terça-feira, 7 de dezembro de 2010

BELEZA NEGRA

Eu a vi pela primeira vez na festa de debutante de minha sobrinha, ela completara 15 anos um dia antes da festa que se realizou no salão paroquial.

Entre todos os convidados que lotavam o salão, meus olhos não desgrudavam da moça negra, que tinha um sorriso angelical, era alta, esguia, seu rosto era perfeito, seus dentes eram brancos como marfim e seu vestido colado ao corpo delineava suas curvas perfeitas.

Procurei por Sonia, minha irmã e perguntei:
- Quem é a garota negra?
Sonia sorriu:
- Linda, não é? – Chama-se Alda.
 
Alda chegara de Cabo Verde, ex colônia portuguesa na África, através de uma ONG para tratar de projetos sociais e minha irmã foi responsável pela estadia da pequena delegação que a acompanhava, ela ficaria no Brasil por dez dias.

Em certos momentos eu notava que ela também me olhava, talvez despretensiosamente, mas vi uma oportunidade de puxar conversa. Peguei duas taças de champagne e caminhei até ela, lhe ofereci uma, ela recebeu de minhas mãos com um sorriso encantador, tomei a liberdade de me apresentar, ela também se apresentou e continuamos conversando, falamos sobre seu trabalho junto às comunidades mais pobres de seu país, sua estadia no Brasil, entre outras coisas.

Quando terminou a festa e os convidados já na sua maioria tinham saído,me ofereci para levá-la ao hotel onde ela se hospedara juntamente com um pequeno grupo de cabo-verdianos, membros da mesma organização.

Já em frente ao hotel, ao nos despedirmos, instintivamente a beijei, ela correspondeu, senti o calor de seus lábios, que fez meu corpo vibrar. Ao entrar, ela se voltou e me acenou, fui para casa e não conseguia tirá-la de meus pensamentos, foi uma terrível noite mal dormida.

Logo pela manhã do dia seguinte liguei para Alda, convidando-a para um jantar, ela prontamente aceitou. As horas simplesmente custavam a passar,
foi um dia longo.

Durante o jantar, ela se mostrou receptiva, atenciosa, Alda tinha um charme peculiar e eu estava atraído pelo seu sorriso, seus olhos negros me enfeitiçavam. Senti também que de alguma forma ela se interessara por mim, a maneira como me olhava me deixou confiante e foi essa confiança que ao sair do restaurante me fez parar nos portões de um motel, sem ao menos consultá-la, ao parar, no entanto olhei para ela, Alda não demonstrou nenhuma surpresa, me olhou e sorriu.

Já no quarto, ela pousou a bolsa sobre a estante e olhando nos meus olhos,começou a se despir lentamente, como que por encanto fiquei estático, vendo surgir pouco a pouco um maravilhoso corpo de mulher. Muito excitado comecei a tirar minhas roupas e logo estávamos completamente nus.
Abracei aquele corpo divino, senti o calor que dele emanava, senti seus seios quentes no meu peito, meu pau duríssimo roçava sua vagina e a beijei com loucura, cheio de desejos a levei para a cama. Fiquei sobre ela e comecei a chupar seus peitos firmes, meu pau estava rijo entre suas pernas.

Alda me empurrou para o lado e ficou sobre mim, me beijava e chupava o pescoço, depois começou a chupar meu peito e foi descendo, até que senti meu pau dentro de sua boca quente, em movimentos rápidos seus lábios subiam e desciam, me enchendo de tesão, ela se virou e num instante sua vagina estava na minha boca, minha língua passeava com maestria entre os lábios carnudos e sua boca me dava um grande prazer, estávamos num delicioso meia nove, quando ela se virou e montou sobre meu corpo, meu cacete muito duro ficou ereto no seu rego, ela levou a mão até minha rola e a dirigiu para sua vagina quente e úmida, Alda foi soltando o corpo sobre meu pau, que foi entrando de mansinho, ela começou a fazer movimentos, subia e descia sobre minha rola. Diante dos meus olhos, aquele belo corpo negro se movimentava com volúpia, me enchendo de tesão, sua cavalgada era um espetáculo à parte.

Éramos naquele instante, dia e noite envolvidos pelos mesmos desejos, o contraste de branco e negro, nos transformava em belas figuras refletidas no espelho de teto.

Alda saiu de cima de mim, me deitei sobre ela e minha rola logo estava totalmente dentro dela, meus movimentos eram fortes, as estocadas faziam com que meu pau tocasse o fundo de sua vagina, Alda gemia, seu copo ondulava e serpenteava sob o meu. Ela me abraçava apertado, me puxava contra ela e me beijava com fervor, Alda era um verdadeiro vulcão em plena erupção.

Sai de dentro dela e pedi para que ficasse de quatro, vi sua bunda maravilhosa na minha frente, segurei minha rola e encaixei na sua vagina, ela gemia e rebolava, estava louca de tesão, a segurei pelos quadris e minha rola desapareceu novamente dentro dela, comecei a fazer movimentos de vai e vem, socando a rola com muita virilidade, Alda se mexia, gemia, urrava e eu metia como nunca antes o fizera, aquela mulher realmente me dava um tesão que nenhuma outra mulher conseguira antes.

Com estocadas fortes, as batidas estalavam na sua bunda suada, as vezes eu parava por alguns instantes e minhas mãos acariciavam seus peitos, depois voltava a meter com muita vontade. Ela queria que eu gozasse olhando nos seus olhos, tirei a rola de sua vagina, ela se deitou e eu outra vez estava sobre ela e meu pau já estava dentro novamente, com movimentos muito rápidos, senti meu pau engrossar e numa explosão de prazer, fortes esguichadas de sêmen foram despejados dentro dela, enquanto eu olhava dentro dos seus olhos, ela começou a gemer muito alto e também gozou, ela uivava e me arranhava o corpo todo num delírio louco.

Com respirar ofegante soltei meu corpo sobre ela, ficamos colados no suor de nossos corpos, nossos corações batiam rápidos e descompassados, depois nos deitamos lado a lado e cansados dormimos abraçados. Antes de raiar o dia a levei de volta ao seu hotel, com a promessa de que nos veríamos novamente.

Entre seus muitos compromissos, saímos e transamos apenas mais uma vez durante o tempo que Alda permaneceu no Brasil.

Ela se foi, voltou para seu país natal na longínqua África, mas graças à tecnologia, ainda hoje mantenho contato via internet com a flor mais bela da nação cabo-verdiana.

Nas minhas noites solitárias, fecho os olhos e surge na minha mente a figura soberana da deusa de ébano, que pelas mãos do criador foi esculpida da mais nobre madeira de lei, uma obra prima, tão bela, tão formosa, que o próprio Deus ao lhe ver, sorri.

 

Por: Dayo_ Li
Postado por Ayesk@

2 comentários:

Nathan Webber disse...

Obrigado Ayeska por postar esse conto, é simplesinho mas é um dos meus preferidos.
A imagem que você adicionou é belissíma.

Beijos

Dayo Li

Ayeska disse...

Eu quem agradeço e me sinto honrada por ter-me autorizado a postar seus contos. Esse também é um dos meus preferidos; me encanta como todos os seus contos! Sou sua fã de carteirinha! Obrigada, Dayo_li!
Bjs doces carinhosos!!!

Sua amiga,Ayesk@