sábado, 15 de maio de 2010

A Menina da "Leg " Amarela

Na rodoviária de S. , esperando pelo ônibus para uma cidade vizinha, avistei uma garota vestida com uma camiseta e uma chamativa “leg” amarela. Eu não me deteria mais do que de costume se a diminuta peça, já sempre tão justa por definição, não fosse tão fina que se amoldava completamente ao corpo da menina, um corpo exuberante. Era como se estivesse nua, porém pintada, da cintura para baixo, com uma fina camada de tinta amarela! A única acoisa que me certificava do contrário, além, é claro, da cor, era o aspecto liso da região pubiana. Enquanto as nádegas, deliciosamente salientes, eram invadidas pela cor amarela até o interior do sulco que as dividia profundamente, a região da vagina era lisa e, embora a leg estivesse completamente esticada sobre a pele, a menina devia estar usando uma lingerie de material mais espesso e liso que impedia o transparecimento da forma. Eu não conseguia resitir ao desejo de olhar, mas, forçado pela compostura, disfarcei o melhor que pude, através de idas e vindas que me permitiam ao menos 50% de tempo de contemplação. Mas a outra metade, o tempo perdido, era uma tortura e eu acelerava o passo para voltar a vê-la o mais rápido possível. Numa das idas, quase no momento de dar-lhe as costas, percebi que a menina me avistou. Me pareceu que ela tivesse percebido a minha manobra, porque ela olhou-me detidamente por cima do ombro. Não consigo me livrar da imagem daquele corpo bem firmado no chão pelas duas pernas amarelas entreabertas, as coxas magnificamente torneadas e proporcionais às nádegas protuberantes, curtas e elevadas, perfeitamente lisas, enquanto o rosto moreno adolescente me olhava pelo canto dos olhos com, quem sabe, a intenção maliciosa de provocar-me, ou a indagação de que aquele homem pudesse estar olhando com desejo. Imaginando que ela pudesse estar me olhando por ter sido alertada pelo amigo que ela acompanhara ao embarque, virei-me para iniciar logo o meu trecho de trajeto no sentido contrário. Mas embora de costas, voltado para a porção mais desinteressante da rodoviária, o que eu via era a pós-imagem do que eu vira segundos antes, que não se descolava das minhas retinas.

Assim, minhas idas e vindas começaram a tornar-se duas etapas bem distintas, a primeira visual e real, a segunda onírica, em que eu me via abraçando aquela menina por trás e a fazia sentir meu sexo duro contra suas nádegas impressionantes enquanto ela me envolvia o pescoço com os dois braços e, virando o rosto, introduzia-me a língua entre os lábios, deixando-passar as mãos pelas axilas depiladas e levemente úmidas de excitação. Ou então, com as duas mãos em sua cintura, apertando-a contra mim, sentindo-a pressionar as nádegas contra o meu membro atormentado pelo desejo de penetrá-las. Não podíamos ficar ali, mas para onde ir numa rodoviária? No meu atordoamento, avistei a porta entreaberta de uma loja vazia e, momentos depois, sem que eu possa explicar-me exatamente como, estávamos fazendo sexo no balcão.

Maria – vou chamá-la assim – acomodou-se confortavelmente, debruçando-se no balcão e esperando pela minha iniciativa. Comecei por trás dela porque precisava explorar minha fantasia inspirada pela finíssima leg. Eu via o corpo moreno à minha frente, as costas inteiras, a nuca, o cabelo castanho escuro, farto e espesso, mas macio e brilhante. E abaixo, as estonteantes nádegas, agora disponíveis, ora saltitantes ora ondulantes, pulsantes e cheias de desejo, completamente separadas, como se a leg amarela fora uma segunda pele. O calor era intenso entre elas e pude sentir com a mão o delgado fio do que descobri ser a misteriosa calcinha “fio-dental”, cuja parte frontal, durante minhas idas e vindas na plataforma de embarque, me impedira de ver o desenho da vagina. “Preciso colocar minha verga nua entre os dois gomos”, pensei. Era imperativo, mas como fazê-lo? E se Maria se incomodasse com marcas inconvenientes na roupa? Resolvi perguntar e, para surpresa minha, ela não se importou porque morava do outro lado da rua e confiava no fato de que o inconveniente se limitaria à parte da leg que ficava oculta entre as nádegas. Confirmei, já deixando minha calça cair sobre os tornozelos e acomodando longitudinalmente meus 17cm bem no fundo dos dois gomos amarelos, após separá-los com os polegares. Ao primeiro contato com o corpo quente e firme, senti no interior da glande o fluir do líquido lubrificante e, afastando-me um pouco, vi um fio transparente ligando a extremidade vermelho-arroxeada ao tecido amarelo. Como Maria não se importasse, voltei a colar meu sexo molhado bem no fundo do rego convidativo que tanto me excitava e que voltou a fechar-se sobre ele, envolvendo-o como dois pães de cachorro-quente envolvem uma salsicha. Maria parecia querer subir no balcão, erguendo-se na ponta dos pés e arrebitando ainda mais sua bunda exuberante. Sua excitação era extrema, mas ela não fez menção de baixar a leg, talvez em respeito à minha fantasia.

Uma volumosa glande vermelha e molhada despontando entre dois gomos redondos e amarelos era o que eu via quando olhava para baixo. Eu estava me masturbando entre eles, como numa variação da “espanhola”. Se aquilo me levasse ao gozo, eu esguicharia até o cabelo da menina ou além e, dependendo do ângulo, até o meu próprio rosto. Eu poderia facilmente ir até o orgasmo, mas perderia o prazer da penetração, porque não podíamos ficar ali eternamente. Isso pra não falar do prazer a que Maria fazia jus tanto quanto eu. Tive que optar pela interrupção do êxtase fantasioso. Mas não sem antes despir minha amante de sua parte de cima, para expor-lhe os peitinhos, que descobri pequenos, cônicos e bicudos, espremidos contra o balcão de madeira envernizada. Sem abandonar o prazer do contato peniano, envolvi os peitinhos com as mãos, passando cada uma por cada curva deliciosa dos flancos bem delineados de Maria. Ela teve que erguer-se um pouco e ficou completamente empinada, oferecendo-me mais do que nunca as nádegas extasiantes. Sua voz adolescente produziu gemidos encantadores enquanto manipulei os mamilos duros e senti a carne macia dos seios juvenis. Ela sussurrou “Isso... Pega os meus peitinhos... Torce os biquinhos... Agora Aperta um pouco mais... Ahhh...!” enquanto pressionava a bunda contra mim, fazendo brotar do meu sexo espessas gotas transparentes, que desciam pela glande e iam aumentar a área molhada da leg amarela.

Puxando Maria toda contra mim, espremi uma vez mais seus mamilos entre meus indicadores e polegares, fazendo a gemer enquanto beijei e mordi sua nuca. Depois, despedi-me dos seus seios e percorri seu corpo até chegar ao contato entre o tecido e o baixo da cintura, fazendo a menina voltar a curvar-se sobre o balcão. Logo abaixo da minha glande, o elástico da leg amarela interrompia a linha do reguinho que surgia de um pequeno e delicioso “V”, perfeitamente delineado no final das costas. Introduzindo os polegares entre o tecido e a carne, comecei a baixar a leg, ampliando lentamente o “cofrinho” e liberando o bumbum espetacular que foi expandindo-se ao sair da malha apertada, sem, contudo, perder a forma, a consistência nem tampouco a textura impecavelmente lisa. Enquanto o tecido deslisava pela pele, Maria ergueu-se na ponta dos pés para facilitar-me o trabalho, até que sua bunda saltou completamente para fora do elástico, que se fechou pouco abaixo das dobrinhas das coxas. Tive que agachar-me por trás dela para contemplar bem de frente aquela maravilha da anatomia humana. A proporção entre o comprimento e a largura de cada nádega era simplesmente exata! Não se tinha aquela impressão, tão freqüente, de que o bumbum é como uma pera, mais pesada embaixo do que em cima, ou como duas meias-luas projetadas para fora. Não, a massa era perfeitamente distribuída naquela forma a rigor indefinível mas sublime. Diante de mim, dois gomos morenos e sem nenhuma irregularidade se uniam para formar uma fruta de beleza extasiante, uma fruta que eu estava para provar.

Para explorar mais um pouco, baixei a leg pelas coxas até deixá-las abaixo das panturrilhas e voltei percorrendo as pernas com as mãos até parar no alto das coxas, no vértice das quais vi, pela primeira vez, a paisagem vaginal de Maria. Sombrio mas fino, lá estava o contato entre os grandes lábios que se uniam formando uma discreta saliência de coloração mais escura e fosca. Não vi pêlos a partir deste ângulo, prova de que Maria se depilava e novo indício de que, apesar da juventude, não se tratava de algúem inexperiente. O cheiro também era inebriante, levemente perfumado, revelando o cuidado e a higiene impecáveis. Exclamei um “Humm!” que divertiu a menina fazendo-a descontrair-se completamente. Comecei então a afagar-lhe as nádegas com o intuito de separá-las. Maria logo entendeu e, debruçando-se o mais completamente possível sobre o balcão, franqueou-me a visão de seu interior. Separando-as bem com os polegares, mas sem deformá-las, avistei o botão róseo, discretamente raiado mas sem vestígio de pêlos, expandindo-se a partir de um orifício de diâmetro ínfimio. Senti a necessidade vertiginosa de prová-lo imediatamente. Aproximei-me e, pondo a língua completamente para fora, colei-a ao fundo do rego, sentindo o orifício em sua extremidade. Maria teve um sobressalto, mas logo voltou à posição relaxada em que se encontrava, suspirando como se recebesse um carinho. Minha saliva foi ficando espessa à medida que eu o pincelava e o buraquinho foi cedendo à pressão das cotucadas que eu dava com a ponta da língua. Isso somado ao relaxamento de Maria, levou-me a supor que ela já praticara o sexo anal e encorajou-me a arriscar uma penetração digital. Lubrifiquei bem a área com saliva e só precisei deslizar a mão pela nádega direita para fazer com que a ponta do meu polegar encobrisse o orifício anal. Meu dedo foi invadindo lentissimamente aquele segundo do sexo, mas logo senti a mão de Maria impedir-me e sua voz pedir “Ah, não...”. Imaginando que eu me enganara completamente, comecei a retirar cuidadosamente a extremidade do polegar do delicado ânus e mudar de projeto, quando Maria continuou: “Com o dedo não...!”

Eu não podia acreditar que aquela menina estivesse me convidando para sodomizá-la! Parei por alguns segundos para pôr as idéias no lugar, olhei para o meu sexo em plena ereção, olhei mais uma vez para o corpo à minha frente e quando me levantei para começar, Maria virou-se sorrindo, esfregando-se pelo meu corpo, deu-me um beijo nos lábios e foi abaixando até ficar de cócoras à minha frente, já empunhando o meu membro em riste. Apoiei-me no balcão, abri as pernas e me ofereci. Minha glande logo desapareceu entre os dois lábios carnudos que se fecharam firmemente logo atrás dela e começaram a percorrer o corpo do meu pênis, recuando de vez em quando mas aprofundando-se sempre, até que tudo desapareceu num “deap throat” estarrecedor. Mal pude acreditar, quando vi os lábios tocarem, acima, os pelinhos rasos da minha pélvis, e abaixo, o início dos meus testículos. Meu reflexo foi introduzir-me mais, segurando a cabeça da menina e forçando-a contra mim. Parecendo engasgar, Maria apoiou ambas as mãos nas minhas coxas, afastou-se e expeliu um espesso muco translúcido que desceu pelo seu queixo e foi terminar numa poça, no chão de carpete velho. Temi tê-la irritado ou machucado, mas ela logo ergueu o rosto sorrindo e dizendo que estava acostumada. Senti-me diante de uma profissional juvenil. Maria voltou a abocanhar-me o membro, espalhou nele o resto do muco não expelido e, deixando-o bem lubrificado e até gotejante, voltou à posição inicial, debruçada no balcão. Ela ia me dar o que tanto me despertara o desejo na plataforma de embarque.

Com os dois gomos da fruta exótica plenamente desabrochados à minha frente e grau de lubrificação do meu sexo, eu não teria dificuldade em provocar a imediata expansão do precioso anelzinho de Maria. Ela não parecia temer a introdução de 17cm x 4cm e isso me tranqüilizou de saída. Posicionei minha glande, separei ligeiramente as nádgas da menina e deixei que o peso do meu corpo fizesse o trabalho sozinho. Maria sussurrava “Mete... Mete... Enfia em mim... Mete tudo... Me come... Me fode... Mete tudo no meu cu... Me abre... Me arromba... Me enraba...” Isso me levou a um grau de excitação que eu desconhecia e que atribuí ao poder do baixo calão no sexo. Maria era educada, eu também, mas o sexo entre nós parecia exigir aquele vocabulário. Ela precisava sentir-se vadia e não simplesmente uma menina recém-liberada pela maioridade que tivera um desejo circunstancial de fazer sexo com um estranho muito mais velho que ela. Não, a princesinha precisava, para excitar-se ao extremo, sentir-se “dando o cu”, como uma “puta” e eu entrei no jogo plenamente, respondendo “Então toma, minha putinha, engole o meu pau com esse cuzinho apertado... Sente a minha vara entrando...” enquanto via minha glande ir dilatando o orifício anal, sendo esmagado por ele e desaparecendo gradativamente. Maria parecia procurar coisas para agarrar sobre o balcão. Eu a via ora apertando os seios com as mãos aflitas, ora repuxando o cabelo, ora introduzindo um ou dois dedos na boca. Por fim, minha glande ultrapassou completamente o ânus e a verga clara e roliça deslizou inteira para dentro do seu reto. Maria jogou a cabeça para cima quando minha pélvis bateu contra as suas coxas pela primeira vez e pôs uma mão na minha barriga para me deter por um momento, depois levou-a ao ponto de contato entre o meu corpo e o seu, sussurrando um “Caramba...!” que eu interpretei como um tipo de reconhecimento de que aquilo era uma loucura sua, ou que ela havia reincidido em aventuras eróticas nas quais ela quisera pôr um ponto final. Essa pausa reflexiva durou segundos. Logo começamos os movimentos e percebi que Maria se masturbava com a outra mão, o que a fazia gemer e continuar a sussurrar interjeições e até impropérios como “Agora que o teu pau está todo no meu cu, me fode gostoso!... Ahn! Ahn! Mexe, vai! Mexe!... Me faz de putinha, de piranha, de puta!... Ahhh! Arromba meu cuzinho com esse cacete gostoso!... Quero te sentir gozar lá dentro!... Você vai me afogar no teu leite!” Isso me levou a entrar e sair dela com tanta intensidade que me senti num tipo de transe em que eu imaginava aquele orifício, que eu vira minúsculo, agora completamente dilatado. Eu revi Maria na plataforma de embarque, vestida de leg amarela, exibindo aquela bunda maravilhosa para mim. Eu a revi assim e me convenci de que ela quis dá-la para mim desde o primeiro olhar. Isso aumentou ainda mais minha excitação, fazendo-me ampliar os movimentos e acelerar o vaivém a um ponto tal que Maria perdeu as forças das pernas. Subitamente, a masturbação levou-a ao orgasmo e ela teve que tapar a boca com a mão livre, ao mesmo tempo em que desabava sobre o balcão, gemendo e choramingando, dizendo “Seu puto!... Quer me matar de tesão, é?... Então soca forte, meu macho, meu homem!.. Soca, porra!... Mete essa vara grossa no meu cu!... Mete, meu homem! Me faz sentir mulher! Só homem adulto me faz sentir mulher!... Isso! Ahhh! Vai! Mais!...” Essa valorização do homem adulto frente aos namoradinhos de 20 anos me levou a um orgasmo devastador. Meu pênis foi chegando à rigidez e expansão máximas e, quando atingiu o limite, Maria contorceu-se e eu concentrei-me para conseguir uma série de pistonadas antes que o meu sexo todo explodisse numa ejaculação que eu previa antológica. No auge, reconheci a breve interrupção que antecede o clímax e me transformei num aríete alucinado dotado de um lança-chamas, investindo furiosamente contra a abertura para escancará-la. Maria recomeçara a masturbar-se e gozava sem parar, tentando sem convicção deter-me com a outra mão, molemente aplicada contra a minha barriga. As emissões de esperma foram tão vigorosas que eu senti um formigamento na cabeça. Maria sussurrava “Delícia de porra quente!... Goza na tu putinha, goza!... Inunda o meu corpo de porra!” E eu gozava, gozava e gozava, como nunca antes. As contrações dilaceravam meus testículos, mas o prazer era tamanho que eu ignorava esse desconforto menor. À medida que fui despejando meu esperma no reto de Maria, meu sexo deslizando cada vez mais facilmente, até que tive a impressão de poder continuar a pistonear indefinidamente depois do orgasmo.

Durante esse vaivém final solto e fácil, decidi ir sentir com a mão a vagina úmida de gozo feminino, apalpar os lábios, tentar entrar, masturbar Maria mais um pouco. Em suma, travar conhecimento com o ambiente vaginal da minha amante, o qual eu já previa não ter tempo para explorar, pelo menos naquela primeira ocasião. Tudo me pareceu liso, íntegro, firme, sem franjas ultrapassando inesteticamente os limites dos grandes lábios. Com um dedo, toquei e esfreguei o botãozinho do clitóris, causando um frisson à minha menina, que deteve-me a mão com a sua, que ela pusera sobre a minha para controlar minha exploração. Agora, ela estava pela segunda vez completamente colada contra o meu corpo, mas com meu sexo fundo em seu reto. Sua mão sobre a minha revelava uma atitude de vigilância. Ela parecia temer algum gesto meu que, embora pudesse ser evidente a um outro homem, não me ocorria de modo algum. Continuei acariciando os pelinhos curtos do monte de Vênus, as regiões úmidas entre a vagina e as coxas, a percorrer o clitóris e as bordas dos pequenos lábios, enquanto, com a outra mão, eu afagava os peitinhos e sentia a suave cócega dos mamilos. Maria parara de sussurrar obscenidades e estava num estado de torpor que só não a desligava do mundo porque alguma coisa a inquietava, alguma coisa ligada à viagem da minha mão por seu sexo. Insidiosamente, deixei um dedo deslizar pelos pequenos lábios que, de tão firmes, pareceram comprimi-lo. Ao chegar ao local supremo, tentei aprofundar-me, mas uma mão brusca impediu-me. Reagi com espanto, mas, desprendendo-se de mim com um sorriso mais que misterioso nos lábios, Maria sentou-se no balcão e, abrindo completamente as pernas diante dos meus olhos interrogativos, fez-me comprovar da maneira mais eloqüente a suspeita que me aflorara quanto ao motivo da sua cautela. Surpreendentemente, a tão liberada menina punha sua virgindade acima de tudo. Era o seu Graal, a taça na qual só beberia o seu eleito.

Mas seu eleito, é claro, não era eu. Lentamente, tristonho, cabisbaixo, encaminhei-me para a escada rolante que me separaria definitivamente da menina da leg amarela.


Escrito por Marcfauwel

2 comentários:

Ayeska disse...

Marc, obrigada por deixar postar seu conto.
Adorei esse conto seu!
E já estou de olho em outro...rsrs
Bjs doces,

Ayeska@

KaplaneMeg disse...

Uau....
maravilhoso texto
excitante ao extremo!!!
Parabéns...
os leitores merecem outro e mais outro, e mais outro...