domingo, 18 de julho de 2010

O Padre, A Ninfeta e o Convento.

 

Após minha transa com o Padre Simonetti, minhas idas à Casa Paroquial aumentaram.
Meus pais sentiam orgulho da filha prestativa e caridosa, me incentivando sempre.
Padre Simonetti havia se recuperado no mesmo dia, após a nossa trepada...
E que trepada...!
Uma tarde recebi um recadinho que era para ir até a igreja.
Chegando lá, fui até a sala do Padre Simonetti, que assim que entrei levantou-se da cadeira e trancou a porta. Minha xoxotinha umedeceu já sabendo que logo, logo aquele Padre iria me virar do avesso. Fiquei em pé no meio da sala, chegando por trás de mim, senti suas mãos apalparem meus seios, seus dedos beliscando meus biquinhos....sua respiração na minha nuca, seu cacete estrategicamente já para fora da batina.
Abri minhas pernas, encostada no corpo quente e forte do Padre Simonetti. Uma de sua mãos levantaram minha saia de colegial, abaixou minha calcinha e senti seu cacete duro e grosso esfregando -se entre minhas pernas...aquele colosso de carne indo e vindo...
Fechei os olhos, minha respiração ofegante, mordisquei meus lábios cheia de tesão. Comecei a rebolar enquanto sentia as bolas do padre batendo na minha bundinha. A esfregação era tanta que minha xoxota molhou seu pau...e gozei gostoso com a esfregação.
- Nossa...minha colegial gostosa...gozou hein...Agora que tal aliviar-me??? - Virou-me de frente para ele, olhando em seus olhos abaixei-me, peguei seu pênis grosso, comprido e passei a língua suavemente pela glande,sentindo sua textura, seu cheiro, seu gosto.
Comecei a lambe-lo em todo a sua extensão, coloquei as mãos em volta dele, lambendo e fazendo movimentos de ir e vir com as mãos...abaixei os lábios em direção das bolas...lambi, mamei, apalpei...delicadamente, sem pressa. Coloquei na minha boca,mas era tão grande e grosso que minhas bochechas ficaram cheias.
Mamei, suguei ,lambi, mais rápido, até que ouvi um grunhido de prazer , senti o cacete crescer e estremecer, enchendo minha boca de leite...
- Ohhhhhhh que delícia, essa boquinha é maravilhosa!!!!- guardou seu pênis por baixo da batina, enquanto eu ajeitava minhas roupas e calcinha.
- Ayeska, voce irá comigo até o Convento das Freiras Sagrado Coração . A Madre superiora de lá e sua assistente são minhas amigas e querem te conhecer, meu tesãozinho.
E lá fomos, no Convento das Freiras do Sagrado Coração. O convento ficava afastado da cidade, sobre uma colina. Era muito bonito.
Chegando lá percebi que muitas freiras olhavam para o Padre Simonetti, algumas ficavam coradas e outras davam risinhos.
"Aquele Padre devia ter comido todas as freiras, pensei." Com o fogo que tinha.
Padre Simonetti parou em frente de uma enorme porta de madeira e sem bater já foi entrando e para minha surpresa ele riu com a cena que vimos. Uma mulher de mais ou menos 45 anos, bonita, alta, corpo forte, seios grandes e empinados, branca, metia um cacete de borracha numa mulher mais nova do que ela. Seus gemidos ecoavam pela sala, enquanto a mulher mais velha que deveria ser a Madre Superiora dizia :
- Vamos sua putinha...rebola...isso...vamos...quero que goze..
- Ah Madre como a senhora fode gostoso...mais mais ....fundo.....ohhhhhhh.. vou gozar....ohhhhhhhhhhhhh
Padre Simonetti fechou a porta fazendo barulho, foi aí que elas perceberam que tinha gente na sala...deram um pulo!
- Simonetti, que caralho! Como voce me assusta desse jeito... -falou a Madre brava, mas ao ver-me ao lado dele, seus olhos brilharam.
- Que coisinha linda é essa Simonetti??? - Totalmente nua veio em nossa direção, com aquele pênis de borracha acoplado em uma cinta na sua cintura. A freira ainda em extâse deu-me uma olhadinha e piscou maliciosamente.
- Essa é a Ayeska. Lhe falei dela lembra???- respondeu o Padre,a costumado com o linguajar de sua amiga.
- Humm ... Ayeska...sim me falou...disse que ela é a melhor foda que voce já teve!- ficou me olhando com interesse.
- Sim....essa coisinha linda é muito ativa e tesuda..Não comi até agora, iguaria como ela...
Fui ficando vermelha com os comentários e olhares libidinosos das duas mulheres, pois a freira levantou-se e passando o braço pelo da Madre, começou a me medir de baixo para cima...
- E voce trouxe essa coisinha linda para me divertir??? - Madre Superiora afastou-se da freira vindo em minha direção e sem que eu esperasse me deu um beijo, separando meus lábios com uma língua faminta.
Ela tinha uma língua poderosa. Sugava a minha língua e me despia rapidamente.
Surpresa pelo ataque da Madre, fiquei como congelada no lugar.
Ela beliscava meus seios, esfregava o dedo no meu grelo. E sem querer comecei a rebolar. Mordiscava minha nuca, pescoço e apertava minha bunda redonda.
Nunca havia transado com uma mulher e aquela demonstrava ter aptidões para a perversão. Um Padre tarado eu até compreendia, mas uma Madre Superiora?
Ela me levou em direção de uma mesa e como era mais alta e forte, me colocou sentada e de pernas abertas. Sua língua era comprida dentro de sua boca larga e começou a lamber meu grelo e xoxota. Sugava com voracidade meu grelo como se fosse arranca-lo. Senti a umidade escorrer entre minhas pernas e uma vontade de mijar me veio de forma intensa. Ela apertava meus seios redondos, beliscava minhas auréolas rosadas deixando-as vermelhas como cerejas. Não agüentei gozei na cara daquela mulher; uma Madre Superiora!
Padre Simonetti urrava enquanto a freira que estava sendo fodida pela Madre quando chegamos; punhetava seu pau e o chupava até chegar em suas bolas.
O Padre enfiava o dedo no cuzinho da Freira que aumentava as chupadas em seu pau.
Olhei para a Madre esperando levar uma bronca por ter gozado em sua cara.
E qual não foi a minha surpresa ao vê-la sorrir .
- Que agridoce gostosa voce é.Simonetti tinha razão você é muito tesuda e gostosa. Vou devorá-la.
Senti um arrepio de medo ao vê-la colocar a mão em seu cordão com um crucifixo.
Fiquei pensando se ela iria me enfiar aquilo.
Padre Simonetti gritou entre as quatro paredes daquele escritório religioso e fiquei imaginando o que as paredes contariam se falassem.
O Padre gozou na boca da freira. E ao perceber que ele havia gozado, a Madre a chamou em nossa direção. Ela veio obediente e com porra na sua boca e rosto.
Meus pais achavam que eu ia fazer serviço voluntário naquele convento e eu já imaginava como sairia de lá.
Toda esfolada.
Meus seios brancos já mostravam as marcas deixadas pela Madre.
Eu gostava de fazer sexo com o Padre Simonetti. Porém estava receosa se iria gostar do que aquelas mulheres iriam fazer comigo.
-Simonetti você vai ficar só olhando. Eu e Luiza daremos um trato nessa ninfeta tesuda que você trouxe.
Fez-me descer da mesa e levou-me para o sofá.
A cinta com o pênis de borracha balançava na minha frente.
Deitaram-me no sofá.
A freira Luiza sentou na minha cara e ordenou que a chupasse. Com meus dedos delicados abri suas dobras e passei a lamber devagarinho, mas fazendo com que ela gemesse de tesão.
A Madre abriu minhas pernas e passou a dedilhar meu grelo e a lamber minha xoxota.
Dessa vez sem pressa. Ao sentir que estava molhada ela enfiou um dedo e passou a estocar minha xoxota, enquanto meus quadris iniciavam um vai vém.
A Freira Luíza esfregava sua buceta na minha cara, me fazendo sentir seus pelos.
Cheguei a sentir um pouco de nojo, já que depilo minha xotinha.
- Isso, Simonetti enquanto fodemos com essa menina toca uma punheta..rsrsr
Senti o gozo da Freira no meu rosto e boca, e logo em seguida senti a Madre estocar com vontade o pênis de borracha na minha buceta.
Ela espalmava as mãos no sofá sustentando seu peso e estocava com arremetidas fundas dentro da minha buceta. Sentia aquele pau de borracha invadir minha gruta macia e apertada, causando-me dor e prazer ao mesmo tempo.
Luiza a beijava na boca enquanto eu passava a língua nos mamilos da Madre. Seus seios fartos bem na minha cara. Meu rosto suava e eu gemia sem parar de rebolar, sentindo as estocadas. Imaginava que era o pau do Padre que me estocava fundo.
Conheci o significado de briga de aranhas naquele dia.
A Madre percebendo que eu ia gozar, saiu de cima de mim.
Levantou uma das minhas pernas e encaixou sua buceta grande e peluda na minha pequena e lisinha. Seu grelo parecia um pequeno pênis, e entrava na minha buceta.
Enquanto ela estocava sua xoxota na minha, a Freira Luiza chupava meus seios, ajoelhada de pernas abertas dedilhando seu grelo.
Nossos gritos ecoaram pelo escritório da Madre como um só.
Padre Simonetti levantou com seu pau em riste e nos féz ficar de 4 no sofá.
Percebi os olhos da Madre brilharem. Ela gostava de dar o cuzinho.
E foi assim que Padre Simonetti participou e gozou.
Estocava os nossos cuzinhos e ao gozar nos banhou com sua porra.
Eles não me deram trégua naquele dia. Foi assim que aprendi como transar com uma mulher. A Madre depois de ter me fodido a primeira vez com mordidas e chupadas, passou a me chamar dizendo aos meus pais que era para ajuda-la, quando na realidade ela me chamava para me fuder.
Era tarada e sempre me fazia gozar na sua cara.
Padre Simonetti não aceitou muito bem, pois as vezes ia me chamar em casa e descobria que eu estava no Convento a pedidos da Madre Superiora.
Chegaram a ter uma discussão por minha causa e repartiram os dias da semana para cada um. E mesmo assim não pareciam satisfeitos, como se eu fosse propriedade de cada um!
Luiza, a freira acabou saindo do convento e foi morar com uma mulher.
Meses depois mudei-me e nunca mais tive notícias daqueles dois pervertidos.


Escrito por Ayesk@

sábado, 3 de julho de 2010

Série : PRAZER PROIBIDO II : OH, QUE DELÍCIA DE PRIMO!!!

Continuação de PRAZER PROIBIDO I: Oh, que delicia de Primo!!!Mmm...

Nus...Eu e meu Primo, em minha casa, em minha cama! Como eu podia resistir? Além disso; depois disto, eu teria suas lembranças sobre a minha cama. Até que eu lavasse a roupa de cama de novo, meus lençóis cheirariam a sua essência.

Deviam ser três e meia da manhã agora e eu tinha que acordar cedinho dali algumas horas. Embora nós disséssemos que tinhamos sono, Max roçava sua ereção em meu bumbum. Lambia a parte traseira do meu pescoço, mordiscava, me fazendo arrepiar de tesão. Ele tinha suas mãos sobre meus seios, dedilhando meus mamilos, para que ficassem em pequenos e duros picos.

Eu pressionei meu seio contra as palmas de suas mãos, e em um momento de extrema libido, apertei meu traseiro contra sua ereção. Rebolei meu traseiro contra ele em um lento e sensual deslizamento, sentindo seu duro cacete.

—Max...quer comer meu cuzinho? —sussurrei.

"Eu o queria tanto no meu cuzinho apertadinho."

Max era grande. Eu precisava estirar-me para tomá-lo de frente, mas me dei conta de que teria que ser menor por trás.

Por outro lado, eu o queria tanto...

- Sim, primo toma-me...foda-me...

- Seus desejos são minhas ordens — ele moveu uma mão do meu seio e começou a dedilhar meu clitóris e roçar minha xoxota, enquanto que pressionava seu pênis entre minhas nádegas.

—Ahhhhhh...primooooo que delíciaaaaa... — gemi após muitas investidas depois. Seu cacete crescendo entre minhas nádegas, cada vez mais grande. Deteve-se em meio de uma investida.

—Está segura,prima... de que é o que quer, Ayeska?

Eu já havia transado e dado o cuzinho para meus dois primos , aliás um deles foi o que havia se casado. Max, era meu sonho e tesão de menina. O primo mais velho que brigava comigo, que me chamava de criança e o primo inatingível.
—Sim...é o que eu quero! — senti meu rosto pegar fogo, ao me lembrar do pênis dele. E das coisas que tínhamos feito naquele campo e no carro.

—Eu gosto de ser gentil e fazê-lo devagar, me diga como você gosta?

—Gentil e devagar está bem.

—Cada vez que queira que faça algo; inclusive me deter, o farei. Não temos que fazer nada que você não queira.

—Humm...

—Anjo, quero chegar a conhecer cada canto do seu corpo assim como também tudo que fez durante esses anos, prima. - me disse enquanto se esfregava suavemente.

—Escuta,anjo... realmente não temos que fazê-lo desta forma, neste momento.

“Sim, eu era teimosa. Podia voltar a começar e o ter por atrás.Era o que queria, desejava e dificilmente voltaria atrás.”

—Quero fazê-lo.

—Ok, mas então...relaxe...te ajudarei com isso... — e depois começou a massagear-me com suas grandes e fortes mãos— De toda forma não quero te machucar… nunca.

Meu coração se aqueceu ante sua prudência. Quem diria que o meu primo Max, me trataria assim...

Os dedos dele eram ásperos, não havia dúvida de que era por causa dos seus hobbies , ele gostava de esculpir e tocar baixo. Delicia, sentir seu áspero roçar enquanto me tocava. Queria que ele me tocasse por toda parte, e quando o fez, minha boceta molhou-se de tesão.

—Quero te provar aí, depois... — sussurrou, e eu desejei que ele pudesse lamber meu clitóris agora; mas ele estava ocupado com outras coisas.

Com uma mão ele deslizava seus ásperos dedos, dentro e fora da minha umidade, enquanto a outra mão a usava para brincar com seu pênis entre as minhas nádegas.

Eu estava tão molhada e pronta, que podia escutar seus dedos movendo-se em minha boceta dentro e fora. Ele mordiscou o lóbulo da minha orelha e estremeci, aumentando mais a minha umidade.

—OH, Max... — gemi quando ele massageou meu ânus usando meu próprio sumo. O prazer radiava através de mim e me pressionei contra ele querendo sentir mais e mais.

Ele gemeu e continuou fazendo o que fazia tão bem. Para a minha surpresa, ele tinha enfiado um dedo profundamente dentro do meu ânus. Eu queria mais, muito mais e, através de gemidos, disse-lhe exatamente isso e através de ações, apertei meu anelzinho apertado em volta do seu dedo.

Ele lentamente retirou seu dedo, deixando-me louca e ansiosa por mais. Ele pressionou seu cacete contra minha entrada. Estremeci em antecipação, enquanto ele massageava meu ânus e beijava por detrás do meu pescoço, minha nuca.

Sob a ponta do seu cacete ele o meteu em mim.

Só um pouco...

—Está bom assim? —perguntou-me com a respiração ofegante, seu hálito quente e fresco no meu ouvido.

—Não está suficientemente dentro...Ponha...

—Podemos consertar isso. Mas continua valendo o que eu te disse: irei devagar. Pararei em qualquer momento que me diga isso.

—Max..., faz... — gemi.

Extasiada com o prazer e o deleite de estar com ele, eu sentia como se fosse algo natural entre nós dois, como se fóssemos amantes há muito tempo e não a poucas horas atrás.. Totalmente fora de mim, descobri que confiava completamente nele.

Ele foi abrindo seu caminho dentro do meu estreito canal. A princípio, movendo-se atrás de mim.

Após uma certa tensão devido ao tamanho e grossura do seu membro, comecei a relaxar. Ele se moveu lentamente,devagar, aos poucos, mas logo pude sentir cada movimento e investida que ele começava a fazer. Seus testículos chocavam contra a minha xoxota, estremecendo-a quando se movia. Eu queria acariciá-los com meus dedos, mas não conseguia alcança-lo. No entanto, ele não tinha problemas em tocar os suaves fluidos da minha xoxota, enquanto que lentamente entrava mais e mais dentro de mim.

- Ahhhhhhhhhhhh....aaaaaaaaaa...que deliciaaaaaaa...maisssss primooooo...queridooooooooo...

- Ahhhhh priminha...minha putinha gostosaaaaa...suga meu cacete...aperta ele com seu cuzinho...vadiaaaaaa...tesudaaaa...aaaaaaaa me mata assimmm...

Aos poucos fui relaxando e comecei a mover meus dedos dentro da minha boceta enquanto ele me penetrava por detrás, lambendo e mordiscando meu pescoço com sua boca ávida.

Estava sendo uma experiência e tanto ser fodida pelo meu primo Max.

Meu prazer aumentou quando seus movimentos começaram a ser mais rápidos, fortes e selvagens. De repente, ele foi se tornando lento.

—O que aconteceu? — perguntei— Estou fazendo algo errado?

—Nunca. Tenho que fazer as coisas mais lentas. Ayeska, quero que goze para mim, antes que eu goze. — ele dedilhava meu clitóris com a ponta do seu polegar— Acredita que possa me dar isso?

—Simmmm...ohhh simmmmm....

Comecei a lhe dizer, quando para minha surpresa e decepção, ele tirou seu cacete

—Max?

Logo descobri , senti sua língua enterrar-se em minha boceta.

- Ahhhhhhh...deuses....

Sua boca superava seus dedos, levando-me aos longínquos limites do tesão. Em um segundo alcançou meu ponto máximo, enquanto que sua boca desfrutava de todo o meu suco. Seu cacete duro como uma rocha, roçou contra minha perna.

“Como eu poderia resistir aos seus ansiosos lábios, seus dentes e ah, sua talentosa língua?”

Em um segundo ele me fez gritar totalmente fora de mim.

—Issoooo....assimmm...gozaaaaaaaaa...quero beber todo seu gozo, prima... — gemeu ele.

Então com sua boca toda melada do meu gozo, ele me beijou nos lábios, antes de deslizar-se e lamber entre minhas nádegas.

Meu cuzinho melado do gozo que escorria.

“Oh Meu Deus! Eu queria que ele tocasse todos os buracos do meu corpo e aparentemente ele tinha o mesmo desejo.”
Logo ele deslizou cacete dentro de minhas nádegas.

—Maxxxxx... ahhhhhhhh Agora realmente o tenho dentro de mim... — gemi.

Ele estava no limite quando chegou ao gozo dentro do meu cuzinho.

Sentia-me completa. Não havia forma de negá-lo.

Depois de tudo, descansamos como um casulo, com ele grudado em mim. Eu adorei sentir seu pênis roçando-me as coxas. Meus braços e pernas se enredaram nele.

Senti o peso do seu olhar em mim.

Meu primo tinha fama de ser seletivo, várias vezes nos últimos dias durante os preparativos da Festa de Casamento do Edu; ouvi meus primos dizerem que além de seletivo, ele não se deixava fisgar.

Eu estava confusa ainda, Max sempre foi impaciente comigo.

Sempre ralhava comigo e eu o odiava nessas horas.

Uma vez estávamos todos em férias no litoral e um adolescente apenas 03 anos mais velho do que eu se esfregava em mim seu pau enquanto me beijava, suas mãos por dentro da calcinha do meu biquíni, apertando minha bundinha. Seu pau duro se esfregando na minha bucetinha melada. Sentindo um tesão louco, queria-o dentro de mim.

Mas eu e ele levamos um balde de água gelada, quando ouvi uma voz furiosa gritar.

Era o meu primo Max, dez anos mais velho do que eu.

Seu olhar era tão furioso que se o garoto não corresse, teria apanhado dele.

Não tive a mesma sorte.

Max pegou-me pelo braço, me sacudiu e me xingou de tudo que era nome.

“ Biscatinha, galinha, putinha e assim afora.”

Naquele dia em diante passei a odia-lo e evita-lo todas as vezes que ficávamos sozinhos.

E agora, mais que de repente, me encontrava em seus braços após um sexo glorioso: relaxada e feliz.

Apagamos um nos braços do outro.

O alarme do despertador nos acordou horas depois de um profundo e reconfortante sono.

Para a minha surpresa, meu primo tinha uma ereção matutina que me esquentou outra vez. Mas por mais que eu o quisesse dentro de mim, a realidade me golpeava. Tinha que levantar-me e fazer um monte de coisas. Infelizmente tinha que jogá-lo da minha cama.
—Nem sequer tem tempo para uma rapidinha, prima? — Ele estava adorável pela manhã. Mesmo com o cabelo desordenado, era uma tentação.

Sorrindo com ar matreiro, ele se levantou e vi sua ereção.

- Max...sério preciso tomar uma ducha e fazer um monte de coisas e descansar mais um pouco. Amanhã terei que madrugar e o trampo não será nada fácil...

—Quer que eu parta sem uma ducha? perguntou com uma piscada.

—Ensaboarei suas costa, prima...

Ao escutar isso, minha boceta melou na hora.

“Ah que mal haveria em tomarmos uma ducha juntos?”- pensei, a xoxota piscando, já antecipando o prazer de senti-lo dentro de mim.

—Bom... teremos que tomar essa ducha rapidamente, sem brincadeiras ou segundas intenções... ok?

Ele riu.

—Vivo para te servir.

A ducha era bastante grande para uma pessoa, mas um pouco apertada para dois. Ainda mais que Max era alto.

Eu tinha que ser forte, disciplinada e completamente decidida ou ele me seduziria sem nenhuma perda de tempo.

Abri a torneira da ducha e água caiu sobre nós, peguei o shampoo e após colocar um pouco na palma da minha mão , comecei a ensaboar meus cabelos.

—Por que não me deixa fazê-lo? — seus dedos fortes massagearam meu couro cabeludo.

O aroma do meu shampoo, a sensação dos dedos dele e a corrente quente de água me levou a um estado de sonolência. Eu me inclinei para trás contra ele, sentindo a pressão de sua ereção contra meu corpo.

—Deus...prima, voce é deliciosa.... — sussurrou ele.

Esfregou seu cacete de cima e baixo por minhas nádegas num convite.

—Vê o que me faz? Perto de voce sempre fico duro.

Uma imagem visual do seu pau ereto em minha boca passou por mim e me fez sorrir.

—Qual é a piada? —sussurrou-lhe ele.

- Estar aqui com voce...é tão difícil de acreditar!

—Você reduz a minha natureza essencial.

Ri.

—Para os tipos de sua idade, tudo se reduz ao sexo, sexo e sexo 24/7.

Mas agora tinham conseguido tirar o shampoo do meu cabelo.

“Quem teria imaginado que lavar o cabelo com shampoo poderia ser tão erótico?”

Ele ficou de joelhos, assim eu podia lhe devolver o favor e lavar com shampoo seu cabelo. Isto o colocou na posição perfeita para chupar meus seios enquanto eu massageava seu couro cabeludo.

Eu estava assombrada com esta intimidade compartilhada com meu primo Max.

“Céus, eu o desejava outra vez, mas tinha que ir.”

Então começamos a ensaboar um ao outro.

Queria tocá-lo por toda parte, queria ser uma escultora e fazer uma estátua na qual poderia esfregar-me à vontade.

Ondas de sensualidade vibravam, enchendo o ar de um mormaço que podia sentir sob os cuidados dos meus sensíveis dedos.

Gemendo de desejo, eu apoiei suas costas contra a parede de azulejos e peguei seu pau em minha mão, ajoelhei-me diante dele e comecei a saborea-lo, degusta-lo.

Ele deu um gemido de aprovação.

Com a água que caía, passei a minha língua ao redor de sua glande e acima e abaixo do seu comprido e duro membro.

Ele gemia, a cada chupada e lambida; acariciando com suas mãos meu cabelo molhado.

Minha boceta doía por ele, mas não queria deixá-lo. Espremi levemente seus testículos. Ele ofegou e sussurrou:

—Nunca te ensinaram que não se deve brincar com comida?

Dei uma risadinha e logo em seguida ele me surpreendeu.

Com a minha boca aberta pela risada, não pude opor resistência quando Max se retirou e em segundos, suas mãos estavam debaixo do meu traseiro para levantar-me mais acima.

Abriu minhas pernas ao seu redor e estocou seu cacete duro dentro da minha boceta.

Minha xoxota o chupou para dentro de mim, profundamente e agarrei-me com força a ele, como se não tivesse intenção nenhuma de deixá-lo ir.
Gostei de sentir meus seios esmagados contra seu peito. Gostei como a sua boca envolvia a minha completamente, sua língua duelando com a minha, meu coração batia mais e mais rápido, enquanto ele estocava, bombava, num ritmo cada vez mais rápido, forte, nossas peles quentes apesar da ducha.

—Ohh, anjo...assim...me suga com essa bocetinha deliciosaaaaaa...aaaaaaa — gemeu ele —Aperta assimmm...que bocetinha apertada e gostosa...aaaaa

Com um gemido, me rendi totalmente a ele.

—Oh, deuses...cachorro, safado, sacana...assimm...mais forte...aaaaaaaaaa me mata assimmm...ohhhhhhh que deliciaaaaaaa... — suspirei, uma e outra vez, enquanto eu gozava.

Orgasmos múltiplos, a xoxota como se dando choquinhos, o gozo abundante.

Em seguida ele emparelhou comigo, explorando meu orgasmo enquanto metia dentro de mim e gritava seu êxtase.

Minutos depois ambos tremíamos e não era só porque a água definitivamente tinha esfriado.

—Max, foi assombroso... Mas tem que ir, e eu também...-falei lânguida.

Terminamos de nos enxaguar novamente e saímos da ducha e decidimos que passar a esponja um ao outro não era uma grande idéia.

—Quero te ver outra vez, Ayeska... Se não for esta noite, então amanhã.

Encolhi meus ombros de maneira evasiva.

—Tenho um monte de coisas para fazer hoje e como já lhe disse tenho que madrugar amanhã. Minha semana será bastante tumultuada. Sabe como é. – respondi envolvendo meu corpo molhado com a toalha.

Meus olhos fugindo dos seus.

—Há mais na vida que trabalho.

Não queria discutir com ele, então mantive a toalha ao meu redor com força e sai do banheiro ainda cheio de vapor e com aroma de sexo.

Fui até meu armário pegar minha roupa.

Deixei cair minha toalha. E uma vez vestida e preparada para sair, ele iria compreender que o interlúdio tinha acabado e iria embora.
Max me olhou furioso; quando vestida, acenei para ele e pedindo que trancasse a porta e deixasse na casa dos seus pais a chave da minha casa.

“Covarde? Sim. Com medo? Sim! “

E assim saí sem olhar para trás. Sabia que ele era persistente e que ainda viria atrás de mim. Mas isso é outra história ou estória... rsrs.
Ayesk@