terça-feira, 27 de abril de 2010

Gozando com Helena. II

- Continuação do conto “ O Carinho de outra Mulher-Menina")

Estremeci...

As mãos de Helena subiram pelo meu corpo, massageando e apertando meus seios,tocando-os numa carícia suave, mas provocadora. Sua língua fina e hábil penetrou minha buceta molhada, lambendo-a internamente, sentindo o gosto do meu mel que escorria abundantemente; me provocando contrações na vagina.
- Gosta? – perguntou-me Helena.
- Ahhhhhhhh simmmm....é deliciosooooooo....uhummmm não pareeeeeeee.... – respondi gemendo como uma cadelinha no cio.
- Então goze! – murmurou Helena, sua língua indo e vindo, enterrando-se, retraindo-se,lambendo, circulando,o meu grelinho, a minha buceta; meus quadris meneavam sem parar numa dança frenética, selvagem.
Suas mãos continuavam tocando, apertando meus seios, beliscava meus mamilos rosados deixando-os vermelhinhos e rijos.
Senti um tesão incontrolável me incendiar. Um vulcão prestes a entrar em erupção.
-Ahhh como amo sexo, amo sentir orgamos ininterruptos, gemer, gritar, gozar sem parar...
É delicioso,é indescritível...minha buceta parece esguichar de tanto tesão...meu corpo fica suado, rosado, meu rosto vermelho como se estivesse com febre.
- Helena....quero gozar...não aguento mais...fica melhor?- perguntei entre gemidos e estremecimentos, minha buceta parecia levar choquinhos.
- Fica muito melhor...vou faze-la gozar...quero seu gozo...quero você.. – respondeu avançando seu corpo.
Deitamos novamente lado a lado, uma de frente para a outra. Helena enfiou sua coxa entre as minhas e fiz o mesmo. Nossas coxas esfregavam-se nas bucetas quentes e molhadas, no clitóris, num roçar contínuo, quase como uma coreografia.
"Um amante meu uma vez me disse, que acha lindo e prazeroso ver duas fêmeas transando.Que a coreografia dos corpos era lindo!"

Nossos grelinhos eram estimulados constantemente. Beijamo-nos, nossas línguas se enroscando, trocando salivas, sabores.
Meu corpo estremecia com aquele roçar contínuo e frenético.
O prazer começou a fluir em ondas leves, que foram crescendo, aumentando de intensidade.
Desci minhas mãos até as nádegas de Helena. Enfiei um dedo no reguinho tentador daquela bundinha empinada e gostosa. Procurei o buraquinho pregueado.
Helena rebolou inquieta.
- Ahhh tesão...vai gostar...sente ...o prazer que vou lhe dar... – prometi beijando-a, mordiscando seus lábios.
Umedeci o dedo e voltei a tocar o cuzinho dela. Forçei. Helena gemeu e arrebitou mais ainda as nádegas. A ponta do meu dedo penetrou, depois afundou-se no meio da bunda dela.
- Ohhhhhhhhh Ayeskaaaaa...voce me surpreendeeeeeeee....que deliciaaaaaaaa...voce é uma putinha ......ahhhhhhh....uiii deliciosaaaaaaaaaaa....ahhhhhhh Ayeskaaaaaaa....
- Nunca fez isso antes?- perguntei enquanto meu dedo ia e vinha, dando estocadas no cuzinho de Helena, girando e esfregando as preguinhas.
- Não assimmmmm....ahhhhhhh com essa habilidadeeee...ohhhh tão gostosooooo...não pareeee....me come...me fode..ahhhhhh ayeskaaaaaaaaa...
- Então relaxa e sinta! Vai gozar no rabo também! – prometi, beijando seu pescoço, mordiscando e depois fazendo os mesmo com os seios fartos de Helena.
Nossas coxas continuavam se movendo. Me vi sem fôlego. Nossos corpos cobertos de suor.
Estávamos frenéticas. Meu dedo fodia o cuzinho de Helena sem dó e ela rebolava descontroladamente. A fricção de nossas bucetas aumentou.
Perdi a conta de quantas vezes havia gozado.
O orgasmo foi intenso, Helena gritou!
- Ayeskaaaaaaaaaaaaaa...voce é maravilhosaaaaaaaaa....ohhhhhhh ... – seu cuzinho se contraía apertando meu dedo .
Após algum tempo, com voz lânguida e saciada, o corpo solto sobre a cama, envolto naquele perfume de sexo que apenas bucetas molhadas e saciadas exalam:

-Acabou comigo...nossa, Ayeska e eu que pensei que sabia tudo...afinal faço Medicina e adoro estudar Anatomia...rsrs
Fiquei em silêncio, tentando comparar, tentando definir o que era mais gostoso...
Olhei o rosto satisfeito de Helena, que pretendera me ensinar, me fazer esquecer.
Sorri maliciosamente, depois deixei meu corpo pender sobre o dela, minha coxa abrindo suas pernas. Ela riu surpresa e deliciada, juntas rolamos novamente na cama, esfregando
-nos e beijando-nos...
“ Como ela havia dito: Tudo passa...sempre passa!”

- Conto dedicado a H..


Escrito por Ayeska@

O Carinho de outra Mulher-Menina - I






O que fazemos quando nosso coração está partido.
Eu havia abandonado toda a minha vida; “alguém” havia me deixado de lado.
Amor , Paixão? Não sei, mas tinha apostado todas as minhas fichas naquele relacionamento e acabei sozinha.
Comecei a viver praticamente para o trabalho, até que um dia uma conhecida, cobrou-me um pouco de atenção.
Helena, uma linda garota, de cabelos negros, ondulados, seios grandes e empinados, cintura fina, bundinha arrebitada para o alto e morava perto da minha casa. Na mesma rua, mas dois quarteirões acima.
- Ayeska, você sumiu, não te vi mais.Gostaria de vê-la. – ela já foi me dizendo, assim que atendi o meu celular.
- Tenho estado ocupada demais no trabalho. Hoje a tarde estarei em casa e com tempo livre, se quiser, poderemos conversar.
- Estarei aí então.
Mais tarde, lia alguns e-mails antigos, quando comecei a chorar, as lágrimas desciam pelas minhas faces e desabafei sozinha toda aquela tensão interior.
Não vi quando Helena entrou silenciosamente e parou atrás de mim, me assustando ao dizer:
- Ayeska, tudo bem?
- Sim...só preciso morrer para tudo ficar bem... – desabafei drasticamente.
Afinal naquela época parecia com uma tragédia grega.
- Nada pode ser tão ruim assim. – me respondeu Helena se aproximando.- Seja o que for Ayeska, vai passar...sempre passa! – Helena disse com bondade , segurando meu rosto entre as suas mãos numa carícia.
Eu estava sofrendo e aquele toque teve o poder de mexer comigo, com a minha insegurança.
- Pobre amiga! – murmurou Helena, abraçando-me e me apertando suavemente contra seus seios.
O contato do meu rosto com as formas rijas dos seios de Helena me pertubou.
Ergui o rosto para encara-la e ela tocou-me o rosto numa caricia suave.
Senti suas mãos escorregarem pelos meus cabelos que nessa época estavam dourados, indo até minha nuca. Seu hálito era perfumado , assim como todo seu corpo.
- Pobre Ayeska...deixe-me consolá-la... – ela sussurrou.
Senti o toque dos seus lábios, apenas encostando em minha testa, por cima dos meus olhos, no meu rosto e finalmente em meus lábios.
Parada, deixei que a língua morna lambesse minha boca, forçando passagem por entre meus lábios rosados, indo roçar meu palato, girando em minhas bochechas, trepando por cima da minha língua e se esfregando, sugando levemente.
Surpresa com a situação e com as sensações,ofeguei.
O corpo de Helena, lentamente foi se encaixando ao meu. Meus seios redondos se encaixavam nos de Helena.
Nossos quadris se roçavam, uma das coxas avançou, entrando por entre as minhas.
O beijo continuou, crescendo, ganhando empolgação. Nossos lábios se tocavam firmemente, esfregando-se.
Helena mantinha a minha cabeça presa entre suas mãos, como se temesse que eu fugisse.
Não imaginava o tesão que me percorria, emudecendo minha bucetinha.
- Quero-a nua! – me pediu, lambendo meu rosto, o pescoço e as minhas orelhas, me arrepiando de tesão.
Fomos para o quarto e nos despimos. Eu estava alheia a tudo, como se estivesse acontecendo com outra pessoa.
Meus seios estavam sensíveis, minha xoxota se molhou com abundância, minha pele um calor intenso. Ficamos frente a frente nos olhando, nuas.
Uma das mãos de Helena, entrou pelos meus cabelos até a nuca, puxando-me. A outra cobriu-me um dos seios, massageando-o e apertando-o levemente.
Ela suspirou profundamente, quando enfim minha boca cobriu a sua, num beijo que cheguei a esmagar seus lábios, minha língua penetrando profundamente em sua boca, acariciando, antes de se enroscar e trocarmos salivas e carícias.
A mão que apertava meu seio desceu lentamente pelo meu flanco até as minhas coxas.
Segurei a sua mão, contornei com a outra, indo até as nádegas de Helena, alisando-as, apertando as carnes rijas , redondas e empinadas.
Depois retornei para sua coxa, tocando a pele ardente e macia.
Subi na direção de sua xana, senti-a molhada, esfreguei então, lentamente os dedos na sua vulva. Helena estremeceu e ofegou, senti sua mão tremer por debaixo da minha que a segurava. Minha boca devorava a sua.
Era minha vez...
Ela ficou quieta , quando soltei sua mão e subi em direção dos seus seios e os apertei, a outra alisava sua xana, tocando-a da forma que uma mulher gostaria de ser tocada.
Penetrei lentamente o dedo, buscando o ponto G. Helena arqueou o corpo e gemeu alto.
- O que acha disto? – perguntei, insistindo na carícia mais um pouco e depois me afastando.
Helena ficou me olhando com surpresa, enquanto eu olhava seu corpo nu, a pele bronzeada, os pelos negros e fartos que cobriam seu monte-de-vênus e rodeavam sua buceta.
Seus olhos me olhavam mortiços, os lábios entreabertos, os seios estremecendo ao compasso de sua respiração.
- Quero senti-la inteirinha, Ayeska! – me pediu num tom suplicante.
Deitamos na cama lado a lado. Helena me envolveu em seus braços, beijando-me fogosamente. Seios entre seios, quadris com quadris, coxas entre coxas.
Tudo na medida certa.
- Vou lamber você inteirinha....quero ver seu rosto rosado, vermelhinho de tesão e prazer...quero lamber seu corpo branco, sua xana lisinha e rosada...Ayeska, quero você! – Helena girou seu corpo, suas mãos tocaram meu corpo, suavemente indo e vindo, subindo e descendo, espalhando-se , juntando-se. Depois lentamente, ela se debruçou me minha direção.
Sua língua lambeu meus seios, uma das mãos acariciou meu rosto e cabelos. A outra, desceu e se instalou entre as minhas coxas. Suspirei de prazer.
Dedos macios alisaram minha vulva molhada, indo e vindo, tocando no local certo.
Percebi o segredo de uma relação entre duas mulheres.
Helena tocava como gostaria de ser tocada, sendo assim devolvi as carícias na medida certa.
Enfiei uma das minhas mãos entre suas coxas , buscando sua xana molhada e peluda. Ela gemeu de prazer, quando a toquei intimamente, dedilhando seu grelinho.
Naquele momento, me esqueci de toda e qualquer sensação que sentia ao ter um pênis na mão, ou chupando, ou enfiado em minha xoxota ou enterrado em meu cuzinho.
Helena deslizou seu corpo sobre a cama, indo se instalar entre as minhas coxas. Afastou gentilmente as minhas pernas.
- É tão perfumada!- murmurou ela , olhando minha xoxota estreita e lubrificada. – é uma bucetinha linda! Toda molhada! Toda rosada! Tão tesudinha! – sua voz rouca e trêmula, estendendo a língua e lambendo-me com tesão.
Estremeci...

(continua...)


Escrito por Ayeska@

domingo, 25 de abril de 2010

Flagrei Minha Esposa Fazendo Sexo por Telefone!

Sou um homem casado e venho relatar uma experiência um tanto quanto diferente para mim. Tenho uma mulher linda, fogosa e gostosa, nosso sexo sempre foi extremamente quente, muito bom!

Em um dia destes cheguei mais cedo do trabalho, neste dia eu estava tarado, doido pra transar com a patroa, ainda mais por estarmos sozinhos em casa, pois nossa filha estava com meus pais.

Assim que cheguei em casa pelo silêncio pensei que não havia ninguém, inclusive minha esposa, fui subindo para o quarto e nos degraus da escada começo escutar gemidos e gemidos estes que eu conhecia muito bem, eram de minha esposa.

Comecei a ouvir o dialogo:
- Isto chupa bem gostoso minha bucetinha, isto assim.
- Ah minha aluninha safada, adoro este seu cuzinho.
- Aiii e eu adoro este seu dedo safado no meu cuzinho.

Fiquei perplexo, me subiu um nervoso e eu estava preparado para matar os vagabundos, fui chegando de mancinho a beira da porta do quarto que estava entreaberta. E foi aí que espiei o quarto pelo reflexo do espelho, avistei minha esposa sozinha na cama, completamente nua e se masturbando, o telefone no viva-voz emitia a voz de um tarado.

Fiquei sem reação, paralisado a olhando e vendo ela se tocar intensamente e ainda dizia:

- Isto, uhmm mais forte, mais forte fode meu cuzinho.

Fiquei excitado com aquilo e imediatamente já me pus a bater uma punheta, ela falava com algum tarado ao telefone, o notebook estava aberto em cima da cama o que indicava que era uma brincadeira de pós bate-papo.

A vi gozar, ela gemia forte e suas perninhas tremiam, que delícia!!
Aumentei o ritmo da punheta e acabei gozando. Minha alegria e alívio vieram ao ouví-la dizer:

- Querido foi muito bom, mas nada de e-mails ou fotos. Beijos e quando eu quiser de novo eu te ligo.

Falou isto e desligou o telefone. Entrei no banheiro ao lado do quarto para lavar a mão que segurava minha porra. E assim que sai do banheiro dei de cara com minha esposa ainda nua saindo do quarto. Ela ficou vermelha, notei que ficou assustada, mas sem rodeios a peguei em meus braços a beijando calorosamente a levando pra cama.

Tirei somente meu pau pra fora e entre suas pernas a estoquei forte, como um animal selvagem. Depois a pegando de quarto comi seu cuzinho como jamais havia feito antes, bombando muito forte.

Transamos até anoitecer, foi então por volta das 22hs ela estava deitada sob mim brincando com os cabelos do meu peito quando disse a ela sobre o que havia presenciado, ela me olhou, vi seus olhos tristes, ia se justificar, mas logo a interrompi, acariciei o seu rosto e a beijei e a pedi que fizesse aquilo novamente, pois queria assisti-la.

Ela sorriu, pegou o telefone e deu um redial, o tarado atendeu, ela colocou o telefone no viva-voz e então ela começou:

- Oi quer ser o meu papai agora?

Eles fantasiavam; começaram a montar cenários e figurinos eu ouvia aquilo e já estava excitado. Por um segundo ela colocou um telefone no mute e me convidou para participar, mas eu não aceitei queria vê-la em ação.

E assim foi, vi minha esposa se masturbando ao som da voz daquele tarado desconhecido e eu me masturbando ao lado dela e claro que não resisti e no momento que era pra meter, soquei a rola na minha mulherzinha a fazendo gemer de verdade até gozar.

Depois disto ainda transamos em quase todos os cantos da casa, foi uma noite maravilhosa e agora temos esta nova diversão, atualmente eu também participo das fantasias e minha esposa é tão boazinha que arranjou uma mulher pra brincar disto, chamamos-a de Ayeska, virou nossa amiga. E a voz dela é tão gostosa que me faz imaginar cada coisa e admito ter ligado pra ela em ocasiões onde eu estava sozinho, até do banheiro da empresa, só para fantasiarmos e eu gozar bem gostoso batendo uma.

Mas parece que este tipo de coisa só fortaleceu meu casamento, engraçado. Espero que tenham gostado do relato.



Escrito por Dom Gaspar
Postado por Ayesk@

sábado, 17 de abril de 2010

Entre Poesias e Ondas




Amor é fogo que arde sem se ver

É ferida que dói, e não se sente.

Aos meus 13 anos de idade, isso a 6 anos atrás, a poesia e a cultura começavam a me fazer a cabeça. Eu lembro, era uma garota extrovertida, magrela, a mais alta da sala, mais até que os meninos. E era uma romântica. Sonhando e fazendo poesias. Nessa época da infância querida, havia, dissonando dentre tantas coisas de boa lembrança, Léo. Um primo o qual eu não suportava. Um pirralho, um ano mais novo que eu, cabelos castanho-escuros sempre desajeitados, meio sardentinho, agitado que ele só. A única coisa que nele eu gostava de ver eram os olhos, tão azuis que deixavam tonto quem os olhasse por muito tempo. Vivia me importunando, fazendo das brincadeiras bestas de meninos. Meus cabelos, sempre longos, sofreram com seus puxões provocativos e inesperados. Eu tinha de aturá-lo naqueles feriados onde a família toda se reunia, na casa de algum tio ou da avó...Eram uma candura, uma doçura aqueles tempos, me faz saltar o coração só com a nostalgia de escrever essas palavras. Exceto pelo Léo. Lembro bem de um certo feriado natalino, esse de seis anos atrás, onde eu, após muito ter me divertido, na expectativa da virada para o dia 25, fui relaxar em uma poltrona da grande sala da casa dos avós.

Estava com vestidinho branco, lindo, laço no cabelo, toda perfumada, lendo um livro do Camões. No meio do “...esta foi a celeste formosura, Da minha Circe, e o mágico veneno...”, o esquisito e inconveniente do meu primo Léo derramou uma taça de vinho em cima de mim, manchando o vestido branco e o precioso livro de Camões que achei na estante. Nunca eu tinha me exaltado tanto com ele. Em lágrimas, eu disse tudo o que estava guardando, também aos gritos. Só lembro-me dele parado, face lívida e pálida, sem o costumeiro sorriso de moleque.

Depois daquele feriado, a família de Léo haveria de se mudar de estado, em virtude do trabalho de seu pai. Então eles não apareceram mais nas festas e feriados. Eu me senti aliviada, chega de Léo me importunando nesses encontros. Só um pouquinho de peso na consciência por em nosso último encontro eu lhe ter “soltado o verbo”. Afinal, tudo o que começa com raiva, acaba em vergonha, já dizia Benjamim Franklin.


Seis anos depois daquele certo natal se avizinha o ano novo. Os costumeiros encontros haviam perdido força nos últimos anos, mas meu pai, em intenção de reascender as chamas das relações familiares, resolveu chamar a todos para passar a virada em nossa nova casa na praia. Eu já com meus 19 anos, cursando faculdade, me empolguei pouco com a idéia, mas achei que seriam bons uns momentos perto do mar, o Mar que ganhou o abismo e o perigo, mas que espelha o céu. Minha mãe, conversando comigo, me disse a certa altura:

- Ah, seu primo Léo vêm passar conosco, lembra dele? Aquele que você quase ensurdeceu na casa dos avôs, lembra?

- Mal e mal – Respondi, virando os olhos, meio que fazendo pouco caso. Agora adulta, ainda me fazia ferver o sangue aquele nome, mesmo eu o tendo visto pela última vez aos 12 anos dele, o pobre diabo. Lembranças da infância, às vezes, marcam mais que ferro em brasa.

Surpreendi-me, quando, casa cheia, em uma tardezinha de verão, o sol beliscando o horizonte, chega a família do Léo. A sua irmãzinha que eu não conhecia, pai e mãe, e ele, que eu também não conheci de repente. Só vi um rapaz alto, de cabelos desgrenhados, mas não por falta de cuidado, e sim feitos a uma maneira proposital e charmosa. Seus olhos ainda poderosamente azuis. Seu corpo, não mais franzino, e sim bem delineado e trabalhado. E um sorriso na face. Não mais zombeteiro, mas espontâneo, agradável, gostoso. Eu até levei aquele choque costumeiro de quem não vê alguém há muito tempo, e quando esse alguém reaparece, você não mais reconhece, tamanha a mudança, mais forte caso ainda no caso das crianças.

- Nossa, que moça linda você se tornou, Andi (o diminutivo carinhoso de Andressa) – Dizia o meu tio. – E não seguiu carreira de modelo? Você continua mais alta que o Léo.

- São os saltos, pai. Hoje, acho que somos da mesma altura. – Disse o meu mudado primo, enquanto me abraçava, em resposta ao elogio do seu pai a mim. Mas era verdade, eu estava com uns bons saltos.


Durante as conversas, os passeios com outros primos, irmãos, tios, etc; e tantas outras coisas mais naquela cidade litorânea, confesso que não tirava os olhos dele. E desta a vez, ao contrário de tantas outras, ele poucas vezes me dirigia a palavra. Tão pouco conversávamos. Eu esperava ver um jovem inconseqüente, e estava vendo um rapaz muito bem articulado nas palavras, muito educado e culto, conhecedor de livros e vinhos, e filmes do Bergman e do Kurosawa. Passou pela Nova Zelândia e pela Espanha, contava ao meu irmão. Eu escutando de canto.

Durante o jantar, coincidentemente, eu estava de vestido branco. Família toda reunida. Recontando histórias do passado. Alguém falou do dia em que exasperei com o Léo. Ele sorriu.

- E você, com esse vestidinho branco, agora. Mas nem se preocupe, dessa vez eu vou me cuidar. – Ele disse.

Eu fiquei vermelha e respondi um tímido “Tudo bem”, desviando o olhar.

- Aquilo foi no natal – Alguém falou, nem vi direito quem. Agora é véspera de ano novo. Ele tem que derramar champanhe. – Todos riram.

- Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos... – Falou meu primo Léo. Sim, eu pensei...ele estava citando Camões! Uma frase do lusitano. Isso para coroar o quão surpresa eu havia ficado com a mudança dele.

Era um dia antes da virada do ano. Naquela noite após o jantar, pela madrugada, resolvi ir tomar banho de lua no telhado da casa, reto, por onde eu subia com certa habilidade pela janela de um quarto. Os outros, ou dormiam, ou haviam saído para alguma festa, no caso dos mais jovens. Eu quis apreciar o silêncio e o barulho ondino das rebentações marítimas. Estava com um shortinho jeans azul, e biquíni vermelho, cabelos presos em um rabo de cavalo, deitada a uma esteira artesanal, olhando o céu. Quando ouço, então, uma voz.

- Oi prima. E as estrelas? – Era o Léo, subindo ali pela varanda, de calção e camiseta.

- Ainda ali. E você? Pensei que havia saído com os outros. – Falei tentando parecer descompromissada, mas o coração palpitando um tanto mais forte.

- Resolvi descansar um pouco. Não se importa se eu ficar aqui um pouco? Se quiser eu saio...

- Não, tudo bem. Pode até pegar um lado aqui da esteira. – Eu lhe falei, deixando um espaço, ao qual ele chegou.

Conversamos várias coisas. Rimos baixinho. Ele falava bem humorado sobre o quanto era impertinente. E eu comentei o quanto ele havia mudado.

- Gostou do que viu? – Ele perguntou.

- Por quê? – Foi a minha resposta. Irônico que sempre detestei responder perguntas com perguntas.

- Porque você foi o motivo da minha mudança. Sabe, quando éramos pequenos, eu era meio apaixonado por você. Na verdade, você foi minha primeira paixão. Uma menina linda, alta, perfumada...Só que, bem, quando criança, essa paixão eu demonstrava te importunando. Garotos são mesmo uns bestas, né?

Eu estava pasma após a revelação. Então por isso ele não largava do meu pé. Uma paixãozinha infantil.

- Eu...Não sei o que dizer, Léo. Eu também era uma cabeça de vento, e nem percebi nada.

- Que nada, você sempre foi tão inteligente. Aquele dia eu consegui filar uma taça de vinho da mesa e queria te levar, mas me atrapalhei e deu no que deu. Quando você me deu a bronca, eu quis tanto que você gostasse de mim que resolvi mudar. Comecei lendo poesias. A primeira foi daquele livro do Camões. Até hoje têm a mancha de vinho, bem na página da Circe... Posso dizer que esses anos você foi a minha Circe.

Ficamos em absoluto silêncio. Eu prendendo a respiração até o fim. Percebi-o também tenso. Até que ele começou a murmurar:

Os cabelos, castanhos cor de trigo, esvoaçando ao vento amigo.

Os olhos esmeralda em cor, doces em sabor.

Os cabelos dela, longos e brilhantes, denunciam batidas dos corações

Amantes.

A pele branca, macia, cheirosa, eu só posso equiparar a pétala mais bela da mais bela rosa.

Seu corpo, miragem que vêm do canto de uma ninfa, de uma sereia, de
uma fada, de um querubim.

Eu queimando em brasa, desejando, sonhando, apenas querendo sentir

sua pele, seus cabelos, seu perfume, um pouco mais perto de mim.

Ele parou.

- Eu fiz esse poema perto daquela época, em sua homenagem. Eu sei que é bem fraquinho, mas é que eu não sou muito...

Sem o deixar terminar a frase, eu me virei, subindo quase em seu corpo. E o beijei a boca, primeiro os lábios, depois, deixamos nossa língua explorar, uma a boca do outro. Eu lhe segurava o rosto, ele, minha cintura. Eu lhe beijava forte o pescoço, enquanto ele me acariciava a nuca. Sobre o corpo dele, as pernas de cada lado, me levantei. Enquanto Léo me olhava, eu retirava a parte de cima do biquíni, expondo a ele meus seios, os quais ele segurou com delicadeza. Eu fiz meus cabelos, longos e brilhantes, castanhos da cor do trigo, como ele dizia, roçarem em seu peito, enquanto eu lhe beijava o tórax definido.

Em dado momento, Léo sentou e me colocou sobre seu colo, de onde me começou a beijar os seios, e eu coloquei a mão por dentro de seu calção. Lá, eu segurei em seu membro rígido, grosso, e comecei a massagear com entusiasmo, sentido ele se dilatar mais e mais dentro da minha mão, tirando-o para fora da roupa. Quando estávamos suspirando alto, eu fiquei de pé e vagarosamente baixei o shortinho até tirá-lo todo. Léo se encarregou de tirar o restante do biquíni. E da posição onde estava, meio agachado, começou a me fazer o melhor sexo oral que eu já havia experimentado. Massageou meus grandes lábios com beijos, enquanto seus dedos habilidosos me estimulavam o clitóris. Penetrou minha vagina com sua língua, em movimentos rápidos e ritmados, e vez ou outra sorvia, sugava o clitóris, quando dali seus dedos deixavam para explorar melhor meu corpo. Eu me segurava para não gritar.

Quando estava toda lubrificada, ele sentindo meus líquidos em sua boca, eu percebendo seu pênis em total estado de ereção, lhe empurrei os ombros para que ele se deitasse. Quando o fez, comecei a descer meu sexo em direção ao seu membro ingurgitado, usando minha mão para firmá-lo na posição certa, até que fiz com que ele me penetrasse, cada vez mais fundo. Devidamente prontos, eu o cavalgava praticamente, feito amazona, e ele mexia-se como podia para me fazer sentir tudo o que havia lá dentro, me segurando forte pela cintura, me ajudando os movimentos.

Não era dos locais mais apropriados. Era um telhado, afinal. Quando estávamos próximo ao clímax, ele ficou de pé, me elevando com as mãos, eu deitada, meio inclinada, meio suspensa no ar. A penetração atingiu seus níveis mais profundos. Se movimentado e estocando firme, segurando forte minhas coxas. Nos já havíamos deixado a preocupação de lado e gritávamos com as ondas, de prazer. No vai e vêm constante, eu minha vagina ficou tão preenchida e tão sensível que pude sentir cada veia dilatada, cada volta do formato de sua virilidade. Atingimos um clímax sensacional, praticamente juntos. Eu senti ele ejacular dentro de mim, seu sêmen me invadindo todo interior, se misturando aos meus próprios fluídos, os espalhando em volta quando ele retirou sonoramente de dentro de mim. Ele me pousou com delicadeza, e se deitou por cima de mim, me beijando a boca, apaixonadamente.

Quando eu estava ainda voltando a mim, depois do orgasmo, ele começou a explorar de novo meu corpo com a língua, a fim descobrir minhas outras zonas erógenas. Após algum tempo, desta vez deitados, recomeçou o sexo oral em mim, até recuperar as energias para mais um rodada. Foi extasiante. O poema do Camões fala sobre contentamento descontente. E sobre tantas outras coisas contrárias, um exercício de antíteses. Na hora eu formulei algo assim;

Suave firmeza

Robusta delicadeza

De mãos fortes, mas frágeis toques



Calor que desperta em estupor

Corpos que se entrelaçam

E olhos que por cada volta deles, passam.

Era quase manhã quando desci escondida para meu quarto. E Léo correu para o mar, para nadar e dar uma disfarçada. Naquela virada do ano, quando vimos fogos refletirem no mar, multicoloridos, estávamos abraçados, se aconchegando um no outro, mas de uma forma ingênua, não erotizada, para ninguém notar algo de errado. O que aconteceu depois? Outra história.

E como diria o poeta de além mar:

“Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade;

Se tão contrário a si é o mesmo amor?”



Escrito por Hella

domingo, 11 de abril de 2010

Numa Sexta-Feira Nada Santa

Numa sexta-feira santa de um ano que não me recordo,eu estava em casa sozinho,na internet “CAÇANDO” nossa gíria da região quando nós “HOMENS SEXUAIS” outra gíria daqui,para que todos entendam,caçando (É QUANDO PROCURAMOS POR SEXO) e homens sexuais (SOMOS NÓS HOMOSSEXUAIS NÃO ASSUMIDOS) que somos digamos que comportados,discretos etc...Bem como eu estava dizendo,eu entrei na sala de bate papo e comecei a teclar com o garoto de 18 anos,marcamos e ele veio pra minha casa,quando ele chegou ficamos na maior putaria,tomamos banho,mais quando foi na hora “H” ele me perguntou se eu era virgem...Quando ele me perguntou isso soltei uma gargalhada enorme, e disse que não,aí ele disse que não curtia ficar com caras virgens que era pra não perder o cabresto do cacete,mais a gente quer dizer eu segui em frente,chupando o cacete dele,o peito dele,ele era bem gostosinho,moreno, creio eu que 1,70,olho castanho escuros,com pêlinhos no abdômen e no peito,e um cacete de 18 cm,pois tinha entrado na sala de bate papo com o APELIDO de HOMEM MEDIDOR DE CACETE aí quando ele chegou eu medi o pau dele,e fui logo chupando,depois que tomamos banho juntos,ele quase não me tocava,mais tinha uma pegada massa,que me deixou excitado,ele não era másculo,era magrinho mais com um cacetão grosso,bem chupei,chupei,chupei o pau dele,até que ele me pediu pra me foder,aí eu disse que preferiria que ele gozasse na minha boca,depois ele me fodia,mais ele acabou ficando bravo comigo e disse que não, que eu ia dar pra ele e pronto.Acabei topando né,afinal era aquilo que eu queria,pois minutos antes ele estava muito passivo,ou seja,tranqüilo demais,e eu gosto de caras que tenham pegadas,até que ele se transformou,e veio pra cima de mim,eu então peguei um frasco de hidratante,e pedi pra ele passar no meu cuzinho,quando ele passou o hidratante no meu cu que enfiou um dedo,depois dois,eu comecei a pulsar meu cu fazendo ele enlouquecer,aí me pediu a camisinha,quando ele colocou a camisinha,que forçou o cacete e não entrou,saiu de cima de mim e disse que não rolava,quando ele falou aquilo eu perguntei o que tinha acontecido,aí ele disse que meu cu era apertado e que não ia dar certo,por que ele não queria perder o cabresto do cacete,ou seja,não queria q o prepúcio do pau se alargasse,aí fiquei puto de ódio,e ele se vestiu e eu fui deixá-lo na rua,pois moro em apartamento,acho que todos vocês devem saber.

Fiquei com muita raiva,subi as escadas fumaçando puto muito puto mesmo,ai entrei novamente na net,quando conectei o MSN,tinha um contato ON LINE que a gente já havia discutido algumas vezes,só porque ele não quis ligar a WEB CAM primeiro que eu,ou colocar a foto,mais dessa vez foi diferente,pois eu estava tão carente,e com tanta raiva que fui logo desabafando,aí ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse,aí ele conversou comigo,e eu pedi pra ele por uma foto dele,e ele colocou,aí perguntei a idade dele e ele disse que tinha 22 anos,depois perguntei como ele era fisicamente, e ele me disse que era alto,tinha 1,78 de altura,era forte,pois malhava,e tinha um cacete de 17 cm,foi quando eu perguntei se ele tinha medido com régua ou com fita métrica,aí ele disse que tinha sido com régua aí eu fui explicar que o cm da régua é diferente que o cm da fita métrica é que é valido.

Bem,ele disse que tinha acabado de acordar,já era umas 12:30 por aí,não me lembro direito,então perguntei se ele topava vir e se deixaria eu medir o pau dele e ele falou que sim,aí eu perguntei também se ele tinha ou poderia trazer camisinha por que a única que eu tinha,tinha sido usado envão.Aí ele riu e disse que traria,e falou que ia sair pra tomar banho e tomar café,e depois viria pra minha casa,eu peguei e disse que ia ficar esperando ele no portão,dito e feito,ele saiu da net e eu desci,fiquei esperando por cerca de mais ou menos 2 horas,mais quando ele parou a moto,que tirou o capacete,valeu a pena à demora,quando ele atravessou a rua,me cumprimentou e entramos.Ele estava com um short amarelo de táctel,e uma camiseta regata branca,então subimos e contei pra ele novamente,pois ele queria entender o por que eu tinha ficado tão zangado,aí eu disse que o que me deixou com mais raiva,não foi nem por não ter transado,foi por que eu dei minha única camisinha,e foi usada e não serviu pra nada,ele riu muito,quando chegamos dentro do apartamento,que fechei a porta,aí perguntei a ele se ele gostava de contos eróticos e ele falou que sim,então eu disse que era escritor de contos e que escrevia pra o SITE CLUBE DOS CONTOS.

Então coloquei na edição especial de contos pra ele ler,e logo,logo ele ficou excitado com o primeiro conto,ele leu o conto do entregador de água,depois o do moto táxi e por fim o da trepada no banheiro do shopping,eu estava sentado de frente pra ele,e começava a passar minhas pernas sobre suas coxas e subi pra o pau dele e fiquei pegando no pau dele com o dedão,ele tirou a camisa,e eu pedi pra sentar no colo dele,e comecei a me esfregar pra sentir melhor o pau dele,então ele colocou a mão por dentro do short que eu estava vestido e sentiu que eu estava sem cueca,e foi logo levando o dedo pra meu cuzinho,e enfiando lá fundo,quando ele pôs o segundo dedo,eu gemi e ele disse que ia me foder gostoso,eu tirei o short dele,e a cueca,e lambi a cabeça que já estava meladinha e muito cheirosa,quando eu medi o pau dele não era 17 era 14,mais valeu a pena,por que era grosso e torto,tinha uma cabeça bem rosadinha,e os bagos eram grandes,coloquei o pau todinho na boca e fiquei chupando,ele gemia muito gostoso,foi quando num súbito momento eu nem sei como,mais coloquei os dois bagos dentro de minha boca,e fiquei chupando,o cacete e os bagos também,ele se contorcia todo,e gemendo e enfiando os dedos no meu cu,e como já estava um pouco lubrificado ficou bem mais fácil pra ele,ele então colocou mais hidratante,já que o frasco estava perto da cama,e enquanto eu lhe proporcionava prazer chupando o cacete e os bagos ele me fodia com 4 dedos,até que eu pedi pra sentar no pau dele e me deixou,se deitou na minha cama,e eu me sentei nele,coloquei a camisinha que ele tinha trazido,era de chocolate,quando senti o cheirinho gostoso coloquei o resto com a boca,sentei novamente no colo dele,e passei mais hidratante no meu cuzinho e também no pau dele,e forcei pra entrar,forcei uma três vezes até que entrou gostoso,o pau não era muito grande mais era grosso o suficiente pra dificultar a entrada,até que entrou,o cacete dele deslizou gostoso dentro de meu cu que estava engolindo toda aquela cobra,que se escondia dentro da toca,quando senti os seus bagos batendo na minha bunda,comecei a cavalgar nele,cavalguei muito,ele começou a bater na minha bunda,e eu comecei a arranhar o peito dele e apertá-lo,ele me fez virar de lado,e começou a bombar e bombou muito dentro de mim sem tirar o pau.

Depois de muito estarmos nessa posição ele me fez ficar por cima dele de novo e de frente,e me pediu pra ir girando e assim fiz,girei com um pouco de dificuldade até conseguir ficar de costas pra ele.Quando já havia ficado completamente de costas pra ele,ele se sentou e eu senti um pouco de desconforto mais passou logo,que ele pegou na minha cintura e foi me colocando de 4,quando eu fiquei completamente nessa posição,ele segurou minhas ancas e mandou ver,socou muito,e sempre sem tirar o pau de dentro de mim,depois foi subindo comigo até que ficamos de pé,e começou a segurar minha perna esquerda enquanto me beijava o pescoço,e mordia minha orelha e falava sacanagens,me chamando de puto,dizendo que eu tinha um cuzinho muito guloso,que parecia que tinha ima,pois nunca tinha fodido um cu como o meu,depois voltamos pra o chão de novo,e me fez ficar mais uma vez de frente pra ele,quando eu pensei que ele havia cansado,pois já estávamos completamente molhados de suor,ele colocou minhas pernas em sua cintura e me fez subir,e ficou comigo em seu colo,e começou a me fazer subir e descer do pau dele,e cavalguei gostoso no pau dele,até que meu cu começou a pulsar,meu pau já estava todo melado pois estava babando,e ele muito suado,e cansado de gemer já estava até perdendo a voz,me perguntou o que eu estava fazendo pois eu tinha ficado completamente estático,eu estava tendo um orgasmo anal,quando eu o disse isso ele enlouqueceu.

Se deitou comigo na cama e bombou mais até me acompanhar no meu orgasmo anal,que estava prestes até o 2°,enquanto meu pau também começava a gozar e jorrar gala no abdômen dele,nós gememos muito,e depois que gozamos,que ele tirou o pau de dentro de mim,ainda chupei o pau dele até ficar duro novamente,pois já tinha até abaixado,e a cabeça do pau dele nem tava mais rosadinha,nem vermelha,está era completamente roxa com veias salientes,chupei de novo até ele gozar mais uma vez em minha boca,e ficamos um bom tempo,um deitado ao lado do outro tentando criar coragem para tomarmos banho,depois que tomamos banho,ele se vestindo pra ir embora me perguntou se eu iria postar um conto sobre nossa trepada e eu perguntei se ele me deixava fazer isso,e ele aceitou contanto que eu não mencionasse seu nome,e foi o que fiz,só que se passou um tempo pra eu poder escrever esse conto,pois estava sem tempo.


Ele foi embora pra casa completamente cansado,disse que eu tinha esgotado as suas forças de todas as trepadas de um ano só,mais que quando recuperasse-as voltaria a me procurar novamente,já o encontrei ON LINE no MSN de novo,mais ele me disse que está sem tempo,pois agora mudou o horário de trabalho,que está trabalhando tarde e noite e pela manhã está na faculdade.
Espero que tenham gostado.Por Favor,Votem e Comentem o conto,espero que eu tenha satisfeito alguém...

Ass.:Boy Safadinho




Escrito por BoySafadinho

Ensinando Minha Sobrinha a Dirigir

Era um final de semana de festa no meu sítio no interior de São Paulo. Meus irmãos com seus filhos e esposas, meus filhos com meus netos e alguns amigos e primos fazíamos um dia de pura curtição, futebol, piscina, churrasco, era a nossa anual reunião familiar.

Considero-me um homem de respeito, chego até a olhar pra outras mulheres, mas sempre mantive fidelidade a minha querida esposa. Porém mesmo com meus 55 anos de experiência, tenho um ponto fraco, ninfetas, e uma que tem me tirado do sério é Thaís, minha doce sobrinha.

Ela é filha do meu irmão mais velho e apesar da pouca idade, exibe um corpo perfeito, pecaminoso, seu jeito meigo é o que mais me excita. Thaís é muito apegada comigo rimos e brincamos muito. Sabia por boatos que o filho de um de meus irmãos, andava dando uns amassos nela, o que me deixava até com ciúmes!

Era Domingo, umas 11hrs eu estava jogando bola no campo de terra do sítio. Depois de jogar certo tempo dei uma parada, pois a barriguinha e a idade já não me deixam ter mais o mesmo fôlego. Meu irmão entrou no meu lugar e eu me sentei ao pé da Goiabeira descansando.

Eis que surge Thaís, usava uma canga branca sob a parte de baixo de seu biquíni rosa. Ela me disse um Oi tão gostoso que logo meu short exibia um grande volume, ficamos conversando ela continuou de pé ao meu lado, assistindo ao jogo também.

E eu a olhava descaradamente, até que minha esposa apareceu para estragar a festa, dizendo que a cerveja e o carvão tinham acabado e pedindo pra ir buscar mais na cidade. Levantei-me e então para minha glória minha sobrinha perguntou se poderia ir comigo, e claro que não rejeitei.

Entramos na minha Ranger cabine dupla e partimos. Minha cabeça borbulhava pensando como eu poderia de repente tocar aquele corpinho e foi que assim que saímos do sítio Thais me dizia que tinha muita vontade de aprender dirigir. Suas palavras entraram em meu ouvido de forma mágica.

Logo perguntei se gostaria de tentar e como ela não alcança os pedais a deixaria guiar o carro. Ela aceitou e ficou toda feliz. Fui com a Ranger até uma pequena estrada de terra. Parei o carro avistei o local e como imaginava não havia ninguém por ali.

Ela então veio se colocando no meu colo, nestes movimentos sua canga saiu, e nossa que bundinha, seu biquíni estava socadinho. Thais sentou no meu colo e meu pau duro já cutucava sua bundinha, que delícia!

Atencioso, expliquei a ela a função do manche, volante, dos pedais e engatando a primeira fui saindo bem devagar com o carro a deixando guiar. Ela sorria e guiava direitinho, minha mão pousou em sua coxa e eu ia a acariciando. Neste momento notei que ela abriu um pouco mais as pernas e me olhou de ladinho sorrindo e tinha um olhar bem safadinho.

Aquilo me deixou louco, meus dedos foram escorregando pra sua xaninha onde por cima do biquíni comecei a esfregar meus dedos a sentindo, uhmm carnudinha, ela não fazia nada para impedir.

Por trás levei minha outra mão até seu peitinho, e fui adentrando o biquíni e massageando, apertando o biquinho daquele peitinho gostoso. Eu mordiscava seu pescoço e ombros e roçava minha barba fazendo-a arrepiar-se.

Enfiei a mão dentro da parte de baixo do biquíni tocando sua xaninha, esfregando bem forte meus dedos. Thaís soltava breves gemidos, reparei que o carro começou a entrar no mato, ela nem olhava mais, então parei o carro puxei o freio de mão virei seu rostinho e a beijei!

Minha língua entrava na sua boca e brincava com a dela de forma safada enquanto meus dedos tocavam intensamente sua xaninha e também massageava seus peitinhos. Foi então que me surpreendi ao sentir sua mãozinha entrar por dentro do meu short e agarrar meu pau o apertando, ela me olhava sorrindo bem safadinha.

Perguntei a ela se ainda era virgem, ela balançou a cabeça sorrindo indicando que não, bom, de certa forma sua resposta me causou mais alívio e então comecei a abaixar o banco até deitá-lo totalmente, puxei meu short e cueca pra baixo e me arrastei um pouco pra cima. Mandei a chupar meu pau, e o segurando em suas delicadas mãos começou a chupá-lo, que delícia, que boquinha gostosa!

Depois de quase me fazer gozar, pedi que ficasse peladinha, ela foi tirando todo seu biquíni, e que corpo era aquele! Aqueles peitinhos, aquela bucetinha lisinha. Peladinha, ela deitou sob meu corpo, nos beijamos; Ela levou seus peitinhos em minha boca, os chupei de forma voraz e ao mesmo tempo eu socava um dedo na sua buceta.

Dei um tapinha em sua bunda e falei que queria chupar sua bucetinha, ela veio engatinhando andando sob mim e sentou na minha cara colocando sua menina pra eu chupar. Que delícia, inexplicável até, lisinha, molhadinha chupei-a bem forte socando minha língua. Massageava seu grelo; ela gemia e rebolava sob minha boca.

Disse a ela, vai lá cavalga no tio. Ela foi toda safadinha, ajeitei meu pau na sua xaninha e ela foi sentando, que gostoso, apertadinha, molhada, quentinha. Logo minha doce sobrinha estava cavalgando no tio, como uma putinha safada. Minhas mãos massageavam seus peitinhos e brincava com seus biquinhos pontudinhos.

Após cavalgar bastante a virei no banco e fiquei sob ela, enfiei um tapa bem gostoso na sua bundinha mandando ficar empinadinha, soquei o dedo na sua xaninha bem forte e rápido, seus gemidinhos eram deliciosos e depois soquei a rola na sua buceta. Metendo forte, aumentando o ritmo a cada segundo, foi então que ela gozou, sua xaninha apertava mordiscava meu pau.

Que merda! Eu estava sem camisinha, era melhor não gozar dentro. Então após bombar bastante e sentir que ia gozar, tirei meu pau e mandei-a chupar. Ela veio rapidinho, faminta, o engoliu quase ele todo e chupava e me punhetava até que jorrei muita porra na sua boquinha. Eu a olhava impressionado, pois ela tomou tudinho sem deixar derramar nada.

Que delícia!! Depois disto ajeitamo-nos e fomos para a cidade, é difícil andar com ela em público quase briguei com uns três caras porque com ela só de biquíni e canga andando no mercado atraía o olhar de vários marmanjos e coroas. Voltamos para o sítio, ela me agradeceu por ter ensinado a dirigir e ainda disse com um sorriso safado que sonhou com este dia. Ela saiu e vi que foi para a piscina.

Em uns 10min, comecei a levar as coisas para dentro de casa. Eis que no meio do caminho encontro um grande primo meu! Pensei até que não viria para a reunião de família, nos abraçamos e ele me ajudou a levar as coisas. Quando passamos pela piscina, de lá saiu Gabriela, a filha deste meu primo, que ninfeta! Usava um micro biquíni e veio correndo até mim e me deu um abraço bem gostoso e no pé do meu ouvido disse: - Tio, o senhor também me ensina a dirigir?
Olhei para a piscina. Thaís me olhava sorrindo.


Escrito por DomGaspar

terça-feira, 6 de abril de 2010

Chapeuzinho Vermelho e o Vovô Safado

Sou Antônio, micro-empresário, tenho 40 anos, casado, tenho duas filhas uma de 19 e outra de 18 lindas, sou um coroa bonitão, sempre arrumo uma aventurinha extra com alguma ninfetinha safada, na minha casa, mora meu pai também, um senhor de 70 anos, mas ainda esperto pra caramba, viúvo, eu e meu pai temos altas intimidades, sei que ele é safado pra caramba, e vive olhando pra suas netinhas, e o safado ainda fala pra mim em off "meu filho, suas filhinhas são uma delícia", eh eh eh, então um dia destes, estava acessando a internet, uns sites pornô e vi uma história em quadrinho da chapeuzinho vermelho, e tive uma ótima idéia, na próxima semana seria aniversário do meu pai e iria lhe dar o melhor presente que um filho poderia oferecer.
Então no dia seguinte percorri os melhores Sex-Shops de São Paulo, até encontrar a fantasia que eu queria, Chapeuzinho Vermelho, era uma delícia, fiquei excitado só de imaginar o que iria acontecer, a fantasia tinha uma saia curtinha, uma blusinha decotada e bem curtinha, acompanhava um capa anexada com uma toca e sapatos salto alto pretos, comprei e fui para casa feliz da vida, agora que tinha que convencer minha filha, a ser a Chapeuzinho, era o presente perfeito para meu pai, minha filha era linda, bem gostosinha, morena tipo índia, cabelos longos e lisos, seios fartos, bunda empinhadinha, pernas grossas, um corpo delicioso, tentador, e o melhor que ela gosta muito de sexo, pelo histórico do computador sempre vejo os sites que acessa, já na escondida já tive o prazer de aprecia-la se masturbando em frente o PC.
Então cheguei em casa, guardei a fantasia, passado alguns dias, um dia antes do aniversário do meu pai, filha veio até mim me perguntando o que faríamos para o vovô, alguma festa, então sorri pra ela maliciosamente, e a chamei para o quarto, falei que já tinha pensando em tudo, tirei do guarda roupa a fantasia, lhe mostrando, e ela com uma carinha de dúvida, perguntava o que é isto pai? E eu falei, “filha, o presente será você, quero que vista esta fantasia e brinque com o vovô, provoque ele, o faça sentir prazer”, ela me olhou sorrindo, safadinha, falando “adorei papai”, falei “filha, será amanhã por volta das 10:00, sua mãe e sua irmã estarão no Shopping comprando presente pra ele, aí aproveitaremos”, então minha filha veio até mim, acariciando meu peito e falando “e o lobo mau vai aparecer pra comer a chapeuzinho?”, rimos juntos, mas falei “amanhã será somente o dia do vovô, o lobo mau vai ficar assistindo e batendo uma rs...”, e ela ainda complementou “que pena...”, e apertou meu pau, e ia saindo, quando a puxei pelo braço, a agarrando por trás, e levando minhas mãos nos seus peitos, falei em seu ouvidinho “mas cuidado ao dormir, nestas horas o lobo mau gosta de aparecer pra comer a chapeuzinho”, e a soltei, tive que ir bater uma até.
Chegado o dia, eu e meu pai estávamos na sala assistindo TV, eu já tinha dado os parabéns pra ele, era umas 10:20, e então falei pra ele “acho que seu presente já deve estar vindo pai”, e ele falava que não precisava, foi então que descendo as escadas veio ela, linda, muito gostosa, vestindo aquela fantasia, e descia cantando parabéns pra você, com uma vozinha de putinha safada, meu pai ficou sem ação os olhos esbugalhados, só a olhava, e realmente estava irresistível, a saia era bem curtinha dava pra ver a polpa da sua bunda, a blusinha como era curtinha, a base dos seus seios ficavam a mostra, e com o decote praticamente eles estavam pulando pra fora, e ela vinha desfilando, com seus sapatinhos altos, que a deixava mais empinadinha, aqueles pezinhos lindos, seu perfume era gostoso, ela usava a toquinha, e a deixava mais deliciosa, então veio até bem frente ao meu pai, subiu colocando os joelhos no sofá entre as pernas dele, se inclinando beijou primeiro sua testa, falou “Vô...” depois beijou a ponta no nariz, disse “feliz....”, depois deu um selinho na boca dele falando “aniversário....”, e abraçou ele, de forma que os peitos dela, ficaram esfregando na cara dele, em seguida ela se levantou falando “gostou do seu presente vovô?”, e deu uma voltinha, onde pudemos ver, sua minúscula calcinha vermelha, e ela “adorei netinha ...”, então começou a brincadeira, ela veio pra cima dele novamente, falando “mas nossa vovô que olhos grandes você tem”, e acariciava o rosto dele, e ela falava sorrindo “é pra ver minha netinha gostosinha melhor”, e o safado já foi levando a mão dele na coxa dela, apertando e subindo por ela, e ela falava “ai..vovô que mãos grandes o senhor tem?”, e ele falava “é pra tocar o corpo nesta minha netinha melhor”, e ele subiu a mão, subindo a saia dela, esfregou os dedos dele na xaninha dela por cima da calcinha, e logo a colocando de lado, foi socando dois dedos dentro da bucetinha dela, e ela gemeu gostoso falando “uhmm vovô que dedos gostosos e safados o senhor tem” , e ele já não falava nada, só tocava a bucetinha dela, a segurando firme e estocando, derrepente ele puxou a calcinha dela de uma vez, a rasgando, nossa adorei aquilo, ela gemeu gostoso, chamando ele de safadinho, ela em pé na sua frente, a puxou, enfiando a língua na sua bucetinha, chupando ela, babava tudo, e ela falava ai vovô que boca gostosa”, ele puxou a saia dela, ajudando a ela a tirar, em seguida, levou as mãos nos peitos dela, agarrando eles por dentro da blusinha, e apertava eles, acariciava eles, ele desabotoou uns botãozinhos que tinha e tirou a blusinha dela, a capa caiu junto a blusinha, e ela estava então peladinha, ela sentou no colo dele de frente pra ele, então ele passou a mamar nos peitos dela, e chupava como uma criança, ela gemia feito uma putinha, ele levou suas mãos na bunda dela, abrindo ela, via o cuzinho dela, uhmmm, a esta altura eu já estava batendo uma e olhando eles, depois ela saiu de cima dele,aproveitou pra tirar os sapatos, se abaixou abrindo o zíper da calça dele, e não é que o velho ainda tinha ereção, ela começou a punhetá-lo e logo colocou o pau dele na boca, chupando ele, e ele falava “isto minha netinha, chupa gostoso seu vovô, sua putinha safada, sem quis te foder”, ele olhou pra mim rindo, e a safada manjava mesmo, ele se levantou e se sentou no colo dele, de costas pro vovô, ficou roçando nele, ele agarrava os seios dela, mordia o pescocinho dela, e ela se esfregava nele, as mãozinhas dela acariciavam seu saco, subindo pelo seu pau, e segurando ele ela esfregava a cabeça do pau dele na sua bucetinha, e neste instante ela olhou pra mim, ela mordia os olhos, e sorria levemente, então, encaixou a cabeça do pau do vovô na sua buceta, e foi entrando tudo, logo ela pulava, o meu pau ajudava a bombar também, e ela gemia, gemia, gostoso, até que o velho não agüentou mais e gozou ...eh eh eh, a cara dele foi muito engraçada, mas e olha que saiu porra pra caramba, deixou ela toda melada, ela ficou rebolando n oseu pau, falando “ai que delícia vô, o senhor gozou na sua netinha!! Eh eh eh “, e o coitado feliz e desfalecido, ela se levantou, e levou o pezinho dela no pau melado dele, dando uns beliscões, apertando o pau, o saco dele, brincando e falava “e então vovô, este é o seu presente, em nome do meu pai e meu”, e ela agradecia, mal conseguindo falar, falei pra minha filha subir se ajeitar pois logo a sua mãe estaria chegando, ela subiu, ai então meu pai falou “filho, estou muito feliz, muito obrigado, nunca ganhei presente tão gostoso”, e rimos juntos, ele se ajeitou, recuperou o fôlego, e entrou no banheiro. Passado um tempo minha esposa e filha chegaram, e ninguém desconfiava do presente que eu tinha dado pro meu pau, rs.....



Escrito por SenhorDosContos