terça-feira, 27 de abril de 2010

Gozando com Helena. II

- Continuação do conto “ O Carinho de outra Mulher-Menina")

Estremeci...

As mãos de Helena subiram pelo meu corpo, massageando e apertando meus seios,tocando-os numa carícia suave, mas provocadora. Sua língua fina e hábil penetrou minha buceta molhada, lambendo-a internamente, sentindo o gosto do meu mel que escorria abundantemente; me provocando contrações na vagina.
- Gosta? – perguntou-me Helena.
- Ahhhhhhhh simmmm....é deliciosooooooo....uhummmm não pareeeeeeee.... – respondi gemendo como uma cadelinha no cio.
- Então goze! – murmurou Helena, sua língua indo e vindo, enterrando-se, retraindo-se,lambendo, circulando,o meu grelinho, a minha buceta; meus quadris meneavam sem parar numa dança frenética, selvagem.
Suas mãos continuavam tocando, apertando meus seios, beliscava meus mamilos rosados deixando-os vermelhinhos e rijos.
Senti um tesão incontrolável me incendiar. Um vulcão prestes a entrar em erupção.
-Ahhh como amo sexo, amo sentir orgamos ininterruptos, gemer, gritar, gozar sem parar...
É delicioso,é indescritível...minha buceta parece esguichar de tanto tesão...meu corpo fica suado, rosado, meu rosto vermelho como se estivesse com febre.
- Helena....quero gozar...não aguento mais...fica melhor?- perguntei entre gemidos e estremecimentos, minha buceta parecia levar choquinhos.
- Fica muito melhor...vou faze-la gozar...quero seu gozo...quero você.. – respondeu avançando seu corpo.
Deitamos novamente lado a lado, uma de frente para a outra. Helena enfiou sua coxa entre as minhas e fiz o mesmo. Nossas coxas esfregavam-se nas bucetas quentes e molhadas, no clitóris, num roçar contínuo, quase como uma coreografia.
"Um amante meu uma vez me disse, que acha lindo e prazeroso ver duas fêmeas transando.Que a coreografia dos corpos era lindo!"

Nossos grelinhos eram estimulados constantemente. Beijamo-nos, nossas línguas se enroscando, trocando salivas, sabores.
Meu corpo estremecia com aquele roçar contínuo e frenético.
O prazer começou a fluir em ondas leves, que foram crescendo, aumentando de intensidade.
Desci minhas mãos até as nádegas de Helena. Enfiei um dedo no reguinho tentador daquela bundinha empinada e gostosa. Procurei o buraquinho pregueado.
Helena rebolou inquieta.
- Ahhh tesão...vai gostar...sente ...o prazer que vou lhe dar... – prometi beijando-a, mordiscando seus lábios.
Umedeci o dedo e voltei a tocar o cuzinho dela. Forçei. Helena gemeu e arrebitou mais ainda as nádegas. A ponta do meu dedo penetrou, depois afundou-se no meio da bunda dela.
- Ohhhhhhhhh Ayeskaaaaa...voce me surpreendeeeeeeee....que deliciaaaaaaaa...voce é uma putinha ......ahhhhhhh....uiii deliciosaaaaaaaaaaa....ahhhhhhh Ayeskaaaaaaa....
- Nunca fez isso antes?- perguntei enquanto meu dedo ia e vinha, dando estocadas no cuzinho de Helena, girando e esfregando as preguinhas.
- Não assimmmmm....ahhhhhhh com essa habilidadeeee...ohhhh tão gostosooooo...não pareeee....me come...me fode..ahhhhhh ayeskaaaaaaaaa...
- Então relaxa e sinta! Vai gozar no rabo também! – prometi, beijando seu pescoço, mordiscando e depois fazendo os mesmo com os seios fartos de Helena.
Nossas coxas continuavam se movendo. Me vi sem fôlego. Nossos corpos cobertos de suor.
Estávamos frenéticas. Meu dedo fodia o cuzinho de Helena sem dó e ela rebolava descontroladamente. A fricção de nossas bucetas aumentou.
Perdi a conta de quantas vezes havia gozado.
O orgasmo foi intenso, Helena gritou!
- Ayeskaaaaaaaaaaaaaa...voce é maravilhosaaaaaaaaa....ohhhhhhh ... – seu cuzinho se contraía apertando meu dedo .
Após algum tempo, com voz lânguida e saciada, o corpo solto sobre a cama, envolto naquele perfume de sexo que apenas bucetas molhadas e saciadas exalam:

-Acabou comigo...nossa, Ayeska e eu que pensei que sabia tudo...afinal faço Medicina e adoro estudar Anatomia...rsrs
Fiquei em silêncio, tentando comparar, tentando definir o que era mais gostoso...
Olhei o rosto satisfeito de Helena, que pretendera me ensinar, me fazer esquecer.
Sorri maliciosamente, depois deixei meu corpo pender sobre o dela, minha coxa abrindo suas pernas. Ela riu surpresa e deliciada, juntas rolamos novamente na cama, esfregando
-nos e beijando-nos...
“ Como ela havia dito: Tudo passa...sempre passa!”

- Conto dedicado a H..


Escrito por Ayeska@

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