segunda-feira, 29 de março de 2010

A sobrinha de Meg e eu

Meg tem uma sobrinha, a Paulinha, que é mesmo do barulho! Uma aventura dela até já foi contada aqui. Pois bem. A nossa relação com as sobrinhas dela sempre foi muito cordial. Elas (são três ao todo) já nos acompanharam em viagens, inclusive em Tambaba, o que significa que ficaram nuas em nossa frente e nos vendo pelados também. Em nossa cobertura, quando não havia prédios por perto, elas muitas vezes tomavam banho de sol nuas e, quando eu chegava, continuavam nuas numa boa. Sempre as respeitei muito, como sobrinhas de minha esposa, nunca olhei para elas vendo mulheres. Na verdade, todas três são belíssimas, têm corpos lindos, são super simpáticas. Já tiramos fotos delas, nuas inclusive. Mas sempre com muito respeito. Até que outro dia, cheguei a casa depois de minha caminhada diária e encontrei Paulinha na sala. Paulinha tem, atualmente, 22 anos. Morena, muito queimada de sol, belíssima! Quando eu a vi, fui até ela e lhe dei um beijinho, cumprimento normal nosso. Perguntei onde Meg estava. - Ah, Kap... Ela e a mamãe saíram para fazer compras (era véspera de Natal)... Pode desistir que elas não chegam antes do dia acabar não... E deu uma gostosa gargalhada. - Com certeza, Paulinha... Outro dia fizemos a lista de presentes... Enorme!!! A Meg vai gastar todo meu dinheiro e o dia inteiro para comprar tudo aquilo!!! Mas você tá fazendo o que, aqui, sozinha? Por que não vai tomar um solzinho lá no segundo andar? - Você vai também? - Bem, eu pensei em tomar um banho e ficar por aqui... Não tenho nada a fazer hoje. - Se você for tomar sol eu vou. Sozinha é muito ruim. - Então tá, lindinha. Deixa-me tomar uma ducha rapidinho e eu subo. Prepare as cervejas! Fui então para o meu banheiro. Por força do hábito, nunca fecho a porta do mesmo, coisa que Meg também não faz. Tirei a camiseta e a bermuda molhadas de suor, coloquei no armário de roupa suja e entrei no Box. Quando olho para a porta, um susto. Paulinha estava lá me observando. Apesar de ela já ter me visto nu, me senti meio constrangido ali, naquele momento. Não entendi a razão de ela estar parada ali. - O que foi? Perguntei. - Nada, Kap... Só fiquei com muita vontade de te ver... - Que é isso, Paulinha? Não entendi... - Nada... Deixa pra lá... E saiu. Confesso que fiquei meio assustado com aquilo. Paulinha é uma linda mulher, como já falei. Estava usando uma saínha jeans, bem pequena, e uma camiseta. Tal como a tia, ela não usava sutiã e, então eu pude ver que seus biquinhos estavam eriçados. Sai do banho, pus outra bermuda e fui lá para cima. Ela já estava lá, sentada numa cadeira, com o copo de cerveja na mão. Seu olhar estava perdido no horizonte. Peguei meu copo, enchi, tomei uma golada boa. Senti que precisava conversar com ela. - Paulinha, me fala... O quê que aconteceu? - Nada, Kap, bobagem minha. - Não me venha com essa... A gente sempre teve muita intimidade, até já dormimos na mesma cama lá em Tambaba, lembra? E você nunca me olhou como hoje... - De fato, Kap... Hoje eu te olhei de forma diferente. Não vou negar. Você sacou tudo, - Não, não saquei nada... Aconteceu alguma coisa? - Tesão, Kap.. Tesão... Estou com muito tesão em você... E não estou conseguindo lidar com isso. Fez-se um silêncio que pareceu durar séculos. Eu fiquei sem saber o que dizer. Aquilo era uma novidade muito grande para mim. O máximo que consegui falar foi que achava estranho esse tesão, já que tínhamos intimidade, e principalmente por ela ser sobrinha de minha esposa. - Eu sei de tudo isso, Kap... E acho que é ai que está o problema. Tenho certeza de que se você não fosse casado com a tia, nenhum problema teria para a gente se envolver... Mas o que vamos fazer? E começou a chorar. - Vem cá, minha pretinha... Vem cá... Abracei-a. Ela chorava convulsivamente. Seu corpo tremia todo. - “Peraaí”, respira fundo, Paulinha... Isso... Outra vez... Vamos nos acalmar e conversar. Para não alongar muito, conversamos a tarde inteira. Eu tentando dissuadi-la de qualquer coisa, ela insistindo que não conseguia. Lá pelas tantas, ela me perguntou: - Você falaria com a tia sobre isso? - Você quer que eu fale? Eu nem saberia como começar... - Tá bom... E se eu falar com ela e ela concordar, você toparia? - Paulinha, você está quase me sufocando... Eu não sei... Realmente, você me deixou muito confuso! Fui salvo pelo gongo... Meg e a irmã chegaram. Meg logo percebeu que Paulinha estava com os olhos vermelhos de chorar. Fez-me sinal para descer e enrolar a irmã, ela queria conversar com a sobrinha. Fiz isso. Fiquei lá embaixo conversando com a irmã dela. Depois vim, a saber, do que as duas haviam conversado. - Paulinha, o que aconteceu? - Ah, tia, eu estava conversando com o Kap aqui... To muito triste porque não consigo resolver uma questão... - Que questão? Fala Paulinha! - Eu estou com tesão enorme em um cara... Só que ele é marido da minha melhor amiga! Não sei o que eu faço! - Nossa... Isso é um problema... A não ser que a esposa dela não ligue... Quem sabe eles tenham um casamento aberto? - Eu não sei se eles têm... - Quem é? Eu conheço? - Conhece sim, tia... Já esqueceu que a minha melhor amiga é você? - Ufffffffffffff... Você quer me matar de susto, criatura? - Não, tia Meg... Não... Mas o problema todo é esse... É isso que me faz infeliz... Eu não sei como, mas não consigo tirar o Kap da cabeça... Sou muito a fim de transar com ele... Mas não posso fazer isso sem você saber e aprovar... E ele querer... Meg fez o que eu havia feito: amparou Paulinha nos braços e deixou-a chorar... Enquanto pensava no que fazer. - Você conversou com ele sobre isso, Paulinha? - Sim, estávamos falando disso quando vocês chegaram... - E ele? O que disse? - Ah... Ficou confuso, não entendeu nada... - Bem... Vamos fazer o seguinte: eu vou conversar com ele hoje à noite. Amanhã cedo, venha com sua mãe de novo, nós não conseguimos terminar de fazer as compras e vamos à feira de artesanato para tentar comprar o que falta. Prometo que ficaremos lá muitas horas. Ai você e ele se entendem. - Como assim,tia? Se eu o convencer, você não vai se importar? - Claro que não... Imagina se eu deixaria de ser sua melhor amiga justo nessa hora... Por mim, vocês têm o sinal verde. Mas isso é um segredo nosso, tá bem? E tem de ficar guardado a 20 chaves... Se sua mãe e seu pai ficam sabendo.... O mundo acaba!!! - Eu sei tia... Você é maravilhosa!!! Amo-te!!! Amo-te!!! Amo-te!!! - Para com esse amor todo... Guarde um pouco pro Kaplan... (risos) ...aliás, você terá de convencê-lo, viu? - Pode deixar!!! Eu vou fazer o impossível!!! Quando as duas desceram as escadas, percebi uma Paulinha sorridente e feliz. Abraçou a mãe, ajudou-a com as sacolas, deu um beijo na tia e um em mim. Pude então conversar com a Meg. Ela me colocou a par do que tinham conversado e deixou a batata quente na minha mão. Eu é que teria de resolver. Aquela noite, quando nos deitamos, ela me procurou e começamos a transar... Ferina, ela me propôs pensar que ela era a Paulinha. Não posso negar: meu pau ficou duro na hora e transamos bem gostoso. Dia seguinte, 7 horas da manhã, sou acordado pela Paulinha pulando na cama. - O que é isso??? - Levanta seu preguiçoso! A mãe e a tia já saíram para a feira. Venha tomar café comigo! E foi puxando as cobertas. Claro, eu estava nu e ela quando viu, fez um olhar sapeca: - Ai, seu Kap... Comendo a minha tia hem???? - Todo dia, lindinha... Todo dia!!!! - Sobrou alguma coisa para mim? - Tá ficando muito safada, hem? Brinquei, enquanto colocava minha bermuda. Fomos até a cozinha. Ela estava numa felicidade incrível! Comecei a observá-la, agora com outro olhar. Era um tesão de garota, realmente. Hoje estava com um short jeans, curtinho, tênis, meia soquete, e uma camiseta que deixava ver os biquinhos salientes. Não falamos nada a respeito de ontem. Acho que não precisava. Tenho certeza de que Meg já havia dito que as coisas podiam rolar... E, confesso agora eu queria também. Terminamos o café, subimos para tomar sol. Ela tirou o tênis, a meia, a camiseta e o shortinho, ficando só de calcinha. Eu tirei a bermuda e fiquei sem nada mesmo. Não era novidade para ela me ver nu ali. Como não tenho piscina nem chuveiro, nos molhamos com uma mangueira. Deitei no chão molhado e ela deitou-se ao meu lado. Começou a passar a mão nos cabelos do meu peito. Descia com a mão até perto do umbigo e voltava... Depois começou a descer um pouco mais... e ai encontrou meu pau já endurecido. Ela o segurou, suspirando.... - Sempre tive tanta vontade de fazer isso.... - Pois agora pode fazer à vontade. Sua tia não vai nos matar.... - Ela é muito legal, não é, Kap? - É sim, a melhor mulher que eu poderia ter conseguido! - Mas não vamos ficar conversando, né? To louca para ser devorada por você! Tio incestuoso!!! - Eu? Pobre de mim... Estou sendo agarrado por uma sobrinha incestuosa!!! Sou uma vítima!!!! - Cala a boca, me beije, me chupe, me lamba... Faça-me sua!!! Não houve mais conversa depois disso. Coloquei-a deitada no chão molhado, subi sobre ela e a beijei. Minha língua penetrou aquela boquinha linda, procurando a língua dela, e nos contorcemos numa ginástica lingual. Desci para seus peitinhos lindos e enfiei cada biquinho em minha boca. Fiz minha boca ir o mais fundo possível, quase colocando todo o seio dela, e vim saindo devagar, pressionando os lábios até fazer o biquinho ficar retesado. Ela gozou só com isso. Desci mais... Atingi o umbiguinho... Fiz movimentos circulares com a língua dentro dele. Ela chegava até a empinar o corpo... Desci mais... E cheguei à gruta do prazer, ainda protegida pela calcinha... Tirei-a com os dentes. Beijei demoradamente aquela grutinha lisinha, enfiei depois minha língua lá dentro, brincando com seu grelinho... Outro gozo... Eu estava ajoelhado no chão da área, levantei-a pela bundinha e coloquei sua vulva na direção de minha boca... Continuei a lamber, e descia até chegar no cuzinho. Desci seu corpo até que sua vulva ficasse na altura para ser penetrada. Pincelei meu pau de alto a baixo, várias vezes... ela mordia os dedos da mão, de tanto tesão que sentia... - Kap... Por favor... Coma-me... Não agüento mais... Vamos tio... Come a sua sobrinha safadinha... Vem... Por favor... Aquilo fez meu pau endurecer ainda mais e então eu o enfiei bocetinha adentro, de uma só vez. Arranquei um gritinho dela. - Aiiiiiiiiiii... Que delicia.... Vamos... Coma-me....já gozei muito e quero gozar mais ainda... Obediente, eu comecei a bombar, empurrando o corpo dela e o puxando para mim. Ela delirava, falava coisas desconexas, mas estava gostando... Quando percebi que ia gozar, tirei meu pau e deixei que minha porra voasse em direção ao seu corpo, lambuzando seus seios. - Que delicia Kap... Que delicia... Quero mais!!! - Espera um pouquinho, né? - Use as mãos, a língua... Mas não para... Obediente... Sou muito obediente... Meu dedo entrou na bocetinha dela, depois mais um, e continuei a comê-la, agora com a mão. A outra mão foi para a bundinha dela e um dedo foi enfiado naquele cuzinho gostoso. Uma DP com os dedos... Ela delirou... Seu corpo pulsava inteiro... Virei-me e coloquei meu pau na altura de sua boca... Mais que depressa ela o abocanhou... Sabia fazer um boquete delicioso, a safadinha da minha sobrinha. Em pouco tempo ela conseguiu fazê-lo ficar duro novamente. - Me come lá atrás, tio? - Não me chama de tio... Você me deixa doido!!! Dizendo isso, virei-a, coloquei-a de quatro. Enfiei os dedos em sua bocetinha, umedecendo-os com o gozo dela, depois passei em meu pau e no cuzinho e enfiei. A principio, devagar com ela reclamando um pouco. Depois, tudo estava lá dentro dela... Nem precisei bombar... Ela se encarregou de ir e vir com o corpo, friccionando meu pau... Ficamos assim uns 5 minutos até que, não conseguindo mais me controlar, gozei dentro dela, que urrava de prazer: - Ai, tio... Que gostoso... Sempre quis isso... Você é gostoso demais... Me come mais... Me come!!! Cai deitado no chão molhado... Eu não agüentava mais, afinal tinha transado com Meg durante a noite.... Ela pegou a mangueira, se molhou toda e me encharcou de água novamente. - Kap... Fala a verdade comigo... Você gostou de transar comigo? Eu estava louca para isso acontecer, mas sei que você é um homem muito experiente... Desapontei você em alguma coisa? Ela só podia estar brincando... Não, o olhar sério dela dizia que ela estava preocupada com a resposta... - Bem... Digamos que para eu ter uma opinião definida precisamos repetir mais umas dez vezes o que fizemos hoje.... A resposta foi um jato de água que quase me fez sufocar!!!!



Escrito por Kaplan

Um comentário:

Yuri disse...

Bom, este blog é muito legal.
Gostei muito, mas esste tio devia arrombar o cuzinho da sobrinha!
Abraço, Kaplan.
Yuri