terça-feira, 12 de outubro de 2010

Samurai do Sexo

Numa grande batalha entre sexo selvagem e o sexo caliente deparei-me preso em um grande calabouço, com braços e pernas totalmente presas sem nenhuma defesa e vejo o corajoso guerreiro aparece em meio a uma grande fumaça é ele,fico sem acreditar no que vejo,mais é o samurai sexo, com sua roupa preta e seus instrumentos de insana tortura ele chega com seu ar misterioso por trás daquela máscara que esconde seu rosto e deixa apenas o brilhar de seus olhos castanhos.
 

Estou deitado em uma cama de ferro fundido completamente submisso de quem quer que fosse, entre correntes, pedindo socorro ele aparece, de súbito, com sua força viril ele quebra as correntes de minhas pernas, arranca o pouco de roupa que ainda me resta, e me envolve num delicioso sexo oral. Fazendo-me gemer de prazer,com sua espada já em riste ele faz com que atravesse meus lábios e chegue até o fim de minha garganta,e eu chupo,mordisco,faço tudo que ele quer pra poder ver-me solto, rogo a ele que me solte mais ele é cruel, muito malvado ele continua fazendo-me engasgar com seu membro quente e latejante, num envolvente e demorado striper ele joga toda sua armadura bem longe como se quisesse livrar-se e assim,volta pra cima de mim ainda com mais fogo, vejo seu corpo grande e moreno avançar sobre minhas pernas e elevar para seus ombros e possuir-me indefeso, sem como me livrar, e mete fundo, soca sem dor nem piedade, e grito de dor, choro, sinto minhas lágrimas caírem em abundancia sobre meu rosto, e ele com seu ar sarcástico, apenas deita-se sobre mim e passeia com sua língua grande e pontiaguda sobre minha face úmida,de lágrimas e suor,eu meio perdido em meus pensamentos,sinto o tocar de seus lábios sobre o meu e beijar-me profundo me fazendo sentir grandes arrepios,depois ele desce com toda volúpia chupando-me e deixando cada parte de meu corpo sensível em grande estado de transe.

Ele fala que eu terei que servi-lo, e eu digo que serei seu serviçal e ao ouvir isso ele me solta e faz-me prometer diante da luz do luar que eu serei apenas dele e eu digo que sim, e ao som de uma música vindo de algum lugar distante, ele canta pra mim a sua música de encantamento, e ao encantar-me, com sua voz suave grave, solta também violentamente meus braços e me faz cavalgar sobre seu caralho completamente duro, e assim sinto cada cm entrando e vou gemendo de prazer e num súbito momento de grande prazer entre suspiros e gemidos dele com o meu,gozamos,e escuto apenas o fim de sua melodia... Serei o serviçal de um samurai Mas eu tô tão feliz! Dizem que o amor Atrai...

Espero que Tenham Gostado, comentem ...

Obs. :Já no finalzinho do conto tem um pequeno trecho da música Samurai de Djavan.

Ass.:™Boy Safadinho

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

As Rosas da Sedução

As flores chegaram numa manhã de segunda-feira. Soou a 
campainha e saí para atender, em frente ao meu portão estava um furgão da floricultura e o entregador trazia nas mãos um belíssimo ramalhete de rosas vermelhas, envolto a um celofane com detalhes dourados.

- Dª Sandra?

- Sou eu!

- Assine aqui, por favor.
 

Assinei o recibo e ele me entregou o ramalhete, entre as flores havia um pequeno envelope, antes de entrar o abri e tinha somente uma frase: “ Com amor”, não tinha remetente. À principio pensei que fosse uma surpresa de meu marido, mas Celso jamais tinha me dado sequer uma florzinha de jardim e acho que nunca passou por sua cabeça que uma mulher gosta de receber flores, mesmo que de vez em quando.

Com muito carinho coloquei as flores num bonito vaso, que há anos eu tinha e nunca me lembro de tê-lo usado. Parece que minha sala ganhou vida.

À tarde Celso chegou do trabalho e só foi notar as flores depois do jantar quando puxou a mesinha de centro para por os pés em cima, quando foi ver TV, empurrou o vaso para o lado e ocupou o outro com os pés, não disse nenhuma palavra, então tive certeza de que não fora ele quem me enviou o ramalhete, mas quem seria? Comecei a imaginar que as flores teriam sido entregues à Sandra errada.

Na semana seguinte, novamente lá estava o carro da floricultura e outro ramalhete de rosas vermelhas, no cartão apenas uma frase “ Te quero”. E assim aconteceu durante quatro semanas, confesso que aquilo estava mexendo comigo. Depois de quinze anos de casamento, com um filho adolescente eu já estava acostumada com aquela vida de dona de casa, mas agora, alguma coisa estava diferente em mim, o mundo me parecia mais amplo, mais bonito, mais vivo, mas quem seria o meu admirador secreto? Eu estava curiosa e durante noites perdi o sono ao ficar pensando, quem seria, como seria...?

Na quarta semana, porém, o cartão tinha a seguinte frase: “ Sei que está curiosa e gostaria de me conhecer”. Eu tinha realmente a curiosidade de saber quem era o homem que conseguiu mexer com os meus sentimentos há muito esquecidos.

Meu marido chegou a comentar comigo que eu estava gastando muito dinheiro a toa, comprando flores que depois iriam para o lixo, estava jogando dinheiro fora, disse ele. Mas só eu sabia o bem que aquelas flores estavam me fazendo.

Naquela tarde, atendi o telefone:

- Alô

- Sandra?

- Quem está falando?

- Gostou das flores? Sou seu admirador anônimo e gostaria muito que se encontrasse comigo.

Meu coração gelou, fiquei sem saber o que dizer, porém aquela voz tão máscula me deixou excitada, tanta coisa passou pela minha cabeça naquele momento.

- Eu não sei... talvez...

- Às 7:00h da noite no shopping do seu bairro, em frente ao cinema.

Ele desligou e eu demorei um bom tempo até por o telefone no gancho, estava pensativa, eu queria ir, mas ao mesmo tempo estava com medo.

Eu preparei o jantar e quando meu marido chegou eu disse a ele que iria na igreja com algumas amigas, ele deu de ombros.

Tomei banho, vesti um vestido preto decotado, me maquiei e olhando no espelho vi que eu ainda era uma mulher bonita. Me despedi de Celso com um beijo no rosto, ele nem notou que eu estava toda produzida.

Tomei um taxi até o shopping, entrei e caminhei com o coração acelerado, me sentindo um pouco estranha cheguei em frente ao cinema, ouvi uma voz ao meu lado:

- Você está linda!

Olhei para o homem sorridente parado ao meu lado e o susto foi grande ao vê-lo, senti meu rosto queimar:

- Rodrigo?

- Sabia que você viria.

Rodrigo é um dos amigos de meu marido e duas ou três vezes esteve na minha casa, apesar de tê-lo achado bonito, simpático, nunca me passou pela cabeça, um dia encontrá-lo às escondidas.

Ele estendeu a mão e me ofereceu um botão de rosa, vermelho:

- Olha! Rodrigo...Não sei se foi uma boa idéia eu ter vindo...

- Hei! Não se preocupe, vamos apenas conversar.

Senti sua mão na minha cintura e ao mesmo tempo um calor se apossou de mim:

- Tudo bem! - Disse eu – Vamos conversar, mas não aqui, sempre tem pessoas conhecidas num shopping.

Saímos para o estacionamento, ele abriu a porta do carro e eu me sentei, ele deu a volta e antes de dar partida ele me olhou, seus olhos eram penetrantes, senti sua mão no meu ombro e sua respiração à alguns centímetros de minha boca, fechei os olhos e deixei que ele me beijasse, senti seus lábios quentes e sedutores, me senti molhada.

- Para onde vamos? Perguntou ele.

- Para onde você quiser me levar. – Respondi.

Naquele momento eu já não pensava em nada a não ser estar ao lado daquele homem. não me importava se ele era amigo do meu marido.

Ele me levou diretamente para um motel, em nenhum momento me passou pela cabeça, desistir daquela loucura. Já no quarto ele me abraçou e me beijou, senti seu corpo másculo me apertando e eu que já estava muito excitada me entreguei de corpo e alma, senti suas mãos abaixando o zíper do meu vestido, seus lábios beijavam e mordiscavam o meu pescoço, eu gemia de tesão, ele me deixou completamente nua, começou a chupar meus seios, eu apertava sua cabeça de encontro a eles, eu estava louca, não me lembro de alguma vez ter sentido aquilo quando estava transando com o meu marido. Ele tirou a roupa e também ficou nu, seu pau rijo, ereto, era grande, ele me abraçou novamente e eu senti sua rola roçando minha buceta.

Ele me levou para a cama, ficou sobre mim e começou a mordiscar meu pescoço e foi descendo até meus peitos, meus mamilos estavam duros e ele os chupou e mordiscou, depois desceu lambendo minha barriga, enfiou a língua no meu umbigo, estava com muito tesão e ele continuou descendo, sua língua agora estava na minha buceta molhada de tanto tesão, eu sentia sua língua no meu grelo e gemia de prazer, ele me chupava com muita maestria, me dava um prazer imenso.

Ele subiu sobre meu corpo, ficou montado em mim e seu pau duríssimo estava esfregando na minha boca, segurei sua rola, lambi a cabeça em toda sua volta e ele começou a empurrá-la e agora estava fodendo na minha boca, seu pau entrava e saia, seu saco encostava no meu queixo quando ele atolava a rola até o fim, eu sentia muito tesão, ele gemia e dizia que eu era dele e eu era.

Ele me pediu para ficar de quatro, suas mãos fortes me seguraram pela cintura, senti seu pau entre minhas coxas, comecei a rebolar e a gemer, naquele momento eu não era a Sandra toda certinha, eu era uma puta que queria sentir aquele cacete grande e grosso dentro de mim, ele segurou a rola e a encaixou na minha buceta, começou a me penetrar devagar, lentamente seu pau foi entrando e com movimentos lentos seu pau entrava e saia me dando um grande prazer, seu ritmo foi se acelerando, agora suas estocadas eram potentes e eu sentia a cabeça de seu pau batendo no meu útero, suas batidas estalavam na minha bunda suada, seu pau entrava e saia com uma rapidez incrível, ele gemia e eu uivava como uma cadela, rebolava e empurrava minha bunda contra seu pau. O líquido oleoso escorria pelas minhas coxas.

Ele parou por uns instantes e me pediu para cavalgar no seu pau, montei sobre ele, segurei sua rola dura e lambuzada que latejava na minha mão e devagar a encaixei na minha buceta e fui soltando o peso do corpo, senti seu pau todinho dentro de mim e comecei a cavalgar como uma alucinada, ele segurava meus peitos e gemia, acompanhando meus movimentos, às vezes suas duas mãos estavam nas minhas nádegas, me levantava e soltava, fazendo sua rola atolar inteira na minha buceta ardente. Às vezes eu parava e me debruçava sobre ele, nossos olhos se encontravam e meu desejo era beijá-lo e eu assim o fazia, depois voltava a cavalgar. Ele me segurou pela cintura e sem tirar o pau de dentro me deitou do lado, agora já estava sobre mim, levantei as pernas e ele começou socar com muita virilidade, olhando nos meus olhos ele metia prazerosamente, eu não queria que aquilo terminasse nunca, mas ele começou a gemer muito alto e senti sua rola muito mais grossa dentro de mim, eu não agüentei e gozei no mesmo instante em que poderosos jatos de esperma me inundavam por dentro, ele ainda ficou dentro de mim, ficamos em silêncio, nos olhando dentro dos olhos.

Ele tirou o pau de dentro de mim e se deitou a meu lado, aquele homem era delicioso, fizera comigo o que meu marido nunca teve a ousadia de fazer, pela primeira vez em muitos anos eu soube o que era gozar novamente.

Tomamos uma ducha rápida e fomos embora, quando cheguei em casa já passava da meia noite e meu marido já estava dormindo, não me viu chegar.

Provavelmente ele teria notado algo de diferente em mim, eu estava radiante e me sentia mais mulher, me sentia bonita e desejada.

Não senti nenhum remorso por ter traído o meu marido, o que mais sinto é não poder compartilhar a minha felicidade com as duas pessoas que mais amo no mundo.


Dayo_li

domingo, 3 de outubro de 2010

Sonho de uma noite de inverno

Noite de julho, frio intenso, frio. Lá fora a lua cheia, enorme, espiava minha caminhada pelas trilhas do condominio. Mesmo com o ar gelado, eu mantinha a prática da caminhada diária. Mas não via a hora de voltar para casa, onde uma lareira poderia ser acendida para me fazer companhia.
Quando entrei na casa, a surpresa. Ela tinha vindo, acendera velas que iluminavam o caminho até o quarto. Uma música suave fora colocada. O cheiro de incenso trazia uma atmosfera de sensualidade.... Comecei a tirar minha roupa, enquanto a procurava na penumbra do quarto iluminado apenas pelas velas.

Ela estava deitada na cama, escondida por véus que caiam do alto. Podia ver sua silhueta, mas os diáfanos véus impediam que eu visse que ela estava ajoelhada, completamente nua, com os olhos cerrados e um pequeno sorriso..A música, o incenso, a luz das velas...tudo contribuia para que a sensualidade estivesse presente em cada canto, em cada centimetro do quarto.
Abri os véus e pude finalmente admirar aquele corpo... pequeno, magro, de seios pequenos. Os cabelos longos caiam sobre seus ombros, mas não conseguiam esconder aqueles volumes que sempre admirei nas mulheres, especialmente quando são pequenos, fáceis de serem tocados, beijados, sugados....
Ela virou lentamente o rosto em minha direção e disse, suavemente:

- Vem!!! ........

Sem pressa, terminei de me despir e subi na cama, postando-me atrás de seu corpo... vislumbrei uma bunda pequena e apalpei-a, sentindo um frêmito percorrer todo seu corpo. Abracei-a pelas costas, fazendo com que minhas mãos encostassem nos pequenos seios que, ao meu toque, se intumesceram, mostrando que ela estava preparada já para o amor...
Sentei-me na cama e a trouxe, de costas, até que ela se encostasse em meu corpo e ali ficamos por alguns minutos, em silêncio, apenas explorando nossos corpos...
O tesão aumentava e em breve nos escondiamos debaixo dos cobertores, fazendo tudo aquilo que a humanidade faz desde os mais remotos tempos....
Acendi a lareira. Levei um pesado cobertor para a sala e nos deitamos frente ao fogo que crepitava. Um bom vinho ajudou a afastar o frio. Ela, deitada ali no chão, iluminada apenas pela luz produzida pelo fogo... um espetáculo divino...

Adormecemos, ainda nus, mas protegidos do frio por grossas cobertas, abraçados e felizes.













Escrito por Kaplan.

Casalzinho em Floração

Casalzinho num cantinho escuro do play, depois das dez. Ninguém perto. Medo e curiosidade. Vontades. Ela, tremendo de dar gosto, acomoda-se num ângulo de parede. Respira ansiedade. Ele parece mais calmo. Só parece. Olham-se. Ela sorri, tímida; ele, nem tanto. Faz-lhe um carinho no rosto, um cafuné no cabelinho louro, curtinho, no que ela dá uma encolhidinha, toda dengosa, encosta a cabeça no próprio ombro, prendendo a mão dele. Passa a outra mão nos braços dela. Sente os pelinhos eriçados. Gosta. Acaricia-lhe o lóbulo da orelha. Ela se encolhe mais ainda mais. Sensível até dizer chega, fecha os olhinhos, toda arrepiada. Ele sorri e segura no rostinho dela com as duas mãos. À suavidade do afago, ela abre os olhos. Olham-se. 

Mas ela torna a fechá-los. Beija-a devagarzinho, só lábio com lábio. As boquinhas se roçam pra lá e pra cá, bem de leve, sem pressa. Um tempão. O quentinho da respiração dele no narizinho dela e a dela no dele. Narizinho com narizinho. O hálito, ai o hálito. Fresco de cheiro, mas morninho. Inda mais que tá friozinho. Bom pra esse roçadinho de boca. Sequinho, ainda. Só lábios. Dá aquela sedezinha que num existe em lugar nenhum do mundo. O ventinho do hálito, boquinha pra lá, outra pra cá. Ela com a mão na nuca dele. O outra meio perdida, meio no ombro dele. A língua dele molha um pouquinho a boquinha sequinha dela. Lambidela, só. Né lambidão, não. Outra lambidela. Ansiosa, cada vez mais, pega coragem e abre um pouquinho os lábios. A pontinha da língua bate nos dentinhos dela e se esfrega neles. Ela respira forte, mais coragem. Quer, claro que quer. 

O encontro de lingüinhas é tímido tímido. Salivinha com salivinha. Gostinho de saliva. Um nojentinho gostoso toda vida. Da gente ficar dormente. Ela fica. Ele também. Boquinha com boquinha, lingüinha, só a pontinha, com lingüinha. Pressa, não. Ainda não. Pra que pressa?
Presa entre ele a parede. Pensa em tudo, não pensa em nada. Até em fugir. Mas como? Ele é mais forte. Não, quer ficar. Tá tão bom. Mas se, mas se ele, mas se ele...Esquece o pensar. Assim, bem coladinha nele é bom, um bom que não existe de tão bom. Agonia tanta que tem vontade de ficar na pontinha do pé. Chega a puxar o cabelo dele de nervoso. Cede, apesar do nojinho. É bom. A saliva dele, a língua dele, todinha. Vontade de chupar. Chupa macio. Nojo gostoso. Chupa mais. Engole a saliva dele. Arrepia-se até os cabelos. Mas é bom.
Vontade de engolir ela todinha. De enfiar também na boca dele. Enfia. Ele gosta, chupa macio também.
Engole a saliva dela. Gostosa. Enrosco de línguas, mistura de salivas, lábios com lábios, dentes com dentes, hálitos. Bom de matar. De se espremer nele, no corpo quente dele. Espreme-se. O coração, nossa mãe, parece que vai sair.

Ela sente. Acha que é. É, claro que é. Duro. Ele roça bem nela. Ai isso, não. Isso sim. É ele, sim. Duro. Não devia deixar. Sabe que não. Mas as dormências se espalham mais forte. Fazem coçar gostoso. Deixa. Coceira doida de boa, bem entre as pernas, nos peitinhos. Ele roça e coça. Ela se deixa ser roçada e coçada. Tem que coçar, senão vai morrer, acha. Ai, os peitinhos coçam mais. Dá vontade de apertar eles dum jeito, sei lá, forte. Muito forte. De espremer, espremer até... Disfarça e aperta-se contra ele. Abraço forte. E adianta?

Nadinha. Esfrega-se, acanhada. Um pouquinho só. Mas tudo coça cada vez mais. E entre as pernas? Também, ele não para de esfregar...e quedê que ela quer que ele pare? Quer nada. Quer sim. E pensa nele, duro. Nela.
Ele nela. Sabe que é assim, que é pra enfiar todo, todinho, bem nela. Imagina. Vê, sente, deseja. E tudo coça mais, os tremores aumentam, as dormências. Entorpecimento. De o ar faltar. As línguas não param. Amaram-se dum jeito que não tem mais jeito. Os lábios também. Paixão tão violenta que se mordem. Devagarzinho, pra não machucar. Só um pouquinho, que é bom. Vontade que vem da alma.
Ele morde mais forte. Ela geme. Chega vir lágrima nos olhos. Mas gosta. Não se vinga, não. Mas chupa com força a língua dele. Vontade de engolir ela toda, que não passa. Grandona, a língua dele. E chupa, e chupa, e enrosca sua na dele, e espreme-a contra o céu da boca, e chupa. E engole a saliva dele. E essa desvergonha faz a aumentar a agonia entre as pernas, nos peitinhos, nela toda.
Também ele não pára de se roçar bem nela. Precisa? Ai que precisa, sim, que dá uma vontade doida de mexer também. Tem hora que ele não se esfrega bem lá. E o bem lá ela nem sabe onde é, só sente. Os corpos, em floração, se falam e se ajustam. Combinam-se. É mais pra cima. Não, aí não. Mais pro lado. Tem que ajudar, senão vai morrer. E então mexe, ajuda. Ajuda ele a coçar no lugar certo. E mexe. Rebola, não. Só mexe.
Disfarça. Aí, bem aí. E volta, assim, aí mesmo. Vem, vai, sobe, desce. Vontade de subir pelas paredes.
Disfarça. Sobe, aí, desce, aí. Aí não, aqui. Assim. Levita.
Não tem vergonha que agüente com uma coisa dessas. Se não mexer, morre. Ela acha que morre. E tudo coça tanto. Até a boca. Mas a boca já tá resolvida com a dele. Amam-se com fome. Mas essa fome se espalha dum jeito maluco. Ela fica na ponta do pé. Abre as pernas em tantinho só. Ele dobra um pouco os joelhos e se projeta entre as pernas dela. Aí se encaixam. Encaixe perfeito: o duro dele no macio dela, bem lá. Tão bom que a roupa vira pele e as bocas se perdem de vez, e os pensamentos se multiplicam, e os quadris dançam o vai-e-vem e o sobe-e-desce cada vez mais indecentes.
Boca e sexos colados, comendo-se, roçando-se, coçando-se. A respiração é forte, quase ofegante. Vontade de gemer. De gritar de tão bom. As tripas se contorcem. Ela sente as golfadas. Molhada. Toda molhada. Gosta do
que sente. De golfar nas calcinhas. E pensa em coisas. E os peitinhos latejam a ponto de doer. Tudo nela é um coçar só. Até na alma.

 Não param. Chupam-se, mordem-se, lambem-se, esfregam-se. Fome de sentir. Ela abre o olho e torna a fechar. Pudor juvenil. Mas não pára. Ele toca no peitinho dela. Não, aí não, isso não, ela pensa. Só pensa.
Macio, macio, mas durinho como ele só. Aperta. Ela geme baixinho, não agüenta. Quer, não quer, quer. Tateia e acha o biquinho durinho, sensível toda vida. Ela geme. Quer: mais que nunca, que tudo. Morde a língua dele. O biquinho pede mais, ele dá um apertinho. Ela, um gemidinho mais longo. Ele gosta. Nova beliscadinha, ela responde gostoso. E morde mais forte. Outra vez. Perdeu o encaixe e se ajeita de novo bem na dureza dele. Se esfrega, pra cima e pra baixo, bem curtinho, subindo e descendo, subindo e descendo. Ele fica doidinho também. Aperta o peitinho todo. Uma perinha. Puxa a blusa. Ela tenta impedir. Não, não, murmura. Talvez conseguisse impedir, se parasse de beijar, de se esfregar. Tão branquinho. Não, isso não, ela murmura. Que cheirinho bom. É de quê? É de que? De leite. Isso, cheirinho de leite. Isso, não, não. O murmuro sai gemido. Passa a língua. Ela pára de respirar. Tadinha, se enrijece toda. Lambe de novo. Bem no biquinho. Durinho de espetar. Ela se contorce. Golfa. Morde o labio inferior. Revira os olhinhos. Um tesãozinho meu deus, linda. Sufoca o gemido. Tenta. Ele segura a vontade de sugar. Brinca mais, sente que ela tá gostando. Ele também gosta. Lambidão grandão. O biquinho se arranhado na língua toda. Ela não agüenta, solta o ar gemendo e aperta a cabeça dele contra si. Quer que ele chupe. Mas não pede. Ele chupa, sem ela pedir. Dá pá botar quase todo na boca. Ela se dissolve em agonias, tadinha. Dá gosto de ver. Ele quase sufoca. Ela se desespera, se contorce, geme e pede, aí pede, entre os dentes, baixinho, mais forte. Bom de ouvir. O outro também. E geme como nunca gemeu, baixinho, gostosamente baixinho. Num dá vontade de parar. Nem ela quer. Era só vergonha boba. Agora que deixou, tem mais jeito, não. Deixa ele. Se beijam e se olham. Ela ri, nervosíssima, ele também, a bem da verdade. Pega na mão dela e leva. Ela não quer. Quer sim, mas tem medo. Puxa de volta quando sente. Não, isso não. Insiste. Ela resiste. Olha e toca no peitinho dela, exposto. Ela se encolhe e golfa entre as pernas. Só um pouquinho. Não, isso não. A voz, um fiozinho. Ele titila o biquinho durinho com a ponta do dedo. Só um pouquinho. A mão dela se enche de mais vontade. Fecha os olhinhos de vergonha. Quando sente a dureza dele, se contorce por dentro e outra golfada afoga-se na sua calcinha.

Bom é, mas dá medo. Medo e curiosidade. Aperta, mexe, sente. Golfa. Por dentro do short, ele pede no ouvido dela, lambendo-o. Sente a medula gelar. Nega, sabendo que quer. Claro que quer. Mas nega. Tem que negar. Nega, mas pega. Pega negando. Não, isso não. E pega e mexe. É duro. É quente. É bom. Ele controla o desespero, a vontade. Beija-a, enterra a língua em sua boquinha, toca em seu pequeno seio, torna a titilá-lo, aperta-o. Ela ofega. E geme comprido quando a mão dele escorre para o meio das suas pernas. Em desespero, cerra as coxas. Não, isso não. Isso não. Mas as coxas afrouxam. O dedinho invade, pelo lado, vence o short e a calcinha. Meio apertado, mas vence. E fica bem nela. Aí, aí, aí. Mas as palavras não saem. Não, mais pra cima. Aperta o pau dele com desespero. Aí, aí, aí. Não, mais pra baixo. E aperta e mexe no pau dele. Geme e se mexe. Ele também ofega. É quente e melada, diz-lhe o dedo. Quentinha e molhadinha. Acha que vai gozar, a mão dela não pára. Se olham e tudo transborda. Aí, aí, mais pra baixo, ela consegue dizer, maneando os quadris. Linda, ela mexendo, olhando pra mão dele e pra dela, sumida dentro do sort. Aqui? Não, não, mais pro lado. Aí, aí. Tem um botãozinho durinho, é nele? Acho que é, é. É nele sim, assim, assim, mais devagar, assim, mais, mais. Tá molhadinha, tão molhadinha. Eu sei, eu, sei... E seu corpinho começa a ter pequenas convulsões, os olhos abrem-se, brilhantes, a pedir um socorro que ele sabe impossível, e esse olhar faz ogozo dele vir, como jamais tinha vindo, soluçante. O dela também, de fazer chorar. Ele soluça, ela chora.

Gemem, se apertam, se contorcem, soluçam e choram. E suas almas se tocam em meio ao êxtase absoluto.Restaura-se o silencio no play vazio. Que a primavera lhes seja longa e duradoura.


Escrito por Sophia