CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

domingo, 18 de julho de 2010

O Padre, A Ninfeta e o Convento.

 

Após minha transa com o Padre Simonetti, minhas idas à Casa Paroquial aumentaram.
Meus pais sentiam orgulho da filha prestativa e caridosa, me incentivando sempre.
Padre Simonetti havia se recuperado no mesmo dia, após a nossa trepada...
E que trepada...!
Uma tarde recebi um recadinho que era para ir até a igreja.
Chegando lá, fui até a sala do Padre Simonetti, que assim que entrei levantou-se da cadeira e trancou a porta. Minha xoxotinha umedeceu já sabendo que logo, logo aquele Padre iria me virar do avesso. Fiquei em pé no meio da sala, chegando por trás de mim, senti suas mãos apalparem meus seios, seus dedos beliscando meus biquinhos....sua respiração na minha nuca, seu cacete estrategicamente já para fora da batina.
Abri minhas pernas, encostada no corpo quente e forte do Padre Simonetti. Uma de sua mãos levantaram minha saia de colegial, abaixou minha calcinha e senti seu cacete duro e grosso esfregando -se entre minhas pernas...aquele colosso de carne indo e vindo...
Fechei os olhos, minha respiração ofegante, mordisquei meus lábios cheia de tesão. Comecei a rebolar enquanto sentia as bolas do padre batendo na minha bundinha. A esfregação era tanta que minha xoxota molhou seu pau...e gozei gostoso com a esfregação.
- Nossa...minha colegial gostosa...gozou hein...Agora que tal aliviar-me??? - Virou-me de frente para ele, olhando em seus olhos abaixei-me, peguei seu pênis grosso, comprido e passei a língua suavemente pela glande,sentindo sua textura, seu cheiro, seu gosto.
Comecei a lambe-lo em todo a sua extensão, coloquei as mãos em volta dele, lambendo e fazendo movimentos de ir e vir com as mãos...abaixei os lábios em direção das bolas...lambi, mamei, apalpei...delicadamente, sem pressa. Coloquei na minha boca,mas era tão grande e grosso que minhas bochechas ficaram cheias.
Mamei, suguei ,lambi, mais rápido, até que ouvi um grunhido de prazer , senti o cacete crescer e estremecer, enchendo minha boca de leite...
- Ohhhhhhh que delícia, essa boquinha é maravilhosa!!!!- guardou seu pênis por baixo da batina, enquanto eu ajeitava minhas roupas e calcinha.
- Ayeska, voce irá comigo até o Convento das Freiras Sagrado Coração . A Madre superiora de lá e sua assistente são minhas amigas e querem te conhecer, meu tesãozinho.
E lá fomos, no Convento das Freiras do Sagrado Coração. O convento ficava afastado da cidade, sobre uma colina. Era muito bonito.
Chegando lá percebi que muitas freiras olhavam para o Padre Simonetti, algumas ficavam coradas e outras davam risinhos.
"Aquele Padre devia ter comido todas as freiras, pensei." Com o fogo que tinha.
Padre Simonetti parou em frente de uma enorme porta de madeira e sem bater já foi entrando e para minha surpresa ele riu com a cena que vimos. Uma mulher de mais ou menos 45 anos, bonita, alta, corpo forte, seios grandes e empinados, branca, metia um cacete de borracha numa mulher mais nova do que ela. Seus gemidos ecoavam pela sala, enquanto a mulher mais velha que deveria ser a Madre Superiora dizia :
- Vamos sua putinha...rebola...isso...vamos...quero que goze..
- Ah Madre como a senhora fode gostoso...mais mais ....fundo.....ohhhhhhh.. vou gozar....ohhhhhhhhhhhhh
Padre Simonetti fechou a porta fazendo barulho, foi aí que elas perceberam que tinha gente na sala...deram um pulo!
- Simonetti, que caralho! Como voce me assusta desse jeito... -falou a Madre brava, mas ao ver-me ao lado dele, seus olhos brilharam.
- Que coisinha linda é essa Simonetti??? - Totalmente nua veio em nossa direção, com aquele pênis de borracha acoplado em uma cinta na sua cintura. A freira ainda em extâse deu-me uma olhadinha e piscou maliciosamente.
- Essa é a Ayeska. Lhe falei dela lembra???- respondeu o Padre,a costumado com o linguajar de sua amiga.
- Humm ... Ayeska...sim me falou...disse que ela é a melhor foda que voce já teve!- ficou me olhando com interesse.
- Sim....essa coisinha linda é muito ativa e tesuda..Não comi até agora, iguaria como ela...
Fui ficando vermelha com os comentários e olhares libidinosos das duas mulheres, pois a freira levantou-se e passando o braço pelo da Madre, começou a me medir de baixo para cima...
- E voce trouxe essa coisinha linda para me divertir??? - Madre Superiora afastou-se da freira vindo em minha direção e sem que eu esperasse me deu um beijo, separando meus lábios com uma língua faminta.
Ela tinha uma língua poderosa. Sugava a minha língua e me despia rapidamente.
Surpresa pelo ataque da Madre, fiquei como congelada no lugar.
Ela beliscava meus seios, esfregava o dedo no meu grelo. E sem querer comecei a rebolar. Mordiscava minha nuca, pescoço e apertava minha bunda redonda.
Nunca havia transado com uma mulher e aquela demonstrava ter aptidões para a perversão. Um Padre tarado eu até compreendia, mas uma Madre Superiora?
Ela me levou em direção de uma mesa e como era mais alta e forte, me colocou sentada e de pernas abertas. Sua língua era comprida dentro de sua boca larga e começou a lamber meu grelo e xoxota. Sugava com voracidade meu grelo como se fosse arranca-lo. Senti a umidade escorrer entre minhas pernas e uma vontade de mijar me veio de forma intensa. Ela apertava meus seios redondos, beliscava minhas auréolas rosadas deixando-as vermelhas como cerejas. Não agüentei gozei na cara daquela mulher; uma Madre Superiora!
Padre Simonetti urrava enquanto a freira que estava sendo fodida pela Madre quando chegamos; punhetava seu pau e o chupava até chegar em suas bolas.
O Padre enfiava o dedo no cuzinho da Freira que aumentava as chupadas em seu pau.
Olhei para a Madre esperando levar uma bronca por ter gozado em sua cara.
E qual não foi a minha surpresa ao vê-la sorrir .
- Que agridoce gostosa voce é.Simonetti tinha razão você é muito tesuda e gostosa. Vou devorá-la.
Senti um arrepio de medo ao vê-la colocar a mão em seu cordão com um crucifixo.
Fiquei pensando se ela iria me enfiar aquilo.
Padre Simonetti gritou entre as quatro paredes daquele escritório religioso e fiquei imaginando o que as paredes contariam se falassem.
O Padre gozou na boca da freira. E ao perceber que ele havia gozado, a Madre a chamou em nossa direção. Ela veio obediente e com porra na sua boca e rosto.
Meus pais achavam que eu ia fazer serviço voluntário naquele convento e eu já imaginava como sairia de lá.
Toda esfolada.
Meus seios brancos já mostravam as marcas deixadas pela Madre.
Eu gostava de fazer sexo com o Padre Simonetti. Porém estava receosa se iria gostar do que aquelas mulheres iriam fazer comigo.
-Simonetti você vai ficar só olhando. Eu e Luiza daremos um trato nessa ninfeta tesuda que você trouxe.
Fez-me descer da mesa e levou-me para o sofá.
A cinta com o pênis de borracha balançava na minha frente.
Deitaram-me no sofá.
A freira Luiza sentou na minha cara e ordenou que a chupasse. Com meus dedos delicados abri suas dobras e passei a lamber devagarinho, mas fazendo com que ela gemesse de tesão.
A Madre abriu minhas pernas e passou a dedilhar meu grelo e a lamber minha xoxota.
Dessa vez sem pressa. Ao sentir que estava molhada ela enfiou um dedo e passou a estocar minha xoxota, enquanto meus quadris iniciavam um vai vém.
A Freira Luíza esfregava sua buceta na minha cara, me fazendo sentir seus pelos.
Cheguei a sentir um pouco de nojo, já que depilo minha xotinha.
- Isso, Simonetti enquanto fodemos com essa menina toca uma punheta..rsrsr
Senti o gozo da Freira no meu rosto e boca, e logo em seguida senti a Madre estocar com vontade o pênis de borracha na minha buceta.
Ela espalmava as mãos no sofá sustentando seu peso e estocava com arremetidas fundas dentro da minha buceta. Sentia aquele pau de borracha invadir minha gruta macia e apertada, causando-me dor e prazer ao mesmo tempo.
Luiza a beijava na boca enquanto eu passava a língua nos mamilos da Madre. Seus seios fartos bem na minha cara. Meu rosto suava e eu gemia sem parar de rebolar, sentindo as estocadas. Imaginava que era o pau do Padre que me estocava fundo.
Conheci o significado de briga de aranhas naquele dia.
A Madre percebendo que eu ia gozar, saiu de cima de mim.
Levantou uma das minhas pernas e encaixou sua buceta grande e peluda na minha pequena e lisinha. Seu grelo parecia um pequeno pênis, e entrava na minha buceta.
Enquanto ela estocava sua xoxota na minha, a Freira Luiza chupava meus seios, ajoelhada de pernas abertas dedilhando seu grelo.
Nossos gritos ecoaram pelo escritório da Madre como um só.
Padre Simonetti levantou com seu pau em riste e nos féz ficar de 4 no sofá.
Percebi os olhos da Madre brilharem. Ela gostava de dar o cuzinho.
E foi assim que Padre Simonetti participou e gozou.
Estocava os nossos cuzinhos e ao gozar nos banhou com sua porra.
Eles não me deram trégua naquele dia. Foi assim que aprendi como transar com uma mulher. A Madre depois de ter me fodido a primeira vez com mordidas e chupadas, passou a me chamar dizendo aos meus pais que era para ajuda-la, quando na realidade ela me chamava para me fuder.
Era tarada e sempre me fazia gozar na sua cara.
Padre Simonetti não aceitou muito bem, pois as vezes ia me chamar em casa e descobria que eu estava no Convento a pedidos da Madre Superiora.
Chegaram a ter uma discussão por minha causa e repartiram os dias da semana para cada um. E mesmo assim não pareciam satisfeitos, como se eu fosse propriedade de cada um!
Luiza, a freira acabou saindo do convento e foi morar com uma mulher.
Meses depois mudei-me e nunca mais tive notícias daqueles dois pervertidos.


Escrito por Ayesk@

1 comentários:

Hella disse...

Ayeska, Ayeska...que coisas mais devassas e pecaminosas! Ou seja, ideais, rs. Nada como mecher com o proibido, não é mesmo? Fiquei um tempo fora, mas eis me aqui!

Linda, linda, bjos bjos!!

Postagens Mais Visualizadas