segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ela, o pêssego




  
Não se trata de um pêssego qualquer, mas daquele que faz salivar ao primeiro olhar. Aquele pêssego que, contra a luz do sol propicia a antecipação do prazer pela simples visão, alternando cores, denotando maturidade; e estar maduro, nessa circunstância equivale a instaurar água na boca pelo aspecto promissor, pela polpa carnuda e macia sob a pele aveludada, que instiga o contato com os dedos que apalpam, a palma que agasalha e eventualmente serve de base para o esmagar incontido que retira o sumo que escorre por entre os dedos e percorre as costas da mão e o pulso. Sumo que provoca o instinto de lamber... E lamber o pulso, as costas das mãos, entre os dedos, de olhos fechados é um ato sensual.
            Não se trata de uma mulher qualquer, mas daquela mulher que faz os olhos se estreitarem e a língua percorrer os lábios inconscientemente. Percorrendo seu corpo estirado ao sol livremente, dengoso e cremoso, a luz do sol destacando os pelos dourados sobre a polpa carnuda e bronzeada, o instinto masculino é um só: adquiri-la, corpo e alma! Possuir aquela escultura, com o pensamento, com os olhos, com as mãos, com os lábios, com todos os sentidos!
            O cheiro que se espalha é infiltrado através das narinas e invade a corrente sanguínea, passando a viajar por todo o corpo, delineando uma gama de prazeres que se alcançam, se interligam, se misturam e se tornam novos prazeres de maneira instantânea! Funciona como elementos em cadeia, como a brincadeira do dominó: ao tocar o primeiro, todos se tocam e entrelaçam, e a reação é seqüencial, inevitável até o desfecho esperado, mas recebido sempre com alguma novidade, ineditismo.
            Premeditar a primeira mordida é o botão que acende a fornalha. Tomar posse e decidir quando e como cravar os dentes na pele macia, antecipando a reação do pêssego ao ser tomado, invadido, sem a pressa de devorar e deglutir, mas buscando saber o nível de sua necessidade de ser comido. Quando ser mastigado causa tanto ou mais prazer do que mastigar, comer.
            Sentir o suco entre os dentes fincados, espalhando-se pela língua como mel, que vagarosamente domina a pedra de mármore, lhe incutindo sabor e lhe transformando em algo mais do que apenas algo duro, belo e frio. O sabor que define a quem saboreia, o odor impregnando coração e mente!
            A primeira dentada, separando o pêssego de si mesmo e aglutinando-o ao ser que o mastiga, criando um novo ser, melhor, com mais sabor e mais prazer! A velocidade da deglutição em slow motion, cada músculo participando da ação; os lábios molhados, o queixo requisitando a língua para recolher o suco que foge sem querer escapar... Sugar o caroço, duro, resistente até limpá-lo por completo; seria ele o coração do pêssego? E, na função primordial de coração necessita ser forte para receber, processar e devolver os estímulos à flor da pele?
            E enquanto coração,  renova-se ao ser replantado, renascendo com características além das que possuía, recebendo grande parte dos prazeres de seu possuidor, com isso evoluindo e se tornando mais belo, mais gostoso e mais desejado. E mais desejoso.
            Um pêssego que mate a minha fome, porque como com os olhos, com as mãos, com a boca... Com todo o meu corpo! Um pêssego que se submeta aos meus instintos vorazes e me sacie por completo, que deseje ser comido tanto quanto eu o deseje comer!
            Um pêssego-fêmea, madura, carnuda, gostosa, para ser regada e colhida, a seu tempo, e cuidada para que me alimente, corpo e alma, e para que se alimente de mim.
            Minha fêmea, meu pêssego...
 


Por Caique

sábado, 29 de janeiro de 2011

YASKARA A FRENTISTA DO POSTO


















Na cidade onde morava na Paraíba tinha uma cachoeira e no caminho tinha um posto de gasolina, não tinha muito movimento por lá, e sempre que passava,quando ia tomar banho ou até mesmo andar de bike ou coisa do tipo,sempre reparava em uma moça muito bonita, ela era loira de olhos cor de mel, seus cabelos eram compridos e lisos, tinha seios firmes que realçavam por baixo daquele macacão desengonçado, seus cabelos sempre estavam presos num rabo de cavalo, sempre que parava nesse posto ficava tentando puxar assunto com a loiruda mais nunca tinha sucesso, e não entendia o porquê, até que um dia, estava passando por lá pra ir até a cachoeira, então parei pra abastecer a moto, até que lá fui eu dando uma de galanteador,parei,dei boa tarde, era por facha de umas15: 15 por aí, ela estava distante lendo um livro,quando ela veio me atender trouxe consigo o livro,colocou sobre uma mesinha e foi logo perguntando quanto de gasolina iria querer, perguntei pra ela qual era o livro que estava lendo e me disse que não era da minha conta, fiquei um pouco com vergonha pela sacada, mais queria conquistar e domá-la então tentei mais uma vez, falei que gostava muito de ler e por isso estava interessado, falei que era professor,aí ela com uma ignorância incomparável que somente ela tinha,falou mais seca que a primeira sacada que me dera antes, ela perguntou se eu tava a chamando de burra e falei que não, que apenas queria ser gentil com ela, e ela acabou cedendo aos poucos, (pra minha felicidade é claro) falou que era um livro de romance, perguntei qual era e ela me disse que era Sabrina, falei que me amarrava nesse tipo de livros, que se ela quisesse eu emprestaria alguns pra ela, não deu muito a mínima pra mim, pegou a bomba e foi enchendo o tanque da moto,falei pra ela que queria 20,00 reais.
Quando ela terminou de encher perguntei seu nome, e ela perguntou por que eu estava quero saber tanta coisa, falou que não estava com paciência pra ficar respondendo bobagem pra forasteiro, aí eu disse que não queria ser isso que ela estava dizendo, queria ser amigo dela, por que quando passava sempre à via no posto, nunca via outra pessoa, e achava ela muito triste ou coisa parecida, foi que vi quando ela soltou um leve sorriso, acho que ela tinha medo que eu fosse algum bandido, e de tanto eu insistir ela me deu um voto de confiança, falou que seu nome era Yaskara, falei meu nome e voltei a perguntar se ela queria ou não que eu emprestasse os livros, e ela disse que sim.
Falei que morava na cidade e que sempre dava um jeito de passar por lá, pois dava aula na cidade vizinha ou tinha pegava aquele trecho pra ir pra cachoeira, aí ela disse que não tinha tempo pra se divertir, que depois que mataram o pai e o irmão dela por causa de dividas ela sempre levava os seus dias pra cuidar do posto falei pra ela da cachoeira e convidei-a pra ir comigo, mais ela disse que não dava, ela morava próximo de lá, e que tinha que cuidar do irmão mais novo dela, que a mãe dela tinha morrido também de parto desse irmão, e ela agora era mãe e pai do garoto, falei que ela poderia levar ele com a gente, que se ela topasse qualquer dia iria de carro e levaria os dois, ela olhou pra os lados, tirou a liga dos cabelos e ajeito-os novamente, achei muito bonito essa visão.
Olhei-a por um misero segundo e voltei a insistir, sabia que ela não iria resistir meu charme, perguntei pra ela se tinha água, ela disse que sim, então desci da moto, e ela me levou até o escritório. No meio do caminho ela disse que era melhor eu dizer logo pra ela o que é que eu queria, pois ela sabia qual era a minha, cai na gargalhada e disse, você pensa que quero fazer algum mal pra você?
E ela disse, conheço muito bem esse seu tipo, aparece por aqui dizendo que quer ser amigo, e coisa e tal, depois que eu caio no seu papo você me rouba, ou quer me usar de má fé, falei pra ela que estava equivocada que eu não iria roubar nem muito menos fazer algum mal pra ela, voltei a dizer minha profissão, falei tudo que fizesse ela ter confiança em mim, ela abriu a geladeira e me deu água, sentou-se numa cadeira de plástico um pouco suja, o escritório não tinha muita coisa, era um lugar pequeno com uma mesa, a geladeira, uma maquina de escrever uma TV e alguns certificados olhei pra uma das paredes enquanto bebia a água,e vi um quadro com umas pessoas,perguntei quem eram,e ela falou na foto aparecia uma menina loirinha com um vestido meio desbotado,um homem com camisa listrada e chapéu uma mulher com uma saia comprida e uma blusa de botões e um garoto que deveria ter uns 12 anos,ela disse que era os pais dela,o irmão mais velho e ela,essa foto tinha sido tirada no dia que a mãe dela descobrira que estava grávida novamente.
Disse pra ela que precisava ir,mais que se ela quisesse que eu voltasse pra trazer os livros traria e conversaríamos mais,ela disse que tudo bem,acabei voltando pra casa sem ir pra cachoeira.
Chegando em casa fiquei pensando nela o tempo todo,dormi e sonhei que transava com ela,era uma delicia o sonho mais no melhor acordei.
Era domingo acordei cedo e resolvi que iria ver a Yaskara, vesti apenas um short de nylon,coloquei uma camisa regata peguei meu boné calcei a chinela e sai,estava disposto a levá-la pra cachoeira, e tinha que ser naquele dia.
Cheguei ao posto e estava fechado, olhei pra um lado e pra o outro e não vi ninguém fui até o escritório e também nenhum rastro dela, fique sentado no banco que tinha encontrado ela no dia anterior uns 20 minutos passados ela chega, com o mesmo macacão de sempre vinha com uma bolsa nas costas, e ela abriu um sorriso perguntando o que é que estava fazendo ali tão cedo,falei que era bom ver ela sorrir,pois sempre via ela seria,ela disse que estava começando a gostar de mim,que eu parecia ser um cara legal,fiquei muito feliz em ouvi-la dizer isso,perguntei pra ela do irmão,e ela fechou a cara,ficou calada,colocou a bolsa no chão,e não falou mais nada,entreguei os livros que tinha prometido,e ela não fez muita questão,perguntei pra ela se tinha dito algo errado,ela olhou pra mim e disse que tinha que me falar algo,fiquei apreensivo e disse:
Sam-Pode falar, estou esperando...
Yaskara-Eu menti pra você!
Olhei pra ela sem acreditar, e disse.
Sam-Mentiu?Sobre o que?
Yaskara-Sim menti sobre meu irmão, não tenho ninguém, sou apenas eu sozinha...
Baixou a cabeça e começou a chorar soluçadamente. Perguntei então por qual motivo ela tinha feito aquilo, e ela disse que tinha medo que eu fizesse algum mal pra ela, mais quando chegou em casa,pensou muito bem e viu que eu não era um cara mal,que eu era do bem,me aproximei dela meio sem jeito com medo de ser repreendido abracei-a,e ela se entregou a mim deixando-se ser abraçada.
Fiquei acalentando ela um pouco, até que ela deitou o seu rosto em meu ombro e me pediu desculpas, falei que só desculparia se ela fosse comigo pra cachoeira, ela sorriu e apenas balançou a cabeça afirmativamente, então ela pegou a bolsa, perguntei pra ela o que tinha dentro e ela falou que era a comida,
subimos na moto e partimos, ela me abraçou com um pouco de distancia. Fiquei pensativo vou deixar ela assim, pra poder ganhar confiança, seguimos e no meio do caminho ela foi se aproximando ate me abraçar por completo, a senti ficando encharcada mais não disse nada.
Ao chegarmos ao local, parei e descemos, fui logo tirando a camisa e ficando apenas de short, ela estava com o macacão e perguntei se ela iria ficar daquele jeito,ela disse que iria tirar a parte de cima e assim fez,estava com uma blusinha rosa por dentro, fiquei com vontade que ela tirasse todo aquele macacão e ficasse nua, mais sabia que não iria acontecer daquela forma nem naquele dia.
Conversamos muito, sobre a vida dela e a minha, e num descuido de momento acabei tocando sua mão, pareceu cena de novela (risos) quando peguei em sua mão ela olhou pra mim e sorriu, e do nada pedi um beijo,ela então veio se aproximando e nos beijamos,foi muito demorado, senti sua língua procurar a minha, eu beijava sua boca, mordia seus lábios e ela gemia, ela chupava minha língua como se fosse arrancar, e meu pau já começava a dar sinal de vida, pus minha mão em cima de sua fenda e senti quente e úmida, ela começou a tirar o macacão sem tirar os olhos de mim, soltou os cabelos e ficou apenas de calçinha, era minúscula e estava molhada, ela veio e me abraçou, e ficamos nos beijando por um longo tempo, ela me apertava o corpo e eu fazia o mesmo, depois ela olhou pra mim e disse que tinha medo de seguir à diante, que mal me conhecia e já estava se entregando daquela maneira levantou-se do chão e pegou o macacão, pedi que não fizesse aquilo, que eu há muito tempo gostava dela, que desse uma chance pra si própria, mais não ouvi dialogo ela vestiu a roupa, e me pediu que levasse daquele lugar, e assim fiz, meu pau doía de tão duro que estava e ela sabia como eu estava o meu estado, pois ela também estava do mesmo jeito.
Seguimos de volta pra o posto ela novamente estava distante de mim, não nos falamos o caminho todo, teve um momento que passei por uma pedra e fez com que ela se chegasse mais perto de mim e pude sentir o fervor de sua bucetinha enchacarda e seus seios completamente eriçados pelo tesão.
Enfim chegamos ao posto novamente.


Continua...


Vou parar por aqui por que está longo demais, espero que tenham gostado. E a segunda parte vai ser bem melhor garanto pra vocês. Beijão pra todas!!!



Escrito por $amurai do Sexo

Postado por Ayesk@

Gustavo que tesão de homem





























Bom aqui vai mais uma de minha aventuras...
Gustavo...ai Gustavo com aquele seu jeito lindo alto,pele clara,olhos castanhos e com o cabelo da mesma cor dos olhos e o seu corpo definido.
Era domingo,um dia tranquilo,pois tiro para descansar do dia interior e ficar em casa.Acordei cedo,tomei café com meu pai e fui para o msn conversar com meus amigos,Gustavo comentou que queria ir no salão de automóveis(logo lembrei que ele adora carros,resolvi que iria)mais eu não sabia que estava tendo um evento.
Me arrumei e fiquei esperando ele vim me buscar,assim que ele chegou vi que ele trouxe uns amigos,como eu já os conhecia a um tempo não me importei,entrei no carro e fomos.
Chegando na feira estava super cheio.Fomos ver alguns Stand,e logo percebemos que estavamos separados dos outros,estava apenas eu e Gustavo.
E como eu havia levado minha camera queria tirar algumas fotos,e estava cheio Gustavo ia na frente abrindo caminho e quando chagava no Stand eu entrava na frente dele para tirar foto e ele sem querer me encoxava,e eu estava adorando tudo isso.
E assim foi se repetindo de Stand a Stand,nossa eu estava adorando aquela situação,e ele também pois já dava par sentir seu pau duro,virei para ele e dei uma risadinha maliciosa,e ele logo percebeu que eu estava adorando tudo aquilo,me puxou pelo braço e segurou minha cintura e me deu um beijo e aproveitou a oportunidade para pegar em minha bunda.
Eu já estava com muito tesão e com aquele beijo e mais as encoxadas já estava toda molhadinha.
Até que deu a hora de irmos embora,ele comentou que iria passar em um barzinho,a galera resolveu não ir,aliais era tudo que eu queria,ficar sozinha com ele.
No caminha Gustavo parou o carro,e perguntou se eu havia gostado do beijo...respondi que tinha adorado e que queria mais.
Ele então começou a me beijar e a descer sua boca pelo meu pescoço até chegar em meus seios,e começou a lambe-lo e mordiscar,eu direcionei minha mão até seu pau e comecei a masturba-lo,Gustavo segurou minha cabeça e a direcionou até seu pau e me fazendo pagar um belo boquete para ele,passava minha língua na lateral de seu pau,enfiava ele inteirinho em minha boca chupava aquele saco gostoso e voltava a chupar seu pau,chupava gostoso e conforme sua respiração ia aumentando o ritmo da chupada até que ele gozou em minha boquinha me fazendo engolir todo aquele leitinho.
Ele voltou a dirigir e nos levou até um Motel,chegando lá ele foi logo me beijando e tirando minha roupa e eu tirando a dele,ele beijava meu corpo inteiro inclusive meus pés,pois ele é louco por pés,ele se deitou e eu comecei a masturba-lo com meus pés,nossa ele estava amando ser masturbado com os meus pés,ele estava quase gozando.
Quando me pegou e me deitou na cama de bruço e começou a beijar minha nuca,e ia descendo minhas costas até chegar em minha bundinha,ele me levantou um pouco e lambia minha bucetinha até chegar em meu cuzinho,hum que delicia ele me virou e chupava minha bucetinha e com a mão fazia movimentos circulares em meu grelinho fazendo meu corpo tremer inteiro de tesão e prazer ainnnnn que delicia aiiii vou gosar ain...gosei em sua boca.
Ele me pegou no colo e me levou até a banheira e começou a me beijar,e logo começou a me fuder,nossa que delicia transar dentro de uma banheira com a água batendo em seu corpo devido os movimentos dele,Gustavo me fudia gostoso e com força,e eu logo estava gozando,Gustavo também não demorou para gozar.
Saímos da banheira e fomos para o chuveiro e la´eu chupei gostoso aquele pau ai que delicia ele gozou em minha boca me fazendo eu engolir todo aquela porra.
Nos arrumamos e fomos embora ele me deixou em casa,e eu como estava cansada fui dormir.

Bjs a todos

Jéssykinha











Escrito por Jéssykinha

Instantes de loucura e prazer


Passava da uma da manhã, o sono não vinha. Rolava na cama inquieta. Decide dar umas voltas para aquietar aquela sensação.
Olhava a paizagem que vinha à frente, o vento no rosto trazia uma paz em seu olhar.
Pára o carro a beira mar. Olhos absortos no horizonte,o cheiro do mar, a brisa, tudo a invade.
Abre a porta, está somente com uma camiseta e uma minuscula calcinha vermelha.
Descalça, caminha pelas areias rumo as aguas. Uma onda vem ao seu encontro molhando seu corpo.
Fecha os olhos e deixa-se perder em devaneios.
Ele aproxima-se, toma-a nos braços num longo beijo, ela se entrega com paixão e desejo.
Suas mãos deslizam por seus corpos ávidos de prazer. Suas bocas famintas se devoram com volupia.
Agora deitados na areia, se entregam à deliciosas caricias.
Beijos molhados cobrem seus corpos, leves frenessis, serpenteiam por seus corpos quentes.
Seus dedos invadem suas entranhas e um leve tremor sacode seu corpo jovem.
Aquela visão o atordoa enlouquecendo seu membro em riste.
Quer penetrá-la, direciona seu mastro aquela gruta rosada, umida.
Instantes de loucura e prazer, num bombar cadenciado, cronômetrado pelo prazer.
Um vai e vem safado, descontrolado agora. Unhas na carne, mãos enlouquecidas, palavras em desatino sussuradas ao ouvido.
Um urro, um grunido de feras no ápice. O gozo, o mel, o fluido escorrido entre loucos gemidos.
Um sorriso, um beijo, um adeus. Separam-se sem dizerem nada, um ate logo ou um adeus.
Rumam para suas vidas, agora com seus corpos satisfeitos, mentes abertas para novas experiências.


- SerenaLoba -




Escrito por LuareSerena 

Postado por Ayesk@

Iron Butterfly: Vou morrer transando




Ontem, no cinema, encontrei um celular perdido, logo após a última sessão no shopping. Hoje de manhã, ainda na cama, me pus a examinar com curiosidade aquele pequeno telefone cor-de-rosa com figurinhas de uma personagem japonesinha dos desenhos animados. Deve pertencer a alguma adolescente, imaginei. Instantes depois as informações no aparelho me desmentiram: tratava-se de uma mulher adulta, de 28 anos, solteira, fã de rap e de pizza, romântica incurável que adorava filmes água com açúcar; seu nome era Neyde Iron Butterfly! Curioso, fui até a pasta de fotos, e a vi.
Havia diversas fotos dela, sorrindo, usando bermudas colantes, luvas e protetores; loira alta, 1,75m, de tênis, nada de salto alto, calça jeans modelando as coxas bem torneadas, pernas fortes, cintura fina, braços musculosos, ombros atléticos à mostra... Seios como mangas guardados sob um top apertado. Nenhuma maquiagem além de um batom discreto e um produto que deixava seus lábios brilhando. Boca enorme, como a da Carly Simon. Os olhos verdes eram tímidos, curiosos; tinha sobrancelhas, finas, não aquele famigerado risco de lápis. Sensacional! Os cabelos loiros ajeitados em tranças, presas com grampos de borboletas prateadas. Os quadris eram estreitos, firmes; tinha um bumbum de atleta, não de sex symbol; não era arrebitado, mas parecia suculento... Será que lutava no gel? Corpaço! Não lutava no gel, é claro, eu é que viajei. Tinha fotos de quimono, se engalfinhando num tatami com outra garota.
Enquanto eu fuçava nas músicas preferidas da Iron, o celular tocou:
- Alô?
- Oi, você deve ter achado esse celular n o cinema, ontem. Eu sou a dona. – voz macia, mas firme – Poderia me devolver, por favor?
- Claro. Seu nome, qual é?
- Neyde. – sorriso tímido – Lucineyde, mas me chamam de Iron.
- Imagino o porquê. – ela sorriu de novo – Como nos encontramos, Neyde? Digo, Iron.
- Pode vir aqui, na academia em que treino? Dou o endereço.
- Manda, vou agora mesmo.
- Como vou te reconhecer?
- Serei o cara chacoalhando um celular cor de rosa.
Duas horas depois entrei numa academia deserta. No centro de um octógono ( jaula de oito lados cercada por telas que impedem que os competidores saiam após iniciado o combate) havia diversos colchões de treino estendidos, e ela, de saia curta e blusa leve de alcinha (já havia acabado de treinar) se distraía chutando um saco de areia, de levinho.
Fiquei observando: coxas deliciosas, fortes, lisas, musculosas... Peitinhos sensacionais, aparentemente sem soutien... Aí ela me viu! Sacodí o aparelho e entrei na jaula.
- Neyde.
- Oi! – sorriu, se aproximou, estendeu a mão. Segurei. Aperto de mão forte, mas me aproximei e beijei-a no rosto. – Obrigada!
- Pelo beijo ou pelo celular? – Sorri, estava me sentindo engraçado. Ela sorriu de novo e perguntou como poderia retribuir a gentileza. Olhei em volta... “Que tal com sexo selvagem e delicioso, agora mesmo, comigo rasgando sua tanguinha e comendo você encostada na grade da jaula sem dó nem piedade, hein?”. Só pensei, claro! O que falei foi:
- Talvez uma aula grátis de MMA (Mixed Martial Arts).
Ela sorriu e me olhou de cima embaixo, avaliando. Mais alto que ela, forte sem ser sarado, acima do peso alguns quilos, dez anos mais velho... Deve ter gostado do que viu, porque balançou a cabeça afirmativamente, sorrindo, meio tímida.
- Então tá, posicione-se. – Ajeitou minha guarda ( braços erguidos, protegendo o rosto e a cintura. – A luta em pé é muay thai, explicou em tom professoral, movendo-se à minha frente. Pra mim era um frango assado delicioso, bom de ser devorado, de cima em baixo – Pode golpear com as mãos... – espalhou meus cabelos com um tapa leve - ... Ou com os pés. – Golpeou alto, acertando meu braço esquerdo que protegia o rosto. Pude ver a calcinha preta, fiquei paralisado,me lambendo. – Pode-se golpear com os pés embaixo, também; vi os seios balançando. Do lado interno ou externo, para desestabilizar o oponente. – A luta no chão é jiu-jitsu. Para levar o oponente ao chão, usa-se o single leg, agarrando uma perna, ou double leg, derrubando-o pelas duas pernas. – Ela se ajoelhou à minha frente e apalpou minhas coxas por um momento, segurou-as firmemente e me estourou no chão, sobre os colchões de treino. Prendi a respiração, surpreso. Ela montou em mim, a saia subiu e vi a calcinha preta, exposta, senti o calor da xoxota na minha barriga.
- Isso se chama passar a guarda – eu respirava ofegante, submisso e boquiaberto. Pensava comigo: “Como ela é gostosa!” e, “Como é que eu vou encarar uma tesuda assim?!” E depois: “Vou morrer fodendo!” Aproveitei pra segurá-la pelas pernas, mas sorriu e tirou minhas mãos, colocando-as na posição correta; pra isso sentou no meu pau, que já estava duro desde que apertei a mão dela, quase rasgando o moletom. – Agora é só trabalhar o ground and pound – ela disse, movendo-se sobre mim e fingindo me cobrir de porrada, enquanto se esfregava em cima do meu caralho alucinado, que se encaixou sob a saia, roçando a calcinha já molhada. – Não vai tentar sair daí? Vai acabar nocauteado! – ela falou sorrindo, um tanto quanto ofegante.
- Tenho mesmo que tentar?! – perguntei com a voz entrecortada, entre cansado e com tesão.
- Tem que mudar de posição, ela disse, rosto vermelho. Eu podia ver os biquinhos dos seios durinhos sob a blusa – Pesar seu corpo e tentar dominar o adversário. – Assenti com um gesto, excitado demais para falar – Tem que tentar “me espalhar”; erga o quadril com força e tente trocar de posição, montando em mim. Aí trabalhará dentro da minha guarda.
Sem avisar movimentei o quadril com força, pra cima, e peguei-a de surpresa. Ela se desequilibrou e caiu para o lado, a saia na altura do pescoço. Aproveitei e montei nela, agarrando-lhe os pulsos e colando a pica na xana dela, por cima da calcinha. Ela escancarou as pernas e enlaçou minha cintura com força. Meu pau latejava friccionando aquela xana fervendo!
- E agora? – perguntei, mal podendo respirar!
- Agora você faz o que quiser comigo. – Quase gozei!!!
Ela ergueu o quadril, tentando escapar, mas eu já estava malandro, forcei pra baixo, tentando imobilizar seus braços, como se montasse um touro mecânico. Se ela quisesse se livrava facilmente, mas estava gostando. Não resisti e metí-lhe um beijo gostoso na boca! Minha língua penetrou e explorou cada canto daquela bocona; chupei a língua grande e grossa dela, que afrouxou os braços e relaxou as pernas em volta da minha cintura... Fiquei me esfregando na xota dela, cobrindo seus cabelos, seus olhos, nariz, boca, de beijos suaves, rápidos, quentes, demorados. Ela me abraçou e nos comemos com os lábios, ela erguendo o quadril e remexendo bem gostoso. Amassei suas costas e seus ombros, apertei seus braços, esfreguei os lábios pelo pescoço, delineando a carótida com a língua, beijando e mordiscando. Amassei os seios tão desejados, tirando-os do top, e apertando os mamilos; beijei de leve, depois lambi. Mordi os bicos e suguei, alternando beijos e lambidas. Abocanhei o seio o quanto pude, chupando com gula; dei chupadas fazendo marcas vermelhas. Ela acariciava minhas coxas e movia a cabeça de um lado para o outro, de olhos fechados. Esfreguei os lábios pela barriga definida dela, dando beijinhos, desabotoando a saia. Ainda beijando fui abaixando a calcinha preta, deixando que a língua desenhasse um caminho até a xoxota completamente molhada, com aquele cheiro de fêmea invadindo minhas narinas. Deixei escapar um som rouco, beijando a boceta longamente. Continuei meu caminho pela parte interna das coxas, beijando e lambendo, tentando morder sem sucesso, até chegar aos pés. Ela me puxou e fiquei de joelhos. Tirei o moleton, a camisa... Nu, iniciei o caminho de volta, esfregando o cacete em suas pernas, na parte interna de suas coxas... Segurei o pau e pincelei sua xota. Deitei por cima dela, que segurou meu pau e tentou ajeitá-lo na entrada. Segurou, controlando a quantidade de rola que queria dentro de si. Aos poucos foi liberando a entrada e, desesperado penetrei fundo de um golpe. Arreganhando as pernas, me recebeu todo e iniciou um rebolado delicioso, erguendo os quadris e remexendo, me olhando com os olhos mortiços, mordendo os lábios, os braços acima da cabeça, as tranças desmanchadas. Ficamos num vai-e-vem alucinante, em brasas. Em determinado momento enlacei sua cintura, ajoelhado entre suas pernas e enterrei o pau até as bolas encostarem-se à entrada da boceta. Segurando em meus ombros ela se ergueu, ficando sentada em minhas coxas, beijando meu peito, meu pescoço e minha boca, minhas mãos passeando por suas costas. Ficamos assim por uma eternidade, até que com um gemido baixinho, docinho, de olhos fechados, ela estremeceu e gozou, me agarrando com força, encostando os seios ao meu peito.
Saí de dentro dela por instantes e me posicionei por trás, de ladinho, em conchinha. Ela prendeu meu pau duro entre as pernas, minhas mãos cobriam seus seios e acariciavam os mamilos com as palmas. Sem forçar, apenas deslizando pela lubrificação dela, voltei pra dentro todo. Que delícia sentir aquela pressão que ela fazia com a xana e com as pernas! Beijei-lhe os ombros, a nuca e passei a língua por sua espinha dorsal. Lentamente ela se moveu, e lentamente eu gozei! Suave como uma brisa de verão... Quentinha como uma brisa de fim de tarde...
Mas aquilo era uma luta ou não?! Minutos depois decidi que sim! Me ajoelhando no colchão ajeitei-a de bunda pra cima, cabeça encostada na saia dobrada como um travesseiro. Pegando de sua bolsa um creme hidratante, espalhei em minha mão direita e comecei a esfregá-la nas coxas, carinhosamente, na bunda em toda sua extensão..Ela esperava quietinha. Observou-me esfregando o creme no caralho, em movimentos que lembravam uma punheta bem lenta. Resolvi untar o seu corpo inteiro com creme; quietinha esperou que eu terminasse e me concentrasse no seu cuzinho apertado. Passei o creminho nas pregas e enfiei o dedo médio, enfiando e tirando,enfiando e tirando. Ela, de olhos fechados, abria a boca como se fosse gritar, mas não emitia nenhum som! Logo posicionei a cabeça da vara e empurrei com força, encontrando resistência; ela arrebitou mais a bunda, forçando pra trás, ajudando a fazer o cacete entrar metade. Dessa vez gritou, apertando os olhos, de forma estrangulada, fechando os punhos e tentando rebolar. Parei um momento e soquei a metade que faltava de uma vez! Todo dentro, ela se encarregou de rebolar loucamente, apoiando as mãos no colchão e se movendo pra frente e pra trás. Agarrei seu quadril estreito com força e meti com poder!!! Metí, metí,meti, urrando como um ser irracional, fora de mim, querendo entrar mais, colocar as bolas pra dentro, ela socando a bunda pra trás, golpeando meu pau, recebendo até o talo! Agarrei seus cabelos e praticamente montei na bunda dela, forçando! Urrei forte, esporrando. Ela gemeu alto, chorando de prazer!!!


O telefone celular cor-de-rosa tocou!!! Fim de luta. Deu empate.






Escrito por Caique

Professora feminista: uma tigresa domada





Para se fazer progresso, é necessário que se faça mudanças. Nenhuma outra frase viria tão bem a calhar para se descrever a beleza desse momento. Clarice, minha professora, está na minha frente usando botas de salto que a deixam com um rebolado delicioso, o espartilho apertado mal a permite respirar, cobrindo apenas o colo e deixando os fartos seios a mostra; e um avental branco para que ela sempre se lembre que agora é a minha obediente escrava. A vagina, recentemente raspada a navalha por mim mesmo, fica exposta fazendo-a se sentir vulnerável.
Bebo em um gole o uísque todo do copo enquanto a observo arrumando a casa para a festinha que farei daqui a pouco. Me aproximo dela e com uma das pedras de gelo entre meus dedos começo a acariciar sua vagina e seu ânus, fazendo-a se arrepiar. Seu corpo treme dando espasmos que a fazem desabar em meus braços, mas Clarice já está bem acostumada a todas as minhas taras, toda a resistência que ela apresentou no começo da nossa relação foi transformada em um êxtase masoquista que domina seu belo corpo a cada brincadeira mais forte que eu faço.
Conheci Clarice na faculdade, ela era professora de psicologia forense, 32 anos, feminista ao extremo, agressiva e mal cuidada. A primeira vista, qualquer um poderia julgá-la como lésbica, mas eu nunca fui um cara de estabelecer pré-conceitos sobre as pessoas, a paciência para ir desvendando aos poucos o mistério que envolve cada mulher sempre fui uma das minhas virtudes. Era uma mulher com potencial para ser bela, mas seu proposital desleixo era notório. Cabelos castanho-escuros tipo chanel, bem curtos, nunca usava maquiagem, e sempre com seu vestido e sandálias de hippie. Nunca havia me despertado nenhuma atenção especial, até o momento em que começou a fazer a cabeça das outras meninas com suas idéias. Algumas das meninas com quem eu ficava, sempre amistosas e doces, agora se mostravam arredias pela influência de Clarice. Era hora de eu tomar uma atitude.
Comecei a vigiar Clarice para descobrir qual a origem desse fascínio que ela despertava nas outras garotas. Adquiri a minha carta na manga mais valiosa quando coloquei uma câmera escondida no diretório acadêmico da faculdade, local onde ela realizava suas reuniões do grupo de estudos feministas, fundado por ela mesma. E graças à tecnologia descobri mais do que eu esperava.
Na manhã do dia seguinte busquei a câmera e vi Clarice no vídeo, assim que entrou na sala, tirar um pequeno saquinho com maconha do bolso, provavelmente trazida da favela onde ela passava as tardes com a desculpa de administrar uma ONG. Ao ver o pacote, a reação animada das outras garotas mostrou que aquilo devia ser algo corriqueiro. A vadia, nada mais nada menos, trazia maconha para fumar dentro da faculdade. Quando mostrei o vídeo para Clarice depois, sua pele empalideceu. Disse que a partir desse momento ela teria que fazer o que eu mandasse para se redimir, era isso ou perder seu cargo docente da universidade, e quem sabe a cadeia. Ela aceitou, ainda que relutante, a primeira opção.
Marquei um encontro com Clarice numa sexta-feira à noite em um barzinho da cidade, para deixar claro o que eu esperaria dela a partir daquele momento. Mandei que ela fosse ao meu encontro usando calcinha fio-dental vermelha e sutiã meia-taça por baixo do vestido colado ao corpo, bem diferente de sua forma habitual de se vestir. Também mandei que ela se maquiasse: o primeiro passo seria fazê-la perder suas frescuras e se tornar mais feminina. Ao chegar no bar ela já estava me esperando, fiquei impressionado como a pequena mudança de hábito a deixou bonita, ela era realmente bem gostosa, só precisava de um empurrãozinho.
Ela revelou que achava que eu ia chantageá-la por dinheiro, mas respondi que isso estava bem longe dos meus objetivos. Era o começo das férias de dezembro, eu disse que ela iria passar uns dias comigo no meu sítio, afastado da cidade, depois...veríamos o que acontece. Ela, ainda preocupada, disse que seu marido ia desconfiar; mandei que inventasse qualquer desculpa, talvez um congresso em outro estado. Ela teve que aceitar. Após algumas caipirinhas, Clarice já se mostrava bem mais solta que normalmente.
Resolvi testar sua obediência começando lá mesmo. Mandei que ela tirasse a calcinha ali na mesa, queria ver se ela realmente estava vestida como eu ordenei. Estávamos em uma mesa meio afastada, próxima ao piano, o que facilitaria seu trabalho. Clarice, ainda meio indignada, levantou o vestido discretamente, olhando fixamente para mim. Começou a descer a minúscula calcinha pelas coxas e por toda a perna, tirando-a e me entregando por baixo da mesa. A partir daquele momento ela seria minha.
Paguei a conta e entramos no meu carro. Mandei que ela subisse o vestido deixando seu sexo a mostra, ela obedeceu. Revelou uma vagina com mais pelos do que o necessário. Aliás, sempre gostei de uma buceta totalmente depilada, e disse que no nosso próximo encontro era assim que ela deveria estar.
Parei um uma rua escura, sem nenhum movimento à vista, mandei que ela descesse do carro e se despisse completamente, ela faria um striptease para mim em frente aos faróis do carro, enquanto eu a observava. Ela relutou, mas um olhar meu foi o suficiente para fazê-la obedecer. Ajeitei o som do carro de forma que ela pudesse dançar conforme a música.
Ela começou rebolando timidamente, mas em pouco tempo começou a fazer direitinho. Rebolava com os quadris passando as mãos pelo corpo, desde o pescoço até a cintura. Soltou as alças do vestido e deixou-o cair pelo corpo, o mesmo fez com o sutiã. Quem a via na faculdade em seus trajes normais, jamais teria idéia da beleza daquela mulher.
Desci do carro e a agarrei pelos cabelos, invadindo sua boca com a minha língua. Desci a outra mão ate sua vagina encharcada pelo delicioso mel feminino e comecei a masturbá-la. Mandei que ela se debruçasse no capô do carro, empinando bem a bunda para mim. Revelei meu pênis, duro, pulsante com o tesão, e encostei a cabeça na entrada daquela buceta.
- Quer que eu te coma agora, minha professora putinha?
- Quero, quero muito – ela respondia ofegante.
- Então implora, suplica pelo meu pau.
- Me fode toda, meu aluno gostoso, come a sua professora de um jeito que ninguém comeu até hoje.
Ao ouvir isso, enterrei num movimento só meu pênis naquela vagina que escorria de tanto tesão, fazendo-a saltar e morder os lábios, mas segurei-a com força pelos quadris e pelo cabelo, trazendo-a de volta para mim, colando meu corpo no dela.
Comecei a comê-la vorazmente, colocando tudo, fodendo até o útero, literalmente. Minhas coxas batiam nas dela fazendo aquele barulhinho delicioso de corpos se chocando no ato sexual, meu saco chegava e bater em seu clitóris, tamanha a força com a qual eu a comia. Ela pouco se importava se estávamos na rua, e gritava para eu fodê-la como uma puta, enquanto rebolava no meu pau. Notei que os músculos de suas pernas se enrijeceram, ela grunhia palavras incompreensíveis, estava prestes a gozar. Puxei-a pelos cabelos e cravei meus dentes eu seu pescoço macio, ainda naquele vai e vem delicioso. Despejei meu sêmen dentro dela, enquanto seu corpo explodia em espasmos e gemidos. Gozamos juntos.
Coloquei-a de joelhos e apontei, no capô do carro, todas as gotas dos sucos expelidos por sua vagina durante o gozo, e fiz ela lamber uma por uma, dizendo:
- Essa foi a última vez que você gozou sem a minha permissão, sua vadia, a partir de agora, você sempre pergunta para mim se pode – ela concordou com a cabeça.
Peguei então no porta-luvas os presentes que eu comprara especialmente para ela, e que a faria usar no resto da noite. Dois pequenos consolos, um para a vagina e um para o ânus, cada um com seu respectivo botão em um controle remoto que ficaria em meu poder, e que quando acionados os fariam vibrar dentro dela, não importando em qual momento eu decidisse fazer isso. Coloquei-a debruçada mais uma vez e introduzi primeiro o que ficaria na vagina, arrancando-lhe um leve gemido. Depois foi a vez de arrombar aquele cuzinho, o qual ela jurava ser virgem. Melei meu dedo indicador com o liquido que havia escorrido por suas coxas durante a primeira transa, e comecei a acariciar sua entradinha dos fundos. Aquele buraquinho à minha disposição fez meu pau endurecer rapidamente de novo. Fui introduzindo devagar, ate estar todo dentro, enquanto beijava sua nuca e a chamava de “minha putinha”, depois coloquei mais um, ate ela estar pronta para receber seu novo brinquedinho. Com os dois consolos dentro dela, mandei que ela ficasse com o corpo ereto, como um soldado em posição de sentido. Peguei o controle e testei o aparato. Vi o corpo de Clarice tremer como se ela estivesse em uma cadeira elétrica, gemendo como uma gata no cio, e caindo aos meus pés, nua no asfalto da rua, desfalecida pela dor e pelo prazer.
Ajudei-a se levantar, mandei que colocasse apenas o vestido, sem peças íntimas e entramos no carro. Dali fomos para uma boate afastada da cidade, onde ninguém a reconheceria, lugar perfeito para os joguinhos que eu havia planejado para ela. O lugar estava lotado, já era madrugada e todos dentro da casa noturna já pareciam bastante entorpecidos pelo álcool. Mandei que ela fosse para a pista, ainda com os brinquedinhos dentro dela, dançar ao lado de uma rodinha de garotas que se esfregavam de forma insinuante umas nas outras, arrancando olhares de praticamente todo mundo em volta. Eu a observava do lounge pouco acima, com o controle remoto pronto para provocá-la. Como permiti que ela gozasse a vontade, ela não se fez de boba e aproveitou a oportunidade. Dançava frenéticamente, provocando olhares até das garotas, enquanto eu brincava ora com o vibrador em sua vagina, ora no ânus.
Vi uma garota loira de olhos azuis usando calça jeans e blusa que deixava a barriga à mostra se aproximar de Clarice, sendo recebida por ela com um sorriso. Ela também era deliciosa. As duas começaram a dançar juntas de um jeito sensual, uma de frente para a outra, os rostos quase se tocando. Clarice suava, esfregando a coxa entre as pernas da garota. Entorpecidas pela música elas se tocavam, quando eu apertei os dois botões do controle de uma vez. Clarice estava gozando ali mesmo, no meio da pista, jogava a cabeça para trás e apertava a garota contra seu corpo. Gozou alucinadamente, não resistindo e dando um beijo voraz e obsceno na boca da menina, que retribuiu com a mesma vontade. De lá, eu podia ver as línguas daquelas duas belas fêmeas brigando boca a boca.
Não resisti e desci. Apresentei-me para a garota, que se chamava Anaí e se mostrou bem receptiva e simpática também comigo, que disse ser o namorado de Clarice. Troquei umas palavras com ela ao pé do ouvido, deixando Clarice curiosa, mas não contei para ela do que se tratava. Fomos embora e eu deixei Clarice em casa, já marcando a data em que a veria de novo e a levaria para o meu sítio, como havia prometido.
Hoje, Clarice está na minha frente fazendo os últimos preparativos para daqui a pouco. Convidei Anaí, a garota da boate, para a festinha com a gente em meu apartamento. Talvez Clarice fique um pouco sem jeito quando souber que hoje vai terminar o que começou na boate aquele dia, mas ela está bem mais mente aberta desde que eu comecei a “transformá-la”. Ela apenas fazia o papel da típica professora mal-comida, figura normal em qualquer escola ou faculdade, mas nada que o meu remedinho não resolva, e que aliás deveria ser aplicado em qualquer professora desse tipo.
Amanhã levarei Clarice para o meu sítio, ficaremos uma semana lá, para que eu transforme-a na perfeita garota submissa para mim. Talvez de um pouco de trabalho dilapidar esse diamante bruto da maneira como eu desejo, mas quem disse que a vida é fácil, não é mesmo?



Escrito por Knight

Série: Round I -TAPETE








Ainda a espera do meu H.I. (Homem Invisível)

- Onde você esta?
- Boa noite gata... estou em casa por que?
- Boa noite! Só para saber ... estou com tantas saudades....vou cobrar juros de todo tempo que me deixa esperando ... juros de agiota ...
- Gata... gata... já me deixou louco o dia todo com os emails e as mensagens , também estou morrendo de saudades..seus juros terão que valer a pena...
- Vou me esforçar pra isso ! Preciso de você...
- Vai ter que se esforçar mesmo , e muito!!!
- Ai que delícia!!!! Adoroooooooo.... quando vou te ver heim?
- Estou tentando resolver tudo e adiantar umas coisas no trabalho,vou fazer o possível para ir sexta...Aconteceu alguma coisa?
- Aconteceu! Não to conseguindo concentrar em nada , minha bucetinha ta toda molhada , meu corpo está queimando de saudades...
- Nossa !! Isso é grave ...ta molhadinha é ?
- Muito!!!
- Nossa que delícia , onde você está ?
- Saí pra ver se resolvo este meu problema,tentar espairecer , mas eu quero você .. quero sua boca ... seu pau ...
- Ele está durão aqui para você e te esperando por que você não vem ? Vou adorar apagar seu fogo ...
- Pertinho né? To louca pra você jogar bastante lenha em minha fogueira para só depois apagar ...
- Não é tão longe assim , to aqui sozinho , sempre te esperando e você não vem . Vou aumentar muito seu fogo e...
- Que barulho é este?
- Campainha , vê se isso são horas de ir na casa de alguém ...
- São duas da manhã , quem pode ser heim? alias quem é?
- Como vou saber gata , nem abri a porta , ta melhor aqui no telefone.. que roupa você esta heim?
- Abre logo , se for mulher quero saber , e fique sabendo que se for te mato.
- Ta bom... me mata por que ?eu não tenho culpa...
- Claro que tem , bater na sua porta quase duas da manhã e não ouse mentir pra mim viu... e não desliga!
- Hummm que ciumenta! Só vou colocar uma roupa
- Tá pelado é assanhado?
- Pronto , tava de cueca chatinha ciumenta..
- Nem sou , mas vai ver o que faço com você se for mulher ... acabo com você!
- Hum que delícia! Vem hoje ainda me matar ?? Nossa não sei onde enfiei as chaves...
- Se sair daqui agora só chego amanhã e você já vai ter se divertido muito , não gosto de resto...
- Achei ...Para gata não deve ser mulher nenhuma.............Gata!!!! - lhe dei um sorriso sacana e desliguei o celular caminhando em sua direção.
- Achei que ia me deixar na rua a noite toda...me aproximei apertei o seu pau e mordi o seu queixo - assanhado!!! vem assim atender a porta? ele tentou me segurar mas me esquivei rindo e terminei de entrar e fui encostar no sofá.
- Vem aqui !!! - me puxou com uma mão em minha nuca apertando meus cabelos e a outra em minha cintura , assim que nossos corpos colaram nossas linguas começaram a travar um duelo ,mãos percorriam nossos corpos subi as duas mãos arranhando levemente suas costas - aaaa gata que saudade!!
-Fecha a porta ! Que eu vim para acabar você , te avisei que lhe mataria se fosse uma mulher... sorrimos um para o outro enquanto você trancava a porta me sentei na mesinha de centro e te chamei com o dedo , você entendeu meu recado e sorriu parando na minha frente já abrindo a bermuda e a retirando com cueca e tudo eu apenas sorria e observava quando terminou me ajoelhei na sua frente e beijei seus joelhos , subi as unhas pelas suas coxas até sua bunda a apertei enquanto lambia sua glande olhando safadinha para você...
- hummmmm ...nossa que saudade desta boca .... safada!!!! Me atiçou o dia todo ...aiiii assim engole vai ...hummmm....aaaaaaa...assimmm...huuuuuuu...não me olha assim descarada que eu encho sua boca de porra ... apenas sorri ainda mais batendo a língua na cabecinha da sua rola para depois voltar a engolir ele segurou minha cabeça e metia na minha boca como se fosse uma buceta , lágrimas escorriam dos meus olhos quando via que ele estava quase lá retirava ele da boca esfregava minha cara nele melando todo o meu rosto e voltava a engolir o chupando freneticamente por mais alguns minutos quando seus gemidos começavam novamente a intensificar retirava o olhando bem moleca e ia sugar e brincar com suas bolas, mordiscava o cabo e voltava ao boquete minha bucetinha estava em brasas você estava agarrado a minha cabeça fodendo mais forte minha boca dizendo coisas que eu mau entendia quando avançou sobre mim os botões do meu vestido voaram para todos os lados puxou com tanta força que arrebentou as alças em segundos já estava nua rolando aos beijos sobre o tapete com você boca... pescoço ... peitos ...orelha...gemidos ...juras...sussurros ...palavras picantes desconexas minhas mãos passeavam por seus braços , costas , te puxavam pela bunda apertavam o seu pau você bolinava meu sexo devagar me torturando enquanto sugava forte meus seios intercalando com lambidas e mordidinhas tentei girar o corpo por cima de você e me encaixar mas você gira mais o corpo ficando por cima de mim me prensando com o corpo e prendendo os meus braços..
-Calmaaaaaaaa.. eu assim como você já estava suada nossos olhos transcendiam toda a paixão, saudade , desejo que estavam no ar desceu beijando minha barriga , me abri toda para você que me observa um instante abre minha bucetinha e suga suavemente meu grelo pressionando sua língua sobre ele me arrancando um gemido mais forte ,contorço involuntária no chão , você firma minhas pernas bem abertas e cai de boca em mim enlaço minhas pernas em sua cabeça uma mão se agarra aos seus cabelos a outra passeia entre meus peitos e por vezes serve para tampar minha boca estou descontrolada , entregue ...lasciva ... rebolo em sua cara sua língua conhece o meu corpo e passeia habilmente por ele me levando a loucura gozo uma ...duas ... você me lambe , chupa , mordisca , fode ...conhece como ninguem os caminhos do meu prazer na terceira vez minhas pernas chegam a tremer você ergue o rosto e sorri vai me virando de costas subindo beijando minha bunda... costas se encaixando atrás de mim coloco minha perna levemente dobrada sobre a sua ...
-Que delícia de peitinho ...hummmm todo arrepiadinho ... abre mais as pernas vai... assimmmmm...diz fungando em minha orelha e nuca esfregando o pau em toda extensão da minha buceta ...
- Coloca vaiii... aaaaaaaaa... assimmmm....uuuuuuuuuuuummmmmm seu pau entra apertado ...devagar ... constante até eu sentir suas bolas coladas em mim eu o travo com a buceta empurrando minha bunda para trás você segura minha cintura firme com uma mão a outra aperta meu peito levo uma das minhas mãos a sua bunda e lhe cravo as unhas ficamos engatados uns segundos gemendo , paro a pressão e começo a rebolar lentamente sem afastar meu corpo você ergue minha perna a segurando bem aberta para cima e começa a entrar e sair primeiro devagar aumentando o ritmo gradativamente ..
- aaaaa que bucetinha gostosaaaaaa...vou encher ela de porra quente ..hummm...
-vai gostoso...hummmm...aiiiiiiiiiiii não paraaaaaaaaaa...aaaa eu vou gozarrrrrrr
- goza putinha ... goza no meu pauuu...issooooooooo...não segura ...grita...quero que grite
- Aaaaaaaaaaaaaaaa... vai maisssss...maisssss...
-Safada!!! Você quer mais é ??? tomaaaaa..aaaaaaaaaa... eu arremetia meu corpo de encontro ao seu que segurando firme em minha cintura estocava por vezes beijando minha nuca e boca...você bolina meu grelinho e ri vendo o quanto estou alagada ...arremetidas cada vez mais fortes ... gemidos... gritos ... você leva seu dedo a minha boca e o chupo... lambo... como se fosse seu pau - vou gozar sua safadaaaaaaaa..huuuuuuu trava todo meu corpo com os braços e arremete cada vez mais forte grunindo como um animal goza a cada estocada violenta solto um grito e sinto jatos de porra me invadindo enquanto gozo descontroladamente meu corpo todo treme , minha buceta contrai em volta de você que urra mordendo meu pescoço e falando..
- Uuuuummm ...aaaaaaaaa.. aperta vaiiiiiii,,, gostosaaaaaaaaaaa ... issoooo...não paraaaaa... aiiii deliciaaaaaaaa - mau tenho controle do meu corpo , respiração ofegante minha perna cai para frente você que ainda nem havia parado me empurra para deitar de barriga pra baixo sem sair de dentro de mim eu fecho bem minhas pernas você se ajoelha em cima de mim apoiando em minhas costas olhando seu pau entrar e sair de dentro de mim - que buceta gostosa ... você me deixa louco...
-Você não cansa não é ??
-Não!!! Vou te foder todinha e depois ainda vou comer seu cú... ta cansadinha já é?
- Nãooo eu quero maissss... mete mais ...aiiiiiiiiiiiiii ...assimmm
-Safada!!! ajeitou a posição ficando com os pés apoiados em cima da minha bunda segurou nas bandas dela e começou a me foder com força quase me atravessando sentia seu pau querendo atravessar o meu útero..
- Aaaaaaaaaaaa fdp você vai me rasgar..
- Vou te rasgar todinha me deixou maluco o dia todo ...tomaaaaaaaaaaa
- AAAAAAAAAAAAAA
-Quer que pare é?
-Nãooooooooooo..me fode ...me rasga...
- Gostosa!!! Empina mais esta bunda vai .... tomaaa... toma...
- AAAAAAAAAAAAAAAA... não havia muito como me mexer , apenas empinei mais a bunda nossos corpos escorriam súor ...não gemíamos ...gritavamos ... dor...prazer...loucura... êxtase...eu batia os punhos no chão... me agarrava ao tapete... aos meus próprios cabelos você apertava cada vez mais minha bunda e estocava violentamente gozeiiii uivando como uma loba no cio meu corpo se retesou e ergui um pouco a cabeça a deixando cair logo a seguir quase desfalecida sentindo apenas meu coração e dois jatos de porra em minhas costas rapidamente se enfiou em mim de novo e senti os últimos jatos saindo enquanto você entrava e saia agora devagar caindo logo a seguir cai em cima de mim ficamos parados recuperando a respiração uns instantes ,não conseguiamos nem falar ... você tombou para o lado saindo devagar de dentro de mim rolei para o outro lado ficando de frente para você ajeitando meus cabelos...
-Caralho gata achei que iria enfartar ... eu apenas o olhei e sorri ainda estava sem fôlego para falar ..vem aqui! me puxou me abraçando e beijando minha testa comecei a rir
-Nossa que loucura ... e que bagunça!
-Precisamos de um banho ...- disse afagando meus cabelos- que bom que está aqui.
-Não aguentei de saudade... me abraçou mais e começou a descer a mão pelas minhas costas e pela minha bunda.
-A viagem foi muito cansativa?
- Até que não por que?
- Ainda quero comer sua bunda!! - disse erguendo a cabeça e apertando meu traseiro
-Tarado!!! Ainda quero muita coisa hoje ,... quanto a bunda vou pensar no seu caso .
-Hummmmmm ... pensar o que? Ela é minha , não sabia não?
- Eu não sei disso não! Só por desaforo não dou! Vamos tomar banho ! disse sentando e o puxando..
-Daqui a pouquinho , deita aqui de novo...me aconcheguei em seus braços nos beijamos e me deitei em seu ombro.
-Tá muito preguiçoso pra quem sonha em comer meu traseiro hoje ainda ..
-A é? levantou me carregando nos braços para o banheiro- Me paga agora sua branquela! Havia falado em tapete, sofá , banheiro , mesa da cozinha e cama só foi o tapete ate agora.
-Foi você quem falou seu tarado !
-Você!!! Vai fugir do pau é? Eu ainda pensei em uns lugares diferentes...
- Hummm nunca fujo e vou adorarrrrrr... 
Terminamos o trajeto aos beijos o banho ... o resto da noite... ainda tem muita coisa , mas isso , isso fica pra um outro conto, beijinhossss


 
Escrito por AlicinhaBH

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Em nome do prazer














- Sem vergonha...
- Policial, eu...
- Na parede! Encostada na parede, caralho! Não fala comigo! Mãos espalmadas encostadas na parede, que porra de parte não entendeu?!
Ela disse que estava naquele beco por estar acostumada a entrar pela cozinha da cantina italiana, e, dali para o andar superior, no qual havia as chamadas "raves". Não era prostituta, apesar de ser alta, gostosa, de seios grandes, lábios sensuais, cabelos lisos até quase a cintura, pernas compridas numa calça colante e salto alto.
- Nessas festas há muitas drogas! Talvez nessa bolsa eu encontre ecstasy, maconha...
Ela disse que não, nervosa, enquanto eu passeava de um lado para o outro, passos curtos, segurando o enorme cacetete de borracha. Argumentou que seus amigos estavam esperando por ela lá em cima, se poderia pegar o celular e ligar pra eles.
- Não! Vou pedir licença para "rastrear" a senhorita. Não sabe o que é? Revistar em busca de substâncias ilegais, ou motivos para autuá-la por algum delito menor.
Ela falou que não era contraventora de forma alguma e que não haveria motivos para... - Calou-se abruptamente quando abandonei o cacetete e separei suas pernas, colocando a minha entre as dela.
- Abra mais as pernas. Assim!
Minhas mãos experientes apalparam suas mãos espalmadas, meus dedos se entrelaçaram aos dela por uns momentos e percorreram o espaço entre eles,vagarosamente. No processo encoxei-a, ossos do ofício. Não fiz força alguma, desci os dedos por entre os cabelos sedosos como se estivesse massageando o couro cabeludo. Atrás das orelhas, também. Os dedos penetraram seus ouvidos. Leve suspiro da parte dela, antes de sentir sua respiração sendo interrompida. Mãos nos pelos eriçados da nuca; em torno do pescoço, massageando, sentindo o pulsar da carótida. O toque se estendendo vigorosamente pelas costas e barriga, as pontas dos dedos comprimindo ambos os lados da espinha dorsal, as articulações dos ombros. Sob os braços, minhas palmas sobre a barriga, apalpando-lhe os seios como se escolhe frutos maduros na feira, beliscando os mamilos túrgidos; o dedo circulando o umbigo, penetrando o umbigo, os polegares invadindo o cós baixo da calça, alcançando os pelos púbicos. Sentindo-lhe as ancas, as coxas, lado externo e interno, sentindo a fornalha ligada, dedos na portinha, mão na boceta. As duas mãos pela bunda, vasculhando, apertando,quase beliscando. De volta às pernas, parte traseira, parte frontal, joelhos; panturrilhas, canelas, tornozelos...Fim da inspeção. Suada, ela. Gotas do suor caindo da testa. Eu, banhado em suor, no beco mal iluminado e pessimamente arejado, entre latas de lixo.

Súbito enlaço-lhe a cintura, num arremedo de falta de profissionalismo e encoxo. Me esfrego e esfrego na sua bunda, como um cachorro por trás de uma cadela no cio. Chego a respirar muito forte! Ela retribui, rebolando instintivamente!
Tenta falar. Sem parar de rebolar inicia um "Seu guarda, eu..."
- Quieta! Interrompo, voz rouca,impaciente. Baixo-lhe a calça de um golpe, até os joelhos. Ela quase perde o equilíbrio, mas não a pose. Aperto os olhos, focando a visão do paraíso: bunda redonda, macia e gostosa, branquinha,com uma pinta em uma das bandas. Abro sua bunda com as duas mãos, colocando o cacetete de carne em prontidão. O instrumento de foder xuranhas! Completamente concentrado,encosto,posiciono e ataco! Primeiro golpe, entra a cabeça. Ela estremece e suprime um berro. Garota corajosa! De outro golpe coloco a metade, e depois trabalho furiosamente, arremetendo com estocadas velozes e poderosas, como se não houvesse amanhã, esfolando o cacete, grudado em suas costas, respirando aquele perfume gostoso, amassando-lhes os peitos, enrabando com ira erótica, e ela gemendo como uma porca, me agredindo de volta com a bunda gostosa, rebelde, empinada, dando bundadas na vara, remexendo com volúpia, golpeando enquanto recebe as bordoadas da minha tala faminta! Sexo no beco, voraz e incontrolável entre dois desconhecidos vulcões, postos em erupção por detalhes mínimos, como local, horário, vestimentas, tom de voz... Despertando a insanidade momentânea completa, proporcionada pela busca pelo prazer imediato, incondicional, desafiando as convenções sociais em nome de um ato pré-histórico e inigualável!

Urros mútuos, abafados, dentes trincados nos estertores. Um flash e o corpo transcende a mortalidade, o prazer vem em jatos. O silêncio une.
Depois, a volta à moralidade, às regras de convivência social: ela ergue as calças, trêmula, vermelha; eu subo o zíper; ajeitamos as roupas. Nem uma palavra. Nossos olhares não se cruzam. Ela pega a bolsa esquecida sobre um latão de lixo, eu recolho o cacetete encostado à parede. Irônico.
E ela dirigindo-se ao andar superior da cantina com passos apressados, desajeitados e barulhentos do salto alto nos paralelepípedos, entrando pela porta dos fundos. Como eu fiz.
Ajeito novamente a roupa, com um suspiro longo, retomo a estudada aparência de defensor da lei e guardião dos bons costumes e continuo minha ronda noturna, cacetete em riste.


























Escrito por Caique