domingo, 21 de março de 2010

Sem Fôlego

Continuação do : O Início de Tudo.

Ele precisava de um momento para conseguir equilíbrio antes de perder controle e soltar a besta de dentro dele.A observara, a seguira, e queria provar a essa ruiva com rosto de menina que ela nunca seria uma Dominatrix, não entendia e não sabia como ela podia ter arrumado tantos clientes em seu aprendizado.
Sua postura era totalmente de uma Sub.
No entanto ele estava malditamente duro depois que ela gozou em sua mão. O odor picante de sua essência no ar.
Até então ele queria castiga-la por querer ser Dominatrix e testa-la.
Mas ela era perfeita para ele. Ele saberia com o que ela podia lidar, como não fazia com nenhuma outra mulher. Ela era exatamente como ele tinha imaginado, sabia como ela reagiria a um homem forte e dominador e ela não o desapontou.
Ele estava só. Não queria e não tinha uma companheira fixa.Mesmo mantendo suas relações sexuais como casuais, sempre saía insatisfeito, almejando muito mais que um orgasmo com uma mulher.
Com um pouco de persuasão e uma boa foda,essa menina-mulher seria sua.
Entretanto, após ela gozar em sua mão; em sua mente, ela já era. E ela não fazia ideia, do quão poderosa ela era, que ela podia ser uma submissa sexual, mas guardava uma energia dentro de si, que o deixava duro de tesão.
Olhou na direção da mulher que queria, estava encadeada a sua frente, sucos deslizando por suas coxas internas à medida que ela esperava, molhada e pronta para ele. Seu pênis estava, furiosamente duro, pulsando dolorosamente, suas bolas apertadas contra o copro dela e mais que pronto para foder.
Entre a boca dele nela, e sua boceta arranhando sua ereção, ele quase perdeu a paciência. Mas ele era o Mestre e Senhor daquele clube, tinha que ter controle sobre o tesão e desejo que o tomava.
Estava na hora de tomá-la, exatamente, do modo que queria.
Com toda calma que pode demonstrar, ele alcançou seus pulsos e os soltou, baixando-os ao seu corpo, assim ele podia massageá-la da palma até o ombro, deixando o sangue fluir de volta ao seus membros.
Satisfeito quando eles apresentaram um tom cor-de-rosa, ele olhou o quarto, sorrindo quando viu uma mesa pequena contra a parede.
Aquela mesa, serviria perfeitamente para o que tinha em mente.
Ele empurrou a mesa para frente dela. Na altura da cintura dela. Perfeito.
— Curve-se sobre a mesa.- ordenou com voz firme e de comando.
De propósito, ele manteve seus tornozelos encadeados no chão, entretanto, deixou a parte superior do corpo solto.
Ela não iria a lugar nenhum.
Ela o olhou de lado, exaltando a cor em suas bochechas e seus olhos faiscaram, quando ela se curvou, seus seios brancos e redondos apertados contra a madeira espessa da mesa.
Seu cabelo solto acima de suas costas e ombros, as mechas ruivas e brilhantes, sedosas a tocar o inchaço ao lado de seus seios. Ele deslizou seu dedo por suas costas, levemente.
Essa sim era uma grande vista. Curvada sobre a mesa com as pernas abertas, os lábios de sua boceta inchados e brilhando. Seu pau pulou com a visão daquele traseiro doce, tentando-o como um fruto proibido.
Só que o traseiro de Ayeska, não seria proibido. Não para ele. Logo ele iria fodê-la em todos os lugares. Mas agora, ele só queria afundar em seu quente e apertado canal vaginal. Naquela bocetinha lisinha e macia, tenra e quente.
Ele olhou o chicote com o que ela o ameaçou antes e o pegou, levantando-o e estalando-o contra sua palma.
Percebeu que ela ficou tensa.
— Você pensa que eu vou usar esse chicote em seu traseiro? — ele perguntou.
Ela não respondeu, então, ele deu uma batida leve com o chicote. As bochechas de seu traseiro se comprimiram, mas ela não fez nenhum som, então ele estalou em seu traseiro, novamente. Aí ela choramingou.
— Isso dói?
— Um pouco. — ela finalmente admitiu.
— Deixa você quente?
Ela não respondeu. Bom. Ele gostava dela um pouco desafiante. Mostrava que ela tinha coragem. A última coisa que queria era uma mulher fraca para foder e ser sua. Mas ela o desafiou, então, ela conseguiria um pouco mais de chicotadas. Dessa vez, ela gemeu.
Ele lançou o chicote sobre a cadeira.
— Eu penso que preferiria sentir seu traseiro contra minha mão. Eu quero sentir seu fogo e calor.
O primeiro tapa de sua mão contra suas nádegas foi fraco, mas suficiente para conseguir sua atenção. O segundo deixou uma marca vermelha em uma polpa. O terceiro a fez choramingar. -" Oh sim," ele definitivamente gostava de sentir sua mão contra o traseiro redondo e branco dela, apreciava o modo como sua pele aquecia debaixo de sua palma. Alcançando entre suas pernas, sua boceta, saboreando a umidade morna, molhada fluindo dela.
-"Deus, ela estava tão quente" - quando ele esfregou de um lado para outro através de seu sexo suave, então retirou e a espancou novamente.
— Está bom? — Ele perguntou, uma vez mais, correndo sua mão entre suas pernas por sua boceta.
— Sim. — ela respondeu em um sussurro cansado.
— Quer mais?
— Sim! - respondi em alto e bom som.
"Se ele pensava por um minuto que estava no controle desta situação, estava redondamente errado."- pensei, mordiscando meu lábio inferior e esperando os próximos movimentos dele.
Apesar do tom imponente dela, toda sua choradeira e gemidos o fizeram mais duro, até que seu pau gritava por foder.
Mas primeiro, ele a queria perto de gozar. Alguns beijos, cuidadosamente, colocados em seu traseiro, seguido da invasão de seus dedos entre suas dobras suaves como manteiga, fodendo sua boceta com punhaladas duras e ela lambuzando sua mão, se movendo contra seus dedos e tentando tomar mais dele em seu interior. Ele queria aquela mesma resposta, quando seu pau estivesse dentro dela, suas bolas batendo contra seu clitóris e sua boceta o apertando, ordenhando até que ela gozasse nele..
Quando os músculos vaginais dela, apertaram ao redor de seus dedos, ele soube que estava na hora. Ela estava pronta e ele certo como o inferno que estava.
Posicionando-se entre suas pernas, ele sondou sua lisa abertura.
"- Maldição, estava molhada e pedindo por seu pau. Exatamente do modo que ele a queria. Ele era tão grande, que muitas mulheres tiveram dificuldade de tomá-lo todo. Ele queria ter certeza que Ayeska podia suportar, porque precisava estar enterrado até a base dentro dela.
Ele a queria totalmente submissa a ele."
Deslizando a cabeça de seu pau entre suas dobras suaves, ela empurrou contra ele em resposta.
"- Caralho! Ela era tão apertada,e apertava duro, quando ele deslizou polegada por polegada dentro dela. Ele foi lento, parando quando ouvia seu gemido. Mas ela não pediu para parar e sua vagina continuou a ficar mais molhada, então, ele continuou a empurrar dentro dela. Suas mãos agarraram a extremidade da mesa à medida que ele empurrava, sua boceta cercando seu pau com ondas de espasmos que ameaçaram seu controle.
"-Pergunto-me, quanto ela podia tomar, quanto do animal dentro dele ele podia soltar, especialmente esta primeira vez. Ela podia lidar com ele? Todo ele?
Tinha que saber a resposta para aquela pergunta."
Fiquei tensa, esperando ele empurrar seu pau espesso dentro de mim. Ele era enorme, e apesar da minha lubrificação excessiva escorrendo de mim, estava tendo trabalho em aceitá-lo. Era como ser virgem novamente. Dóia, mas ao mesmo tempor me dava prazer.
— Eu estou machucando você?
Seu esforço por controle transparecia em sua pergunta. Notei a tensão e restrição em sua voz, quando ele foi para trás, ficando parcialmente fora. O fato de que ele mostrasse preocupação por ser, possivelmente, muito grande apesar dos meus sucos fluírem muito; não existia nada mais excitante para uma mulher que um homem que se importasse realmente com ela.
— Eu estou bem. Foda-me. - respondi, sem querer dar o gosto para ele do medo e ao mesmo tempo tesão que me envolvia.
— Diga agora se você quiser que eu pare. Caso contrário, vou foder você. Duro. Eu vou fazer você gritar, Ayeska.
A imagem que suas palavras evocaram, quase me levaram ao orgasmo. Minha boceta se apertou em torno da cabeça do seu pau e o puxou para dentro, esperando pelo prazer que ele podia me dar.
Ele empurrou então, o suficiente para entrar metade de seu pau.
— Mais? - perguntou enquanto a sentia apertar em volta dele, seu membro duro , mas tão duro que chegava a doer.
— Mais. Por favor. - respondi num gemido.
Eu esperei, porque sabia o que estava vindo. Mas em vez de mergulhar dentro de mim em uma estocada, ele se debruçou acima de minhas costas e procurou entre minhas pernas, meu clitóris e o massageou com seus dedos.
O prazer espiralou em meu útero, crescendo mais forte, mais quente, com cada golpe perito daquela mão grande. Em poucos segundos, eu estava pronta para o clímax.
Como se ele, instintivamente, conhecesse meu corpo, removeu sua mão, enterrando sua rola até a base.
Eu gritei e cravei minhas unhas na mesa, descendo minha fronte para a madeira fresca e levantando meus quadris, para que ele empurrasse, atolasse mais fundo. Bem fundo e forte.
"- Oh, Deus, a dor era intensa quando ele atingiu meu útero com cada punhalada. Mas era oh, tão doce ao mesmo tempo.
Eu nunca me senti completamente invadida antes.Seu pau arranhava toda parte da minha boceta, repetidamente, fazendo com que surgisse uma erupção de fluidos a escorrer e o inevitável orgasmo.
- Não goze. — ele comandou, parando seus movimentos.
- Sua bucetinha está tão boa, disse com voz rouca. Tão estreitinha e tão boa. Gostosa...-AH, Ayeska - disse entre dentes enquanto investia ávido com estocadas longas com o pau pulsando duro feito pedra, chegando até o fundo do seu útero, estava muito excitado, tinha que se enfiar mais...- Como ela era apertada, quente.
- Puxe-me com força... Sugue-me com sua bucetinha.
Eu tentei duramente conter-me, mas era tão difícil. Eu estava quase lá! Tão pronta,tão molhada, se eu me movesse um pouco, tombaria. Um afiado tapa em meu traseiro conteve meus quadris contra ele. Outro tapa, eu parei.
— Não goze até que eu diga a você. - ordenou ele.
" Ele pensou que espancar-me iria diminuir a necessidade de gozar? A doce dor só fez minha boceta ondular em ondas de orgasmo iminente. Eu lutei contra as sensações, contendo-me porque era isso o que ele procurava. Mas com cada punhalada,cada estocada, o prazer parecia aumentar e se prolongar dentro de mim. Eu me senti como se estivesse sendo totalmente aberta. Ele me possuia selvagemente, estocando tão duro seus golpes que eu batia contra o lado da mesa.
Meu corpo no dia seguinte estaria cheio de marcas, a pele branca e sensivel sentiria no dia seguinte. Meu sangue aquecia a ponto de ferver e eu senti sensações estranhas emanando dentro de mim.. Uma necessidade feroz para possuir, dar mordidas nele, em uma paixão faminta, que era mais animalesca que humana.A respiração dele aumentou, seus dedos seguravam em meus quadris como garras afiadas. Eu podia ter jurado, que ouvi ele rosnar, seu corpo roçando duro contra o meu, quando ele se debruçou para frente e empurrou meu cabelo para o lado, metendo seu pau mais fundo e então afundando seus dentes na carne macia e com algumas sardas do meu ombro. A dor era tão prazerosa que eu podia ter gozado. Choraminguei, tentando sem palavras deixá-lo saber que eu não poderia segurar mais o orgasmo prestes a explodir. Implacavelmente, ele continuou se movimentar, estocando e retirando enquanto lambia meu pescoço. Mordiscava minha orelha,pescoço e novamente o ombro.
Uma veia palpitava no meu pescoço.
O cheiro de sexo encheu o quarto. Os únicos sons eram do pau dele, batendo dentro da minha boceta molhada e seus gemidos ofegantes, seguido por seu feroz gemido, que fez surgirem calafrios de excitação e medo dentro de mim. Seu sussurro severo penetrou meus sentidos exaltados.
— Aperte meu pau com sua boceta. Que boceta apertada...Goze para mim, agora. Goze, Ayeska...estou mandando...
Ele quase, não conseguiu terminar a frase, antes que eu gritasse a plenos pulmões, agradecida pelos quartos à prova de som do clube. Ondas de contrações chegavam, em dupla com as fortes estocadas, quase, duras dele, me erguendo do chão, trazendo lágrimas ao meu rosto, quando senti o orgasmo mais intenso de minha vida.
Ele rosnou novamente e soltou um uivo feroz.
— Você é minha, Ayeska. Minha! — Tenso, ele segurou seus quadris enquanto despejava jato depois de jato de sêmen nela até que desmoronou contra ela, arquejando severamente, sua respiração quente acima do corpo branco, macio e perfumado dela.
Depois de um minuto de descanso, ele se retirou de dentro de mim. Eu me agarrei a ele, quando ele aprofundou o beijo, e lembrei o que ele disse quando gozou.
"- Minha."
Estremeci de excitação, os pelos loirinhos dos meus braços se arrepiando.
"- Por aqueles breves momentos, Eu fui Dele. Eu pertenci a ele e ele a mim.
Mas aquele momento estava terminado. O que aconteceria agora?
O que eu queria que acontecesse?"
Estava quase com medo de pensar sobre isto.
De fato, não pensaria sobre isto. Eu simplesmente me segurei nele e aproveitei o beijo sem fôlego.
Nada do que aconteceu até agora parecia com qualquer sensação em meu mundo normal.
No momento, sem fôlego parecia muito bom.

Escrito por Ayeska@

* Baseado num Romance Sado.

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