segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O SOM DO TROVÃO

O Som do Trovão

Cheguei em casa tarde, já passara da meia noite, estava cansado, minha cabeça estava zonza em conseqüência de várias doses de whisky, minha roupa cheirava a fumaça de cigarros, entrei no chuveiro e tomei uma relaxante ducha. Deitei-me nu, o teto começou a girar, meu cérebro não conseguia pensar com clareza, imagens abstratas se formavam diante dos meus olhos, os fechei e me senti como se estivesse planando no ar sem destino algum, sem rumo, apenas um corpo sem peso à deriva na penumbra do meu quarto.
 

Abri os olhos cansados e vi a porta do meu quarto se abrindo, uma silhueta escultural se fez presente e caminhou em direção à minha cama. Um sussurro quase que imperceptível saiu da minha boca: Helena.

Helena e eu nos conhecemos ainda no colegial, começamos a namorar e esse namoro se estendeu até a faculdade. A nossa formatura marcou o inicio do nosso noivado e nos casamos um ano depois. Helena foi, e é a grande paixão da minha vida.

Algum tempo depois, talvez por imaturidade ou irresponsabilidade me tornei inconstante, não conseguia mais me ver preso a um casamento que já durava dois anos, mulheres diferentes começaram a fazer parte da minha rotina, meus horários em casa já não eram os mesmos, às vezes nem voltava depois das noitadas com mulheres vulgares. Minha esposa me amava e fez de tudo para salvar nosso casamento, mas nos meus sonhos loucos, na ilusão de um mundo de perdição, eu já não mais me importava.

Helena se foi, voltou para casa de seus pais e eu continuei minha vida errante, agora como um homem livre e desimpedido, até que a solidão se apoderou de mim, mesmo com tantas mulheres e muitos amigos de noitadas comecei a me sentir só. Procurei por Helena várias vezes e ela estava irredutível, só voltaria se eu mudasse completamente meus procedimentos e voltasse a ser o homem que era antes, porém nem eu mesmo tinha certeza se seria capaz de voltar a ser eu. A boemia e a bebida tornaram-se o meu refugio.

O vulto de Helena lentamente se aproximou de mim já tirando seu vestido, as peças foram ficando pelo caminho, ouvi o barulho da chuva que começava a cair forte sobre o telhado.


Senti o calor de seu corpo nu sobre o meu, seus lábios macios tocaram os meus, senti seu hálito quente na minha orelha e a doce frase: Eu te amo.

Sua língua começou a deslizar pelo meu corpo e desceu até meu pênis que estava rijo como uma pedra, senti sua boca quente o envolver, seus movimentos me levavam a loucura, às vezes segurava sua cabeça e sua boca engolia todo o meu pau. Sua língua agora subia novamente pelo meu corpo até chegar na minha boca, onde se fixou num longo e demorado beijo, meu pau estava entre suas coxas sentindo o calor de sua vagina úmida e cheia de desejos.

Ela se ajeitou e senti a glande do meu pênis entre os lábios quentes de sua vagina, ela começou a soltar o peso e com jeito meu pau foi entrando inteiro, Helena começou a cavalgar, seu corpo subia e descia e seus gemidos me deixavam louco de tesão, segurei seus maravilhosos peitos, levantei meu corpo e comecei a chupá-los, ela me empurrou e continuou sua cavalgada, até que ela soltou o corpo sobre o meu e pingos de suor caíram no meu rosto, me beijou novamente, abracei seu lindo corpo e fiz com que ela se virasse e sem tirar o pau de dentro fiquei sobre ela, agora eu comandava as ações, comecei fazer movimentos muito rápidos, sentindo meu pau entrar e sair de sua vagina em fortes estocadas, ela gemia e me arranhava as costas, Helena transformara-se numa gata no cio, meu pênis pulsava dentro dela e as contrações de sua vagina me levavam ao delírio, aquele maravilhoso e conhecido corpo era meu novamente. A chuva lá fora, agora era mais intensa.

Ela se contorcia, seu corpo serpenteava sob o meu, entre gemidos e sussurros, o gozo, o prazer, o momento maior da união de dois corpos. Cansados e suados nossos corpos ficaram colados, assim como nossos lábios, num respirar ofegante. Seus braços me apertavam num abraço forte, meu pau ficou dentro dela até que começou a amolecer. Saí de cima do divinal corpo de Helena e me deitei ao seu lado, me sentia cansado, fechei os olhos.

De repente, um grande estrondo ecoou na madrugada, acompanhado de um clarão azulado, acordei assustado com o barulho do trovão, me sentei na cama, olhei do meu lado e não vi Helena, meu coração disparou, sentia uma lancinante dor de cabeça, meu corpo estava suado e dolorido, lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, tudo parecia tão real, como aquilo poderia ser apenas um sonho?

Eu não podia acreditar que aquilo tinha sido apenas fruto do meu subconsciente, da minha paixão e do meu amor por Helena.


Me sentei na cama, coloquei as duas mãos no rosto, eu precisava de uma bebida. No instante em que me levantei, ouvi o barulho da porta do banheiro se abrindo e a maravilhosa imagem de Helena, nua, com uma toalha na mão e ainda com os cabelos molhados, apareceu na minha frente, sorridente ela me perguntou se eu havia gostado da surpresa, eu respondi que foi a mais bela surpresa de toda a minha vida. Era real, Helena estava ali, abracei seu corpo e a beijei apaixonadamente, naquele momento nasceu um novo homem, um homem que deixou para trás uma vida desregrada e sem sentidos, um homem que quase perdeu tudo o que mais amava na vida, um homem que hoje ama sua esposa acima de todas as coisas.
                                                                          
                                                                 


Escrito por Dayo_li

domingo, 26 de setembro de 2010

Antes que termine a Noite



Meia-noite de Sexta.

Desliguei meu note e a solidão bateu fundo em minha alma.

A telinha apagou, mas algo me dizia para que eu não fosse me deitar.

Lá fora, as folhas e o vento faziam braulho.

Olhei-me no espelho e dei um suspiro; abraçei meu próprio corpo.

Uma lágrima silenciosa desceu pelo meu rosto parando no canto da minha boca, deslizei minha lingua nela e senti seu gosto salgado.

Decidida olhei novamente no relógio , o tic tac incessante.

Abri meu guarda-roupa e tirei um vestido branco, transparente, etéreo, em contraste com a minha pele branca, apenas os cabelos vermelho escuros e os meus olhos castanho-escuros apareciam.

Por baixo só uma calcinha. Os seios soltos.

Me sentia uma visão fantasmagórica.

Vesti um casaco comprido até os joelhos escondendo o vestido branco, transparente e sai noite afora.


Caminhei por ruas, vielas, praças, lugares vazios.

Me sentia a única pessoa no Mundo.

De repente senti um arrepio em minha nuca.

Senti-me observada.

Olhei para trás e vi um vulto.

Apertei mais o cinto do casaco e apressei meus passos.

O vento jogava meus cabelos para trás.

- Espere! Não lhe farei mal...deixe-me toca-la...senti-la...

Parei e olhei para trás, para o vulto trajando preto.

Não consegui ver seu rosto.

Mas senti algo mudando dentro do meu corpo.

Uma fome, uma necessidade, algo inexplicável.

Não fugi.

Fiquei parada â sua espera.

Ele se aproximou e tocou meu rosto com seu toque quente.

Senti meu coração acelerar-se, minhas mãos suarem e uma quente umidade molhar minha calcinha.

Num instante , encostada na parede em uma rua sem saída, senti sua respiração no meu rosto, seu corpo prensado contra o meu.

Seu corpo forte e o meu macio.

Sua boca firme na minha, sua língua separando meus lábios e beijos sôfregos, molhados .

Corpos enroscados, mãos afoitas, acariciando, tocando.
Senti seu membro duro pressionando meu púbis.

Ele abriu meu casaco e o ajudei a tira-lo.

Minhas mãos ansiosas entraram pelo decote do seu casaco e minha mão entrou pela camisa aberta e o toquei.

Passei o dedo na ponta do seu mamilo.

Seu gemido e a mordiscada em meu pescoço...

E então eu estava entregue....

Apenas nós dois.

Sozinhos, excitados naquele local solitário.

Nossas respiraçãoes e batimentos cardíacos sincronizados.

E então tive a melhor noite da minha vida...

Senti seus dedos buscarem meu ventre por cima do vestido, ao encontrar; seus dedos esfregaram meu ventre sem pêlos pubianos por sobre o tecido fino do vestido.

Eu gemi profundamente

Com as minhas costas na parede, seu corpo pressionando o meu, ele forçou meus braços para cima.

Com uma mão segurando firme meu montículo, ele gentilmente moveu sua outra mão para deslizar os dedos dentro do meu vestido.

Seu dedo mergulhou na minha inchada entrada, enquanto eu sentia sua respiração descontrolada ao redor da minha orelha.

Sua voz em meu ouvido, me arrepiou o corpo inteiro.

Imagens de nós dois entrelaçados em uma cama, nossos corpos em movimentos, gemidos , suores....

- Venha comigo...

- Não...

- Sim...

Então com um gritinho de surpresa, ele levantou-me em seus braços como seu eu fosse uma criança e levou-me em direção do bosque mais adiante.

Eu me torci, girei, tentando que ele me colocasse no chão.

- Menina geniosa... - ele disse batendo em minha bunda.

O calor do seu tapa chamuscou-me profundamente, deixando meu corpo em brasa ; eu havia gostado daquele tapinha.

Eu imaginava que minha reação a ele fosse devido aos elevados índices dos meus hormônios.

Mordi meus lábios para não gemer, sentia seu cheiro picante, aroma de sexo masculino que me envolvia completamente, fazendo meus seios formigarem e doerem.


— Deixe-me descer - pedi.

Mudando o ritmo, ele me mudou para o seu outro ombro.

Vi o gramado aparecer conforme ele andava e mergulhava para dentro do bosque, deixando a escuridão nos envolver.

Finalmente ele me colocou no chão e eu aterrisei sobre um pedaço de árvore.

Fiquei quieta e grata por não estar mais sacolejando sobre ele.

Ele se afastou um pouco sem dizer uma palavra.

"Me deixaria sozinha lá?"

Meus olhos tentaram se ajustar a escuridão do bosque.

Árvores imensas , tanto em largura quanto em altura, fui atrás dele.

E o encontrei alguns metros ali, atrás de um tronco.

Ele era fantástico!

Estava se masturbando, sua mão em seu comprido e duro pênis.

Fiquei parada, hipnotizada pela visão erótica e com meu coração acelerado, assisti.

Imediatamente senti uma poça entre minhas coxas, eu tentava me mover e não conseguia.

Ele segurava seu pênis para cima e para baixo, ele o acariciou, bombeando num ritmo furioso que me encheu de água na boca.

Sem ele perceber me aproximei.

Eu tinha que ver, eu ansiava por mais.

Com os olhos fechados e concentrado na tarefa à mão ele mandou:

- Vá embora! Eu lhe disse que não lhe faria mal...

- Não... - respondi e cautelosamente fui me aproximando dele, ficando próxima ao alcance de uma mão.

O desejo, a vontade de tocá-lo, acariciá-lo e alisá-lo tomou conta do meu pensamento. Com ousadia, me movi ainda mais perto. Ele parecia um homem selvagem cujo corpo agora estava totalmente nu.
 

Casaco, calças, camisa, meias e sapatos jogados na relva.

Movi minha mão sobre a dele; não ia me enganar.

Era nele que eu pensava, sonhava, queria....

Eu adoraria ter o seu pênis cravado em minha vagina apertada e latejante.

- Estou fazendo direito? - perguntei.

Não consegui ver seu rosto naquela penumbra.

- Sim...mais rápido... - ele gemeu e colocou a sua mão sobre a minha.
Seu pênis estava ereto e fiquei surpresa quando ele inchou mais.

Então ele arqueou a cabeça e gemeu ruidosamente, ejaculando em minha mão.

Eu lambi minha mão, saboreando seu sêmen. Tinha um sabor salgado, e uma pitada de selvageria que me fez querer esfrega-lo nos meus seios e mamilos doloridos.

- Obrigado... ele grunhiu se afastando de mim. — Você não precisava fazer isso.

- Eu quis...

Eu desejava lamber minha palma para provar sua essência mais uma vez, mas ele estava olhando para mim com olhar assombrado.

— Venha aqui - ordenou.

Quando eu não me movi, ele repetiu a sua ordem.

— Venha aqui. - e bateu levemente no local ao lado de seu colo.

— O que você pretende fazer? - perguntei, sabendo que minha fome sexual era vísivel. Seus olhos viam a evidência dos meus fluidos que molhavam o interior das minhas coxas.

Ele ofegou.

— Sente-se - exigiu ele, agarrando meus braços e forçando-me a sentar em seu colo. — Escute o vento. - ele passou a mão calmamente pelas minhas costas.

Senti através do tecido fino do vestido o calor da sua mão.

— O que o vento tem a ver com... Ooh, isso é tão bom - respondi sentindo o seu toque.

Arqueei as costas, convidando o seu toque, ao mesmo tempo lhe proporcionando uma visão dos meus seios intumescidos e soltos por baixo do vestido. E novamente ele me acariciou, deixando-me se acostumar com a sensação de suas mãos sobre mim, senti o pulsar da excitação de seu pênis que cresceu rígido aninhado entre as minhas pernas abertas.
 
Ele sabia que eu ansiava por mais e mais.

Movendo as suas mãos para minhas coxas, ele as moveu em seguida pelas minhas pernas. Pernas que eu enrolaria em volta dele quando ele estivesse profundamente dentro do meu calor.

Ele serpenteou sua mão mais perto do meu núcleo molhado, latejante e , em seguida deslizou um dedo no meu clitóris.
Meu corpo estremeceu com uma fome intensa.

Meu sexo rubro gotejava.

Minha buceta pegava fogo.

— Incline-se para trás e abra mais suas pernas. Eu vou brincar com sua buceta quente - ele ordenou, ao mesmo tempo deslizando um dedo para frente e para trás sobre minhaa abertura úmida provocando o clitóris com seu movimento.

Eu o atendi e senti sua boca sobre o bico dos meus seios por cima do vestido.

Com uma das mãos puxou meu vestido rasgando-o e meus seios brancos, leitosos se estenderam em sua direção.

- Ahhhhhhhhhh...- gemi ao sentir sua língua num mamilo e depois no outro. Então ele fechou a boca sobre um deles e chupou.

Senti seu pau mais duro.

— Posso? - perguntei, avançando a mão para pegar seu pênis latejante.

— Não - ele grunhiu.

— Deixe-me lhe dar prazer , por favor - respondeu ele, movendo-se para sugar o outro seio.

— Ahhhhhhh....- gemi enquanto ele deslizava um dedo em minha abertura molhada.

— Isso...geme...ronrona...assim...- e lentamente retirou seu dedo, só para mergulhá-lo de volta em golpes mais e mais rápidos que apertei os músculos da minha vagina.

— Ooh...ohhhhhhhhhhh.... - com os olhos fechados e minha cabeça inclinada para trás, deixei seu dedo trabalhar.

— Isso tem um som agradável. Você gosta disso? - perguntou, sabendo muito bem que eu gostava.

— Pare de falar - ordenei.

Escutei uma risadinha.

- Do que está rindo?

Eu me sentia derretendo, com a minha vagina quente apertando seu dedo, mas eu sabia o que na realidade eu queria!

"Queria seu pênis bem fundo dentro de mim.

- Ohhh simmmm....era o que eu mais queria e mais quero!..."

Seu dedo movia em minhas dobras, meu clitóris uma pequena pedra de prazer, ele o acariciou com o polegar, enquanto golpeava dois dedos dentro de mim e sua boca devorava meus seios.

Movi meus quadris nele e ele atacou meu clitóris mais duramente.
— Venha para mim... Assim.... Deixe acontecer... - disse enquanto eu arqueava minhas costas , jogava a cabeça para trás, ordenhei seus dedos com os musculos da minha vagina e ...

Então caí para frente e gozei em seus dedos.

Com carinho ele puxou seus dedos para fora e os lambeu, degustando meu gosto.

— Eu não posso acreditar que acabei de deixar você, um estranho, fazer isso comigo - empurrei-o um pouco.

— O que eu realmente gostaria de fazer é deitar você na grama, espalhar suas pernas e, em seguida, socar meu pau tão profundo dentro de você, então você saberia o que é ser verdadeiramente fodida. O que acha?

— Não acho nada...- respondi tentando me cobrir com o vestido rasgado.- Eu não acho isso uma boa idéia - disse tentando esconder os meus seios de seus olhos.

— Parece bom para mim.

— Me deixe ir...- pedi me levantando para fugir dele.

Quando ele se levantou, segurou-me pelos dois braços e jogou-me no chão, lutei como uma gata brava. Tentei resistir, arranhando e gritando com ele. Mas, ele não cedeu, mantendo-me presa entre suas coxas, aí eu finalmente parei.

— Afinal das contas, o que voce quer? Preciso ir embora...

— O que eu quero é a sua boceta -

Tentei resistir, mas quando ele inclinou-se sobre mim, eu gemi embriagada pelo cheiro dele.

— O que eu realmente quero, explosiva; primeiro é chupar seus seios até você estar tão molhada para poder deslizar meu pau bem fundo dentro de você, para que você saiba o que é ser tomada, montada e ter prazer. Mas antes de fazer isso, eu pretendo lamber o creme morno de sua vagina com a minha língua. Eu pretendo fazer você gritar que me quer – falou, com seu hálito quente em meu ouvido.

Suas palavras me excitaram mais do que eu pensava ser possível. Pela primeira vez, toda a minha razão fugiu. Olhei para ele e acariciei seu queixo.
— Eu te desafio...- provoquei.

— Você sabe o que está pedindo? - respondeu rouco.

Seu peito subia e descia. Ele gemeu quando abaixou a cabeça, mergulhando sua língua outra vez em minha boca. Eu respondi, duelando minha língua com a sua, estimulando a parte selvagem dele.

Minhas pequenas mãos deslizaram pelo seu cabelo e ele tirou o vestido entre nossos corpos e logo meus seios nus ficaram em suas mãos.

Eu gemia e me contorcia debaixo dele enquanto ele acariciava meus dois mamilos com os dedos. Suas mãos ergueram meus seios e ele tomou um mamilo dentro de sua boca e chupou duro.

Contraí minha buceta, arqueando minhas costas e então ele mudou para o outro seio. Quando minha pequena mão agarrou seu pau duro, ele jogou a cabeça para trás em êxtase. A sensação de sua pele quente na minha era um afrodisíaco. Quando abri mais minhas pernas, segurando meus braços acima da cabeça, moveu-se mais abaixo, beijando e mordendo minha carne nua. Com a cabeça entre minhas coxas , ele acariciou meu clitóris. Minha buceta já estava molhada e pronta para ele. Meus fluidos o chamando. Abrindo minhas dobras com o dedo, ele lambeu meu néctar.

— Ahhhhh... Mais... mais... Eu não agüento mais um segundo...me fode...vem...mete...me penetra...quero sentir voce dentro de mim...ahhh .

Prendendo seus braços ao meu redor , ele acalmou meus movimentos, enquanto arremessava sua língua profundamente dentro da minha abertura molhada.

— Mmmmm... por favor - implorei e choraminguei, balançando a cabeça para trás com o prazer.

Ele acariciou minha abertura molhada com os seus dedos. Esfregando meu clitóris até endurecer, meu corpo parecendo cair num precipício.

— Oh , oh....tesão...mais...me come... ahhhhh.... - arquejei fora de mim.

Meus fluidos deslizaram pela sua língua, que me lambia vorazmente.
— Ahhhhhhhh...por favor...vem...vem...para dentro de mim...- gemi.

Ele posicionou-se entre minhas pernas, e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa mais, ele cutucou minhas dobras abertas com a ponta do seu pênis e mergulhou profundamente dentro da minha abertura apertada. Ele ficou imóvel, deixando meu corpo se acostumar com a sensação dele dentro de mim. Então, ele lentamente se retirou, somente para apenas deslizar deliciosamente, centímetro por centímetro de espessura, de volta para minha vagina quente.


Deslizei minhas mãos em suas costas, e o puxei, querendo ele bem profundamente dentro de mim. Sem sutileza, ele mergulhou mais fundo e duramente. Profundos e longos golpes que trouxeram calor instantâneo ao meu corpo.

— Venha para mim... Voe comigo... - disse ele, enquanto eu envolvia minhas pernas em torno dele, o instigando.

— Mais forte..!...Me dê tudo... - ofeguei, minhas unhas arranhando suas costas, enquanto agarrava sua bunda com as pernas.

Dobrando suas mãos debaixo da minha bunda, levantou meu quadril, permitindo uma penetração ainda mais profunda. Eu estava molhada, quente. Ele rodou seus quadris, sabendo que cutucaria meu lugar sensível, enquanto seu pênis gritava por liberação.

— Ohh....tesãooo....ahhh... meeeuuu! - exclamei arqueando duramente minhas costas à medida que eu gozava e voava.

Ele jogou a cabeça para trás, rugindo sua satisfação, e gozou profundamente dentro da minha buceta. O amei com os músculos da minha vagina o ordenhando.

Cuidadoso em não deixar todo seu peso sobre mim, ele se inclinou para beijar-me ternamente. Eu segurei firmemente seu tórax. Lágrimas correram livremente pelo meu rosto.

— Foi maravilhoso! E me perdi...total...completamente!



Escrito por Ayesk@

Terapia de Choque

Prólogo.

Estaciono na garagem de casa, madrugada. Vejo o carro de meu namorado, você, ali parado, também. “Droga”, eu penso. Esqueci o jantar, onde ia conhecer seus pais. Como policial federal, eu havia acabado após longas horas de trabalho, de encerrar um caso famoso, grande. Todo mundo queria falar comigo. Os políticos oportunistas, me cumprimentar, os repórteres me entrevistar, meus chefes, me dar mais trabalho. Admito, fiquei um pouco triste com esse esquecimento, mas não com peso na consciência. Afinal, há trabalho a ser feito.

Parte I

A jovem policial, do alto de seus 25 anos de idade, era uma workahollic, vivia dedicada ao trabalho, mal tinha tempo para as coisas normais, a sua vida intima. Sentiu uma certa tristeza por ter perdido o jantar, mas não arrependimento. Abandonou seu carro, entrou na casa, já tirando a botina e a jaqueta jeans, deixando em uma cadeira qualquer, ficando descalça, de calça jeans e camisa branca, soltando os longos cabelos ruivos do rabo de cavalo. Retirou o cinturão onde estava sua arma, distintivo e algemas, guardando em local adequado. Viu Andrei na cozinha, cabisbaixo, lendo algo.
- Andrei, ficou me esperando até essas horas?
- Claro que sim! Minha namorada metida até o pescoço com essas coisas, você acha que eu não me preocuparia?
Ela, um tanto com medo de perguntar...
- E o jantar...?
- Meio incompleto. Meus pais te conheceram, do jornal. Te acharam linda, mas acham que não vai durar....
- Me desculpe. Eu realmente sinto muito. Mas eu não podia perder este caso de maneira nenhuma. Fazia muito tempo que estávamos nele.
- Estávamos, né? Você e uma equipe. Equipe, Michelle! Você não precisa estar em todo lugar, resolver tudo sozinha. Não lembra do que o médico disse? Que se você não parasse um pouquinho, teria uma estafa, uma crise nervosa?

- Bobagem. Estou ótima.
- E nós? Eu te adoro, mas desse jeito, Mich, nem eu sei se podemos continuar juntos. A idéia de se ter uma namorada é passar um tempo com ela, não é mesmo?
Michelle fica pálida com a dúvida de Andrei. Será que ela estava exagerando? Seria que iria perder ele pelo seu jeito meio indomável? Não conseguia pensar, não queria. Queria dormir, pensar em tudo outra hora.
- Andrei...eu..sei que estou devendo. Olha, vamos conversar amanhã de manhã com calma, tudo bem? Eu preciso muito dormir agora.
- Tudo bem, tudo bem. Tome um chá, primeiro. – Andrei oferece uma xícara fumegante. Michelle a pega com gosto.
- Obrigada, querido.
- Disponha, meu doce.
De certa forma, ela até se sentiu aliviada. Odiava essas ocasiões formais, odiava vestidos e sapatos de salto, era uma moça atlética, um “moleca”, afinal de contas, uma policial. Achava pouco prático esses acessórios de mulher. Tomou o chá, Andrei a pegou pela mão, a acompanhou até o quarto acarpetado. Ajudou-a a tirar a camiseta, vendo seus seios bem formados fazendo volume no sutiã esportivo. Ela sorriu, mas notou uma coisa errada. Um perfume! Feminino, no ar. Não era dela. Sua mente policial começou a trabalhar, mas de repente, seus olhos pesaram tanto, que parecia impossível não dormir...e assim, entregou-se aos sonhos sem opções, de uma forma não natural, como se tivesse sido...drogada?
Entreatos
Vou despertando aos poucos...lentamente. A cabeça leve, uma tontura. Parece o efeito de alguma droga calmante. Andrei, será que ele me dopou, para eu dormir? Por que ele faria isso? Vou descobrir com ele agora...
De repente, percebo, estou sentada. Quero levantar, mas não consigo. Minhas mãos estão atrás da cadeira, sinto meus pulsos algemados! Meus pés estão unidos, como que amarrados também, estão forçadas para um pouco abaixo da cadeira...Quando tento mexer as mãos acabo arrastando meus pés, juntos...droga. E ainda por cima, algo me aperta nos pés...parece uma sandália, ou sapato apertado....o que está acontecendo? Onde está Andrei? Será que fomos vítimas de algum criminoso vingativo? Tudo está escuro, mas agora sinto, há uma venda de veludo em meus olhos. E de novo, o perfume de mulher.
- Olá, querida, está confortável? – Uma voz feminina irrompe no quarto.

Parte II

Michelle estava sentada em uma grossa cadeira de madeira, com as mãos algemadas atrás, uma grossa corrente unidos seus elos aos pés, também presos. Um lenço roxo lhe cobria os olhos. Quando pensou em gritar sentiu uma mão a lhe tapar a boca. Era uma mão de mulher.
- Shhh. Não faça escândalo. Antes que qualquer coisa, pense melhor. – Sentiu uma mão delicada a subir por suas pernas, a acariciar suas coxas nuas. Um calafrio lhe percorreu a espinha.
- Vou tirar a venda agora. Fique calma que conversaremos.
Quando o lenço saiu, ela pode ver o quarto, a meia luz. Antes que seus olhos se acostumassem o suficiente para ver quem era a pessoa no quarto, ela percebeu que lhe haviam colocado um vestido preto, curto, de luxo, decotado. Em seus pés, desconfortáveis sandálias de salto fino, 15 cm, um número menor do que ela usava. Meias finas 7/8 lhe cobriam as pernas. Não podia ver, mas percebia que seus cabelos estavam bem arrumados, seus lábios com batom e seus olhos verdes, com leve maquiagem.
Quando se acostumou a penumbra do quarto, viu Andrei, encostado a porta, com a face tranqüila. Ao lado dele, uma mulher, que ela reconheceu. De cabelos negros, lisos e compridos com franja, olhos azuis, um rosto muito bonito e um corpo escultural, vestida com calcinha e sutiã negros de marca famosa, ela Desdémona, a psicóloga da policia, que já havia lhe ouvido. Ela se apoiava no ombro do namorado de Michelle, sorrindo matreira.
- O que significa isso? Você esta me traindo Andrei? O que pretende fazer...Está pensando em cometer um ato criminoso? É isso? – Falou Michelle, quase vertendo lagrimas, mas se contendo, para não demonstrar fraqueza.
- Não meu anjo, não é isso. Nem de perto. Justo ao contrário. – Ele respondeu, seguido da mulher.

- Ele não está traindo você. Por que na verdade... – a mulher parou.
- ...ela, Desdémona, é lésbica. – Andrei continuou a frase.
Michelle estava sem fôlego, ainda não entendia o que estava acontecendo. Desdémona foi até ela e se ajoelhou ao seu lado, agora apoiando seus braços nas pernas da moça. A policial não pode conter um gemido quando os cabelos longos e sedosos da psicóloga lhe roçaram a pele.
- Quando te atendeu, Desdémona descobriu que você estava à beira de um ataque. Tentou te falar isso, mas você, como sempre, não deu atenção. Então ela me procurou.
- Eu não podia deixar que uma mente tão afiada quanto a sua se perdesse. E além do mais... eu senti uma queda por você...- a mão dela roçou no queixo de Michelle, que nem percebeu o fato de não ter se esquivado.
- Isso é um absurdo! Soltem-me imediatamente! E por que essas roupas?
- Não! Bradou Desdémona, desta vez apertando o queixo de Michelle com as mãos. – Você não está em posição de dar ordens agora, Michelle. Agora, você vai obedecer apenas, se quiser descobrir o porque de tudo isso. – Desdémona então se levanta e senta no colo de Michelle, de frente para ela, lhe abraçando. Andrei, já com o pênis bem ereto pela cena das duas belas mulheres, se aproxima por trás da cadeira, acaricia os cabelos ruivos da namorada, sussurrando no ouvido dela...
- Linda, essas são as roupas que você deveria ter usado no jantar. Agora o encontro tem de ser um pouco diferente...
- Mas...

Antes que ela fale, ele lhe dá um forte beijo na boca. Suas línguas se entrelaçam, exploram a boca um do outro, seus lábios se acariciam, os dentes dele a mordiscam de leve. Desdémona assiste ao beijo extasiada. Esfrega com força suas mãos por sobre o vestido de Michelle, eriçando os mamilos da jovem policial, enquanto lambe as voltas dos seios que escapam do sensual 
decote, tudo isso lhe cavalgando o colo.

- Esse é o seu tratamento. – Diz.
- Não...não quero...não posso...
- Não é uma opção.
 
Agora, Desdémona novamente se ajoelha na frente da garota algemada, enquanto Andrei lhe tapa a boca com uma mão, com força, e a outra enfia por dentro do decote do vestido, lhe acariciando a pele quente de excitação. Desdémona coloca a mão por debaixo das pernas de Michelle, e lhe busca a vagina, com dois dedos lhe abrindo os grandes lábios, para em seguida os colocar dentro do órgão da jovem ruiva. Vai os movendo, esfregando, as vezes rápido, as vezes lento. Michelle geme, se debate, se excita. Andrei coloca-lhe um polegar a boca, ela o chupa com esmero, enquanto ele termina de lhe acariciar o seio.
Depois, o homem e a mulher soltam as pernas acorrentadas da moça, e lhe carregam até a cama. A policial apenas arfa, suspiro intenso. Atam-lhe as pernas abertas na cama, deixando as mãos algemadas, atrás. Desdémona puxa o decote da roupa da garota, expondo-lhe os seios. Michelle ameaça reclamar, nunca tinha tido relações com uma mulher antes, mas Andrei se antecipa e lhe coloca o membro na boca, ajoelhado na cama ao seu lado.

- Shhhh. – Michelle quase como instinto recebe o pênis com sua língua. Grosso, grande, rígido. Desdémona dá risadas, brinca com os seios da garota. Os lambe, e começa a chupar no mesmo ritmo em que a jovem sorve o órgão de seu namorado. Desdémona arranha o pescoço de Michelle, deixando marcas, deixando todo se colo molhado de saliva.

- Muito bem Desdémona, muito bem mesmo. Boa menina...- diz ela.. – Andrei, ao ver os arranhões sobre o corpo da namorada, segura as mãos de Desdémona, as torce para trás, e usando outro par de algemas, prende a psicóloga.

- Não posso deixar você marcar minha garota desse jeito, sua depravada. – Ele ri, ela também, entrando na brincadeira. Apenas Michelle não sabe o que dizer, o que fazer, o que sentir. Novamente vai falar algo, mas antes que possa, de novo os dois agem. Andrei força a cabeça de Desdémona embaixo do vestido da namorada, e ela começa a chupar e estimular com a língua, o clitóris. Michelle indefesa geme alto. Vez em quando, Andrei força ainda mais a cabeça da outra, para aumentar o estímulo, até que a tira, deixa ao lado, e se deita sobre Michelle, rasgando seu vestido no processo, e, com o membro muito duro, lhe penetrando a vagina. Desdémona algemada e deitada ao lado da moça, a beija na boca, lambe seu rosto, esfrega seus seios nela. Andrei vai penetrando com sua força e virilidade, bem fundo, em Michelle. Vai aumentando sua velocidade, os seios da garota em suas mãos. Cada vez mais rápido, ele se segura, atinge fundo, até ela gozar com um grito desesperado. Ele consegue segurar a ejaculação, para a liberar no rosto da namorada. Desdémona termina o espetáculo limpando as gotas de gozo com sua boca e língua. Os dois captores terminam beijando Michelle na boca, ao mesmo tempo, deitados um em cada lado dela, na cama, pés e mãos sobre seu corpo preso, Andrei o único livre ali no momento.

Assim ficam por vários minutos. Até que Desdémona se levanta, e Andrei a liberta. Ela veste o vestido branco de verão que havia deixado a um canto, seus sapatos, e dá um beijo no rosto de Andrei, outro na boca de Michelle. Fica um pouco sentada acariciando a garota. Andrei se pronuncia enquanto se veste:

- Mich, eis a minha proposta. Você diminui um pouco a sua carga de trabalho, passa a se comportar mais como uma namorada que gosta do namorado, e eu me esforço em te apoiar sempre, e fazer de seus momento íntimos tão prazerosos como este. Se não, eu vou te deixar de vez.

Desdémona arremata:

- Michelle, você precisa disso, pois senão não vai durar muito mais. Precisa relaxar e soltar suas fantasias. E além disso, você deve isso ao Andrei, ele sempre te apoiou e suportou junto com você a pressão do seu trabalho.

Ela escuta, atenta e atônita.

- E deve se tratar melhor como a mulher bonita que é, linda. – Diz a morena. – Não precisa ser a policial 24 horas por dia.

- Eu gosto de ver suas pernas, amoreco. – Diz Andrei.

- Viu só? Não custa nada fazer um sacrificiozinho, se acostumar com uma bela saia, um belo decote, uns saltos, para agradar quem se gosta, não é? A partir de hoje, seja mais feminina.

Conversas feitas, Andrei vai levar a psicóloga em casa, deixando Michelle ainda amarrada e algemada na cama para refletir sobre o que aconteceu. Ela é solta quando Andrei chega, e sem se ouvir a resposta, de novo fazem amor, antes de dormir.

Pela manhã, Andrei não a encontra na cama. Se levanta, preocupado. Teria ela escolhido o deixar? Procura por um bilhete ou coisa assim, encontra só as algemas da noite anterior. Acha a jovem na cozinha, trajando uma saia de couro preta, de comprimento comportado, mas com uma fenda sensual, scarpins de bico fino, uma camisa branca, com os primeiros botões meio abertos, quase como um decote sutil.

- Oi, Andrei. Bom Dia. Estou fazendo café para nós. A propósito, vou chegar mais cedo hoje, vai dar para jantar. Quer convidar os seus pais?

Ele sorri e a abraça, enquanto ela trabalha junto a pia.

- Eu devia preparar o café hoje, você não pode, por causa disso... – Ele diz, puxando as mãos dela para trás, algemando-as de novo.

- Hey!

- É cedo ainda, garota. Eu faço isso muito rápido. Dá até tempo de fazer outra coisa antes...

Ele a levanta sobre um balcão, com seus braços fortes, e começa a erguer sua saia, enquanto seu próprio membro vai endurecendo...

- É, acho que uma mudança de atitude vai ser boa para mim...- diz, molhando os lábios, a jovem policial....

 
(História adaptada de um pedido especial. Só perdoem a demora e inépcia da escritora. )


Escrito por Hella
Postado por Ayesk@

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A DEUSA DO ARAGUAIA

Meu nome é Nathan, tenho 31 anos, tenho 1,87 m de altura, cabelos e olhos castanhos, sou fotógrafo e trabalho como freelancer. Em 2005 fui convidado para fazer um trabalho fotográfico para uma revista que tem como tema principal a ecologia. Uma equipe bastante modesta foi designada para fazer uma reportagem sobre o rio Araguaia. (Um tema batido, diga-se de passagem).

 
Nosso ponto de partida foi o município de São Félix do Araguaia no estado de Mato Grosso, um dos lugares mais bonitos que eu já tive a oportunidade de conhecer em muitos anos de profissão.
 

Quando terminamos o nosso trabalho, todo o material já tinha sido enviado para a editora e a equipe se preparava para voltar, eu resolvi que ficaria por mais algum tempo naquela cidade, pois fiquei fascinado com a beleza da região e queria curtir um pouco mais sem ter a obrigação do trabalho.

Fiz amizade com um morador da cidade que tinha um pequeno barco a motor e fazia alguns serviços de entrega para os moradores ribeirinhos, seu nome era Julio e foi o meu guia durante o tempo em que lá estive, eu o acompanhava por todos os lugares e ele me mostrava a beleza da região.

Um dia descemos o rio por umas duas horas e chegamos a uma pequena comunidade que por motivos óbvios vou omitir o nome, o lugar era um verdadeiro paraíso. Eu disse ao Julio que gostaria de fazer algumas fotos e ele me disse que desceria o rio, faria mais uma entrega e depois passaria para me pegar em no máximo 1 hora.
Peguei a mochila com o meu equipamento e ele se foi, comecei a fotografar tudo que achasse interessante, como um turista. Subi o rio por uns 200 metros e vi a revoada das aves do outro lado do rio, era um espetáculo maravilhoso.

Era mês de julho, época das secas e as águas estavam baixas formando dunas de areias muito brancas no leito do rio.Troquei as lentes e ajustei a câmera no tripé num local mais alto que o nível do rio, assim tinha uma visão privilegiada do alvo a ser fotografado. De onde eu estava via algumas mulheres que me pareciam estar lavando roupa e também algumas crianças que brincavam na água, fazendo um grande alarido. 

Ela saiu da água e começou a subir por um caminho que dava até às poucas casas do lugar, justamente na minha direção e eu continuei com ela no meu visor, ao chegar mais perto fui notando os contornos do seu corpo dentro do vestido molhado, a saia do seu vestido estava colada nas suas coxas grossas deixando à mostra a saliência de sua boceta, ao passar por mim notei os bicos dos seus peitos quase perfurando o tecido, seu rosto, agora ali na minha frente era divino e seu corpo me atraía. Ela deu um pequeno sorriso e me olhou diretamente nos olhos, também sorri, mas nenhuma palavra foi dita, ela continuou andando e eu continuei a observá-la através do visor da minha câmera, agora por trás, dando um zoom na sua bunda maravilhosa. Meu pau já estava duro como uma pedra e lambuzava minha cueca.

Pouco tempo depois peguei minhas coisas e fui na direção que ela tinha ido, não mais a vi, havia um rapazinho sentado na porta de uma casa e eu perguntei prá ele, quem era a cabocla que à pouco passou por ali, ele me respondeu que seu nome era Rita, tinha uns 17 anos e morava na última casa da vila com seus avós paternos, sua mãe era uma índia carajá e seu pai era branco, porém ela era órfã de pai e mãe.

Julio passou logo depois prá me pegar e voltamos prá cidade, mas eu disse a ele que queria voltar lá no dia seguinte. Naquela noite não consegui dormir, eu a via a todo instante.

No dia seguinte Julio me levou até lá, me deixou e voltou, ele tinha afazeres na cidade e à tarde voltaria prá me buscar. Caminhei até a última casa da rua, bati e a própria deusa me atendeu, eu me apresentei e sem muita cerimônia disse que gostaria muito de fotografá-la, porém ela disse que eu já tinha muitas fotos dela, pois ela havia percebido, eu fiquei um pouco desconcertado, mas disse que gostaria de tirar mais algumas. Para minha surpresa ela topou e disse que tinha um lugar muito bonito onde poderíamos tirar as fotos. Caminhamos por alguns minutos até chegarmos a um local onde haviam grandes pedras, um lugar realmente especial com o belíssimo rio ao fundo, era propício para fazer lindas imagens.

Peguei a máquina e pedi à ela que fosse fazendo as poses e eu clicando, ela era maravilhosa, em determinado momento pedi a ela que abaixasse a alça do vestido, ela o fez e deixou quase a metade de seu peito à mostra, senti que meu pau endurecia a cada clicada, depois soltou a outra alça e veio caminhando lentamente até mim, seus lindos olhos negros olhavam diretamente para os meus, agora os bicos dos seus peitos estavam prá fora do vestido, meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão, ela chegou na minha frente e parou, instintivamente levei a mão devagar naqueles peitos duros e quentes, ela começou a suspirar e me ofereceu seus lábios carnudos e eu os beijei como nunca havia beijado os lábios de outra mulher, abaixei o corpo do seu vestido até sua cintura, apertei seu corpo junto ao meu e senti seus peitos maravilhosos na altura do meu estomago, passei a mão nas suas costas lisas como seda e comecei a descer lentamente até sua bunda, apertei suas nádegas durinhas e comecei a puxar seu vestido para cima, enfiei a mão por baixo e comecei a passar mão na sua bunda, agora por cima da calcinha, com o meu dedo médio acariciei o seu reguinho e ela gemia de tesão, eu chupava o seu pescoço e ela delirava.

Comecei a cutucar o seu cuzinho por cima da calcinha e ela se contorcia toda, até que enfiei meu dedo por entre o elástico da sua calcinha e senti seu cuzinho muito quente e comecei a acariciá-lo com meu dedo, ela gemia, rebolava, e me apertava. Ela desceu a mão até o meu pau que já estava a ponto de explodir, apertou e se ajoelhou no chão, abriu meu zíper, meu cacete saltou para fora como uma lança em direção à aqueles lábios lindos, meu pau latejava, suas veias estavam dilatadas e a cabeça estava até roxa formando uma chapeleta enorme.

Ela segurou minha rola com sua mãozinha delicada e vi sua língua dançando na cabeça do meu pau, ela abocanhou a cabeça da minha rola que quase não cabia na sua boca e lentamente foi engolindo, comecei a fuder aquela boquinha, segurava sua cabeça com as duas mãos e empurrava a rola até a sua garganta, quando tirei o pau da sua boca, alguns fios de saliva e sêmen ficaram ligados da sua boca até o meu pau. Então ela começou a lamber desde a cabeça até a base da minha rola, depois descia até o saco engolindo minhas bolas e eu batia com a rola no seu rosto, depois enfiava tudo na sua boca novamente. Eu já estava quase gozando quando pedi para ela parar, ela se levantou e eu comecei a tirar suas roupas e a deixei completamente nua, tirei minhas roupas e ficamos os dois pelados, ajoelhei na sua frente, ela puxou meu rosto para sua boceta lisa e eu comecei a lamber, sentindo o cheiro de prazer, fui passando a língua na portinha e ela ficava louca de tesão, até que a empurrei até uma pedra, abri suas pernas e comecei chupar aquela boceta deliciosa, minha língua procurava o seu grelinho e ela uivava de prazer.


Pedi prá ela ficar de quatro, apoiada na pedra, sua bunda arrebitada ficou à minha disposição, dei uns tapinhas e levei a mão por baixo passando por entre suas coxas e acariciei a sua boceta, então encostei meu pau duraço na sua bunda e levei a mão até seus peitos e comecei a apertá-los, meu pau já estava na porta daquela boceta quente e lubrificada, então comecei a empurrar a rola devagar e ela começou a entrar com um pouco de dificuldade, mas com jeitinho foi entrando tudo, comecei a fuder com movimentos lentos, depois mais rápidos, segurava a morena pelo quadril e socava a vara com vontade, minha virilha quando batia na sua bunda dava estalos, como tapas e ela gemia uivava, urrava e pedia mais rola, com mais força, mais fundo e eu metia como nunca. Até que senti que ia gozar e não podia mais segurar, senti meu pau inchar dentro da garota, ela gemeu e jatos de porra encheram sua boceta, eu urrava e empurrava a rola até o talo, ela começou a gozar também, gemia , gritava, rebolava, enquanto uma grande quantidade de esperma escorria por suas coxas.


Fiquei naquela posição por mais algum tempo, ainda com o pau dentro dela, ela não me deixava tirá-lo, queria mais, meu pau não deu nenhum sinal de amolecer, o tesão era demais e comecei a bombar de novo. Em um determinado momento ela deu uma empinada na bunda e eu pude ver seu cuzinho piscando. Tirei o pau da sua boceta e comecei a pincelar seu cuzinho, ela rebolava e pedia que eu a enrabasse. “Come meu cu seu FDP, me rasga inteirinha” e eu respondia chamando-a de vadia, putinha e outras coisas que deixavam ela com mais tesão ainda. Posicionei a cabeça da rola bem na portinha daquele cuzinho quente e comecei a empurrar devagar, como já estava todo lambuzado a cabeça começou a entrar lentamente, eu não queria machucá-la, foi então que ela se afirmou na pedra e jogou seu corpo para trás, com tudo, meu cacete atolou todinho no seu cu e ela gemia como uma cadelinha. Já que ela quer assim, assim será, segurei seu quadril e comecei a socar a rola com muita força, naquele cu gostoso, num vai e vem alucinado, coloquei a mão por baixo e enfiei o dedo na sua boceta enquanto metia a tora no seu cu e ela delirava, quanto mais ela gemia mais eu socava, comecei a sentir que ia gozar e meus dedos ficaram mais rápidos na sua boceta e ela deu um grito e começou a gozar, as contrações do seu cu me apertando o pau também me fizeram gozar. Gozamos muito, quando tirei o pau do cu dela começou a escorrer porra que não acabava mais.

Nos deitamos na relva por algum tempo, estávamos muito cansados e satisfeitos, depois descemos até o rio e nos lavamos, nos vestimos e eu a deixei na sua casa, ao entrar ela me olhou com aquela cara de puta e disse: “ Você é bom” e fechou a porta.

Julio me apanhou na hora indicada e voltei para cidade, dois dias depois eu já estava em São Paulo, nunca mais voltei a São Félix do Araguaia, mas a imagem divina da caboclinha nunca mais saiu da minha cabeça.


Escrito por Dayo_li
Postado por Ayesk@

domingo, 19 de setembro de 2010

DUAS CRIANÇAS - FINAL

Naqueles dias, a minha produtividade na empresa, caiu drasticamente. Alguém ainda indagou:
- Ei! Voce está vivendo no mundo da lua!?
E estava mesmo, eu não podia me concentrar em mais nada, a única coisa em que eu pensava, era naquela estonteante e forte emoção. O prazer que Laurinha me proporcionou quando derrubou a toalha na frente do Cesar, continuava latente em minha mente. Nos dias que se seguiram, o meu carinho, amor e paixão por Laurinha ganhou ênfase, elevei a enésima potência os meus sentimentos por minha linda esposa.

É claro que naquela tarde perdemos o churrasco com os amigos, motivo pelo qual o Cesar tinha ido me esperar. Ficamos a noite toda juntos (nós três). Na manhã seguinte saí e voltei com um lindo buque de Rosas brancas, adornadas com Miosótis amarelos. Laurinha adorou. Não sei se gostou mais do buque, ou das minhas carícias. Minha forma de tratá-la melhorou muito. Ela sempre foi a minha menina, mas agora era mais que isso, era a menina que me proporcionava emoções indescritíveis.
Já o Cesar! Este ganhou em produtividade, virou um louco por serviço, devorava as suas atividades, desempenhava tudo com desenvoltura, ganhava elogios. Um “workialic "pareceria um preguiçoso perto dele. Passou a me tratar como sendo eu o seu melhor amigo!
A Laurinha? Bem... A Laurinha, linda e meiga como sempre, carinhosa, companheira, cúmplice... Eu a tratei com muito amor, carinho, paciência e TESÃO também.... Mas, não entendo o que poderia estar acontecendo com ela! Encabulou-se? Constrangeu-se? Eu olhava em seus olhos e ela os baixava, perdeu vivacidade. Por vários dias a percebi calada, quase muda. Eu não sabia mais o que fazer. Não tinha mais palavras de incentivo, conforto, ânimo, amparo... Recostei sua cabeça em meu ombro, e ela chorou! Chorou muito! Caiu em prantos profundos, e eu em desespero por não entender oque estava havendo. Até que ela achou forças e aos soluços, me disse:
- Estou chorando por que eu te traí. Eu nunca havia te traído. Agora voce não vai mais confiar em mim...
Tocando e sustentando sua face com minhas duas mãos, e olhando dentro dos seus olhos, carinhosamente lhe respondi:
- Não meu amor! Voce não me traiu não! Olhe querida, traição é quando um dos dois faz algo escondido e sem o consentimento do outro. Voce não fez nada disso! Nós estávamos juntos! E nada que se faça com o consentimento da outra parte, poderá ser encarado como traição. Eu te amo, meu amor. Voce é minha vida, e adorei tudo o que houve.
Eu a tratava com muito carinho, mas me parece agora, que faltava esse diálogo franco entre nós. Ela sentia culpa! Por ter gostado? Não sei. Sei que ela gostou sim, mas no âmago do seu prazer tinha receio que um dia eu viesse a culpá-la. Ora! Jamais!
Depois dessa conversa, ela desabrochou novamente, e para completar, eu lhe disse:
- Se voce não quiser, nunca mais faremos novamente. A verdade é que ela queria sim, mas a emoção foi tão forte que mexeu com ela, mexeu com nós três.
Com o passar dos dias o meu carinho por ela não diminuiu, só aumentou. E devagar ela retornou a normalidade.
O Cesar queria novamente, e eu lhe disse:
- Não amigo! Só quem vai determinar se aquilo acontecerá novamente, é a Laurinha.
Creio que com a certeza de Laurinha de que eu realmente a respeitava e que aquilo nunca diminuiria meu amor, ela recobrou toda jovialidade e encanto natural que era só dela. Animou-se. Passou a viver com intensidade. Até que certo dia, quando eu menos esperava, ela mesma tocou no assunto, relembrando aquele delírio, senti que ela estava refeita, senti que não havia sequelas, mas não a propus nada, embora eu tenha percebido que já despontava desejo novamente. Deixei que tudo rolasse, até que num momento de êxtase ardente, no meio do amor que fazíamos, ela com vibrante entusiasmo, me disse:
- Ah! Meu amor! Eu quero de novo! Quero sentir novamente dois paus dentro de mim, quero dois paus dentro da minha boca, depois um na minha xaninha e outro no meu cuzinho! O teu tem que ir no meu cuzinho, porque eu posso até dar pra outro, mas o meu cuzinho não, esse é só seu meu amor!
Ah! Que delírio! Só por aquelas palavras, o nosso gozo explodiu, a temperatura subiu e o êxtase apareceu na sua forma máxima.
E eu perguntei: - Voce quer com alguém em especial?
Ela respondeu: - Não meu amor! É voce quem decide! Lembre-se que eu sempre fui tua, tudo que voce determinar farei...
Passei uns dois dias pensando quem é que poderia ser. Ela me perguntou: - Voce já decidiu quem é que vai me comer?
Respondi: - Não meu amor, aquela vez foi tudo por acaso, nada havia sido planejado, estou sem jeito de convidar outro cara.
Ela me disse: - Por que então, voce não convida o Cesar mesmo?
O Cesar estava se tornando até inconveniente de tanto que me tratava bem, sempre criava a oportunidade de perguntar por Laurinha. Eu considerei que ele estava tendo uma conduta correta, pois nunca se aproveitou de nada, quando eu lhe disse que somente Laurinha é quem decidiria, ele respeitou e nunca forçou a barra. Contei tudo isso para Laurinha, e resolvemos juntos chamar o próprio Cesar para outra noitada. Falei com ele e marcamos tudo. Tudo agora estava sendo planejado (diferentemente da primeira vez). O Cesar mostrou-se muito grato e feliz por eu ter chamado ele mesmo para nossa segunda vez. Ele se portava como um gentleman.
Chegado o dia marcado, estávamos os três ansiosos, Laurinha estava refeita e certa do meu amor e carinho por ela. Mostrava-se solta e leve, eu pude me certificar que desta vez não pintaria nenhum “grilo” em sua cabeça. Pegamos o Cesar no local marcado e fomos a um motel, estávamos bem, estávamos seguros, ao entrar naquele quarto o Cesar foi logo beijá-la, ela virou o rosto e disse:
- Não Cesar, estou aqui e muito excitada, mas beijo na boca... Isso não! Só meu maridinho vai beijar minha boca.
Fui tomado de surpresa. Não sabia que ela trazia esse sentimento. Delirei! Adorei! Senti que realmente com ele seria só sexo, mas comigo era amor mesmo!
O Cesar não reclamou. Aceitou numa boa. E eu pude sentir meu amor e paixão aumentar ainda mais. Sou louco por ela!
Nessa noite vivemos muito, foi tudo muito bom. Tudo muito excitante e o que mais me dava prazer era perceber que Laurinha estava muito bem, muito segura. Na verdade era ela que comandava tudo. Ela dominava a situação, dominava nós dois. Transamos de todas as maneiras, ela fez questão de repetir aquela maravilhosa posição onde o Cesar sentado no sofá, era cavalgado por Laurinha e ela novamente me chamou, dizendo:
- Vem meu amor! Vem que bem sei o que voce quer! Vem, mete seu pau nesse cuzinho que é só seu, enfia seu pau no meu cuzinho...
Que loucura!!! Foi tudo muito sensacional...
Até que, num momento em que descansávamos um pouco, inocentemente eu disse ao Cesar:
- Oh amigão, na próxima convidaremos também a Marisa, sua esposa...
Ah! Por quê? Com muita rapidez ele respondeu-me dizendo:
- Voce pensa que minha esposa é puta?
Timmmmmmmmmmmmmmmmmm..... Resposta errada! Aquelas palavras ecoaram no meu cérebro. Viajei a jato, com velocidade supersônica saí do limite da emoção e fui encontrar-me com o limite da fúria!
Muito mais rápido que a resposta dele, foi a ordem que meu cérebro deu ao meu braço de dirigir o meu punho serrado, minha mão fechada até o nariz daquele infeliz. Ele nem viu de onde veio o soco que o jogou três metros para trás. Caiu de costas. Com olhos estalados de raiva puxei-o pelo colarinho! Despertei-o! Acordei-o! E perguntei:
- O que foi que voce disse?
Tive que dar-lhe tempo, ele não tinha consciência! Acho que quase o matei. O soco foi violento. E veio justamente de mim, que nunca fui violento. Jamais estive numa briga. Sou conhecido por meu semblante calmo, sensato, prudente, paciente. Mas aquela palavra feriu meu carinho e amor por Laurinha.
Demos um tempo para ele se recuperar, nos recompomos e fomos embora. Ainda o levei no meu carro e o deixei na porta de sua casa. Antes de descer, envergonhado e sensibilizado, nos pediu perdão e desculpas... Humilhou-se muito, disse que foi uma frase infeliz. Nós o desculpamos sim, mas decidimos parar com aquilo. Há mais de um ano que eu e Laurinha não saímos com mais ninguém.

Escrito por ZEUS o Gde.