domingo, 19 de setembro de 2010

DUAS CRIANÇAS

Quando conheci Laurinha, ela era apenas uma criança, magricela e cheia de sardas no rosto. Eu também era uma criança, apenas seis anos mais velho. Eu ia sempre a sua casa, pois estudava junto com seu irmão, e tínhamos atividades escolares. O tempo foi passando, a minha amizade com seu irmão se manteve firme, mas me parece que eu nunca tinha notado que aquela menina magricela, agora já ganhava formas... E que formas! Transformando-se numa linda adolescente de cabelos longos e ruivos, que davam destaque aos seus olhos verdes.

Numa noite, estando eu de saída de sua casa, ela disse ao irmão, deixa que eu o acompanhe. Garanto a todos que eu estava inocente, nada eu premeditei ou desejei, eu ainda não havia notado, mas ela era apaixonada por mim, e já tinha 14 anos. Quando saí pelo portão de sua casa, ela me segurou, olhou para mim e roubou-me um beijo! Sim! Roubou-me mesmo! Eu não esperava, nem imaginava! Eu não a via! Ela era simplesmente a irmãzinha do meu amigo!
 Aquele beijo roubado me acendeu, acabei por vê-la, descobri que ela existia! Retribuí o beijo e nunca mais a esqueci! Lembro-me da primeira vez que toquei nos seus seios (começavam a despontar)! Nunca vou me esquecer da nossa primeira transa... Da marca de sangue no lençol... Da grande paixão que estávamos vivendo!
 Nosso amor foi tão intenso que nos casamos quando ela completou 18 anos. Continuamos nos amando muito, aprendemos juntos tudo que sabemos, a nossa paixão nos leva a sempre praticar loucuras de amor! Nosso sexo é completo e variado, ela adora dar e nós sempre fantasiamos situações diversas, inclusive com outras pessoas. Passamos até a fantasiar que outros homens a comiam e ela deliravam, e eu também. Ela dizia que queria três paus, um na boca, outro na bucetinha e mais um no cuzinho, eu adoro ouvir e ela adora saber que eu gosto, e assim o nosso sexo é sempre quentíssimo. Mas nunca havíamos praticado, eram apenas fantasias.




Num dia normal, enquanto trabalhava, um colega de empresa, o Cesar, me convidou para um churrasco após o expediente. Logo aceitei, mas lhe disse que precisaria passar em casa para tomar uma ducha e trocar de roupa, como ele iria direto, pedi que passasse em casa comigo, e ele concordando, fomos. Ao chegar em casa, convidei-o a entrar, e mostrei-lhe o sofá da sala e sugeri que aguardasse um momento que logo eu estaria pronto.
 Procurei por Laurinha, e percebi que ela estava no banho, entrei no banheiro, que estava com a porta fechada, mas sem tranca, beijei-a, e disse-lhe que passei só para tomar uma ducha e iria com o Cesar a um churrasco. Ela ficou furiosa, pois também havia planejado algo para nós, mas eu lhe disse:
 - Meu amor, o Cesar já esta aí, eu não posso mais desmarcar.
 Embora ela insistisse, eu a rebati, pois não poderia deixar o Cesar esperando e não mais o acompanhar. De tão brava que ficou, ela que já havia terminado o seu banho, disse-me:
 - Se voce não desistir de sair com ele, vou derrubar a toalha lá na sala.
 Minha casa era pequena, para ir do banheiro ao quarto, tinha que passar pela sala. Ao ouvir aquilo, instantaneamente vi a oportunidade de me satisfazer e dar prazer a ela também, colocando mais alguém junto das nossas transas, vi que aquilo com que sempre brincávamos, poderia se tornar realidade ali mesmo, na minha casa, e meramente ao acaso, sem nada premeditar. A ideia me parecia ótima. Adorei! E respondi com tom incentivador:
 - Voce não teria coragem... Instiguei-a, incentivei-a, encorajei-a... E ela me dizia:
 - Olha que vou mesmo, heim!
Aquilo me soava como uma música, pois eu desejava ver ela dando, há muito que eu queria, nas nossas transas sempre fantasiamos isso, e agora, ali, via a nossa chance. Ela quase desistiu... E eu quase a forcei, dizendo:
 - Ah! Voce não tem coragem de por em prática tudo aquilo que nós sempre imaginamos! Voce não tem coragem de experimentar outro pau! Voce nunca deu pra mais ninguém! Voce era virgem quando nós transamos pela primeira vez! Voce nem sabe se gosta mesmo do meu pau, pois nunca teve outro... E assim por diante eu lhe falava!
 E ela só dizia:
 - Olha que eu vou mesmo!
 E eu refutava:
- Se tens coragem, vai então!
 Pois não é que ela abriu a porta do banheiro e saiu! Deixou a porta entreaberta para que eu a visse, chegando à sala e deparando-se com o Cesar ali no sofá, tomou-se de espanto, paralisou-se por alguns milésimos de segundo, que pareceram uma eternidade... E... Deixou a toalha cair! O espanto foi enorme, tanto para mim, como para ela, e para o Cesar também. Ficamos todos atônitos. Adorei a sensação de ver a minha Laurinha, ali, nuazinha, na frente do Cesar. Não sei por quanto tempo permanecemos os três imóveis, nem respirávamos!
 Pensei que o Cesar seria um “gentleman”, achei que ele apanharia a toalha e devolveria para ela. Que nada! Ele a apanhou sim, mas jogou longe do alcance de Laurinha, que indignada, olhou-me, e pela fresta da porta, fiz um gesto como quem diz:
 - Voce iniciou isso, agora aguente!
 Ela devolveu-me outro olhar ainda mais desafiador, como quem me diz:
 - Ah é! Então tá! Agora voce vai assistir eu dar pra ele!
 Amigos, aquilo mexeu comigo, despertou sentimentos nunca antes experimentados. Mas continuei firme. Ela olhou ao Cesar com ar voluptuoso de quem se dispõe e espera um ataque. O propósito foi alcançado! O safado do Cesar não perdeu tempo! Caiu de boca em cima da minha Laurinha, minha esposinha tão amada. Fiquei atônito! Arrepiei-me! Nem sei explicar o que sentia.  Laurinha ainda olhou-me mais uma vez, com ar singelo de quem estava sendo devassada, me pedia socorro com os olhos, mas eu não atendi o seu pedido, antes a incentivei ainda mais.
 Apesar de muito voraz, o Cesar demonstrava carinho, em nenhum momento houve grosserias, apenas virilidade! Aquilo aumentou, a sensação melhorou, e Laurinha entregou-se! Minha linda esposa entregou-se àquele cafajeste que não perdeu a oportunidade de saboreá-la, beijou-a, apertou-a, mordeu-a, lambeu-a desde o pescoço até os pés... Chupou-a, enfiou sua língua naquela bucetinha que só eu tinha provado! Laurinha passou a gostar e o seu tesão disparou. Ela passou a retribuir tudo aquilo, também o beijou, e quando desceu e engoliu aquele pau.... Ah! Eu vi a minha Laurinha chupando outro pau! Que sensação indescritível.
 Laurinha levou-o até o sofá, onde mandou que ele se sentasse e tomou posição de galope! Engoliu aquele pau com a sua bucetinha, subia e descia vigorosamente! E eu ali, atrás da porta olhando tudo! Enquanto ela alojava o pau do Cesar na sua bucetinha, mostrava-me a bunda, e olhando para mim, fez-me entender o que ela queria! Imediatamente saí de trás da porta dirigi-me até eles! Vendo-me, o Cesar, quis levantar-se, e eu lhe disse:
 - Tenha calma, amigo. Continue!
 Ele não entendeu, mas continuou, e eu completei dizendo:
 - Vamos dar a ela, tudo que ela mais deseja!
 Beijei-a na boca, e disse-lhe:
- Ah, meu amor, como te amo! Agora vamos fazer como voce sempre desejou! Vamos lhe dar uma dupla penetração! Alisei bem o seu cuzinho, mandei que o Cesar não parasse, e introduzi meu pau naquele cu! Que delícia de cu! Empurrei devagar, mas até o fim, coloquei tudo! E meti, meti mesmo, com volúpia, com fúria, com vontade, com prazer....
 Aquilo provocou uma sensação de delírio em nós três, nos fundimos num só! Vivemos aquele momento desvairadamente. Até gozarmos! E como gozamos...
 
 Que delícia! Nossa paixão aumentou ainda mais...
 Escrito porZEUS o Gde.

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