quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O primeiro pecado de Nathaly


Um relato de Nathaly:

Desliguei o celular radiante ante o convite que acabava de receber. As intenções de Guilherme eram reais. Ele realmente se impressionara comigo, do mesmo modo que eu me impressionara com ele. Um homem, de gestos suaves e românticos, difícil de encontrar no mundo atual. A figura máscula e bela dele também contava muito. Estava certamente enamorada dele. Qual seriam suas verdadeiras intenções? Só entrando na toca do lobo pra saber. O convite estava em minhas mãos. Era pagar pra ver.

Cheguei ao endereço com alguns minutos de atraso procurando não demonstrar ansiedade e foi recebida por Guilherme com as honras de praxe e após a calorosa recepção fui conduzida ao avarandado na saída da copa quase a orla da piscina. Havia uma mesa sendo posta, onde já se via um castiçal com velas de época. Havia também um balde com gelos e com espumante e um bowl cheio de morangos silvestres. Gui, de avental impecavelmente branco, preparava o nosso jantar. Senti uma satisfação enorme de estar ali naquele momento. 

Servimo-nos de champanhe e Guilherme me ofereceu morango em minha boca. Vez em quando ele se aproxima de mim pergunta se está tudo bem e me beija. E me cala com um novo moranguinho.

Jantamos a luz de velas e embalados ao som de “I got what it takes” de Koko Taylor, entres frases e sussurros românticos. Cada vez que eu elogiava o mestre cuca, recebia comidinha na boca. Momentos assim me inebriavam. Após o jantar dançamos ao som do blues em um breve momento de relax. Risos e trejeitos nervosos davam o tom da noite. Conhecíamo-nos. Depois fui levada até a pérgola, entrelaçada de parreira, de onde se podia ver entre as falhas, a enorme lua cintilante, que das alturas fomentava a nossa noite de paixão. Gui resvalou suavemente os seus lábios sobre os meus e me tomou de súbito. A partir de então fui levada pela paixão. Os beijos sucederam-se com intensa volúpia, enquanto suas mãos buscavam meu corpo em frenesi total. O tesão crescia. 

Às vezes tocando seu corpo, sentia o volume crescente entre suas pernas. Sentia-me úmida cada vez mais. Suas mãos delicadas buscavam ansiosas por meu sexo flamejante. Deslizou sobe minha calcinha já encharcada de desejo. Seus dedos entrelaçaram o elástico e a fez deslizar entre minhas coxas. Balbuciei frases desconexas e levei a instintivamente minha mão na braguilha de sua calça e fui recebida com as mexidas do cacete ainda dentro dela. Não me contive. Lentamente abri o botão e desci o zíper. As mãos de Gui já dedilhavam minha bocetinha em chamas. Enfiei a mão por dentro da cueca e libertei o membro rígido. Pude sentir o tamanho. Algo incomum. O membro saltava como se tivesse vida própria. Escapou-me da mão e assim deixei-o liberto por instantes, a se debater. Detive-me nos carinhos que recebia na xoxota, os dedos ágeis passeavam pelo meu reguinho e se dedicavam, ora a meu cuzinho, ora a minha bocetinha ardente de desejo. Lembrei-me do cacete liberto e voltei à carga com tudo. Apertei entre os dedos e reconheci taticamente todo aquele território desconhecido. Finquei pé da situação e decidi degustá-lo. Gui percebeu minha intenção e me pôs deitada sobre um aparador de prancha de madeira, a beira do orquidário. E debruçou sobre meu corpo abocanhando minha grutinha e deixando o cacete ao meu alcance. Enfiei-o todo na boca. Tanto que engasguei e tossi. Pisquei o cuzinho que nesse momento recebia linguadas de meu amante. Gui enlouqueceu, e apertou minha bundinha. Abandonou a missão apenas pra retribuir tamanho carinho com um doce beijo. Pôs-me sentada. Entrou entre minhas pernas e senti o seu ferrão esbarrar meu sexo. Ergueu suavemente meu vestido e retirou-o por cima deixando-me de calcinha e soutien. Tirou pra fora os meus peitinhos chupou-os alternadamente. Peguei seu pênis e com movimentos discretos esfreguei em minha boceta. Enfiei-o lentamente na rachinha. Quando meu amante se percebeu dentro de mim, estocou-me a vara num movimento único. Dei um gemido e suspirei. Debrucei meu corpo todo em cima do corpo dele e encostei minha cabecinha no seu ombro e chorei. Chorei de tesão e de alegria. Senti a vara percorrer toda a minha vagina e a cada vai-e-vem vibrava com gemidos e lamentos chorosos. Gui enfiava-me o ferro e a em momentos diversos mudava-me de posição. Ergueu minhas pernas e calçou sobre seus ombros. Fiquei arreganhada e a mercê do meu fodedor. Senti entrar mais um bom tanto do membro. Agora o calor do saco invadia a minha bunda. Isso desencadeou em mim uma série de orgasmos. Unhei as suas costas ao sentir os primeiros jatos de esperma a querer me invadir. Guilherme travou o pau e depois, tirou-o rápido das minhas entranhas e ofereceu-o a minha boquinha esfomeada. 

Aceitei meu premio. Engoli o membro com sofreguidão e sorvi com desejo cada gota de sêmen. Lambi os beiços. Lambi a glande do cacete. Lambi-o todo como se nada me bastasse. Depois desci ao chão e ajoelhando-me aos seus pés abocanhei o cacete e dei um trato, agradecida pelo ferro levado. Fui totalmente retribuída. Colocada sentada na mesa, e assim pela graça alcançada, tive a bocetinha chupada e lambida. Alcancei os limites da loucura e senti-me na obrigação de me oferecer toda. Regime de dedicação máxima. Ajoelhei-me em dois tamboretes de madeira. Debrucei meu corpo sobre a mesa e deixei minha bunda toda exposta pra ele. A visão por detrás de mim devia ser magnífica, pela pauderescência em que o meu amado ficou. Gemeu e suspirou. O volume inchado de minha bucetinha ressaltava entre as minhas coxas. O cuzinho estava totalmente exposto. Eu carinhosamente e também por excesso de tesão o piscava, deixando meu parceiro de foda mais tarado ainda. Guilherme vinha e cheirava meu traseiro como um touro enfurecido. Depois passava as mãos ma minha bunda. Apertava minha boceta entre os dedos. 
Depois lambia. Não sabia se ria ou se chorava. Ardia em tesão. Apoiada coma cabeça na mesa eu erguia o corpo vibrante de tesão e olhava o cacete de Gui por entre as minhas pernas. Guilherme enlaçou-me pela cintura com a mão esquerda me colocou na sua alça de mira. E com a direita aprumou o cacete na direção de meu ânus. Tentou enterrar-me a vara de primeira. O cacete nem aluiu. Correu em direção à mesa do jantar e voltou com o vidro de azeite. 

Esperei indócil. Untou-me as partes. Introduziu o dedo forçosamente em meu rabinho. Ia lubrificando e enterrando o dedo. Fui me acomodando à nova situação. Depois azeitou a máquina e direcionou pra minha bunda. Enterrou-me delicadamente a cabeçorra do cacete e em seguida percebi as suas mãos se apoiarem na borda do aparador. Travou o ferro no meu cú. Chorei alto quando senti o baque, mas resisti bravamente. Era ponto de honra. Recebi todo aquele membro e balancei-me nele. Mordia os lábios e pra passar a ansiedade e o medo dedilhava incansavelmente o grelinho. Quando senti o saco encostar-se a minha boceta molhei-o de xixi. Mijei nele. De dor e desejo. Mas não me acomodei. A cada investida do cacete do meu algoz e respondia com uma bundada na sua vara. E assim, de varada em varada ele chegou ao gozo. Encheu meu rabo de porra e pude até sentir o calor de cada esporrada. Sem tirar o ferro da minha bunda, ele me colocou no chão e me guiou para o banheiro dentro da casa. Fui andando com a vara enterrada na bunda. Guilherme às vezes me parava, só pra me dar umas metidas, tanto era o nosso tesão. Assim abraçadinhos entramos sob a ducha nos deliciamos no calor da água quente. A noite só começava e a bobinha aqui achava que já tinha levado tudo o que merecia. Ivo e Ledo engano. Quem manda ser tão gostosa. Agora leva. Na bunda, na boceta, na boquinha. No quarto, na sala. Ai Mell Dells que casa enorme.


Escrito por Cássia

Postado por Ayesk@

Um comentário:

Ange Sauvage disse...

Oi linda! Lembra de mim? Rs...
Te enviei um convite no face com meu nome verdadeiro e uma mensagem, mas como nao recebi resposta, vim aqui. Teu blog está um encanto. Abraços em ti.