quarta-feira, 30 de junho de 2010

Série: PRAZER PROIBIDO I : Oh, que Delícia de Primo!!!Mmm...




Estava entediada na Festa de Casamento do meu primo Eduardo.

Quando percebi meu primo Max vir em minha direção, mexi-me desconfortavelmente na cadeira.

Max era irmão mais velho do meu primo Edu.

Estudou no exterior, morava agora em outro Estado e raramente eu o via.

Quando menina, nós vivíamos brigando.

Ele tinha um prazer sádico em me provocar todas as vezes que nos encontrávamos.

Eu tinha certeza que ele sabia do meu relacionamento incestuoso com Eduardo.

E de comum acordo, eu e Eduardo resolvemos não ter mais nenhuma relação sexual. Afinal ele havia encontrado sua cara-metade.

Ele a amava e decidimos que era melhor assim.

Max era um solteirão convicto, aos 35 anos era dono de uma empresa e colecionava mulheres.

- Quer dançar , Ayeska?

Surpresa levantei meus olhos pra aquele homem sensual que me oferecia sua mão.

- Ah, obrigada Max. É muito amável de sua parte, mas não é necessário. Todo os nossos familiares sabem que não nos suportamos.

- Não somos mais crianças. Que tal uma trégua? – ele me respondeu, seus olhos verde-azulados se estreitando um pouco, os cabelos pretos e um pouco compridos na gola do smoking. – E quero dançar com você, prima. Fim de história.

Ele puxou-me, levantando-me da cadeira.

Não teve que esforçar-se muito.

Sempre havia achado Max, muito bonito. Era meu primo mais velho e houve uma época antes de transar com seu irmão ( meu primo Eduardo); em que pensei estar apaixonada por Max.

Ele era muito mais alto e forte que eu, e o demonstrou quando tomou-me em seus braços para dançar na pista entre todos os convidados.

De repente senti sua ereção pressionando meu ventre.

Com saltos altos, não ficava tão baixinha perto dele.

Ele era inclusive mais alto alguns centímetros que Eduardo.

O cheiro cítrico de Max me excitava e eu senti necessidade de lamber sua pele e mordisca-la.

Meus mamilos se retesaram por baixo do tecido do soutien e do vestido.

Me recostei mais em seus braços; meu lado perverso, de garotinha má queria que ele sentisse minha reação à sua ereção. Um gemido em meu ouvido, demonstrou sua aprovação.

“ Nossa, encontrava-se dançando com meu primo, com os nossos familiares ao nosso redor. Eles poderiam notar aquela aproximidade."

Nossos corpos se movendo em uma dança sensual.

- Odeio ter que dizer isso, prima. – grunhiu ele em meu ouvido, arqueando seus quadris para que eu notasse que estávamos na mesma situação.

- Tenho que ir. Acredite, não quero ir. Mas tenho que levar minha acompanhante embora. Ela tem que levantar muito cedo amanhã.

- Obrigada pela dança, primo. Nos vemos outro dia, então.

Ao fitar seus olhos, me surpreendi.

Seus olhos me devoravam.

- Ah, isso não é um Adeus. Vou leva-la para casa, mas voltarei logo. Quero te levar pra casa prima. Fiquei sabendo que seus pais não puderam vir ao casamento pois estão viajando para o exterior.

- É verdade.

Antes que pudesse falar mais alguma coisa, uma garota alta, magra, cabelos pretos encaracolados e pele morena aproximou-se do meu primo.

Colocou a mão em seu braço e olhou-me com desdém.

- Max querido, precisamos ir. Tenho que levantar bem cedinho amanhã. – suas unhas compridas esmaltadas num vermelho intenso apertaram possessivamente o braço do meu primo.

- Carla, quero lhe apresentar minha prima Ayeska. – respondeu Max, olhando-me fixamente.

Ao ouvir que eu era sua prima, a garota relaxou o corpo e com um sorriso estendeu uma das mãos para mim.

- Ah, desculpe...não sabia que era prima do Max.

- Vamos, Carla. – Max inclinou-se em minha direção e num sussurro falou no meu ouvido. – Me espere, volto logo.

A linda morena despediu-se de mim com um aceno e lá se foram os dois.

Quarenta e cinco minutos depois...

Eu estava me despedindo de meu primo Edu e de sua esposa quando Max se aproximou.

Percebi que Edu ficou surpreso ao ver Max colocar o braço em minha cintura e dizer que ia me dar uma carona.

Edu olhou-me sem entender e levantei os ombros sorrindo.

Após as despedidas, Max levou-me em direção do seu carro.

Um automóvel grande de cor prata.

- Amanhã será um dia muito comprido para mim, Max. Tenho que chegar logo em casa.

- Amanhã é domingo, prima.

- Eu sei, mas na segunda terei que madrugar. E tenho um monte de coisas para fazer amanhã. E preciso dormir.

Max fez uma pausa antes de abrir a porta.

- Está bem...

Ele abriu a porta e sentei-me no assento de couro. O interior do seu carro cheirava couro e carro novo.

Meu primo Max, sentou no assento de motorista e puxou-me em sua direção.

- Quero saber tudo que tem feito prima. Inferno, quero saber o que tem feito. Ayeska, você é tão doce, tão gostosa prima...macia...- ele sussurrou, enquanto baixava seu rosto em direção ao meu.

O beijo foi suave.

- Sei que quer chegar logo em sua casa, mas que tal darmos uma volta? Será rápido.

- Uma volta aonde, Max?

- Quero leva-la a um lugar. Nunca levei ninguém lá. E não se preocupe, prima. Se você não gostar do lugar, te levarei embora.- Olhe não vamos demorar, prometo.

Naquela hora da madrugada, as ruas estavam vazias. Em minutos, Max passou pelo centro, seguiu um caminho longo, até chegar num local arborizado e estacionou.

- Por que estamos aqui?

- Este é meu lugar especial, prima. E quero uma dança a mais contigo aqui.

- Quer dançar nesse campo?

Sem responder a minha pergunta, Max conduziu seu carro até parar debaixo de uma enorme árvore.

Meus saltos afundaram-se na terra e então os tirei.

Gostei de sentir como a suave grama fazia cócegas em meus pés relaxando-os.


A noite estava fresca e estremeci.

Meu primo abriu a porta do carro e uma música começou a tocar.

Aproximando-se de mim, ele pôs seus braços ao meu redor e me abraçou por trás.

- Frio?

- Não muito... – "Nossa, como o abraço dele era gostoso. Poderia ficar nele semanas."

- Voce gosta muito de música, não é?

- Sim, gosto.

- Conhece esta canção?

- Sim, conheço. É uma das minhas preferidas...

Enquanto a música celta tocava, Max me virou em seus braços e começamos a nos mover no ritmo da música.

Sua boca desceu sobre a minha, sua língua e seus dentes tomando posse da minha boca.

Nossos corpos moviam-se juntos.

Meus mamilos, agora túrgidos, pressionavam com força seu tórax. Meu corpo ansiava pelo dele.

Meu primo Max, aquele que brigava comigo, que me deixava louca de raiva com suas provocações quando era menina, estava me deixando louca de tesão.

A música terminou.

- Vou pôr de novo – falou Max, sua voz rouca.

Ofeguei.

- Sim... coloque de novo. Gosto de “ In a lifetime” com o Bono do U-2 e o grupo irlandês Clannad.

Ele voltou junto a mim, colocou uma mão embaixo das minhas costas, pressionando-a ligeiramente.

- Tenho que ir...- sussurrei quando a música terminou outra vez.

Apertei-me contra sua ereção, ficando nas pontas dos pés.

Max captou minha mensagem.

Levantou-me, assim eu podia enroscar minhas pernas por cima dos seus quadris, minha saia subiu.

Abri minhas coxas o mais que podia, minha boceta quente e molhada na seda macia da minha calcinha.

Max, com ambas as mãos firmemente sobre as minhas nádegas, apoiou-me contra a árvore. Deslizou minha boceta acima e abaixo ao longo da sua enorme ereção, esfregando-a numa erótica fricção.

"Eu não podia acreditar no que acontecia.
Max , uma vez disse que eu não lhe dava tesão.
Que não entendia por que seu irmão Eduardo e nosso primo Cabeto ficavam excitados ao meu ver."

- Como se sente, Ayeska... – sua voz soou rouca.

- Ahhhhhh...mais...quero mais...agora...- respondi num suspiro.

- Prima, sou todo seu...agarra-me forte...

O agarrei com braços e pernas, e logo senti minha calcinha deslizando para um lado, expondo-me ao ar da noite.

Ele desceu o zíper da sua calça e a desceu juntamente com sua cueca boxer o suficiente para seu pau roçar na minha fenda.

Com ambas as mãos ele me sustentou para que seu pau se equilibrasse na molhada abertura entre as minhas coxas.

Fechei meus olhos, absorvendo a sensação daquele contato tão íntimo.

Eu estava tão molhada, que em um segundo Max estava dentro de mim e tão profundamente quanto pôde.

“ Deus! Ele era muito grande, melhor, mais quente e mais delicioso do que eu esperava.”

Apertei-o com força em minha boceta.

Queria fazer tudo com ele e por ele.

Ele gemeu.

- Ahhhh prima... você é incrível...se eu me mover, vou gozar...

Minha excitação aumentou ao entender o que ele quis dizer.

Mas, não podíamos ficar sem nos movermos, não quando queríamos tanto aquilo. Eu me movia com fome de senti-lo por toda parte e com desejo de agrada-lo.

Com um controle que me surpreendeu, arqueei meus quadris o suficiente para minha boceta morde-lo.

O gemido que ele deu, foi como música aos meus ouvidos, mostrando como ele tentava se conter.

Eu queria, ansiava pela fricção do seu pênis deslizando dentro e fora de mim.

Eu queria satisfazer aquele homem. Mesmo ele sendo meu primo, antes de tudo ele era Homem.

Ele se deteve apertando seus dentes com o esforço de parar o inevitável. Eu choraminguei em protesto, na interrupção de seu sensual ritmo.

- Ayeska...prima...ohhhhhhhhh...não posso... – ao dizer isso ele afundou profundamente dentro de mim e começou a empurrar mais rápido, mais duro.

Eu o agarrei e comecei a tremer com a força do meu orgasmo, enquanto ele gritava o seu.

Estremecendo-se com a força do que compartilhamos, nos olhamos fixamente em um íntimo silêncio.

Eu o sentia duro dentro de mim, agarrando-me como se nunca fosse me deixar ir e caímos na grama.

Max me embalou enquanto ficávamos de lado.

- Foi incrível, prima...

Ele acariciou meu rosto e num segundo se levantou, ajeitou suas roupas e me pegando no colo, colocou-me com cuidado sobre o assento de trás do carro. Ele veio também para trás.

Sentando ao meu lado, me beijou suavemente.

- Aposto que não sabia que os assentos de trás reclinam.

Apesar do meu orgasmo muito recente, senti minha boceta novamente quente e úmida. Os assentos formaram uma suave e lisa superfície, qualidade no couro suave e flexível.

Nossas pernas se entrelaçaram e eu senti que meu primo Max estava novamente com o cacete duro e preparado para continuar.

- Prima...voce é a primeira que trago aqui.

Não gostei de ouvir isso, pois não queria sair machucada.

- Lamento se digo o que penso e sinto, prima...- sussurrou ao notar que estremeci ao ouvi-lo dizer que eu era a primeira que ele trazia no seu lugar favorito.

Movi minha mão sobre seu membro volumoso. Ele pôs sua mão sobre a minha e a colocou abaixo. Eu pude então sentir seu pau pressionando o tecido da sua calça. Deslizei minha mão para dentro e ele abriu a calça e a desceu mostrando a evidencia do seu tesão.

- Quero provar... – murmurei, meus lábios rodearam seu pau e o lambi por toda parte, mordiscando a carne sensível.

Ele sustentou minha cabeça com ambas as mãos enquanto eu o provocava com minha língua e dentes.

Seus gemidos me disseram tudo que eu queria ouvir.

Lambi suas bolas por toda parte. Eu o queria e logo.

Queria acariciar suas bolas, seu traseiro, para encher-me de sua essência almiscarada de macho e experimentar tudo e todas as sensações do prazer de estar junto com ele.

Antes que eu colocasse seu pau na minha boca de novo, quis explorar o território. Max tinha coxas e pernas musculosas, um sexy traseiro e testículos tentadores.

Toquei a parte sensível do interior de suas coxas e ele se retorceu. Minha boceta vibrou com tesão.

Lambi a dobra entre a coxa e sua virilha, rodeei a cabeça de seu pênis com a língua e mordisquei ao longo do seu reto cacete. Eu estava pronta para toma-lo completamente em minha boca outra vez, quando Max num grunhido perdeu o controle.

Em um movimento veloz, ele arrancou minha calcinha rasgando-a e me colocou em cima dele, montando em sua ereção.

“- Ohhhhhhh Deus, ele estava duro e delicioso com suas investidas rítmicas.”

Meu clitóris friccionado a cada estocada, rodando meus quadris com ele, ele aprofundou e apertou-se dentro de mim, girando seu pênis.

- Ahhhhhhhh prima, o que está me fazendo?

- Ohhhhhhhh o que você está me fazendo, primo...

Ele ofegava e grunhia, enquanto para o meu assombro ele crescia mais e ficava mais duro dentro de mim, pressionando cada nervo interno.

Ele colocou suas mãos sobre a parte traseira das minhas coxas enquanto executava sua dança selvagem.

- Ayeskaaaaaaaa...estás me matando...eu quero te saborear...

Apertei os músculos da minha vagina.

E como resposta ele estocou profundamente e apertou meus seios, enquanto tirava o vestido embolado na minha cintura deixando-me completamente nua em seu colo.

Sua boca mordiscava meus mamilos e suas estocadas acompanhavam minha cavalgada.

- Maxxxxxxxxxx...vou gozar...agoraaaaa....

Com um grito de triunfo ele me seguiu. Bombeando sua porra dentro de mim. Apertei meus dentes ante o poder dos meus orgasmos, estremecendo-me.

Quando nossas respirações ficaram normais, ele me aconchegou junto a ele.

Esse gesto me comoveu e como tudo que aconteceu naquela noite entre eu e o meu primo: ele me surpreendeu também.

Senti-me vulnerável. Ele era meu primo e não estava certo aquilo. Tinhamos o mesmo sangue, éramos primos.

- Max, está dormindo?

- Está brincando! De maneira nenhuma. Acha que eu desperdiçaria dormindo?

- Preciso ir para casa.

Ele me beijou, acariciando meu rosto com seu dedo.

- Eu disse que a levaria e cumpro o que prometo.

- Então é melhor nos dois nos vestirmos....- respondi.

Nos vestimos e nos movemos para acomodarmos nos assentos da frente do carro.

Minha calcinha estava rasgada, o vestido amassado.

Quando chegamos minutos mais tarde em frente da minha casa, Max desligou o motor do carro.

- Seus pais; meus tios não moram com voce, né? Posso entrar?

Olhei para a frente da casa e num suspiro respondi:

- Uns minutos a mais, acho que não fará diferença...

Não sei como, mas o fato é que em um período bem curto de tempo, estávamos em minha cama, ambos nus.

- Continua...


* Dedico esse conto a um amigo: V.P. *

Ayesk@

sábado, 26 de junho de 2010

Série : Vampiro - Encontro Inusitado no Elevador

A semana havia passado rapidamente e entre trabalho e curso não tinha tido tempo de procurar Aline e conversar sobre o que havia rolado entre eu e o Eric no dia da Festa.

“Eric”...

Meus pensamentos rodavam, enquanto relembrava o que ele me fez sentir.

Eu só pensava em ter a oportunidade de ter um sexo selvagem, quente e indomado com aquele homem.

Entrei no elevador daquele shopping e apertei o número no painel e encostei-me na parede. Momentos antes das portas se fecharem, um par de tênis enfiou-se entre as portas fazendo-as abrir. Aqueles tênis guiaram para um par de calça jeans pretas modelando coxas másculas , subindo para uma cintura estreita e ombros largos.

Os olhos dele encontraram com os meus.

Eric!

“Oh Deus, era ele.”

Sua presença máscula absorveu o espaço pequeno do elevador.

O desejo ardia através do meu rosto enquanto seu olhar fixou-se no meu com intensidade. Seu sorriso de menino mal me deixou sem graça.

— Subindo?

Um calafrio apertou meu estômago enquanto um calor líquido molhava minha sedosa calcinha.

Suas palavras enviaram uma picada junto aos meus terminais nervosos. E meu olhar moveu-se abaixo para examinar a protuberância volumosa em sua calça jeans.

Eu tinha duas opções: fugir ou ficar para ver o que aconteceria.

Quando ele me olhou lascivamente, realmente reduziu minhas escolhas.

Ele correu seus dedos por seu cabelo, sua mandíbula flexionada. E veio em minha direção.

— Bem? — Ele perguntou numa gentil ainda dominante voz. Talvez eu devesse ter sexo casual com ele. Isso já havia mais ou menos ocorrido na Festa em que nos conhecemos. Eu poderia ter um caso frívolo e manter meu coração fora do acordo.

Luxúria. Necessidade. E qualquer outra coisa. Algo intenso e urgente correu pelo sangue de Eric, enquanto ele se debruçava contra a parede onde aquela mulher que não saira dos seus pensamentos se encontrava encostada.
Com seu cabelo ruivo amarrado em um pequeno rabo-de-cavalo atrás, ela estava vestida com um suéter preto de gola alta que deixava sua pele suave do rosto alvo num contraste delicioso. Uma saia preta de comprimento até o joelho balançava ao redor de suas pernas. Seu casaco de inverno estava dobrado acima de seu braço..

Seus olhos famintos moviam-se acima de sua boca rosada , curvas voluptuosas, e pernas bem formadas. Ele perguntou-se se ela vestia meia-calça ou meias sete-oitavos embaixo daquela sedosa saia. Ele esfregou suas mãos em sua mandíbula enquanto seus dedos coçavam com o desejo de descobrir todos seus pequenos segredos.

Ele cruzou uma perna acima da outra e colocou seus punhos no fundo de seus bolsos. Enquanto a olhava, o calor abaixo do seu ventre, seu pênis engrossando, clamando suas necessidades e desejos. Ele deixou claro para ela na Festa e dentro do carro o quanto a queria. Agora estava esperando que ela viesse até ele. E aí ela perceberia que existia uma força maior entre eles. E não era somente desejo físico.

- O que você acha, Ayeska . Devíamos parar o elevador? — Ele perguntou, deixando em suas mãos o poder de decisão.

— E se nós formos pegos? — perguntei excitada.

Ele se debruçou adiante e apoiou as mãos no espelho atrás de mim, enjaulando-me.

— E se nós não formos.

Seus olhos escuros estavam cheios de querer enquanto eu ponderava aquilo por um segundo.

"Ele sabia que ela queria isto. Inferno, ele também queria. Tanto que ele se sentiu atordoado. Mas ele também entendeu sua relutância, afinal mal se conheciam."

— Ninguém nos verá, Ayeska. — ele assegurou a ela. — Com o Jogo do Brasil hoje, a maior parte do pessoal estão indo embora ou indo para a praça de alimentação; beber e torcer.

Ele me lançou um sorriso mau enquanto seu olhar percorria meu corpo. Quando tocou seu dedo polegar acima de minha boca, ele percebeu meu desconforto mudar para desejo.
Com a boca separada ligeiramente, eu soltei uma respiração trêmula e movimentei a cabeça em direção ao botão de “fechar portas”.

Seus bonitos olhos escuros faiscaram por um segundo num tom âmbar e selvagem que achei que era fruto da minha imaginação.

Ele não tinha nenhuma ideia de que estava segurando sua respiração até que ele soltou o ar apressadamente.

Eric andou de volta, pressionou o botão “fechar portas”, e então deixou sua mão ao seu lado. Uma excitação rolava por ele enquanto as portas de aço pesado deslizaram fechadas, deixando-os a sós no elevador, vagamente iluminado.

Enquanto o elevador começava uma subida sem pressa, eu soltei meu casaco sobre o chão e me movi em sua direção.

Ele não queria esperar outro segundo para segurá-la em seus braços. Com um avanço predatório, ele estava com ela em segundos. Suas mãos a tocavam por toda parte, tocando, acariciando, puxando e empurrando, ainda que ele não pudesse conseguir o suficiente.

"Eu me senti leve em seus braços. Como se fosse onde eu sempre quisera estar."

Seu cheiro pairou acima dele como uma névoa pesada em um dia chuvoso. Sua pressão sanguínea subiu rapidamente enquanto seu coração batia em uma pressa louca. Maldição, ele a queria tanto, seu corpo agitou-se. Ele estava chocado pela intensidade de sua necessidade por ela. Afinal ela era uma fêmea humana e não uma fêmea da sua espécie.

Sua voz ofegante o arrepiou quando ela disse:

— Eu pensei que você ia me mostrar...

— Mostrar a você o que? — Ele perguntou, tocando seu dedo polegar acima de sua bochecha rosada.

Ela empurrava sua pélvis para frente, persuadindo-o.

— Mostre-me os tipos de coisas casuais que você faria atrás das portas fechadas de um elevador.

Ele gemeu e aproximou-se mais no círculo de seus braços, suas mãos grandes se alargaram acima do seu pequeno traseiro.
Casual.

Embora eles se conhecessem há pouco tempo, Eric sabia que existia mais que casualidade entre eles. E ele iria mostrar a ela. Ele esticou o braço e apertou o botão e rapidamente o elevador parou.

Seus dedos se enfiaram pelo cabelo dela enquanto ele inclinava sua cabeça mais próxima. Puxando-a suavemente, ele forçou seu queixo para cima e sua boca aberta. Ela fez um barulho sensual, iniciando-o em ação.

Ele envolveu seu rosto, tocou sua língua acima de seus lábios cheios, carnosos, e então sua boca envolveu a dela para uma exploração mais completa.

“ Foda” , ela tinha um sabor delicioso como se ela tivesse sido coberta em mel e imersa em açúcar.

— Mmm… — ele gemeu e chupou mais duro, excitado pelo modo como a boca dela movia-se debaixo da sua. Seu ronronar vibrando.

“ Ah, agora ele sabia. Ela ronronava.”

O toque de sua boca e o voraz bater de sua língua ativou uma avalanche de emoções. Com seu peito apertado, livrou-se do equilíbrio.

"Foda, ele nunca lidara com este tipo de poder antes."

Ele capturou sua coxa entre as dele e apertou. Seu pênis pulsava dentro de sua apertada calça jeans. Ele afundou mais fundo em sua boca e sentiu o corpo dela se amolecer contra o dele.

— Você tem um tão gosto bom, Ayeska...

— Você também, — ela ronronou entre beijos aquecidos, suas mãos ávidas enrolando ao redor de seu pescoço para puxá-lo mais apertado. Ela afundou seus dedos por seu cabelo escuro, macio e despenteado. Sua batida do coração cresceu em ritmo.

— Eric? — Ela respirou em sua boca. Sua respiração aquecida abrasou sua carne.

— Sim? — Ele se moveu lentamente para trás para examinar seus olhos castanhos. Ela estava tendo segundos pensamentos? Seu intestino afundou com a possibilidade.

A luxúria nublou o meu olhar enquanto eu olhava aquele rosto bonito e másculo. Minha voz diminuiu para um sussurro.
Ele me lançou uma carranca perplexa e tocou seu dedo polegar acima dos meus lábios inchados de beijos.

— Diga!

Eu abaixei a cabeça.

— Me toque...Lá embaixo... — Eu empurrei minha pélvis contra sua coxa e girei. — Entre minhas pernas.

Ele sentiu suas bolas e pênis doerem de expectativa.

Com urgência renovada, seus lábios desceram mais duro, mais rápido, tomando em cheio sua boca. Sua mão deixou seu rosto e viajou descendente, divertindo ao sentir suas curvas. Ele agarrou suas mãos pequenas e delicadas e as segurou atrás dela. Imobilizando-a.

Ela torceu e se enrijeceu.

— O que você está fazendo? — Ela perguntou alarmada.

Ele sabia que ela não gostaria de perder o controle, ou parecer vulnerável, mas ele queria que ela deixasse ir e confiasse nele. Sua voz estava persuadindo.

— Eu quero que você deixe ,Ayeska . Relaxe... Mostre-me o quanto de menina má você realmente é, — ele disse, persuadindo-a a dar-se acima dele completamente.

Ela abriu sua boca para falar, mas nenhuma palavra formou-se enquanto ele se enfiava em baixo de sua saia. Ele tocou suas coxas cremosas e seu pênis enrijeceu mais por descobrir que ela estava vestindo meias sete-oitavos. Seus dedos subiram mais altos até que ele tocou em seu ventre aquecido. As pestanas escuras tremularam enquanto ela se rendia a seu toque.

Ela arqueou-se para frente, seus quadris colidiam com a sua pulsante ereção. Um gemido desenrolou de sua boca quando ele girou contra ela. Ele gemeu e pressionou sua mandíbula. Deslizando sua mão dentro da calcinha dela, ele usou seus dedos para fazer uma lenta passagem em seu canal úmido, remexendo seu fogo interno. Ele estava muito contente no quão molhada ela estava. Seu gemido gutural vibrava por seu corpo.

— Você está muito molhada, Ayeska....

Sua cabeça se afastou para o lado, e ela respondeu:
— Eu sei...

— Você tem estado quente e molhada para mim por dias? Do mesmo modo que eu tenho estado duro para você a semana toda?

— Oh, sim, — gemi

Eu abria minhas pernas para ele, convidando seu toque.

Ele enfiou seu dedo fundo dentro de mim e estremeci ao ouvi-lo rosnar baixo enquanto minha boceta apertada fechou-se ao redor dele.

As ondulações das profundidades do seu corpo começaram a amassar seu dedo. Ele não podia acreditar o quão próximo ela estava de gozar.

— Você passou à noite passada pensando sobre fazer sexo comigo? Você pensou sobre todas as coisas travessas que eu podia fazer com você?

Meneei a cabeça afirmativamente, e ele descobriu algo em meus olhos; que o agradou.

Ele pôs sua boca perto de minha orelha.

— Eu também. Tudo que eu podia pensar era sobre estar tocando em você, saboreando-a, fodendo-a, e assistindo você gozar para mim.

Enquanto ela gemia em resposta para suas palavras, ele sentiu-a ficar mais molhada.

Um segundo dedo juntou-se ao primeiro. Eric fechou seus olhos , ele nunca sentira qualquer coisa melhor.

— Você é tão quente, Ayeska. E tão receptiva... — Ele rodou seu dedo por seu calor liso até que seu dedo polegar achou seus clitóris.

Ela moveu suas mãos livres e circulou-as ao redor de suas costas. Suas unhas arranhavam em sua camisa enquanto seu corpo estremecia e empurrava para frente.

— Está me deixando louca...

Ele acariciou-a e brincou com seus clitóris .

— Ahhhhhhh como você é gostosa, tesuda...— ele sussurrou em sua boca antes de enterrar seus lábios contra sua garganta. — Você está pronta para gozar para mim?

Eu choraminguei minha resposta e apertei minha mão na protuberância em sua calça jeans e o comprimi. Seu corpo reagiu instintivamente.

— Foda. — Ele empurrou contra ela e quase gozou naquele mesmo lugar. Ele acariciou-a mais duro.
Prendendo seus ombros, eu corri minha língua através de seus lábios. Nossos olhares se encontraram. Eu estava ofegante, enquanto os olhos dele; seus olhos estavam relampejando, selvagens.

— Por favor… É demais. É muito intenso.

Ele podia sentir seu orgasmo e sabia que estava na hora de levá-la acima da extremidade. Usando movimentos pequenos, circulares que a deixavam em um frenesi louco, ele aumentou a pressão em seus clitóris. Ele sentiu sua pele crescer apertada com o primeiro aperto doce da realização.

Sua respiração e gemidos o inflamavam. Uma inundação de umidade escorria de dentro dela. Enquanto seu calor fluía em sua mão, ela agarrou-se a ele e clamou seu nome. Seu corpo tremia da cabeça aos pés. Ele segurou-a firmemente enquanto ela desepjava as últimas ondas de seu orgasmo. Assistir seu gozo o fez selvagem com a necessidade de fodê-la.

— Você é incrível, anjo. — Ele puxou sua mão fora de sua calcinha e ajustou sua saia. Em seguida chupou os dedos meldos do suco dela.

- Hummmm....delicioso, anjo..um néctar dos deuses...

Seus olhos estavam arregalados, vítreos, desfocados.

As emoções contraditórias passaram por seus olhos enquanto ela molhava seu lábio inferior e continuava.

— Eu nunca tive um encontro assim em um elevador antes.

Eric não respondeu; logo descobriria todos os seus segredos.

— O prazer foi todo meu, — ele assegurou a ela.

A luz do elevador piscou. Ayeska endireitou-se e fitou a protuberância em sua calça jeans.

— E você? E o seu prazer? — Meus seios levantaram enquanto eu tentava regularizar minha respiração.

O calor o cercou enquanto seu coração virava em seu peito. Diferente de outras fêmeas humanas que ele conhecera e fizera sexo, Ayeska não tomava sem ceder retorno.

— Ayeska, deu-me prazer só assistir você.
Seus olhos arregalaram-se, surpresos.

— Ohhh...

Eric empurrou a franja dela de sua testa úmida e choveu beijos acima de sua bochecha, seu nariz, e sua mandíbula. Sua pele suave parecia como cetim embaixo de sua boca faminta. Ele lambeu o lóbulo de sua orelha, saboreando o gosto de sua carne doce.

— Eu quero mais de você, Ayeska — ele sussurrou em sua orelha. — Eu quero lambê-la e chupá-la e saborear seus sucos doces. Eu quero você nua e retorcendo-se embaixo de mim enquanto eu assisto você gozando inúmeras vezes.

As portas começaram a abrir enquanto nós nos arrumávamos rapidamente. Aturdida com as palavras daquele homem alto, moreno e pelo que eu notava ainda faminto , minhas palmas alisaram minha saia, e andei para fora do elevador. Sentia minha boceta melada, sentia ainda na pele sensivel do clitóris e dos meus lábios vaginais a fricção dos dedos dele.

O estômago de Eric tomou um soco enquanto ele assistiu-a sair. Ele saiu do elevador, agarrou seu cotovelo, e girou suas costas ao redor para encará-lo. Ele inclinou sua cabeça e encontrou seu olhar.

Seus olhos relampejaram com paixão e fome.

A Fera dentro dele querendo marca-la e logo.

Erguendo-se em seus sapatos altos, ela posicionou-se a polegadas dos lábios de sua boca. Ela correu as pontas dos seus dedos acima de suas bochechas e sorriu.

— Até breve, Eric....


Ayesk@

Série : Vampiro - ERIC!

CONTINUAÇÃO : ALTO, MORENO E FAMINTO...

- Venha! – num tom urgente, aquele homem moreno e alto puxou-me pela mão e me levou em direção do corredor e abrindo uma porta; me arrastou para dentro.

Sem entender nada, me vi lá fora com ele, em direção a um carro preto enorme.

- Vou leva-la para casa!

- Mas...nem me despedi da minha amiga!

Uma luz suave foi acesa dentro do enorme carro preto, quando me recostei contra as macias almofadas de couro. A janela separando o motorista dos passageiros estava fechada, quando Eric deslizou dentro da limusine, fechando a porta atrás dele.

Eu estava sozinha com ele, que me olhava fixamente com aquela mesma expressão intensa com que me observara na festa.

Um brilho predatório apareceu em seus olhos, enquanto ele sentava mais perto de mim.

Eric Saint-Clair esticou seu braço na parte de trás do banco atrás de mim.

Erguendo sua outra mão, ele esfregou os dedos contra a minha bochecha. “Sua pele é tão macia, suave...” Seus dedos deslizaram para trás do meu pescoço. A pressão gentil me puxou para ele, que se aproximou mais.

“Você é uma mulher adorável.”

Então sua boca desceu sobre a minha.

Saboreando, degustando, enquanto sua língua agilmente duelava com a minha.

Meu coração começou a bater de forma irregular.

Afastei meus lábios dos dele, ofegante olhei fixamente para seus olhos.

" Por que ele era tão irresistível? "

- Você é audacioso...

- Eu sou um homem audacioso. Eu vejo o que eu quero, e consigo.

Notei algo diferente em seus olhos; como se faíscas amarelas nas íris de seus olhos negros.

- O que você quer? – perguntei.

Seu olhar tempestuoso era mais intenso do que antes.

- Você, Ayeska. Eu quero você. Você também me quer?

Nem consegui responder, senti seus beijos suaves no meu pescoço e garganta , seu cheiro e gosto me aqueciam. O desejo de foder com ele ficou mais forte. Suspirando, fechei os olhos e curvei a cabeça para o lado, dando um acesso maior a ele.
Eric ergueu a cabeça do meu pescoço e olhou-me fixamente no rosto. Inalou a base do meu pescoço, suas narinas respirando forte de encontro a minha pele.

Seu cheiro o deixava louco. Ela tinha seu odor natural que misturado com o perfume que usava era um verdadeiro afrodisíaco para ele.

A luxúria fez seu sangue ferver. Seus testículos se contraíram e seu pênis aumentou ao endurecer.

Seu corpo exigiu que ele acasalasse agora.

O suor apareceu inesperadamente em sua testa, enquanto ele lutava para controlar o desejo de rasgar a roupa de Ayeska, puxar ela para debaixo dele e mergulhar seu pênis dentro e fora dela tão duro e fundo quanto possível.

Ele segurou meu rosto com as mãos:

- Eu quero você, Ayeska. ele repetiu. -Você também me quer?

Abri os olhos e olhei fixamente nos seus.

"Por que lutar contra o destino? Eu o quisera desde que o vi me olhando na festa."

- Sim, Eric, eu quero você.- Ergui minha cabeça,e o beijei.

Gemendo, ele me puxou sobre seu colo, seu braço esquerdo em meus ombros enquanto ele deslizava a mão direita debaixo do vestido que envolvia os meus quadris e coxas. Segurou a parte do vestido com a mão e puxou até tocar a minha pele. Quando sua mão deslizou nas minhas coxas, o vestido foi levantado. Senti seus dedos mornos, ásperos, roçando minhas coxas,fazendo-me estremecer de antecipação. Eu queria este homem mais do que qualquer outro que já encontrara.

Com o sangue batendo em suas orelhas, Eric chupou a língua de Ayeska. Conseguindo manter sua alma de lobisomem sobre controle.

Ele queria mais do que só um sexo rápido.

Primeiro ele queria tocar, fazer com que Ayeska se derretesse em seus braços, assim ele podia observar o rosto dela à medida em que chegava ao gozo. Então ele poderia ter seu prazer e fazê-la gozar novamente.
Reposicionando Ayeska em seu colo, ele empurrou seu vestido para cima de suas coxas e deslizou seus dedos entre suas pernas. Quando os dedos alcançaram sua fina calcinha de seda, ele a afastou.

Ainda no início de seu tesão, ela estava apenas um pouco inchada, mas úmida, muito, muito úmida.

Seu pênis repuxou contra sua calça. Ele precisava que ela o tocasse.

Afastando a mão de suas coxas, Eric abriu a braguilha da calça; que caiu silenciosamente no chão do carro. Ele rasgou a cueca de seda deixando seu pênis livre. Pegando uma das mãos pequenas de Ayeska, ele a guiou para sua ereção, estremecendo quando os dedos dela tocaram seu comprimento, movendo e acariciando de cima para baixo.

Quando suas línguas se encontraram, Ayeska agarrou o pênis deles e, lentamente a princípio, então mais e mais rápido, bombeou, seus dedos apertando, relaxando o aperto, então apertando com mais força de novo. Eric gemeu em sua boca quando ela tocou as primeiras gotas na cabeça úmida do seu pênis. Seus testículos se apertaram mais. O desejo para gozar se intensificava.

- Calma, amor...ainda não...calma... você tem que gozar primeiro.

Eu não protestei quando Eric puxou a minha mão de seu pênis e deslizou a dele entre as minhas coxas. Ele deslizou os dedos na minha fenda úmida.

Quando ele deslizou os dedos entre minhas pernas, gemi e as abri.

“- Sim. Era isto o que eu procurava, o que eu precisava.”

Enfiei a língua na boca dele, enroscando-a com a minha. Quando ele deslizou o primeiro dedo e então um segundo dentro de mim, soluçei e empurrei meus quadris contra a mão dele.

“- Mais, por favor, mais.”

Inclinei a cabeça, quando sua boca deixou a minha, para plantar suaves beijos do pescoço até meus seios cobertos.

O som do tecido se rasgando umedeceu minha buceta, quando Eric usou os dentes para rasgar o vestido e o sutiã dos meus seios. Ele chupou primeiro um e então o outro mamilo em sua boca quente, os dedos escorregando ao redor de meu clitóris.
Gemendo em sua boca, empurrei os quadris, a xoxota úmida contra a mão dele.

Ele levantou a cabeça do meu seio e olhou fixamente em meu rosto.

“- O que você quer, Ayeska?”

Agarrei seus ombros com as mãos, puxando contra os dedos que se introduziam entre minhas coxas.

“- Você,” soluçei. “- Por favor, eu preciso de você dentro de mim.”

A respiração dele tornou-se mais ofegante.

“- Assim?” perguntou-me enquanto empurrava dois dedos dentro de mim.

Um baixo gemido escapou da minha garganta, quando arqueei contra os seus dedos que brincavam entre minhas coxas, os músculos internos tentando agarrar os dedos escorregadios quando esfreguei meus quadris contra eles. Minha excitação aumentou, o odor de sexo, perfume, cheiro de peles tomando conta do interior daquele carro enorme.

Eric chupou meu mamilo rígido e vermelho, deslizando então um terceiro dedo dentro de mim.

Os músculos do meu estômago se apertaram e minhas coxas estremeceram.

“- Oh Deus, oh Deus, oh Deus...aaaaaaaaaaaaaa”

Ele ergueu a cabeça dos meus seios e fitou meus olhos.

“- Agora, amor, goze para mim agora...Goze...”

E gozei.

Antes de parar de estremecer do meu orgasmo, Eric se sentou no banco do carro e puxou-me sobre seu colo de frente para ele.

“Eu tinha que estar dentro dela. Agora!"

“Ponha suas pernas ao redor de minha cintura, amor.”

Assim que o fiz, ele empurrou meu vestido até a cintura, me ergueu em cima dele, e me colocou sobre seu pênis, empurrando em meu interior na medida em que podia.

“- Por todos os deuses,como você é apertada,” ele gemeu.

Ele enterrou o rosto no meu pescoço, agarrou meu traseiro e me puxou contra ele, começando a se mover.

Minha mão deslizou para baixo de sua camisa, juntou o tecido em suas mãos e a puxei. Botões voaram quando abriu a camisa e enfiei meus dedos pelo seu tórax. Eu belisquei um mamilo.
Friccionei meus dentes, quando minhas bolas se apertaram mais. Nunca pensei que meu pênis podia ficar tão duro e inchado como eu o sentia agora. Mesmo assim lutei contra a pressão. Meu pênis não tinha estado dentro de uma mulher como ela , as mulheres da minha matilha só matavam minha fome por sexo sem envolvimento, mas essa mulher mexia com ele. O deixava louco para gozar sem parar e fode-la de todas as formas possíveis e impossíveis.Ele lutaria contra o desejo de gozar e continuar se enterrando em Ayeska enquanto pudesse, permitindo a seus músculos lisos pegar, apertar, e apertar até ela retirar dele toda gota de resistência. Só então ele iria se permitir o clímax tão esperado.

Gemendo, curvei meus seios contra a boca dele, enquanto ele me empalava em seu pênis. Ele estava muito quente, muito, muito duro. Meus músculos se estiravam para acomodar o comprimento dele, então se apertavam em torno dele.

Sentada nas coxas dele com as pernas ao redor da sua cintura, Ayeska estremeceu quando ele a estirou e encheu como nenhum outro homem antes. Ela arqueou, e ele deslizou mais fundo. Ela pegou seu ritmo, puxando-o mais fundo e mais fundo a cada punhalada, estocada, a cada bombada.

Ele ergueu o rosto até o meu pescoço, abaixou a cabeça, chupou um mamilo e então o beliscou.

Uma onda de eletricidade pareceu percorrer meu mamilo até minha virilha. Ele chupou de novo e girou os quadris, empurrando seu pênis mais fundo.

Rodei os quadris e puxei contra ele, chupando seu pênis mais fundo em meu corpo.

“- Ela era quente, tão quente...apertada...gostosa...”

A pressão aumentou. Eu joguei a cabeça para trás quando tive outro orgasmo.

O aperto final de seus músculos foi demais para Eric. Ele enterrou o pênis em Ayeska, quando sentiu seu pênis estourar com toda força.
Ofegando, lágrimas escorrendo em minhas bochechas, desmoronei contra o tórax dele, inalando a combinação de sua loção e o odor sem igual daquele homem, alto, moreno e faminto. Nunca havia experimentado um sexo tão selvagem, desinibido. Naquele momento, pensei que sequer podia erguer a cabeça.

Aninhando-se no pescoço dele, lambi uma gota do seu suor com a minha língua.

Ao suave toque da língua de Ayeska contra seu pescoço, enviou uma onda elétrica pelo pênis ainda duro de Eric. Ele deslizou as mãos pelo traseiro redondo dela e começou a apalpar, separando suas nádegas e depois juntado-as novamente.

Eu gemi e apertei os músculos da minha buceta melada ao redor de seu pênis.

Então Eric percebeu que o carro parara de se mover.

Suspirando, ele deslizou as mãos à cintura dela, ergueu-a e retirou-a de seu pênis, e a sentou no banco próximo a ele.

Suspirando feliz, Ayeska se aconchegou contra ele.

Seu pênis ereto sacudiu, e o lobisomem em Eric rosnou em desgosto. Ele queria se acasalar com Ayeska e a reivindicar como sua.

E pensar que horas antes, não conseguia entender o motivo de Anthony, seu amigo; estar envolvido com uma fêmea humana.

Uma fêmea que Anthony ainda não havia reivindicado como sua.

Passando os dedos por seu cabelo, Eric sorriu.

“- Fazendo amor dentro do seu carro...com uma humana, quem diria!rsrs

Logo ele que dizia que nunca encontraria uma companheira.”

Assim que Anthony soubesse sobre isto, ele nunca teria paz.

Erguendo-se um pouco, Eric colocou o pênis dentro de sua calça comprida, dobrou os restos de sua cueca rasgada para dentro e fechou o zíper. Ele ajeitou a camisa o melhor que pôde e a comprimiu dentro das calças.

Os seios de Ayeska tocaram seu braço, e o lobisomem em sua alma exigiu assumir o controle.

Eric controlou seu desejo com sua férrea vontade.
Ayeska estava deitada no banco próximo a ele, de olhos fechados, um sorriso leve em seu rosto. Alguns fios de cabelos vermelhos estavam enroscados em sua bochecha e pescoço. Seu vestido ainda estava em sua cintura. Seus mamilos estavam duros, e o vértice de suas coxas pareceram brilhar com uma luz própria.

Eric se mexeu para acomodar sua ereção. Se eles não saíssem do carro agora, ele faria tudo de novo.

“Ayeska, estamos em sua casa.”

Ela abriu os olhos e sorriu.

Uma onda de possessividade percorreu Eric, quando ele olhou fixamente nos olhos dela.

“- Casa. Ela era sua! Nenhum outro homem jamais a teria de novo.”

Quando olhei fixamente para o rosto de Eric, a lembrança dos meus orgasmos múltiplos desapareceram de minha mente.

“- Casa? Que casa? “- perguntei confusa.

Até que abaixei o vidro da janela ao meu lado e vi minha casa.

Me ergui, e meu traseiro nu afundou no assento de couro suave. Dois pontos vermelhos de seda vermelha estavam perto de mim no banco.Eric rasgara minha calcinha em duas.

Ele rasgara a parte de cima do meu vestido e soutien também. Nenhum homem jamais estivera tão excitado e selvagem assim com ela.

Olhei para baixo e o calor se espalhou em meu rosto. Meus seios estavam completamente nus. E o que era pior, meu vestido estava ao redor de minha cintura. Eu o baixei e cobri meus seios com as mãos.

Eric riu. “Eu já vi seus seios, amor, e os beijei e chupei.” – seus olhos negros brilhantes.

Corei ainda mais.

“- Talvez você tenha, mas eu não pretendo sair do seu carro, meio nua; assim qualquer um pode dar uma olhada.”

Sorrindo, Eric retirou o casaco preto e comprido de seus ombros.

"-Vista isto.”

Meus duros mamilos vermelhos ficaram expostos ao ar fresco, enquanto eu vestia o casaco e o apertava ao redor do meu corpo.

Quando terminei de vestir o casaco, Eric abriu a porta e saiu. Meneando a cabeça para o motorista, ele ofereceu sua mão.

Assim que ele me ajudou a sair do carro, eu dei uma olhada. O meu rosto pegou fogo quando vi que o motorista me encarava, um olhar pasmo na face dele.

“- Nossa!! Eu não posso estar tão ruim assim, posso?” – pensei encabulada.

Com a mão dele em minhas costas, Eric me guiou até a entrada da minha casa.

- Nos despedimos aqui. – falei enquanto abria a porta da minha casa.

- Quando a verei de novo?

Lembrando dos momentos tórridos dentro do carro e sentindo que aquela foda era apenas o começo, respondi:

- Não sei...talvez seja melhor não nos vermos.

- Você é minha...queira ou não queira...Voce é minha e a tomarei.

Com um toque do seu dedo no meu rosto, ele virou-se em direção do carro e foi embora, enquanto de pernas bambas eu entrava dentro de casa.

Tranquei a porta, subi para o quarto e fui para o banheiro tomar um banho e deitar-me. Ao tirar o casaco de Eric, senti seu cheiro.

Um cheiro intrigante, selvagem, sedutor.

Amanhã teria uma conversa com a minha amiga Aline.

Eu sabia que no fundo, no fundo, aquela noite era apenas o começo de algo inexplicado.


Ayesk@

Série: Vampiro - Alto, Moreno e Faminto...

Naquela noite fria de inverno, aquele convite para aquela festa era uma boa pedida.

Na entrada daquela enorme casa, tirei o casaco preto e comprido até os joelhos.

Olhei a meia-calça reparando que ainda não havia desfiado, ajeitei o vestido justo de veludo preto e mangas compridas. Tirei as luvas e fui em direção da namorada do Dono da Festa.

Ela estava bebericando uma taça de champagne.

Mignon, cabelos cacheados cor de mel, vestida com uma roupa que realçava seu corpo e principalmente o traseiro que chamava tanto atenção dos homens, sabia que ia levar uma bronca pela meu atraso.

As pessoas conversavam, riam e outras dançam em outro ambiente mais aconchegante a dois.

- Estou muito atrasada? – perguntei a minha amiga Aline.

- Só um pouco né, amiga! Para você não perder o hábito. Aposto que ficou na Delegacia até mais tarde.

Dei um sorriso amarelo e acenei afirmativamente com a cabeça.

- Ah amiga, o que faço com você? Precisa sair, conhecer homens de verdade. Que saibam valorizar a mulher maravilhosa que você é. Há quanto tempo não transa?

Aline, é uma das minhas melhores amigas e sempre falava o que pensava.

Ela passou o braço no meu e cochichou no meu ouvido.

- Amigaaaaaaaaa, o Anthony tem cada amigo ...kkk e você precisa de uma boa foda.

- Credo! Kkkkk só você mesma.- Ando muito cansada...

- Por isso mesmo, precisa relaxar e gozar, existe coisa melhor que isso?

- Existe sim rsrs. Chocolate!

- Aaaaaaaaaaaaaaaa desisto...rsrs

De repente senti um arrepio na minha nuca, como se estivesse sendo observada, disfarçadamente dei uma olhada enquanto bebericava a champagne que o garçom havia me oferecido.

Um homem alto, todo de preto, cabelos pretos e compridos, rosto bonito e sério me olhava intensamente.

Meu corpo arrepiou inteiro e uma umidade inesperada molhou minha calcinha.
Meus seios enrijeceram e os biquinhos queriam atravessar a fina e delicada seda do soutien.

Encostado ao lado da enorme janela, Eric inalou o cheiro da fêmea que conversava com a namorada do seu amigo.

Não entendia o que Anthony havia visto em uma fêmea humana.

Está certo que Aline, namorada do seu amigo-lobo era uma fêmea humana fogosa, mas não entendia a fascinação e possessividade que Anthony tinha pela fêmea humana.

Sabia que Anthony não a havia marcado ainda como sua e nem contara seu maior segredo para a namorada humana. Ele, Anthony e mais alguns amigos que ali estavam eram mutantes.

Eram “lupins”- lobos.

Novamente sentiu além do perfume, o cheiro natural daquela fêmea humana de cabelos vermelhos, toda de preto e de pele alva.

-“Quem é a mulher com quem Aline está conversando?” Eric perguntou.

- A ruiva? É Ayeska, sua melhor amiga. São unha e carne. – Anthony percebeu o olhar fixo do amigo e olhando para a amiga da sua namorada humana, ficou inquieto com o estranho pressentimento que o acometeu.

Eric não costumava ligar para fêmeas humanas. Preferia sair e ter sexo com mulheres mutantes de lobas. Mas a forma que olhava Ayeska o preocupou.

Sabia que Ayeska era amicíssima de sua namorada e que se algo a magoasse, sua namorada apimentada não o perdoaria.

Durante o restante da festa, Eric conversou futilidades quando necessário, mas a maior parte de sua atenção estava na mulher ruiva, amiga da namorada humana de seu amigo.

A ruiva permanecia de costas para ele que aproveitou para observa-la melhor. Seu olhar predatório passeou sobre suas costas, cintura esbelta, quadris arredondados e pernas torneadas; sensualmente vestidas em meias de seda preta. De repente, ela se curvou ligeiramente e o vestido agarrado moldou seu gracioso bumbum.

Ao sentir seu pênis enrijecer, Eric saiu do transe em que estava. Ele nunca tivera reação física para fêmeas humanas.
"Eu estava cansada."

E com um pedido de desculpas a um jovem que tentava a todo custo me levar para sua cama, fui em direção de minha amiga Aline.

- Amiga, estou muito cansada. Vou chamar um táxi e ir embora.

- Ah não vai não. Tem um monte de amigos do Anthony, alguns estão acompanhados de umas garotas, mas um ou dois estão sozinhos. Vou lhe arranjar uma carona.

- Mas...

- Nada de mas, amiga, voce não vai sozinha e nem de táxi para casa. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Aline e seu namorado Anthony vieram ao meu encontro com um homem alto; muito alto, moreno, forte, cabelos negros e olhos negros penetrantes. Os cabelos eram compridos, lisos e brilhantes. O queixo quadrado, a boca ....ah a boca!

“- Era uma tentação.”

Senti novamente um arrepio percorrer meu corpo, aquecendo-o por dentro.

E uma ligeira tontura me fez segurar meu casaco preto que se encontrava em minhas mãos; com força.

- Voce está bem? – perguntou o homem moreno, pousando o braço com delicadeza na minha mão.

- Sim...obrigada estou apenas cansada.

Senti novamente uma umidade na calcinha, aquele homem alto, moreno e que me olhava fixamente, mexia com a minha libido.

Quando Eric a tocou para ajudá-la, o perfume dela o envolveu, seus sentidos formigaram e ele inalou profundamente; sentindo além do perfume, o cheiro da pele dela. Seu lado mutante de lobisomen, exigiu satisfação sexual.

“- Minha! Tome-a! Agora! “ – nem as mulheres da sua matilha haviam mexido com ele como aquela humana mexia. Seu sangue fluiu apressado de sua cabeça até o seu pênis, que imediatamente inchou e cresceu. Seu nariz chamejou quando inalou o odor da ruiva novamente.

“ Por que? Por que esta mulher?Uma humana!” Ele inalou o cheiro dela várias vezes e apenas um pensamento gritava na sua mente. “ Ele tinha de possuí-la!!!”
Seu amigo Lucas se aproximou inalando profundamente o odor daquela fêmea humana.

Como líder Alfa de sua matilha, a reação de Eric foi imediata.

Pedindo para a amiga da namorada de Anthony aguarda-lo que a levaria para casa, ele pegou no braço de Lucas e o levou para longe dela.

Lucas ficou tenso e lançou um olhar desafiador para Eric.

Eric apertou sua mão e rosnou: “ Minha!”

Sabendo que nunca viu aquele olhar possessivo no semblante do amigo, Lucas relaxou a expressão do seu rosto e curvou a cabeça para o líder da matilha.

-“Sua”...

Eric o soltou.

Percebi que algo acontecera em poucos minutos entre aqueles dois homens. Sua amiga Aline tinha razão, os amigos de Anthony eram bonitos, misteriosos.

- Meu nome é Eric Saint-Clair.- olhando fundo nos meus olhos, ajudou-me a colocar o casaco, e pegando em minha mão disse:

- Venha comigo.

Olhei em seu rosto e foi a minha perdição.

O cabelo preto e brilhante deu uma vontade enorme de tocar, sentir sua textura, sua maciez. Os olhos negros e penetrantes e a boca carnuda num meio-sorriso sardônico, arrepiou meu corpo. Calafrios percorreram minha espinha de cima e baixo. Meu estômago deu um sobressalto, meus mamilos enrijecidos pareciam querer furar o soutien e o vestido.

Lambi os lábios e os olhos negros brilharam. Finalmente respirei e seu olhar era tão intenso, tão perigoso e tão possessivo. Antes de perceber o que fazia, me aproximei dele.

Imagens das mãos dele me tocando, acariciando meus seios, meu corpo nu estremecendo debaixo do dele, minhas pernas ao redor da sua cintura, enquanto ele estocava seu pênis rígido bem fundo dentro de mim, apareceram em minha mente.

- Venha! – num tom urgente, aquele homem moreno e alto puxou-me pela mão e me levou em direção do corredor e abrindo uma porta me arrastou para dentro.


Continua..



 
Nota da autora: Sou apaixonada, fascinada por seres como lobisomens e vampiros.Eles povoam minha imaginação com suas personalidades fortes, misteriosas e suas paixões selvagens . Esse conto é baseado em livros como por exemplo: da Irmandade da Adaga Negra. 
Espero que gostem!


Ayesk@

terça-feira, 15 de junho de 2010

Styphany, no país da putaria


Styphany estava em sua cama, dormia lindamente com seu baby doll rosinha bem transparente, esta nua por baixo, era uma ninfetinha linda, com seus cabelos loiros, perninhas torneadas, peitinhos pequenos, bumbum empinado, pezinhos deliciosos, estava uma noite tranquila até uma forte luz enrradiar pelo seu quarto, a fazendo acordar lentamente, ela não conseguia enxergar a origem daquela forte luz, chamava ....pai ? ....é você ?, e nada ouviu, somente se via aquela luz, que derrepente brilhou mais forte a cegando, fazendo-a fechar os olhos, e quando abriu os olhos estava em um lugar completamente diferente, era uma selva, mas uma selva igual dos contos de fada, olhou para seu corpo, e viu que estava completamente nua.Borboletas passeavam ao seu redor, passáros voando, Styphany se levantou olhando tudo aquilo, o lugar tinha um cheiro muito agradável, ela pensava, será um sonho? mas tudo parecia muito real, seguiu andando pelos arbustos, e imensas árvores onde delas caiam folhas que tocavam seu corpo, e destas árvores ele via surgindo membros, como se as arvores ficassem excitadas, tivessem pênis, ela olhou aqui rindo, achava engraçado, e se arriscou a segurar um, e nossa era incrivel tinha as mesmas caracteristicas de um pênis, cabeça, pele, porém era todo cor de madeira, ela por curiosidade começou a masturbar aquela árvore, com as suas mãos pois era muito grande, e ia aumentando o ritmo, até não aguentar e resolver colocar aquilo na boca, e passou a chupar, chupar, e junto com o vento que zumbia ali, ouviu uma voz, urrando, de prazer, e se pode ouvir " uhmmm delicia", ali Styphany ficou mais safadinha, e aumentou o ritmo, e chupava, chupava, até que ela sentiu uma pressão subindo pelo membro daquela árvore, sentiu medo, se afastou ficando de lado, e aquela árvore jorrou uma enorme gosma verde que caiu sob o chão, ela ria, e novamente ouviu a voz "muito obrigado menina, a muito tempo não sinto um prazer tão gostoso", e ela falou "de nada ...", rindo, ainda ouviu a árvore se despedindo "volte sempre minha delicia". E então seguiu andando sem de dar conta de uma pequena placa de alerta de lobos. Styphany encontrou uma árvore, carregadas de maça, bem vermelhas, correu até ela, para apanhar algumas, a árvore era um pouco alta e ela ficaa na ponta dos pezinhos tentando pegar a maça. e pelos arbustos o grande lobo mau, a olhava sedento, ela ia se esforçando cada vez mais, até pegar uma, e quando se virou pra trás, gritou de suto, deixando a maça cair, era o lobo bem atrás dela, em pé sob duas patas, era enorme, como nos livros, uma boca enorme que babava, tinha dentes bem afiados, mas o que Styphany olhava assustada era o membro do lobo, uma rola de mais de 25 cm, grossa, a cabeça bem vermelha, estava duro, feito pedra, e ele vinha andando em sua direção falando "opa carne nova no pedaço...vou comela todinha", e estive assustada, ia andando pra trás, até que tropeçou na raiz de uma arvore e caiu de pernas abertas, o lobo uivou forte, e avançou pra cima de Styphany, suas garras seguraram os braços daquela ninfetinha no chão, e nem demoras o lobo ajeitou o pau na bucetinha dela, e começou a penetrar, penetrar .....ela gritava, "ai....ai....ai ....é mito......gr....grande", e ouvia-se gargalhadas do lobo, e uivos, e o lobo começou a bombar, e bombar, ele abriu a boca, ela teve medo de ser devorada, sua lingua enorme saiu, e ele passou a lamber seus peitinhos, seu rostinho, sem parar de meter, e ele falava "você é muito mais gostosa que a putinha da chapeuzinho..." em seguida gargalhadas, e o lobo metia, mais, e mais rapído, até que ele tirou seu pau pra fora, puxou Styphany pela nuca com sua garras a levanto até seu pau onde gozou na sua carrinha, soltando um enorme jato de porra, era muita, cobriu todo seu rosto e escorria pelos seus peitinhos, o lobo enfiou o pau dentro da boca dela, e segurando sua cabeça começou a bombar, o pau do lobo ainda estava incrivelmente duro, eles não notaram a presença atrás dos arbustos do caçador, era um senhor de seus 70 anos, ele olhava tudo, e se masturbava atrás do arbusto, e Styphany estava engasgando com o pau do lobo, até que novamente ele jorrou porra dele, a fazendo, cair pra trás engasgada, deitando no chão, a porra ainda caiu sob sua coxa e sua xaninha, o lobo estava ofegante, cansado, seu pau estava perdendo a força, ele ainda com sua lingua lambia os pés de Styphany, e disse estou com fome, "agora é a hora de te comer de verdade...", ela apavorada tentava se levantar, mas sem forças, foi neste instante que o caçador se levantou de trás dos arbustos, e deu um tiro que atingiu o ombro do lobo, que saiu correndo uivando, o caçador foi andando em direção a ela, mas não se deu conta de que seu pau estava pra fora devido a masturbação, e quando chegou até Styphany isto foi a primeira coisa que ela olhou, e ele sem graça disse "ops me desculpe mocinha", e guardou seu pau, ajudou Styphany se levantar falando "nossa aquele lobo te estuprou, te deixou cheia da porra dele", era chorava assustada com tudo aquilo, o caçador tirou um pano do bolso e foi limpando ela, tuas pernas, a virando limpando seu bumbum sujo de terra, cotas, depois virando a novamente limpando, sua barriguinha, peitinhos todos sujos de porra, e foi ai que ela disse, limpa aqui Vovô, pegou a mão dele levando até sua bucetinha, ele quase engasgou sozinho, e passou a limpar aquela bucetinha, esfregando levemente a ponta dos dedos nela, ele tremia, ela percebendo o carinho, passou a sorrir, falando "ai que gostoso Vovô", ele envegonhado, se levantou, limpando o rosto dela, e falando "você é muito bonita menina, como veio parar aqui?", e ela "eu também não sei Vovô", "então venha comigo lhe darei um banho, e roupas", ele a pegou pelos braços, ainda tinha muita força, e foi a carregando, por aquela floresta, o lobo ferido, ao longe via tudo, furioso de raiva.

Escrito por SenhorDosContos

Homem


Não sou poetisa, mas hoje  "Dia dos Namorados".

Uma Homenagem a todos os Casais; independente de seus sexos.

Logicamente, meu lado mais forte (Heterossexual) dedica esses pensamentos aos Homens...espero que gostem!




Voce, Homem viril, Macho...

Venha : me excita, me faz vulnerável.

Desperta o meu desejo, minha libido, num beijo insaciável.

Voce Homem sensual, tua sensualidade me fascina,

Voce Homem sexy, me toque, me provoca.

Ah! esse roçar dos seus lábios viris, sedentos,

Incendeiam meu corpo.

Enlouquece meus sentidos,

Me faz delirar.

Quero ser tua escrava, tua parceira, tua fêmea

E me perder nesse êxtase, nesse tesão

Aplacar a minha fome, minha sede

degustando seu néctar vindo do seu membro viril

Quero ser tua amante, tua cortesã

Sentir-me deliciosa, sensual,

Insana e desejada,

Meu sexo molhado de tesão, o cheiro de sexo febril, selvagem.

Tomando conta do meu corpo, dos meus sentidos.

Os apelos do meu corpo,

Atendendo aos teus caprichos.

Provocando teu desejo,

Até mergulhar no êxtase

De me sentir Tua Insaciável fêmea.

Quero tocar sua pele, sentir seu gosto

e com gemidos de tesão

efervecer tua alma,

sentir o pulsar e a rigidez do seu membro

acendendo novos desejos.

Deixe-me saborear você com beijos

em leves toques,

acariciar seus lábios com os meus, mordisca-los, suga-los.

E despertar em você...

sentimentos e prazeres adormecidos e esquecidos.

Deixe-me olhar dentro dos seus olhos,

sentir seu corpo suado, viril

Deixe-me ser o que voce quer

E você será o que quero

a cada gemido, a cada toque, a cada lambida, a cada mordida...

Meu nome é Mulher! Sou Fêmea...Sou sexo, sou prazer!

Venho essa noite apenas para tirar

teus pés do chão

Tire tuas roupas,

E deixe tudo acontecer...

Meu corpo quer teu corpo

Com tanta avidez

Que só de pensar em seu gozo e no meu

Estremeço, deliro, enlouqueço de vez...

Meus lábios se abrem para sua boca, seu corpo, seu membro ereto.

São lambidas, mordidas; ora suaves, ora vorazes

Sua boca que suga e devora a minha.

Sua lingua em meus mamilos, meu sexo, meu corpo; mordisca , chupa, me leva a loucura!

Meus seios alvos com bicos túrgidos se esfregam no teu peito

Me enrosco, me encosto, me aperto, me deito, me esfrego

Te desejo, te quero, te puxo, te sinto, te cheiro, te devoro...

Seu membro viril, ereto, faminto, fogoso...

Encontra enfim,

meu sexo molhado, apertado, quente, macio.

Louca, excitada, quero sentir teu sexo esfregando meu botão

pequeno, que incha de excitação

Meu sexo, minha vulva; contrai, estremece, querendo seu membro dentro de mim,

do meu corpo...da minha gruta molhada por voce!

Quero faze-lo gozar, suar, gemer, contrair-se em movimentos

ora lentos e ora rápidos.

Deixe-me cavalga-lo, sentir seu membro bem fundo

Deixe-me movimentar-me sobre seu corpo forte,

Quero senti-lo profundamente, enquanto meu sexo, se fecha em volta do seu membro.

O meu prazer é o seu prazer.

Quero senti-lo em cada cavalgada,

Pulsando, vibrando, gritando de prazer

Em movimentos incontidos, na mais completa luxúria,

Aperta meus quadris e no mesmo ritmo meu, estoca meu copo com penetrações fortes, profundas.

Num encontro de sexo contra sexo, pele com pele...

Ao virar-me, me deito lânguida, febril

E seu corpo forte cobre o meu: macio, pequeno, feminino

Morderei seus ombros como uma fêmea selvagem, arranharei suas costas,

E com as pernas em volta dos seus quadris, meus pés macios e delicados

Farão pressão em suas nádegas forte, trazendo-o mais fundo e mais forte dentro de mim...

Após tantos gemidos, beijos, mordidas, lambidas, estocadas sem fim

Quero aperta-lo com meu sexo faminto, guloso.

E ao sentir seus espasmos, seus gritos, sua lingua dentro da minha boca como num ato sexual.

Quero sentir os jatos da sua seiva, seu leite, seu gozo dentro do meu corpo...

E após saciarmos toda nossa fome...Todo nosso fogo e ardor...em orgasmos misturando nossos fluidos...

Amanhã será outro dia!

Bjs doces a todos os casais e aqueles (as) que estão sozinhos (as):

Boa Sorte!!  FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!

Ayesk@