota completamente molhada, com aquele cheiro de fêmea invadindo minhas narinas. Deixei escapar um som rouco, beijando a boceta longamente. Continuei meu caminho pela parte interna das coxas, beijando e lambendo, tentando morder sem sucesso, até chegar aos pés. Ela me puxou e fiquei de joelhos. Tirei o moleton, a camisa... Nu, iniciei o caminho de volta, esfregando o cacete em suas pernas, na parte interna de suas coxas... Segurei o pau e pincelei sua xota. Deitei por cima dela, que segurou meu pau e tentou ajeitá-lo na entrada. Segurou, controlando a quantidade de rola que queria dentro de si. Aos poucos foi liberando a entrada e, desesperado penetrei fundo de um golpe. Arreganhando as pernas, me recebeu todo e iniciou um rebolado delicioso, erguendo os quadris e remexendo, me olhando com os olhos mortiços, mordendo os lábios, os braços acima da cabeça, as tranças desmanchadas. Ficamos num vai-e-vem alucinante, em brasas. Em determinado momento enlacei sua cintura, ajoelhado entre suas pernas e enterrei o pau até as bolas encostarem-se à entrada da boceta. Segurando em meus ombros ela se ergueu, ficando sentada em minhas coxas, beijando meu peito, meu pescoço e minha boca, minhas mãos passeando por suas costas. Ficamos assim por uma eternidade, até que com um gemido baixinho, docinho, de olhos fechados, ela estremeceu e gozou, me agarrando com força, encostando os seios ao meu peito.
Saí de dentro dela por instantes e me posicionei por trás, de ladinho, em conchinha. Ela prendeu meu pau duro entre as pernas, minhas mãos cobriam seus seios e acariciavam os mamilos com as palmas. Sem forçar, apenas deslizando pela lubrificação dela, voltei pra dentro todo. Que delícia sentir aquela pressão que ela fazia com a xana e com as pernas! Beijei-lhe os ombros, a nuca e passei a língua por sua espinha dorsal. Lentamente ela se moveu, e lentamente eu gozei! Suave como uma brisa de verão... Quentinha como uma brisa de fim de tarde...
Mas aquilo era uma luta ou não?! Minutos depois decidi que sim! Me ajoelhando no colchão ajeitei-a de bunda pra cima, cabeça encostada na saia dobrada como um travesseiro. Pegando de sua bolsa um creme hidratante, espalhei em minha mão direita e comecei a esfregá-la nas coxas, carinhosamente, na bunda em toda sua extensão..Ela esperava quietinha. Observou-me esfregando o creme no caralho, em movimentos que lembravam uma punheta bem lenta. Resolvi untar o seu corpo inteiro com creme; quietinha esperou que eu terminasse e me concentrasse no seu cuzinho apertado. Passei o creminho nas pregas e enfiei o dedo médio, enfiando e tirando,enfiando e tirando. Ela, de olhos fechados, abria a boca como se fosse gritar, mas não emitia nenhum som! Logo posicionei a cabeça da vara e empurrei com força, encontrando resistência; ela arrebitou mais a bunda, forçando pra trás, ajudando a fazer o cacete entrar metade. Dessa vez gritou, apertando os olhos, de forma estrangulada, fechando os punhos e tentando rebolar. Parei um momento e soquei a metade que faltava de uma vez! Todo dentro, ela se encarregou de rebolar loucamente, apoiando as mãos no colchão e se movendo pra frente e pra trás. Agarrei seu quadril estreito com força e meti com poder!!! Metí, metí,meti, urrando como um ser irracional, fora de mim, querendo entrar mais, colocar as bolas pra dentro, ela socando a bunda pra trás, golpeando meu pau, recebendo até o talo! Agarrei seus cabelos e praticamente montei na bunda dela, forçando! Urrei forte, esporrando. Ela gemeu alto, chorando de prazer!!!


O telefone celular cor-de-rosa tocou!!! Fim de luta. Deu empate.






Escrito por Caique

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