domingo, 30 de maio de 2010

Fazendo as pazes com uma dança sensual

O casamento é uma constante luta,precisamos nos esforçar ao máximo para manter sempre o amor,o carinho, respeito, cumplicidade, paixão , sexo e o tesão.

Muitas vezes parece ser dificil conseguir manter tudo isso,muitas outras parece que está tudo se acabando,mas quando existe o amor,nada é dificil e por pior que pareça estar sempre conseguimos fazer tudo ficar gostoso e normal novamente...

Dias tensos ,correria do dia a dia,problemas ,o afastamento parece ser inevitavel e o amor e a paixão parece que nem existem mais.

Eu sozinha com meus pensamentos ,sei que o amo,que o quero,que o desejo,então nada melhor do que uma surpresa para quebrar todo este gelo...Aquela noite tinha que ser especial,preparo com muito cuidado cada detalhe,unhas,depilação,cabelos,minha pele,quero que tudo esteja perfeito,quero surpreende lo.

Ascendo um incenso,velas,coloco uma pequena calcinha de lacinho preto no bumbum,ele adora esta calcinha,diz que fico parecendo uma coelhinha da playboy,coisa de homem apaixonado,coloco uma saia preta ,corpete preto com detalhes de strass realçando bem meus seios que ele adora,salto alto,luvas e um chapéu preto...

O barulho do portão indica que ele esta chegando,coloco a música,fico de costas para ele e ao abrir a porta ele me ve dançando lentamente ,me viro para ele e neste momento consigo ver aquele olhar que tanto adoro e o teu olhar me da mais coragem de continuar,então me aproximo,puxo ele pela gravata,ameaço um beijo,mas o deixo na vontade,fico dançando em tua frente, meu corpo vai para um lado e para o outro,me viro de costas para ele e percebo que sentou em uma cadeira logo atrás de mim,continuo dançando rebolando ,vou tirando bem devagar minha saia deixando ela deslizar pelas minhas pernas até cair no chão ,deixando a mostra a calcinha que ele tanto adora,sinto tuas mãos acariciarem meu bumbum,mas me afasto,afinal o show não acabou!

Me viro de frente para ele,olho em teus olhos e continuo dançando e bem devagar sem tirar os olhos do dele vou desabotoando meu corpete,abraço meus seios e não deixo o corpete cair,me viro novamente de costas faço um camelo,rebolo e bem devagar vou deslizando as alças do meu corpete pelo meu ombro deixando o corpete cair,dançando tiro meu chapéu cubro meus seios e me viro de frente para ele,dou aquele sorriso safado que enlouquece ele,o volume da tua calça é muito notavel,jogo meu chapéu para ele e deixo meus seios a mostra agora estou só de calcinha,então insinuo que vou tirar minha calcinha e rebolando desço bem devagar as tuas laterais e subo novamente,coloco meus pés no meio de tuas coxas,aliso teu pau com meu pé,passo a mão em meu corpo,subo minhas mãos pelo meu pescoço e volto a dançar de frente para ele,vou tirando minha calcinha lentamente e jogo para ele ,agora estou nua e de salto alto ele se aproxima ,puxa meus cabelos para trás e beija meu pescoço,teus lábios quentes me deixa excitada e começo a gemer,tuas mãos acariciam meu corpo enquanto teus lábios percorrem meu corpo,a gente se beija e vou descendo minha lingua por todo teu corpo,desabotou tua calça,passo minha lingua em teu saquinho,dou leves mordidinhas e escuto teu gemido,passo a lingua por toda a extensão de teu pau,começo a suga lo ,lambe lo como se fosse um sorvete,adoro fazer isso e faço muito bem,ele me puxa me pega no colo e me leva para o quarto,me deita na cama,me beija,tua lingua percorre toda minha barriga até chegar em minha bucetinha,ele me enloquece,como ele sabe me levar a loucura,começo a gemer...

-issooo,assimmm,quedeliciaaa,euvougozargatinho,assimmm,aaaiii,puxo teus cabelos ,minhas pernas estão tremulas,minha respiração está ofegante ,olho para ele me viro de quatro e peço para ele enfiar todo aquele pau na minha bucetinha,o que ele faz na mesma hora,os gemidos se misturam,ele logo anuncia que vai gozar e eu me preparo para receber todo teu leitinho quentinho em minha boca me melando todinha,que delicia sentir teu cheiro,adoro tudo que é de vc e tenho mais certeza ainda que o desejo,que o amo e que te quero sempre...bjs

-Para voce meu amor,espero que goste!




Escrito por PenélopeCharmosa

MASSAGEM SENSUAL -

Contei a vocês sobre o reencontro com o meu ex mais fascinante. Bom, ficamos nos correspondendo e toda vez que vou até a cidade em que ele reside nos encontramos e temos horas alucinantes de intenso prazer e carinho. Desta vez não foi diferente, me preparei toda e fui completamente surpreendida por aquele macho gostoso.

Cheguei à rodoviária e liguei para ele avisando que já estava na cidade, e marcamos para nos encontrar após o meio dia. Fui para casa dos meus tios para me preparar...

Lembrei que sempre me chama de gostosa e realmente me sentia assim, não tenho o que me queixar, com 1,59 cm de altura, bustos pequenos num formado de maçã, bem redondos, firmes com os bicos pequenos e rosados que ficam bem vermelhinhos quando estou excitada, uma barriga em ordem, cinturinha bem fininha, bunda volumosa, redonda e bem empinada, coxas grossas e bem torneadas, a pele bronzeada, cabelos pretos, médios e bem cortados, emoldurando um rosto fino, com lábios carnudos, nariz pequeno afilado, olhos marcantes castanhos e sobrancelhas bem feitas.

Enquanto tomava banho lembrava-me de suas mãos percorrendo o meu corpo e sentia a excitação começar a chegar, ondas elétricas concentravam-se onde a minha mão passava, deixando a pele como se estivesse eletrizada, sai do banho perfumei o corpo todo passando óleo e deixei que secasse ao natural.

Quando a pele já estava seca coloquei a minha calcinha fio dental branca toda rendada, que mal cobria a xoxota recém depilada especialmente para a ocasião. Por cima, um micro vestido escolhido a dedo, do tipo que valoriza o que tem de belo, para arrematar uma sandália salto alto só com duas tirinhas deixando o pé a mostra.

Saí e peguei o ônibus em direção a casa dele, no caminho ouvia cantadas das mais diversas, me divertia com elas. Liguei avisando que já estava chegado e ele foi me buscar no ponto de ônibus. Quando cheguei foi logo tecendo elogios, ele sabe que gosto quando me chama de gostosa. Enquanto caminhávamos sentia a minha xana já molhadinha só por esta perto dele. Sentia meus seios rijos, a pulsação cada vez mais forte, queria sentir o toque de sua pele, viajei muito para este fim.


Ficamos ainda conversando na parte externa de sua casa, em meio às conversas mãos bobas passeando aqui e ali, demonstrava o que estava por vir. Sentia que estava excitado com minha presença, não tirava os olhos de mim. Tem um rosto bonito, boca bem feita rosada, olhos com formato arredondado castanhos escuros, sobrancelhas grossas bem delineadas, cabelos pretos bem cortados contrastando com a sua pele branca... Não me cansava de olhá-lo!

Assim que entramos, ele me deu um abraço bem gostoso, que tinha um quê de saudade misturado com a excitação do reencontro, como estava bem colado pude sentir seu corpo quente. Foi para cozinha, preparou algo para beber e ficamos conversando.

Bebi um pouco do suco, fui e deitei na cama dele, estava cansada da viagem, tinha trabalhado até tarde na noite anterior. Ele veio ao meu encontro e me beijou bem gostoso, um beijo sem pressa me deixando maluca, ora sua língua invadia a minha boca de forma lasciva ora chupava bem gostoso os meus lábios carnudos e sedentos de prazer, mas logo em seguida me largou, ficou me olhando por alguns instantes. Em seguida levantou e foi até a cozinha e ficou de lá me olhando.

Fiquei contemplando aquele corpo esguio, másculo, com todos os músculos bem torneados, sem exageros, mas parecia que estava distante, queria saber por que tinha ficado tão longe, geralmente quando nos encontramos sempre é um fogo só. Chamei-o para perto, mas foi em vão, sei que se insisto acabo chateando-o então decidir deixar por sua conta continuei deitada, virei de costas e fiquei quieta.

Depois de alguns minutos ele veio para cama novamente, começou beijando meu pescoço; fui tentar virar, mas ele não deixou, e continuou beijando minhas costas, foi para os ombros, desceu até as mãos, eu iria falar algo, mas ele fez um gesto para que ficasse quieta, obedeci, estava muito gostoso senti a sua boca tocando bem de leve a minha pele, alternando com a língua e aquela umidade.

Foi para minhas pernas e beijou-as, mordendo de vez em quando, me deixando doida, pois era como se tomasse choque toda vez que apertava a minha carne entre seus dentes, foi até o meu pé, então olhando nos meus olhos e falou:


__ Só beijo o que estiver fora da roupa. Você pode até virar se quiser, mas não vai poder tocar no vestido.

Dei uma risada, senti minha pele ruborizar de excitada que eu fiquei; minha xana começou a pulsar. Virei-me, abrindo as pernas de forma que o vestido veio parar na altura da virilha.

Ele começou a me beijar, me olhando com a cara mais safada, mordiscava e eu ia ao delírio, chupava de forma lasciva, podia sentir o toque de seus lábios quentes na minha pele e passava a sua língua molhada me fazendo eriçar os pelos.

Ele parou olhou para a calcinha, levantou um pouco mais o vestido, como se quisesse ver melhor, passou a mão de forma firme chegou com o rosto bem perto que dava para sentir sua respiração, aquele ar quente fiquei alucinada, senti que estava excitado também, pois dava para ver aquele mastro rígido debaixo do short que usava e sua respiração tinha ficado mais ofegante. Então ele parou novamente.

Fiquei doida, como pode parar assim o que estava fazendo? Estava tão gostoso! Isso me assustou, geralmente não para mais depois que começa a me atiçar. E parecia que estava se controlando, brigando consigo.

__ O que está acontecendo em? Perguntei intrigada.

__ NADA... Queria que estivesse aqui... E complementou, Por que está aí tão comportadinha??

Num impulso, retirei o vestido ficando somente de calcinha fui ao encontro dele e comecei a provocá-lo. Abracei e beijei-lhe a boca cheia de desejo mordendo a parte inferior dos seus lábios chupando-o, roçava meu corpo no seu, sentia seu membro rijo embaixo de seu short, passeei com as mãos em seu corpo em seguida fui beijando-o, mordendo até que fiquei de joelhos em frente com aquele membro, sentia sua respiração ofegante, esfreguei o meu rosto no seu cacete, sentindo seu perfume, ele estava gostando, já gemia bem baixinho.


Tomando todo o cuidado, abaixei o seu short deixando aquele mastro de 21 cm, rosado e rijo olhando para mim, lisinho do jeito que gosto... Passei-o pelo meu rosto, e fui passar a língua nele, iniciei de baixo lambendo toda base, neste momento o gemido foi mais forte, fui subindo bem devagar lambendo e por vezes chupando, chegando até a cabecinha, passeei com a língua em toda sua extensão enfiando-a no orifício, ele continuava a gemer cada vez mais

__Isso, gostosaaaaaaaaaa...

Eu o abocanhei com gosto, queria muito sentir aquele pau dentro de minha boca, como sentia saudades! Chupei com força e pedir para que falasse o que queria, e ele disse:

__ Chupa ele todinho vai!! Põe meu cacete em sua boca

Obedeci prontamente, fui chupando colocando o que podia em minha boca, por vezes descia até a base e voltava logo em seguida passando a língua em toda a sua extensão, então ele pediu que parasse, quando olhei para ele, percebi que segurava uma calda de morango e disse:

__ Vou deixá-lo mais gostosinho para você, mas vai ter que me deixar limpinho depois!

Delirei com esse gesto e sorrir como uma criança que ganha o doce preferido. Sempre tive vontade de lambuzar alguém só para ter que tirar depois, eu segurei-o pela base e fui com gosto, abocanhei aquele mastro, dei uma chupada bem gostosa, ele gemeu alto...

Soltei e fui lambendo e chupando toda a extensão retirando toda a calda colocada por ele, desci e enquanto lambia a base utilizava as mãos num frenético vai e vem, sentir aquele cacete pulsar em minhas mãos abocanhei de novo chupando forte a cabeça e masturbando o corpo com a mão, ele gemia e tremia até que sentir o jato de porra na minha boca deixei escorrer pelo meu corpo.

__Hummm!! Safada, gostosaaaa.... Quer tomar banho de porra é??

Ele não conseguia ficar de pé, foi para o quarto e deitou na cama ainda ofegante, o observava, via a sua respiração, estava todo ruborizado e seu membro avermelhado ainda pulsava.


Fui ao banheiro, tomei um banho e fui deitar ao seu lado, que me abraçou por trás, me fazendo sentir todo seu corpo colado no meu,demorou assim alguns minutos e depois saiu, foi ao banheiro, ouvi o jato de água, fiquei quieta estava cansada...

Ele voltou com um frasco óleo mineral em suas mãos e foi colocando em minhas costas me fazendo uma massagem muito gostosa, aquelas mãos fortes e quentes ia deslizando sobre minha pele de forma firme, fazendo movimentos circulares apertando aqui e ali dirimindo qualquer ponto de tensão, foi descendo e com cuidado tirou minha calcinha, acariciou minha bunda de forma gostosa já estava toda molhadinha abriu minhas pernas passando bastante óleo nelas, ele me pediu que ficasse de quatro e ficou uns instantes olhando o quanto estava molhada, estava sedenta por ele, pelo seu cacete dentro de mim.

Passou sua a mão em toda a extensão com óleo que estava um tanto morno, sentia cada centímetro tocado com intensidade incrível, começou a soprar e a cada sopro ia ao delírio, passou a língua de forma carinhosa e chupou gostoso meu clitóris, gozei no instante que sentir seu dedo entrar em mim.

Ele me trouxe para o chão, me colocou de frente para ele e continuou com o banho de óleo, deixando meu corpo completamente coberto, só então deitou em cima mim, escorregávamos um no outro então abriu minhas pernas e começou a roçar em mim, eu me sentia toda eletrizada, parecia que o óleo aumentava a sensação, deixando a temperatura ainda mais quente.

Ele gostava de me atiçar e passava o cacete na portinha de minha xana, mas não entrava, mexia com meu clitóris, apertava minha bunda, me olhava com a cara mais safada, e sem que eu esperasse enfiou todo o seu pau de vez me fazendo delirar, começou um vai e vem gostoso, sentia inúmeras sensações prazerosas, os corpos deslizando, o chão frio em minhas costas.

Ele estocava, por vezes com força outras vezes bem de leve, ficava brincando rebolando bem na portinha me fazendo enlouquecer, tudo escorregando e cada vez mais quente, gemia e me chamava de putinha gostosa, eu delirava, gemia a cada penetração, como gostava de ter ele todo enfiado em mim.


Ele ficou de joelhos, colocou minhas pernas nos seus ombros e bombava com força, ao mesmo tempo eu subia e descia usando a alavanca das pernas, eu comecei a gritar de prazer sentia ondas elétricas percorrerem todo o meu corpo, olhava para ele e o via todo ruborizado, suava e entre gemidos dizia:

__ Vai minha gostosa... Assimmmmm!!!

Subitamente nos virou me trazendo para cima dele, era a minha vez de está no controle. Deixei que seu pau escorregasse para dentro de mi sentindo ele Lá no fundo, parei um pouco para retardar o nosso gozo que já estava próximo.

Como tudo escorregava, não tinha como firmar as minhas pernas, que teimavam em abrir cada vez mais, enquanto cavalgava, provocando ainda mais prazer, ele pegava e apertava minha bunda, me dando uns tapas usando as duas me fazendo gritar:

__ bate gostoso! vaiiii

Ele delirava, eu aumentava a velocidade e a força como eu podia, nós gemíamos, ele por vezes dizia:

__ Cavalga gostoso minha safada, gostosa! Ahhh

Apertava minha bunda, fazendo seu cacete entrar ainda mais, deslizava suas mãos até os meus seios apertando-os, tentando levar-los a sua boca, gemendo cada vez mais com a respiração cada vez mais dificultada, aumentei ainda mais a velocidade, eu o sentia entrar e sair e a temperatura do seu corpo aumentar, ele gemia, com seu pau a pulsar dentro de minha xana gozei com ele me chamando de cachorra.

Fiquei de quatro, apoiada na cama e pedi que enfiasse todo aquele mastro dentro de mim, e assim ele fez, agarrou meu quadril e começou a bombear com força, e eu rebolava cada vez mais, e a cada estocada delirava.

Ele pegou meu cabelo e começou a puxar enquanto enfiava todo o seu cacete dentro de mim, por vezes dava um tapa na minha bunda me pedindo que rebolasse mais. Delirei quando soltou os meus cabelos e deslizou suas mãos até os meus seios apertando-os sem parar de me foder.


Em seguida segurou novamente a minha anca e bombeou freneticamente sentir minha boca ficando seca, o seu corpo tremer, gozamos juntos de forma maravilhosa, eu subi e ele me abraçou, ficando os dois, de joelhos um atrás do outro. Senti seu coração pulsar, o meu parecia que iria sair pela boca, sua respiração ofegante no mesmo ritmo da minha, nossos corpos tremiam até que desabamos e ficamos ali no chão, completamente saciados e relaxados.

Depois de uns minutos, levantamos e fomos tomar um banho, debaixo do chuveiro ele passava sabonete em mim, me chamando de gostosa, acariciando todo o meu corpo, e começou a massagear a minha xana que estava toda inchadinha, foi para minhas costas ensaboando-a por completo dando uma atenção especial a minha bunda, passou pelas minhas pernas e braços a fim de tirar todo o óleo.

Enquanto a água caia sobre o meu corpo ele me acariciava, e eu me sentia no céu, com aquele banho de carinho, retribui da mesma forma, passando sabonete por todo o seu corpo, limpando cada centímetro, ao mesmo tempo em que gravava em minha mente aquele momento único de carinho.

Ao terminarmos ele me ofereceu uma toalha e fomos para a cama novamente, deitamos um do lado do outro, ele abraçado a mim já estava rijo novamente, começou a enfiar, de forma suave, bem devagar, às vezes parava todo lá dentro, às vezes fazia poucos movimentos, sentia minha boceta contrair e aquele cacete rígido dentro de mim, deslizando no gozo, me dando ainda mais prazer, sentia que as ondas elétricas se aproximavam novamente com mais intensidade, ele colocou a mão no meu clitóris e começou a massagear sem se movimentar pediu no meu ouvido.

__Mexe para mim minha gostosa!

E eu rebolava, sentia seu cacete e seus dedos a brincar com o meu clitóris e gozei... Foram órgasmos múltiplos, gemia e pedia para que ele gozasse dentro de mim até que sentir aquele jato quente tomando conta de minha vagina que pulsava... Todos os meus músculos tremiam junto com os seus, não tinha força mais para nada, ficamos ali, de conchinha, ele fazendo carinho em minha cabeça, falou baixinho dorme minha putinha gostosa... e foi a ultima coisa que ouvir antes de adormecer.


Escrito por Anikka

domingo, 23 de maio de 2010

Aprovados!!!

Eu não costumo escrever sobre a minha vida, mas o que aconteceu hoje parece tão incrível que precisa ficar registrado para que, lendo, eu acredite quando me lembrar mais tarde.

Na volta às aulas deste ano de 1991, nós, os meninos da última série do segundo grau do Instituto Estadual Buarque de Macedo, ganhamos um presente. Eu, em particular, depois de anos e anos sem ver nada de extraordinário do lado feminino da escola, me vi sentado na mesma fileira – entre nós, apenas o corredor – que uma menina de saia curtíssima (de barra muito mais próxima da calcinha que a de qualquer outra das meninas que eu jamais vira na escola) e uma blusa que deixava adivinhar peitos maravilhosos. Durante semanas, não consegui parar de olhar para ela, contemplando aquelas coxas, tentando deduzir o resto do corpo e dedicando-lhe, nos meus banhos matinais, longas e exuberantes punhetas, durante as quais eu imaginava sua bunda durinha e bem feita e uma buceta carnuda e, quem sabe, raspadinha. A Cléia não é bonita – tem caninos pontudos demais, lábios feios, um olhar meio enviesado – e tem um jeito meio “mongol” que a torna completamente sem encanto. Mas isso nunca me incomodou em nada porque, de saída, eu a vi como objeto sexual e ninguém poderia negar que ela é sexy! Seu comportamento em aula sempre foi neutro-apagado; só se ouve a voz dela quando um professor faz uma pergunta direta. Ela fica na dela, não está nem aí para os nossos olhares e cochichos e, aparentemente, ainda menos para as risadinhas das outras meninas, que a evitam e a consideram um misto de doida e puta. Desde o primeiro dia de aula, ela tem entrado em sala muda e saído calada, com um jeito que poderia ser considerado arrogante se o olhar dela não revelasse um pouco de loucura.

Ocorre que, ao longo do ano, nós, os homens da sala, fomos descobrindo que a Cléia preferia fazer trabalho de grupo conosco do que com as meninas. Eu fui o primeiro a induzir que, se ela já tinha se juntado cinco vezes com homens para fazer trabalhos, na sexta ela também escolheria homens. E não deu outra: no mês de maio, a Cléia pediu para integrar o nosso grupo num trabalho de Ecologia que valeria como prova de junho. Os dois primeiros encontros foram meio formais, houve um certo desconforto pela presença feminina única com 3 marmanjos, mas ela foi se mostrando fácil e aberta, como se viesse de um país adiantado do Primeiro Mundo, como a Suécia ou a Holanda e, a partir daí, tudo foi ficando mais fácil. Sempre com roupas curtas ou apertadas, muitas vezes de mini-saia, ela se sentava em qualquer lugar (cadeiras, sofá, poltrona, no chão...) sem a menor preocupação com mostrar a calcinha ou o “cofrinho”. Era como se estivesse de biquíni numa praia. Isso foi nos soltando e deixando à vontade, ao ponto de trocarmos estalinhos ao nos encontrarmos ou darmos tapinhas em sua coxa quando ela dava uma dica boa para o trabalho.

Os encontros foram acontecendo e o trabalho progredindo, até não haver mais dúvida de que a aprovação estava no papo. Apesar de sermos estudantes de escola pública, somos todos bons alunos e inteligentes, inclusive a Cléia, que nos fez mudar completamente a opinião inicial que tivemos a seu respeito. Chegamos ao fim de maio tranqüilos em Ecologia, só faltava redigir o trabalho. Cada um dos 4 ficou responsável por um bloco e combinamos de nos encontrarmos no dia 29 de maio, hoje, na minha casa, para juntar tudo e dar o trabalho por terminado.

O dia chegou. O Tato e o Fa chegaram juntos e foram sentar na mesa do meu quarto. A Cléia chegou meia hora depois, pedindo desculpas e usando uma sainha que meu Deus do céu e um top que deixava as costelas de fora e apertava tanto os peitos que os bicos estavam impressos no pano azul. Ela estava carregando uma bolsa cheia de papéis e foi direto para o meu quarto, mas em vez de sentar com os outros, na mesa, ela foi se ajoelhar no chão para espalhar tudo na minha cama, dizendo “Primeiro tenho que dar um jeito nisso, que está uma zona!” Nós nem demos muita atenção quando ela começou a tirar as coisas da bolsa, mas de repente, ela precisou se debruçar na cama para organizar os papéis e não foi mais possível parar de olhar. Ficamos os três embasbacados, olhando para a Cléia com meia bunda de fora da saia e a calcinha enterrada no rego, fazendo alegremente suas pilhas de papéis e, de vez em quando, olhando para nós e sorrindo. Eu não tive dúvida: ela estava nos atiçando. Olhei para os meus amigos, pisquei e eles não só entenderam como concordaram plenamente.

E mais uma vez, fui eu que tomei a iniciativa. Fui até a cama e me ajoelhei ao lado da Cléia, fingindo interesse pelo que ela estava fazendo. Ela continuou se debruçando na cama sem o menor constrangimento; essa posição a deixava de bunda de fora porque a sainha era larga e solta. Pus a mão no ombro dela, fiz um carinho nas costas, comprovando que não havia sutiã por baixo do top, desci até o meio das costas nuas, ela me deu uma olhada rápida de canto de olho, desci um pouco mais e parei um pouco antes do final da saia, mas já no bumbum. Ela me afastou com o cotovelo, disse “Pára, menino!”, mas senti tudo menos convicção naquele gesto. Voltei um pouco para a parte nua das costas, cheguei perto dela e taquei-lhe um beijo no pescoço, logo abaixo da orelha. Ela se afastou fazendo cara de espanto e disse “Que é isso, Marquinho!”, mas eu insisti e acabei descolando o beijo na boca do século. Enfiei minha língua todinha na boca da Cléia, que respondeu à altura. Meu pau, que já não estava mole há muito tempo, pulou na cueca e armou de vez, enquanto a gente continuava se beijando, os dois ajoelhados no chão e bem debruçados na cama. Mas eu não podia avançar demais sem ter a certeza absoluta de que a Cléia estava disposta a uma putariazinha em que meus dois amigos seriam, no mínimo, observadores. Eu precisava fazer um teste e o que me pareceu mais natural foi continuar acariciando sua bundinha da maneira mais ostensiva, levantando bem a sainha dela, para ver se isso provocava alguma reação. Para a minha felicidade, ela se empinou ainda mais quando eu comecei a passar a mão pelo rego onde a calcinha minúscula estava totalmente enfiada. E como eu queria clareza total, ainda perguntei com todas as palavras se o Tato e o Fa podiam participar, ao que ela respondeu sorrindo e meneando a cabeça, voltando logo a me beijar. Só foi preciso isso para que eles se aproximassem de nós.

Tato já chegou perto da cama abrindo a bermuda, se ajoelhando e encostando só de cueca na bundinha da Cléia, que gemeu e olhou para trás piscando para ele e dizendo um “Ai, que gostoso...” super lascivo. Aquilo me deu a certeza que faltava; a Cléia sabia perfeitamente o que estava fazendo e a gente já podia relaxar. Me desfiz da bermuda, da cueca, da camiseta e sentei na cama de pernas bem abertas e estaca pronta. Ela pediu licença ao Tato, escorregou um pouco mais para o meu lado, se encaixou entre as minhas pernas, pegou meu pau e caiu de boca, me fazendo soltar um “Ahhhhh!” e jogar a cabeça pra trás. Tato aproveitou para se despir, exibindo seus 18cm (ele é o picão da galera) depois levantou a sainha da Cléia até as costas para achar o elástico da calcinha e puxá-la para baixo. Ela estava tão enterrada que ele quis ver como ficava na frente e pediu à Cléia para ficar de joelhos e mostrar. Ela se ergueu, abriu os dois botões laterais e deixou a sainha cair no chão. Nós três soltamos um “Uau!” ao ver a calcinha branca justinha, estufada pela xana carnuda e de bom tamanho (a Cléia é grande, tem 1,70). Ficamos olhando um tempo e demos a volta para ver a bundinha que, na verdade, era mais do que isso, era uma bunda perfeita, duas meias-luas durinhas, redondas e lisinhas com polpas maravilhosas, surgindo logo abaixo de duas covinhas da coluna vertebral super empinada. A essa altura, o Fa também tinha tirado a roupa e nossos três paus saltitavam de tesão.

Voltamos à primeira posição, a Cléia voltou a me chupar gostoso e o Tato a encoxou, certamente para percorrer a rachinha à procura da entrada. Curiosa, a Cléia tirou a boca do meu pau e olhou para trás, exclamando um “Nossa!”, levando a mão para apalpar o cacetão do meu amigo, que teve um arrepio de nervoso ao contato dos dedos com sua cabeçona inchada e sensível. Cléia só voltou ao meu pau quando o Tato encontrou o buraco e começou a empurrar. Eu pude sentir os tranquinhos das primeiras tentativas. Meu amigo disse, gemendo, “Que bucetinha macia você tem, Cléia! Vou arrombar todinha e te deixar maluquinha de tesão, tá?” Cléia gemeu de volta e, prestativa, se empinou ao máximo e abriu bem as pernas, levando uma mão entre elas para separar bem os lábios da bucetinha e indicar o caminho. Tato fez força, puxou a menina pelas ancas, fez mais força, a Cléia franziu o sobrolho, reclamou um pouco, mas, pouco depois, quando a cabeça do piruzão do meu amigo mergulhou na buceta da nossa putinha, pude ver a expressão de prazer iluminar o rosto dos dois. Ela voltou a chupar com afinco a minha rola, subindo e descendo sem parar, e massageando minhas bolas. Mas a vara do Tato é tão grossa, tão grande, que ela não consegiu se concentrar por muito tempo em mim, parando de vez em quando e tomando uns sustos, talvez porque um caralhão de 18cm deva arreganhar demais uma buceta de tamanho normal. Eu só via a cabeça da Cléia dando uns pulinhos a cada vez que o Tato ia empurrando o bruto devagarinho para dentro. Com mulher adulta, ele mete de uma vez e elas ainda pedem mais! Mas ele sabe que com menina da nossa idade não pode ir direto, tem que ser progressivo. Em todo caso, a vara dele deixou a Cléia tão doida que ela já foi esfregando o grelo enquanto o bicho entrava e começou a gozar em pouco tempo. Ela começou a gemer alto e rápido, agitando a cabeça, se apoiando na beira da cama e indo para frente e para trás para induzir o Tato a começar a socar. Acho que a abertura da buceta detonou o orgasmo; só pode ter sido isso. A menina ficou histérica, respirando forte, gemendo e mandando: “Soca forte, Tato! Mais forte, pô! Tô gozando!” E o Tato lá, tranqüilo, mandando vara mas sem a mínima pressa de gozar. Quando ele atingiu um ritmo legal e a gente começou a ouvir o bate-coxa acelerar, a Cléia foi ficando pálida, de olhos esbugalhados, triturando as minhas coxas com as mãos. Mas o Tato é super-resistente, só goza quando quer; ficou um tempaço socando assim. Só vi a Cléia despencar no meu colo, como se tivesse desmaiado, mas gemendo baixinho, choramingando e falando “Me come, seu puto... Mete essa vara grossa todinha em mim... Me fode até eu não agüentar mais... Me mata de tanto gozar...”, Isso me fez entender que uma mulher pode gozar sem parar. Ela estava tendo orgasmos múltiplos com o Tato. E depois ainda dizem que tamanho não é documento! A Cléia ficou prostrada enquanto o Tato meteu nela. Ele deve ter gozado uns 20 minutos depois de começar a meter e foram 20 minutos sem sair de cima! No final, ela se contorcia e eu já não sabia mais se era tesão ou outra coisa porque até a voz dela ficou pastosa. Mas o Tato acabou gozando e, quando tirou a camisinha (não vou falar muito disso porque é óbvio que a gente usou pra meter), inundou as costas dela, esguichou até o cabelo e ainda senti uns espirros em mim, lá longe, sentado na cama! Nunca vi o pau do Tato tão enorme como quando ele saiu da buceta da Cléia para gozar. Devia estar no tamanho máximo, de comprimento e grossura, sem falar do saco, inchado e redondo, muito maior do que de costume. Eu falo assim do corpo dos meus amigos, mas só desses dois, porque a gente vive junto e se conhece desde criança. Há muito tempo, quando a gente estava descobrindo o corpo, rolaram uns pega-no-pau e umas punhetas coletivas que nos deixaram bem à vontade a esse respeito.

Depois da foda com o Tato, a Cléia pediu para beber água, foi ao banheiro e voltou para ficar um tempinho estendida na minha cama. Nós ficamos meio preocupados, querendo saber se ela tinha gostado ou não, mas ela logo nos tranqüilizou dizendo que ficava assim mesmo quando transava com um dotado (então eu tinha razão!), mas que a gente podia ficar sussa porque ela já tinha trepado até com caras de quase 30 anos. Nós nos entreolhamos, com aquelas caras de “quem está se dando melhor aqui, nós ou ela?” Assim que ela descansou, nós terminamos o trabalho – só faltava “costurar” as partes – e fizemos sanduíches, os três torcendo para que a Cléia estivesse a fim de continuar o “programinha” para que todos saíssem satisfeitos do nosso último encontro. Ninguém se vestiu, ficamos de cueca e ela de calcinha.

Por volta das 5h, a Cléia se deitou de novo na minha cama e nós ficamos conversando sobre um monte de coisas, até que, não sei bem por quê, cada um começou a falar do que tinha feito em matéria de sexo. De repente, o Fa foi se sentar na beirinha da cama, bem ao lado da Cléia, sem se acanhar de exibir uma ereção que teimava em não baixar. Cléia sorriu e acariciou a coxa lisa do meu amigo mais jovem e inexperiente. Embora muito exibicionista, o Fa ainda não tinha transado até hoje e confessou isso à Cléia com toda a simplicidade, o que, aliás, multiplicou o interesse dela pelo “menininho virgem”. Enquanto ela passava a mão em sua coxa, o pau dele pulsava na cueca. Eu estava encostado na janela, tomando uma Coca geladinha, olhando para os dois na cama, enquanto o Tato, sentado no chão, folheava negligentemente uma revista alemã da minha coleção pornô. Olhando a cena, eu me dizia que a Cléia era uma menina super legal que não merecia em nada o tratamento que recebia na escola. Pela primeira vez, eu via alguém quase da minha idade que não considerava o sexo como algo extraordinário, mas como parte natural da vida. A Cléia estava transando porque queria e isso não me transmitia a idéia de que ela etivesse “dando”para a gente, mas uma idéia de troca. Nós éramos 4 amigos fazendo sexo como quem brinca ou lê ou come.

Aos poucos, a brincadeirinha na cama foi ficando excitante. O Fa se virou para a Cléia e começou a afagar seus seios, que me pareceram inchados, com os bicos espetados para fora. De longe, eu a vi se movendo voluptuosamente, convidando-o a continuar a explorar seu corpo. Ele se colou todo nela e o contato quente do pau duro com a sua coxa a excitou, porque ela logo respondeu com um beijo demorado na boca, abrindo as pernas para acolher a coxa dele entre as suas e já baixando sua cueca e passando a mão pela bundinha branca e lisa, que começou a se mexer. Ele beijou a Cléia, depois mamou os peitos dela, levando-a a gemer e sussurrar alguma coisa que eu não ouvia. Pela posição dos dois – a coxa dele encaixada entre as pernas dela –, ele devia estar esfregando sua xoxotinha e isso devia estar alucinante para ela.

Quando olhei para o Tato, ele estava com a mão no pau, semiduro na cueca, olhando a cena. De repente, ele me fez um sinal e percebi que ele estava chamando minha atenção para... a bunda do Fa! Ele fez cara de tesão, imitou com a mão a ondulação das costas e da bunda e, puxando os braços para trás e jogando a cintura para frente, concluiu com o gesto clássico de meter. Fiquei espantado, mas tive que reconhecer que a posição do Fa favorecia a forma da sua bunda. Elevada pela coxa da Cléia, ela estava realmente empinada e redondinha. Tive que admitir que, com o Fa completamente de costas, pareciam duas meninas trepando na minha cama. Perto de mim, o Tato começou a ter uma ereção monstro. Ele acabou liberando o pau da cueca e, do meu ponto de vista, eu via aquela vara enorme espetada no final das coxas, contra o fundo da barriga e ocultando o umbigo. Ele a empunhou e começou se masturbar bem devagar, sem nenhuma intenção de gozar.

Nunca imaginei que um dos meus amigos pudesse ter inclinações bissexuais, mas, ao que tudo indicava, depois de ter transado com a Cléia, Tato estava excitado pelo Fa. Isso me fez pensar sobre o sexo, essa coisa tão antiga, tão primária, mas tão misteriosa. Nós éramos quatro corpos jovens e bonitos, capazes de proporcionar prazer uns aos outros, mas, por causa de um “decreto” da nossa cultura, da cultura brasileira, da cultura local, das nossas culturas familiares, estávamos tacitamente divididos em dois grupos totalmente desiguais: éramos três homens e uma mulher. Cléia também aceitava isso sem discutir, mas de repente tudo me pareceu injusto e absurdo. Voltei a olhar para os dois na cama, depois para o Tato excitado pelo Fa, e entendi o quanto tudo estava errado e precisava ser repensado em função do prazer e da liberdade de explorar esse prazer, um direito de todos. Me pareceu mais do que óbvio que o Fa está equipado para dar prazer tanto ao Tato quanto à Cléia, já que ele o excitava tanto quanto a ela! O jogo sexual seria muito mais equitativo se todos dessem tanto quanto recebessem ou, ao menos, se cada um desse na medida do interesse provocado. Quando tudo isso ficou bem claro na minha mente, olhei significativamente para o Tato e mostrei que concordava plenamente com seu ponto de vista expresso em mímica. Passei a encorajá-lo a chegar perto da cama e tomar parte nas brincadeiras do casal. Poucos minutos depois, Tato se levantou.

Cléia e Fa estavam se beijando como dois novos namoradinhos. Ela estava certamente brincando com o pau e as bolas dele, porque ele dava umas recuadelas coma bunda e ameaçava: “Não faz isso, menina...!” Tato chegou perto da cama, sentou-se perto do travesseiro, logo atrás da cabeça do Fa e ficou olhando-os se beijarem. Ele olhou para o corpo dos dois e fez um gesto para mim com o punho e o antebraço, querendo indicar que o nosso amigo estava de pau completamente duro. Eu ri e o encorajei a ir adiante, mas nem foi preciso porque a Cléia passou a mão em seu rosto pedindo um beijo. Tato se apoiou completamente nas costas do Fa e deu umbeijo longo. Ao mesmo tempo, Fa passou para cima da Cléia, que o acolheu, escancarando as pernas. Em segundos, Fa estava dentro da Cléia e sua bundinha branca e lisa começou a pular, fazendo a menina gemer sem parar de beijar Tato.

O clima erótico ficou a mil. Os corpos dos meus amigos ondulavam juntos, sincronizados. Minha excitação chegou ao pico e senti que era hora de participar da orgia. Me aproximei da cama, olhei para a Cléia, que piscou o olho convidativamente. Resolvi me sentar na beira da cama e pôr a mão na coxa do Tato, que continuava sentado pouco abaixo da cabeceira. Assim que eu toquei em sua coxa, Tato percebeu que não era a Cléia, mas dando vazão à abertura que ele tinha mostrado antes, pegou minha mão e levou-a até o seu pau. Foi a primeira vez que eu peguei um pau outro que o meu. Ele começou a pulsar e o fluido lubrificante começou a brotar e escorrer pela cabeça. Eu estava curioso e excitado com aquele membro tão parecido com o meu, mas tão maior, grosso a ponto de me impedir de fechar o polegar com o indicador. Tato começou logo a mexer a cintura, usando minha mão para se masturbar enquanto não parava de beijar Cléia cada vez mais lascivamente.

Mas o espetáculo estava tão rico que eu não podia me concentrar só no Tato. Ver a bunda do Fa entre as coxas da Cléia também estava me alucinando e, para o prazer dos meus sentidos, Tato e Fa começaram a se alternar nos beijos na Cléia, que retribuía gemendo e sorrindo, chamando os dois de gostosos, dizendo que achava o Fa um menino lindo, etc. A imagem de que os meus amigos estavam se beijando “por tabela” me encheu de tesão e me encorajou a dar um passo a mais. Tocando na coxa da Cléia por baixo, eu a induzi a dobrar bem as pernas e envolver o corpo do Fa. Depois, passei a mão pelas costas dele até chegar em sua bunda. Ele olhou para trás, ensaiou um protesto, mas a Cléia e o Tato logo o repreenderam brincando. Continuei meu percurso até chegar ao saco dele, que comecei a massagear enquanto acompanhava seus movimentos para dentro e para fora da Cléia. De vez em quando, eu “escapulia” para o rego da bunda perfeita, tão lisa, acariciava cada gomo, excitado com a curvatura pronunciada e feminina das costas dele. Essas carícias o relaxaram completamente; ele começou a trepar bem mais languidamente com a Cléia. De vez em quando, eu espiava lá na interseção dos dois corpos, punha a mão, sentia o tronco de pica molhado e liso entrando e saíndo, duríssimo e em sua máxima grossura. Depois, com um dedo, sentia as bordas, irregulares como pétalas de cravo, dos lábios entumecidos da buceta encharcada, os grandes lábios macios e carnudos, a pele esticada e lisa do inferior do orifício... O saco redondo, inchado e frio do Fa vinha a cada meio segundo bater na minha mão, encerrando cada mergulho de cabeça nas profundezas daquela gruta quente e misteriosa, recém-descoberta pelo meu amigo mais jovem.

Cléia continuava dividida entre duas bocas ávidas, as arremetidas do Fa e as minhas carícias. Imaginei que a excitação dela devesse ser imensa porque suas bochechas estavam vermelhas e brilhantes. Em dado momento, Tato, de joelho ao seu lado, puxou-a pela cabeça, convidando-a a chupar o seu pau. Mas ela não conseguiu virar o pescoço o quanto precisava. Foi então que propus que ela e Fa trocassem de posição, que Cléia passasse para cima. Aceita a proposta, Cléia se empalou no Fa e começou a cavalgá-lo, enquanto Tato continuava de joelhos oferecendo o pauzão armado. Ela teve que escancarar a boca para envolver a cabeça, mas logo vi meio pau desaparecer entre os seus lábios. Cléia começou a chupá-lo com apetite, enquanto Tato, apoiando as mãos na própria bunda, revirava a cabeça mal reprimindo um grito.

Meu tesão era indescritível, vendo nossos quatro corpos nus, nossos paus, bocas, coxas, bundas, a trepada, a chupada, o calor, os gemidos, o cheiro... Sabendo que a Cléia não recusaria, olhei para ela e fiz sinal de que ia entrar na brincadeira. Ela sorriu com os olhos. Fiquei um tempinho de pé na extremidade da cama, assistindo ao espetáculo majestoso da trepada, sua bunda de mulher subindo e expondo a vara vertical do meu amigo para despencar logo em seguida, ocultando-a e deixando de fora apenas o saco espremido contra as coxas fechadas. Quando a Cléia parou um pouco – certamente para me esperar – me colei por trás dela, sentindo meu pau no rego quente da sua bunda, e comecei a apertar os peitinhos e a torcer os mamilos espessos e durinhos, fazendo-a quase gritar (ela teria podido; estávamos sozinhos em casa) e soltar o pau do Tato, que ela não tinha parado de chupar. Fiquei assim durante uns minutos, até que resolvi tentar o que eu nunca tinha experimentado. Passando a cabeça do pau bem na zona de contato entre a Cléia e o Fa, lubrifiquei bem, pedi à Cléia para quase se deitar no peito dele e comecei a pincelar seu rego e o cuzinho, ajudando com saliva grossa da coca-cola recém tomada. Cléia entendeu, mas não protestou e se ajeitou, soltando completamente o peso do corpo sobre o Fa, para me facilitar ao máximo. Separei um pouco os gomos da bunda dela e, depois de descobrir satisfeito que a abertura do cuzinho era em forma de funil, encostei a cabeça do pau e comecei a forçar. Forcei, forcei, venci a resistência do anel e comecei a passar. Assim que a cabeça entrou toda, senti a resistência oferecida pelo do Fa que estava todo na buceta. Pedi à Cléia para subir um pouquinho e, assim que a resistência cedeu, enterrei meu pau até as bolas. Ela deu um pulo, mas logo voltou a sentar no Fa. Assim que nós dois conseguimos entrar completamente nela, começamos a nos coordenar para pistonear alternadamente o cu e a buceta. Cléia começou a gemer alto e gritar: “Ai! Me arromba! Isso... Mete tudo! Vai! Assim... Quero vocês dois dentro de mim...!”

Acho que só ator pornô agüenta muito tempo numa DP. Em questão de minutos (5 no máximo), fui ficando louco para gozar. E o Fa também, mesmo estando na buceta! Cléia deve ter percebido isso pelos nossos gemidos e e fez uma coisa inesperada. Ela olhou por trás do ombro e me disse: “Fica”. Em seguida, ergueu-se um pouco para deixar escapulir o pau do Fa e recuou para abocanhá-lo e chupar com vontade. Ouvi o Fa dando um gemido muito forte e começando a gozar na boca da Cléia diante dos olhos esbugalhados do Tato, que exclamou um “Caraca!” antológico. Isso me deixou com tanto tesão que, com mais algumas mexidas, explodi num gozo intensíssimo que me fez grudar na bunda da Cléia socando curtinho e ejaculando em jatos longos. Gozei tudo dentro dela, sentindo meu pau pulsar com tanta força que tive medo de dilacerar o cuzinho. A Cléia estava totalmente arreganhada e beijando o Fa, dividindo com ele a porra que ela tinha recebido na boca. Eu não parei de socar até a última gota. Tato ficou tão excitado com a cena que começou a tocar punheta, direcionando o pauzão para fora, com medo de gozar na cama. Mas assim que a Cléia percebeu, puxou-o para a cama e o convidou a gozar no peito e na barriga do Fa, que chegou a protestar com um “Ei!” Tato ficou meio sem graça, mas a Cléia e eu insistimos em coro, até que o Fa autorizasse. Por trás da Cléia, pude ver o Tato se ajoelhar na cama e começar a gozar quase imediatamente, esvaziando os seus 18cm em vários jatos no corpo do Fa. À medida que as pocinhas de porra se formavam, a Cléia espalhava o creme pelo peito dele, em torno dos mamilos, no umbigo, demonstrando uma verdadeira intimidade com tudo que, para nós, era tão novo. Ela terminou chupando o pau do Tato até deixá-lo limpinho, segurando a vara dele com a mão esquerda e passando a direita toda melada nos peitos. Eu, pensativo como sempre, olhei para fora, pela janela do lado oposto, e me censurei intimamente por não ter fotografado tudo.

Uma palavra final sobre nosso trabalho. Tiramos dez.


Escrito por MarcFauwel

sábado, 15 de maio de 2010

A Menina da "Leg " Amarela

Na rodoviária de S. , esperando pelo ônibus para uma cidade vizinha, avistei uma garota vestida com uma camiseta e uma chamativa “leg” amarela. Eu não me deteria mais do que de costume se a diminuta peça, já sempre tão justa por definição, não fosse tão fina que se amoldava completamente ao corpo da menina, um corpo exuberante. Era como se estivesse nua, porém pintada, da cintura para baixo, com uma fina camada de tinta amarela! A única acoisa que me certificava do contrário, além, é claro, da cor, era o aspecto liso da região pubiana. Enquanto as nádegas, deliciosamente salientes, eram invadidas pela cor amarela até o interior do sulco que as dividia profundamente, a região da vagina era lisa e, embora a leg estivesse completamente esticada sobre a pele, a menina devia estar usando uma lingerie de material mais espesso e liso que impedia o transparecimento da forma. Eu não conseguia resitir ao desejo de olhar, mas, forçado pela compostura, disfarcei o melhor que pude, através de idas e vindas que me permitiam ao menos 50% de tempo de contemplação. Mas a outra metade, o tempo perdido, era uma tortura e eu acelerava o passo para voltar a vê-la o mais rápido possível. Numa das idas, quase no momento de dar-lhe as costas, percebi que a menina me avistou. Me pareceu que ela tivesse percebido a minha manobra, porque ela olhou-me detidamente por cima do ombro. Não consigo me livrar da imagem daquele corpo bem firmado no chão pelas duas pernas amarelas entreabertas, as coxas magnificamente torneadas e proporcionais às nádegas protuberantes, curtas e elevadas, perfeitamente lisas, enquanto o rosto moreno adolescente me olhava pelo canto dos olhos com, quem sabe, a intenção maliciosa de provocar-me, ou a indagação de que aquele homem pudesse estar olhando com desejo. Imaginando que ela pudesse estar me olhando por ter sido alertada pelo amigo que ela acompanhara ao embarque, virei-me para iniciar logo o meu trecho de trajeto no sentido contrário. Mas embora de costas, voltado para a porção mais desinteressante da rodoviária, o que eu via era a pós-imagem do que eu vira segundos antes, que não se descolava das minhas retinas.

Assim, minhas idas e vindas começaram a tornar-se duas etapas bem distintas, a primeira visual e real, a segunda onírica, em que eu me via abraçando aquela menina por trás e a fazia sentir meu sexo duro contra suas nádegas impressionantes enquanto ela me envolvia o pescoço com os dois braços e, virando o rosto, introduzia-me a língua entre os lábios, deixando-passar as mãos pelas axilas depiladas e levemente úmidas de excitação. Ou então, com as duas mãos em sua cintura, apertando-a contra mim, sentindo-a pressionar as nádegas contra o meu membro atormentado pelo desejo de penetrá-las. Não podíamos ficar ali, mas para onde ir numa rodoviária? No meu atordoamento, avistei a porta entreaberta de uma loja vazia e, momentos depois, sem que eu possa explicar-me exatamente como, estávamos fazendo sexo no balcão.

Maria – vou chamá-la assim – acomodou-se confortavelmente, debruçando-se no balcão e esperando pela minha iniciativa. Comecei por trás dela porque precisava explorar minha fantasia inspirada pela finíssima leg. Eu via o corpo moreno à minha frente, as costas inteiras, a nuca, o cabelo castanho escuro, farto e espesso, mas macio e brilhante. E abaixo, as estonteantes nádegas, agora disponíveis, ora saltitantes ora ondulantes, pulsantes e cheias de desejo, completamente separadas, como se a leg amarela fora uma segunda pele. O calor era intenso entre elas e pude sentir com a mão o delgado fio do que descobri ser a misteriosa calcinha “fio-dental”, cuja parte frontal, durante minhas idas e vindas na plataforma de embarque, me impedira de ver o desenho da vagina. “Preciso colocar minha verga nua entre os dois gomos”, pensei. Era imperativo, mas como fazê-lo? E se Maria se incomodasse com marcas inconvenientes na roupa? Resolvi perguntar e, para surpresa minha, ela não se importou porque morava do outro lado da rua e confiava no fato de que o inconveniente se limitaria à parte da leg que ficava oculta entre as nádegas. Confirmei, já deixando minha calça cair sobre os tornozelos e acomodando longitudinalmente meus 17cm bem no fundo dos dois gomos amarelos, após separá-los com os polegares. Ao primeiro contato com o corpo quente e firme, senti no interior da glande o fluir do líquido lubrificante e, afastando-me um pouco, vi um fio transparente ligando a extremidade vermelho-arroxeada ao tecido amarelo. Como Maria não se importasse, voltei a colar meu sexo molhado bem no fundo do rego convidativo que tanto me excitava e que voltou a fechar-se sobre ele, envolvendo-o como dois pães de cachorro-quente envolvem uma salsicha. Maria parecia querer subir no balcão, erguendo-se na ponta dos pés e arrebitando ainda mais sua bunda exuberante. Sua excitação era extrema, mas ela não fez menção de baixar a leg, talvez em respeito à minha fantasia.

Uma volumosa glande vermelha e molhada despontando entre dois gomos redondos e amarelos era o que eu via quando olhava para baixo. Eu estava me masturbando entre eles, como numa variação da “espanhola”. Se aquilo me levasse ao gozo, eu esguicharia até o cabelo da menina ou além e, dependendo do ângulo, até o meu próprio rosto. Eu poderia facilmente ir até o orgasmo, mas perderia o prazer da penetração, porque não podíamos ficar ali eternamente. Isso pra não falar do prazer a que Maria fazia jus tanto quanto eu. Tive que optar pela interrupção do êxtase fantasioso. Mas não sem antes despir minha amante de sua parte de cima, para expor-lhe os peitinhos, que descobri pequenos, cônicos e bicudos, espremidos contra o balcão de madeira envernizada. Sem abandonar o prazer do contato peniano, envolvi os peitinhos com as mãos, passando cada uma por cada curva deliciosa dos flancos bem delineados de Maria. Ela teve que erguer-se um pouco e ficou completamente empinada, oferecendo-me mais do que nunca as nádegas extasiantes. Sua voz adolescente produziu gemidos encantadores enquanto manipulei os mamilos duros e senti a carne macia dos seios juvenis. Ela sussurrou “Isso... Pega os meus peitinhos... Torce os biquinhos... Agora Aperta um pouco mais... Ahhh...!” enquanto pressionava a bunda contra mim, fazendo brotar do meu sexo espessas gotas transparentes, que desciam pela glande e iam aumentar a área molhada da leg amarela.

Puxando Maria toda contra mim, espremi uma vez mais seus mamilos entre meus indicadores e polegares, fazendo a gemer enquanto beijei e mordi sua nuca. Depois, despedi-me dos seus seios e percorri seu corpo até chegar ao contato entre o tecido e o baixo da cintura, fazendo a menina voltar a curvar-se sobre o balcão. Logo abaixo da minha glande, o elástico da leg amarela interrompia a linha do reguinho que surgia de um pequeno e delicioso “V”, perfeitamente delineado no final das costas. Introduzindo os polegares entre o tecido e a carne, comecei a baixar a leg, ampliando lentamente o “cofrinho” e liberando o bumbum espetacular que foi expandindo-se ao sair da malha apertada, sem, contudo, perder a forma, a consistência nem tampouco a textura impecavelmente lisa. Enquanto o tecido deslisava pela pele, Maria ergueu-se na ponta dos pés para facilitar-me o trabalho, até que sua bunda saltou completamente para fora do elástico, que se fechou pouco abaixo das dobrinhas das coxas. Tive que agachar-me por trás dela para contemplar bem de frente aquela maravilha da anatomia humana. A proporção entre o comprimento e a largura de cada nádega era simplesmente exata! Não se tinha aquela impressão, tão freqüente, de que o bumbum é como uma pera, mais pesada embaixo do que em cima, ou como duas meias-luas projetadas para fora. Não, a massa era perfeitamente distribuída naquela forma a rigor indefinível mas sublime. Diante de mim, dois gomos morenos e sem nenhuma irregularidade se uniam para formar uma fruta de beleza extasiante, uma fruta que eu estava para provar.

Para explorar mais um pouco, baixei a leg pelas coxas até deixá-las abaixo das panturrilhas e voltei percorrendo as pernas com as mãos até parar no alto das coxas, no vértice das quais vi, pela primeira vez, a paisagem vaginal de Maria. Sombrio mas fino, lá estava o contato entre os grandes lábios que se uniam formando uma discreta saliência de coloração mais escura e fosca. Não vi pêlos a partir deste ângulo, prova de que Maria se depilava e novo indício de que, apesar da juventude, não se tratava de algúem inexperiente. O cheiro também era inebriante, levemente perfumado, revelando o cuidado e a higiene impecáveis. Exclamei um “Humm!” que divertiu a menina fazendo-a descontrair-se completamente. Comecei então a afagar-lhe as nádegas com o intuito de separá-las. Maria logo entendeu e, debruçando-se o mais completamente possível sobre o balcão, franqueou-me a visão de seu interior. Separando-as bem com os polegares, mas sem deformá-las, avistei o botão róseo, discretamente raiado mas sem vestígio de pêlos, expandindo-se a partir de um orifício de diâmetro ínfimio. Senti a necessidade vertiginosa de prová-lo imediatamente. Aproximei-me e, pondo a língua completamente para fora, colei-a ao fundo do rego, sentindo o orifício em sua extremidade. Maria teve um sobressalto, mas logo voltou à posição relaxada em que se encontrava, suspirando como se recebesse um carinho. Minha saliva foi ficando espessa à medida que eu o pincelava e o buraquinho foi cedendo à pressão das cotucadas que eu dava com a ponta da língua. Isso somado ao relaxamento de Maria, levou-me a supor que ela já praticara o sexo anal e encorajou-me a arriscar uma penetração digital. Lubrifiquei bem a área com saliva e só precisei deslizar a mão pela nádega direita para fazer com que a ponta do meu polegar encobrisse o orifício anal. Meu dedo foi invadindo lentissimamente aquele segundo do sexo, mas logo senti a mão de Maria impedir-me e sua voz pedir “Ah, não...”. Imaginando que eu me enganara completamente, comecei a retirar cuidadosamente a extremidade do polegar do delicado ânus e mudar de projeto, quando Maria continuou: “Com o dedo não...!”

Eu não podia acreditar que aquela menina estivesse me convidando para sodomizá-la! Parei por alguns segundos para pôr as idéias no lugar, olhei para o meu sexo em plena ereção, olhei mais uma vez para o corpo à minha frente e quando me levantei para começar, Maria virou-se sorrindo, esfregando-se pelo meu corpo, deu-me um beijo nos lábios e foi abaixando até ficar de cócoras à minha frente, já empunhando o meu membro em riste. Apoiei-me no balcão, abri as pernas e me ofereci. Minha glande logo desapareceu entre os dois lábios carnudos que se fecharam firmemente logo atrás dela e começaram a percorrer o corpo do meu pênis, recuando de vez em quando mas aprofundando-se sempre, até que tudo desapareceu num “deap throat” estarrecedor. Mal pude acreditar, quando vi os lábios tocarem, acima, os pelinhos rasos da minha pélvis, e abaixo, o início dos meus testículos. Meu reflexo foi introduzir-me mais, segurando a cabeça da menina e forçando-a contra mim. Parecendo engasgar, Maria apoiou ambas as mãos nas minhas coxas, afastou-se e expeliu um espesso muco translúcido que desceu pelo seu queixo e foi terminar numa poça, no chão de carpete velho. Temi tê-la irritado ou machucado, mas ela logo ergueu o rosto sorrindo e dizendo que estava acostumada. Senti-me diante de uma profissional juvenil. Maria voltou a abocanhar-me o membro, espalhou nele o resto do muco não expelido e, deixando-o bem lubrificado e até gotejante, voltou à posição inicial, debruçada no balcão. Ela ia me dar o que tanto me despertara o desejo na plataforma de embarque.

Com os dois gomos da fruta exótica plenamente desabrochados à minha frente e grau de lubrificação do meu sexo, eu não teria dificuldade em provocar a imediata expansão do precioso anelzinho de Maria. Ela não parecia temer a introdução de 17cm x 4cm e isso me tranqüilizou de saída. Posicionei minha glande, separei ligeiramente as nádgas da menina e deixei que o peso do meu corpo fizesse o trabalho sozinho. Maria sussurrava “Mete... Mete... Enfia em mim... Mete tudo... Me come... Me fode... Mete tudo no meu cu... Me abre... Me arromba... Me enraba...” Isso me levou a um grau de excitação que eu desconhecia e que atribuí ao poder do baixo calão no sexo. Maria era educada, eu também, mas o sexo entre nós parecia exigir aquele vocabulário. Ela precisava sentir-se vadia e não simplesmente uma menina recém-liberada pela maioridade que tivera um desejo circunstancial de fazer sexo com um estranho muito mais velho que ela. Não, a princesinha precisava, para excitar-se ao extremo, sentir-se “dando o cu”, como uma “puta” e eu entrei no jogo plenamente, respondendo “Então toma, minha putinha, engole o meu pau com esse cuzinho apertado... Sente a minha vara entrando...” enquanto via minha glande ir dilatando o orifício anal, sendo esmagado por ele e desaparecendo gradativamente. Maria parecia procurar coisas para agarrar sobre o balcão. Eu a via ora apertando os seios com as mãos aflitas, ora repuxando o cabelo, ora introduzindo um ou dois dedos na boca. Por fim, minha glande ultrapassou completamente o ânus e a verga clara e roliça deslizou inteira para dentro do seu reto. Maria jogou a cabeça para cima quando minha pélvis bateu contra as suas coxas pela primeira vez e pôs uma mão na minha barriga para me deter por um momento, depois levou-a ao ponto de contato entre o meu corpo e o seu, sussurrando um “Caramba...!” que eu interpretei como um tipo de reconhecimento de que aquilo era uma loucura sua, ou que ela havia reincidido em aventuras eróticas nas quais ela quisera pôr um ponto final. Essa pausa reflexiva durou segundos. Logo começamos os movimentos e percebi que Maria se masturbava com a outra mão, o que a fazia gemer e continuar a sussurrar interjeições e até impropérios como “Agora que o teu pau está todo no meu cu, me fode gostoso!... Ahn! Ahn! Mexe, vai! Mexe!... Me faz de putinha, de piranha, de puta!... Ahhh! Arromba meu cuzinho com esse cacete gostoso!... Quero te sentir gozar lá dentro!... Você vai me afogar no teu leite!” Isso me levou a entrar e sair dela com tanta intensidade que me senti num tipo de transe em que eu imaginava aquele orifício, que eu vira minúsculo, agora completamente dilatado. Eu revi Maria na plataforma de embarque, vestida de leg amarela, exibindo aquela bunda maravilhosa para mim. Eu a revi assim e me convenci de que ela quis dá-la para mim desde o primeiro olhar. Isso aumentou ainda mais minha excitação, fazendo-me ampliar os movimentos e acelerar o vaivém a um ponto tal que Maria perdeu as forças das pernas. Subitamente, a masturbação levou-a ao orgasmo e ela teve que tapar a boca com a mão livre, ao mesmo tempo em que desabava sobre o balcão, gemendo e choramingando, dizendo “Seu puto!... Quer me matar de tesão, é?... Então soca forte, meu macho, meu homem!.. Soca, porra!... Mete essa vara grossa no meu cu!... Mete, meu homem! Me faz sentir mulher! Só homem adulto me faz sentir mulher!... Isso! Ahhh! Vai! Mais!...” Essa valorização do homem adulto frente aos namoradinhos de 20 anos me levou a um orgasmo devastador. Meu pênis foi chegando à rigidez e expansão máximas e, quando atingiu o limite, Maria contorceu-se e eu concentrei-me para conseguir uma série de pistonadas antes que o meu sexo todo explodisse numa ejaculação que eu previa antológica. No auge, reconheci a breve interrupção que antecede o clímax e me transformei num aríete alucinado dotado de um lança-chamas, investindo furiosamente contra a abertura para escancará-la. Maria recomeçara a masturbar-se e gozava sem parar, tentando sem convicção deter-me com a outra mão, molemente aplicada contra a minha barriga. As emissões de esperma foram tão vigorosas que eu senti um formigamento na cabeça. Maria sussurrava “Delícia de porra quente!... Goza na tu putinha, goza!... Inunda o meu corpo de porra!” E eu gozava, gozava e gozava, como nunca antes. As contrações dilaceravam meus testículos, mas o prazer era tamanho que eu ignorava esse desconforto menor. À medida que fui despejando meu esperma no reto de Maria, meu sexo deslizando cada vez mais facilmente, até que tive a impressão de poder continuar a pistonear indefinidamente depois do orgasmo.

Durante esse vaivém final solto e fácil, decidi ir sentir com a mão a vagina úmida de gozo feminino, apalpar os lábios, tentar entrar, masturbar Maria mais um pouco. Em suma, travar conhecimento com o ambiente vaginal da minha amante, o qual eu já previa não ter tempo para explorar, pelo menos naquela primeira ocasião. Tudo me pareceu liso, íntegro, firme, sem franjas ultrapassando inesteticamente os limites dos grandes lábios. Com um dedo, toquei e esfreguei o botãozinho do clitóris, causando um frisson à minha menina, que deteve-me a mão com a sua, que ela pusera sobre a minha para controlar minha exploração. Agora, ela estava pela segunda vez completamente colada contra o meu corpo, mas com meu sexo fundo em seu reto. Sua mão sobre a minha revelava uma atitude de vigilância. Ela parecia temer algum gesto meu que, embora pudesse ser evidente a um outro homem, não me ocorria de modo algum. Continuei acariciando os pelinhos curtos do monte de Vênus, as regiões úmidas entre a vagina e as coxas, a percorrer o clitóris e as bordas dos pequenos lábios, enquanto, com a outra mão, eu afagava os peitinhos e sentia a suave cócega dos mamilos. Maria parara de sussurrar obscenidades e estava num estado de torpor que só não a desligava do mundo porque alguma coisa a inquietava, alguma coisa ligada à viagem da minha mão por seu sexo. Insidiosamente, deixei um dedo deslizar pelos pequenos lábios que, de tão firmes, pareceram comprimi-lo. Ao chegar ao local supremo, tentei aprofundar-me, mas uma mão brusca impediu-me. Reagi com espanto, mas, desprendendo-se de mim com um sorriso mais que misterioso nos lábios, Maria sentou-se no balcão e, abrindo completamente as pernas diante dos meus olhos interrogativos, fez-me comprovar da maneira mais eloqüente a suspeita que me aflorara quanto ao motivo da sua cautela. Surpreendentemente, a tão liberada menina punha sua virgindade acima de tudo. Era o seu Graal, a taça na qual só beberia o seu eleito.

Mas seu eleito, é claro, não era eu. Lentamente, tristonho, cabisbaixo, encaminhei-me para a escada rolante que me separaria definitivamente da menina da leg amarela.


Escrito por Marcfauwel

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Revanche!!!

Uma semana se passou após aquela noite em que ao invés de ser a DOM, fui a SUB.

E durante esse tempo, noites e noites passei rolando na cama, acordando quente, suada e com a minha xoxota molhada. Não o esquecia. Lembrava nitidamente do seu corpo dentro do meu, de suas estocadas fortes, fundas, do seu vai vém perturbador. Do seu sadismo. Estava completamente presa na sua teia de aranha.

Foi com surpresa, pânico e com certa excitação que recebi ao chegar no Clube; um recado dele, o Mestre, o Dono do Clube.

O Homem que estava tirando minhas noites de sono.

Ele exigia a minha presença em seu Castelo...era assim que ele e os demais funcionários chamavam sua mansão no alto de um penhasco rodeado por um mar ora agitado e ora calmo de areias brancas.

Eu já havia visto em fotos o local e era muito lindo.

Trajei a roupa preta de couro que aderia toda a minha pele, a jaqueta com um ziper na frente aberta até o vale perfumado dos meus seios, a calça justa e as botas de salto agulha.

Meus cabelos vermelhos presos em um rabo de cavalo que saia de um coque entremeado de pequenas tranças.

Ao chegar na mansão do Dono do Clube, entendi o por que da mansão ser chamada “ O Castelo”, com uma enorme lua cheia por trás e as torres daquela esplêndida construção arquitetônica; parecia com um Castelo.

Um homem alto e sombrio abriu a enorme porta de madeira maciça com aldrava em forma de leão.

Adentrei no hall e fiquei impressionada com o piso de mármore branco e preto, como um enorme tabuleiro de xadrez.

Fui encaminhada até um enorme salão com uma mesa comprida onde no centro dela encontrava-se o meu patrão; afinal ele era o dono do clube.

E eu, no fundo além de desejá-lo, eu queria uma revanche.

Queria mostrar que por uma noite. Uma única noite eu seria a Mestre, a DOM.

Em volta da mesa mulheres vestidas com roupas diáfanas riam e comiam.

Todas lindas; loiras, morenas, ruivas, negras, asiáticas.

Mentalmente contei 12 mulheres.

Com um bater de palmas e um sinal com as mãos ,elas se levantaram, o reverenciaram e saíram em uma única fila.

Ao passarem por mim, me olharam com desdém e notei em cada uma delas,usava uma coleira com pedras , cada uma de uma cor.

- Venha até aqui, Ayeska. Aproxime-se. Quero lhe falar.

Me aproximei com passos leves , e o olhei.

- Tenho tudo o que quero na minha moradia, minhas escravas são obedientes em tudo, caso contrário são castigadas e que castigo cruel sou capaz de dar, nem imagina do que sou capaz. Mas você, Ayeska, você é simplesmente diferente delas...Não descobri ainda o que a torna diferente, mas a quero para mim....só sua presença agora, nesse instante me deixa com um tesão imundo em meu corpo. Voce me atrai de uma forma animalesca. Tenho algo lhe dizer.

Respirei fundo, enquanto o olhava com ar rebelde , o queixo erguido.

A Leoa dentro de mim, procurando não demonstrar o quanto suas palavras me excitavam.

- A partir de hoje você não faz mais parte do grupo de voluntários pagos no meu clube de BDSM. A partir de hoje você será minha escrava em tempo integral e virá morar aqui. Eu a pagarei bem, a cobrirei de jóias, e seremos Mestre e Escrava.

- Acho que deve haver um engano. Quer me despedir? Despeça. Mas nunca....entendeu? Nunca farei parte desse harém de escravas. Está subestimando minha inteligência, achando que concordarei com isso.

- Interessante...voce é mesmo uma leoa, não? Isso ao invés de me aborrecer, me excita.

- Quero fazer um acordo com você. Se eu conseguir dominá-lo um segundo que seja. Me deixará em paz. E guardaremos os momentos de prazer, apenas isso.

- Acha que ainda conseguirá ser uma Dominatrix? Impossível Ayeska. Apesar de sádica, você foi feita para ser dominada, submissa...

- Veremos.

Com um sorriso diabólico, ele se levantou e se aproximando de mim disse baixinho no meu ouvido.

- Sim, veremos. Vou para o quarto e a esperarei. Uma das garotas virá aqui e a levará para uma suíte onde você se preparará. Aguardo ansiosamente por você.

E saiu do salão.

Fiquei parada enquanto minha mente não parava de funcionar.

Apertei a alça da bolsa que carregava e logo em seguida uma garota loira, de traços delicados, me acompanhou até uma larga escadaria e a um imenso quarto.

Após a garota se retirar, fui ao banheiro e comecei a me arrumar para ele.

No quarto do Mestre, seus pensamentos estavam na ruivinha de sangue quente que deixara no andar de baixo. Seria interessante ver como ela iria tentar dominá-lo.

Ansioso por aquele momento tão desejado, fechei os olhos e relaxei… mas confesso imaginei que seria algo com bastante mordida, principalmente pelas minhas costas… beijos e lambidas deliciosas … Veremos o que irá acontecer… Uma prova e que prova de fogo.

Estava tão relaxado que nem notei quando Ayeska entrou nos meus aposentos, se aproximou da minha cama onde eu estava deitado usando apenas uma boxer preta e prendeu as minhas mãos em um tecido de cetim vermelho, acordo do relaxamento sentindo sua língua em meu corpo, pelo umbigo, peito, pescoço e veio parar na orelha… Tento fazer algo mas não o consigo… as amarras não deixavam-me agir… estava impune Ayeska , numa posição submissa, nunca estive até agora nessa situação, sempre amei dominar e estava começando a gostar da sensação, mas tento resistir.

- Ayeska...

- Mestre não me peça para parar, estou apenas começando… Não era o que o senhor meu Mestre e Senhor , queria…? Agora aguenta…

- Hum!! Ayeska, surpreendeu-me com essa atitude, o que mais vai me acontecer agora?

- Eu vou adorar o que vou fazer com você. Ainda mais amarrado como está agora.- Agora esta totalmente em minhas mãos, Mestre… e vou me vingar do tesão sentido durante todas as noites depois que me dominou no seu Clube.

-Malvadaaaaaaaaa...

- Hoje quem manda sou eu Mestre, não era assim que queria que o chamasse? Mestre.

Eu vendei seus olhos e ele ficou totalmente à minha mercê .

Minhas mãos pequenas passeiam sobre seu peito, pescoço…

-Hummm!!!! Ayeska.... –gemeu ele ao sentir minha mordiscada em sua orelha, seu corpo arrepiou e isso me deixou mais excitada.

Minhas unhas cravaram e percorreram todo o seu corpo, das costas de baixo para cima e de cima para baixo, subindo com minha língua. Ele se voltou e ficando de frente deitou-se novamente. Minha língua agora percorria seu peito, sua barriga e se aproximando da virilha, o beijei, mordisquei, brincando com a parte interna das suas coxas fortes.

- Cachorra safadaaaa!!!! - ele gritou, seu membro teso por baixo da cueca boxer.

- Psiuuuuuu… Não fala nada. Se voltar a falar, será amordaçado... Sinta como é ser um escravo submisso, seu safado…

Se sentir ameaçada só me deu ainda mais coragem…

Um silencio e sinto algo gelado em meu ventre (pingos de gelo), passando pelo tecido da cueca, em meu corpo e sinto sua boca beijando, o gelo subindo e sua língua acompanhando tudo, meu corpo quente e ouço sua voz suave, macia, sexy sussurrando no meu ouvido:

- Se não agüenta...peça-me para parar..

Sinto algo macio em meu rosto, como ameaçando amordaçar-me, se aproveitando e mordiscando meus lábios, senti seu gosto em mim...Eu estava sedento de desejo e vontade, mas as amarras não me deixavam. Não estava mais vendo Ayeska , por ter sido vendado mas pelo que vi antes, sua roupa ficara perfeita, usava uma camisola de seda azul petróleo deliciosa, ressaltando sua pele branca, seus cabelos vermelhos soltos , seios e pernas…

Senti algo em meu corpo quente mas gostoso, um óleo próprio que o faz esquentar.

Percorro seu corpo quente, massageando-o com meus pés de pele suave, muitos arrepios e calafrios percorrem seu corpo excitado.

Ele geme , eu me sento em cima dele.

- Ayeskaaaaaaaaaaaaaaaaa.....safada...cachorra...tesão....- sinto suas mãos e meu corpo fervendo com aquela massagem quente, intensa e muito prazerosa. Fico mais que sedento de tesão, suas mãos percorrem meu corpo e seu corpo encostado à minha barriga, ouço sua voz novamente:

- Sim, Mestre...

- Vou gritar…

- Gritar, é? Ahhhhhh... Então grita cachorro, acompanhe seu corpo que está pedindo pelo meu… mas não vai tê-lo… Você não tem direito a nada, a não ser se entregar… Quem grita é seu corpo, que se contorce de tesão ao meu toque.

Tiro a venda dos seus olhos e ele finalmente verá o que vou fazer.

Viro-me de costas e faço uma massagem pelas suas coxas, minhas mãos bem pertinho da sua virilha, minha bunda em sua barriga, meus dedos tocando sua boxer.

Ele geme com as minhas carícias.

- Diga Senhor meu Mestre… Está sendo dominado?!?!

- Estou enfeitiçado por você, Ayeska...

- É mesmo!! Diga que está fora de si… estou sentindo isso cachorro, seu puto safado...

- Cachorraaaaaaaaa!!!!!! Ayeska, você é uma putinha ...

- Não mandei você falar, será castigado e torturado... cachorroooooooooo....

Cada toque meu e ele se contorce e se arrepia todo.

Ahhhh...o beijo sob a boxer, um beijo gelado; depois de ter colocado uma pedra de gelo na minha boca, olho fixamente nos seus olhos.

Passo uma pedra de gelo em sua boca, em seus lábios, beijando-o, sugando-o com desejo e vontade.

Minha língua procura a sua e nos beijamos sofregamente, enquanto nossos sexos se encontram sob as roupas. Rebolo sobre ele e seu quadril se mexe.

- Voce me quer? Responda cachorro...

- Sim, sim, sim…Ayeskaaaaaaaaaaaa, você está acabando comigo...aaaaaaa...

- Quer mas não vai me ter...

Tiro a camisola de seda azul petróleo, deixando a mostra um espartilho de renda. A cinta- liga, meias 7/8, a xoxota nua.

- Quero morrer Ayeska sua safada… vem e para de me torturar...

- Morrer? Hum!! Não parece, seu corpo me diz outra coisa…- O que você ainda guarda dentro dessa boxer preta, já molhada… rsrs

Sinto sua boca carnuda mordiscar meus lábios e sua língua provocar-me, enquanto nos beijamos, tento passar as pernas sobre ela.

-Me diz, Mestre...o que você quer?

- Quero você Ayeska...quero meter em você...quero entrar dentro do seu corpo, da sua umidade, da sua carne macia e tenra...quero comer você, saboreá-la, degustá-la de todas as formas possíveis. – percebo sua excitação, ela está com faces rosadas, seus seios entumescidos e provocantes, ela os esfrega sobre meu peito.

- Me solta Ayeska...me solta...não aguento mais...há noites desejo você...há noites trepo com minhas escravas, mas nenhuma me faz sentir o clímax que senti dentro de voce....

- Mas...como não agüenta mais, se você mesmo disse que só levo jeito para ser SUB e que nunca, nunca seria uma DOM!

Estava enfeitiçado por ela. Ela de costas , sentada em meu peito e eu louco, fora de mim, querendo chupar sua buceta, mas Ayeska não deixava. Seus seios redondos sobre mim, sua boca carnuda no meu pau ereto, pulsante, louco para sair da minha boxer ensopada.

- Quer que eu pare?

- Não...não pare...te quero demais...me chupa com vontade...

Umedeci minha mão no óleo e levemente toquei por dentro da sua boxer , em seu pau ereto, molhado, quente. Toquei na glande suavemente, o acariciei, apertei enquanto meus quadris remexiam quase no seu rosto. Eu estava extremamente excitada, mas queria que ele se derretesse e só assim daria vazão ao meu sexo enfurecido e cheio de tesão por aquele homem.

Seus gemidos altos e sua respiração ofegante mostram que ele está a minha completa mercê.

Que ele estava dominado por mim.

De repente me levanto e me dispo, ficando completamente nua.

Me aproximo dele, subo na cama e passo minhas pernas sobre seu corpo forte e másculo.

Sento em sua barriga , minha buceta toda melada e pulsando. Passo a mão no seu pênis e sinto-o latejar de tesão, aperto-o forte. Desço meu corpo sobre o seu e esfrego minha buceta quente, melada no seu pênis duro, lambuzo minha xoxota, melando todo seu pau com meu caldo, meu sumo, meu mel. Deixo só a cabeça entrar , engolindo e liberando, entrando e saindo, enquanto rebolo.

- Ayeska...por favor...cachorra, puta, safada, sacana...enfia logo meu pau na sua buceta apertada, gostosa e quente....aaaaaaaaaaa......

- Ora quem diria...rsrs Voce, Mestre, Dono do Clube do BDSM, implorando assim...

- Enfia essa...

Antes de deixa-lo terminar a frase, sento de uma vez em seu pau , enterrando-o todo na minha bucetinha. Começo a cavalgar bem devagar rebolando, aos poucos aumento o ritmo, enlouquecendo-o mais e mais. Amarrado e subjulgado por mim, sua única reação é mover seu quadril e sentir meus movimentos torturantes no seu pau.

- Sssssssss...cachorra pula como uma selvagem… Grita, geme, se contorce e dedilha seu grelo...voce é um tesãooooo....aaaaaaaaaaaa...meninaaaaa....que buceta deliciosaaaa... fico louco…

Ele estoca o pau prá cima com mais intensidade, sinto que estou prestes a gozar, a explodir num orgasmo, como uma louca…

- Mestre, cachorro, gostoso… Vou gozar nesse pau que assombrou minhas últimas noites... Ahhhhhhhhhhh...assimmmm....ooooooo não pare....enfia mais forte....fundo...

- Sim...mais forte...dentro de voce... vou encher sua buceta de porra...vou atolar meu pau e gozar até você desmaiar de gozo....aaaaaaaaaaaaaaaaa

A explosão acontece simultaneamente, explodimos em um orgasmo, um gozo sem fim.

Senti seus jatos de porra quente e meu gozo misturou-se com seus fluidos.

Suados e saciados nos abraçamos. Senti seus dedos acariciarem meus cabelos úmidos do suor.

O quarto impregnado do odor almiscarado do sexo.

- Voce ganhou, Ayeska. Voce me dominou por uma noite...

Ergui minha cabeça e com um sorriso meigo o beijei apaixonadamente.

- Era tudo que eu queria ouvir...Obrigada. – suspirando me soltei dos seus braços e levantei-me, coloquei a camisola e peguei o resto das coisas. E fui em direção da porta.

- Onde você vai? – perguntou ainda amarrado.

- Vou embora da sua casa, do seu clube e da cidade... Foi bom enquanto durou...

- Ayeska, não...não vá embora...me solte, me tire daqui!

- Voce foi um excelente Professor e Mestre...acabou. Adeus!

Fiquei vendo aquela linda mulher ir embora. Fiquei ali frustrado, furioso.

Não estava acostumado a ser abandonado. Eu a queria e ela voltaria para mim.

Senti uma espécie de orgulho por ela, ela era simplesmente: Ayeska.

Eu estava decidido a tê-la ao meu lado. Seria minha, minha companheira, minha mulher.

Meus pensamentos foram interrompidos por uma batida leve na porta e logo em seguida uma das minhas escravas entrou. Veio a mando dela e soltou-me.

Fui para o banheiro , tomar uma ducha gelada, meu corpo ainda a queria e muito.

“ Não pensarei nisso hoje, pensarei nisso amanhã. Afinal amanhã será um novo dia. E eu a trarei de volta, custe o que custar.”


- Último capítulo de : O ínicio de Tudo e Sem Fôlego.


Escrito por Ayeska@