terça-feira, 30 de março de 2010

Baile a Fantasia

No dia 02/01 deste ano teve a festa à fantasia , meu gatinho havia escolhido nossas fantasias mas até então não havia visto , ele me falou que seria uma surpresa no ínicio da noite ele trouxe ao nosso quarto uma maquiadora disse que ela trabalhava no salão do hotel e nos ajudaria a arrumar achei estranho mas fui tomar meu banho , sai pedi a roupa e ele disse que não que ela me maquiaria e arrumaria meu cabelo enquanto ele arrumava e depois eu vestiria minha roupa . Quando ele desceu as escadas ele estava um espetáculo a parte , vestido de vampiro com uma capa bem grande se a senhora não estivesse lá o agarraria um pouquinho antes da festa minha bucetinha chegou a melar , até então eu não estava vendo nada do que ela fazia em mim pois propositalmente ele mandou me arrumar no andar de baixo do chalé pois não havia espelho como em nosso quarto e já a havia orientado.

_Nossa nenem você ta uma delícia e a minha fantasia qual é?

_ Assim que ela terminar com você , você sobe esta em cima da cama.

_ Fala você é muito chato ! Sabe que sou curiosa ... conversamos algumas amenidades até a mulher que nem lembro o nome terminar e eu subi para me arrumar , era uma fantasia de vampira também ( na verdade de uma vampira/puta srs) uma micro saia preta , uma sandália com o salto altíssimo , um corpete negro e branco com um decote para lá de ousado fechado na frente apenas com colchetes e tão apertado que eu tinha a impressão que se respirasse mais fundo ele soltaria todo e eu ficaria pelada a saia deixava minha bunda praticamente a mostra mas como a capa era um pouco mais comprida dava para usar aí que fui me olhar no espelho direito a maquiagem ficou muito boa , pálida mas bem pesada nos olhos e boca e ela fez prancha em meus cabelos e fez um leves cachos nas pontas , quando desci ela havia o maquiado um pouco também deixando seu rosto mais pálido , estava até dificil equilibrar naqueles saltos imensos nunca havia usado um tão alto e fino ao mesmo tempo .

-Gostou neném ? Mas acho que desta vez você errou no tamanho da saia e exagerou um pouco no decote ...

- Não errei não ... levantou e puxou meu corpo de encontro ao seu e já senti seu pau duro e sorri...- vestiu do jeitinho que eu imaginava! Tá uma delícia e quem vai ver sem a capa sou só eu.


-Vocês não vão beijar antes de subir não , pois senão a maquiagem começa a avacalhar antes de vocês chegarem a festa, demos um selinho e subimos .

A festa foi muito boa , tinha banda estava muito animada bebemos e dançamos bastante , no início ele ficou um pouco incomodado com alguns olhares masculinos , fiz muita hora com a cara dele já que ele quem havia escolhido a roupa e ele não descolou de mim a noite toda , quando eu ia ao banheiro ele ia até a porta e me esperava e quando ele ia me deixava na mesa com o irmão e sua cunhada estava achando até graça pois normalmente ele é tranquilo e bom já que eu estava roxa de ciúmes das mulheres olhando para ele afinal aquele vampirão era só meu, é uma região fria a noite mas com o passar das horas ele tirou a parte de cima da fantasia ficando só com a capa e a calça e continuamos dançando nos provocando as vezes , as mesmas descaradas da piscina entre outras não tiravam os olhos dele e não perdiam uma chance de dar uma encostadinha , com o álcool já pra lá de alto aquilo foi me irritando mais que o normal ele também já tinha bebido bastante e começamos a dançar mais próximos , eu olhava debochada para as garotas e percorria a mão em seu peito , braços me aproximava dele e o puxava pela bunda e ficava apertando suas costas , ele começou a empolgar também e me alisava sobre a roupa enfiou a mão por baixo da minha capa e segurou minha bunda e me colou a ele e pude sentir seu mastro duro , sorri mordi sua orelha começamos a nos beijar ele me virou de costas para ele e sussurou no meu ouvido:

_ Paraaaaaaaa neném senão não me responsabilizo!!

_ O que eu estou fazendo ? Só estou dançando - disse dando uma olhadinha para trás e me esfregando ainda mais em seu pau, bom empolgamos e durante a dança começamos a passar um pouco da medida nos amassos , beijos e passadas de mão , quase nos engolíamos no meio do salão como se não houvesse ninguém a nossa volta o irmão dele com a cunhada veio até nós e começaram a dançar com a gente e demos uma maneirada mas ele ficou atrás de mim roçando o pau na minha bunda me fazendo sentir calafrios na nuca.

_ Mano , espera um bocado que ela está afim de ir ao banheiro e não vou deixar minha vampirinha ir sozinha..

_ Agora ? To não , vamos depois adoro esta música....

-Não vamos de uma vez neném ... e saiu me puxando pelo salão , haviam três banheiros femininos ele me levou ao mais afastado quando chegamos na porta ele passou na minha frente e entrou antes de mim e sentou em um sofá que existia dentro duas mulheres retocavam maquiagem no espelho e uma estava em um dos box...

_ Gato !!!! Você vai esperar aqui dentro?

_ Não ! Claro que não ... caminhou até as mulheres e pegou no braço das duas e foi levando até a porta - Vocês já estão maravilhosamente lindas , já podem voltar para a festa! - eu abaixei a cabeça e comecei a rir ele expulsou as duas e trancou a porta e enfiou as mãos em meus cabelos e começou a me beijar com volúpia suas mãos desceram até o corpete e o puxou de uma vez arrebentando inclusive dois colchetes , bem nesta hora a mulher que estava em um dos box saiu e ficou meio atônica nos olhando , eu que já estava pra lá de tonta cai sentada no sofá e abaixei a cabeça e comecei a rir tampando os seios com os braços , tentando rir o mais discreto possível mas estava às gargalhadas ...

_ Me desculpe mas a senhora errou de banheiro , este é nosso - pegou o braço dela e abriu a porta para ela e a trancou de novo eu olhava para a cara dela meio assustada e para sua cara de pau e balançava a cabeça tentando conter o riso ...

_ Que vampiro mais cara de pau !!! disse lhe puxando o cós da calça e já lhe arrancando cinto ele abaixou caindo de boca em meus seios apertava e beijava hora um hora outro , enquanto eu lhe abria a calça e começava a abrir e abaixa la gemendo baixinho e por vezes lambendo sua orelha ele continuou brincando em meus seios , lambendo dando mordidinhas enquanto abria minha saia que caiu aos meus pés ..- Cara de pau e gostoso ! disse puxando seus cabelos e olhando em seus olhos nos beijamos na boca enquanto eu desamarrava sua capa e a jogando longe desci beijando seu pescoço ... peito .... barriga percorrendo minhas unhas pelo seu corpo me ajoelhei na sua frente e enquanto ele retirava as calças eu lhe descia a cueca box branca seu pau já estava meladinho e super duro saltou em frente ao meu rosto o segurei firme na base e lambi dali até a cabecinha olhando para ele que afastava meus cabelos .. afastei um pouco suas pernas e me enfiei entre elas lambendo do seu ânus até as bolas e comecei a sugar hora uma , hora a outra...

_ Aaaaaaaa...nossa que delícia ... hummmmmmmm ... vou te dar uma surra de pica ! disse batendo o pau de cada lado da minha face , sorri para ele com uma cara bem safadinha mordi os lábios e abocanhei a cabeça e desci engolindo o que dava - Huuu gostosa ...que boquinha gostosa gata ...aaaaaa... assimmmm ... comecei a punheta lo com a mão e acompanhar com a boca , as vezes não parava com a mão e apenas lambia a cabeça e depois descia até as bolas as sugando e voltava a acompanhar os movimentos da mão com a boca , ele enrolou meu cabelo em uma mão e retirou minha mão do seu pau fiquei apoiada com as unhas cravadas em sua coxa e ele bombava em minha boca , as vezes tentava enfiar ele todo na minha boca mas não cabia eu engasgava mas não queria parar , seus gemidos faziam minha bucetinha escorrer de tesão e ficamos neste ritmo alguns minutos , antes de gozar ele me arrancou pelos cabelos e me empurrou no sofá veio para cima de mim me beijando e arrebentou minha calcinha e me puxou pelas pernas para a beiradinha do sofá e caiu de boca em minha bucetinha já a sugando forte me fazendo gemer alto e contorcer pelo sofá , suas mãos seguravam firme minhas coxas e bunda , enlacei as pernas em sua cabeça e rebolava em sua cara enquanto ele intercalava entre lambidas , sugadas , metidas de língua em minha xotinha e mordidinhas em meu grelinho me fazendo rapidamente gozar já gemendo escandalosamente..

- Aaaaaaaa... vem gostosoooo ... vemmm mete na sua putinha vai ...aaaaaaaaa... ele bebeu tudo que escorria e esfregava a cara entre minhas pernas se levantou me beijando e segurou seu pau e o batia em minha bucetinha ..

_ Você quer pau é safada?

_Quero !!! Vemmm... mete na sua putinha.. huuuuuuuuuuuu gritei cravando as unhas em suas costas enquanto ele enfiou o pau firme em uma estocada só lenta mas constante até estar todo dentro de mim...

- Gostosa!! puxou meu cabelo com uma mão virando meu rosto para trás colando seu rosto ao meu e deu três estocadas firmes e violentas tirando quase todo o pau de dentro de mim e enfiando todo de uma vez me fazendo gritar de dor e tesão...

- AAAAAAAAAAAA... cachorroooooooo você esta me rasgandooooo

- Putinha escandalosa! Você não queria ? Então toma ! minhas mãos percorriam seu corpo ... costas ... bunda... peito ... cabelos o arranhando e o puxando mais para mim , beijos na boca , pescoço ... seios suas mãos firmavam minha bunda e me puxavam ainda mais para si palavras desconexas.... súor ...

- Gostosooooooo...aaaaaaaa... mete mais ...mais ...não para que eu vou gozar ... gozei deixando meu corpo tombar para trás no sofá enlacei minhas pernas em suas costas e arremetia meus quadris de encontro ao seu contorcendo no sofá e apertando meus seios , gozei mais uma ... duas vezes ... ele já escorria súor ..

_ Vem gostosa ...isso assim ... goza mais comigo que vou te encher de porra!

_ Issoooo ... goza... goza ... enche sua putinha de leitinho quente , ele levou a mão ao meu rosto e me puxou pelo queixo ergui o corpo chupando seu dedo e olhando em seus olhos , gemiamos alto como dois animais no cio nos beijamos e senti os jatos de porra me invadindo enquanto nossas bocas abafavam na medida do possível nossos gemidos , minha buceta mascava seu pau ficamos agarrados e eu fui com a mão em sua bunda e o puxava cravando lentamente as unhas , ele rebolava devagar gemendo baixinho enquanto eu sugava e apertava seu pau com a buceta ..

- Aaaa... eu adoro quando faz isso ... hummmmm... aperta maissss ... aaaaaaaa... você me deixa loucoooo



_ Você é louco ! disse e o olhei nos olhos sorri - Louco e gostoso ! E me deixa mais louca do que já sou...comecei a rebolar devagar intercalando com os movimentos de sucção que fazia com minha bucetinha em seu pau que nem chegou a amolecer e já estava duro como uma rocha novamente enquanto beijava seu pescoço , orelha e boca o empurrei para sentar no sofá e me sentei sobre seu mastro de costas para ele , me apoiei em seus joelhos subia até quase sair e descia devagar rebolando com ele mordendo minhas costas e beijando minha nuca depois que embolou minha capa e a jogou para frente por sobre um dos meus ombros , os movimentos foram ganhando velocidade e em pouco tempo ja pulava em seu mastro e gemíamos como dois loucos novamente avisei que iria gozar e joguei meu pescoço para trás ele beijava minha nuca enquanto meu corpo tremia sobre o seu e me segurou firme me abraçando , rapidamente empurrou meu corpo me cantando pelos cabelos me colocando de quatro e estocando firme me puxava pela capa , pelos cabelos apertava e estalava tapas em minha bunda .. gemíamos e falavamos coisas indecifraveis entre gemidos , gritos e grunidos de prazer , minhas pernas já falhavam e tremiam sobre o enorme salto e meu corpo tombava por sobre o sofá , senti um arrepio percorrer toda minha espinha meu corpo todo arrepiou sentia sua glande batendo em meu útero e o apertava cada vez mais gozei gritando como uma louca meu corpo todo tremia ..
_ Aaaaaaaaaaa delíciaaaaaaa eu vou gozar não paraaaaaa...
_ Huuuuuuu ... também vou gozar minha vampirinha ...aaaaaaa...
_ Goza na minha boca .... a voz mau saiu da minha boca estava bamba do orgasmo que acabara de ter ele me empurrou no sofá sentada e segurando meu cabelo enfiou o pau em minha boca ..
_ Quer leite é safada???-Apenas olhei para cima ele estocava seu pau em minha boca as vezes eu tirava para respirar e apenas lambia olhando para seu rosto para respirar e voltava a engolir ele forçava tentando enfiar tudo em minha garganta eu engasgava mas sugava cada vez mais forte apenas o empurrava um pouco pelas coxas e depois voltava a puxa lo pela bunda ele começou a se punhetar enquanto eu desci engolindo suas bolas e me enfiando entre suas pernas lambendo das suas bolas até sua bunda e voltava para as bolas , chupava seu pau acompanhando sua mão e descia novamente ele gemia alto falando coisas que nem conseguia entender estava sugando suas bolas e ele me puxou pelo cabelo o primeiro jato de porra acertou meu rosto e eu ja engoli seu pau sugando todo o resto e engolindo deixando seu pau entrar e sair da minha boca devagar sugando e serpenteando minha língua enquanto engolia toda a porra que saía olhando para ele ele passava as mãos pelo meu cabelo e com uma foi até meu rosto e com o dedo recolhia a porra que havia voado em meu rosto e enfiava em minha boca enquanto eu ainda lhe sugava o pau lhe lambia os dedos olhando para ele que me puxou e me deu um beijo na boca e me puxou em seu colo se sentando no sofá e me abraçou...
_Você rasgou meu corpeteeee... como vou sair daqui ?
_ Não sei minha vampirinha , que delícia !Eu amo você ...
_Hummmmm ... já tinha um bom tempo que não falava , achei que não me amava mais ...
_Boba ! Você sabe que sou louco com você...
_Louco você é mesmo , como vamos sair daqui ? Que vexame amanhã nem olho para a cara daquelas três ...
_kkkkkkkk... então vou vir para a piscina sozinho ?
_ Nem pensar gracinha ! To de olho em você viu ! levantei minha cabeça do seu ombro nos beijamos e nos arrumamos rapidamente tive que sair segurando a capa na frente pois os botões apartir de dois dedos acima do umbigo arrebentaram todos , minhas pernas estavam meio bambas e ficou ainda pior andar naquele mega salto ele riu e me abraçou e saímos , havia um bolo de mulheres do outro lado que ficou nos olhando caminhamos até o salão rindo meu rosto queimava tinha a sensação que estava escrito em minha testa o que havíamos feito mas encarava a todos como se nada tivesse acontecido ele pegou duas Ice aproveitei para tirar os saltos e descemos para o nosso chalé afinal as férias infelizmente estavam acabando ....


Escrito por AlicinhaBH

segunda-feira, 29 de março de 2010

A sobrinha de Meg e eu

Meg tem uma sobrinha, a Paulinha, que é mesmo do barulho! Uma aventura dela até já foi contada aqui. Pois bem. A nossa relação com as sobrinhas dela sempre foi muito cordial. Elas (são três ao todo) já nos acompanharam em viagens, inclusive em Tambaba, o que significa que ficaram nuas em nossa frente e nos vendo pelados também. Em nossa cobertura, quando não havia prédios por perto, elas muitas vezes tomavam banho de sol nuas e, quando eu chegava, continuavam nuas numa boa. Sempre as respeitei muito, como sobrinhas de minha esposa, nunca olhei para elas vendo mulheres. Na verdade, todas três são belíssimas, têm corpos lindos, são super simpáticas. Já tiramos fotos delas, nuas inclusive. Mas sempre com muito respeito. Até que outro dia, cheguei a casa depois de minha caminhada diária e encontrei Paulinha na sala. Paulinha tem, atualmente, 22 anos. Morena, muito queimada de sol, belíssima! Quando eu a vi, fui até ela e lhe dei um beijinho, cumprimento normal nosso. Perguntei onde Meg estava. - Ah, Kap... Ela e a mamãe saíram para fazer compras (era véspera de Natal)... Pode desistir que elas não chegam antes do dia acabar não... E deu uma gostosa gargalhada. - Com certeza, Paulinha... Outro dia fizemos a lista de presentes... Enorme!!! A Meg vai gastar todo meu dinheiro e o dia inteiro para comprar tudo aquilo!!! Mas você tá fazendo o que, aqui, sozinha? Por que não vai tomar um solzinho lá no segundo andar? - Você vai também? - Bem, eu pensei em tomar um banho e ficar por aqui... Não tenho nada a fazer hoje. - Se você for tomar sol eu vou. Sozinha é muito ruim. - Então tá, lindinha. Deixa-me tomar uma ducha rapidinho e eu subo. Prepare as cervejas! Fui então para o meu banheiro. Por força do hábito, nunca fecho a porta do mesmo, coisa que Meg também não faz. Tirei a camiseta e a bermuda molhadas de suor, coloquei no armário de roupa suja e entrei no Box. Quando olho para a porta, um susto. Paulinha estava lá me observando. Apesar de ela já ter me visto nu, me senti meio constrangido ali, naquele momento. Não entendi a razão de ela estar parada ali. - O que foi? Perguntei. - Nada, Kap... Só fiquei com muita vontade de te ver... - Que é isso, Paulinha? Não entendi... - Nada... Deixa pra lá... E saiu. Confesso que fiquei meio assustado com aquilo. Paulinha é uma linda mulher, como já falei. Estava usando uma saínha jeans, bem pequena, e uma camiseta. Tal como a tia, ela não usava sutiã e, então eu pude ver que seus biquinhos estavam eriçados. Sai do banho, pus outra bermuda e fui lá para cima. Ela já estava lá, sentada numa cadeira, com o copo de cerveja na mão. Seu olhar estava perdido no horizonte. Peguei meu copo, enchi, tomei uma golada boa. Senti que precisava conversar com ela. - Paulinha, me fala... O quê que aconteceu? - Nada, Kap, bobagem minha. - Não me venha com essa... A gente sempre teve muita intimidade, até já dormimos na mesma cama lá em Tambaba, lembra? E você nunca me olhou como hoje... - De fato, Kap... Hoje eu te olhei de forma diferente. Não vou negar. Você sacou tudo, - Não, não saquei nada... Aconteceu alguma coisa? - Tesão, Kap.. Tesão... Estou com muito tesão em você... E não estou conseguindo lidar com isso. Fez-se um silêncio que pareceu durar séculos. Eu fiquei sem saber o que dizer. Aquilo era uma novidade muito grande para mim. O máximo que consegui falar foi que achava estranho esse tesão, já que tínhamos intimidade, e principalmente por ela ser sobrinha de minha esposa. - Eu sei de tudo isso, Kap... E acho que é ai que está o problema. Tenho certeza de que se você não fosse casado com a tia, nenhum problema teria para a gente se envolver... Mas o que vamos fazer? E começou a chorar. - Vem cá, minha pretinha... Vem cá... Abracei-a. Ela chorava convulsivamente. Seu corpo tremia todo. - “Peraaí”, respira fundo, Paulinha... Isso... Outra vez... Vamos nos acalmar e conversar. Para não alongar muito, conversamos a tarde inteira. Eu tentando dissuadi-la de qualquer coisa, ela insistindo que não conseguia. Lá pelas tantas, ela me perguntou: - Você falaria com a tia sobre isso? - Você quer que eu fale? Eu nem saberia como começar... - Tá bom... E se eu falar com ela e ela concordar, você toparia? - Paulinha, você está quase me sufocando... Eu não sei... Realmente, você me deixou muito confuso! Fui salvo pelo gongo... Meg e a irmã chegaram. Meg logo percebeu que Paulinha estava com os olhos vermelhos de chorar. Fez-me sinal para descer e enrolar a irmã, ela queria conversar com a sobrinha. Fiz isso. Fiquei lá embaixo conversando com a irmã dela. Depois vim, a saber, do que as duas haviam conversado. - Paulinha, o que aconteceu? - Ah, tia, eu estava conversando com o Kap aqui... To muito triste porque não consigo resolver uma questão... - Que questão? Fala Paulinha! - Eu estou com tesão enorme em um cara... Só que ele é marido da minha melhor amiga! Não sei o que eu faço! - Nossa... Isso é um problema... A não ser que a esposa dela não ligue... Quem sabe eles tenham um casamento aberto? - Eu não sei se eles têm... - Quem é? Eu conheço? - Conhece sim, tia... Já esqueceu que a minha melhor amiga é você? - Ufffffffffffff... Você quer me matar de susto, criatura? - Não, tia Meg... Não... Mas o problema todo é esse... É isso que me faz infeliz... Eu não sei como, mas não consigo tirar o Kap da cabeça... Sou muito a fim de transar com ele... Mas não posso fazer isso sem você saber e aprovar... E ele querer... Meg fez o que eu havia feito: amparou Paulinha nos braços e deixou-a chorar... Enquanto pensava no que fazer. - Você conversou com ele sobre isso, Paulinha? - Sim, estávamos falando disso quando vocês chegaram... - E ele? O que disse? - Ah... Ficou confuso, não entendeu nada... - Bem... Vamos fazer o seguinte: eu vou conversar com ele hoje à noite. Amanhã cedo, venha com sua mãe de novo, nós não conseguimos terminar de fazer as compras e vamos à feira de artesanato para tentar comprar o que falta. Prometo que ficaremos lá muitas horas. Ai você e ele se entendem. - Como assim,tia? Se eu o convencer, você não vai se importar? - Claro que não... Imagina se eu deixaria de ser sua melhor amiga justo nessa hora... Por mim, vocês têm o sinal verde. Mas isso é um segredo nosso, tá bem? E tem de ficar guardado a 20 chaves... Se sua mãe e seu pai ficam sabendo.... O mundo acaba!!! - Eu sei tia... Você é maravilhosa!!! Amo-te!!! Amo-te!!! Amo-te!!! - Para com esse amor todo... Guarde um pouco pro Kaplan... (risos) ...aliás, você terá de convencê-lo, viu? - Pode deixar!!! Eu vou fazer o impossível!!! Quando as duas desceram as escadas, percebi uma Paulinha sorridente e feliz. Abraçou a mãe, ajudou-a com as sacolas, deu um beijo na tia e um em mim. Pude então conversar com a Meg. Ela me colocou a par do que tinham conversado e deixou a batata quente na minha mão. Eu é que teria de resolver. Aquela noite, quando nos deitamos, ela me procurou e começamos a transar... Ferina, ela me propôs pensar que ela era a Paulinha. Não posso negar: meu pau ficou duro na hora e transamos bem gostoso. Dia seguinte, 7 horas da manhã, sou acordado pela Paulinha pulando na cama. - O que é isso??? - Levanta seu preguiçoso! A mãe e a tia já saíram para a feira. Venha tomar café comigo! E foi puxando as cobertas. Claro, eu estava nu e ela quando viu, fez um olhar sapeca: - Ai, seu Kap... Comendo a minha tia hem???? - Todo dia, lindinha... Todo dia!!!! - Sobrou alguma coisa para mim? - Tá ficando muito safada, hem? Brinquei, enquanto colocava minha bermuda. Fomos até a cozinha. Ela estava numa felicidade incrível! Comecei a observá-la, agora com outro olhar. Era um tesão de garota, realmente. Hoje estava com um short jeans, curtinho, tênis, meia soquete, e uma camiseta que deixava ver os biquinhos salientes. Não falamos nada a respeito de ontem. Acho que não precisava. Tenho certeza de que Meg já havia dito que as coisas podiam rolar... E, confesso agora eu queria também. Terminamos o café, subimos para tomar sol. Ela tirou o tênis, a meia, a camiseta e o shortinho, ficando só de calcinha. Eu tirei a bermuda e fiquei sem nada mesmo. Não era novidade para ela me ver nu ali. Como não tenho piscina nem chuveiro, nos molhamos com uma mangueira. Deitei no chão molhado e ela deitou-se ao meu lado. Começou a passar a mão nos cabelos do meu peito. Descia com a mão até perto do umbigo e voltava... Depois começou a descer um pouco mais... e ai encontrou meu pau já endurecido. Ela o segurou, suspirando.... - Sempre tive tanta vontade de fazer isso.... - Pois agora pode fazer à vontade. Sua tia não vai nos matar.... - Ela é muito legal, não é, Kap? - É sim, a melhor mulher que eu poderia ter conseguido! - Mas não vamos ficar conversando, né? To louca para ser devorada por você! Tio incestuoso!!! - Eu? Pobre de mim... Estou sendo agarrado por uma sobrinha incestuosa!!! Sou uma vítima!!!! - Cala a boca, me beije, me chupe, me lamba... Faça-me sua!!! Não houve mais conversa depois disso. Coloquei-a deitada no chão molhado, subi sobre ela e a beijei. Minha língua penetrou aquela boquinha linda, procurando a língua dela, e nos contorcemos numa ginástica lingual. Desci para seus peitinhos lindos e enfiei cada biquinho em minha boca. Fiz minha boca ir o mais fundo possível, quase colocando todo o seio dela, e vim saindo devagar, pressionando os lábios até fazer o biquinho ficar retesado. Ela gozou só com isso. Desci mais... Atingi o umbiguinho... Fiz movimentos circulares com a língua dentro dele. Ela chegava até a empinar o corpo... Desci mais... E cheguei à gruta do prazer, ainda protegida pela calcinha... Tirei-a com os dentes. Beijei demoradamente aquela grutinha lisinha, enfiei depois minha língua lá dentro, brincando com seu grelinho... Outro gozo... Eu estava ajoelhado no chão da área, levantei-a pela bundinha e coloquei sua vulva na direção de minha boca... Continuei a lamber, e descia até chegar no cuzinho. Desci seu corpo até que sua vulva ficasse na altura para ser penetrada. Pincelei meu pau de alto a baixo, várias vezes... ela mordia os dedos da mão, de tanto tesão que sentia... - Kap... Por favor... Coma-me... Não agüento mais... Vamos tio... Come a sua sobrinha safadinha... Vem... Por favor... Aquilo fez meu pau endurecer ainda mais e então eu o enfiei bocetinha adentro, de uma só vez. Arranquei um gritinho dela. - Aiiiiiiiiiii... Que delicia.... Vamos... Coma-me....já gozei muito e quero gozar mais ainda... Obediente, eu comecei a bombar, empurrando o corpo dela e o puxando para mim. Ela delirava, falava coisas desconexas, mas estava gostando... Quando percebi que ia gozar, tirei meu pau e deixei que minha porra voasse em direção ao seu corpo, lambuzando seus seios. - Que delicia Kap... Que delicia... Quero mais!!! - Espera um pouquinho, né? - Use as mãos, a língua... Mas não para... Obediente... Sou muito obediente... Meu dedo entrou na bocetinha dela, depois mais um, e continuei a comê-la, agora com a mão. A outra mão foi para a bundinha dela e um dedo foi enfiado naquele cuzinho gostoso. Uma DP com os dedos... Ela delirou... Seu corpo pulsava inteiro... Virei-me e coloquei meu pau na altura de sua boca... Mais que depressa ela o abocanhou... Sabia fazer um boquete delicioso, a safadinha da minha sobrinha. Em pouco tempo ela conseguiu fazê-lo ficar duro novamente. - Me come lá atrás, tio? - Não me chama de tio... Você me deixa doido!!! Dizendo isso, virei-a, coloquei-a de quatro. Enfiei os dedos em sua bocetinha, umedecendo-os com o gozo dela, depois passei em meu pau e no cuzinho e enfiei. A principio, devagar com ela reclamando um pouco. Depois, tudo estava lá dentro dela... Nem precisei bombar... Ela se encarregou de ir e vir com o corpo, friccionando meu pau... Ficamos assim uns 5 minutos até que, não conseguindo mais me controlar, gozei dentro dela, que urrava de prazer: - Ai, tio... Que gostoso... Sempre quis isso... Você é gostoso demais... Me come mais... Me come!!! Cai deitado no chão molhado... Eu não agüentava mais, afinal tinha transado com Meg durante a noite.... Ela pegou a mangueira, se molhou toda e me encharcou de água novamente. - Kap... Fala a verdade comigo... Você gostou de transar comigo? Eu estava louca para isso acontecer, mas sei que você é um homem muito experiente... Desapontei você em alguma coisa? Ela só podia estar brincando... Não, o olhar sério dela dizia que ela estava preocupada com a resposta... - Bem... Digamos que para eu ter uma opinião definida precisamos repetir mais umas dez vezes o que fizemos hoje.... A resposta foi um jato de água que quase me fez sufocar!!!!



Escrito por Kaplan

domingo, 21 de março de 2010

Sem Fôlego

Continuação do : O Início de Tudo.

Ele precisava de um momento para conseguir equilíbrio antes de perder controle e soltar a besta de dentro dele.A observara, a seguira, e queria provar a essa ruiva com rosto de menina que ela nunca seria uma Dominatrix, não entendia e não sabia como ela podia ter arrumado tantos clientes em seu aprendizado.
Sua postura era totalmente de uma Sub.
No entanto ele estava malditamente duro depois que ela gozou em sua mão. O odor picante de sua essência no ar.
Até então ele queria castiga-la por querer ser Dominatrix e testa-la.
Mas ela era perfeita para ele. Ele saberia com o que ela podia lidar, como não fazia com nenhuma outra mulher. Ela era exatamente como ele tinha imaginado, sabia como ela reagiria a um homem forte e dominador e ela não o desapontou.
Ele estava só. Não queria e não tinha uma companheira fixa.Mesmo mantendo suas relações sexuais como casuais, sempre saía insatisfeito, almejando muito mais que um orgasmo com uma mulher.
Com um pouco de persuasão e uma boa foda,essa menina-mulher seria sua.
Entretanto, após ela gozar em sua mão; em sua mente, ela já era. E ela não fazia ideia, do quão poderosa ela era, que ela podia ser uma submissa sexual, mas guardava uma energia dentro de si, que o deixava duro de tesão.
Olhou na direção da mulher que queria, estava encadeada a sua frente, sucos deslizando por suas coxas internas à medida que ela esperava, molhada e pronta para ele. Seu pênis estava, furiosamente duro, pulsando dolorosamente, suas bolas apertadas contra o copro dela e mais que pronto para foder.
Entre a boca dele nela, e sua boceta arranhando sua ereção, ele quase perdeu a paciência. Mas ele era o Mestre e Senhor daquele clube, tinha que ter controle sobre o tesão e desejo que o tomava.
Estava na hora de tomá-la, exatamente, do modo que queria.
Com toda calma que pode demonstrar, ele alcançou seus pulsos e os soltou, baixando-os ao seu corpo, assim ele podia massageá-la da palma até o ombro, deixando o sangue fluir de volta ao seus membros.
Satisfeito quando eles apresentaram um tom cor-de-rosa, ele olhou o quarto, sorrindo quando viu uma mesa pequena contra a parede.
Aquela mesa, serviria perfeitamente para o que tinha em mente.
Ele empurrou a mesa para frente dela. Na altura da cintura dela. Perfeito.
— Curve-se sobre a mesa.- ordenou com voz firme e de comando.
De propósito, ele manteve seus tornozelos encadeados no chão, entretanto, deixou a parte superior do corpo solto.
Ela não iria a lugar nenhum.
Ela o olhou de lado, exaltando a cor em suas bochechas e seus olhos faiscaram, quando ela se curvou, seus seios brancos e redondos apertados contra a madeira espessa da mesa.
Seu cabelo solto acima de suas costas e ombros, as mechas ruivas e brilhantes, sedosas a tocar o inchaço ao lado de seus seios. Ele deslizou seu dedo por suas costas, levemente.
Essa sim era uma grande vista. Curvada sobre a mesa com as pernas abertas, os lábios de sua boceta inchados e brilhando. Seu pau pulou com a visão daquele traseiro doce, tentando-o como um fruto proibido.
Só que o traseiro de Ayeska, não seria proibido. Não para ele. Logo ele iria fodê-la em todos os lugares. Mas agora, ele só queria afundar em seu quente e apertado canal vaginal. Naquela bocetinha lisinha e macia, tenra e quente.
Ele olhou o chicote com o que ela o ameaçou antes e o pegou, levantando-o e estalando-o contra sua palma.
Percebeu que ela ficou tensa.
— Você pensa que eu vou usar esse chicote em seu traseiro? — ele perguntou.
Ela não respondeu, então, ele deu uma batida leve com o chicote. As bochechas de seu traseiro se comprimiram, mas ela não fez nenhum som, então ele estalou em seu traseiro, novamente. Aí ela choramingou.
— Isso dói?
— Um pouco. — ela finalmente admitiu.
— Deixa você quente?
Ela não respondeu. Bom. Ele gostava dela um pouco desafiante. Mostrava que ela tinha coragem. A última coisa que queria era uma mulher fraca para foder e ser sua. Mas ela o desafiou, então, ela conseguiria um pouco mais de chicotadas. Dessa vez, ela gemeu.
Ele lançou o chicote sobre a cadeira.
— Eu penso que preferiria sentir seu traseiro contra minha mão. Eu quero sentir seu fogo e calor.
O primeiro tapa de sua mão contra suas nádegas foi fraco, mas suficiente para conseguir sua atenção. O segundo deixou uma marca vermelha em uma polpa. O terceiro a fez choramingar. -" Oh sim," ele definitivamente gostava de sentir sua mão contra o traseiro redondo e branco dela, apreciava o modo como sua pele aquecia debaixo de sua palma. Alcançando entre suas pernas, sua boceta, saboreando a umidade morna, molhada fluindo dela.
-"Deus, ela estava tão quente" - quando ele esfregou de um lado para outro através de seu sexo suave, então retirou e a espancou novamente.
— Está bom? — Ele perguntou, uma vez mais, correndo sua mão entre suas pernas por sua boceta.
— Sim. — ela respondeu em um sussurro cansado.
— Quer mais?
— Sim! - respondi em alto e bom som.
"Se ele pensava por um minuto que estava no controle desta situação, estava redondamente errado."- pensei, mordiscando meu lábio inferior e esperando os próximos movimentos dele.
Apesar do tom imponente dela, toda sua choradeira e gemidos o fizeram mais duro, até que seu pau gritava por foder.
Mas primeiro, ele a queria perto de gozar. Alguns beijos, cuidadosamente, colocados em seu traseiro, seguido da invasão de seus dedos entre suas dobras suaves como manteiga, fodendo sua boceta com punhaladas duras e ela lambuzando sua mão, se movendo contra seus dedos e tentando tomar mais dele em seu interior. Ele queria aquela mesma resposta, quando seu pau estivesse dentro dela, suas bolas batendo contra seu clitóris e sua boceta o apertando, ordenhando até que ela gozasse nele..
Quando os músculos vaginais dela, apertaram ao redor de seus dedos, ele soube que estava na hora. Ela estava pronta e ele certo como o inferno que estava.
Posicionando-se entre suas pernas, ele sondou sua lisa abertura.
"- Maldição, estava molhada e pedindo por seu pau. Exatamente do modo que ele a queria. Ele era tão grande, que muitas mulheres tiveram dificuldade de tomá-lo todo. Ele queria ter certeza que Ayeska podia suportar, porque precisava estar enterrado até a base dentro dela.
Ele a queria totalmente submissa a ele."
Deslizando a cabeça de seu pau entre suas dobras suaves, ela empurrou contra ele em resposta.
"- Caralho! Ela era tão apertada,e apertava duro, quando ele deslizou polegada por polegada dentro dela. Ele foi lento, parando quando ouvia seu gemido. Mas ela não pediu para parar e sua vagina continuou a ficar mais molhada, então, ele continuou a empurrar dentro dela. Suas mãos agarraram a extremidade da mesa à medida que ele empurrava, sua boceta cercando seu pau com ondas de espasmos que ameaçaram seu controle.
"-Pergunto-me, quanto ela podia tomar, quanto do animal dentro dele ele podia soltar, especialmente esta primeira vez. Ela podia lidar com ele? Todo ele?
Tinha que saber a resposta para aquela pergunta."
Fiquei tensa, esperando ele empurrar seu pau espesso dentro de mim. Ele era enorme, e apesar da minha lubrificação excessiva escorrendo de mim, estava tendo trabalho em aceitá-lo. Era como ser virgem novamente. Dóia, mas ao mesmo tempor me dava prazer.
— Eu estou machucando você?
Seu esforço por controle transparecia em sua pergunta. Notei a tensão e restrição em sua voz, quando ele foi para trás, ficando parcialmente fora. O fato de que ele mostrasse preocupação por ser, possivelmente, muito grande apesar dos meus sucos fluírem muito; não existia nada mais excitante para uma mulher que um homem que se importasse realmente com ela.
— Eu estou bem. Foda-me. - respondi, sem querer dar o gosto para ele do medo e ao mesmo tempo tesão que me envolvia.
— Diga agora se você quiser que eu pare. Caso contrário, vou foder você. Duro. Eu vou fazer você gritar, Ayeska.
A imagem que suas palavras evocaram, quase me levaram ao orgasmo. Minha boceta se apertou em torno da cabeça do seu pau e o puxou para dentro, esperando pelo prazer que ele podia me dar.
Ele empurrou então, o suficiente para entrar metade de seu pau.
— Mais? - perguntou enquanto a sentia apertar em volta dele, seu membro duro , mas tão duro que chegava a doer.
— Mais. Por favor. - respondi num gemido.
Eu esperei, porque sabia o que estava vindo. Mas em vez de mergulhar dentro de mim em uma estocada, ele se debruçou acima de minhas costas e procurou entre minhas pernas, meu clitóris e o massageou com seus dedos.
O prazer espiralou em meu útero, crescendo mais forte, mais quente, com cada golpe perito daquela mão grande. Em poucos segundos, eu estava pronta para o clímax.
Como se ele, instintivamente, conhecesse meu corpo, removeu sua mão, enterrando sua rola até a base.
Eu gritei e cravei minhas unhas na mesa, descendo minha fronte para a madeira fresca e levantando meus quadris, para que ele empurrasse, atolasse mais fundo. Bem fundo e forte.
"- Oh, Deus, a dor era intensa quando ele atingiu meu útero com cada punhalada. Mas era oh, tão doce ao mesmo tempo.
Eu nunca me senti completamente invadida antes.Seu pau arranhava toda parte da minha boceta, repetidamente, fazendo com que surgisse uma erupção de fluidos a escorrer e o inevitável orgasmo.
- Não goze. — ele comandou, parando seus movimentos.
- Sua bucetinha está tão boa, disse com voz rouca. Tão estreitinha e tão boa. Gostosa...-AH, Ayeska - disse entre dentes enquanto investia ávido com estocadas longas com o pau pulsando duro feito pedra, chegando até o fundo do seu útero, estava muito excitado, tinha que se enfiar mais...- Como ela era apertada, quente.
- Puxe-me com força... Sugue-me com sua bucetinha.
Eu tentei duramente conter-me, mas era tão difícil. Eu estava quase lá! Tão pronta,tão molhada, se eu me movesse um pouco, tombaria. Um afiado tapa em meu traseiro conteve meus quadris contra ele. Outro tapa, eu parei.
— Não goze até que eu diga a você. - ordenou ele.
" Ele pensou que espancar-me iria diminuir a necessidade de gozar? A doce dor só fez minha boceta ondular em ondas de orgasmo iminente. Eu lutei contra as sensações, contendo-me porque era isso o que ele procurava. Mas com cada punhalada,cada estocada, o prazer parecia aumentar e se prolongar dentro de mim. Eu me senti como se estivesse sendo totalmente aberta. Ele me possuia selvagemente, estocando tão duro seus golpes que eu batia contra o lado da mesa.
Meu corpo no dia seguinte estaria cheio de marcas, a pele branca e sensivel sentiria no dia seguinte. Meu sangue aquecia a ponto de ferver e eu senti sensações estranhas emanando dentro de mim.. Uma necessidade feroz para possuir, dar mordidas nele, em uma paixão faminta, que era mais animalesca que humana.A respiração dele aumentou, seus dedos seguravam em meus quadris como garras afiadas. Eu podia ter jurado, que ouvi ele rosnar, seu corpo roçando duro contra o meu, quando ele se debruçou para frente e empurrou meu cabelo para o lado, metendo seu pau mais fundo e então afundando seus dentes na carne macia e com algumas sardas do meu ombro. A dor era tão prazerosa que eu podia ter gozado. Choraminguei, tentando sem palavras deixá-lo saber que eu não poderia segurar mais o orgasmo prestes a explodir. Implacavelmente, ele continuou se movimentar, estocando e retirando enquanto lambia meu pescoço. Mordiscava minha orelha,pescoço e novamente o ombro.
Uma veia palpitava no meu pescoço.
O cheiro de sexo encheu o quarto. Os únicos sons eram do pau dele, batendo dentro da minha boceta molhada e seus gemidos ofegantes, seguido por seu feroz gemido, que fez surgirem calafrios de excitação e medo dentro de mim. Seu sussurro severo penetrou meus sentidos exaltados.
— Aperte meu pau com sua boceta. Que boceta apertada...Goze para mim, agora. Goze, Ayeska...estou mandando...
Ele quase, não conseguiu terminar a frase, antes que eu gritasse a plenos pulmões, agradecida pelos quartos à prova de som do clube. Ondas de contrações chegavam, em dupla com as fortes estocadas, quase, duras dele, me erguendo do chão, trazendo lágrimas ao meu rosto, quando senti o orgasmo mais intenso de minha vida.
Ele rosnou novamente e soltou um uivo feroz.
— Você é minha, Ayeska. Minha! — Tenso, ele segurou seus quadris enquanto despejava jato depois de jato de sêmen nela até que desmoronou contra ela, arquejando severamente, sua respiração quente acima do corpo branco, macio e perfumado dela.
Depois de um minuto de descanso, ele se retirou de dentro de mim. Eu me agarrei a ele, quando ele aprofundou o beijo, e lembrei o que ele disse quando gozou.
"- Minha."
Estremeci de excitação, os pelos loirinhos dos meus braços se arrepiando.
"- Por aqueles breves momentos, Eu fui Dele. Eu pertenci a ele e ele a mim.
Mas aquele momento estava terminado. O que aconteceria agora?
O que eu queria que acontecesse?"
Estava quase com medo de pensar sobre isto.
De fato, não pensaria sobre isto. Eu simplesmente me segurei nele e aproveitei o beijo sem fôlego.
Nada do que aconteceu até agora parecia com qualquer sensação em meu mundo normal.
No momento, sem fôlego parecia muito bom.

Escrito por Ayeska@

* Baseado num Romance Sado.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Seduzida pela Empregada

Após a morte de minha mãe, fiquei completamente perdida. Passei a fazer tudo que uma adolescente rebelde faz (só que com a desvantagem de não ser mais nenhuma menininha...). Como meu pai não sabia como lidar com uma filha rebelde, resolveu contratar uma empregada para cuidar da casa e ajudar na minha criação. Isso me deixou muito irada, pois já me julgava bem crescidinha para precisar de uma espécie de babá e achava que não precisava de ninguém para tomar conta de mim. Mesmo depois de eu ter feito campanha contra, meu pai resolveu contratar Gilsara. Nem preciso dizer que tive problemas em aceitara presença de Gilsara.
Passei a sair sem avisar, me meter em confusões na escola, tirar notas cada vez mais baixas, namorar caras com jeito de marginal e outras coisinhas que sempre julguei ser erradas somente para provocar meu pai. Ele freqüentemente perdia a paciência comigo, mas nossa empregada sempre dava um jeito de contornar a situação. Gilsara tinha cerca de 38 anos mas tinha o espírito jovem. Fazia a faxina na casa ouvindo pagode e funk, dançava e gostava de tomar umas cervejinhas (um copinho ou dois. Nada exagerado) quando meu pai não estava em casa.
Certo dia, apareci em casa com um piercing na língua. Meu pai ficou furioso. Ameaçou me partir a cara, porém, mais uma vez, nossa empregada intercedeu a meu favor. Prometeu levar uma conversa de mulheres comigo e finalmente dar um ponto final naquela situação. Quando Gilsara entrou no meu quarto no dia seguinte, pensei em expulsá-la a ponta-pés de lá, mas como ela tinha amenizado minha barra no dia anterior, resolvi ouvir o que ela tinha a dizer.
Confesso que no início não estava dando muita atenção a ela, pois Gilsara veio com um papo muito chato sobre confiança e responsabilidade. Mas, com o tempo, a conversa começou a ficar mais interessante. Gilsara começou a me contar histórias de sua juventude, seus casos e aventuras. Até deu dicas de como “enganar” meu pai quando chegasse tarde em casa, etc, etc. Estávamos tão animadas que Gilsara propôs abrirmos uma garrafa de vinho. Isso ajudou a me desarmar e, aos poucos, fui contando parte das minhas estripulias também. Parecíamos grandes amigas. Tanto que Gilsara começou a fazer perguntas sobre minha vida sexual. Confessei que fazia força para parecer moderninha, mas na verdade era bastante tímida. Estava inclusive tendo problemas com meus namorados pois não conseguia me soltar. Gilsara perguntou se eu ainda era virgem. Respondi que não, mas ainda era muito travada na cama. Ela disse não acreditar pois eu era muito sensual e tinha um corpo lindíssimo. Chegou a levantar minha camisa de forma a deixar minha barriguinha de fora. Disse que morria de vontade de colocar um piercing no umbigo, como eu. Perguntei por que ela não fazia isso e ela respondeu que não tinha mais idade para isso. Respondi que isso era bobagem. Que ela ainda tinha um corpo muito bonito. Gilsara agradeceu e confessou ter uma tatuagem de golfinho na virilha. Duvidei e ela levantou o vestido para me mostrar. Ela estava com uma calcinha minúscula e não demonstrou a menor vergonha de ficar semi-nua na minha frente.
Notando meu constrangimento, Gilsara novamente me questionou sobre minhas habilidades com o sexo oposto e começou a me dar conselhos nessa área. Disse que o segredo era a confiança e se propôs a me ensinar alguns de seus truques de sedução.
Primeiro Gilsara me levou para frente do espelho e me ensinou a fazer uma maquiagem que valorizasse meu rosto. Depois me ensinou como trocar olhares provocantes e como jogar os cabelos de forma sensual. Comecei a reparar em como era sensual aquela mulher. Gilsara pegou uma nova garrafa de vinho e me mostrou como cruzar as pernas de forma provocante. Talvez pelo efeito da bebida, eu não conseguia tirar os olhos de suas pernas e ela já havia percebido. Gilsara acendeu um cigarro e me ofereceu um trago. Recusei dizendo não fumar, mas ela insistiu. Disse que já havia sentido cheiro de cigarro em meus cabelos em outras ocasiões e que eu não precisava mentir para ela. Acendeu um cigarro e trouxe até a minha boca. Ela me olhava nos olhos fixamente e mantinha um sorriso confiante no canto dos lábios. Dei uma tragada, mas quase me engasguei. Eu estava nervosa.
Gilsara riu e se propôs a me ensinar a fumar. Me colocou em frente ao espelho, se posicionou atrás de mim e novamente levou o cigarro até minha boca. Sussurrou no meu ouvido as instruções de como eu deveria agir. De como deveria segurar o cigarro de forma sensual, de como sentir o sabor, de como deveria soltar a fumaça delicadamente. Eu executava suas instruções enquanto sentia seus seios roçando minhas costas. Eu podia sentir seu hálito doce no meu rosto e sua respiração quente na minha nuca. Num certo momento, Gilsara deu uma tragada e soltou a fumaça em meu rosto. Fechei os olhos e respirei fundo. Senti um arrepio percorrendo todo o meu corpo. Gilsara sorriu maliciosamente e me ofereceu outra tragada. Logo depois, deu outra tragada e soltou novamente a fumaça em meu rosto. Eu me sentia um brinquedinho nas mãos daquela mulher.
Gilsara começou a acariciar meus cabelos e perguntou se havia doído quando coloquei o piercing na língua. Respondi que não e Gilsara perguntou se eu já havia beijado depois de colocá-lo. Respondi novamente que não pois só agora a língua havia desinchado. Gilsara respondeu que eu podia ter beijado de “pontinha de língua” como nos filmes pornôs. Eu disse que nunca havia beijado assim antes e ela disse que era uma delícia. Fechei os olhos e dei um longo suspiro. Eu estava criando coragem para pedir para que ela me ensinasse. Gilsara segurou meu rosto delicadamente, aproximou sua boca da minha e mandou que colocasse a pontinha da língua para fora e mexesse rapidamente. Obedeci e a beijei. Ela perguntou se eu gostei. Respondi que sim e então nos beijamos demoradamente (desta vez, da forma tradicional). Minhas mãos percorreram todo o corpo de minha empregada e minha boca desceu até o seu colo. Eu estava com muito tesão e queria possuí-la o mais rápido possível. Gilsara me pediu calma e disse que me mostraria a forma mais gostosa de se fazer amor.
Gilsara me deitou na cama e começou a beijar delicadamente todo o meu corpo. Eu me arrepiava a cada toque de sua boca, a cada mordidinha, a cada lambida... Quando Gilsara tirou a minha bermuda até me deu vergonha. Minha calcinha estava ensopada! Gilsara sorriu e me mandou fechar os olhos. Voltou a me beijar a barriga e a virilha enquanto arranhava minhas coxas e barriga com suas unhas vermelhas. Puxou delicadamente minha calcinha de lado e começou a bulinar meu grelinho. Ela o friccionava e passava a pontinha da língua pelos meus grandes lábios. Depois enfiou fundo a língua no meu sexo e começou a esfregar meu grelo com força. Eu estava em êxtase! Ela me virou de bruços e começou a lamber meu rabinho enquanto seus dedos penetravam fundo minha vagina. Eu gemia e rebolava feito uma cadela no cio. Quando eu já não estava agüentando de tanto tesão, ouvimos a campainha tocar. Tentamos ignorar , mas ouvimos a voz de meu namorado me gritando no portão. Gilsara mandou que eu esperasse um pouco que ela resolveria a situação. Fiquei deitada na cama de olhos fechados e me masturbando (como Gilsara havia mandado).
Quando abri os olhos, tomei um susto. Leandro, meu namorado, estava de pé na minha frente me observando. Dei um pulo da cama assustada, mas Gilsara me acalmou:
- “Calma criança! Por que não aproveita a presença do seu namorado para colocar em prática o nosso treinamento de agora a pouco?”
Me pegou pela mão e me conduziu até meu namorado. Leandro não estava entendendo nada, mas não questionou a idéia. Eu estava perdida. Não sabia o que fazer... Minha empregada se colocou atrás de meu namorado, tirou sua camisa e conduziu minha boca até seu peito. Comecei a alisar a morder aquele tórax forte e cabeludo. Gilsara foi conduzindo minha cabeça para baixo e abriu o zíper da calça de Leandro. Colocou seu membro para fora e mandou que eu o chupasse. Eu abocanhei aquele cacete enorme e enfiei tudo na boca. Comecei um movimento de vai-e-vem frenético quando fui interrompida por Gilsara.
- “Calma! Vou te ensinar como se chupa um caralho.”
E se ajoelhou em frente a Leandro. Colocou delicadamente seu cacete na boca e começou a chupá-lo com delicadeza. Depois passou a pontinha da língua por toda a glande e o engoliu vagarosamente. Retirou sua boca, tocou delicadamente uma punheta gostosa para ele e depois enfiou novamente o mastro na boca. Repetiu o ritual umas duas vezes e me convidou a acompanhá-la. Eu não podia acreditar! Aquela vaca estava chupando o meu namorado na minha frente e eu estava morrendo de tesão! Estranhamente aquilo me excitava muito! Como uma mulher podia ser tão ousada!!! Ela virou para mim e soltou um elogio: “Seu macho é muito gostoso!” Aquilo me fez ficar ainda mais molhada do que já estava. Gilsara repetiu o convite. Me ajoelhei e me juntei a ela naquele boquete. Enquanto eu lambia a cabecinha, ela fazia massagem nas bolas. Depois eu lambia as bolas e ela enfiava o tronco garganta abaixo. Vez por outra parávamos para nos beijar de pontinha de língua (como ela havia me ensinado).
Gilsara então deitou meu namorado e mandou que eu sentasse em seu mastro. Sentei naquela rola e cavalguei como uma amazona no cio. Gilsara ficava por trás de mim, me acariciando os seios e conduzindo meu ritmo. Ela repetia no meu ouvido: - “Senta criança! Senta nessa rola enorme! Sinta essa piroca te penetrando a alma!”. Às vezes ela me interrompia, dava uma chupada na piroca de Leandro e depois me conduzia de volta ao mastro. De tempos em tempos, ela me fazia mudar de posição. Ela me colocou numas três ou quatro posições diferentes. Uma mais prazerosa que a outra.
Depois me pediu para sentar numa cadeira ao lado da cama e observar. Ela o deitou na cama de pernas fechadas e montou sobre ele de costas. Apoiou suas mãos nos joelhos de Leandro e sentou em seu pênis. Gilsara começou um movimento de vai-e-vem gostoso. Foi aumentando o ritmo enquanto falava mil sacanagens para o meu namorado: - “Vem gostoso! Vem fuder a sua egüinha!” – “Enfia fundo! Enfia filho da puta!”. O ritmo ia aumentando e ela gritava com raiva: – “Me rasga toda, seu puto!” – “Me mostra como se come uma vadia!”. – “Soca! Soca com força seu puto!”. Minha empregada rebolava de forma alucinante na rola de meu namorado e eu me masturbava como uma vaca. Ela subia e descia rapidamente e rebolava muito. Eu estava impressionada com a habilidade daquela mulher!
Quando meu namorado já não agüentava mais segurar, Gilsara me puxou rapidamente e me posicionou à frente dele. Tomei um susto, mas foi tão rápido que nem deu tempo de raciocinar. – “Abre a boca criança! Chegou a hora de ganhar leitinho!” Nem deu tempo dela terminar a frase. Leandro esporrou na minha cara. O sêmen escorreu por todo o meu rosto. Minha empregada passou a mão em meu rosto, conduzindo o sêmen até minha boca e me fez lamber seus dedinhos melados de porra um por um. Depois deu dois tapinhas no meu rosto e falou de forma arrogante: -“Acho que vai passar a se comportar de agora em diante! Certo criança?!” Ouvir aquela frase da empregada me fez chegar ao orgasmo.
Hoje ainda sou uma filha rebelde, mas não ouso desobedecer uma ordem dada pela empregada da casa.
Comentem por favor. Bjs

Escrito por Tatazinha
Postado por Ayesk@

quinta-feira, 18 de março de 2010

Meu Macho Assanhado

Menino vadio
Invadindo minhas carnes
Com tua língua insana
Voraz
Preparando minha carne
Vermelha, quente e suculenta
Pronta para o abate
Com tua espada
Me corta, me rasga a pele
Adentrando ao prazeres
Profundos e carnais
Prenúncio sexuais
Me tomas
Menino vadio
Enrola -te em minha anca branca
Domina tua fêmea
Me fere, me sangra
Com tua espada, com teu mastro
Com teu membro rijo e fiel

Escrito por Señorita Malagueta



Postado por Ayesk@

sexta-feira, 12 de março de 2010

Um Banho de Mangueira

Moro num prédio que, há alguns anos atrás, era o mais alto da região. Minha cobertura, portanto, tinha total privacidade. Em momento algum éramos perturbados por olhares indiscretos, o que nos permitia até mesmo tomarmos sol completamente nus.

Minha esposa e eu fazíamos isso habitualmente. Alguns amigos e amigas mais chegados e adeptos do naturismo, também freqüentavam nosso local. Claro, às vezes rolavam olhares, carícias.... e sexo. Nem sempre, mas volta e meia acontecia de ocorrerem ménages ou troca de casais. Nada de multidões. Ou era um amigo que compartilhava conosco, ou uma amiga, ou um casal amigo com quem fazíamos trocas de parceiros...enfim, nada de muito especial, mas sempre muito prazeiroso.

Houve um dia em que eu estava sozinho em casa, era um sábado. Minha esposa havia viajado e eu, sem qualquer programa mais interessante, passava a manhã deitado numa espreguiçadeira, tomando uma cerveja geladíssima e lendo um bom livro, ao som de músicas selecionadas. Estava nu, como sempre acontecia.

Eis que o telefone toca. Atendi. Era uma amiga que não via há anos e, se por um lado, gostei de receber o telefonema, por outro desgostei, já que ela disse que estava vindo nos visitar. O meu sossego iria acabar, pensei. Tratei de colocar uma bermuda, pois ela não fazia parte do nosso “clube naturista” e poderia ficar chocada. Eu dissera a ela que morávamos numa cobertura e que, se ela quisesse, poderia trazer biquíni ou maiô, pois o sol estava uma delícia.

Dali a pouco ela chegou. O tempo fizera maravilhas! Era uma bela morena, de longos cabelos negros e encaracolados, olhar agudo e lábios carnudos. Conversamos aquelas amenidades que sempre são ditas quando duas pessoas se encontram depois de muitos anos e depois convidei-a para subir ao segundo andar, onde havia sol e cerveja.

Ela me pediu para ir ao banheiro colocar o biquíni. Mostrei a ela onde era e fiquei bebericando enquanto ela se vestia. Quando saiu do banheiro, verifiquei que o tempo fizera maravilhas não apenas com o rosto, mas com o corpo inteiro dela. Magra, mas não muito, tinha os seios de um tamanho médio e um bumbum delicioso, redondinho, apetitoso, convidativo. Percebeu meus olhares cúpidos, deu um sorriso, uma rodadinha e me perguntou:

- Que tal estou? Muita diferença de quando nos vimos pela última vez?

- Muita...e antes que pergunte já digo: mudanças para melhor. Você está linda e com um corpaço!

- Você, como sempre, um gentleman! Vê lá se vou acreditar em tudo isso que você está dizendo!!!

- Pois devia... estou sendo muito sincero.

Subimos. Ela adorou o ambiente que, de fato, era muito acolhedor. Só não tinha piscina nem chuveiro, mas uma mangueira servia para molhar os corpos de quem o desejasse. Deitou-se numa espreguiçadeira e começou a sorver a cerveja que lhe ofereci. Bebia sensualmente. Senti que ela estava me provocando. De vez em quando um filete de cerveja “escapava” de sua boca e descia, célere, em direção ao seio. Ela o segurava com o dedo, que era levado em seguida à boca e sorvido como se um pinto ela estivesse chupando. Comecei a me excitar. Quem não o faria?

Depois de muita conversa, ela se levantou, correu todas as laterais da cobertura e comentou sobre a privacidade que tínhamos.

- Este foi o fator primordial na escolha desta cobertura. Aqui podemos transitar pelados, ninguém nos vê!

- A não ser que passem de helicóptero, riu ela.

- De fato, a cobertura não é 100% privada...sempre tem uma falha!!!

- Você não tem vontade de colocar um daqueles chuveirões?

- Já pensamos nisso, mas fico com preguiça... tem aquela mangueira, quem quiser é só abrir a torneira e se molhar.

- Pois eu gostaria que você fizesse isso pra mim...O sol está muito quente, eu gostaria de me molhar um pouco.

- É prá já! E assim dizendo, fui até o tanque, coloquei a mangueira no bocal, abri a torneira e deixei a água cair no corpo dela. Ela riu, sacudiu-se toda, dizendo que a água estava gelada. Em pouco tempo ela estava ensopada, e o chão também.

Desliguei a mangueira e fui pegar outra cerveja. Súbito, me assusto com um jato d´água. Ela ligara a torneira e agora me dava um banho, dando gargalhadas devido ao susto que eu tomara.

Entrei na brincadeira...Corri atrás dela, tomei a mangueira de suas mãos e passei a despejar a água em cima dela. Ela sentou-se no chão, às gargalhadas e eu continuei a molhá-la, de cima para baixo. De forma bem sacana, despejei água com pressão nos seios dela e o sutiã soltou-se, deixando-me ver duas preciosidades... continuei a despejar água nela, agora sem a pressão de antes, apenas para molhar. Ela me olhou languidamente e, mais que depressa, puxou minha bermuda, deixando-me nu e exibindo meu pau já levemente endurecido, pois toda aquela situação era bastante excitante.

Deixei a mangueira de lado, dei-lhe a mão e a puxei para cima. Ela se levantou, nos abraçamos e nos beijamos com sofreguidão. Nunca havíamos tido nada antes. Mas sabíamos que ali, naquele momento, nos desejávamos ardentemente.

Ajoelhei-me defronte a ela e puxei a calcinha para baixo. Um tufo negro, triangular, apareceu perante meus olhos, encimando a mais linda xoxota que eu já tinha visto. Ela pingava água e eu, mais que depressa, coloquei minha boca ali, sugando a água... enfiando minha língua dentro do buraquinho precioso, procurando o grelinho e dando-lhe uma massagem que a fez ficar arrepiada. Ela me segurou pelos cabelos, fortemente, demonstrando todo o tesão de que estava imbuída naquele momento.

Levantei-me. Os seios de minha deusa me esperavam, altaneiros, desafiando a lei da gravidade, biquinhos retesados apontando para cima. Ávidos, esperavam pelos meus lábios, que, mais ávidos ainda, logo os engoliram. Minha língua passava com movimentos rápidos sobre eles, dando verdadeiras “chicotadas” que a faziam estremecer. Em seguida eu engolia um, depois o outro, mordiscava e ela, sensibilíssima, dava pulos de prazer.

Nessa altura, meu pau já quase explodia. Ao contato com seu corpo, ele se manifestava e ela, depois de segura-lo um pouco, ajoelhou-se em minha frente, olhou-o por alguns segundos e em seguida me fez um boquete sensacional. Sua boca destilava raios que percorriam meu corpo inteiro, me deixando arrepiado. Meu pau, duríssimo agora, dava pulos dentro de sua boca. Sua língua percorreu minha glande, desceu pelo tronco, lambeu minhas bolas, passou com firmeza entre o saco e o ânus, voltou, fez o caminho inverso, parou na glande e então ela engoliu meu mastro e começou a ir e vir com a boca, numa masturbação incrível, que quase me levou ao gozo.

Mas me contive. Deitei-a no chão encharcado, rolamos ali por um tempo.

Meus dedos procuraram sua fenda, lá penetraram e procuraram lhe dar o máximo de prazer, anunciando a entrada do meu pau. Coloquei suas pernas em meus ombros, levei meu pau até sua xotinha que pulsava, e enfiei de uma só vez, arrancando um suspiro profundo. Acomodei-me e comecei a puxar sua bunda em minha direção, movimentando-me sempre e arrancando expressões de prazer:

- Ahhhhhhhhhhhhh....que gostoso!!!!! Sempre quis isso, nunca tive coragem de te propor.... Vai....me come com gosto!!! Mete fundo!!! Me faz gozar muito!!! Ahhhhh... que delicia...isso, continua, não para!!!

Os gemidos e murmúrios dela só faziam aumentar meu tesão e eu obedecia, bombando sem parar dentro daquela xotinha quentinha e úmida. Quando ela sentiu que eu ia gozar, de um golpe ela saiu de mim, pegou meu pau e ficou me masturbando com rapidez. Explodi em um gozo profundo, inundando seu corpo. Deitei-me em cima dela, e nossos gozos se misturaram.

Peguei a mangueira e nos demos outro banho. Voltamos a beber cerveja, enquanto nossos olhares se encontravam, ainda cúpidos, ainda cheios de tesão, ainda loucos para recomeçarmos.

E não demorou muito para que ela chegasse até mim, despejasse a cerveja em meu corpo e viesse bebendo como se uma taça eu fosse. Logo logo meu pau deu novos sinais de vida e fui premiado com um novo boquete que o colocou em ponto de bala.

Coloquei-a deitada de bruços no chão molhado. Fiz uma massagem com minha língua, desde o pescoço até o pé. Enfiei o dedão em minha boca e o chupei. Ela se arrepiou toda. Subi e passei a beijar sua bunda roliça. Beijei-a, dei mordidas, arrancando gritinhos de satisfação. Passei a língua em seu buraquinho, enfiei um dedo, ela não falou nada em contrário.

Dois dedos exploraram seu cuzinho. Ela se remexia toda de prazer. E mais teve quando a coloquei ajoelhada, com o bumbum bem arrebitado e ali penetrei meu pau, sentindo todo o calor daquele buraquinho. Mais bombadas. Mais bombadas. E um novo gozo, dessa vez ela não tirou, deixou que eu gozasse dentro dela. Inundei-a.

Ainda ficamos ali, deitados, por um bom tempo. Mas tudo que é bom acaba. Ela precisava de ir embora. Viajaria aquela noite. Prometeu voltar. E eu prometi esperar sua volta.



Escrito por Kaplan

quinta-feira, 11 de março de 2010

Uma Lambida Diferente

Pra quem ainda não nos conhece, vamos nos descrever... Lucila é a reencarnação da perfeição.. Uma deusa de mulher.. Corpinho mignon, branquinha, seios médios, duríssimos e NATURAIS, um biquinho que é um verdadeiro convite a mordidinhas, a bunda então nem se fala... PERFEITA no tamanho e curvatura, enfim, ela é simplesmente perfeita em todos os sentidos, e eu, bem.. não sou o melhor homem do mundo no aspecto físico. Estou no alge dos mes 120k (mas emagrecendo), calvo mas me considero exótico.. Sou, de acordo com ela, possuidor das melhroes qualidades em um homem... Sou honesto, sincero, charmoso e romantico a extremos..e na cama, bem.. digamos que o meu maior prazer é ver na alma da mulher, o prazer sentido com meus toques, carinhos e carícias...
Mas vamos ao que interessa...
Após algumas inovações com minha lucila, que apesar de toda sua perfeição é casada..(o defeito é nao ser comigo,rsss) estávamos em um motel aqui em nossa cidade quando, entre beijos e toques e no alge de um 69 onde ela estava por cima de mim e minha visao privilegiada, me deixou a vontade para dar uma lambidinha naquela bundinha linda, senti uma lingua tb percorrendo o finalzinho do meu saco...
Ops.. que coisa era aquela tentando me tocar ? Não é que ela me disse que conversando com algumas amigas, uma delas disse que o namorado adorava que ela fizesse cocegas com a lingua no rabinho dele enquanto faziam um 69?
Pensei na hora em matar essa amiga, mas uma coisa tenho de dizer... NÃO É QUE FOI BOM ?
De inicio, como todo e bom hetero, fiquei meio constrangido, mas confesso que me arrepiei e ela percebendo isso, começou a dar linguadas em mim...
Após ela perceber isso, perguntou-me se poderia colocar um dedinho, assim como sua amiga fazia no namorado dela... menos mal que perguntou, kkkk
Não sei pq disse aquilo, mas falei... bem, um dedinho? ora pq nao ? Me lembrei do meu médico e meus exames de prostata, e veio logo a cabeça a imagem daquele cara de branco me enfiando um dedo...(cena ridícula, mas necessária).
Em nada se pareceu com meu médico. Lucila foi deliciosamente carinhosa e todo o respeito que sempre demosntrei por ela em tudo o que fazíamos pela primeira vez, ela teve comigo.
Levantou-se e pegou um creme hidratante em cima da estante e começou a me lubrificar... me virou, colocou-me de barriga pra cima e me levantou as pernas...
Começou a brincar com o creme em mim, me massageando, lambendo, até que senti seu dedo me invadindo..
Notei em seus olhos a excitação tomando conta dela e em cima desse prazer que estava dando a ela, confesso que senti tb. Não pelos seus dedos, pois a lingua achei deliciosa mas nao os dedos, mas sim pelo prazer que eu estava dando a ela, então, por que nao deixar ?
Quantas vezes queremos que nossas parceiras façam algo que nos de prazer, mas por nao darem prazer a elas acabam por nao fazer e nos frustram ? pois bem, pensei assim: JÁ QUE ELA QUER, ESTA GOSTANDO E SE EXCITANDO COM ISSO, PQ NAO DEIXAR?
Foram lambidas extremas, desde a cabecinha do penis ate o anus, num frenetico vai e vem, e suas maos sempre me masturbando sem parar, e seu dedinho lá atras, cutucando devagar e descobrindo o nosso ponto G.
Não aguentei e disse que iria gozar assim... Nisso, ela abocanhou-me verozmente e disse: GOZA EM MIM, AMOR... TE AMO... Se vc me deixou fazer isso que me deu prazer, agora é minha vez de retribuir...
Enchi sua boca com meu liquido quente e depois, claro, a beijei da forma mais louca possível...
Estavamos apaixonados e nada nos faria sentir nenhuma sensação desagradavel.
Apos toda essa experiencia (deliciosa e inedita), repetimos varias posições e conversamos abertamente sobre nossas fantasias e desejos mais obscuros...
Após essa tarde deliciosa de experiencias inéditas, teve de se trocar rapidamente e voltar para sua casa pra esperar o maridinho chegar... mas não sem antes me dar um beijo forte e prometer novos e maravilhosos encontros...
Mas isso já fica pra outra história...
O HOMEM VERDADEIRO É AQUELE QUE SABE SENTIR E RETRIBUIR AO PRAZER DE ESTAR COM SUA COMPANHEIRA.
Em nenhum momento me senti menos homem ao ter minha bunda invadida por um lingua. Aos que jamais tentaram, tentem e nao vão se arrepender, pois o prazer é indiscritível.
Ah Lucila... cada vez que escrevo, reeedito na memória nossas aventuras... Como esquecer a mulher quem verdadeiramente amamos ? mesmo que isso nos faça sofrer, afinal, NÃO SOU EU O SEU MARIDO...


- Todos os nossos contos são reais e vivenciados mesmo por nós dois. Estamos fazendo um blog e aos poucos contando lá tb as nossas histórias. venham nos visitar: www.blog.lovestory.zip.net


Escrito por CarinhocomSigilo

Postado por Ayesk@

Visita da sobrinha doutora e sua amiga geriatra.

Olá pessoal.
Voces já conhecem minha sobrinha doutora, Paula, de 22 aninhos, cursando o último ano de faculdade de medicina e se preparando para residência em neuro. Paulinha tem um corpinho delicioso, esculpido pela capoeira que pratica desde cedo. Uma delicia no melhor da idade, seios durinhos, coxas torneadas, bundinha durinha e redondinha e bucetinha deliciosa pouco depilada, cabelos castanhos cacheados, como na bucetinha.
Ela e uma colega de faculdade, Sonia que fará residência em gereatria, ligaram perguntando se poderiam pousar em casa pois viriam a sampa fazer inscrição em alguns hospitais de ponta para a prova de residência. Disse que seria um prazer, mas que estava sozinho em casa e a geladeira estava um pouco desfalcada pois minha esposa estava de férias na casa de meu enteado no interior.
No meio da tarde, chegaram e foram logo dominando o ambiente com sua juventude. Sonia, uma loira de 24 anos, que depois confirmei não ser loira autêntica, cumprimentou-me com um beijo e Paulinha com um beijo na boca, um abraço e um aperto na bunda. Sonia um pouco mais alta que Paula, mas não tem um corpinho atletico, mas mesmo assim, vestida com camiseta e calça jeans bem agarrada, notava-se toda beldade. Seios grandes, coxas grossas e bundinha arrebitada.
Levei-as ao quarto de hospedes para se ajeitarem e se trocarem. Paulinha mais atirada e descontraida com a minha presença, voltou para a sala de calcinha e soutien e Sonia de camiseta sem soutien e um short bem colado deixando a bundinha quase toda de fora.
- Tio, fique a vontade, sei que gosta de ficar só de calcinha em casa? Não se acanhe com nossa presença, já contei para a Sonia que voce é um cara descolado.
Fiquei a vontade, de calcinha asa delta preta e fomos até a cozinha fazer um café e conversar um pouco.
- E aí meninas e a facu? tá pegando ou estão tirando de letra?
- Ah tio, sempre pega, mas estamos indo bem e prontas para as provas de residência....
- E o senhor? tem feito os exames periódicos? o último foi quando?
- Paulinha, voce sabe que sempre espero voce para fazer os exames preliminares e os pedidos para os exames necessários. O último foi um junho do ano passado.
- Então tá na hora de fazer? mas hoje não vou me meter, vou deixar a Sonia praticar um pouco, afinal de contas ela vai fazer geriatria?
- Hum, Paulinha, tá bem, mas sabe que sou um pouco timido.....
- Não estressa tio, vamos lá.
Paulinha correu no quarto e voltou com sua maleta e a da Sonia com os instrumentos.
Sonia começou a medição do pulso e auscultar o peito.
- Sua pressão esta boa? voce fuma né? isso não é bom, seu peito esta um pouco cheio.
- Voce faz alguma atividade física?
- Faço caminhada e natação.
- Isso é bom...
- E a alimentação?
- Como de tudo, mas prefiro saladas, pouca carne e frutas. No jantar um lanche mais leve.
- Perfeito.
- Agora uma pergunta um pouco pessoal, mas tenho de fazê-la? e a parte sexual, como esta a sua ereção? qual periodicidade?
- Acho que esta boa. A ereção esta um pouco mais difícil, mas compenso com outras formas de prazer? a periodicidade é 3 ou 4 vezes por semana, depende?
- Nossa, muito bom, a ereção pode ser melhorada com alguns estimulos, hábitos alimentares e evitar o fumo. Mas qual outra forma de prazer voce se refere? E a próstata, tem feito exame de toque?
Paulinha, safada deu-me uma piscadela após as perguntas. Nesse momento perdi a vergonha e me abri.
- Doutora Sonia, a outra forma de prazer que tenho é com meu ânus. Brinco com ele e minha esposa também. A prostata acho que esta boa, o último exame foi a Paulinha que fez?
- E aí Paula, como estava a prostata do Paulo?
- No último exame estava tudo normal, mas acho que deveria fazer outro toque para verificar.
- Até faria mas não tenho luva e outros aparelhos?
- Improvise, use uma camisinha?
Essa conversa me deixou sem jeito e meio encabulado, afinal de contas era uma estranha que iria me explorar.
- Tio, vamos fazer o exame, deite na cama do quarto?
Fomos até o quarto, Paulinha tirou minha calcinha deixando-me pelado e posicionou-me para o exame.
Sonia vestiu a camisinha no dedo e começou a me explorar.
- Paulo, voce esta com o ânus um pouco lasceado?
- Sei doutora, já faz alguns anos que minha esposa explora-o.
- A prostata esta normal, somente o ânus um pouco lasceado, mas isso pode ser considerado normal, visto que sua esposa tem o hábito de brincar com ele. Voce tem relação com homens?
- È doutora, tenho sim mas somente com familiares e sempre com camisinha?
- Como assim com familiares?
- Com meu enteado, com meu cunhado e agora com meu sobrinho?
- Nossa? e isso é frequente?
- Não, só esporadicamente, todos são do interior.A única que é frequente é a esposa.´
- Tome cuidado com doenças venérias, use sempre camisinha e um gel. cuide-se?
- Ei tio, voce se esqueceu de me colocar nessa lista também...rsrsrs. Sonia, eu também já explorei esse ânus com a cinta da tia? é muito gostoso..rsrsrsr
- Paulinha voce é foda né, vai me deixar sem jeito e a doutora vai pensar que sou gay?
- Mentira, ele não é gay não Sonia? ele tem o pinto pequeno mas é gostoso.Peça para deixar comer a bundinha, eu já experimentei, né tio?
- Caralho Paulinha, assim voce vai deixar a Sonia sem jeito?
- Não ligue pra ela doutora ela é espivetada assim mesmo...rsrsrs
- Ih Paulo eu conheço a peça, não ligo não, mas confesso que fiquei curiosa e com vontade de experimentar também?
- Eh,eh, tio, sabia que ela não ia aguentar e acabaria saboreando a sua rosquinha e seu pinto......
- E aí tio.....vamos? vou preparar esse pinto.....
- Porra paulinha voce não tem jeito né......
Paulinha segurou meu pinto e começou a me punhetar enquanto Sonia se despia. Tirou a camiseta e soltou seus seios enormes mas durinhos, com os mamilos eretos....
Quando ela tirou o shorts, comprovei a falsa loira, uma bucetinha carnuda com seus pelos negros bem depilados e uma bunda maior que a da Paulinha mas saborosa.
Sonia ajudou Paula na punheta até meu pinto ficar duro com seus 8cm, então Paula colocou Sonia de quatro na beirada da cama, vestiu uma camisinha no meu pinto e com um gel começou a lubrificar seu ânus.
- Pronto Sonia, sinta que delicia de pauzinho?
- Ai Paulo vai devagar, não costumo dar o cuzinho, meu noivo tem um pau grande e grosso e sempre que tento dói muito.
- Relacha Sonia, o tio come gostoso....
Percebi que o cuzinho da Sonia era apertadinho, então com o gel, fiquei brincando com o dedo até que ela relachou e começei a penetrá-la delicadamente. Enfiei a cabeça, provocando um gritinho e um gemido. Ela retraiu o cuzinho quase esmagando minha cabeça.
- Relache Sonia, assim não vai doer.....
Enfiei a cabeça do meu pinto no seu cuzinho apertadinho, mas assim que entrou, ela começou a gemer de tesão....
- Nossa Paulinha, bem que voce falou, que delicia de pintinho, ai Paulo enfia mais, vai, pode enfiar esse pauzinho todo....
- Tá bom Sonia, vou enfiar ele todo para voce rebolar gostoso, toma tesuda, engole ele todo....
Nem percebi que Paulinha havia saído do quarto, mas logo retornou, vestindo a cinta da Andréia minha esposa, já lubrificada e se posicionou atrás de mim...
- Isso tio, fode gostoso o cuzinho da Sonia, que vou comer seu cuzinho também...
Paula deu um tapa na minha bundinha e começou a enfiar o dedo para lascear minha rosquinha....
- Nossa tio, nem precisa lascear, a sua rosquinha esta no ponto, vou enterrar o meu pau nela..rsrsrs...hummmm...delicia.....
Paulinha enterrou o pau na minha rosquinha até o fundo e começou a socar devagar.
Aproveitei o movimento e socava o cuzinho da Sonia também, que começava a delirar...
- Aaiii, tesão...hummmm....soca Paulo, soca......nunca imaginei que teria tesão em levar no cuzinho, que delicia.....hummmmmmmm.
- Então Sonia, não falei que o pauzinho do tio era delicioso para comer um cuzinho...porque voce acha que só dou o cuzinho pra ele..rsrsrsr
- Ai, Paula, verdade, que delicia de pauzinho, ai caralho acho que vou gozar....Paulo enche meu cuzinho de leite enche...vai...vamos gozar juntos...delicia.....
Sonia gozou e logo em seguida gozei também, mas Paulinha ainda se deliciava na minha bundinha, mas logo parou e convidou Sonia a experimentar....
- Pronto Sonia, vista a cinta e veja porque adoram essa rosquinha.....
Paulinha vestiu a cinta na Sonia, que sem nenhum jeito não acertava o buraco do meu cuzinho, até que Paulinha segurou o pau e enfiou a cabeça no meu buraquinho e soltando o pau disse:
- Pronto Sonia, agora é só enterrar e começar a socar bem gostoso.....
- Caralho, que tesão Paula, nunca pensei que fosse comer um cuzinho com pau e tudo...delicia.....toma Paulo, sente meu pau enterrando na sua rosquinha.....toma tesudo...Bem que voce disse Paulinha, essa rosquinha é deliciosa, olha só essa bundinha redondinha e com marquinha de sol, delicia, mais gostosa do que muita garota da facu..rsrsrsr.
Paulinha só respondia com a cabeça, pois estava mamando meu pinto e logo em seguida ficou de quatro na minha frente na cama e escancarou a sua bucetinha para uma mamada deliciosa....Minha língua enterrava na sua bucetinha e a ponta do meu nariz roçava no seu cuzinho fazendo-a delirar e rebolar de tesão, puxando minha cabeça.
- Ai tio, que delicia, enterra a língua na minha bucetinha, vai, tesão...aiiiiiii...hummmmmmmmm.....Sonia, vou gozar, aiiii....
- Eu também estou quase gozando Paulinha que tesão de metida, caralho.....aiiiiiiii...
As duas gozaram quase que ao mesmo tempo e logo desfaleceram na cama. Sonia tirou o pau do meu cuzinho bem devagar e despencou na cama ao lado da Paulinha que ainda gemia de tesão da gozada.
- Nossa Paula que tesão, foi a primeira vez que dei o cuzinho com tesão e que comi um cuzinho também, que loucura........delirei....
- É Sonia, não falei que meu paciente era especial..rsrsrsrs.
- Agora entendeu porque gostam do meu cuzinho, Sonia. Não resisto e sinto o maior tesão em dar o cuzinho, além de comer uma bucetinha e um cuzinho com meu pauzinho..rsrsrsr
- Paula, nunca imaginei, adorei....
Fomos os três para o banho. Ficou um pouco apertado mas nos deliciamos no banho nos tocando e nos ensaboando, explorando os corpos daquelas meninas deliciosas. Elas me fizeram colocar uma camisinha embaixo d'água e ficaram jogando o sabonete no chão para a outra pegar somente se debruçando e arregaçando o cuzinho para eu dar algumas estocadas.O difícil foi lavar minha bundinha pois ambas ficavam ensaboando-a e brincando com o dedo na minha rosquinha...foi um banho delicioso.
Enfim terminamos, jantamos e fiz elas deitarem cedo para acordarem bem para a prova de residência.
Foi um dia especial e espero que se repita qualquer hora...
Beijos a todos e até o próximo...

Escrito por Sogro