domingo, 29 de agosto de 2010

O Peão e a Noiva

Bom, estou aqui pra contar pra vocês sobre uma aventurinha que estou tendo com uma moça da capital, sou peão numa fazenda no interior de Minas Gerais, cuido dos cavalos e do gado, tenho 35 anos, corpo bem definido, por aqui não tenho o que reclamar quanto a mulheres, pois sempre estou com alguém, tento nunca me apaixonar ou me apegar, justamente pra não ficar sofrendo.

Enfim, há um mês atrás a fazenda recebeu um casal vindo da capital, que são amigos do dono daqui, eu estava arrumando o Pegador (meu cavalo) , quando os vi chegar, foi ai que tudo começou, pois daquele carro saiu uma bela mulher, pele clara, olhos verdes , cabelos loiros , um corpo perfeito, usava um vestido branco que ia até os joelhos de tecido leve que com o vento que estava, marcava bem seu corpo, logo trocamos olhares, ela me olhava por inteiro e tinha um leve sorriso nos lábios, que eu retribuía timidamente, eu estava descalço, vestindo apenas um jeans velho, meio molhado, pois tinha acabado de lavar o Pegador, e sem camisa, estava um calor danado neste dia, até aproveitei que a mangueira estava ligada pra pegar ela e jogar água sob meu corpo, pra me refrescar e aquela jovem me parecia comer com os olhos, eu estava gostando daquilo.


Foi então que meu patrão chegou, cumprimentando o marido, depois o mesmo apresentou a moça, fiquei só de ouvidos, descobri que era sua noiva, e se chamava Beatriz, ficaram conversando ali, elogiando o lugar, até que chegaram a comentar sobre andar a cavalos, e pra minha sorte meu patrão me chamou, fui até eles, cumprimentei e pedindo desculpas pelo traje, e a moça não parava de olhar, meu patrão mandou preparar os melhores cavalos para eles mais tarde, só que a moça iria precisar de um suporte, pois ela não sabia andar, eu disse que tudo bem, ainda sorri pra ela, pedindo pra ficar calma que eu a ensinaria, com um sorriso gostoso ela agradeceu, então saí, coloquei minha bota, e fui levando o Pegador pro Seleiro, sempre olhando pra trás, nossos olhares sempre se encontrando.
Era umas 14:00hs, eu estava arrumando o Pegador e mais um cavalo pra eles, deixaria o Pegador com ela, então o casal apareceu, estavam acompanhados do dono, conversavam, um pouco distantes de mim, foi que pra minha surpresa ela veio andando sozinha em minha direção, havia trocado de roupa, estava com um shortinho jeans, e uma camiseta regata branca. Chegando até mim, falando:
-Ai moço, este cavalo é manso? Eu tenho um medo danado. Ela tinha um olhar que me fazia tremer, eu disse:
-É sim moça, este é o meu, o Pegador, você vai ficar com ele.
-Uhmmm pegador, gostaria de saber o porquê. Sorrindo. Ela veio andando acariciando o pêlo do cavalo, até que ficou na minha frente, de costas pra mim, me olhava de ladinho, sempre sorrindo, eu admirava aquele corpo todinho.
Eu olhava pro seu noivo, estava distraído, conversando com o patrão, estavam até de costas pra nós, então não resisti, grudei atrás dela, eu ainda estava sem camisa, um pouco suado pelo calor, quando encostei, ela suspirou, e então fui passando algumas coordenadas, tipo então você coloca o pezinho aqui, segura ali ... e meu pau foi crescendo em sua bunda, ela ouvia tudo com atenção, então comecei a sentir ela roçando sua bunda levemente em mim, rebolando bem gostoso, e em seguida subindo e descendo, minhas mãos envolveram sua cintura, a trazendo bem agarradinha em mim, mordi sua orelha levemente e disse:
-Você é louca, seu noivo está ali, pode nos pegar.
Ela deu uma risada, puxou meus braços, os tirando ela, em seguida colocou o pezinho na cela, e subiu de uma vez no cavalo, quase caiu em seguida, a segurei rapidamente, nesta hora minhas mãos seguravam suas coxas, ficamos nos olhando, e comecei a apertá-la, acariciando-a.
Ela disse:
-Me leve para o meu noivo. A filha da mãe estava me deixando louco, fui puxando o Pegador, com ela na montaria, e o outro cavalo que seria para o seu noivo, até eles, o cara ficou feliz em ver a noiva ali montada, riram, e eu ali, olhando ela, aquele corpo, uhmmm, ele montou no outro cavalo e então saíram, ela foi cavalgando bem devagar, meu patrão me mandou ficar olhando, pra qualquer eventual acidente, os deixei ficarem bem a frente, pra não atrapalhar, depois de uma meia-hora, peguei um outro cavalo e fui atrás, eu já nem os via mais, mas conheço aquele lugar com a palma da minha mão, depois de cavalgar um pouco, achei os cavalos parados amarrados em umas árvores, porém eles não estavam montados, fiquei preocupado, poderia ter acontecido algo. Desci do cavalo, e fui adentrando a mata, foi então que não demorou nada e avistei-os, e adivinhem, estavam transando, ela encostada uma árvore, com as pernas entrelaças no corpo dele, e ele socando a rola, não agüentei, ela é muito gostosa, e logo tirei minha rola pra fora e comecei a me masturbar olhando-os, ele estava de costas pra mim, e então fiz questão que ela me visse, e foi o que aconteceu, ela olhava pra mim, e ia gemendo de forma mais intensa, tinha aquele sorriso safado, e pedia pro seu noivo meter mais forte, e não parava de gemer, o tesão estava tanto que não demorou muito eu gozei, a vi passar a língua nos lábios, me olhando.


 Então fui saindo da mata, e pra não fazer barulho fui saindo puxando meu cavalo, assim que fiquei numa boa distância, sentei-me numas pedras, e fiquei aguardando eles, que depois de uns 20 minutos, voltavam, diziam estar exaustos, precisando de um banho, então fui voltando com eles pra fazenda. Ao chegarmos no seleiro para deixarmos os cavalos, eu desfiz montaria, e sempre de olho nela, que foi saindo do cavalo, então quando ela colocou o pé no chão ouvi seu grito, e ia caindo no chão, estava perto, ainda a consegui segurar pela cintura, a deitei ali no chão mesmo, ela disse que torceu o tornozelo, seu noivo correu rapidamente, perguntando como ela estava, neste momento tirei seu tênis, olhando seu pezinho, aparentemente não vi nada, massageei ele com minhas mãos, que pezinho mais gostoso, pele macia, logo fiquei excitado e eu tentava disfarçar, seu noivo então levantou-se dizendo ir buscar o carro pra levá-la, e saiu, nos deixando ali, nos olhamos, ela sorria maliciosamente pra mim levando seu pezinho do meu pau e apertando ele com os dedos, fiquei maluco, ela dizia:
-Vejo que gostou do meu pezinho. Eu não conseguia falar nada, pela primeira vez me sentia dominado por uma mulher, em seguida ela levou seu pezinho até minha boca, o segurei, e comecei a chupá-lo, mordê-lo, ela gemia baixinho, dizendo que estava gostoso, abri o zíper da minha calça tirando meu pau pra fora, ela olhou mordendo a língua, e tirando o tênis do seu outro pezinho levou ele até minha rola, apertando ela entre os dedos de seu pezinho, enquanto eu chupava o outro, a vi desabotoar o botão e desfazer o zíper de seu short, e enfiar a mão dentro de sua calcinha, se tocando, gemendo, que loucura, eu sempre atento a barulho de carro, pois seria seu noivo, foi que por um segundo perdi a razão, abri suas pernas me deitando entre elas ali no chão mesmo, e a beijei, e o beijo foi logo correspondido, ficando cheio de desejo e tesão, minhas mãos subiam tocando suas pernas e a puxando, eu mordia sua orelhinha, pescoço, e voltava a beijar intensamente, aí sim começamos a ouvir o barulho de um carro se aproximando, nos beijamos mais um pouco como num desespero, nos apertávamos num abraço forte, depois me levantei, me ajeitando, ela se ajeitou também, e o carro foi chegando, a carreguei em meus braços a colocando no carro, seu noivo agradeceu-me, mal imaginava que era eu que o agradecia ...rs... e foram, a levaria para a enfermaria que tem ali na fazenda mesmo.
Neste dia, eu mal conseguia dormir, só pensando nela, e o pior que para meu desespero, se passou dois dias sem eu a ver, nem por um segundo, cheguei a encontrar pela fazenda seu noivo onde me disse que ela estava deitada se recuperando, que não foi nada sério, só um mau jeito, mas que seria melhor ela não abusar. Eu precisava vê-la, e não sabia como, para aumentar a dificuldade estavam hospedados na casa do patrão.
Então neste mesmo dia que encontrei com seu noivo, já era umas 20:00hs, e reparei que todos saiam da casa do patrão, aí me lembrei, estavam todos indo pra fogueira que faziam toda Quarta-Feira, lá ficavam conversando e contando caso, reparei que ela não estava com eles, eu tinha acabado de voltar do pasto onde estava cuidando do gado, eu precisava tomar um banho, estava sem camisa, com o corpo cheio de suor, e com minha corda de enlaçar na mão, porém era uma oportunidade única, e resolvi arriscar, tirei as botas deixando escondidas num canto e fui entrando na casa do patrão, não tinha ninguém, nem os empregados, subi para os quartos, até que comecei ouvir o som de TV ligada, a porta do quarto estava entre aberta, espiei, e era ela, linda como sempre, estava de calcinha fio dental, branca e sutiã, então apareci na porta, nos olhamos, ela não sorriu desta vez, pegou e jogou forte a almofada em mim, nervosa, dizia que ia chamar o marido, se levantou, parecia não ter nada mais, e veio em minha direção falando, “porque não veio me ver antes eihnnn”, “me esqueceu com alguma vagabundinha da fazenda é?”, “agora não quero mais nada..”, olhou pra mim e ainda disse “pega esta sua corda ai e vai enlaçar suas putinhas aí”, e virou-se de costas andando, ai virei um touro, a peguei pela cintura carregando-a, ela se debatia com as pernas, a joguei na cama, e fui logo em cima, e num golpe rápido peguei suas mãos e as enlacei, prendendo-as na cabeceira da cama, ela mandava eu a soltar, me xingando, e então segurando-a firme beijei sua boca, ela foi resistente nos primeiros segundos, depois, logo me beijou também, demonstrando muito tesão, minhas mãos subiam pelo seu corpo entrando por dentro de seu sutiã tocando seus seios, logo desfiz de seu sutiã e comecei a chupar aqueles peitos deliciosos, ela gemia baixinho, continuava a me xingar a meio a gemidos, minha boca então foi descendo beijando sua barriguinha, até chegar em sua calcinha onde a mordia por cima dela.
Fui tirando sua calcinha, ela levantou suas pernas no ar facilitando e a tirei, ainda brinquei com ela a balançando no ar, como faço com meu laço e a joguei e então vimos sua calcinha voar pela janela, nos olhamos rimos, ela desceu suas pernas entregando um pezinho em minha boca, chupei-o todinho, e fui subindo beijando toda extensão de sua perna, até sua xaninha, linda, lisinha, que logo fui chupando-a, com sede, minha língua invadia-a, ela se contorcia, alternando passei a socar um dedo em sua nela, bulinando-a, ela gemia, me chamava de peão tarado, safado, e por aí vai ... rs ... e já pedia pra mim fodê-la, eu precisava ir rápido não tinha muito tempo, não poderia vacilar, me ajoelhei na cama, desfazendo minha calça, abaixei ela até os joelhos junto com a cueca, exibindo minha rola dura, ela a olhava, desejando-a, ela levou seus pés no meu pau, me tocando, me masturbando com eles, que coisa mais gostosa, depois abriu suas pernas me chamando com o olhar, deitei sob ela ajeitando meu pau na sua menina, e fui penetrando, ela gemia muito gostoso, e falava "ai adoro este cheiro de homem que você tem", fui bombando, a cama rangia forte, e junto seus gemidos foram ficando mais intensos, e eu não parava de meter, depois de um tempo socando a rola nela, senti que ia gozar, aumentei mais o ritmo, e quando ia soltar o jato, tirei minha rola, e gozei, sob o corpo dela, chegou a voar porra até em seu rostinho ela fazia um esforço pra limpar com a língua me chamando de gostoso, montei nela chegando minha rola na sua boca, onde ela engoliu ela todinha, chupando, logo ela foi crescendo, dentro de sua boquinha, não resisti e comecei a meter na sua boquinha, e fui metendo até a encher de porra ela engoliu tudinho, arrrrh..que delícia!!! tirando meu pau, eu batia ele no seu rostinho, ela sorria, brincando com sua língua nele, foi ai que ouvi vozes, eram justamente o meu patrão e o noivo, me ajeitei, numa pressa danada, soltei minha corda dos braços dela, a puxei em meus braços a beijando, e depois sai pela janela, usando o telhado, depois uma árvore até chegar no chão, ela ficou me olhando pela janela, pude pegar sua calcinha que estava pendurada num galho da árvore, cheirá-la, guardei-a pra mim, peguei minhas botas e fui embora, fiquei a noite inteira pensando nela.
Porém para minha tristeza, no dia seguinte tive a notícia que o casal havia ido embora, depois de uma discussão na última noite, e então fiquei na saudade, e hoje sou um peão em busca de uma paixão.


- Alguém se habilita? Me escreva (senhordoscontos@gmail.com)




Escrito por SenhorDosContos

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