quarta-feira, 30 de junho de 2010

Série: PRAZER PROIBIDO I : Oh, que Delícia de Primo!!!Mmm...




Estava entediada na Festa de Casamento do meu primo Eduardo.

Quando percebi meu primo Max vir em minha direção, mexi-me desconfortavelmente na cadeira.

Max era irmão mais velho do meu primo Edu.

Estudou no exterior, morava agora em outro Estado e raramente eu o via.

Quando menina, nós vivíamos brigando.

Ele tinha um prazer sádico em me provocar todas as vezes que nos encontrávamos.

Eu tinha certeza que ele sabia do meu relacionamento incestuoso com Eduardo.

E de comum acordo, eu e Eduardo resolvemos não ter mais nenhuma relação sexual. Afinal ele havia encontrado sua cara-metade.

Ele a amava e decidimos que era melhor assim.

Max era um solteirão convicto, aos 35 anos era dono de uma empresa e colecionava mulheres.

- Quer dançar , Ayeska?

Surpresa levantei meus olhos pra aquele homem sensual que me oferecia sua mão.

- Ah, obrigada Max. É muito amável de sua parte, mas não é necessário. Todo os nossos familiares sabem que não nos suportamos.

- Não somos mais crianças. Que tal uma trégua? – ele me respondeu, seus olhos verde-azulados se estreitando um pouco, os cabelos pretos e um pouco compridos na gola do smoking. – E quero dançar com você, prima. Fim de história.

Ele puxou-me, levantando-me da cadeira.

Não teve que esforçar-se muito.

Sempre havia achado Max, muito bonito. Era meu primo mais velho e houve uma época antes de transar com seu irmão ( meu primo Eduardo); em que pensei estar apaixonada por Max.

Ele era muito mais alto e forte que eu, e o demonstrou quando tomou-me em seus braços para dançar na pista entre todos os convidados.

De repente senti sua ereção pressionando meu ventre.

Com saltos altos, não ficava tão baixinha perto dele.

Ele era inclusive mais alto alguns centímetros que Eduardo.

O cheiro cítrico de Max me excitava e eu senti necessidade de lamber sua pele e mordisca-la.

Meus mamilos se retesaram por baixo do tecido do soutien e do vestido.

Me recostei mais em seus braços; meu lado perverso, de garotinha má queria que ele sentisse minha reação à sua ereção. Um gemido em meu ouvido, demonstrou sua aprovação.

“ Nossa, encontrava-se dançando com meu primo, com os nossos familiares ao nosso redor. Eles poderiam notar aquela aproximidade."

Nossos corpos se movendo em uma dança sensual.

- Odeio ter que dizer isso, prima. – grunhiu ele em meu ouvido, arqueando seus quadris para que eu notasse que estávamos na mesma situação.

- Tenho que ir. Acredite, não quero ir. Mas tenho que levar minha acompanhante embora. Ela tem que levantar muito cedo amanhã.

- Obrigada pela dança, primo. Nos vemos outro dia, então.

Ao fitar seus olhos, me surpreendi.

Seus olhos me devoravam.

- Ah, isso não é um Adeus. Vou leva-la para casa, mas voltarei logo. Quero te levar pra casa prima. Fiquei sabendo que seus pais não puderam vir ao casamento pois estão viajando para o exterior.

- É verdade.

Antes que pudesse falar mais alguma coisa, uma garota alta, magra, cabelos pretos encaracolados e pele morena aproximou-se do meu primo.

Colocou a mão em seu braço e olhou-me com desdém.

- Max querido, precisamos ir. Tenho que levantar bem cedinho amanhã. – suas unhas compridas esmaltadas num vermelho intenso apertaram possessivamente o braço do meu primo.

- Carla, quero lhe apresentar minha prima Ayeska. – respondeu Max, olhando-me fixamente.

Ao ouvir que eu era sua prima, a garota relaxou o corpo e com um sorriso estendeu uma das mãos para mim.

- Ah, desculpe...não sabia que era prima do Max.

- Vamos, Carla. – Max inclinou-se em minha direção e num sussurro falou no meu ouvido. – Me espere, volto logo.

A linda morena despediu-se de mim com um aceno e lá se foram os dois.

Quarenta e cinco minutos depois...

Eu estava me despedindo de meu primo Edu e de sua esposa quando Max se aproximou.

Percebi que Edu ficou surpreso ao ver Max colocar o braço em minha cintura e dizer que ia me dar uma carona.

Edu olhou-me sem entender e levantei os ombros sorrindo.

Após as despedidas, Max levou-me em direção do seu carro.

Um automóvel grande de cor prata.

- Amanhã será um dia muito comprido para mim, Max. Tenho que chegar logo em casa.

- Amanhã é domingo, prima.

- Eu sei, mas na segunda terei que madrugar. E tenho um monte de coisas para fazer amanhã. E preciso dormir.

Max fez uma pausa antes de abrir a porta.

- Está bem...

Ele abriu a porta e sentei-me no assento de couro. O interior do seu carro cheirava couro e carro novo.

Meu primo Max, sentou no assento de motorista e puxou-me em sua direção.

- Quero saber tudo que tem feito prima. Inferno, quero saber o que tem feito. Ayeska, você é tão doce, tão gostosa prima...macia...- ele sussurrou, enquanto baixava seu rosto em direção ao meu.

O beijo foi suave.

- Sei que quer chegar logo em sua casa, mas que tal darmos uma volta? Será rápido.

- Uma volta aonde, Max?

- Quero leva-la a um lugar. Nunca levei ninguém lá. E não se preocupe, prima. Se você não gostar do lugar, te levarei embora.- Olhe não vamos demorar, prometo.

Naquela hora da madrugada, as ruas estavam vazias. Em minutos, Max passou pelo centro, seguiu um caminho longo, até chegar num local arborizado e estacionou.

- Por que estamos aqui?

- Este é meu lugar especial, prima. E quero uma dança a mais contigo aqui.

- Quer dançar nesse campo?

Sem responder a minha pergunta, Max conduziu seu carro até parar debaixo de uma enorme árvore.

Meus saltos afundaram-se na terra e então os tirei.

Gostei de sentir como a suave grama fazia cócegas em meus pés relaxando-os.


A noite estava fresca e estremeci.

Meu primo abriu a porta do carro e uma música começou a tocar.

Aproximando-se de mim, ele pôs seus braços ao meu redor e me abraçou por trás.

- Frio?

- Não muito... – "Nossa, como o abraço dele era gostoso. Poderia ficar nele semanas."

- Voce gosta muito de música, não é?

- Sim, gosto.

- Conhece esta canção?

- Sim, conheço. É uma das minhas preferidas...

Enquanto a música celta tocava, Max me virou em seus braços e começamos a nos mover no ritmo da música.

Sua boca desceu sobre a minha, sua língua e seus dentes tomando posse da minha boca.

Nossos corpos moviam-se juntos.

Meus mamilos, agora túrgidos, pressionavam com força seu tórax. Meu corpo ansiava pelo dele.

Meu primo Max, aquele que brigava comigo, que me deixava louca de raiva com suas provocações quando era menina, estava me deixando louca de tesão.

A música terminou.

- Vou pôr de novo – falou Max, sua voz rouca.

Ofeguei.

- Sim... coloque de novo. Gosto de “ In a lifetime” com o Bono do U-2 e o grupo irlandês Clannad.

Ele voltou junto a mim, colocou uma mão embaixo das minhas costas, pressionando-a ligeiramente.

- Tenho que ir...- sussurrei quando a música terminou outra vez.

Apertei-me contra sua ereção, ficando nas pontas dos pés.

Max captou minha mensagem.

Levantou-me, assim eu podia enroscar minhas pernas por cima dos seus quadris, minha saia subiu.

Abri minhas coxas o mais que podia, minha boceta quente e molhada na seda macia da minha calcinha.

Max, com ambas as mãos firmemente sobre as minhas nádegas, apoiou-me contra a árvore. Deslizou minha boceta acima e abaixo ao longo da sua enorme ereção, esfregando-a numa erótica fricção.

"Eu não podia acreditar no que acontecia.
Max , uma vez disse que eu não lhe dava tesão.
Que não entendia por que seu irmão Eduardo e nosso primo Cabeto ficavam excitados ao meu ver."

- Como se sente, Ayeska... – sua voz soou rouca.

- Ahhhhhh...mais...quero mais...agora...- respondi num suspiro.

- Prima, sou todo seu...agarra-me forte...

O agarrei com braços e pernas, e logo senti minha calcinha deslizando para um lado, expondo-me ao ar da noite.

Ele desceu o zíper da sua calça e a desceu juntamente com sua cueca boxer o suficiente para seu pau roçar na minha fenda.

Com ambas as mãos ele me sustentou para que seu pau se equilibrasse na molhada abertura entre as minhas coxas.

Fechei meus olhos, absorvendo a sensação daquele contato tão íntimo.

Eu estava tão molhada, que em um segundo Max estava dentro de mim e tão profundamente quanto pôde.

“ Deus! Ele era muito grande, melhor, mais quente e mais delicioso do que eu esperava.”

Apertei-o com força em minha boceta.

Queria fazer tudo com ele e por ele.

Ele gemeu.

- Ahhhh prima... você é incrível...se eu me mover, vou gozar...

Minha excitação aumentou ao entender o que ele quis dizer.

Mas, não podíamos ficar sem nos movermos, não quando queríamos tanto aquilo. Eu me movia com fome de senti-lo por toda parte e com desejo de agrada-lo.

Com um controle que me surpreendeu, arqueei meus quadris o suficiente para minha boceta morde-lo.

O gemido que ele deu, foi como música aos meus ouvidos, mostrando como ele tentava se conter.

Eu queria, ansiava pela fricção do seu pênis deslizando dentro e fora de mim.

Eu queria satisfazer aquele homem. Mesmo ele sendo meu primo, antes de tudo ele era Homem.

Ele se deteve apertando seus dentes com o esforço de parar o inevitável. Eu choraminguei em protesto, na interrupção de seu sensual ritmo.

- Ayeska...prima...ohhhhhhhhh...não posso... – ao dizer isso ele afundou profundamente dentro de mim e começou a empurrar mais rápido, mais duro.

Eu o agarrei e comecei a tremer com a força do meu orgasmo, enquanto ele gritava o seu.

Estremecendo-se com a força do que compartilhamos, nos olhamos fixamente em um íntimo silêncio.

Eu o sentia duro dentro de mim, agarrando-me como se nunca fosse me deixar ir e caímos na grama.

Max me embalou enquanto ficávamos de lado.

- Foi incrível, prima...

Ele acariciou meu rosto e num segundo se levantou, ajeitou suas roupas e me pegando no colo, colocou-me com cuidado sobre o assento de trás do carro. Ele veio também para trás.

Sentando ao meu lado, me beijou suavemente.

- Aposto que não sabia que os assentos de trás reclinam.

Apesar do meu orgasmo muito recente, senti minha boceta novamente quente e úmida. Os assentos formaram uma suave e lisa superfície, qualidade no couro suave e flexível.

Nossas pernas se entrelaçaram e eu senti que meu primo Max estava novamente com o cacete duro e preparado para continuar.

- Prima...voce é a primeira que trago aqui.

Não gostei de ouvir isso, pois não queria sair machucada.

- Lamento se digo o que penso e sinto, prima...- sussurrou ao notar que estremeci ao ouvi-lo dizer que eu era a primeira que ele trazia no seu lugar favorito.

Movi minha mão sobre seu membro volumoso. Ele pôs sua mão sobre a minha e a colocou abaixo. Eu pude então sentir seu pau pressionando o tecido da sua calça. Deslizei minha mão para dentro e ele abriu a calça e a desceu mostrando a evidencia do seu tesão.

- Quero provar... – murmurei, meus lábios rodearam seu pau e o lambi por toda parte, mordiscando a carne sensível.

Ele sustentou minha cabeça com ambas as mãos enquanto eu o provocava com minha língua e dentes.

Seus gemidos me disseram tudo que eu queria ouvir.

Lambi suas bolas por toda parte. Eu o queria e logo.

Queria acariciar suas bolas, seu traseiro, para encher-me de sua essência almiscarada de macho e experimentar tudo e todas as sensações do prazer de estar junto com ele.

Antes que eu colocasse seu pau na minha boca de novo, quis explorar o território. Max tinha coxas e pernas musculosas, um sexy traseiro e testículos tentadores.

Toquei a parte sensível do interior de suas coxas e ele se retorceu. Minha boceta vibrou com tesão.

Lambi a dobra entre a coxa e sua virilha, rodeei a cabeça de seu pênis com a língua e mordisquei ao longo do seu reto cacete. Eu estava pronta para toma-lo completamente em minha boca outra vez, quando Max num grunhido perdeu o controle.

Em um movimento veloz, ele arrancou minha calcinha rasgando-a e me colocou em cima dele, montando em sua ereção.

“- Ohhhhhhh Deus, ele estava duro e delicioso com suas investidas rítmicas.”

Meu clitóris friccionado a cada estocada, rodando meus quadris com ele, ele aprofundou e apertou-se dentro de mim, girando seu pênis.

- Ahhhhhhhh prima, o que está me fazendo?

- Ohhhhhhhh o que você está me fazendo, primo...

Ele ofegava e grunhia, enquanto para o meu assombro ele crescia mais e ficava mais duro dentro de mim, pressionando cada nervo interno.

Ele colocou suas mãos sobre a parte traseira das minhas coxas enquanto executava sua dança selvagem.

- Ayeskaaaaaaaa...estás me matando...eu quero te saborear...

Apertei os músculos da minha vagina.

E como resposta ele estocou profundamente e apertou meus seios, enquanto tirava o vestido embolado na minha cintura deixando-me completamente nua em seu colo.

Sua boca mordiscava meus mamilos e suas estocadas acompanhavam minha cavalgada.

- Maxxxxxxxxxx...vou gozar...agoraaaaa....

Com um grito de triunfo ele me seguiu. Bombeando sua porra dentro de mim. Apertei meus dentes ante o poder dos meus orgasmos, estremecendo-me.

Quando nossas respirações ficaram normais, ele me aconchegou junto a ele.

Esse gesto me comoveu e como tudo que aconteceu naquela noite entre eu e o meu primo: ele me surpreendeu também.

Senti-me vulnerável. Ele era meu primo e não estava certo aquilo. Tinhamos o mesmo sangue, éramos primos.

- Max, está dormindo?

- Está brincando! De maneira nenhuma. Acha que eu desperdiçaria dormindo?

- Preciso ir para casa.

Ele me beijou, acariciando meu rosto com seu dedo.

- Eu disse que a levaria e cumpro o que prometo.

- Então é melhor nos dois nos vestirmos....- respondi.

Nos vestimos e nos movemos para acomodarmos nos assentos da frente do carro.

Minha calcinha estava rasgada, o vestido amassado.

Quando chegamos minutos mais tarde em frente da minha casa, Max desligou o motor do carro.

- Seus pais; meus tios não moram com voce, né? Posso entrar?

Olhei para a frente da casa e num suspiro respondi:

- Uns minutos a mais, acho que não fará diferença...

Não sei como, mas o fato é que em um período bem curto de tempo, estávamos em minha cama, ambos nus.

- Continua...


* Dedico esse conto a um amigo: V.P. *

Ayesk@

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