sexta-feira, 19 de março de 2010

Seduzida pela Empregada

Após a morte de minha mãe, fiquei completamente perdida. Passei a fazer tudo que uma adolescente rebelde faz (só que com a desvantagem de não ser mais nenhuma menininha...). Como meu pai não sabia como lidar com uma filha rebelde, resolveu contratar uma empregada para cuidar da casa e ajudar na minha criação. Isso me deixou muito irada, pois já me julgava bem crescidinha para precisar de uma espécie de babá e achava que não precisava de ninguém para tomar conta de mim. Mesmo depois de eu ter feito campanha contra, meu pai resolveu contratar Gilsara. Nem preciso dizer que tive problemas em aceitara presença de Gilsara.
Passei a sair sem avisar, me meter em confusões na escola, tirar notas cada vez mais baixas, namorar caras com jeito de marginal e outras coisinhas que sempre julguei ser erradas somente para provocar meu pai. Ele freqüentemente perdia a paciência comigo, mas nossa empregada sempre dava um jeito de contornar a situação. Gilsara tinha cerca de 38 anos mas tinha o espírito jovem. Fazia a faxina na casa ouvindo pagode e funk, dançava e gostava de tomar umas cervejinhas (um copinho ou dois. Nada exagerado) quando meu pai não estava em casa.
Certo dia, apareci em casa com um piercing na língua. Meu pai ficou furioso. Ameaçou me partir a cara, porém, mais uma vez, nossa empregada intercedeu a meu favor. Prometeu levar uma conversa de mulheres comigo e finalmente dar um ponto final naquela situação. Quando Gilsara entrou no meu quarto no dia seguinte, pensei em expulsá-la a ponta-pés de lá, mas como ela tinha amenizado minha barra no dia anterior, resolvi ouvir o que ela tinha a dizer.
Confesso que no início não estava dando muita atenção a ela, pois Gilsara veio com um papo muito chato sobre confiança e responsabilidade. Mas, com o tempo, a conversa começou a ficar mais interessante. Gilsara começou a me contar histórias de sua juventude, seus casos e aventuras. Até deu dicas de como “enganar” meu pai quando chegasse tarde em casa, etc, etc. Estávamos tão animadas que Gilsara propôs abrirmos uma garrafa de vinho. Isso ajudou a me desarmar e, aos poucos, fui contando parte das minhas estripulias também. Parecíamos grandes amigas. Tanto que Gilsara começou a fazer perguntas sobre minha vida sexual. Confessei que fazia força para parecer moderninha, mas na verdade era bastante tímida. Estava inclusive tendo problemas com meus namorados pois não conseguia me soltar. Gilsara perguntou se eu ainda era virgem. Respondi que não, mas ainda era muito travada na cama. Ela disse não acreditar pois eu era muito sensual e tinha um corpo lindíssimo. Chegou a levantar minha camisa de forma a deixar minha barriguinha de fora. Disse que morria de vontade de colocar um piercing no umbigo, como eu. Perguntei por que ela não fazia isso e ela respondeu que não tinha mais idade para isso. Respondi que isso era bobagem. Que ela ainda tinha um corpo muito bonito. Gilsara agradeceu e confessou ter uma tatuagem de golfinho na virilha. Duvidei e ela levantou o vestido para me mostrar. Ela estava com uma calcinha minúscula e não demonstrou a menor vergonha de ficar semi-nua na minha frente.
Notando meu constrangimento, Gilsara novamente me questionou sobre minhas habilidades com o sexo oposto e começou a me dar conselhos nessa área. Disse que o segredo era a confiança e se propôs a me ensinar alguns de seus truques de sedução.
Primeiro Gilsara me levou para frente do espelho e me ensinou a fazer uma maquiagem que valorizasse meu rosto. Depois me ensinou como trocar olhares provocantes e como jogar os cabelos de forma sensual. Comecei a reparar em como era sensual aquela mulher. Gilsara pegou uma nova garrafa de vinho e me mostrou como cruzar as pernas de forma provocante. Talvez pelo efeito da bebida, eu não conseguia tirar os olhos de suas pernas e ela já havia percebido. Gilsara acendeu um cigarro e me ofereceu um trago. Recusei dizendo não fumar, mas ela insistiu. Disse que já havia sentido cheiro de cigarro em meus cabelos em outras ocasiões e que eu não precisava mentir para ela. Acendeu um cigarro e trouxe até a minha boca. Ela me olhava nos olhos fixamente e mantinha um sorriso confiante no canto dos lábios. Dei uma tragada, mas quase me engasguei. Eu estava nervosa.
Gilsara riu e se propôs a me ensinar a fumar. Me colocou em frente ao espelho, se posicionou atrás de mim e novamente levou o cigarro até minha boca. Sussurrou no meu ouvido as instruções de como eu deveria agir. De como deveria segurar o cigarro de forma sensual, de como sentir o sabor, de como deveria soltar a fumaça delicadamente. Eu executava suas instruções enquanto sentia seus seios roçando minhas costas. Eu podia sentir seu hálito doce no meu rosto e sua respiração quente na minha nuca. Num certo momento, Gilsara deu uma tragada e soltou a fumaça em meu rosto. Fechei os olhos e respirei fundo. Senti um arrepio percorrendo todo o meu corpo. Gilsara sorriu maliciosamente e me ofereceu outra tragada. Logo depois, deu outra tragada e soltou novamente a fumaça em meu rosto. Eu me sentia um brinquedinho nas mãos daquela mulher.
Gilsara começou a acariciar meus cabelos e perguntou se havia doído quando coloquei o piercing na língua. Respondi que não e Gilsara perguntou se eu já havia beijado depois de colocá-lo. Respondi novamente que não pois só agora a língua havia desinchado. Gilsara respondeu que eu podia ter beijado de “pontinha de língua” como nos filmes pornôs. Eu disse que nunca havia beijado assim antes e ela disse que era uma delícia. Fechei os olhos e dei um longo suspiro. Eu estava criando coragem para pedir para que ela me ensinasse. Gilsara segurou meu rosto delicadamente, aproximou sua boca da minha e mandou que colocasse a pontinha da língua para fora e mexesse rapidamente. Obedeci e a beijei. Ela perguntou se eu gostei. Respondi que sim e então nos beijamos demoradamente (desta vez, da forma tradicional). Minhas mãos percorreram todo o corpo de minha empregada e minha boca desceu até o seu colo. Eu estava com muito tesão e queria possuí-la o mais rápido possível. Gilsara me pediu calma e disse que me mostraria a forma mais gostosa de se fazer amor.
Gilsara me deitou na cama e começou a beijar delicadamente todo o meu corpo. Eu me arrepiava a cada toque de sua boca, a cada mordidinha, a cada lambida... Quando Gilsara tirou a minha bermuda até me deu vergonha. Minha calcinha estava ensopada! Gilsara sorriu e me mandou fechar os olhos. Voltou a me beijar a barriga e a virilha enquanto arranhava minhas coxas e barriga com suas unhas vermelhas. Puxou delicadamente minha calcinha de lado e começou a bulinar meu grelinho. Ela o friccionava e passava a pontinha da língua pelos meus grandes lábios. Depois enfiou fundo a língua no meu sexo e começou a esfregar meu grelo com força. Eu estava em êxtase! Ela me virou de bruços e começou a lamber meu rabinho enquanto seus dedos penetravam fundo minha vagina. Eu gemia e rebolava feito uma cadela no cio. Quando eu já não estava agüentando de tanto tesão, ouvimos a campainha tocar. Tentamos ignorar , mas ouvimos a voz de meu namorado me gritando no portão. Gilsara mandou que eu esperasse um pouco que ela resolveria a situação. Fiquei deitada na cama de olhos fechados e me masturbando (como Gilsara havia mandado).
Quando abri os olhos, tomei um susto. Leandro, meu namorado, estava de pé na minha frente me observando. Dei um pulo da cama assustada, mas Gilsara me acalmou:
- “Calma criança! Por que não aproveita a presença do seu namorado para colocar em prática o nosso treinamento de agora a pouco?”
Me pegou pela mão e me conduziu até meu namorado. Leandro não estava entendendo nada, mas não questionou a idéia. Eu estava perdida. Não sabia o que fazer... Minha empregada se colocou atrás de meu namorado, tirou sua camisa e conduziu minha boca até seu peito. Comecei a alisar a morder aquele tórax forte e cabeludo. Gilsara foi conduzindo minha cabeça para baixo e abriu o zíper da calça de Leandro. Colocou seu membro para fora e mandou que eu o chupasse. Eu abocanhei aquele cacete enorme e enfiei tudo na boca. Comecei um movimento de vai-e-vem frenético quando fui interrompida por Gilsara.
- “Calma! Vou te ensinar como se chupa um caralho.”
E se ajoelhou em frente a Leandro. Colocou delicadamente seu cacete na boca e começou a chupá-lo com delicadeza. Depois passou a pontinha da língua por toda a glande e o engoliu vagarosamente. Retirou sua boca, tocou delicadamente uma punheta gostosa para ele e depois enfiou novamente o mastro na boca. Repetiu o ritual umas duas vezes e me convidou a acompanhá-la. Eu não podia acreditar! Aquela vaca estava chupando o meu namorado na minha frente e eu estava morrendo de tesão! Estranhamente aquilo me excitava muito! Como uma mulher podia ser tão ousada!!! Ela virou para mim e soltou um elogio: “Seu macho é muito gostoso!” Aquilo me fez ficar ainda mais molhada do que já estava. Gilsara repetiu o convite. Me ajoelhei e me juntei a ela naquele boquete. Enquanto eu lambia a cabecinha, ela fazia massagem nas bolas. Depois eu lambia as bolas e ela enfiava o tronco garganta abaixo. Vez por outra parávamos para nos beijar de pontinha de língua (como ela havia me ensinado).
Gilsara então deitou meu namorado e mandou que eu sentasse em seu mastro. Sentei naquela rola e cavalguei como uma amazona no cio. Gilsara ficava por trás de mim, me acariciando os seios e conduzindo meu ritmo. Ela repetia no meu ouvido: - “Senta criança! Senta nessa rola enorme! Sinta essa piroca te penetrando a alma!”. Às vezes ela me interrompia, dava uma chupada na piroca de Leandro e depois me conduzia de volta ao mastro. De tempos em tempos, ela me fazia mudar de posição. Ela me colocou numas três ou quatro posições diferentes. Uma mais prazerosa que a outra.
Depois me pediu para sentar numa cadeira ao lado da cama e observar. Ela o deitou na cama de pernas fechadas e montou sobre ele de costas. Apoiou suas mãos nos joelhos de Leandro e sentou em seu pênis. Gilsara começou um movimento de vai-e-vem gostoso. Foi aumentando o ritmo enquanto falava mil sacanagens para o meu namorado: - “Vem gostoso! Vem fuder a sua egüinha!” – “Enfia fundo! Enfia filho da puta!”. O ritmo ia aumentando e ela gritava com raiva: – “Me rasga toda, seu puto!” – “Me mostra como se come uma vadia!”. – “Soca! Soca com força seu puto!”. Minha empregada rebolava de forma alucinante na rola de meu namorado e eu me masturbava como uma vaca. Ela subia e descia rapidamente e rebolava muito. Eu estava impressionada com a habilidade daquela mulher!
Quando meu namorado já não agüentava mais segurar, Gilsara me puxou rapidamente e me posicionou à frente dele. Tomei um susto, mas foi tão rápido que nem deu tempo de raciocinar. – “Abre a boca criança! Chegou a hora de ganhar leitinho!” Nem deu tempo dela terminar a frase. Leandro esporrou na minha cara. O sêmen escorreu por todo o meu rosto. Minha empregada passou a mão em meu rosto, conduzindo o sêmen até minha boca e me fez lamber seus dedinhos melados de porra um por um. Depois deu dois tapinhas no meu rosto e falou de forma arrogante: -“Acho que vai passar a se comportar de agora em diante! Certo criança?!” Ouvir aquela frase da empregada me fez chegar ao orgasmo.
Hoje ainda sou uma filha rebelde, mas não ouso desobedecer uma ordem dada pela empregada da casa.
Comentem por favor. Bjs

Escrito por Tatazinha
Postado por Ayesk@

2 comentários:

Ayeska disse...

Tatazinha, como o da Señorita Malagueta,demorou mas postei!
Bjs doces linda!

H Atrevido Sem Dona disse...

Adorei. Também preciso duns ensinamentos destes. Eu queria saber como encontrar uma empregada assim. Sou H, de 27 anos já feitos em 2010 e procuro uma mulher/menina que me possa ensinar estas coisas boas que a Vida tem.
Mulheres/meninas, se quiserem entrar em contacto comigo podem fazê-lo. Entrem no meu perfil aqui [http://goo.gl/rrZJ].