quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sonhando com Ayeska.





 
Depois de ler os últimos contos de Ayeska, pensei: Esta mulher é mais do que mulher, é um vulcão humano expelindo sexo, prazer e amor por todos os poros e orifícios de seu corpo, sempre cheio de tesão. É natural que, lendo seus contos, minhas fantasias a seu respeito tenham ganhado forma e eu tenha sonhado com ela. E que sonho, meus amigos! Não queria torná-lo público, mas ela me incentivou a fazê-lo com aquele seu jeito de mulher livre, tesuda e sem preconceito.
O conto mais recente de Ayeska, que eu li, depois de “Massagem” foi sobre a sua deliciosa transa com a colega Helena, “Carinho de outras, Mulher-Menina”. Terminada a leitura, meu tesão era tanto que me pressionava as têmporas. O pau, nem se fala, estava pra lá de teso, vermelho, intumescido. Não quis me masturbar e apelei para uma ducha fria que aliviou um pouco a tensão peniana. Um amigo, com quem mantive uma relação sexual passivo-ativo, me ligou em seguida avisando-me que viria no final da semana pra matar saudades da nossa última transa. Meu amigo, falava, eu concordei, mas a lembrança de Ayeska não me saía da cabeça. Unicamente o sono e o cansaço do trabalho anestesiavam um pouco a minha excitação. Deitei-me em seguida, de bruços, com as pernas abertas, nu, como de costume quando faz calor. Mal peguei no sono senti que a mão de alguém acariciava minha nuca, num toque leve, delicioso, que me punha arrepios na espinha e me excitava ao extremo. De repente alguém se deitou sobre mim, era uma mulher que se pôs a me beijar da nuca às nádegas, fazendo roçar suavemente os seios nus e tépidos em minhas costas, tocando gostosamente meu cu, com uma mão enquanto e com a outra me acariciando os cabelos e sussurrando ao meu ouvido:
- Você me chamou, querido, eu vim...
- Mas, quem é você? Vai-me dizer que é Ayeska?...
- Em carne e osso, meu querido. Vim te fazer gozar gostoso, pra matar um pouco a tua solidão, aliviar o teu tesão... e o meu também. Quero meter com você, sentir esse teu lindo pau entrando em minha buceta...
Ela saiu de cima de mim, me puxou pelo braço e pediu:
- Vem, olha pra mim, sou a tua sonhada Ayeska.
E de repente a imagem de uma mulher sorridente, com um corpinho escultural, vestindo diminuta calcinha de seda transparente e com os seios a mostra, muito lindos, surgiu em minha frente, me olhou com carinho. Enquanto eu contemplava meio atônito e em completo estado de ereção aquela visão estonteante, ela ajoelhou-se entre minha pernas, abocanhou meu pau, olhou-o demoradamente e exclamou:
- Que lindo! Quero que ele entre todinho em minha buceta.
Em seguida pôs-se a lamber-lhe a glande, já roxa de tesão, foi descendo até o saco, apalpou-o delicadamente, acariciando-o com a ponta dos dedos, lambendo-o gostosamente. E quando pensei que ela iniciar uma nova carícia no saco, ela se ergueu, tirou a calcinha, deitou-se de costas no tapete e eu, varado de tesão, deite-me sobre ela e iniciamos um 69 incrível. Logo de cara meti a cabeça entre suas pernas, separei os lábios de sua buceta e comecei a lambê-la de baixo pra cima, fazendo a língua penetrar bem fundo, sugando o líquido quentinho que o seu tesão me oferecia, enquanto ela se contorcia de prazer chupando-me o pau e enfiando dois dedos no meu ânus, deixando meu tesão mais intenso ainda.
- Ai que língua deliciosa! – sussurrou ela parando de me chupar por um momento.
Essa incrível Ayeska, vestal do amor, sacerdotisa do sexo, quando transa nos surpreende a cada instante com a sua versatilidade. Saindo do 69, ela virou-se de bruços sobre o tapete expondo aos meus olhos cúpidos e ao meu já incontrolável tesão, a sua linda e sensual bundinha, empinando-a e rebolando o traseiro tentador. Não tive dúvida, atirei-me sobre ela, separei as duas popas e, com minha língua ainda úmida do sumo de sua vagina, lambi aquele cuzinho ávido por um pau bem duro. E quando aproximei meu pau da entradinha dele, ela se virou rapidamente e se pôs na posição do frango assado e me disse:
- Não, o cuzinho é pra festa de encerramento. Agora eu quero esse teu pau todinho dentro de mim, metendo selvagem, forte, gostoso... Vem, querido, mete aqui! – disse ela abrindo mais as pernas e separando os lábios da buceta com ambas as mãos.
Eu não conseguia falar, a saliva engrossava na garganta por conta da tensão que o desejo provocava. Caí novamente de boca na vagina de Ayeska, lambi quanto pude e quando pus a minha rola na entrada da vagina, ela pediu num gemido...
- Aiii, mete tudo meu bem, empurra com força esse cacete aqui, na minha bucetinha, que ela tá louca por ele.
Quando meu pênis invadiu sua vagina, eu me senti uma espada entrando numa bainha, dando estocadas, indo e vindo, enquanto ela rebolava e se contorcia gemendo de prazer. Após algumas estocadas, ela pediu:
- Ai, pára um pouco, deixa ele parado aí, quero sentir essa espada vermelha e quente dentro de mim, quero levar esta sensação comigo quando eu me for.
E eu, com todo aquele fogo, metendo na buceta dessa fêmea espetacular, não acreditava que dias atrás estava de quatro servindo de bainha para a espada de um macho. Não demorou e eu voltei às estocadas e em pouco tempo ela começou a gritar de gozo e chegamos juntos a um orgasmo apoteótico. E pouco tempo depois de uns estimulantes beijos de língua, já estávamos novamente com o tesão aceso. E aí, depois de eu beijar, lamber e acariciar seus lindos seios, ela ficou de quatro:
- Vem, meu querido, chegou a vez do meu cuzinho, mete essa rola gostosa dentro dele e goza outra vez...
- Mas meu pau é assim tão gostoso? – perguntei...
- Muito, meu bem, tanto que você não faz ideia.... Mas vem, mete logo que não aguento de tanta vontade.
Lubrifiquei o ânus rosadinho de Ayeska, comecei enfiando um dedo, depois dois enquanto ela rebolava e pedia.
- Ai, meu bem, mete logo a tua rola nele, vai!....
Quando meu cacete invadiu o cuzinho dela e meu saco encostou em suas nádegas, eu enfiei dois dedos em sua buceta, procurando o ponto G, e ela começou a rebolar e gemer:
- Aiiii, aiiii, tá gostoso, aiiii meu querido, continua.
Depois de umas dez ou doze estocadas, num vai e vem frenético, meu orgasmo explodiu e eu enchi de porra o cuzinho de Ayeska. E instantes depois ela foi se afastando, me atirando beijos e sumiu na noite como um pássaro encantado. Nesse momento despertei de meu sonho com o sexo banhado de esperma e o coração já cheio de saudade.
Ayeska é um poema de amor e sexo que se pode viver na virtual, no sonho e, quem sabe, até na realidade.

Escrito por Spartacus

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