domingo, 29 de agosto de 2010

O Peão e a Noiva

Bom, estou aqui pra contar pra vocês sobre uma aventurinha que estou tendo com uma moça da capital, sou peão numa fazenda no interior de Minas Gerais, cuido dos cavalos e do gado, tenho 35 anos, corpo bem definido, por aqui não tenho o que reclamar quanto a mulheres, pois sempre estou com alguém, tento nunca me apaixonar ou me apegar, justamente pra não ficar sofrendo.

Enfim, há um mês atrás a fazenda recebeu um casal vindo da capital, que são amigos do dono daqui, eu estava arrumando o Pegador (meu cavalo) , quando os vi chegar, foi ai que tudo começou, pois daquele carro saiu uma bela mulher, pele clara, olhos verdes , cabelos loiros , um corpo perfeito, usava um vestido branco que ia até os joelhos de tecido leve que com o vento que estava, marcava bem seu corpo, logo trocamos olhares, ela me olhava por inteiro e tinha um leve sorriso nos lábios, que eu retribuía timidamente, eu estava descalço, vestindo apenas um jeans velho, meio molhado, pois tinha acabado de lavar o Pegador, e sem camisa, estava um calor danado neste dia, até aproveitei que a mangueira estava ligada pra pegar ela e jogar água sob meu corpo, pra me refrescar e aquela jovem me parecia comer com os olhos, eu estava gostando daquilo.


Foi então que meu patrão chegou, cumprimentando o marido, depois o mesmo apresentou a moça, fiquei só de ouvidos, descobri que era sua noiva, e se chamava Beatriz, ficaram conversando ali, elogiando o lugar, até que chegaram a comentar sobre andar a cavalos, e pra minha sorte meu patrão me chamou, fui até eles, cumprimentei e pedindo desculpas pelo traje, e a moça não parava de olhar, meu patrão mandou preparar os melhores cavalos para eles mais tarde, só que a moça iria precisar de um suporte, pois ela não sabia andar, eu disse que tudo bem, ainda sorri pra ela, pedindo pra ficar calma que eu a ensinaria, com um sorriso gostoso ela agradeceu, então saí, coloquei minha bota, e fui levando o Pegador pro Seleiro, sempre olhando pra trás, nossos olhares sempre se encontrando.
Era umas 14:00hs, eu estava arrumando o Pegador e mais um cavalo pra eles, deixaria o Pegador com ela, então o casal apareceu, estavam acompanhados do dono, conversavam, um pouco distantes de mim, foi que pra minha surpresa ela veio andando sozinha em minha direção, havia trocado de roupa, estava com um shortinho jeans, e uma camiseta regata branca. Chegando até mim, falando:
-Ai moço, este cavalo é manso? Eu tenho um medo danado. Ela tinha um olhar que me fazia tremer, eu disse:
-É sim moça, este é o meu, o Pegador, você vai ficar com ele.
-Uhmmm pegador, gostaria de saber o porquê. Sorrindo. Ela veio andando acariciando o pêlo do cavalo, até que ficou na minha frente, de costas pra mim, me olhava de ladinho, sempre sorrindo, eu admirava aquele corpo todinho.
Eu olhava pro seu noivo, estava distraído, conversando com o patrão, estavam até de costas pra nós, então não resisti, grudei atrás dela, eu ainda estava sem camisa, um pouco suado pelo calor, quando encostei, ela suspirou, e então fui passando algumas coordenadas, tipo então você coloca o pezinho aqui, segura ali ... e meu pau foi crescendo em sua bunda, ela ouvia tudo com atenção, então comecei a sentir ela roçando sua bunda levemente em mim, rebolando bem gostoso, e em seguida subindo e descendo, minhas mãos envolveram sua cintura, a trazendo bem agarradinha em mim, mordi sua orelha levemente e disse:
-Você é louca, seu noivo está ali, pode nos pegar.
Ela deu uma risada, puxou meus braços, os tirando ela, em seguida colocou o pezinho na cela, e subiu de uma vez no cavalo, quase caiu em seguida, a segurei rapidamente, nesta hora minhas mãos seguravam suas coxas, ficamos nos olhando, e comecei a apertá-la, acariciando-a.
Ela disse:
-Me leve para o meu noivo. A filha da mãe estava me deixando louco, fui puxando o Pegador, com ela na montaria, e o outro cavalo que seria para o seu noivo, até eles, o cara ficou feliz em ver a noiva ali montada, riram, e eu ali, olhando ela, aquele corpo, uhmmm, ele montou no outro cavalo e então saíram, ela foi cavalgando bem devagar, meu patrão me mandou ficar olhando, pra qualquer eventual acidente, os deixei ficarem bem a frente, pra não atrapalhar, depois de uma meia-hora, peguei um outro cavalo e fui atrás, eu já nem os via mais, mas conheço aquele lugar com a palma da minha mão, depois de cavalgar um pouco, achei os cavalos parados amarrados em umas árvores, porém eles não estavam montados, fiquei preocupado, poderia ter acontecido algo. Desci do cavalo, e fui adentrando a mata, foi então que não demorou nada e avistei-os, e adivinhem, estavam transando, ela encostada uma árvore, com as pernas entrelaças no corpo dele, e ele socando a rola, não agüentei, ela é muito gostosa, e logo tirei minha rola pra fora e comecei a me masturbar olhando-os, ele estava de costas pra mim, e então fiz questão que ela me visse, e foi o que aconteceu, ela olhava pra mim, e ia gemendo de forma mais intensa, tinha aquele sorriso safado, e pedia pro seu noivo meter mais forte, e não parava de gemer, o tesão estava tanto que não demorou muito eu gozei, a vi passar a língua nos lábios, me olhando.


 Então fui saindo da mata, e pra não fazer barulho fui saindo puxando meu cavalo, assim que fiquei numa boa distância, sentei-me numas pedras, e fiquei aguardando eles, que depois de uns 20 minutos, voltavam, diziam estar exaustos, precisando de um banho, então fui voltando com eles pra fazenda. Ao chegarmos no seleiro para deixarmos os cavalos, eu desfiz montaria, e sempre de olho nela, que foi saindo do cavalo, então quando ela colocou o pé no chão ouvi seu grito, e ia caindo no chão, estava perto, ainda a consegui segurar pela cintura, a deitei ali no chão mesmo, ela disse que torceu o tornozelo, seu noivo correu rapidamente, perguntando como ela estava, neste momento tirei seu tênis, olhando seu pezinho, aparentemente não vi nada, massageei ele com minhas mãos, que pezinho mais gostoso, pele macia, logo fiquei excitado e eu tentava disfarçar, seu noivo então levantou-se dizendo ir buscar o carro pra levá-la, e saiu, nos deixando ali, nos olhamos, ela sorria maliciosamente pra mim levando seu pezinho do meu pau e apertando ele com os dedos, fiquei maluco, ela dizia:
-Vejo que gostou do meu pezinho. Eu não conseguia falar nada, pela primeira vez me sentia dominado por uma mulher, em seguida ela levou seu pezinho até minha boca, o segurei, e comecei a chupá-lo, mordê-lo, ela gemia baixinho, dizendo que estava gostoso, abri o zíper da minha calça tirando meu pau pra fora, ela olhou mordendo a língua, e tirando o tênis do seu outro pezinho levou ele até minha rola, apertando ela entre os dedos de seu pezinho, enquanto eu chupava o outro, a vi desabotoar o botão e desfazer o zíper de seu short, e enfiar a mão dentro de sua calcinha, se tocando, gemendo, que loucura, eu sempre atento a barulho de carro, pois seria seu noivo, foi que por um segundo perdi a razão, abri suas pernas me deitando entre elas ali no chão mesmo, e a beijei, e o beijo foi logo correspondido, ficando cheio de desejo e tesão, minhas mãos subiam tocando suas pernas e a puxando, eu mordia sua orelhinha, pescoço, e voltava a beijar intensamente, aí sim começamos a ouvir o barulho de um carro se aproximando, nos beijamos mais um pouco como num desespero, nos apertávamos num abraço forte, depois me levantei, me ajeitando, ela se ajeitou também, e o carro foi chegando, a carreguei em meus braços a colocando no carro, seu noivo agradeceu-me, mal imaginava que era eu que o agradecia ...rs... e foram, a levaria para a enfermaria que tem ali na fazenda mesmo.
Neste dia, eu mal conseguia dormir, só pensando nela, e o pior que para meu desespero, se passou dois dias sem eu a ver, nem por um segundo, cheguei a encontrar pela fazenda seu noivo onde me disse que ela estava deitada se recuperando, que não foi nada sério, só um mau jeito, mas que seria melhor ela não abusar. Eu precisava vê-la, e não sabia como, para aumentar a dificuldade estavam hospedados na casa do patrão.
Então neste mesmo dia que encontrei com seu noivo, já era umas 20:00hs, e reparei que todos saiam da casa do patrão, aí me lembrei, estavam todos indo pra fogueira que faziam toda Quarta-Feira, lá ficavam conversando e contando caso, reparei que ela não estava com eles, eu tinha acabado de voltar do pasto onde estava cuidando do gado, eu precisava tomar um banho, estava sem camisa, com o corpo cheio de suor, e com minha corda de enlaçar na mão, porém era uma oportunidade única, e resolvi arriscar, tirei as botas deixando escondidas num canto e fui entrando na casa do patrão, não tinha ninguém, nem os empregados, subi para os quartos, até que comecei ouvir o som de TV ligada, a porta do quarto estava entre aberta, espiei, e era ela, linda como sempre, estava de calcinha fio dental, branca e sutiã, então apareci na porta, nos olhamos, ela não sorriu desta vez, pegou e jogou forte a almofada em mim, nervosa, dizia que ia chamar o marido, se levantou, parecia não ter nada mais, e veio em minha direção falando, “porque não veio me ver antes eihnnn”, “me esqueceu com alguma vagabundinha da fazenda é?”, “agora não quero mais nada..”, olhou pra mim e ainda disse “pega esta sua corda ai e vai enlaçar suas putinhas aí”, e virou-se de costas andando, ai virei um touro, a peguei pela cintura carregando-a, ela se debatia com as pernas, a joguei na cama, e fui logo em cima, e num golpe rápido peguei suas mãos e as enlacei, prendendo-as na cabeceira da cama, ela mandava eu a soltar, me xingando, e então segurando-a firme beijei sua boca, ela foi resistente nos primeiros segundos, depois, logo me beijou também, demonstrando muito tesão, minhas mãos subiam pelo seu corpo entrando por dentro de seu sutiã tocando seus seios, logo desfiz de seu sutiã e comecei a chupar aqueles peitos deliciosos, ela gemia baixinho, continuava a me xingar a meio a gemidos, minha boca então foi descendo beijando sua barriguinha, até chegar em sua calcinha onde a mordia por cima dela.
Fui tirando sua calcinha, ela levantou suas pernas no ar facilitando e a tirei, ainda brinquei com ela a balançando no ar, como faço com meu laço e a joguei e então vimos sua calcinha voar pela janela, nos olhamos rimos, ela desceu suas pernas entregando um pezinho em minha boca, chupei-o todinho, e fui subindo beijando toda extensão de sua perna, até sua xaninha, linda, lisinha, que logo fui chupando-a, com sede, minha língua invadia-a, ela se contorcia, alternando passei a socar um dedo em sua nela, bulinando-a, ela gemia, me chamava de peão tarado, safado, e por aí vai ... rs ... e já pedia pra mim fodê-la, eu precisava ir rápido não tinha muito tempo, não poderia vacilar, me ajoelhei na cama, desfazendo minha calça, abaixei ela até os joelhos junto com a cueca, exibindo minha rola dura, ela a olhava, desejando-a, ela levou seus pés no meu pau, me tocando, me masturbando com eles, que coisa mais gostosa, depois abriu suas pernas me chamando com o olhar, deitei sob ela ajeitando meu pau na sua menina, e fui penetrando, ela gemia muito gostoso, e falava "ai adoro este cheiro de homem que você tem", fui bombando, a cama rangia forte, e junto seus gemidos foram ficando mais intensos, e eu não parava de meter, depois de um tempo socando a rola nela, senti que ia gozar, aumentei mais o ritmo, e quando ia soltar o jato, tirei minha rola, e gozei, sob o corpo dela, chegou a voar porra até em seu rostinho ela fazia um esforço pra limpar com a língua me chamando de gostoso, montei nela chegando minha rola na sua boca, onde ela engoliu ela todinha, chupando, logo ela foi crescendo, dentro de sua boquinha, não resisti e comecei a meter na sua boquinha, e fui metendo até a encher de porra ela engoliu tudinho, arrrrh..que delícia!!! tirando meu pau, eu batia ele no seu rostinho, ela sorria, brincando com sua língua nele, foi ai que ouvi vozes, eram justamente o meu patrão e o noivo, me ajeitei, numa pressa danada, soltei minha corda dos braços dela, a puxei em meus braços a beijando, e depois sai pela janela, usando o telhado, depois uma árvore até chegar no chão, ela ficou me olhando pela janela, pude pegar sua calcinha que estava pendurada num galho da árvore, cheirá-la, guardei-a pra mim, peguei minhas botas e fui embora, fiquei a noite inteira pensando nela.
Porém para minha tristeza, no dia seguinte tive a notícia que o casal havia ido embora, depois de uma discussão na última noite, e então fiquei na saudade, e hoje sou um peão em busca de uma paixão.


- Alguém se habilita? Me escreva (senhordoscontos@gmail.com)




Escrito por SenhorDosContos

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Confiança: Despedindo-se do Primo Max.



No dia seguinte , acordei sem acreditar no que havia feito e sentindo dores em algumas partes do meu corpo. Apesar de ter tido múltiplos orgasmos sendo duplamente penetrada, algo em relação ao meu primo Max; havia mudado.

CONFIANÇA.

Sim, eu havia perdido a confiança em Max, pois ele conhecia o Desconhecido que havia me penetrado por trás. Após chegar em casa pensei muito antes de dormir e senti que minha confiança havia sido traída.
Max combinara com aquele estranho, fechando meus olhos eu podia sentir o cheiro másculo daquele desconhecido.
Meus pensamentos foram interrompidos com o som da campainha.
Vestindo apenas uma camiseta que chegava até as minhas coxas, fui atender e deparei-me com a expressão insolente do meu primo Max.

- Oi priminha...vim te ver... – foi logo dizendo enquanto entrava .
- Oi Max... – fechei a porta e sentei-me na poltrona, evitando que ele se sentasse perto de mim no sofá.
- Como você está? Parece que acordou agora? Por isso não foi almoçar com os nossos parentes? – perguntou, me olhando fixamente.
- Estou bem....e sim acordei agora e acabei perdendo o almoço de domingo com a família.
- Se não te conhecesse bem diria que está zangada comigo!
- Me conhece muito bem, assim como te conheço...Max, você combinou com aquele desconhecido...ops desconhecido para mim , não para você, não é mesmo?
Max deu uma risada cínica :
- Sei que apesar de amar sexo, você foi criada dentro de valores morais, priminha. E sabia que não toparia um ménage com alguém que sequer conhecesse...mas me responda com toda sinceridade, você gostou de ser duplamente penetrada por dois machos, não gostou?
- Não vou mentir...no estado de excitação que eu me encontrava, sim gozei e muito se é isso que quer saber...mas não gostei do que fez Max. Acho melhor acabarmos com o que tínhamos...
- Voce está me dispensando priminha?
- Não...estou apenas dizendo que acabou...que não teremos mais nenhuma relação além de primo e prima.
- Entendo...que tal então uma despedida?
- Não acredito!!! Voce só pensa com a cabeça de baixo?
- Ayeska, prima minha...voce é como um afrodisíaco...seu cheiro, sua pele, seu corpo...ahh prima me deixa com ereção só de olhar essas coxas e pernas torneadas, macias, brancas...
- Pode ser gentil? Estou um pouco dolorida ainda...- respondi, roçando minhas coxas uma na outra, sentindo a umidade na minha calcinha. Sou muito sensível e só de ouvir Max dizer as coisas de forma baixa, sussurrada, me excitava.
- Que tal você começar então... – Max levantou-se do sofá, e foi tirando : a bermuda, a regata, ficando completamente nu e ereto na minha frente.
Me levantei da poltrona e fui em sua direção. Os bicos túrgidos dos meus seios, pontudos e ávidos por debaixo do soutien de renda, a calcinha meladinha de caldo excitado.
Aproximei-me de Max, meu primo e inclinei a cabeça para pegar um mamilo plano com a minha língua.
Passei as mãos por suas coxas, apreciando a sensação dos pelos grossos e macios em minhas palmas.
Deslizei meus dedos em torno da espessura da base de seu cacete, deleitando-me com a sensação de alisar seda sobre o aço do membro ereto dele. Sua respiração passava entre seus dentes e seus quadris empurravam em minha direção, enquanto eu passava o dedo ao longo do comprimento do cacete dele. Abaixei minha cabeça e passei a língua pela ponta larga, saboreando seu gosto. Os quadris dele se contraíram quando passei meu polegar ao longo do lado inferior sensível de seu pênis próxima à cabeça.
- Ayeska...- Advertiu ele com uma palavra.
- Humm...não posso te ouvir primo....-ronronei.
Colocando minha mão em todo o comprimento espesso dele, comecei a subir e a descer em golpes longos, enquanto eu colocava a carne endurecida em minha boca. Com cada movimento que eu fazia, Max apunhalava os quadris e sua respiração crescia, ficando mais e mais ofegante.
Ele deu um gemido baixo, rouco e seus dedos mergulharam em meus cabelos. Fechei os olhos, era uma despedida e eu ia dar tudo que tinha para faze-lo se arrepender de ter me usado para o seu bel-prazer de ter-me duplamente penetrada por ele e seu amigo, desconhecido por mim. Com os olhos fechados, concentrei-me em toma-lo mais em minha boca.
Max tentou controlar os meu movimentos, mas eu resisti ao toque de suas mãos sensuais em mim. Eu o queria em minhas mãos, em meu comando.
Seu cacete empurrava contra a minha língua enquanto eu saboreava a sua doçura, a essência salgada dele.
Ele pulsava dentro da minha boca. Ele estava perto agora, muito perto de gozar.
Passei a minha língua ao redor da cabeça sensível até que ouvi um gemido rouco dele. Aumentando meus movimentos, minha mão massageava a base espessa enquanto o levava fundo em minha garganta.
“Pára, Ayeska...—” Ele estava suplicando agora.
Eu o ignorei e continuei meu assalto sensual, com minha boca e mão trabalhando juntas. Em instantes, o corpo dele ficou tenso e ele empurrou seus quadris contra minha boca,gozando com um gemido longo angustiado.
Engoli tudo e continuei massageando ele por alguns momentos, permitindo a ele relaxar antes de o largar. Deixei seu cacete deslizar pelos meus lábios, descansei minha bochecha contra as coxas dele antes de finalmente fechar meus olhos.
- Caralho! – Max suava, e com carinho me levantou.
- Voce acaba comigo, prima. Tem certeza que é isso que você quer?
- Sim, Max...tenho certeza...não posso mais com você. É uma questão de confiança e você me fez perde-la em relação a nós...quem sabe um dia...
Me afastei dele, sentia vontade de transar com ele, mas minha coragem e determinação ganhou.
- Ah, antes que me esqueça primo, feche a porta ao sair....Adeus.


Escrito por Ayesk@

Mènage a Trois: Eu, Meu Primo Max e um Desconhecido dentro da Noite.



Alguns dias após ter transado com meu primo Max, após o casamento do meu primo Eduardo começamos a nos encontrar às escondidas. Sem nossos Pais e familiares saberem, saíamos de noite e íamos para as cidades vizinhas, onde passávamos horas e horas juntos. O sexo entre nós era intenso e o tesão que sentíamos um pelo outro, era inexplicável. Podíamos estar em qualquer lugar que fosse e Max já queria transar.Escolhia os lugares mais inusitados possíveis: elevador, escadas, banheiros, boates, esquinas, restaurantes...

Naquele sábado, estávamos todos comemorando o aniversário da minha madrinha , esposa do meu padrinho Tio Rô. Tio Rô e sua esposa não eram meus tios de sangue, mas me viram nascer, crescer e eu os tratava como Tio e Tia.

Meus pais , familiares e alguns amigos todos reunidos e após uma ceninha falsa de briga entre eu e o Max, saímos cada um para um lado.
Tinhamos que manter a farsa, pois todos sabiam que eu e ele não nos dávamos bem. Ninguém sabia o motivo, e eu só soubera algumas semanas depois, quando ele me confessou que tinha ciúmes de mim, pois sabia que eu transava com meus primos.

Nossos famíliares já estavam acostumados com as nossas brigas e para não suspeitarem que éramos amantes, fingíamos nos detestar sempre que possível.

Conforme o combinado,nos encontramos minutos depois em um estacionamento deserto de um parque alguns quarteirões longe da casa do Tio Rô. Ele estacionou o carro e desceu vindo em minha direção.

Como vinha acontecendo nas últimas semanas, já começamos a nos pegar e beijar, enquanto despíamos nossas roupas o suficiente para matarmos o tesão que assolava nossos corpos.

- Mais duro… preciso de mais. – gemi excitada, minha xoxota pulsando, molhada, desejosa em envolver aquela carne dura.

— Doce, eu vou fazer você gritar seus pulmões para fora à medida que você vem...aaaaaaaaaaaa primaaaaa que delícia de buceta você tem...

— Oh, sim... — gemi envolvendo minhas pernas mais apertado em volta da cintura do Max. O seu pênis foi penetrando alto e firme dentro de mim. Era exatamente o que EU precisava.

A força de seus golpes fez meu corpo pular para cima e para baixo sobre o capô do carro dele, eu sentei-me. Assim podia sentir-me deslizar para frente e para trás em meus próprios sucos.

— Max… — me contorci de prazer nas mãos que seguravam meu traseiro e na boca que sugava o meu seio como se ele precisasse sentir o meu gosto. Como se estivesse com fome.

— Ayeskaaaaaaaaaaaaa... — Ele puxou seu membro para fora até a metade e, em seguida, estocou para dentro de mim novamente, gritei de prazer e o agarrei mais trazendo-o para perto de mim.

“Oh sim, isto era exatamente o que EU precisava. SEXO!!! Do Bom e do Melhor!”

— Maxxxxxxxx...aaaaaaaaaaa, maisssss, basta me dar mais! — Eu nunca estive à procura de casamento ou de compromisso. Eu estava apenas satisfazendo o tesão, a vontade, o desejo de sexo que me levaria ao orgasmo.

Seria Eu uma Puta? Não, não sou. Apenas sou uma fêmea, uma mulher-menina que adora sexo, dar e receber prazer, gozar....aaaaaa nada é mais gostoso que sentir o orgasmo! E ver as feições do seu parceiro de sexo, seu rosto, corpo suados, seus olhos esgazeados, tomados de tesão, seus urros, gemidos, sua respiração ofegante...Isso me deixa mais e mais excitada!!!

— Você é tão quente...tão molhada, apertada, doce...aaaaaaaa primaaaa...está me deixando loucoooo... — Sua língua rodou em meus mamilos com avidez e os mordiscou.

Suspirei feliz. Nunca em meus sonhos mais loucos, sonharia em ouvir meu primo mais velho Max assim,gemendo excitado e dizendo coisas que nunca pensei que ele sentia em relação a mim.

— Mais duro, meu homem selvagem... — Eu mordi seu ombro e fiquei maravilhada com a volúpia dele. Estavámos quase chegando o climax, quando...

De repente:

— Se importa se eu participar?

— Claro que não...seja bem-vindo... — Max sorriu olhando para mim enigmaticamente.

Endureci um pouco ao som súbito de outra voz de homem.

“Treva... Alguém aqui nos viu? “

Fui pousada nua e suada sobre o capô do carro do meu primo em um estacionamento escuro em uma praça deserta. Era vergonhoso e ao mesmo tempo excitante estar fazendo sexo no capô do carro do meu primo. E quando estamos quase chegando ao orgasmo, esse cara aparecia e também queria. O que fazer agora? Nunca tinha transado com dois ao mesmo tempo. E pela forma que Max o recebera e respondera, o cara não lhe era desconhecido. Mas o tesão ainda assolava meu corpo e EU precisava e queria gozar!

“Sendo assim, resolvi fazer. Amanhã se me arrepender, é outro dia.”

— Eu... Ah... — tentei virar-me para ver sua fisionomia.

— Não, não vire a cabeça. Eu sou o estranho que você deseja. Não arruíne a fantasia... — Suas mãos empurraram-me em frente ao largo capô do carro.

Aquela voz era tão familiar. E Max sabia dele de alguma forma. Suspeitei que o grunhido gutural fosse apenas um truque para disfarçar quem ele era. Eu senti dois conjuntos de mãos agora em meu corpo. Max puxou-me em seus braços e me manteve empalada em seu pênis, enquanto o desconhecido deslizou por trás de mim.

— Você quer mais?— murmurou em minha orelha quando fui empurrada para trás em direção a ele.

Senti sua respiração morna em meu pescoço e o som de um zíper. De repente, eu pude sentir um cacete ereto separando as bochechas do meu traseiro exigindo mais.

— Oh… — Sim, por favor...maissss..

O homem em minhas costas riu.

— Você me quer tomando seu traseiro enquanto ele toma você na frente? –

Existia só uma resposta. E seria a primeira vez...Eu iria ser duplamente penetrada por dois homens...um meu primo Max e o outro um desconhecido.

— Sim. — Eu ouvi o rasgar de tiras e então naquele momento percebi que não havia como voltar atrás. O convite tinha sido emitido e aceito.

— Isto é tudo que eu preciso saber... — Ele me agarrou pela cintura quando Max empurrou-me de volta contra ele.

— Curve ela adiante. Eu preciso de acesso...

Eu sabia que tinha de ser sentada no capô do carro, enquanto meus pés estavam agora tocando o protetor da frente com os joelhos dobrados. Estava de costas arqueada com os seios pressionados no calor do tórax de Max e meu traseiro estava completamente exposto para o homem por trás. Eu tive um momento de pânico quando senti dedos insistentes sondando meu ânus.

— Você me quer apertado no seu traseiro? – perguntou ofegante.

— Oh Deus, sim..quero..

— Ahh receba seu homem...

— Por favor...camisinha...

— Fique tranqüila... eu tenho um preservativo lubrificado. Eu quero você e sei que você me quer. Eu posso sentir isso na maneira que você treme contra mim.

O desconhecido sugou abaixo em meu pescoço enquanto suas mãos se moveram para a umidade entre minhas pernas.

- Como está molhada...como voce cheira gostoso...voce é muito tesuda...

Me contorci quando senti seus dedos tocarem na minha umidade lisa. Ofeguei no momento em que senti um dedo e então outro empurrão dentro do meu traseiro passando o anel tenso de músculo para deslizar em mim, alongando e preparando o caminho. Max não estava movendo dentro de mim e percebi que havia se calado. Ele permaneceu pedra-dura, seus olhos assistindo a ação com fome e um outro sentimento que não pude perceber na hora.

— Eu nunca... — As palavras morreram em meus lábios conforme os dedos do desconhecido começaram a mover lentamente dentro de mim. Mordi meus lábios e gritei.

— Nunca teve dois homens ao mesmo tempo? Empalados no traseiro?— Ele tirou os dedos para fora. — Então você vai gostar disto... Relaxe...

— Ergue-a mais alto.- disse ao meu primo — Ele agarrou meus quadris e posicionou seu pênis na entrada do buraco enrugado apertado. — Perfeito... Deslize para trás lentamente...doce...voce é doce...

Ele mordiscou minha nuca e estocou a cabeça do seu pênis empurrando-o no meu traseiro.

— Aiiiiiiiiii aaaaaaahhh, dói, — Choraminguei. Isto não era como Eu imaginava.

— Relaxe, — o desconhecido sussurrava suavemente. — Só pense o quão bom sentirá com dois homens completamente dentro de você. É isso aí, empurre sua distância até o fim para mim. Sim... aaaaa ...que cu apertado e guloso...—

O homem parecia aliviado.

Fechei meus olhos quando o membro aquecido e longo deslizou todo o caminho. Nunca havia estado com dois homens. Sentia-me estendida além dos meus limites normais e Eu não tinha certeza se estava mais assustada ou intrigada. Me senti tão cheia e embalada no meu interior apertado. E uma vez que passou o desconforto inicial, que era uma sensação de morrer, eu senti meu corpo todo tremer com uma fome que não sabia que tinha ou mesmo possuía até aquele momento.

— Você gosta disto? — O desconhecido atrás de mim perguntou, suas mãos subindo para acariciar meus seios conforme sua boca dava leves beijos chupados em meus ombros.

— Sim....aaaaaaaaaaaaaa....ohhhhh simmmm... — O chão, dois homens dentro e fora, meus impulsos estranhamente coordenados. Empurrei meu traseiro para trás contra o homem desconhecido e cedi ao calor do seu toque.

— Ela é demaissss....é fora do comum...me deixa completamente louco...com o tempo você entenderá o que quero dizer... — grunhiu Max com os seus lábios próximos ao meu mamilo.

— Sim, ela é... tem um cu apertado e uma buceta carnuda, quente, molhada...

As mãos envolvidas do homem ao redor da minha cintura possessivamente.

— Diga-me, você sempre se desnuda e faz sexo com seus homens em lugares assim, querida?

— Não...aaaaaaa...— Arquejei, tentando acompanhar o ritmo dos impulsos e o puxar do duelo dos pênis dentro.

— Por que agora? -

— Porque eu precisava...estava com tesão...aaaaaaaa....uhummm...maisss...

— Você esta esgotada e dolorida entre as pernas, querida?

— Sim...

“Ele podia querer-me qualquer dia da semana, eu estava adorando senti-lo dentro do meu cuzinho apertado.”

— Dolorida agora?

— É um tipo diferente de dor... Eu quero gozar...por ... favor...

— Eu acho que vamos deixá-la fazer isso.

Parecia que ele acreditava que tinha o poder de negar ou conceder-me um orgasmo. Quase na hora Max e o desconhecido aumentaram o ritmo de suas estocadas.

Dois cacetes bombeando profundo e forte no meu corpo, fazendo-me vibrar cada nervo e ressoando por dentro. Com um lamento baixo e afiado na garganta e com a pressão acumulada, eu senti um rasgo enorme de liberação através do meu estômago, na espinha e abaixo em meus dedões dos pés. Eu gritei forte e em voz alta com intensidade e agarrei-me em Max, com medo de que fosse explodir em um milhão de pedaços e desaparecer. Quando o desconhecido por trás veio poderosamente dentro de mim,liberando seus jatos potentes de porra, Max com os olhos fixos em mim, vendo o prazer em meu rosto e sentindo também meu orgasmo, gozou abundantemente dentro da minha xoxota.

Enfim eu soube que nunca iria esquecer aquela noite. E haveriam mais surpresas pela frente...

Logo eu descobriria quem era aquele Desconhecido.
 
Escrito por Ayesk@



domingo, 1 de agosto de 2010

A Mulata da Beija-Flor

Estava eu em São Paulo no fim de semana, para participar de um evento. No sábado fiquei o dia inteiro e no domingo regressei ao hotel lá pelas 16 horas, cansado e doido para cair na cama e dormir até o dia seguinte.
Ao chegar, um tumulto na recepção. Um ônibus acabara de desembarcar mais de 40 pessoas que, logo percebi, eram integrantes da Escola de Samba Beija-flor. Fiquei sabendo que eles e elas participariam da abertura de uma feira na Expo Center Norte, isso na segunda feira de manhã.
Havia entre eles alguns adolescentes, uns mais velhos e 6 mulatas, duas das quais de tirar o chapéu!!! Belíssimas, altas, cabelos compridos e os demais complementos de passistas exatamente em cima...pernas bem torneadas, muito bem torneadas... por sinal...
Resolvi ficar na recepção por mais alguns minutos para tentar saber mais alguma coisa. Peguei uma ficha para usar o computador, me sentei, liguei, mas continuava a prestar atenção nas duas mulatas que estavam sempre juntas. Elas, em pouco tempo, perceberam meus olhares e começaram a fazer um certo charme, praticamente transformaram o hall do hotel numa passarela, pela qual desfilavam de minuto a minuto, deixando a mim e aos demais hóspedes que lá se encontravam completamente malucos!!
Definitivamente eu não iria para o quarto...assim, me dirigi para o bar, que é contíguo à recepção e pedi uma cerveja. Procurei uma mesa que me permitiu ficar bem de frente à poltrona onde a mulata estava sentada. Enchi o copo e fiquei aguardando que ela me olhasse.
No que ela o fez, peguei o copo e o levantei como se brindasse a ela. Ela deu um sorriso largo, cochichou alguma coisa com a outra monumental e ambas vieram até minha mesa.
Convidei-as a se sentarem e pedi uma cerveja para elas também. Iniciamos uma conversa, quando fiquei sabendo que se chamavam Marlene e Rosa Maria. Eram realmente passistas da Beija Flor e me convidaram para assistir ao show que iriam fazer no dia seguinte.
Resolvi jogar duro, sem maiores rodeios.
-  Eu não posso ir amanhã, estarei viajando...
-  Oh, puxa...que pena...não vai nos ver sambando, então?
- Bem, amanhã eu não poderei... Que tal vocês me mostrarem, com exclusividade, como é que sambam?
-  Com exclusividade? Mas aqui?
-  Não... no meu apartamento... vocês não poderiam fazer um show particular?
-  Garoto...você é muito esperto, - isso quem falou foi a Marlene, com aquele x típico das cariocas...
-  Esperto não...tenho bom gosto, você não acha?
-  Acho...
-  Então, vocês topam?
Rosa disse que não. Não poderia ir porque muitos dos que vieram eram conhecidos de seu noivo e com certeza, a entregariam na primeira oportunidade. Terminou o copo e se despediu, deixando-me a sós com Marlene.
-  Bem... e você, Marlene, tem problemas com noivo ciumento também?
- Não..tenho não...fui com sua cara...eu vou sambar para você no seu apartamento. Só vamos fazer o seguinte...deixa o pessoal todo se acomodar, para não dar muita falação...depois a gente sobe, pode ser?
-  Claro...ficamos aqui tomando a cervejinha...depois a gente sobe...temos todo o tempo do mundo...
E ali ficamos mais uns 40 minutos, até que todos tivessem subido para seus quartos. Subimos então. Lá chegando, tentei logo agarra-la, mas ela se esquivou dizendo que o combinado era ela dançar. Tudo bem, disse eu, então comece, e deitei-me na cama esperando o show começar. Marlene começou a dar uns passos e eu reclamei que na avenida ela não usava tanta roupa como estava usando naquele momento.
Ela riu, tornou a comentar que eu era muito esperto, mas tirou a blusa e a saia e ficou apenas de calcinha e sutiã. Aí é que a coisa ficou alucinante. Ela tinha um corpo escultural e quanto mais rebolava, se abaixava, subia, mais erótica ficava a dança. E meu pau, é claro, começou a endurecer. Sem perguntar nada, fui tirando a camisa, tirei a calça e fiquei apenas de cueca, deixando-a ver o estrago que ela já havia provocado.
Aí ela também começou a provocar mais, me fez ficar de pé no meio do quarto e continuava rebolando, encostando aquela bunda monumental em mim e quase me levando a gozar. Eu já estava em ponto de bala e, não me contendo, puxei-a para a cama, dizendo que queria ver ela dançar sentada em meu mastro.
Eu não deveria ter falado isso. Ela realmente fez o que eu havia pedido e eu passei por uma situação que nunca havia experimentado antes. Ela fez meu pau mergulhar em sua xana molhada e literalmente me prendeu entre suas pernas. Continuava a rebolar, num movimento alucinante, que me fez não segurar o gozo. Gozei abundantemente, com meu pau ainda preso dentro daqueles lábios carnudos.
Ela disse que teria de me dar um castigo porque eu não a esperei. E, na mesma hora, saiu de cima de mim, colocou meu pau mole em suas mãos e começou a me punhetar. De vez em quando enfiava meu pau em sua boca, me sugando. Era uma mestra! Não demorou e meu pau já estava de novo duro e pronto a retomar o combate. Ela tornou a sentar-se com ele dentro dela e continuou a rebolar. Pelos seus olhos eu percebi que ela, finalmente estava chegando ao gozo também... acelerei as estocadas e gozamos juntos, numa explosão de suores e espermas...

Com as pernas trêmulas ela se dirigiu ao banheiro. Ouvi quando ligou o chuveiro e não pensei duas vezes, entrei atrás, agarrei-a pela cintura e ficamos dançando debaixo da ducha, não mais o samba, mas uma dança mais suave, de corpos contra corpos, de mãos que se alisavam.
Molhados ainda, saímos do banheiro e pulamos na cama. Comecei a passar a mão nas pernas e na bunda de Marlene, deixando meu dedo chegar bem próximo aquele cuzinho que eu imaginava ser maravilhoso... Ela logo percebeu a minha intenção e não se fez de rogada...ofereceu-me seu buraquinho com a maior naturalidade. E não foi difícil penetra-la, o me fez pensar que se ela era mestra em sambar com um pau dentro da xana, era pós-graduada pela retaguarda. Foi uma trepada e tanto.
Depois ela disse que precisava ir para seu quarto, pois, afinal, de manhã teria de dançar e dançar muito na abertura da feira. Não pude impedi-la, afinal, era o trabalho dela...De manhã cedo, quando desci para o café, encontrei Marlene e Rosa sentadas, já terminando o delas. Pisquei o olho para ela, que me devolveu um grande sorriso. Ao serem chamadas para ir para o ônibus, Marlene se levantou, chegou até minha mesa e me entregou um guardanapo de papel. Lá estava escrito:
Se você estiver aqui na hora do almoço, podemos reprisar o show!



Escrito por Kaplan