domingo, 26 de setembro de 2010

Antes que termine a Noite



Meia-noite de Sexta.

Desliguei meu note e a solidão bateu fundo em minha alma.

A telinha apagou, mas algo me dizia para que eu não fosse me deitar.

Lá fora, as folhas e o vento faziam braulho.

Olhei-me no espelho e dei um suspiro; abraçei meu próprio corpo.

Uma lágrima silenciosa desceu pelo meu rosto parando no canto da minha boca, deslizei minha lingua nela e senti seu gosto salgado.

Decidida olhei novamente no relógio , o tic tac incessante.

Abri meu guarda-roupa e tirei um vestido branco, transparente, etéreo, em contraste com a minha pele branca, apenas os cabelos vermelho escuros e os meus olhos castanho-escuros apareciam.

Por baixo só uma calcinha. Os seios soltos.

Me sentia uma visão fantasmagórica.

Vesti um casaco comprido até os joelhos escondendo o vestido branco, transparente e sai noite afora.


Caminhei por ruas, vielas, praças, lugares vazios.

Me sentia a única pessoa no Mundo.

De repente senti um arrepio em minha nuca.

Senti-me observada.

Olhei para trás e vi um vulto.

Apertei mais o cinto do casaco e apressei meus passos.

O vento jogava meus cabelos para trás.

- Espere! Não lhe farei mal...deixe-me toca-la...senti-la...

Parei e olhei para trás, para o vulto trajando preto.

Não consegui ver seu rosto.

Mas senti algo mudando dentro do meu corpo.

Uma fome, uma necessidade, algo inexplicável.

Não fugi.

Fiquei parada â sua espera.

Ele se aproximou e tocou meu rosto com seu toque quente.

Senti meu coração acelerar-se, minhas mãos suarem e uma quente umidade molhar minha calcinha.

Num instante , encostada na parede em uma rua sem saída, senti sua respiração no meu rosto, seu corpo prensado contra o meu.

Seu corpo forte e o meu macio.

Sua boca firme na minha, sua língua separando meus lábios e beijos sôfregos, molhados .

Corpos enroscados, mãos afoitas, acariciando, tocando.
Senti seu membro duro pressionando meu púbis.

Ele abriu meu casaco e o ajudei a tira-lo.

Minhas mãos ansiosas entraram pelo decote do seu casaco e minha mão entrou pela camisa aberta e o toquei.

Passei o dedo na ponta do seu mamilo.

Seu gemido e a mordiscada em meu pescoço...

E então eu estava entregue....

Apenas nós dois.

Sozinhos, excitados naquele local solitário.

Nossas respiraçãoes e batimentos cardíacos sincronizados.

E então tive a melhor noite da minha vida...

Senti seus dedos buscarem meu ventre por cima do vestido, ao encontrar; seus dedos esfregaram meu ventre sem pêlos pubianos por sobre o tecido fino do vestido.

Eu gemi profundamente

Com as minhas costas na parede, seu corpo pressionando o meu, ele forçou meus braços para cima.

Com uma mão segurando firme meu montículo, ele gentilmente moveu sua outra mão para deslizar os dedos dentro do meu vestido.

Seu dedo mergulhou na minha inchada entrada, enquanto eu sentia sua respiração descontrolada ao redor da minha orelha.

Sua voz em meu ouvido, me arrepiou o corpo inteiro.

Imagens de nós dois entrelaçados em uma cama, nossos corpos em movimentos, gemidos , suores....

- Venha comigo...

- Não...

- Sim...

Então com um gritinho de surpresa, ele levantou-me em seus braços como seu eu fosse uma criança e levou-me em direção do bosque mais adiante.

Eu me torci, girei, tentando que ele me colocasse no chão.

- Menina geniosa... - ele disse batendo em minha bunda.

O calor do seu tapa chamuscou-me profundamente, deixando meu corpo em brasa ; eu havia gostado daquele tapinha.

Eu imaginava que minha reação a ele fosse devido aos elevados índices dos meus hormônios.

Mordi meus lábios para não gemer, sentia seu cheiro picante, aroma de sexo masculino que me envolvia completamente, fazendo meus seios formigarem e doerem.


— Deixe-me descer - pedi.

Mudando o ritmo, ele me mudou para o seu outro ombro.

Vi o gramado aparecer conforme ele andava e mergulhava para dentro do bosque, deixando a escuridão nos envolver.

Finalmente ele me colocou no chão e eu aterrisei sobre um pedaço de árvore.

Fiquei quieta e grata por não estar mais sacolejando sobre ele.

Ele se afastou um pouco sem dizer uma palavra.

"Me deixaria sozinha lá?"

Meus olhos tentaram se ajustar a escuridão do bosque.

Árvores imensas , tanto em largura quanto em altura, fui atrás dele.

E o encontrei alguns metros ali, atrás de um tronco.

Ele era fantástico!

Estava se masturbando, sua mão em seu comprido e duro pênis.

Fiquei parada, hipnotizada pela visão erótica e com meu coração acelerado, assisti.

Imediatamente senti uma poça entre minhas coxas, eu tentava me mover e não conseguia.

Ele segurava seu pênis para cima e para baixo, ele o acariciou, bombeando num ritmo furioso que me encheu de água na boca.

Sem ele perceber me aproximei.

Eu tinha que ver, eu ansiava por mais.

Com os olhos fechados e concentrado na tarefa à mão ele mandou:

- Vá embora! Eu lhe disse que não lhe faria mal...

- Não... - respondi e cautelosamente fui me aproximando dele, ficando próxima ao alcance de uma mão.

O desejo, a vontade de tocá-lo, acariciá-lo e alisá-lo tomou conta do meu pensamento. Com ousadia, me movi ainda mais perto. Ele parecia um homem selvagem cujo corpo agora estava totalmente nu.
 

Casaco, calças, camisa, meias e sapatos jogados na relva.

Movi minha mão sobre a dele; não ia me enganar.

Era nele que eu pensava, sonhava, queria....

Eu adoraria ter o seu pênis cravado em minha vagina apertada e latejante.

- Estou fazendo direito? - perguntei.

Não consegui ver seu rosto naquela penumbra.

- Sim...mais rápido... - ele gemeu e colocou a sua mão sobre a minha.
Seu pênis estava ereto e fiquei surpresa quando ele inchou mais.

Então ele arqueou a cabeça e gemeu ruidosamente, ejaculando em minha mão.

Eu lambi minha mão, saboreando seu sêmen. Tinha um sabor salgado, e uma pitada de selvageria que me fez querer esfrega-lo nos meus seios e mamilos doloridos.

- Obrigado... ele grunhiu se afastando de mim. — Você não precisava fazer isso.

- Eu quis...

Eu desejava lamber minha palma para provar sua essência mais uma vez, mas ele estava olhando para mim com olhar assombrado.

— Venha aqui - ordenou.

Quando eu não me movi, ele repetiu a sua ordem.

— Venha aqui. - e bateu levemente no local ao lado de seu colo.

— O que você pretende fazer? - perguntei, sabendo que minha fome sexual era vísivel. Seus olhos viam a evidência dos meus fluidos que molhavam o interior das minhas coxas.

Ele ofegou.

— Sente-se - exigiu ele, agarrando meus braços e forçando-me a sentar em seu colo. — Escute o vento. - ele passou a mão calmamente pelas minhas costas.

Senti através do tecido fino do vestido o calor da sua mão.

— O que o vento tem a ver com... Ooh, isso é tão bom - respondi sentindo o seu toque.

Arqueei as costas, convidando o seu toque, ao mesmo tempo lhe proporcionando uma visão dos meus seios intumescidos e soltos por baixo do vestido. E novamente ele me acariciou, deixando-me se acostumar com a sensação de suas mãos sobre mim, senti o pulsar da excitação de seu pênis que cresceu rígido aninhado entre as minhas pernas abertas.
 
Ele sabia que eu ansiava por mais e mais.

Movendo as suas mãos para minhas coxas, ele as moveu em seguida pelas minhas pernas. Pernas que eu enrolaria em volta dele quando ele estivesse profundamente dentro do meu calor.

Ele serpenteou sua mão mais perto do meu núcleo molhado, latejante e , em seguida deslizou um dedo no meu clitóris.
Meu corpo estremeceu com uma fome intensa.

Meu sexo rubro gotejava.

Minha buceta pegava fogo.

— Incline-se para trás e abra mais suas pernas. Eu vou brincar com sua buceta quente - ele ordenou, ao mesmo tempo deslizando um dedo para frente e para trás sobre minhaa abertura úmida provocando o clitóris com seu movimento.

Eu o atendi e senti sua boca sobre o bico dos meus seios por cima do vestido.

Com uma das mãos puxou meu vestido rasgando-o e meus seios brancos, leitosos se estenderam em sua direção.

- Ahhhhhhhhhh...- gemi ao sentir sua língua num mamilo e depois no outro. Então ele fechou a boca sobre um deles e chupou.

Senti seu pau mais duro.

— Posso? - perguntei, avançando a mão para pegar seu pênis latejante.

— Não - ele grunhiu.

— Deixe-me lhe dar prazer , por favor - respondeu ele, movendo-se para sugar o outro seio.

— Ahhhhhhh....- gemi enquanto ele deslizava um dedo em minha abertura molhada.

— Isso...geme...ronrona...assim...- e lentamente retirou seu dedo, só para mergulhá-lo de volta em golpes mais e mais rápidos que apertei os músculos da minha vagina.

— Ooh...ohhhhhhhhhhh.... - com os olhos fechados e minha cabeça inclinada para trás, deixei seu dedo trabalhar.

— Isso tem um som agradável. Você gosta disso? - perguntou, sabendo muito bem que eu gostava.

— Pare de falar - ordenei.

Escutei uma risadinha.

- Do que está rindo?

Eu me sentia derretendo, com a minha vagina quente apertando seu dedo, mas eu sabia o que na realidade eu queria!

"Queria seu pênis bem fundo dentro de mim.

- Ohhh simmmm....era o que eu mais queria e mais quero!..."

Seu dedo movia em minhas dobras, meu clitóris uma pequena pedra de prazer, ele o acariciou com o polegar, enquanto golpeava dois dedos dentro de mim e sua boca devorava meus seios.

Movi meus quadris nele e ele atacou meu clitóris mais duramente.
— Venha para mim... Assim.... Deixe acontecer... - disse enquanto eu arqueava minhas costas , jogava a cabeça para trás, ordenhei seus dedos com os musculos da minha vagina e ...

Então caí para frente e gozei em seus dedos.

Com carinho ele puxou seus dedos para fora e os lambeu, degustando meu gosto.

— Eu não posso acreditar que acabei de deixar você, um estranho, fazer isso comigo - empurrei-o um pouco.

— O que eu realmente gostaria de fazer é deitar você na grama, espalhar suas pernas e, em seguida, socar meu pau tão profundo dentro de você, então você saberia o que é ser verdadeiramente fodida. O que acha?

— Não acho nada...- respondi tentando me cobrir com o vestido rasgado.- Eu não acho isso uma boa idéia - disse tentando esconder os meus seios de seus olhos.

— Parece bom para mim.

— Me deixe ir...- pedi me levantando para fugir dele.

Quando ele se levantou, segurou-me pelos dois braços e jogou-me no chão, lutei como uma gata brava. Tentei resistir, arranhando e gritando com ele. Mas, ele não cedeu, mantendo-me presa entre suas coxas, aí eu finalmente parei.

— Afinal das contas, o que voce quer? Preciso ir embora...

— O que eu quero é a sua boceta -

Tentei resistir, mas quando ele inclinou-se sobre mim, eu gemi embriagada pelo cheiro dele.

— O que eu realmente quero, explosiva; primeiro é chupar seus seios até você estar tão molhada para poder deslizar meu pau bem fundo dentro de você, para que você saiba o que é ser tomada, montada e ter prazer. Mas antes de fazer isso, eu pretendo lamber o creme morno de sua vagina com a minha língua. Eu pretendo fazer você gritar que me quer – falou, com seu hálito quente em meu ouvido.

Suas palavras me excitaram mais do que eu pensava ser possível. Pela primeira vez, toda a minha razão fugiu. Olhei para ele e acariciei seu queixo.
— Eu te desafio...- provoquei.

— Você sabe o que está pedindo? - respondeu rouco.

Seu peito subia e descia. Ele gemeu quando abaixou a cabeça, mergulhando sua língua outra vez em minha boca. Eu respondi, duelando minha língua com a sua, estimulando a parte selvagem dele.

Minhas pequenas mãos deslizaram pelo seu cabelo e ele tirou o vestido entre nossos corpos e logo meus seios nus ficaram em suas mãos.

Eu gemia e me contorcia debaixo dele enquanto ele acariciava meus dois mamilos com os dedos. Suas mãos ergueram meus seios e ele tomou um mamilo dentro de sua boca e chupou duro.

Contraí minha buceta, arqueando minhas costas e então ele mudou para o outro seio. Quando minha pequena mão agarrou seu pau duro, ele jogou a cabeça para trás em êxtase. A sensação de sua pele quente na minha era um afrodisíaco. Quando abri mais minhas pernas, segurando meus braços acima da cabeça, moveu-se mais abaixo, beijando e mordendo minha carne nua. Com a cabeça entre minhas coxas , ele acariciou meu clitóris. Minha buceta já estava molhada e pronta para ele. Meus fluidos o chamando. Abrindo minhas dobras com o dedo, ele lambeu meu néctar.

— Ahhhhh... Mais... mais... Eu não agüento mais um segundo...me fode...vem...mete...me penetra...quero sentir voce dentro de mim...ahhh .

Prendendo seus braços ao meu redor , ele acalmou meus movimentos, enquanto arremessava sua língua profundamente dentro da minha abertura molhada.

— Mmmmm... por favor - implorei e choraminguei, balançando a cabeça para trás com o prazer.

Ele acariciou minha abertura molhada com os seus dedos. Esfregando meu clitóris até endurecer, meu corpo parecendo cair num precipício.

— Oh , oh....tesão...mais...me come... ahhhhh.... - arquejei fora de mim.

Meus fluidos deslizaram pela sua língua, que me lambia vorazmente.
— Ahhhhhhhh...por favor...vem...vem...para dentro de mim...- gemi.

Ele posicionou-se entre minhas pernas, e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa mais, ele cutucou minhas dobras abertas com a ponta do seu pênis e mergulhou profundamente dentro da minha abertura apertada. Ele ficou imóvel, deixando meu corpo se acostumar com a sensação dele dentro de mim. Então, ele lentamente se retirou, somente para apenas deslizar deliciosamente, centímetro por centímetro de espessura, de volta para minha vagina quente.


Deslizei minhas mãos em suas costas, e o puxei, querendo ele bem profundamente dentro de mim. Sem sutileza, ele mergulhou mais fundo e duramente. Profundos e longos golpes que trouxeram calor instantâneo ao meu corpo.

— Venha para mim... Voe comigo... - disse ele, enquanto eu envolvia minhas pernas em torno dele, o instigando.

— Mais forte..!...Me dê tudo... - ofeguei, minhas unhas arranhando suas costas, enquanto agarrava sua bunda com as pernas.

Dobrando suas mãos debaixo da minha bunda, levantou meu quadril, permitindo uma penetração ainda mais profunda. Eu estava molhada, quente. Ele rodou seus quadris, sabendo que cutucaria meu lugar sensível, enquanto seu pênis gritava por liberação.

— Ohh....tesãooo....ahhh... meeeuuu! - exclamei arqueando duramente minhas costas à medida que eu gozava e voava.

Ele jogou a cabeça para trás, rugindo sua satisfação, e gozou profundamente dentro da minha buceta. O amei com os músculos da minha vagina o ordenhando.

Cuidadoso em não deixar todo seu peso sobre mim, ele se inclinou para beijar-me ternamente. Eu segurei firmemente seu tórax. Lágrimas correram livremente pelo meu rosto.

— Foi maravilhoso! E me perdi...total...completamente!



Escrito por Ayesk@

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