sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Casa dos Prazeres Escusos


Felícia e Rain são 2 amigas desde os tempos de escola.
Sempre foram confidentes uma da outra e agora perto de completarem 10 anos de casadas encontravam-se num dilema sério....
Para ambas, o casamento já estava com as cores esmaecidas e o sexo com os maridos que nos primeiros anos era diário tinha se tornado uma coisa monótona. Mesmo com ensaios
de tapinhas na bunda e nas pernas e até uma sessão light de bondage (amarrar com cordas ou com algemas) ao espaldar da cama, elas não conseguiam mais gozar tão facilmente e sobretudo com a mesma intensidade do início do casamento.
Por outro lado, não queriam trair seus maridos e se atirar nos braços dos inúmeros Ricardões que as cantavam pois ambas ainda tinham bons atrativos, pelo risco de um possível envolvimento com os novos pretendentes e da descoberta do ‘affair’ pelos maridos.
Felicia sonhava com uma penetração de um membro bem duro em sua boceta, que a espetasse com vontade e rapidez até fazer jorrar seu suco. Rain já era vidrada em levar no rabo, mas seu marido americano era frontalmente contra tal aberração, e a deixava ao sabor de inúmeros consolos que mesmo vibratórios não a satisfaziam como realmente queria. Desejava uma vara bem dura e rápida em seu ânus guloso, ao mesmo tempo em que uma mão máscula lhe enfiasse alguns dedos na vagina e a sacudisse até fazer o creme espirrar de sua cona.
Sonhavam ambas com algo que ao mesmo tempo as satisfizessem e as fizessem pagar por tão lúbricos pensamentos e quiças.. atos.
Finalmente o momento chegou. Numa revista especializada em ‘Bondage / BDSM’ que surrupiaram da casa de uma amiga fora do eixo.., leram sobre a ‘Casa dos Prazeres Escusos’, a tal da ‘KINK’, que ficava num bairro de baixa reputação da cidade.
Com um certo medo foram as duas visitar a tal casa mas o aspecto inicial do local (parecia uma oficina) e os diversos ferros e apetrechos espalhados pelo local, causou nelas uma certa repugnância ao mesmo tempo que uma grande curiosidade.
Na entrevista com um senhor de uns 50 anos, ele as acalmou dizendo que a casa era visitada e os procedimentos utilizados por varias senhoras e senhoritas da sociedade local, o que as deixou um pouco mais tranqüilas. Expuseram seus desejos e o tal Senhor (Carl) disse que poderia resolver ambos os casos com total discrição.
Felicia e Rain foram então convidadas a remover integralmente suas vestes em compartimentos diferentes, após o qual tiveram cada uma seus seios fortemente amarrados por cordas para forçar o sangue a se concentrar na superfície da pele, tornando os peitos quase que como dois tomates, e Felicia foi escolhida como a primeira ‘vitima’ do tratamento escuso.
Dois fortes rapazes a viraram de cabeça pra baixo e gentilmente a colocaram de costas contra uma parede com braçadeiras de ferro. Apoiaram sua cabeça no chão e abaixaram as pernas dela até que os pés novamente se apoiassem no chão, com as pernas abertas quase num ângulo de 90 graus. Desta forma o cú dela ficava na vertical, e sua boceta ficava igualmente exposta ao deleite de quem a fosse tratar. Braçadeiras de ferro fixavam seus tornozelos, coxas e pulsos, travando integralmente seus movimentos e quaisquer tentativas de evasão da garota, que agora começava a pensar se aquilo tinha realmente sido uma boa idéia.....
Ao fundo, uma tela gigante de televisão deixava ver a visão perversa do seu rabo empinado, e ela tentava se acomodar ou talvez mesmo sentir se conseguiria escapar das braçadeiras, quando ouviu passos de botas pesadas e viu as pernas de um homem trajando um macacão cinza surrado de oficina se aproximando dela, e sem ser avisada tomou uma chicotada de hastes múltiplas de couro em sua bunda indefesa.
Deixou escapar um gemido, e logo depois ganhou mais uma, duas, três, quatro, cinco, seis chicotadas cada vez mais fortes em suas maçãs da bunda, fazendo-as avermelharem com as palmadas e extraindo gritos e gemidos, ao mesmo tempo em que seus olhos se enchiam de lágrimas.
E as chicotadas agora atingiam em cheio sua vagina depilada.
O martírio não parecia ter fim, e seu cú se contraía a cada chapoletada que ganhava. Quando o homem finalmente se cansou e se afastou, Felicia pode identificar o sujeito. Era o tal do Carl que a tinha entrevistado. Como estava vestido parecia um operário de oficina e seus olhos demonstravam um prazer maquiavélico em executar aquilo. Voltou com uma vara fina e comprida e com ela bateu devagarzinho mas repetidas vezes contra o grelo e o cú da menina, depois contra cada maçã das nádegas, deixando-as rubras e arrancando novos gritos da paciente. Depois novas varadas contra as batatas das pernas que por estarem contraídas, lhe doeram bastante.
Passou então a lhe espetar os seios vermelhos com a vara e então subitamente se afastou e voltou com um novo instrumento de tortura... um vibrador elétrico cuja grande cabeça encostou em sua vulva, arrancando gritos de surpresa e de prazer. Quando ela já estava pensando em desistir, Carl voltou com a mão toda melecada por uma gosma e enterrou-lhe um depois outro, depois dois dedos na boceta e lhe tocou uma siririca rápida, profunda e violenta, que a fez gozar vorazmente, e se afastou de novo.
Só então notou que havia um aparelho pendurado na parede acima dela. Carl regulou o aparelho e enfiou a ponta na forma de um cacete em sua boceta. Trouxe então o vibrador agora com um pé próprio e o apoiou no grelo de Felicia.
O que viria agora... ?
Sentiu o vibrador ser ligado e o seu grelo sofrer com a sensação.. e de repente notou que a maquina da parede tinha sido ligada e o cacete de ferro passou a entrar e a sair de sua xoxota de maneira ainda lenta mas já lhe causando uma sensação jamais experimentada. Felicia gemia de susto e de prazer. Carl parecia estar tratando de uma máquina.
Logo a seguir chegou com um lubrificador de maquinas e esguichou óleo lubrificante em sua boceta, deixando a maquina trabalhar mais livremente em seu corpo.
Felicia estava completamente à mercê das máquinas que literalmente lhe extraiam o suco do prazer e gemidos os mais diversos associados à posição constrita e à incapacidadede se libertar. Mais lubrificante foi esparramado em suas partes íntimas e de novo as maquinas foram ligadas, desta vez em velocidade máxima. Era a tortura do prazer no seu limite. Felicia jorrava gozo por todos os seus buracos.
Seu rosto estava molhado do seu próprio creme.
Assim como tinha começado, de repente acabou...
E ela foi libertada..
Começava agora o tratamento da sua amiga Rain...
No outro compartimento da casa, Rain havia sido colocada de barriga pra cima com as costas apoiadas sobre uma fina plataforma de madeira e com a cabeça enterrada numa espécie de gaiola de madeira, sem poder ver absolutamente nada do que estava passando. Suas pernas foram levantadas e inseridas num barrote de madeira, enquanto suas mãos foram presas em caixas menores grudadas à parede. Seu cú e boceta jaziam à mostra e.. disposição do seu algoz.
Novamente dela se aproximou Carl ainda vestido com seu sujo macacão de oficina cheirando a óleo de máquina. Com a vara fina, Carl começou lhe aplicando varadas nas solas dos pés. Como ardia aquilo, coitadinha. Daí passou a lhe aplicar a cabeça do aparelho vibrador em sua boceta. Rain só ouvia os passos dele e tentava advinhar o que viria a seguir. Novamente o vibrador a torturou.
Ouviu passos e sentiu a mão de Carl lhe testar o interior da vagina com um dois e três dedos e também lhe tocar uma violenta e profunda siririca. Voltaram as varadas e o vibrador, arrancando gemidos da menina assustada.
Que castigo era esse, só porque queria gozar e sentir um pauzinho no cú... ???
Carl se afastou e voltou novamente enfiando 3 dedos em sua boceta e a sacudindo com os dedos lá dentro até faze-la gozar.. Depois sem avisar atochou-lhe os dedos no ânus aberto e os rodou dentro dos seus intestinos o quanto gostou de fazer. Aquilo a fazia gozar e gritar de prazer ao mesmo tempo. E tudo com a cabeça na caixa de madeira, em plena escuridão.
Ouviu o som de uma máquina elétrica de aparafusar e sentiu de repente lhe enfiarem algo na bunda. Era a ponta do estilete em forma de pica que Carl lhe alojava no rabo. Um certo desconforto foi precedido da máquina sendo ligada e aquela jeba passando a penetrar e sair do seu cú em movimentos lentos que foram sendo aumentados na freqüência e complementados pelo malvado homem de macacão que lubrificava suas partes íntimas, em especial a auréola do cú de Rain com óleo de máquina.
A velocidade do suplicio foi aumentada e as maçãs de sua bunda tremiam com a violência da penetração anal e tudo isso tremendamente aumentado pela escuridão em que era obrigada a passar por estar sua cabeça dentro da pequena caixa. Seu cú ardia com a fome da máquina em lhe invadir o seu reto, e as lágrimas se lhe corriam pela face penetrando em suas orelhas..
Tentou gritar mas seu grito saía entrecortado...
De repente tudo parou, mas por pouco tempo pois o malvado Carl voltou e lhe enterrou de novo mais alguns dedos na cona e os sacudiu lá dentro fazendo Rain gozar copiosamente enquanto xingava tudo que sabia.
Súbito... o silêncio.... O procedimento tinha sido concluído.
Ambas haviam gozado como nunca, e .. não haviam traído seus maridos com outros homens, mas... também não queriam que seus maridos viessem a saber do tratamento pelo qual haviam passado e combinaram silêncio mútuo sobre o assunto.
Nas noites e semanas seguintes sonhavam com a máquina furadora de bocetas e de cús e com aquela mão grossa de Carl lhes extraindo o suco do prazer.
Será que voltariam à Casa dos Prazeres Escusos ???




Escrito por Carla Zéfira
Postado por Ayesk@

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