terça-feira, 27 de abril de 2010

O Carinho de outra Mulher-Menina - I






O que fazemos quando nosso coração está partido.
Eu havia abandonado toda a minha vida; “alguém” havia me deixado de lado.
Amor , Paixão? Não sei, mas tinha apostado todas as minhas fichas naquele relacionamento e acabei sozinha.
Comecei a viver praticamente para o trabalho, até que um dia uma conhecida, cobrou-me um pouco de atenção.
Helena, uma linda garota, de cabelos negros, ondulados, seios grandes e empinados, cintura fina, bundinha arrebitada para o alto e morava perto da minha casa. Na mesma rua, mas dois quarteirões acima.
- Ayeska, você sumiu, não te vi mais.Gostaria de vê-la. – ela já foi me dizendo, assim que atendi o meu celular.
- Tenho estado ocupada demais no trabalho. Hoje a tarde estarei em casa e com tempo livre, se quiser, poderemos conversar.
- Estarei aí então.
Mais tarde, lia alguns e-mails antigos, quando comecei a chorar, as lágrimas desciam pelas minhas faces e desabafei sozinha toda aquela tensão interior.
Não vi quando Helena entrou silenciosamente e parou atrás de mim, me assustando ao dizer:
- Ayeska, tudo bem?
- Sim...só preciso morrer para tudo ficar bem... – desabafei drasticamente.
Afinal naquela época parecia com uma tragédia grega.
- Nada pode ser tão ruim assim. – me respondeu Helena se aproximando.- Seja o que for Ayeska, vai passar...sempre passa! – Helena disse com bondade , segurando meu rosto entre as suas mãos numa carícia.
Eu estava sofrendo e aquele toque teve o poder de mexer comigo, com a minha insegurança.
- Pobre amiga! – murmurou Helena, abraçando-me e me apertando suavemente contra seus seios.
O contato do meu rosto com as formas rijas dos seios de Helena me pertubou.
Ergui o rosto para encara-la e ela tocou-me o rosto numa caricia suave.
Senti suas mãos escorregarem pelos meus cabelos que nessa época estavam dourados, indo até minha nuca. Seu hálito era perfumado , assim como todo seu corpo.
- Pobre Ayeska...deixe-me consolá-la... – ela sussurrou.
Senti o toque dos seus lábios, apenas encostando em minha testa, por cima dos meus olhos, no meu rosto e finalmente em meus lábios.
Parada, deixei que a língua morna lambesse minha boca, forçando passagem por entre meus lábios rosados, indo roçar meu palato, girando em minhas bochechas, trepando por cima da minha língua e se esfregando, sugando levemente.
Surpresa com a situação e com as sensações,ofeguei.
O corpo de Helena, lentamente foi se encaixando ao meu. Meus seios redondos se encaixavam nos de Helena.
Nossos quadris se roçavam, uma das coxas avançou, entrando por entre as minhas.
O beijo continuou, crescendo, ganhando empolgação. Nossos lábios se tocavam firmemente, esfregando-se.
Helena mantinha a minha cabeça presa entre suas mãos, como se temesse que eu fugisse.
Não imaginava o tesão que me percorria, emudecendo minha bucetinha.
- Quero-a nua! – me pediu, lambendo meu rosto, o pescoço e as minhas orelhas, me arrepiando de tesão.
Fomos para o quarto e nos despimos. Eu estava alheia a tudo, como se estivesse acontecendo com outra pessoa.
Meus seios estavam sensíveis, minha xoxota se molhou com abundância, minha pele um calor intenso. Ficamos frente a frente nos olhando, nuas.
Uma das mãos de Helena, entrou pelos meus cabelos até a nuca, puxando-me. A outra cobriu-me um dos seios, massageando-o e apertando-o levemente.
Ela suspirou profundamente, quando enfim minha boca cobriu a sua, num beijo que cheguei a esmagar seus lábios, minha língua penetrando profundamente em sua boca, acariciando, antes de se enroscar e trocarmos salivas e carícias.
A mão que apertava meu seio desceu lentamente pelo meu flanco até as minhas coxas.
Segurei a sua mão, contornei com a outra, indo até as nádegas de Helena, alisando-as, apertando as carnes rijas , redondas e empinadas.
Depois retornei para sua coxa, tocando a pele ardente e macia.
Subi na direção de sua xana, senti-a molhada, esfreguei então, lentamente os dedos na sua vulva. Helena estremeceu e ofegou, senti sua mão tremer por debaixo da minha que a segurava. Minha boca devorava a sua.
Era minha vez...
Ela ficou quieta , quando soltei sua mão e subi em direção dos seus seios e os apertei, a outra alisava sua xana, tocando-a da forma que uma mulher gostaria de ser tocada.
Penetrei lentamente o dedo, buscando o ponto G. Helena arqueou o corpo e gemeu alto.
- O que acha disto? – perguntei, insistindo na carícia mais um pouco e depois me afastando.
Helena ficou me olhando com surpresa, enquanto eu olhava seu corpo nu, a pele bronzeada, os pelos negros e fartos que cobriam seu monte-de-vênus e rodeavam sua buceta.
Seus olhos me olhavam mortiços, os lábios entreabertos, os seios estremecendo ao compasso de sua respiração.
- Quero senti-la inteirinha, Ayeska! – me pediu num tom suplicante.
Deitamos na cama lado a lado. Helena me envolveu em seus braços, beijando-me fogosamente. Seios entre seios, quadris com quadris, coxas entre coxas.
Tudo na medida certa.
- Vou lamber você inteirinha....quero ver seu rosto rosado, vermelhinho de tesão e prazer...quero lamber seu corpo branco, sua xana lisinha e rosada...Ayeska, quero você! – Helena girou seu corpo, suas mãos tocaram meu corpo, suavemente indo e vindo, subindo e descendo, espalhando-se , juntando-se. Depois lentamente, ela se debruçou me minha direção.
Sua língua lambeu meus seios, uma das mãos acariciou meu rosto e cabelos. A outra, desceu e se instalou entre as minhas coxas. Suspirei de prazer.
Dedos macios alisaram minha vulva molhada, indo e vindo, tocando no local certo.
Percebi o segredo de uma relação entre duas mulheres.
Helena tocava como gostaria de ser tocada, sendo assim devolvi as carícias na medida certa.
Enfiei uma das minhas mãos entre suas coxas , buscando sua xana molhada e peluda. Ela gemeu de prazer, quando a toquei intimamente, dedilhando seu grelinho.
Naquele momento, me esqueci de toda e qualquer sensação que sentia ao ter um pênis na mão, ou chupando, ou enfiado em minha xoxota ou enterrado em meu cuzinho.
Helena deslizou seu corpo sobre a cama, indo se instalar entre as minhas coxas. Afastou gentilmente as minhas pernas.
- É tão perfumada!- murmurou ela , olhando minha xoxota estreita e lubrificada. – é uma bucetinha linda! Toda molhada! Toda rosada! Tão tesudinha! – sua voz rouca e trêmula, estendendo a língua e lambendo-me com tesão.
Estremeci...

(continua...)


Escrito por Ayeska@

Um comentário:

Mel dupla personalidade disse...

Dando uma passadinha para conhecer vc, quem sabe nasce um grande amizade?
Adorei teu blog! Sexy, safado ... Uma delícia.
Se puder visita meu cantinho, adoro novas amizades e troca de idéias. Vou te seguir!
Bjs doces!

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(¸.·´ (¸.·` *♥ Mel Dupla Personalidade ♥*♥*♥*♥*♥*♥*♥*♥*♥