sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A DEUSA DO ARAGUAIA

Meu nome é Nathan, tenho 31 anos, tenho 1,87 m de altura, cabelos e olhos castanhos, sou fotógrafo e trabalho como freelancer. Em 2005 fui convidado para fazer um trabalho fotográfico para uma revista que tem como tema principal a ecologia. Uma equipe bastante modesta foi designada para fazer uma reportagem sobre o rio Araguaia. (Um tema batido, diga-se de passagem).

 
Nosso ponto de partida foi o município de São Félix do Araguaia no estado de Mato Grosso, um dos lugares mais bonitos que eu já tive a oportunidade de conhecer em muitos anos de profissão.
 

Quando terminamos o nosso trabalho, todo o material já tinha sido enviado para a editora e a equipe se preparava para voltar, eu resolvi que ficaria por mais algum tempo naquela cidade, pois fiquei fascinado com a beleza da região e queria curtir um pouco mais sem ter a obrigação do trabalho.

Fiz amizade com um morador da cidade que tinha um pequeno barco a motor e fazia alguns serviços de entrega para os moradores ribeirinhos, seu nome era Julio e foi o meu guia durante o tempo em que lá estive, eu o acompanhava por todos os lugares e ele me mostrava a beleza da região.

Um dia descemos o rio por umas duas horas e chegamos a uma pequena comunidade que por motivos óbvios vou omitir o nome, o lugar era um verdadeiro paraíso. Eu disse ao Julio que gostaria de fazer algumas fotos e ele me disse que desceria o rio, faria mais uma entrega e depois passaria para me pegar em no máximo 1 hora.
Peguei a mochila com o meu equipamento e ele se foi, comecei a fotografar tudo que achasse interessante, como um turista. Subi o rio por uns 200 metros e vi a revoada das aves do outro lado do rio, era um espetáculo maravilhoso.

Era mês de julho, época das secas e as águas estavam baixas formando dunas de areias muito brancas no leito do rio.Troquei as lentes e ajustei a câmera no tripé num local mais alto que o nível do rio, assim tinha uma visão privilegiada do alvo a ser fotografado. De onde eu estava via algumas mulheres que me pareciam estar lavando roupa e também algumas crianças que brincavam na água, fazendo um grande alarido. 

Ela saiu da água e começou a subir por um caminho que dava até às poucas casas do lugar, justamente na minha direção e eu continuei com ela no meu visor, ao chegar mais perto fui notando os contornos do seu corpo dentro do vestido molhado, a saia do seu vestido estava colada nas suas coxas grossas deixando à mostra a saliência de sua boceta, ao passar por mim notei os bicos dos seus peitos quase perfurando o tecido, seu rosto, agora ali na minha frente era divino e seu corpo me atraía. Ela deu um pequeno sorriso e me olhou diretamente nos olhos, também sorri, mas nenhuma palavra foi dita, ela continuou andando e eu continuei a observá-la através do visor da minha câmera, agora por trás, dando um zoom na sua bunda maravilhosa. Meu pau já estava duro como uma pedra e lambuzava minha cueca.

Pouco tempo depois peguei minhas coisas e fui na direção que ela tinha ido, não mais a vi, havia um rapazinho sentado na porta de uma casa e eu perguntei prá ele, quem era a cabocla que à pouco passou por ali, ele me respondeu que seu nome era Rita, tinha uns 17 anos e morava na última casa da vila com seus avós paternos, sua mãe era uma índia carajá e seu pai era branco, porém ela era órfã de pai e mãe.

Julio passou logo depois prá me pegar e voltamos prá cidade, mas eu disse a ele que queria voltar lá no dia seguinte. Naquela noite não consegui dormir, eu a via a todo instante.

No dia seguinte Julio me levou até lá, me deixou e voltou, ele tinha afazeres na cidade e à tarde voltaria prá me buscar. Caminhei até a última casa da rua, bati e a própria deusa me atendeu, eu me apresentei e sem muita cerimônia disse que gostaria muito de fotografá-la, porém ela disse que eu já tinha muitas fotos dela, pois ela havia percebido, eu fiquei um pouco desconcertado, mas disse que gostaria de tirar mais algumas. Para minha surpresa ela topou e disse que tinha um lugar muito bonito onde poderíamos tirar as fotos. Caminhamos por alguns minutos até chegarmos a um local onde haviam grandes pedras, um lugar realmente especial com o belíssimo rio ao fundo, era propício para fazer lindas imagens.

Peguei a máquina e pedi à ela que fosse fazendo as poses e eu clicando, ela era maravilhosa, em determinado momento pedi a ela que abaixasse a alça do vestido, ela o fez e deixou quase a metade de seu peito à mostra, senti que meu pau endurecia a cada clicada, depois soltou a outra alça e veio caminhando lentamente até mim, seus lindos olhos negros olhavam diretamente para os meus, agora os bicos dos seus peitos estavam prá fora do vestido, meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão, ela chegou na minha frente e parou, instintivamente levei a mão devagar naqueles peitos duros e quentes, ela começou a suspirar e me ofereceu seus lábios carnudos e eu os beijei como nunca havia beijado os lábios de outra mulher, abaixei o corpo do seu vestido até sua cintura, apertei seu corpo junto ao meu e senti seus peitos maravilhosos na altura do meu estomago, passei a mão nas suas costas lisas como seda e comecei a descer lentamente até sua bunda, apertei suas nádegas durinhas e comecei a puxar seu vestido para cima, enfiei a mão por baixo e comecei a passar mão na sua bunda, agora por cima da calcinha, com o meu dedo médio acariciei o seu reguinho e ela gemia de tesão, eu chupava o seu pescoço e ela delirava.

Comecei a cutucar o seu cuzinho por cima da calcinha e ela se contorcia toda, até que enfiei meu dedo por entre o elástico da sua calcinha e senti seu cuzinho muito quente e comecei a acariciá-lo com meu dedo, ela gemia, rebolava, e me apertava. Ela desceu a mão até o meu pau que já estava a ponto de explodir, apertou e se ajoelhou no chão, abriu meu zíper, meu cacete saltou para fora como uma lança em direção à aqueles lábios lindos, meu pau latejava, suas veias estavam dilatadas e a cabeça estava até roxa formando uma chapeleta enorme.

Ela segurou minha rola com sua mãozinha delicada e vi sua língua dançando na cabeça do meu pau, ela abocanhou a cabeça da minha rola que quase não cabia na sua boca e lentamente foi engolindo, comecei a fuder aquela boquinha, segurava sua cabeça com as duas mãos e empurrava a rola até a sua garganta, quando tirei o pau da sua boca, alguns fios de saliva e sêmen ficaram ligados da sua boca até o meu pau. Então ela começou a lamber desde a cabeça até a base da minha rola, depois descia até o saco engolindo minhas bolas e eu batia com a rola no seu rosto, depois enfiava tudo na sua boca novamente. Eu já estava quase gozando quando pedi para ela parar, ela se levantou e eu comecei a tirar suas roupas e a deixei completamente nua, tirei minhas roupas e ficamos os dois pelados, ajoelhei na sua frente, ela puxou meu rosto para sua boceta lisa e eu comecei a lamber, sentindo o cheiro de prazer, fui passando a língua na portinha e ela ficava louca de tesão, até que a empurrei até uma pedra, abri suas pernas e comecei chupar aquela boceta deliciosa, minha língua procurava o seu grelinho e ela uivava de prazer.


Pedi prá ela ficar de quatro, apoiada na pedra, sua bunda arrebitada ficou à minha disposição, dei uns tapinhas e levei a mão por baixo passando por entre suas coxas e acariciei a sua boceta, então encostei meu pau duraço na sua bunda e levei a mão até seus peitos e comecei a apertá-los, meu pau já estava na porta daquela boceta quente e lubrificada, então comecei a empurrar a rola devagar e ela começou a entrar com um pouco de dificuldade, mas com jeitinho foi entrando tudo, comecei a fuder com movimentos lentos, depois mais rápidos, segurava a morena pelo quadril e socava a vara com vontade, minha virilha quando batia na sua bunda dava estalos, como tapas e ela gemia uivava, urrava e pedia mais rola, com mais força, mais fundo e eu metia como nunca. Até que senti que ia gozar e não podia mais segurar, senti meu pau inchar dentro da garota, ela gemeu e jatos de porra encheram sua boceta, eu urrava e empurrava a rola até o talo, ela começou a gozar também, gemia , gritava, rebolava, enquanto uma grande quantidade de esperma escorria por suas coxas.


Fiquei naquela posição por mais algum tempo, ainda com o pau dentro dela, ela não me deixava tirá-lo, queria mais, meu pau não deu nenhum sinal de amolecer, o tesão era demais e comecei a bombar de novo. Em um determinado momento ela deu uma empinada na bunda e eu pude ver seu cuzinho piscando. Tirei o pau da sua boceta e comecei a pincelar seu cuzinho, ela rebolava e pedia que eu a enrabasse. “Come meu cu seu FDP, me rasga inteirinha” e eu respondia chamando-a de vadia, putinha e outras coisas que deixavam ela com mais tesão ainda. Posicionei a cabeça da rola bem na portinha daquele cuzinho quente e comecei a empurrar devagar, como já estava todo lambuzado a cabeça começou a entrar lentamente, eu não queria machucá-la, foi então que ela se afirmou na pedra e jogou seu corpo para trás, com tudo, meu cacete atolou todinho no seu cu e ela gemia como uma cadelinha. Já que ela quer assim, assim será, segurei seu quadril e comecei a socar a rola com muita força, naquele cu gostoso, num vai e vem alucinado, coloquei a mão por baixo e enfiei o dedo na sua boceta enquanto metia a tora no seu cu e ela delirava, quanto mais ela gemia mais eu socava, comecei a sentir que ia gozar e meus dedos ficaram mais rápidos na sua boceta e ela deu um grito e começou a gozar, as contrações do seu cu me apertando o pau também me fizeram gozar. Gozamos muito, quando tirei o pau do cu dela começou a escorrer porra que não acabava mais.

Nos deitamos na relva por algum tempo, estávamos muito cansados e satisfeitos, depois descemos até o rio e nos lavamos, nos vestimos e eu a deixei na sua casa, ao entrar ela me olhou com aquela cara de puta e disse: “ Você é bom” e fechou a porta.

Julio me apanhou na hora indicada e voltei para cidade, dois dias depois eu já estava em São Paulo, nunca mais voltei a São Félix do Araguaia, mas a imagem divina da caboclinha nunca mais saiu da minha cabeça.


Escrito por Dayo_li
Postado por Ayesk@

Um comentário:

Ayeska disse...

Mmmmm... esse conto me deixa arrepiadinha! Digo e repito queria estar no lugar dela...pena que não sou morena-jambo...:((

Bjs doces!!!