domingo, 16 de janeiro de 2011

Atração Fatal por um Desconhecido




Sexta-feira. Ufa!
Adoro sexta-feira, costumo dizer: "Até que enfim é sexta-feira."
Cheguei em casa cansada, esfreguei minhas têmporas com as pontas do dedo.
Minhas costas, cabeça e ombros doíam tensos do dia cansativo.
Chutei minhas sapatilhas, caminhei até o meu quarto.
Um sorriso cansado escapou dos meus lábios.
Fui deixando uma trilha de roupas do meu quarto ao banheiro, nua parei frente ao espelho e estudei meu reflexo.
A aparência extenuada do dia corrido, precisava de um banho bem relaxante e bem gostoso.
Ficar tempo suficiente debaixo da água, sentindo-a deslizar pelo meu corpo, acariciando e relaxando meus membros cansados.
"Ahhh adoro a água, adoro senti-la deslizando pelo meu corpo, me sinto sensual, a água me excita, me relaxa..."
Estendi a mão, tirei a presilha do meu cabelo deixando-os cair em ondas suaves em meus ombros.
Corri meus dedos pelo meu cabelo, massageei o couro cabeludo. O movimento fez meus seios subirem e meu olhar fixou-se em meus mamilos ja eretos e vermelhinhos (num rosa-escuro).
Lentamente, movi minhas mãos do meu cabelo e abaixei meus seios. Minha respiração acelerou quando eu apertei meus mamilos entre meus polegares e indicadores. O clima sensual me fez ficar úmida entre minhas coxas.
Observei-me no espelho, minhas pálpebras pesaram quando uma fantasia passou por minha mente.
"Eu imaginei um estranho apertado contra minhas costas, sua firme ereção contra meu traseiro. Minhas mãos apertavam e puxavam meus mamilos, meu toque fazia minha vagina ficar molhada, querendo seu pênis. Deslizei uma mão devagar do meu seio para minha barriga, o ventre liso entre minhas coxas. Coloquei minhas mãos em forma de conchas como se fosse o estranho, antes de deslizar um dedo em minhas dobras úmidas."
Enquanto esfregava meu clitóris, não desviei o olhar do meu reflexo. Vi o rubor espalhar-se por minha pele enquanto se encaminhava para o clímax. Observei o modo que minha mão movia contra meu montículo e como minha outra mão continuava a rolar e beliscar meu mamilo. Imaginei a boca morna do estranho entre minhas pernas ,o sentir de sua língua contra minhas dobras, sua cabeça entre minhas coxas. A imagem era tão poderosa que meu dedo circulou meu clitóris mais rápido.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh....mmmmmmmmmmm.....
Gozei com um puxão dos meus quadris contra minha mão. Continuei a dedilhar meu clitóris enquanto ondas de prazer me atravessavam. Tive que me segurar em uma bancada no banheiro.
Imóvel, assisti meu corpo tremer enquanto meu orgasmo continuava, mordi meu lábio inferior quando encontrei meus olhos castanhos enevoados no espelho.
Assim que a última pulsação do meu clímax aliviou, deslizei meus dedos em minha vagina, trouxe-os para meu nariz e inalei. Sexo. O cheiro de sexo era tão bom! Mil vezes melhor seria quando misturado com o odor almiscarado de um Homem.
Coloquei ambas as mãos na bancada e fechei meus olhos.
"Como seria realmente perder todas as inibições e ter sexo com um estranho? Eu nem precisaria saber seu nome. Ele apenas teria que me foder bem e duro, deixando-me satisfeita. Apenas isso."
Suspirei, abri meus olhos e me afastei do espelho.
"Ousaria fazer da minha fantasia uma realidade?"
Depois de tomar banho, me maquiar levemente, arrumar meu cabelo e cuidar de algumas necessidades, resolvi sair noite afora.
Sai noite afora, trajando uma frente única preta e uma saia que terminava no meio das minhas coxas.
Minha pele se aqueceu com o pensamento de dar continuidade ao meu plano.
Tinha toda intenção de fazer minha fantasia realizar-se.
Sexo... Com um estranho... Hoje à noite...
Cheguei sozinha na boate, sabia que lá não correria o risco de encontrar com as minhas amigas.
Fui em direção do barzinho da boate, achei uma mesa pequena em um canto escuro.
Me acomodei em uma das duas cadeiras almofadadas e tentei relaxar.
Minha pele formigava por causa da chuveirada quente que tomei e podia sentir o odor leve do meu perfume. Não tinha quase nada debaixo do meu minúsculo vestido preto; apenas um soutien de renda minusculo que levantava meus seios e uma tanga que a cada movimento que eu fazia, o material sedoso do meu vestido deslizava pela minha pele.
De repente, EU o vi.
Um homem saído diretamente das minhas fantasias.
Ele entrou no bar com confiança, talvez até com arrogância, em sua expressão e seu passo largo. Eu não tive dúvida nenhuma que ele era um homem que sabia o que queria… e o conseguia.
Ele tinha cabelo louro que enrolava ligeiramente na base da sua nuca, estava vestido todo de preto desde sua camiseta até sua calça jeans.
"Deus, eu amava homens de preto, e amei o modo que sua calça jeans moldava seu traseiro. Achei-o extremamente sensual."
Ele era bonito de uma maneira que fez minha boca secar. Aqueles lábios firmes. Aquela boca sensual. Eu só podia imaginar…
" Ohhhhhhh... O que eu não imaginaria com este homem?
Minha fantasia, chegou no balcão do bar, onde se debruçou, fez o pedido ao garçom e girou lentamente o seu olhar que inspecionou o salão.
Meu coração bateu um pouco mais forte quando olhei ele, esperando que olhasse para mim. Eu não podia parecer tímida. Eu queria este homem.
No momento em que nossos olhos se encontraram, eu senti um estremecimento percorrer-me dos meus mamilos até minha vagina.

"Eu a estudei. Ela tinha olhos castanho escuros e misteriosos com um que de melancolia (como se no fundo fosse uma solitária) lábios que davam vontade de beijar e mordiscar, e seu vestido preto revelava o suficiente para atrair. Seus dedos lentamente deslizaram de cima abaixo o caule do seu copo, quando nossos olhos se encontraram, e eu podia facilmente imaginar aquela mão pequena alisando meu membro.
Como um Dom, eu tinha autocontrole, mas naquele momento meu pênis escolheu ignorar e endurecer dolorosamente contra minha calça jeans apertada."
"Esta mulher iria pagar por despertar-me com um mero olhar, um movimento apenas."
Fixando os olhos escuros não tive nenhuma dúvida que ela me queria, e ela desejaria tudo que eu poderia ensiná-la, fazer com ela e mais.
Ele tinha acabado de concluir sua relação de Dom/Sub com as gêmeas Laura e Sara. Ele precisava de algo mais que uma relação passageira. Algo que ele não conseguia definir. Ele decidiu remover sua coleira de ambas as irmãs. Elas imploraram, pedindo que permanecesse como Dom delas, mas seu instinto dizia que estava na hora de partir.
Com prática, ele manteve toda a emoção fora de sua expressão, enquanto a estudava.
Com a garrafa da bebida na mão, deixei o olhar da mulher tempo suficiente para pagar a bebida. Segurei a garrafa fria em minha mão e, andei a passos largos pelo labirinto de mesas cheias, indo diretamente para a ela.
Seus olhos não deixaram os meus, sua língua lambeu seu lábio inferior em um movimento nervoso. No entanto, seu queixo estava levantado e tinha um olhar quase altivo em seu rosto. Eu tiraria aquilo dela, e ela adoraria como eu faria isso. Meu olhar experiente percebeu sua respiração acelerada, o rubor em suas bochechas, os mamilos tensos contra a seda de seu vestido.
Ela nem o conhecia ainda, mas encontrava-se preparada e pronta.
Quando alcançei sua mesa, não me incomodei em perguntar se a cadeira próxima a ela estava livre. Deslizei, perto o suficiente para que minha coxa coberta pelo jeans sentisse a suavidade do seu vestido.
Coloquei a cerveja na mesa e a estudei. Ela era angelical, eu só podia imaginar como ficaria toda aquela suave pele alva com a minha marca. Senti seu odor de mulher e não podia mais esperar para saborea-la.
Um rubor tingiu suas bochechas e eu soube naquele momento que isto era algo que ela nunca havia feito antes.

— Eu sou Selene. — ela disse em uma voz suave e sexy que fez minhas bolas encolherem.
"Sim, ela iria pagar pela reação que meu corpo estava tendo por ela, e ela desfrutaria de cada minuto."
Segurei minha respiração enquanto esperava o homem responder. Isto era loucura. O que eu estava fazendo?
— Lucas — Sua voz era funda e sensual o suficiente para fazer meus dedos do pé enrolarem.
— Fale-me sobre você, Selene.
Um pequeno calafrio percorreu minha espinha com o som do meu nome em sua língua e o olhar intenso dos seus olhos. Suas palavras não eram casuais, elas comandavam.
Eu senti vontade de me retorcer na cadeira por causa da dor que o pedido dele causou em minha vagina. Seu odor almiscarado e a loção pós-barba me fizeram querer me emrodilhar ao redor ele.
— Diga-me, Selene — ele mandou novamente.
— Eu sou advogada.— e o desafiando. — E não recebo ordens muito bem.
Um sorriso lento formou-se no canto da sua boca. Ele estendeu a mão e delicadamente acariciou meu braço. Arrepios formigaram minha pele.
— Eu posso ensiná-la a aceitar ordens e você vai amar cada minuto, Selene.


Eu inclinei minha cabeça e num tom casual.
—Como?
—Primeiro, fale-me sobre você.— Ele aproximou-se, um antebraço apoiado sobre mesa. —O que faz você no momento, Selene?

Empinei meu queixo um pouco mais alto.
— Qual é o seu desejo mais profundo, mais sombrio, Selene? O que é que você mais quer, que qualquer outra coisa, agora mesmo? Neste exato minuto.
Fiquei imóvel. Um calor subiu pelo meu pescoço. Eu não podia falar.
Ele se debruçou tão perto que eu poderia tê-lo beijado. Quando ele falou, estava tão próximo que senti o calor de sua respiração contra os meus lábios.
— O que você quer agora mesmo, Selene? — Ele repetiu.
— Eu — Minha garganta secou-se. — Eu quero ser fodida por um estranho. — senti um de calor que deixou-me corada.
Ele acenou em aprovação com a cabeça, mas sua expressão estava ainda indecifrável.
— Qualquer estranho, Selene?
Meu corpo inteiro queimava com embaraço, estimulação.
— Eu quero ser fodida por você.
"Não acreditava! Eu acabara de dizer a um estranho que queria que ele me fodesse."
— Boa menina...— ele roçou seus lábios suavemente.- Diga-me como você gosta de ser fodida, Selene.
— Algumas namoradas no armário? - perguntei mudando de assunto.
—Eu acabei de concluir uma relação de um ano com Laura e Sara.
Meus olhos se arregalaram.
— Duas mulheres?
Ele encolheu os ombros.
— Elas são gêmeas.
— A fantasia de todo homem — murmurei.
— Mas, hoje à noite, você é minha fantasia Selene — ele disse, tomando controle da conversa novamente, voltando para seu papel de dominador.
— Remova sua roupa íntima. - ordenou.
Eu o olhei de olhos arregalados e quase derrubei o conteudo restante do copo na mesa. Em um movimento rápido, ele pegou o copo e o endireitou.
— Você está doido? — Eu disse em um sussurro.
Ele levantou uma sobrancelha, me desafiando.
Disfarçadamente, olhando para os lados, avançei minha mão para um dos lados do meu quadril, até que os meus dedos alcançaram a extremidade da minha tanga.
A adrenalina percorreu meu corpo. Eu dei outra olhada em torno do bar para ver se alguém estava vendo o que eu fazia.
— Olhe para mim, Selene, e não desvie o olhar novamente.

Eu o olhei e encontrei seus olhos. Borboletas começaram a voar em minha barriga como loucas e meu corpo estremeceu com desejo. Eu me forçei a ver enquanto deslizava, centímetro por centímetro, minha roupa íntima dos meus quadris.
Rezei para que a toalha de mesa fosse longa o suficiente para que ninguém me visse mover minha tanga das coxas para meus joelhos, onde deslizou para meus tornozelos.
Minhas bochechas queimando como loucas, eu peguei a extremidade da minha tanga com a ponta do meu salto, trazendo-a para cima o suficientemente alto para poder pegá-la com a mão.
Estava completamente ensopada.
Quando a coloquei em meu colo, ele estendeu a mão com a palma aberta.
— Dê para mim, Selene.
Lançei-a em sua direção, ele a pegou no ar. Levou a tanga até seu nariz, e observei seu tórax subir quando ele a cheirou.
— Você está quente para mim, não está, Selenei — disse como uma declaração, não como uma pergunta.
Mexi-me em minha cadeira, ciente do quanto estava nua debaixo de seu vestido. Eu esperei duas batidas do coração antes de dizer:
— Sim.
Ele pegou minha peça íntima e enfiou-a em seu bolso traseiro.
— Sim, o quê?
— Eu não sei o que você quer dizer.
Ele me olhou e disse de um modo tranquilo.
— Sim, Mestre.
Aou ouvi-lo dizer isso, quase virei a mesa, pelo modo como meu corpo pulou de surpresa.
— Sim, Mestre ?
— Isso mesmo, Selene.— Ele se debruçou intimamente mais uma vez , e moveu seus lábios para minha orelha. Senti sua respiração morna acariciar-me à medida que ele dizia
— Hoje à noite eu sou seu Mestre.

"Mestre? Ele estava brincando? Não era assim que um submisso chamava a um Dominante em uma relação de BDSM? "
— Você está louco?— perguntei incrédula.
Ele esticou a mão e alisou meu cabelo ruivo que caía em meu ombro, seus dedos tocando meu ombro nu causando formigamentos.
— Hoje à noite eu serei seu Mestre, Selene. Dê-me o controle e eu darei a você uma noite que será inesquecível.
— Você é um Dom?— perguntei incrédula. — Você é em BDSM?
— Isso mesmo, Selene.— Ele colocou sua mão sobre minha coxa e acariciou-me a pele nua com seu polegar. — E eu pretendo te foder de maneiras que você nunca foi fodida antes.
Respirei fundo.
— Eu não estaria tão certo disso, se fosse voce.
— Ah Selene, creio que está enganada.— Sua mão subiu lentamente pela minha perna, empurrando o tecido sedoso da minha saia até o meu quadril.
Eu não podia me mover, quando seus dedos encontraram a fenda entre minha coxa e minha vagina. Seus olhos fitaram os meus o tempo inteiro em que ele me tocou. Quando seus dedos deslizaram por minhas dobras encharcadas eu quase enlouqueci.
Meu corpo inteiro tremia quando ele sorriu satisfeito.
— Você quer tanto que eu te foda que você me tomaria aqui, agora, não é, Selene.— Outra declaração.
— Eu, uh ... que convencido voce , hein...
— Sim, Mestre— ele disse calmamente quando começou a golpear meu clitóris.
Eu mal podia pensar com seus dedos imergindo dentro e fora da minha xoxota e então recuando para o meu clitóris.
— Você está gozando, tendo um clímax aqui mesmo, na frente de todas estas pessoas— ele disse com uma voz firme. — Você entende, Selene?

" Ohhhhhh...Nossaaaaaaa... eu não queria que ele parasse."
Era tudo o que ela podia fazer para não começar a gemer em voz alta.
— Sim, Mestre— sussurrei.
"Mestre? Eu realmente chamei este estranho de Mestre?"
Ele deu seu sorriso aprovador.
— Muito bom, Selene.
Seus olhos não deixavam os meus, ele empurrou dois dedos em minha vagina e eu quase gritei, gemi pelo toque. Com movimentos de especialista, ele golpeou minhas dobras molhadas, meus sentidos concentrados no meu clitóris, circulando-o, movendo-o lentamente, com movimentos prolongados.
— Olhe para mim, Selene — ele exigiu. — Observe-me enquanto eu como você com meu dedo.
O olhar intenso em seus glaciais olhos fez a sensação crescer dentro de mim cada vez mais.
" Ohhhhhhhhh eu estava tão pertooo... Tão perto...aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
— Goze agora, Selene— ele ordenou ao mesmo tempo em que comprimia meu clitóris duramente.
Meu corpo explodiu. Eu não pode evitar o gemido que saiu apressado por meus lábios quando meus quadris se impulsionaram contra sua mão e um brilho leve de suor apareceu inesperadamente em minha pele.
Meu corpo tremia enquanto ele continuava a segurar meu clitóris.
Quando não podia tomar mais, disse: — Lucas. Pare.
Ele comprimiu ainda mais forte e meu corpo sacudiu novamente.
— Sim?
— Uhmmm, por favor, Mestre.— Eu não podia acreditar que estava dizendo isto. — Por favor pare, Mestre.
Ele deu um sorriso satisfeito e retirou a mão da minha vagina. Eu quase desmoronei pelo incrível orgasmo que eu acabara de ter. Até a dor por ele ter beliscado meu clitóris fez meu clímax ser mais primoroso.
Lucas trouxe sua mão para seu nariz e cheirou novamente, e eu vi meus sucos que brilhavam em seus dedos. Ele deslizou primeiro um e depois o outro em sua boca, chupando meu gosto.
"Que tesão!"
— Seu gosto é delicioso, Selene. — Ele levantou um guardanapo de cima da mesa e enxugou seus dedos limpos. — Eu quero provar muito mais de você.


- Continua...
   












Escrito por Ayesk@

2 comentários:

Piment29 disse...

Hummm ... Ser possuída assim dessa forma ... LOUCURA LOUCURA !!! Adorei ... Sentir o desejo e o sabor do sexo em seus lábios não tem coisa melhor ....

Ayeska disse...

Obrigada pelo Carinho, Piment29.
Já li comentários seus no blog, nos contos de amigos meus e fico feliz que comente e que goste dos contos!
Apareça sempre!

Bjs doces carinhosos!


Ayesk@