sábado, 26 de junho de 2010

Série : Vampiro - ERIC!

CONTINUAÇÃO : ALTO, MORENO E FAMINTO...

- Venha! – num tom urgente, aquele homem moreno e alto puxou-me pela mão e me levou em direção do corredor e abrindo uma porta; me arrastou para dentro.

Sem entender nada, me vi lá fora com ele, em direção a um carro preto enorme.

- Vou leva-la para casa!

- Mas...nem me despedi da minha amiga!

Uma luz suave foi acesa dentro do enorme carro preto, quando me recostei contra as macias almofadas de couro. A janela separando o motorista dos passageiros estava fechada, quando Eric deslizou dentro da limusine, fechando a porta atrás dele.

Eu estava sozinha com ele, que me olhava fixamente com aquela mesma expressão intensa com que me observara na festa.

Um brilho predatório apareceu em seus olhos, enquanto ele sentava mais perto de mim.

Eric Saint-Clair esticou seu braço na parte de trás do banco atrás de mim.

Erguendo sua outra mão, ele esfregou os dedos contra a minha bochecha. “Sua pele é tão macia, suave...” Seus dedos deslizaram para trás do meu pescoço. A pressão gentil me puxou para ele, que se aproximou mais.

“Você é uma mulher adorável.”

Então sua boca desceu sobre a minha.

Saboreando, degustando, enquanto sua língua agilmente duelava com a minha.

Meu coração começou a bater de forma irregular.

Afastei meus lábios dos dele, ofegante olhei fixamente para seus olhos.

" Por que ele era tão irresistível? "

- Você é audacioso...

- Eu sou um homem audacioso. Eu vejo o que eu quero, e consigo.

Notei algo diferente em seus olhos; como se faíscas amarelas nas íris de seus olhos negros.

- O que você quer? – perguntei.

Seu olhar tempestuoso era mais intenso do que antes.

- Você, Ayeska. Eu quero você. Você também me quer?

Nem consegui responder, senti seus beijos suaves no meu pescoço e garganta , seu cheiro e gosto me aqueciam. O desejo de foder com ele ficou mais forte. Suspirando, fechei os olhos e curvei a cabeça para o lado, dando um acesso maior a ele.
Eric ergueu a cabeça do meu pescoço e olhou-me fixamente no rosto. Inalou a base do meu pescoço, suas narinas respirando forte de encontro a minha pele.

Seu cheiro o deixava louco. Ela tinha seu odor natural que misturado com o perfume que usava era um verdadeiro afrodisíaco para ele.

A luxúria fez seu sangue ferver. Seus testículos se contraíram e seu pênis aumentou ao endurecer.

Seu corpo exigiu que ele acasalasse agora.

O suor apareceu inesperadamente em sua testa, enquanto ele lutava para controlar o desejo de rasgar a roupa de Ayeska, puxar ela para debaixo dele e mergulhar seu pênis dentro e fora dela tão duro e fundo quanto possível.

Ele segurou meu rosto com as mãos:

- Eu quero você, Ayeska. ele repetiu. -Você também me quer?

Abri os olhos e olhei fixamente nos seus.

"Por que lutar contra o destino? Eu o quisera desde que o vi me olhando na festa."

- Sim, Eric, eu quero você.- Ergui minha cabeça,e o beijei.

Gemendo, ele me puxou sobre seu colo, seu braço esquerdo em meus ombros enquanto ele deslizava a mão direita debaixo do vestido que envolvia os meus quadris e coxas. Segurou a parte do vestido com a mão e puxou até tocar a minha pele. Quando sua mão deslizou nas minhas coxas, o vestido foi levantado. Senti seus dedos mornos, ásperos, roçando minhas coxas,fazendo-me estremecer de antecipação. Eu queria este homem mais do que qualquer outro que já encontrara.

Com o sangue batendo em suas orelhas, Eric chupou a língua de Ayeska. Conseguindo manter sua alma de lobisomem sobre controle.

Ele queria mais do que só um sexo rápido.

Primeiro ele queria tocar, fazer com que Ayeska se derretesse em seus braços, assim ele podia observar o rosto dela à medida em que chegava ao gozo. Então ele poderia ter seu prazer e fazê-la gozar novamente.
Reposicionando Ayeska em seu colo, ele empurrou seu vestido para cima de suas coxas e deslizou seus dedos entre suas pernas. Quando os dedos alcançaram sua fina calcinha de seda, ele a afastou.

Ainda no início de seu tesão, ela estava apenas um pouco inchada, mas úmida, muito, muito úmida.

Seu pênis repuxou contra sua calça. Ele precisava que ela o tocasse.

Afastando a mão de suas coxas, Eric abriu a braguilha da calça; que caiu silenciosamente no chão do carro. Ele rasgou a cueca de seda deixando seu pênis livre. Pegando uma das mãos pequenas de Ayeska, ele a guiou para sua ereção, estremecendo quando os dedos dela tocaram seu comprimento, movendo e acariciando de cima para baixo.

Quando suas línguas se encontraram, Ayeska agarrou o pênis deles e, lentamente a princípio, então mais e mais rápido, bombeou, seus dedos apertando, relaxando o aperto, então apertando com mais força de novo. Eric gemeu em sua boca quando ela tocou as primeiras gotas na cabeça úmida do seu pênis. Seus testículos se apertaram mais. O desejo para gozar se intensificava.

- Calma, amor...ainda não...calma... você tem que gozar primeiro.

Eu não protestei quando Eric puxou a minha mão de seu pênis e deslizou a dele entre as minhas coxas. Ele deslizou os dedos na minha fenda úmida.

Quando ele deslizou os dedos entre minhas pernas, gemi e as abri.

“- Sim. Era isto o que eu procurava, o que eu precisava.”

Enfiei a língua na boca dele, enroscando-a com a minha. Quando ele deslizou o primeiro dedo e então um segundo dentro de mim, soluçei e empurrei meus quadris contra a mão dele.

“- Mais, por favor, mais.”

Inclinei a cabeça, quando sua boca deixou a minha, para plantar suaves beijos do pescoço até meus seios cobertos.

O som do tecido se rasgando umedeceu minha buceta, quando Eric usou os dentes para rasgar o vestido e o sutiã dos meus seios. Ele chupou primeiro um e então o outro mamilo em sua boca quente, os dedos escorregando ao redor de meu clitóris.
Gemendo em sua boca, empurrei os quadris, a xoxota úmida contra a mão dele.

Ele levantou a cabeça do meu seio e olhou fixamente em meu rosto.

“- O que você quer, Ayeska?”

Agarrei seus ombros com as mãos, puxando contra os dedos que se introduziam entre minhas coxas.

“- Você,” soluçei. “- Por favor, eu preciso de você dentro de mim.”

A respiração dele tornou-se mais ofegante.

“- Assim?” perguntou-me enquanto empurrava dois dedos dentro de mim.

Um baixo gemido escapou da minha garganta, quando arqueei contra os seus dedos que brincavam entre minhas coxas, os músculos internos tentando agarrar os dedos escorregadios quando esfreguei meus quadris contra eles. Minha excitação aumentou, o odor de sexo, perfume, cheiro de peles tomando conta do interior daquele carro enorme.

Eric chupou meu mamilo rígido e vermelho, deslizando então um terceiro dedo dentro de mim.

Os músculos do meu estômago se apertaram e minhas coxas estremeceram.

“- Oh Deus, oh Deus, oh Deus...aaaaaaaaaaaaaa”

Ele ergueu a cabeça dos meus seios e fitou meus olhos.

“- Agora, amor, goze para mim agora...Goze...”

E gozei.

Antes de parar de estremecer do meu orgasmo, Eric se sentou no banco do carro e puxou-me sobre seu colo de frente para ele.

“Eu tinha que estar dentro dela. Agora!"

“Ponha suas pernas ao redor de minha cintura, amor.”

Assim que o fiz, ele empurrou meu vestido até a cintura, me ergueu em cima dele, e me colocou sobre seu pênis, empurrando em meu interior na medida em que podia.

“- Por todos os deuses,como você é apertada,” ele gemeu.

Ele enterrou o rosto no meu pescoço, agarrou meu traseiro e me puxou contra ele, começando a se mover.

Minha mão deslizou para baixo de sua camisa, juntou o tecido em suas mãos e a puxei. Botões voaram quando abriu a camisa e enfiei meus dedos pelo seu tórax. Eu belisquei um mamilo.
Friccionei meus dentes, quando minhas bolas se apertaram mais. Nunca pensei que meu pênis podia ficar tão duro e inchado como eu o sentia agora. Mesmo assim lutei contra a pressão. Meu pênis não tinha estado dentro de uma mulher como ela , as mulheres da minha matilha só matavam minha fome por sexo sem envolvimento, mas essa mulher mexia com ele. O deixava louco para gozar sem parar e fode-la de todas as formas possíveis e impossíveis.Ele lutaria contra o desejo de gozar e continuar se enterrando em Ayeska enquanto pudesse, permitindo a seus músculos lisos pegar, apertar, e apertar até ela retirar dele toda gota de resistência. Só então ele iria se permitir o clímax tão esperado.

Gemendo, curvei meus seios contra a boca dele, enquanto ele me empalava em seu pênis. Ele estava muito quente, muito, muito duro. Meus músculos se estiravam para acomodar o comprimento dele, então se apertavam em torno dele.

Sentada nas coxas dele com as pernas ao redor da sua cintura, Ayeska estremeceu quando ele a estirou e encheu como nenhum outro homem antes. Ela arqueou, e ele deslizou mais fundo. Ela pegou seu ritmo, puxando-o mais fundo e mais fundo a cada punhalada, estocada, a cada bombada.

Ele ergueu o rosto até o meu pescoço, abaixou a cabeça, chupou um mamilo e então o beliscou.

Uma onda de eletricidade pareceu percorrer meu mamilo até minha virilha. Ele chupou de novo e girou os quadris, empurrando seu pênis mais fundo.

Rodei os quadris e puxei contra ele, chupando seu pênis mais fundo em meu corpo.

“- Ela era quente, tão quente...apertada...gostosa...”

A pressão aumentou. Eu joguei a cabeça para trás quando tive outro orgasmo.

O aperto final de seus músculos foi demais para Eric. Ele enterrou o pênis em Ayeska, quando sentiu seu pênis estourar com toda força.
Ofegando, lágrimas escorrendo em minhas bochechas, desmoronei contra o tórax dele, inalando a combinação de sua loção e o odor sem igual daquele homem, alto, moreno e faminto. Nunca havia experimentado um sexo tão selvagem, desinibido. Naquele momento, pensei que sequer podia erguer a cabeça.

Aninhando-se no pescoço dele, lambi uma gota do seu suor com a minha língua.

Ao suave toque da língua de Ayeska contra seu pescoço, enviou uma onda elétrica pelo pênis ainda duro de Eric. Ele deslizou as mãos pelo traseiro redondo dela e começou a apalpar, separando suas nádegas e depois juntado-as novamente.

Eu gemi e apertei os músculos da minha buceta melada ao redor de seu pênis.

Então Eric percebeu que o carro parara de se mover.

Suspirando, ele deslizou as mãos à cintura dela, ergueu-a e retirou-a de seu pênis, e a sentou no banco próximo a ele.

Suspirando feliz, Ayeska se aconchegou contra ele.

Seu pênis ereto sacudiu, e o lobisomem em Eric rosnou em desgosto. Ele queria se acasalar com Ayeska e a reivindicar como sua.

E pensar que horas antes, não conseguia entender o motivo de Anthony, seu amigo; estar envolvido com uma fêmea humana.

Uma fêmea que Anthony ainda não havia reivindicado como sua.

Passando os dedos por seu cabelo, Eric sorriu.

“- Fazendo amor dentro do seu carro...com uma humana, quem diria!rsrs

Logo ele que dizia que nunca encontraria uma companheira.”

Assim que Anthony soubesse sobre isto, ele nunca teria paz.

Erguendo-se um pouco, Eric colocou o pênis dentro de sua calça comprida, dobrou os restos de sua cueca rasgada para dentro e fechou o zíper. Ele ajeitou a camisa o melhor que pôde e a comprimiu dentro das calças.

Os seios de Ayeska tocaram seu braço, e o lobisomem em sua alma exigiu assumir o controle.

Eric controlou seu desejo com sua férrea vontade.
Ayeska estava deitada no banco próximo a ele, de olhos fechados, um sorriso leve em seu rosto. Alguns fios de cabelos vermelhos estavam enroscados em sua bochecha e pescoço. Seu vestido ainda estava em sua cintura. Seus mamilos estavam duros, e o vértice de suas coxas pareceram brilhar com uma luz própria.

Eric se mexeu para acomodar sua ereção. Se eles não saíssem do carro agora, ele faria tudo de novo.

“Ayeska, estamos em sua casa.”

Ela abriu os olhos e sorriu.

Uma onda de possessividade percorreu Eric, quando ele olhou fixamente nos olhos dela.

“- Casa. Ela era sua! Nenhum outro homem jamais a teria de novo.”

Quando olhei fixamente para o rosto de Eric, a lembrança dos meus orgasmos múltiplos desapareceram de minha mente.

“- Casa? Que casa? “- perguntei confusa.

Até que abaixei o vidro da janela ao meu lado e vi minha casa.

Me ergui, e meu traseiro nu afundou no assento de couro suave. Dois pontos vermelhos de seda vermelha estavam perto de mim no banco.Eric rasgara minha calcinha em duas.

Ele rasgara a parte de cima do meu vestido e soutien também. Nenhum homem jamais estivera tão excitado e selvagem assim com ela.

Olhei para baixo e o calor se espalhou em meu rosto. Meus seios estavam completamente nus. E o que era pior, meu vestido estava ao redor de minha cintura. Eu o baixei e cobri meus seios com as mãos.

Eric riu. “Eu já vi seus seios, amor, e os beijei e chupei.” – seus olhos negros brilhantes.

Corei ainda mais.

“- Talvez você tenha, mas eu não pretendo sair do seu carro, meio nua; assim qualquer um pode dar uma olhada.”

Sorrindo, Eric retirou o casaco preto e comprido de seus ombros.

"-Vista isto.”

Meus duros mamilos vermelhos ficaram expostos ao ar fresco, enquanto eu vestia o casaco e o apertava ao redor do meu corpo.

Quando terminei de vestir o casaco, Eric abriu a porta e saiu. Meneando a cabeça para o motorista, ele ofereceu sua mão.

Assim que ele me ajudou a sair do carro, eu dei uma olhada. O meu rosto pegou fogo quando vi que o motorista me encarava, um olhar pasmo na face dele.

“- Nossa!! Eu não posso estar tão ruim assim, posso?” – pensei encabulada.

Com a mão dele em minhas costas, Eric me guiou até a entrada da minha casa.

- Nos despedimos aqui. – falei enquanto abria a porta da minha casa.

- Quando a verei de novo?

Lembrando dos momentos tórridos dentro do carro e sentindo que aquela foda era apenas o começo, respondi:

- Não sei...talvez seja melhor não nos vermos.

- Você é minha...queira ou não queira...Voce é minha e a tomarei.

Com um toque do seu dedo no meu rosto, ele virou-se em direção do carro e foi embora, enquanto de pernas bambas eu entrava dentro de casa.

Tranquei a porta, subi para o quarto e fui para o banheiro tomar um banho e deitar-me. Ao tirar o casaco de Eric, senti seu cheiro.

Um cheiro intrigante, selvagem, sedutor.

Amanhã teria uma conversa com a minha amiga Aline.

Eu sabia que no fundo, no fundo, aquela noite era apenas o começo de algo inexplicado.


Ayesk@

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