domingo, 28 de fevereiro de 2010

Um Quase Estupro no Estacionamento do Shopping

Lucia, casada um exemplo de mulher; trabalhadora, carinhosa e atenciosa com os filhos e seu marido, como dizem por ai uma verdadeira lady na sociedade.

Sua mente escondia uma série de fantasias sexuais algumas jamais poderia dizer ao seu marido, outras ele já até realizou. Lucia adora sentir que é observada, isto a excita muito. Por isto quando sai, normalmente está bem produzida, com isto ganha muito a atenção de muitos homens por onde passa.

Lucia e seu marido foram ao Shopping fazer compras e como sempre ela estava radiante, diversos olhares masculinos eram desviados para ela, o seu jeito descontraído ajudava mais ainda a ficar de fato apaixonado por ela.

Sentaram-se para comer alguma coisa na praça de alimentação, seu marido foi enfrentar a fila para pegar um lanche e deixou-a ali sentada, Lucia era observada e admirada por alguns, mas não tinha a idéia que dentre eles havia um em especial que a seguia de forma doentia e obcecada.

Havia um homem um pouco a sua frente, bem vestido, terno, gravata todo social, tinha belos traços no rosto. Trocaram olhares e sorrisos tímidos, Lucia olhou para o seu marido, avistando ele na fila distraído olhando o painel com os preços dos lanches.

Lucia que estava com um vestido florido, tecido leve, curto mostrava bem suas pernas e deixava muito feliz quem estava atrás dela nas escadas rolantes, pois era possível admirar parte de sua bunda e calcinha, a qual ela fazia questão de mostrar.

E ali na mesa ela sorrindo para aquele rapaz abriu um pouco mais suas pernas mostrando-lhe sua calcinha, Lucia olhava a boca dele e sentia uma extrema vontade de beijá-lo. Ele a comia com os olhos e começou a apertar seu membro por cima da calça.

De repente o marido de Lucia chega, fazendo-a levar um enorme susto, estava com os lanches na mão. Comeram e durante o tempo todo ela trocava olhares rápidos com o rapaz.


Pedro, marido de Lúcia começou a beijá-la e abraçá-la, e ela sempre olhando para o rapaz, soltando sorrisos enquanto seu marido passeava com sua mão sutilmente pelo seu corpo. Ela pediu para seu marido lhe abraçar, pediu isto esboçando um sorrido safado e enquanto estavam abraçados ela abriu o zíper de Pedro e tirou o pau dele pra fora iniciando uma punheta, fazia isto olhando para o rapaz que parecia estar suando frio olhando a cena.

Pedro tentou convencê-la a não fazer isto ali, mas ela estava com muito tesão e fez seu marido gozar nas suas mãos. Ela se limpou e Pedro ajeitou-se rapidamente, Lucia pediu que a aguardasse, pois iria ao banheiro lavar as mãos e saiu deixando Pedro. Passou pelo rapaz lhe lançando um olhar incriminador.

Saindo do banheiro Lucia avistou o rapagão no corredor, encostado a parede, chegou até ele, trocaram olhares por segundos e sem dizer nada se beijaram.

Após o beijo ele tentou dizer algo, mas Lúcia colocou um dedo na boca do rapaz, fazendo sinal de negativo com a cabeça e então saiu voltando para seu marido, não notando que foi observada o tempo todo.

Lucia retornou para seu marido e saíram, hora de ir embora, então se dirigiram para o subsolo 3 do shopping onde estava o carro. Enquanto Pedro guardava as compras no porta mala do Meriva, Lúcia foi pagar o estacionamento.

Quando voltou, reparou que o marido já estava dentro do carro. Quando abriu a porta do carro e olhou para seu marido se assustou e ia gritar, porém seu grito foi abafado por uma mão que logo tampou sua boca e ela sentiu um corpo chegando por trás dela encoxando-a.

Lúcia ficou aflita, olhava para o marido que estava com os braços para trás algemado e ao mesmo tempo com um silver tape na boca e ainda com os olhos vendados.

Ao pé do ouvido Lucia ouviu:

- Xiuuu, seja uma boa menina – Os olhos de Lúcia foram vendados antes que ela pudesse identificar o agressor.

- Vamos entre no carro, iremos transar bem gostoso e seu marido irá ouvir o quão putinha você é, e seja uma menina obediente para que eu não me enfeze e resolva te matar.

Aquele homem desconhecido abaixou o banco do passageiro deixando Lucia deitada no carro, entrou no carro e fechou a porta deitando-se sob Lúcia e logo começou a passar a mão pelo seu corpo, beijar e morder seu ombro, orelha.

Passavam-se mil coisas na cabeça de Lúcia, a coincidência daquilo ocorrer era enorme, pois aquilo era um fetiche seu. Então ela começou a dizer com voz de choro:

- Por favor, pare com isto, nos deixe em paz.

Porém ela jogou os braços em volta daquele homem e o beijou com fervor, ela estava excitada, ele a olhava sorrindo, e então enfiou um tapa na cara de Lúcia, gritando:

- Cala a boca!

Com um estilete ele começou a cortar o vestido de Lúcia que se debatia no carro e continuava a suplicar para ele parar, mas que no fundo era tudo fachada, ela desejava aquilo e o seu agressor sabia muito bem daquilo.

Ele a deixou nua e segurando-as pernas dela as abriu colocando-a em seus ombros e começou a chupar a boceta dela, e falava ao pé do ouvido de Pedro:

- Estou neste momento chupando bem gostoso a boceta de sua esposa e ela esta sendo uma boa menina.

Lucia soltou gemidos, não conseguia segurar seu tesão, já não se escutava mais as súplicas dela. Então o agressor ajeitou-se entre as pernas dela e a penetrou, se beijavam intensamente, era possível escutar os estalos dos beijos e o desconhecido começou a estocar forte em Lúcia e ela gemia, gemia e levou sua mão no braço de seu marido e o apertou bem forte enquanto recebia com violência uma rola desconhecida.

Depois ele a colocou de quatro e avisou o seu marido que iria comer o cuzinho dela, e o fez, Lúcia suava de tesão, era enrabada com bastante força, depois de inúmeras estocadas o agressor soltou:

Arhh vou te encher de porra!

Lúcia tirou o pau dele de sua bunda e em um giro rápido ficou de frente para ele, tateou o ar alcançou o pau dele segurando-o firme e começou a chupá-lo. O agressor soltou um riso irônico, chegou ao ouvido de Pedro dizendo:

- Meu amigo, sua esposa está chupando meu pau sem ao menor eu exigir e ....

- Acabei de encher a boquinha dela de porra.

O agressor enfiou alguns tapas na cara de Lúcia, depois se ajeitou e então saiu do carro.

Lúcia ficou ali deitada por uns segundos, pensando em tudo, sabia que havia perdido a cabeça. Viu que o agressor deixou a chave das algemas no colo de seu marido, ela o soltou tirando-lhe também o silver tape e a venda, eles se olharam, sem nada dizer, era notável a expressão de raiva de Pedro, mas ele nada disse e apenas ligou o carro e partiu.

O caminho todo foi licencioso e a entrada a casa também. Lucia entrou nua para sua casa e foi para o quarto, precisava tomar um banho. Ao abrir o armário para pegar sua toalha ficou surpresa ao ver uma rosa e um bilhete sob a toalha. O bilhete dizia:

“Sei de seus desejos, fantasias e fetiches, te observo mais do que pode imaginar. Espero que goste de rosas. Beijos, Sádico Misterioso”.

Lúcia, guardou a rosa e o bilhete em sua bolsa, e ali no quarto sorria sozinha, lembrou-se de tudo e desejou ter muito mais do que aquilo.

***** Lucia Debiase este conto é dedicado para você, ou melhor, este é o seu conto. Fiquei muito feliz com sua participação ao me passar tanta coisa sobre seus desejos, sonhos, ajudou-me muito na criação e evolução da história. Espero que goste.

E agora, quem será a próxima vítima?


Escrito por Sadico_Misterioso

Um comentário:

O Garoto do Blog. disse...

Nossa você tem uma imaginação e tanto em relações sexuais meio que um tanto violentas em, mais é legal
se era o que ela tava querendo né faser o que

Sinceramente: O Garoto do Blog.