quarta-feira, 3 de março de 2010

Dominada por um Desconhecido

Encostando-se a sua cadeira Fernando olhava-a com desejos, contemplava aquele corpo por inteiro. Seu sexo sempre ficava enrijecido quando ela estava por perto, era impossível segurar o extremo tesão que ela lhe proporcionava. Ayeska era sua funcionária; meiga, carinhosa, dona de um sorriso encantador e um corpo pecaminoso.

De sua mesa Fernando a observava, ela estava sentada com os olhos fixos no monitor. Ayeska tinha os olhos voltados para uma planilha de Excel, sempre foi muito esforçada em seu trabalho, só que não tinha idéia de como era observada e desejada ali.

Eram 19h00min, Ayeska chega a sua casa onde mora com seu irmão mais velho, na zonal sul da cidade. Sabia que estava sozinha, pois o irmão havia viajado, deixou suas coisas sob a mesa da sala. Quando seu olhar passou rapidamente pelo corredor que dava para seu quarto ela gritou de susto, teve a impressão de ter visto alguém.

- Quem está ai? – Ela com medo perguntava, mas nenhuma resposta veio.

Ela foi andando em direção ao corredor, examinou o banheiro, não havia ninguém, o quarto de seu irmão, também não e por fim com muito medo chegou ao seu quarto e também não havia ninguém, respirou fundo imaginou estar ficando louca.

Em seu quarto Ayeska tirou sua roupa e ficou completamente nua, carregava com ela uma sensação estranha de estar sendo observada, acreditava que criada pelo susto. E estava diante de uma encruzilhada, pois ao mesmo tempo em que lhe a sensação lhe causava desconforto, lhe trazia prazer, e ela sabia o porquê.

Ayeska pegou uma toalha e saiu do quarto para tomar um banho. Chegando a porta do banheiro ela teve uma nova sensação de ter visto um vulto, ela parou, balançou a cabeça tentando tirar este pensamento da cabeça, só que sentia seu sexo umedecer, falou pra si mesma:

- Deixa de loucura, não tem ninguém aqui.

Falou isto entrando no banheiro e deixando a porta aberta, tentava enganar a si mesma pensando que deixara a porta aberta por puro descuido, mas no fundo sabia que queria continuar sentindo aquela sensação, de ser observada, desta forma alimentava sua fantasia.

Ayeska entrou no Box, abriu o chuveiro e começou a tomar seu banho, passeava com o sabonete pelo seu corpo, seus seios denunciavam sua excitação, ela os tocava apertava-os, ela fechou os olhos e de repente sentiu um corpo encostando-se atrás dela com um membro rígido em sua bunda e um segundo a sua frente e lhe beijara.

Ela se entregou e os dois que passaram a penetrá-la ao mesmo tempo, ela gemia intensamente até que se assustou com uma sirene de polícia passando em sua rua, abriu os olhos e viu que estava ali sozinha e que sua mão estava em seu sexo, se tocando. Sua mente havia a levado para uma dimensão muito real fazendo-a vivenciar tudo aquilo.

Ayeska lançou seu olhar em direção a porta, não conseguia ver muito bem por que o vidro do Box estava embaçado, mas teve a impressão de que na porta do banheiro estava alguém, parado, olhando-a, ela enxergava sua forma.

Ayeska começou a se masturbar, carregava consigo que de fato havia alguém ali e aquilo deixava-a muito excitada; tocou-se intensamente até se desmanchar em prazer.

Ofegante lançou seu olhar novamente à porta e já não via mais aquele vulto. Secou-se e saiu nua do banheiro, preparada para qualquer investida e decidida a se entregar. Ayeska percorreu por toda casa a procura de um desconhecido, mas não encontrou ninguém.

Sentou-se a sua cama, uma sensação desconfortável lhe veio, sentia que sua mente parecia estar dominada por uma força desconhecida, não entendia se havia de fato alguém a deixando louca ou se sua fantasia estava a sufocando.

Então esticou sua perna acionando o interruptor com o pé desligando a luz e em alguns minutos adormeceu.

No meio da noite Ayeska despertou sentindo uma respiração forte em seu pescoço; abriu os olhos levemente, estava tudo escuro, mas sentiu a presença de um corpo ali junto ao seu. Instintivamente dobrou uma de suas pernas, deixando seu sexo mais exposto e não demorou muito para sentir dedos tocando-a, bolinando-a, massageavam seu grelo.

Não conseguiu conter o tesão e começou a gemer baixinho e a cada gemido a intensidade dos toques aumentavam até que Ayeska sentiu algo encostar em sua boca, tateou com a língua e logo que reconheceu do que se tratava, abocanhou-o, era o membro daquele misterioso homem que a dominava de forma intensa.

Ele então virou Ayeska na cama e deitou-se sob ela, com seus corpos nus entrelaçados logo estavam se beijando com sede e desejo. Enquanto a beijava ele segurava seu membro e esfregava a glande no sexo de Ayeska, fazendo-a arrepiar-se por inteiro, passou a gemer forte.

Então a penetrou-a fundo, Ayeska levava suas mãos no rosto dele, tateando-o, sentindo-o, tentando desenhar algo em sua mente. Ele começou a estocar forte, a cama rangia e batia na parede e ele não parava de estocar, aumentava o ritmo a cada instante ao mesmo tempo chupava feito um animal os seios dela.

Depois a virou, colocando a de quatro e voltou a estocá-la, forte, puxava seus cabelos, lhe mordia os ombros, pescoço, orelhas até que tirando seu membro da boceta de Ayeska ele direcionou ao cuzinho dela, um calafrio percorreu o corpo dela, mas mesmo assim ela não fez nada para evitar e então sentiu aquele membro entrando e lhe rasgando o cuzinho.

Seus olhos encheram-se de lágrimas com a dor, aquele homem começou a estocar e o prazer começou a dividir espaço com a dor, ela gemia forte, enquanto ele estocava na sua bunda com uma das mãos bolinava o grelo de Ayeska e assim a fez gozar, ele não parava de meter e começou a enfiar uns bons tapas na bunda dela, que de branquinha ficou vermelha e cheia de marcas de dedo.

Ele então gozou, enchendo o cuzinho de Ayeska de porra. Ele deitou na cama e ficou abraçado com ela, ali se beijaram e trocaram carícias por um tempo e sem dizer uma só palavra.

Pela manhã quando Ayeska acordou já não havia mais ninguém com ela, teve vontade de chorar, queria aquela presença, então olhou para o chão e viu diversas rosas que estavam postas uma após a outra, ela foi seguindo aquele caminho deixado e que terminou em sua cozinha.

Olhou para a mesa sorrindo, havia um café da manhã preparado, no centro um buquê de rosas com um bilhete, ela pegou-o e leu.

“Observo-te o tempo todo, seu corpo me pertence de agora em diante. Espero que goste de rosas, beijos ... Sádico Misterioso”.

Ela sorriu, e disse baixinho:

- Sou toda e somente sua.

Mais tarde na empresa, olhava para todos, tentava imaginar quem poderia ser, ela queria descobri, estava extremamente curiosa, mal conseguia trabalhar e só pensava nisto o tempo todo.

Notou que Fernando seu chefe a olhava muito e então aproveitou num momento que estavam a sós na pequena sala de café, chegou junto de Fernando levando as mãos no rosto dele tateando-o, ele ficou assustado com a atitude dela, depois Ayeska puxou o rosto dele e o beijou.

Depois se olharam, e ela disse:

- Não, não é você.

E saiu, deixando-o com aquela cara de interrogação.

Uns 40minutos depois uma amiga aparece na sua mesa.

- O pessoal da recepção pediu para entregar isto, disseram que um homem deixou para você.

Sua amiga lhe entregou uma caixa, Ayeska agradeceu-a e logo a abriu, havia uma rosa e uma venda, o que logo a deixou excitada. No fundo tinha um bilhete, ela o pegou e leu.

“Não, não, não. Você definitivamente não está sendo uma boa menina, eu sei de tudo o que faz, te observo, por isto você será castigada hoje. Ao entrar na sua casa hoje tire imediatamente toda sua roupa e coloque esta venda que estou enviando, isto é uma ordem ... Sádico Misterioso”.

Um calafrio de medo a percorreu, mas ao mesmo tempo sentiu seu sexo umedecer de tesão.

**** Este conto é para você Ayeska, espero que eu tenha acertado no tempero. Foi muito prazeroso escrevê-lo a você.

Para quem gostar deste tipo de fantasia, seja sado, bondage ou algum fetiche específico é só me escrever, me diz o que desejas, o que gosta.

Quem será a próxima vítima?



Escrito por Sádico_Misterioso

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