domingo, 28 de fevereiro de 2010

Um Quase Estupro no Estacionamento do Shopping

Lucia, casada um exemplo de mulher; trabalhadora, carinhosa e atenciosa com os filhos e seu marido, como dizem por ai uma verdadeira lady na sociedade.

Sua mente escondia uma série de fantasias sexuais algumas jamais poderia dizer ao seu marido, outras ele já até realizou. Lucia adora sentir que é observada, isto a excita muito. Por isto quando sai, normalmente está bem produzida, com isto ganha muito a atenção de muitos homens por onde passa.

Lucia e seu marido foram ao Shopping fazer compras e como sempre ela estava radiante, diversos olhares masculinos eram desviados para ela, o seu jeito descontraído ajudava mais ainda a ficar de fato apaixonado por ela.

Sentaram-se para comer alguma coisa na praça de alimentação, seu marido foi enfrentar a fila para pegar um lanche e deixou-a ali sentada, Lucia era observada e admirada por alguns, mas não tinha a idéia que dentre eles havia um em especial que a seguia de forma doentia e obcecada.

Havia um homem um pouco a sua frente, bem vestido, terno, gravata todo social, tinha belos traços no rosto. Trocaram olhares e sorrisos tímidos, Lucia olhou para o seu marido, avistando ele na fila distraído olhando o painel com os preços dos lanches.

Lucia que estava com um vestido florido, tecido leve, curto mostrava bem suas pernas e deixava muito feliz quem estava atrás dela nas escadas rolantes, pois era possível admirar parte de sua bunda e calcinha, a qual ela fazia questão de mostrar.

E ali na mesa ela sorrindo para aquele rapaz abriu um pouco mais suas pernas mostrando-lhe sua calcinha, Lucia olhava a boca dele e sentia uma extrema vontade de beijá-lo. Ele a comia com os olhos e começou a apertar seu membro por cima da calça.

De repente o marido de Lucia chega, fazendo-a levar um enorme susto, estava com os lanches na mão. Comeram e durante o tempo todo ela trocava olhares rápidos com o rapaz.


Pedro, marido de Lúcia começou a beijá-la e abraçá-la, e ela sempre olhando para o rapaz, soltando sorrisos enquanto seu marido passeava com sua mão sutilmente pelo seu corpo. Ela pediu para seu marido lhe abraçar, pediu isto esboçando um sorrido safado e enquanto estavam abraçados ela abriu o zíper de Pedro e tirou o pau dele pra fora iniciando uma punheta, fazia isto olhando para o rapaz que parecia estar suando frio olhando a cena.

Pedro tentou convencê-la a não fazer isto ali, mas ela estava com muito tesão e fez seu marido gozar nas suas mãos. Ela se limpou e Pedro ajeitou-se rapidamente, Lucia pediu que a aguardasse, pois iria ao banheiro lavar as mãos e saiu deixando Pedro. Passou pelo rapaz lhe lançando um olhar incriminador.

Saindo do banheiro Lucia avistou o rapagão no corredor, encostado a parede, chegou até ele, trocaram olhares por segundos e sem dizer nada se beijaram.

Após o beijo ele tentou dizer algo, mas Lúcia colocou um dedo na boca do rapaz, fazendo sinal de negativo com a cabeça e então saiu voltando para seu marido, não notando que foi observada o tempo todo.

Lucia retornou para seu marido e saíram, hora de ir embora, então se dirigiram para o subsolo 3 do shopping onde estava o carro. Enquanto Pedro guardava as compras no porta mala do Meriva, Lúcia foi pagar o estacionamento.

Quando voltou, reparou que o marido já estava dentro do carro. Quando abriu a porta do carro e olhou para seu marido se assustou e ia gritar, porém seu grito foi abafado por uma mão que logo tampou sua boca e ela sentiu um corpo chegando por trás dela encoxando-a.

Lúcia ficou aflita, olhava para o marido que estava com os braços para trás algemado e ao mesmo tempo com um silver tape na boca e ainda com os olhos vendados.

Ao pé do ouvido Lucia ouviu:

- Xiuuu, seja uma boa menina – Os olhos de Lúcia foram vendados antes que ela pudesse identificar o agressor.

- Vamos entre no carro, iremos transar bem gostoso e seu marido irá ouvir o quão putinha você é, e seja uma menina obediente para que eu não me enfeze e resolva te matar.

Aquele homem desconhecido abaixou o banco do passageiro deixando Lucia deitada no carro, entrou no carro e fechou a porta deitando-se sob Lúcia e logo começou a passar a mão pelo seu corpo, beijar e morder seu ombro, orelha.

Passavam-se mil coisas na cabeça de Lúcia, a coincidência daquilo ocorrer era enorme, pois aquilo era um fetiche seu. Então ela começou a dizer com voz de choro:

- Por favor, pare com isto, nos deixe em paz.

Porém ela jogou os braços em volta daquele homem e o beijou com fervor, ela estava excitada, ele a olhava sorrindo, e então enfiou um tapa na cara de Lúcia, gritando:

- Cala a boca!

Com um estilete ele começou a cortar o vestido de Lúcia que se debatia no carro e continuava a suplicar para ele parar, mas que no fundo era tudo fachada, ela desejava aquilo e o seu agressor sabia muito bem daquilo.

Ele a deixou nua e segurando-as pernas dela as abriu colocando-a em seus ombros e começou a chupar a boceta dela, e falava ao pé do ouvido de Pedro:

- Estou neste momento chupando bem gostoso a boceta de sua esposa e ela esta sendo uma boa menina.

Lucia soltou gemidos, não conseguia segurar seu tesão, já não se escutava mais as súplicas dela. Então o agressor ajeitou-se entre as pernas dela e a penetrou, se beijavam intensamente, era possível escutar os estalos dos beijos e o desconhecido começou a estocar forte em Lúcia e ela gemia, gemia e levou sua mão no braço de seu marido e o apertou bem forte enquanto recebia com violência uma rola desconhecida.

Depois ele a colocou de quatro e avisou o seu marido que iria comer o cuzinho dela, e o fez, Lúcia suava de tesão, era enrabada com bastante força, depois de inúmeras estocadas o agressor soltou:

Arhh vou te encher de porra!

Lúcia tirou o pau dele de sua bunda e em um giro rápido ficou de frente para ele, tateou o ar alcançou o pau dele segurando-o firme e começou a chupá-lo. O agressor soltou um riso irônico, chegou ao ouvido de Pedro dizendo:

- Meu amigo, sua esposa está chupando meu pau sem ao menor eu exigir e ....

- Acabei de encher a boquinha dela de porra.

O agressor enfiou alguns tapas na cara de Lúcia, depois se ajeitou e então saiu do carro.

Lúcia ficou ali deitada por uns segundos, pensando em tudo, sabia que havia perdido a cabeça. Viu que o agressor deixou a chave das algemas no colo de seu marido, ela o soltou tirando-lhe também o silver tape e a venda, eles se olharam, sem nada dizer, era notável a expressão de raiva de Pedro, mas ele nada disse e apenas ligou o carro e partiu.

O caminho todo foi licencioso e a entrada a casa também. Lucia entrou nua para sua casa e foi para o quarto, precisava tomar um banho. Ao abrir o armário para pegar sua toalha ficou surpresa ao ver uma rosa e um bilhete sob a toalha. O bilhete dizia:

“Sei de seus desejos, fantasias e fetiches, te observo mais do que pode imaginar. Espero que goste de rosas. Beijos, Sádico Misterioso”.

Lúcia, guardou a rosa e o bilhete em sua bolsa, e ali no quarto sorria sozinha, lembrou-se de tudo e desejou ter muito mais do que aquilo.

***** Lucia Debiase este conto é dedicado para você, ou melhor, este é o seu conto. Fiquei muito feliz com sua participação ao me passar tanta coisa sobre seus desejos, sonhos, ajudou-me muito na criação e evolução da história. Espero que goste.

E agora, quem será a próxima vítima?


Escrito por Sadico_Misterioso

Tia desencaminha Estudante


Sai da aula chateada com meu namorado pela pressão que ele estava fazendo para eu transar com ele. Ao chegar em casa não consegui entrar pois não levei a chave e meus pais tinham saído. Fui então para a casa de uma amiga dos meus pais a quem eu chamo de Tia devido ao carinho com o qual sempre me tratou desde que eu era pequena.

Tia Renata é uma morena bonita com a pele cor de avelã, cabelos negros e chama a atenção pela bunda grande e bonita que meu pai vive comentando e provocando ciúmes na minha mãe. Eu também sempre tive um tesão nela, mas me contive até hoje pois me considero hetera.

Chegando na casa dela, um apartamento de frente para o mar com uma piscininha no terraço, encontrei a porta aberta e fui entrando, quando me deparei com ela lendo no sofá da sala.

- Oi Nadine. Que que você tá fazendo aqui ?

- Oi Tia. Então, eu fui em casa mas meus pais não estão em casa, e eu to sem a chave.

- Não tem problema, só assim você me visita. Senta aqui ! Então Nadine, por que você está assim tão tristinha, tão pra baixo ?

- Então Tia, meu namorado quer muito transar, mas eu não quero, mesmo porque minha mãe disse que eu tenho que casar virgem. Não sei mais o que eu faço....

- Gente, que besteira, quando eu tinha a sua idade eu também era virgem, mas eu dava a minha bundinha..

- A bundiiiiinha ?

- Isso mesmo. Voce nunca tentou ?

- Nãaao, eu tenho medo

- Ahh então a titia vai te ensinar. ...

Então, primeiro deixa eu ver se o teu cuzinho dá pra gente brincar, porque tem cuzinhos que são muito apertadinhos e aí não dá..

- E que que eu faço ?

- Tira as calças para eu ver.. Tenha medo não, deixe de ser boba..

Eu então me levantei, fiquei de costas pra minha tia, desabotoei minha bermuda, abaixei minhas calcinhas até ao meio das minhas coxas, e minha tia me fez inclinar pra frente e me abriu as maçãs da minha bunda e examinou o buraquinho do meu cú. Morri de vergonha.

- Abaixa, abaixa mais !!

- Uiii

- Nooossa, você tem um cú lindo. Vai aprender a dar o cú bem gostoso.

E me deu uma palmadinha na bunda, me levando depois para o quarto dela e me tirando a roupa até eu só ficar de calcinha, e ela tirando também a roupa dela menos as calcinhas.

Comecei a ficar apavorada com o que ia acontecer comigo e a abracei dizendo que estava com medo, mas ela me acariciou os cabelos e me confortou:

- Não fica não. Vou fazer devagarzinho... Você não vai sentir nada....

Daí ela foi no armário e buscou um monte de brinquedos coloridos os mais variados. Eram consolos e alargadores e tinha até um cinto (strap) para encaixar os consolos.

- Mas tia, que é isso tudo aqui ?

- Isso tudo é pra botar no seu cuzinho... Você não vai sentir nada.

Olhei incrédula um cacetão vermelho e outro amarelo

E pensei.. .”Caraca.. não vou sentir nada é ?’

Tá bom deixa..

- E esse grande ?

- Esse a gente põe depooois. A gente começa com esse pequenininho (um alargador anal)

- E esse ? (fiz eu pegando num aparelhinho que parecia um ovinho comprido com um fiozinho terminando num controle de vibração.

- Esse Nadine, você vai adooorar.

.Daí ela me ordenou que virasse de bundinha pra cima, ajoelhando sobre a cama e me fez pegar um travesseiro e colocá-lo sob a minha barriga, me forçando as costas pra baixo para empinar bem meu bumbum estudantil.

Nesse momento senti nítidamente que minha tia estava com um tesão incontrolável em mim e exalava um cheiro de fêmea que junto com um perfume maravilhoso que estava usando me enchia as narinas.

Suas mãos aveludadas estudavam minhas coxas, minha bunda e minhas costas com uma intensidade parecida com a que meu namorado vinha me fazendo nos últimos dias. Minha xoxota começou a babar em antecipação.

Abaixou então minhas calcinhas novamente até o meio das minhas coxinhas de boneca e perguntou se realmente até aquele momento a minha xoxotinha nunca tinha levado pica. Eu disse que não, ela perguntou se podia dar um beijinho nela.. Fiquei sem graça pois nunca tinha imaginado que uma mulher pudesse botar a boca na minha bocetinha.

Minha tia então se ajoelhou atrás de mim aos pés da cama e iniciou uma lenta lambida na minha xaninha virgem e eu morri de vergonha. Que língua quente e arteira tinha a minha tia safada. Comecei a soltar meu mel na boquinha dela. Aquilo tava gostosodemais da conta e eu falei isso pra ela, o que a deixou ainda mais excitada. Ela sugava meu grelinho, que nunca tinha sequer experimentado uma boquinha nele e eu estava indo a lua e voltando em estertores de prazer.

Daí ela se levantou, pegou um tubo de vaselina liquida e disse para eu nunca dar o meu cuzinho sem antes te-lo lubrificado com bastante gelzinho, e enquanto falava me introduziu um dedinho molhado no ânus, que eu achei geladinho, e novamente me deu a maior vergonha mas um tesão quentíssimo.

- Olha só esse cuzinho comendo o dedinho da titia.

Apertei mais ainda meu cú no dedo dela.

Aí abriu minha bunda e espraiou os lábios da minha buceta comentando que meu grelo era altinho,e grossinho e bom de chupar, e me perguntou se só mesmo depois do casamento eu ia dar o meu cabacinho. Eu disse firmemente que sim, e ela disse que era um desperdício.

Disse então que iria começar colocando um brinquedinho pra descontrair o meu cuzinho, e colocando uma camisinha no ovinho comprido enterrou ele lentamente no meu rabo deixando o fio com controle de fora, o qual ela sacanamente ligou no máximo. Adooooorei.

O brinquedinho zumbia dentro das minhas pregas e a sensação era inebriante. Podia deixar ele la’ dentro pelo resto da vida...

- Aaaaaai que delícia...

- Tá gostoso ?

Daí ela começou a me fazer uma massagem no meu Grelinho e eu comecei a rebolar sem parar de prazer.

- Nadine, tenho certeza que você vai sair daqui querendo dar o cuzinho.

Daí ela me avisou que ia sacar o aparelhinho do meu bumbum e me mandou relaxar enquanto puxava pela camisinha. Dei um gritinho na hora que alargou e saiu do meu cú.

Daí ela pegou outro alargador em estágios de cor Vermelha, enfiou outra camisinha nele e o vaselinou regiamente passando então a me enterrar ele no olho do meu furingo. Quando a bola maior começou a forçar o meu ânus eu comecei a reclamar.

- Aaaaaai

- Ah relaxa, respira fundo !

- Não tia, nãaaaaaaao tia !!!

- Fala pra mim que não tá gostoso

- Não põe tudo, por favor... Tá bom chega, Tá abrindo meu cuzinho.. aii.. eu to com medo, ai.ai..ai..ai

- Mas é essa mesmo a intenção.. Pronto.. descabaçou !

Nessa hora o consolo tinha entrado até o talo.

Após um tempinho ela começou a puxar o consolo com dificuldade para fora e a bola grande novamente distendeu meu ânus no limite. Não sentia dor mas um calor gostoso no cú enquanto ouvia a tia comentar:

- Agora você tá com o cú bem aberto pra levar um pau de verdade.

Daí ela rapidamente vestiu o cinto (strap) já com um Consolo amarelo, e comigo ainda de quatro se posicionou atrás de mim, colocou um pé na cama e outro no chão, mirou a chapeleta do consolo no meu pobre buraquinho traseiro e disse:

- Agora você vai sentir na pele o que uma mulher sente quando está sendo enrabada.

Ela então encostou a cabeça do caralho amarelo na minha olhota e me mandou relaxar. Senti aquilo duro me invadinho o cú e comecei a gritar e a espernear.

Nem tanto de dor mas mais de susto e da sensação inédita de ter uma naba no rabo. Parecia um grande supositório me enrabando.

Minha tia então, completamente irreconhecível subiu na cama, me segurou firme pelas ancas e meteu vara como se homem fosse. Levei no cu pela primeira vez na minha vida em alto estilo e por uma amiga dos meus pais.. Ah se eles soubessem a depravada da amiga que tinham e o que estavam fazendo com a filhinha deles. A mulher me fudia com voracidade alargando minhas pregas até o fundo dos meus intestinos. Eu batia minhas perninhas contra a cama, gritava e dizia que meu cuzinho nunca mais iria ser o mesmo.

De repente desandei a gozar naquela pica de plástico e sob o peso daquela fêmea nas minhas costas. Cruzei minhas perninhas e envernizei mesmo o corpo do caralho.

Agora eu tinha mesmo perdido meu cabaço anal e tinha sido promovida a fêmea fudente, não sendo mais uma réles siririqueira.

Depois que ela me desenrabou, eu perguntei se aquele cacete de plástico tinha mesmo entrado todo no meu rabo e ela confirmou. Perguntei então se um cacete de verdade era muito diferente de um de plástico e ela disse que quando maior e mais grosso um de verdade mais daria prazer e me confidenciou que uma vez deu o cú para um vizinho de pau grosso, mas me pediu sigilo para que o marido dela nunca soubesse.

Botou-lhe um bonito par de cornos..

Eu fiquei tão contente que a abracei e disse que de agora em diante já me sentia a vontade e com vontade de dar meu cuzinho para o meu namorado.

Dali fomos para o chuveiro, onde a danada não resistiu e me lambeu de novo a perereca me fazendo agora gozar na boca da safada...

Depois fomos para a piscina.

Quando vi minha tia sentadinha na escada, não resisti e resolvi provar na minha boca e língua uma bocetinha também e disse que aquela chupadinha seria em agradecimento ao que ela tinha me proporcionado. Chupei-a até ela gozar copiosamente na minha boquinha, e que gosto bom de xota tinha ela..

Ai que delicia...

Espero que eu não tenha ficado lésbica, porque que eu gostei da brincadeira.. ah iiiiiiiiisso gostei !!!


Beijinho,

Nadine




Escrito por Nadine.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Casa dos Prazeres Escusos


Felícia e Rain são 2 amigas desde os tempos de escola.
Sempre foram confidentes uma da outra e agora perto de completarem 10 anos de casadas encontravam-se num dilema sério....
Para ambas, o casamento já estava com as cores esmaecidas e o sexo com os maridos que nos primeiros anos era diário tinha se tornado uma coisa monótona. Mesmo com ensaios
de tapinhas na bunda e nas pernas e até uma sessão light de bondage (amarrar com cordas ou com algemas) ao espaldar da cama, elas não conseguiam mais gozar tão facilmente e sobretudo com a mesma intensidade do início do casamento.
Por outro lado, não queriam trair seus maridos e se atirar nos braços dos inúmeros Ricardões que as cantavam pois ambas ainda tinham bons atrativos, pelo risco de um possível envolvimento com os novos pretendentes e da descoberta do ‘affair’ pelos maridos.
Felicia sonhava com uma penetração de um membro bem duro em sua boceta, que a espetasse com vontade e rapidez até fazer jorrar seu suco. Rain já era vidrada em levar no rabo, mas seu marido americano era frontalmente contra tal aberração, e a deixava ao sabor de inúmeros consolos que mesmo vibratórios não a satisfaziam como realmente queria. Desejava uma vara bem dura e rápida em seu ânus guloso, ao mesmo tempo em que uma mão máscula lhe enfiasse alguns dedos na vagina e a sacudisse até fazer o creme espirrar de sua cona.
Sonhavam ambas com algo que ao mesmo tempo as satisfizessem e as fizessem pagar por tão lúbricos pensamentos e quiças.. atos.
Finalmente o momento chegou. Numa revista especializada em ‘Bondage / BDSM’ que surrupiaram da casa de uma amiga fora do eixo.., leram sobre a ‘Casa dos Prazeres Escusos’, a tal da ‘KINK’, que ficava num bairro de baixa reputação da cidade.
Com um certo medo foram as duas visitar a tal casa mas o aspecto inicial do local (parecia uma oficina) e os diversos ferros e apetrechos espalhados pelo local, causou nelas uma certa repugnância ao mesmo tempo que uma grande curiosidade.
Na entrevista com um senhor de uns 50 anos, ele as acalmou dizendo que a casa era visitada e os procedimentos utilizados por varias senhoras e senhoritas da sociedade local, o que as deixou um pouco mais tranqüilas. Expuseram seus desejos e o tal Senhor (Carl) disse que poderia resolver ambos os casos com total discrição.
Felicia e Rain foram então convidadas a remover integralmente suas vestes em compartimentos diferentes, após o qual tiveram cada uma seus seios fortemente amarrados por cordas para forçar o sangue a se concentrar na superfície da pele, tornando os peitos quase que como dois tomates, e Felicia foi escolhida como a primeira ‘vitima’ do tratamento escuso.
Dois fortes rapazes a viraram de cabeça pra baixo e gentilmente a colocaram de costas contra uma parede com braçadeiras de ferro. Apoiaram sua cabeça no chão e abaixaram as pernas dela até que os pés novamente se apoiassem no chão, com as pernas abertas quase num ângulo de 90 graus. Desta forma o cú dela ficava na vertical, e sua boceta ficava igualmente exposta ao deleite de quem a fosse tratar. Braçadeiras de ferro fixavam seus tornozelos, coxas e pulsos, travando integralmente seus movimentos e quaisquer tentativas de evasão da garota, que agora começava a pensar se aquilo tinha realmente sido uma boa idéia.....
Ao fundo, uma tela gigante de televisão deixava ver a visão perversa do seu rabo empinado, e ela tentava se acomodar ou talvez mesmo sentir se conseguiria escapar das braçadeiras, quando ouviu passos de botas pesadas e viu as pernas de um homem trajando um macacão cinza surrado de oficina se aproximando dela, e sem ser avisada tomou uma chicotada de hastes múltiplas de couro em sua bunda indefesa.
Deixou escapar um gemido, e logo depois ganhou mais uma, duas, três, quatro, cinco, seis chicotadas cada vez mais fortes em suas maçãs da bunda, fazendo-as avermelharem com as palmadas e extraindo gritos e gemidos, ao mesmo tempo em que seus olhos se enchiam de lágrimas.
E as chicotadas agora atingiam em cheio sua vagina depilada.
O martírio não parecia ter fim, e seu cú se contraía a cada chapoletada que ganhava. Quando o homem finalmente se cansou e se afastou, Felicia pode identificar o sujeito. Era o tal do Carl que a tinha entrevistado. Como estava vestido parecia um operário de oficina e seus olhos demonstravam um prazer maquiavélico em executar aquilo. Voltou com uma vara fina e comprida e com ela bateu devagarzinho mas repetidas vezes contra o grelo e o cú da menina, depois contra cada maçã das nádegas, deixando-as rubras e arrancando novos gritos da paciente. Depois novas varadas contra as batatas das pernas que por estarem contraídas, lhe doeram bastante.
Passou então a lhe espetar os seios vermelhos com a vara e então subitamente se afastou e voltou com um novo instrumento de tortura... um vibrador elétrico cuja grande cabeça encostou em sua vulva, arrancando gritos de surpresa e de prazer. Quando ela já estava pensando em desistir, Carl voltou com a mão toda melecada por uma gosma e enterrou-lhe um depois outro, depois dois dedos na boceta e lhe tocou uma siririca rápida, profunda e violenta, que a fez gozar vorazmente, e se afastou de novo.
Só então notou que havia um aparelho pendurado na parede acima dela. Carl regulou o aparelho e enfiou a ponta na forma de um cacete em sua boceta. Trouxe então o vibrador agora com um pé próprio e o apoiou no grelo de Felicia.
O que viria agora... ?
Sentiu o vibrador ser ligado e o seu grelo sofrer com a sensação.. e de repente notou que a maquina da parede tinha sido ligada e o cacete de ferro passou a entrar e a sair de sua xoxota de maneira ainda lenta mas já lhe causando uma sensação jamais experimentada. Felicia gemia de susto e de prazer. Carl parecia estar tratando de uma máquina.
Logo a seguir chegou com um lubrificador de maquinas e esguichou óleo lubrificante em sua boceta, deixando a maquina trabalhar mais livremente em seu corpo.
Felicia estava completamente à mercê das máquinas que literalmente lhe extraiam o suco do prazer e gemidos os mais diversos associados à posição constrita e à incapacidadede se libertar. Mais lubrificante foi esparramado em suas partes íntimas e de novo as maquinas foram ligadas, desta vez em velocidade máxima. Era a tortura do prazer no seu limite. Felicia jorrava gozo por todos os seus buracos.
Seu rosto estava molhado do seu próprio creme.
Assim como tinha começado, de repente acabou...
E ela foi libertada..
Começava agora o tratamento da sua amiga Rain...
No outro compartimento da casa, Rain havia sido colocada de barriga pra cima com as costas apoiadas sobre uma fina plataforma de madeira e com a cabeça enterrada numa espécie de gaiola de madeira, sem poder ver absolutamente nada do que estava passando. Suas pernas foram levantadas e inseridas num barrote de madeira, enquanto suas mãos foram presas em caixas menores grudadas à parede. Seu cú e boceta jaziam à mostra e.. disposição do seu algoz.
Novamente dela se aproximou Carl ainda vestido com seu sujo macacão de oficina cheirando a óleo de máquina. Com a vara fina, Carl começou lhe aplicando varadas nas solas dos pés. Como ardia aquilo, coitadinha. Daí passou a lhe aplicar a cabeça do aparelho vibrador em sua boceta. Rain só ouvia os passos dele e tentava advinhar o que viria a seguir. Novamente o vibrador a torturou.
Ouviu passos e sentiu a mão de Carl lhe testar o interior da vagina com um dois e três dedos e também lhe tocar uma violenta e profunda siririca. Voltaram as varadas e o vibrador, arrancando gemidos da menina assustada.
Que castigo era esse, só porque queria gozar e sentir um pauzinho no cú... ???
Carl se afastou e voltou novamente enfiando 3 dedos em sua boceta e a sacudindo com os dedos lá dentro até faze-la gozar.. Depois sem avisar atochou-lhe os dedos no ânus aberto e os rodou dentro dos seus intestinos o quanto gostou de fazer. Aquilo a fazia gozar e gritar de prazer ao mesmo tempo. E tudo com a cabeça na caixa de madeira, em plena escuridão.
Ouviu o som de uma máquina elétrica de aparafusar e sentiu de repente lhe enfiarem algo na bunda. Era a ponta do estilete em forma de pica que Carl lhe alojava no rabo. Um certo desconforto foi precedido da máquina sendo ligada e aquela jeba passando a penetrar e sair do seu cú em movimentos lentos que foram sendo aumentados na freqüência e complementados pelo malvado homem de macacão que lubrificava suas partes íntimas, em especial a auréola do cú de Rain com óleo de máquina.
A velocidade do suplicio foi aumentada e as maçãs de sua bunda tremiam com a violência da penetração anal e tudo isso tremendamente aumentado pela escuridão em que era obrigada a passar por estar sua cabeça dentro da pequena caixa. Seu cú ardia com a fome da máquina em lhe invadir o seu reto, e as lágrimas se lhe corriam pela face penetrando em suas orelhas..
Tentou gritar mas seu grito saía entrecortado...
De repente tudo parou, mas por pouco tempo pois o malvado Carl voltou e lhe enterrou de novo mais alguns dedos na cona e os sacudiu lá dentro fazendo Rain gozar copiosamente enquanto xingava tudo que sabia.
Súbito... o silêncio.... O procedimento tinha sido concluído.
Ambas haviam gozado como nunca, e .. não haviam traído seus maridos com outros homens, mas... também não queriam que seus maridos viessem a saber do tratamento pelo qual haviam passado e combinaram silêncio mútuo sobre o assunto.
Nas noites e semanas seguintes sonhavam com a máquina furadora de bocetas e de cús e com aquela mão grossa de Carl lhes extraindo o suco do prazer.
Será que voltariam à Casa dos Prazeres Escusos ???




Escrito por Carla Zéfira
Postado por Ayesk@

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sou Casada e Muito Safada!!!


SOU CASADA, MULATA QUARENTONA. O QUE VOU RELATAR AQUI ACONTECEU EM JUNHO. POIS BEM! SOU CASADA SEMPRE DESDE SOLTEIRA SOU MUITO FOGOSA DO TIPO QUE FANTASIA SEXO DAS MAIS VARIADAS FORMAS, ATÉ AI TUDO BEM!. NO COMEÇO DO ANO EU E MEU MARIDO FOMOS VISITAR NOSSOS FAMILIARES NO INTERIOR DE SP UMA CIDADEZINHA MUITO PEQUENA RODEADA POR SITIOS, E POR LÁ FICAMOS UMA SEMANA, VISITAMOS NOSSOS AMIGOS QUE A MUITO TEMPO NÃO VIAMOS OLHA FOI UMA DELICIA DE VIAGEM, NO DIA ANTERIOR A NOSSA VOLTA NOSSOS PARENTES FIZERAM UM CHURRASCO FOI O DIA TODO MUITA CERVEJA E CARNE. EM UMA CONVERSA COM UMA AMIGA DE INFANCIA A (D) QUARENTONA TAMBEM ELA ME PERGUNTOU SE EU NÃO PRECISAVA DE ALGUEM PARA TRABALHAR COMO DOMÉSTICA NA NOSSA CASA, POIS A FILHA DELA QUE VOU CHAMAR DE (M) 26 ANOS MULATA BUNDA GRANDE,ESTAVA DESEMPREGADA E PRECISAVA DE TRABALHAR. AI ELA SUGERIU QUE A (M) DE DIA TRABALHASSE EM CASA E ANOITE IRIA ESTUDAR. A PRINCIPIO OLHANDO PARA (M) ME PASSOU PELA CABEÇA QUE COM AQUELA MULHER DENTRO DA MINHA CASA PODERIA ROLAR UM CHIFRE NA MINHA CABEÇA, MAS FIQUEI DE CONVERSAR COM MEU MARIDO ALI MESMO NO CHURRASCO E DARIA A RESPOSTA, E O FIZ FALEI COM ELE, E ELE APROVOU A VINDA DA (M) PARA A NOSSA CASA AQUI EM SP, POIS NOSSOS FILHOS SÃO CASADOS E MORAMOS SÓ NÓS DOIS NUMA CASA GRANDE COM 3 QUARTOS E NÃO HAVERIA PROBLEMA. AI PROCUREI A (D) E DISSE QUE ESTAVA TUDO BEM QUE NO OUTRO DIA IRIAMOS VOLTAR E QUE A (M) VIESSE COM A GENTE NO CARRO. NOS PRIMEIROS DIAS DE (M) EM CASA TUDO NORMAL ELA ERA MUITO PRENDADA FAZIA O SERVIÇO TODO DA CASA E QUANDO EU E MEU MARIDO CHEGAVAMOS EM CASA ESTAVA TUDO LIMPO, ROUPA PASSADA, A COMIDA PRONTA, QUE ESPETÁCULO ERA A (M). PASSADO UMA SEMANA A (M) ME DISSE QUE TINHA UM NAMORADO LÁ NA NOSSA CIDADE QUE GOSTARIA DE VIR VISITA-LA, MAS NÃO TINHA ONDE FICAR, E ELA ME DISSE QUE ESTAVA COM MUITA SAUDADES DELE. EU E MEU MARIDO APROVAMOS A VISITA DELE, NOSSA! ELA FICOU FELIZ DEMAIS.

CHEGOU O SABADO ELE IRIA DESEMBARCAR NA RODOVIARIA EU E MEU ESPOSO E A (M) FOMOS BUSCAR O (J.E), NÃO O CONHECIAMOS MAS ERA UM RAPAZ COM SEUS 29 ANOS MORENO MAIS OU MENOS 1.70 ALT. SIMPLES, TIMIDO DEMAIS, QUASE NÃO FALAVA. E SEMPRE QUE ALGUEM VEM NOS VISITAR FAZEMOS UM CHURRASQUINHO, POIS GOSTAMOS DE UMA CERVEJINHA. NESSE SABADO BEBEMOS VARIAS CERVEJAS A (M) ESTAVA TODA EUFÓRICA COM A PRESENÇA DO NAMORADO, QUANDO POR VOLTA DE 23HS RESOLVEMOS IR DORMIR. PELO TEMPO QUE A (M) NÃO VIA O (J.E) COMECEI A FANTASIAR A TREPADA QUE ELES IRIAM DAR, MEU MARIDO DORMIU LOGO POIS ESTAVA ALTO DE CERVEJA E EU ALI COMECEI A ME MASTURBAR E GOZEI E ADORMECI. NA MESMA NOITE JÁ ERA POR VOLTA DE 1H DA MANHÃ ACORDEI COM GEMIDOS QUE VINHA DO LADO DE FORA DA CASA FIQUEI TENTANDO OUVIR, MAS A CURIOSIDADE MATA, LEVANTEI NA PONTA DOS PÉS E FUI PROCURAR DE ONDE VINHA AQUELE GEMIDOS, VINHA DOS FUNDOS PERTO DO TANQUE, SEM FAZER BARULHO ABRI UMA FRESTA NO VITRÔ TIVE UMA IMAGEM DE FILME PORNÔ. OLHA A CENA! A (M) EM PÉ APOIADA NO TANQUE COM A BUNDA EMPINADA E O (J.E) COM AS CALÇAS ABAIXADA NO TORNOZELO E FODENDO ELA COM FORÇA, OUVIA-SE O BARULHO "PLA, PLA, PLA", NOSSA! MINHA BUCETA MORDEU A CALCINHA, ENSOPOU, EU NA VERDADE QUERIA ESTAR NO LUGAR DELA, FIQUEI MAIS TARADA AINDA QUANDO PUDE VER O DOTE DAQUELE HOMEM TIMIDO, QUANDO ELE TIROU TODO O PAU DELA E VOLTOU A ENFIAR. QUANDO VI QUE ELES GOZARAM E FICARAM AGARRADOS POR UM TEMPO, SAI DE FININHO E VOLTEI PARA A CAMA, TENTEI ACORDAR MEU MARIDO PARA ME FODER MAS FOI EM VÃO ELE ESTAVA DORMINDO COMO UMA PEDRA O JEITO FOI ME ACABAR COM MEUS DEDOS. NO OUTRO DIA CEDO JÁ ACORDEI COM A BUCETA EM BRASA, POIS VOLTAVA AQUELA CENA NA MINHA CABEÇA. LEVANTEI TOMEI UM BANHO COLOQUEI UMA SAIA DE TECIDO MOLE, CALCINHA FIO DENTAL, UMA BLUSA BEM DECOTADA, EU ESTAVA PRONTA PRO ABATE!, MEU MARIDO QUANDO ACORDOU! ASSUSTOU! ME DISSE: "QUE DELICIA! ME DEU UM BEIJO! ME PUXOU PRO QUARTO, ARRANCOU MINHA CALCINHA, ME COLOCOU DE QUATRO NA CAMA E PASSOU A CABEÇA DO PAU DELE NA MINHA RAXA, QUE ESTAVA MOLHADA E ENTROU! ERA O QUE EU MAIS PRECISAVA PARA ACALMAR MEUS ANIMOS, ELE ENTROU E EU FUI GOZANDO SEM PARAR. EU NEM BANHO TOMEI, QUERIA QUE O (J.E) SENTISSE O CHEIRO DE SEXO, POIS QUERIA ATRAI-LO. FUI FAZER O CAFÉ E MEU MARIDO FOI A PADARIA, QUANDO DERREPENTE OUÇO PASSOS VINDO DO QUARTO ERA O (J.E) FALOU BOM DIA, COM OS OLHOS ARREGALADOS, ME FITOU DE CIMA EM BAIXO COMO SE QUIZESSE ME COMER. AQUILO ME DEIXOU COM MUITO TESÃO!. PERGUNTEI DA (M) ELE DISSE QUE ELA ESTAVA NO BANHO, E ELE PERGUNTOU DO MEU MARIDO, EU DISSE QUE ELE ESTAVA PARA CHEGAR QUE TINHA IDO COMPRAR PÃO, TENTEI PUXAR CONVERSA MAS A TIMIDEZ DELE NÃO AJUDAVA. TUDO TRANSCORREU NA MAIOR NORMALIDADE NO FINAL DA TARDE O LEVAMOS NA RODOVIARIA E FICOU DE VOLTAR DALI A 15 DIAS. E OS 15 DIAS SE PASSAM EU TRANSANDO COM MEU MARIDO QUASE TODOS OS DIAS LEMBRANDO DA CENA NO TANQUE, DOS GEMIDOS, DA METIDA COM FORÇA QUE O (J.E) FAZIA COM A (M) EU FIQUEI LOUCA E QUERIA QUE O (J.E) ME PEGASSE DAQUELE JEITO E NO DIA QUE NÃO TRANSAVA COM MEU MARIDO EU ME MASTURBAVA, FIQUEI DOIDA MESMO, MAS SABIA QUE MINHA PRESA ESTAVA PARA VOLTAR, CONTEI NOS DEDOS E ENFIM CHEGOU AQUELE SABADO MARAVILHOSO, EU EMPUTECI, COLOQUEI UMA SAIA QUASE TRANSPARENTE QUE DAVA PARA VER A CALCINHA BRANCA PARA QUE PUDESSE IR NA RODOVIARIA BUSCA-LO. QUANDO CAIU A NOITE COMPRAMOS CERVEJA E PIZZA. E EU APROVEITAVA QUANDO O MEU MARIDO E A (M) SE DISTRAIAM EU FAZIA QUESTÃO DE ABRIR AS PERNAS PARA (J.E) VER A MINHA CALCINHA ENFIADA NA MINHA RAXA, EU JÁ HAVIA BEBIDO ALGUMAS LATINHAS DE CERVEJA E A SAFADEZA QUE TOMAVA CONTA DE MIM, DEI UMAS PISCADAS PARA ELE, MAS ELE TIMIDO QUE ERA, SORRIA E ABAIXAVA A CABEÇA. BOLEI VÁRIOS PLANOS PARA PODER DAR PRA (J.E) MAS ERA TODOS FURADO NÃO IA DAR CERTO. MAS RESOLVI APELAR TEVE UMA HORA QUE MEU MARIDO FOI AO BANHEIRO E A (M) FOI TROCAR O CD QUE HAVIA ACABADO. EU APROVEITEI O MOMENTO ABRI AS PERNAS, ERGUI A SAIA, PUXEI A CALCINHA E ABRI A BUCETA COM OS DEDOS (J.E) LEVOU UM SUSTO E DISSE: "A SENHORA TÁ LOUCA"!, RESPONDI: TÔ LOUCA SIM! PARA QUE VC FAÇA O QUE FEZ COM A (M) LÁ NO TANQUE. TUDO FOI MUITO RAPIDO AI A (M) VOLTOU TINHA COLOCADO UM NOVO CD DE PAGODE E MEU MARIDO VOLTOU! E ASSIM FICAMOS. JÁ TINHA DADO SINAL VERDE PARA O (J.E) AGORA ERA COM ELE. FIZ COMO DA OUTRA VEZ, EU E O MARIDÃO FOMOS DEITAR, MAS FIQUEI ESPERANDO A CENA PORNÔ DO TANQUE, COMEÇOU A GEMEÇÃO EU FOI NOVAMENTE VER, MINHA BUCETA PARECIA QUE IA EXPLODIR, EU ASSISTINDO DO VITRÔ E ME MASTURBANDO! GOZEI VARIAS VEZES, ELES ACABARAM EU FUI ME DEITAR! ADORMECI MAIS TARADA AINDA DO QUE DA PRIMEIRA VEZ. QUANDO ERA POR VOLTA DE 5HS DA MANHÃ ACORDEI COM UM BARULHO DE PORTA, LEVANTEI NA PONTA DO PÉ ABRI A PORTA ERA O (J.E) ENTRANDO NO BANHEIRO. ERA O MOMENTO! ALI MESMO TIREI A CALCINHA, E ABRI A PORTA DO BANHEIRO ENTREI E TRANQUEI! O (J.E) LEVOU UM SUSTO, SEM FALAR NADA AO ABRACEI POR TRÁZ E FUI DIRETO COM A MÃO NAQUELE PAU GRANDE E GROSSO, EM BALANCEI PARA ELE, VIREI ELE, ABAIXEI E SEQUEI O PAU DELE COM A LINGUA E ABOCANHEI AQUELA TORA, COM O CHEIRO DA BUCETA DA (M). QUE PAU! MINHA BUCETA IMPLORAVA A MAIS DE 15 DIAS PARA SER INVADIDA POR AQUELE PAU. SEM MUITA FRESCURA, SEM PERDA DE TEMPO, SEM FALAR NADA. ME APOIEI NO VASO DO BANHEIRO, ELE VEIO POR TRÁZ GUIOU A CABEÇA DO PAU NA MINHA BUCETA EM BRASA, PARECIA UMA CADELA NO CIO, (J.E) ENTROU COM TUDO! MINHA BUCETA CONTRAIA MORDENDO AQUELE PAU E GOZANDO COMO UMA LOUCA E NÃO PODIA GEMER E NEM FAZER BARULHO. PEDI QUE ELE PARASSE POIS QUERIA DAR PRA ELE LÁ NO TANQUE E NOS DIRIGIMOS A VARANDA, FIQUEI NA MESMA POSIÇÃO QUE A (M) FICAVA QUANDO ELES TRANSAVAM. ESSE (J.E) ME FODEU MUITO, GOZEI TANTO QUE FIQUEI FRACA DE PERNA MOLE. A SORTE É QUE O MEU MARIDO TEM UM SONO PESADO. TERMINAMOS, EU E ELE FOMOS CADA UM PARA SEU QUARTO, NO OUTRO DIA ESTAVA TUDO NORMAL. DEPOIS QUE (J.E) FOI EMBORA, LOGO A NOITE EU E MEU MARIDO FOMOS NOS DEITAR COMEÇOU A ME BOLINAR E DISSE QUE TINHA UMA FANTASIA!, EU PERGUNTEI QUAL ERA? ELE DISSE QUE QUERIA ME COMER LÁ NA VARANDA! LEVEI UM CHOQUE TENHO CERTEZA QUE ELE VIU!



Escrito por PauloElizabeth
Postado por Ayesk@

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Transando com o cunhado do meu enteado


Eu vivia em um relacionamento falido,casada na época com um homem 27 anos mais velho que eu e um péssimo marido...Ele tinha um filho com minha idade e uma nora que morava com a gente na época,essa nora tinha um irmão que eu conheci em uma festa em minha casa e que hoje é meu atual marido.

Quando o vi pela primeira vez ,nossa!...fiquei encantada não só com a beleza e sim com a educação e carisma,um homem de muitas qualidades.

Na época ele era casado e nos respeitavamos muito,embora eu queria mesmo era beijar aquela boca gostosa,acariciar teu corpo,mais tinha que me controlar e consegui por 3 anos ,o tempo em que ele se divorciou e onde tudo começou.

Ele foi morar na casa da irmã dele e eu ia sempre lá para conversar ,dar risadas e era sempre muito bom,só que ele sempre mantinha uma certa distancia...Então conversei com a irmã dele que era muito minha amiga e tudo fluiu maravilhosamente bem.

Ela conversou com ele sobre meu interesse e no dia seguinte ele estava me ligando,marcamos de nos encontrar no dia seguinte ...No dia combinado,enquanto eu tomava banho e ensaboava todo meu corpo me preparando para aquela noite ,eu ia pensando em tudo que iria acontecer naquela noite e isso me excitava.

Terminado o banho,passei meu creme em todo meu corpo me perfumei,coloquei uma calcinha preta que parecia uma sainha ,uma saia jeans,uma blusinha preta, salto alto, cabelos soltos, realmente eu estava bonita , dei uma ultima olhada no espelho e fui ao meu tão esperado encontro.

Chegando lá, estacionei o carro e toquei a campainha e ele logo atendeu e mandou eu subir o elevador do prédio...quando a porta do elevador se abriu lá estava ele,lindo com uma camisa vermelha,uma calça preta social e muito cheiroso , ele me deu um beijo e me convidou para entrar .

Quando ele fechou a porta,olhei para ele e sem saber bem o que fazer ,como agir,acabei agindo por impulso,o encostei na parede,dei um beijo de lingua e aquele beijo me enlouqueceu de tesão,os beijos foram ficando mais quentes, comecei a desabotoar tua camisa e olhando para ele fui descendo minha lingua pela tua barriga, esfreguei meu rosto em tua calça que me mostrava todo o volume do teu membro e teus gemidos me excitavam, me enlouqueciam.

Abri tua calça, tirei teu membro ereto para fora, comecei a acaricia-lo,passar a lingua pelo teu saquinho, passava lingua em toda a extensão do teu membro,o chupava,sugava,brincava com minha lingua e olhava para ele.

Ele gemia e não mais aguentando me puxou para cima,me encostou na parede e me beijou,olhou para mim e disse:

Agora é minha vez,foi beijando meu pescoço,meus lábios,acariciava meu corpo e eu gemia de tanto tesão,nossa ! Teus lábios quentes descendo pelo meu pescoço,beijando meus seios,me causando um tesão enorme...Olhei para ele e disse :

- Te quero agora,me come gostoso,que hoje sou toda tua,quero sentir voce e agora...ele me pegou no colo,me colocou na cama dele,tirou minhas sándalias,me olhando ele acariciava meus pés, meu corpo,tirou minha blusa, minha saia e me deixou só de calcinha,ele colocou minha calcinha de ladinho,e começou a me chupar,o prazer era tanto que eu enlouqueci...me come ,minha voz já saia mais como um susurro e ele se encaixou no meio das minhas coxas e foi me penetrando bem devagar.

Tuas estocadas começaram bem lentas e eu pedindo mais ,vai gatinho mais forte,mais forte,me come gostoso,assimmmmmmmmmmmm,issoooooooooooooo,que deliciaaaaaaaa,hummmm,quero ficar de quatro para voce,virei minha bundinha redondinha para cima,olhei para ele que estava atras de mim e disse:

É assim que eu gosto,ele encaixou teu membro na entrada da minha bucetinha e me penetrou,tuas estocadas eram fortes e entre uma estocada e outra eu gozei,comecei a rebolar e me mexer em teu membro,a respiração dele foi ficando forte e percebi que ele estava perto de gozar,pedi para ele gozar em meus seios,me virei de frente para ele e o chupava até que ele encheu meus seios ,minha boca com teu leitinho quentinho.

Transamos duas vezes naquela noite, os encontros ficaram cada vez mais frequentes, aluguei uma casa e seis meses depois ele me pediu em casamento, estamos juntos a cinco anos e agora voces conhecem o começo de nossa história.



Escrito por PenelopeCharmosa

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O Vagão 3004


Sexta-Feira, Emmanuelle trabalhava até mais tarde finalizando um relatório gerencial que precisaria estar pronto para uma reunião de resultados no dia seguinte.
Noiva, 22 anos, possuía um jeito encantador; carinhosa, meiga e dona de um corpo pecaminoso, desejado por muitos em seu ambiente de trabalho onde a maioria era do sexo masculino, ela era tratada como uma Deusa entre eles.
Apesar de toda sua pureza Emmanuelle tinha fantasias e fetiches sexuais que muitos não acreditariam se ela contasse, nunca havia tido a coragem de realizá-los, mas eles dominavam sua mente, seus sonhos e pensamentos.
Eram 23h30minh quando Emmanuelle saiu de sua sala, precisaria correr para pegar o último metrô, por isto saiu às presas. Na portaria Paulo, segurança do prédio ofereceu-se para acompanhá-la até a estação e ela aceitou.
Foram conversando e Paulo não conseguia deixar de olhá-la com desejo, ela estava linda com uma saia social que ia até os joelhos, meia-fina, salto-alto e uma blusinha com botões ligeiramente abertos, mostrando parte de seus seios.
Chegando a estação, despediram-se e ele ficou observando-a até que ela sumisse do seu campo de visão.
O metrô chegou, havia poucas pessoas aguardando-o na plataforma, Emmanuelle entrou no vagão 3004; estava vazio e naquela estação, mais três pessoas entraram nele. O metrô partiu e Emmanuelle tirou seu ipod da bolsa colocou os fones de ouvido e também abriu o livro que havia começado a ler naquela semana, distraída não notava que era observada e fortemente desejada.
Na estação seguinte um casal entrou sentando-se próximo a ela, os mesmos desceram três estações depois juntamente com mais duas pessoas que estavam naquele vagão. Emmanuelle lançou um olhar para trás, não via ninguém no vagão, o metrô seguia viagem e ela continuava distraída com sua leitura e música.
A próxima e última estação era a dela, faltava pouco para chegar, guardou seu livro e ficou escutando uma música que a fazia cantarolar baixinho. Eis que de repente surge uma mão com um pano umedecido no seu nariz e um braço a segurando forte, ela começou a se sentir fraca, tentava se debater, mas não conseguiu ter forças até que desmaiou.
Chegado à última estação o agressor a deitou no chão daquele vagão e deitou sob ela, ficou ouvindo os passos do guarda da estação que do lado de fora observava se ficara alguém nos vagões, ele não os viu. O metro seguiu depois parando dentro do túnel, as luzes foram desligadas, o agressor aguardou até ouvir os passos do condutor do metro passar.
Cerca de 15min Emmanuelle começou a despertar. Ao lembrar-se do ocorrido bateu-lhe um desespero que a levou a se debater e foi onde percebeu que suas mãos estavam algemadas nas barras de cima do metro.
Emmanuelle começou a chorar e suplicar para deixá-la em paz, foi então que ela sentiu um corpo encostando-se atrás dela, encoxando-a, mãos começaram a passear pelo seu corpo passando-a massagear seus seios por cima de sua blusinha.
Enquanto o agressor abria botão por botão da blusinha de Emmanuelle com toda calma do mundo, ela ouvia ao pé do ouvido:
- Xiuuuu seja uma boa menina que prometo a você que não vou machucá-la.
- Não, por favor, me solte. - Chorando.
Uma faca começou a passar pela sua barriga e ela chorava mais forte implorando para não machucá-la, então ele cortou o sutiã dela pela frente, deu uma risada irônica soltando a faca no chão e começou a massagear os seios de Emmanuelle, torcia seus biquinhos e depois os soltava.
Estranhamente ela parou de chorar, somente a respiração estava ofegante. Ele passou a beijar o pescoço dela, morder levemente sua orelha enquanto descia o zíper lateral da saia de Emmanuelle e depois a tirou, deixando-a só de calcinha. Voltou-a encoxá-la, se esfregava nela e enquanto uma mão massageava um seio a outra ia entre as pernas dela e colocava sua calcinha de lado, seus dedos passaram a tocar o sexo de Emmanuelle intensamente fazendo-a soltar um breve gemido.
Ele soltou um forte riso e disse ao pé do ouvido dela:
- Veja só, você está molhadinha! Está gostando sua putinha?
Ela estava envergonhada e repugnada consigo mesmo, pois de fato aquilo estava deixando-a excitada, ela tinha um fetiche sendo realizado só que ao mesmo tempo estava sendo violentada por um desconhecido, lembrou-se das inúmeras vezes que pediu ao seu noivo que realizasse algumas de suas fantasias, mas os pedidos eram sempre negados, ele sempre dizia a ela que achava pura bobagem.
Então Emmanuelle apenas acenou com a cabeça indicando que sim mordendo os lábios sentindo os dedos daquele desconhecido tocando-a.
De repente os toques cessaram e por algum um tempo nada houve até que Emmanuelle teve os olhos vendados.
- O que você vai fazer? – Aflita ela perguntava.
Ele ficou de frente para ela e encostou sua boca na dela, ela sentiu que aquele homem agora estava ali completamente nu, sentia seu membro enrijecido roçar em suas coxas, eles se beijaram. Emmanuelle o beijava com muito tesão.
- Você está gostando, mas fique bem claro que vou te matar no final.
- Não, não, por favor, não. – O medo a invadiu e ela começou a chorar muito.
O desconhecido afastou-se e o único som que se ouvia eram os sussurros e súplicas de Emmanuelle. Eis que se escuta um forte estalo seguido de um gemido de dor.
Aquele homem estava atrás dela com um chicote e batia em Emmanuelle, deixando marcas em suas pernas, bunda, costas, ela urrava de dor e ele gritava.
- Não esta sendo uma boa menina! Não chora! – E não parava de bater.
Depois de deixar inúmeras marcas pelo corpo de Emmanuelle que já tinha perdido as forças para gritar e chorar, ele voltou a se posicionar frente a ela, abaixou-se e colocando as pernas dela em seus ombros, passou a chupá-la, feito um animal, chupando forte, alternava socando seus dedos nela.
Ela tentava se debater e evitá-lo, mas não tinha forças para resistir, chorava em silêncio.
Depois ele levantou-se e segurando as pernas de Emmanuelle, estocou seu membro no sexo dela, sem dificuldade nenhuma, ela estava molhada.
Ele segurava firme o corpo de Emmanuelle e bombava forte até gozar e jorrar todo seu prazer dentro dela.
- Arhhh pronto minha menina, se comportou muito bem, mas sinto muito, chegou a sua hora.
Emmanuelle debatia-se com as últimas forças que lhe restara, até que um pano umedecido com éter voltou a tomar seu nariz até fazê-la desmaiar.
Raios de luz entram pela janela, ela abre os olhos lentamente e então assustada desperta rapidamente, ofegante olha em volta, ela estava em sua casa, deitada em sua cama de casal completamente nua, seu corpo marcado trazia as lembranças da última noite.
Levantou-se espiou pela janela, não havia ninguém no quintal ou carro parado na porta de sua casa. Eis que olhou para o criado mudo e viu uma rosa e um bilhete, foi até ele e o pegou para ler, ele dizia:
“Espero que goste de rosas. Beijos, Sádico Misterioso”
Ela abraçou o bilhete, ficou em silêncio, não sabia o que pensar. Ela desceu as escadas em direção a cozinha, parou no último degrau com o bilhete junto ao peito sorriu, ela não queria mais descobrir quem era o misterioso que lhe tomou seu corpo e mente, mas sim, que ele voltasse a dominá-la realizando todas suas fantasias mais profundas.

** Espero que tenham gostado, sou novo por aqui, mas espero proporcionar um prazer diferenciado a todos vocês. Este relato dedico a Melissa Muniz.
Quem será a próxima vítima? ... rs



Escrito por SádicoMisterioso

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Nossa Primeira Vez


Eu tinha 15 anos e já havia se passado seis anos que eu tinha mudado de estado, eu estudava no período da tarde no segundo colegial e era um cara rodeado de amigos e também de amigas algumas bem gostosas por sinal.

Mas entre todas uma me deixava louco de tesão, seu nome é Viviana, uma morena de estatura média, com uma bundinha normalzinha, ma com dois peitos que meu deus, enormes e durinhos. Eu e ela éramos da mesma sala vivíamos juntos ela vivia dizendo que eu era o melhor amigo dela, e eu morria de vontade de dar uns pegas nela, ela era virgem,mas tinha uma cara de safada que junto com os peitos me tiravam do sério.

Um dia antes do meu niver de 16 combinamos eu, ela e mais 4 amigos de darmos um rolê pelo centro da cidade, cinema Mcdonalds, matar aula e tal.

Ela morava perto da minha casa então ficou combinado que eu passaria lá pra gente encontrar a galera junto e foi o que eu fiz.

Passei lá por volta de 13h30min vestido de uniforme (meu pai me matava se soubesse que eu matava aula) ela estava no portão de camiseta branca com o umbiguinho de fora e calça jeans, o dia estava meio chuvoso e eu estava meio receoso de ir, mas ela insistiu que logo ia passar então fomos em direção ao ponto de ônibus.

Demorava uns 15 min da casa dela até o ponto e fomos conversando, falando coisas normais do nosso dia a dia, até que ela veio e me perguntou “O que você quer ganhar de aniversário”? E eu só de sacanagem, zueira normal entre a gente falei” O que eu quero você não vai querer me dar”, isso era normal a gente falava de sacanagem direto, não só eu e ela mas todo o grupo, mas nem por isso deixávamos de nos respeitar, pra minha sorte depois de algum tempo começou a cair um pé d’água violento daqueles que ninguém espera, aquelas chuvas que já começam fortes, ficamos encharcados e resolvemos voltar correndo pra casa dela( a rua dela não tinha asfalto sujei toda minha calça de lama).


Chegamos lá e pouco tempo depois a galera ligou pra casa dela pra remarcar o lance pro fim de semana( que eu me lembre isso foi numa quinta) já que eles nem tinham saído e com a chuva que encheu toda a rua dela( imaginem a lama) então fui obrigado a ficar na casa dela, só eu e ela( a mãe dela saia pra trabalhar de manhã e só voltava de noite).

Ela disse pra eu ficar lá enquanto a chuva passasse, ela foi buscar toalhas enquanto dizia que depois de almoçar a gente podia jogar alguma coisa, mas quando ela voltou com as toalhas meu pau virou um míssil, ela de frente pra mim com aquela camiseta branca molhada e o sutiã também era branco então naquela leve transparência dava pra ver os biquinhos daqueles peitões empinadinhos, caraca fixei os olhos neles como se fossem as últimas coisas do mundo, quando ela perguntou:” o que você perdeu ai?” e eu disse: “você ainda pergunta?” e ela jogando as toalhas no chão e se aproximando de mim disse:” por que você não pega?”, não me contive e dei uma bela de uma buzinada nos dois peitos dela, apertei usando toda a mão senti eles todinhos (com a mão tremendo que é uma beleza) ela fechou os olhos segurou meu rosto e começo a me beijar, um beijo bem molhado e gostoso, depois me jogou no sofá ficou sobre mim e continuou a me beijar loucamente, ela parou e perguntou se eu estava gostando e eu com certeza disse sim nisso ela falou: ”Até hoje, estava guardando minha virgindade para um cara especial, mas até hoje só sai com safados e percebi que isso não existe, não queria dar pra qualquer um, mas morro de vontade de transar e você é meu amigo e o cara mais legal que eu conheço, então resolvi que meu presente pra você vai ser minha virgindade”, cara nisso meu pau que já tava daquele jeito ficou altamente latejante, falei: ”Eu também nunca fiz”, ela perguntou:” Você quer” e eu respondi:” mais que tudo nessa vida”, depois disso ela voltou a me beijar enquanto eu apalpava sem parar as tetinhas dela por cima da camiseta, nisso ela foi descendo, ficou de joelhos no chão puxou minha calça e minha cueca e pegou com tudo no meu pau e falou: “Ta bem animado hein?” e começou a beijar como alguém que tem medo de errar em algo, eu adorei aquilo, aí ela apertou mais ele e começou a chupar com os olhos fechados, eu pirei nessa hora e disse" tem umas camisinhas na carteira” e ela falou que se era só pro boquete não precisava já que eu era virgem também, meu pau nunca tinha ficado tão duro, enquanto ela chupava eu acariciava os cabelos dela devagar, ela começou a bater uma pra mim (ela nem imaginava quantas vezes eu tinha feito aquilo pensando nela), olhava , lambia da base até a ponta apertando as bolas, depois de certo tempo parecia que ela já sabia muito bem o que estava fazendo, começou a chupar mexendo a cabeça pra frente e pra trás, a lamber só a cabecinha, a chupar a cabeça até fazer barulho, nossa tava muito bom, aí ela largou a boca que já tava um pouco melada e começou a ficar só na punheta, eu pirei, ela fazia muito rápido e apertado, depois de um tempo ela meteu a boca de novo e sem as mãos ficou chupando fazendo pra frente e pra trás olhando pra mim com meu pau na boca, eu não resisti e depois de uns 3 minutos gozei dentro da boca dela, eu não acreditei que aquele momento que eu tanto esperei tinha acabado tão rápido, fiquei com mó cara triste e ela levantou limpando a boca e disse:” relaxa ouvi falar que a primeira vez é assim mesmo, enquanto ele levanta você pode ir usando meu corpo”depois de falar ela desenrolou a camiseta até em cima dos peitos , tirou o sutiã e sentou em mim colocando os peitos na minha cara eu não fiz cerimônia, comecei a apertar o direito enquanto mamava o esquerdo.

Ela apoiou os joelhos no sofá e ficava forçando minha cabeça na direção dos seios, eles eram quentes e eu sentia o corpo dela tremer um pouquinho, apertava eles bem gostosinho, sem forçar demais e sem ser muito leve, troquei e comecei a mamar o direito, sugava bem forte, prendia o mamilo entre os dentes e começava a mexer com língua enquanto ela soltava gemidinhos apertava mais forte agora e brincava com os mamilos entre os dentes, ela suava bastante e gemia ela forçou mais minha cabeça nos peitos dela , nisso eu só fiquei mamando e apertando a bunda , fiquei uns 15 min mamando como um louco, quando soltei as tetinhas dela estavam inchadas e vermelhas, eu disse:” agora eu quero sua cetinha” e ela consentiu com a cabeça num sorriso safado, ela sentou de frente no sofá e começou a abrir a calça eu fiquei de joelhos e ajudei ela a tirar ela tava de calcinha rosa de algodão, sentei do lado dela e comecei a beija lá enquanto minha mão passeava na barriga dela, indo em direção ao umbigo e depois sobre a cetinha, a gente ficou se beijando enquanto eu meti meu dedinhos por debaixo da calcinha e comecei a acariciar lá, tava bem quente e molhada lá , ficava roçando em tudo, até que achei o grelinho dela e comecei a acaricia-la lá enquanto meu dedo do meio entrou na bucetinha, ela soltou um gemidinho de :”gotoso” e começou a ficar mais molhada, eu parei de beija-la e voltei a chupar o peito dela enquanto brincava com a cetinha dela bem rápido agora, chupava sem parar( porra fiquei 3 anos só olhando quando peguei não queria largar mais) chupava e mexia e ela gemia”vai , vai, ta muito bom, mais rápido”, rodava meu dedo que nem um louco no clitóris molhado dela, trocava de peito e ela acariciava minha cabeça sorrindo pra mim, ai ela pediu: “me chupa safado” e eu não pensei duas vezes, me ajoelhei tirei a calcinha rosa dela( dei uma cheirada), coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a beijar a cetinha dela enquanto enfiava o dedo devagar , lambia o grelinho gostoso dela, tava bem quente e bem salgadinho, sentia a respiração dela bem forte enquanto eu passa a língua por toda a cetinha dela, bem rosadinha e gostosa, comecei a chupar e quando fiz isso ela gemeu mais alto e falou pra mim não parar, eu comecei a chupar só o grelinho e percebi que ela ficava cada vez mais molhadinha, acariciava e chupava sem parar até que meu pau ficou durão novamente.

Tirei a roupa e peguei uma camisinha na minha carteira que estava mochila (daquelas que dão nessas campanhas de colégio), coloquei no meu pau enquanto ela ria, ela tirou a camiseta que ainda estava enrolada sobre seus seios e eu perguntei: “posso? ’, e ela falou dando um sorrisinho:” vai devagar pra não me machucar”, ela deitada no sofá abriu bem as pernas, já eu segurei minha rola e fui encaixando nela devagar ia empurrando e sentindo a cetinha dela apertar meu pau, mesmo usando camisinha dava pra perceber que ela era bem quentinha e apertada, e enquanto eu forçava ela fazia cara de que estava desconfortável, quando meu pau estava mais ou menos na metade não resisti e entrei com tudo, ela gritou um ”aiiiii” bem alto, nisso segurei nas coxas dela e comecei a meter, bem devagar pois estava com medo de machuca-la, a sensação era ótima , cada vez q fazia o “pra frente e pra trás” sentia que abria a cetinha dela, comecei a meter mais rápido, ela começou a gemer bem gostoso, virava a cabeça para todos os lados, forçava os dentes nos lábios e suava bastante, eu perguntei se estava bem e ela disse para eu não parar, deslizei minhas mãos das coxas até a bunda dela enfiei meu pau todo na cetinha dela e deixei lá dentro, respirei um pouco , fiquei bem colado de pé na cetinha dela enquanto ela estava esparramada no sofá e comecei a meter com tudo de novo só que agora bem rápido mesmo, ela começou a gemer mas dessa vez eu nem queria saber aumentei a velocidade até onde dava e comecei a gemer junto com ela, ela dizia” vai , vai, mete, mete, vai dói mas to adorando” era como seu eu tivesse enlouquecido, tirei minha mão esquerda de baixo da bunda dela e comecei apertar a tetinha dela ai que ela ficou louca e começou a gemer mais auto:”ohhhhhh ahhhhhh humm hummm” eu tava adorando, nisso olhei pra baixo e vi que o pedaço da minha barriga que tava todo melado tava com um tom de vermelho, mas nem liguei tava muito bom, metia sem parar até que percebi que estava quase gozando, tirei meu pau de dentro , joguei a camisinha no chão, sacudi ele um pouco e gozei na barriga dela, cara foi muito foda, nunca tinha gozado tanto quando ficava na punheta e nunca tinha saído tão quente, nisso ela sentou no sofá me puxou me abraçou e começou a me beijar , ela segurou minha mão e começou a chorar e eu perguntei o porque , ela disse que estava com vergonha e eu disse para ela relaxar, ficamos uns 10 minutos no sofá nos beijando, quando ela disse que ia tomar banho para depois limpar a sujeira que a gente fez, ela pegou a toalha que tinha jogado no chão e foi pro banheiro e disse para eu ir limpando o chão e o sofá com uns lances que estavam na cozinha, mas só tinha se passado mais ou menos 2 horas desde que tinhamos chegado e eu não estava nem um pouco afim de terminar naquela hora, limpei as coisas, e vesti minha cueca( claro que depois de passar um pano molhado no pau) e minha calça, ela voltou e passou na minha frente enrolada na toalha e entrou no quarto, e disse para eu esperar , mas não resisti depois de uns 5 min entrei no quarto e peguei ela de calcinha, beijei ela e derrubei ela na cama, e fiquei uns 15 minutos sobre ela beijando sem parar, comecei a chupar seus seios de novo quando ela falou:” você gostou deles hein?” e eu só dei um sorrisinho ai ela disse que ia faze um lance que eu ia adorar.

Deixou-me sentado na cama e ficou de joelhos, colocou meu pau, duro como sempre no meio dos peitos e começou a fazer uma espanhola, cara..., queria morrer ali, era tudo que eu sempre quis, ela apertou bem aquelas tetas no meu pau e começou a mexer sem dó, perguntei como ela sabia que eu ia gostar daquilo e ela disse que viu em um filme pornô, eu comecei a rir e ela a mexer mais rápido e às vezes soltando e chupando meu pau toda feliz com cara de safada, ela se deitou do meu lado e disse que queria saber como ela ser metida de quatro, ai eu disse que só tinha um jeito de saber, fiquei de joelhos na cama e ela também só que com o corpo bem esticado pra frente, ou seja, de quatro, dessa vez não enrolei muito, corri na sala peguei a última camisinha que tava na carteira e comecei a meter, encaixei de vez o pau na cetinha dela quando ela disse "vai safado me fode todinha", pirei e segurando o quadril dela comecei a meter bem fundo, ela dessa vez tava sorrindo e soltando gemidinhos mais safados, eu metia sem parar, socava com toda força, ela disse que eu era um menino mal e começou a pedir mais chorando novamente, perguntei o que tinha acontecido e ela disse para eu nem pensar em parar de meter nela, e foi isso que eu fiz, estava muito gostoso meter eu gemia e ela também dizendo que era uma puta muito safada e que eu estava castigando ela, dizia que ia me matar se eu parasse de meter nela e eu castiguei mesmo, falei para ela ficar roçando o grelinho enquanto eu metia nela e ela fez mesmo, cada vez metia mais forte nela e ela não parava de gemer e de se tocar, ai ela disse para eu colocar no rabinho dela para fazer o serviço completo, nem me fiz de rogado tirei a rola da cetinha meladinha e enfiei no cú com algum esforço, fui empurrando com força até entrar tudo, cada vez que eu a forçava gritava mais até que eu enfiei tudo e ela chorando falou: ”chega”, só que eu não parei e comecei a meter bem devagar e fui aumentando, ela começou a gritar de dor falando que não queria mais, ai então eu tirei, pedi desculpas e voltei a meter na cetinha dela cada vez mais melada(ela não parou com a siririca enquanto eu metia no rabo dela) ela gemia feito louca e depois de uns minutos que eu tirei do cú dela deu vontade de gozar, tirei meu pau e ela disse para esperar, virou-se pra mim tirou a camisinha e começou a me chupar e apertar minhas bolas, não agüentei e despejei tudo na boca dela que engoliu tudo e ainda lambeu os lábios, e ficou de barriga pra cima e pediu para chupar ela por que ela ainda queria, metia a língua e comecei a chupar com tudo o grelo dela enquanto enfiava meu dedo dentro da ceta dela, melei minha cara toda e depois de uns 5 minutos ela jorrou um jatinho na minha cara e amoleceu toda, caraca a mina gozou na minha cara.

Depois disso ela se deitou sobre mim e ficamos abraçados um tempo, me arrumei ajudei ela a limpar a bagunça e fui embora porque a chuva tinha maneirado e ela tava com medo da mãe dela, ela pediu pra não falar nada e eu aceitei, mas o caralho que eu não ia falar pros brothers o que eu tinha feito.


Eu e ela nunca namoramos sério, às vezes quando tínhamos oportunidade sempre dávamos umazinha , mas nunca chegou a ser relacionamento sério, atualmente ela namora um cara mas um dia desses a gente se encontrou e ela deu uma vacilada com o corno, mas essa fica pra próxima espero que tenham gostado.


Escrito por Mad_Guy
Postado por Ayesk@

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Na Piscina do Hotel

Estavamos naquele paraíso a três dias , apesar da chuva que durou parte de nossa viagem ,o hotel tinha uma excelente infra-estrutura , piscinas cobertas , quadras , bares , pista de patinação entre outros. Neste dia chovia muito , estavámos hospedados em um chalé , um dos mais afastados a paisagem era muito bonita . Apesar da chuva o dia estava quente e fomos para a piscina após o café da manhã , ele seu irmão com a esposa foram para a água e eu fiquei lendo um livro próxima a eles , meu gato tem um corpo maravilhoso , pernas grossas , braços bem definidos , um tanquinho maravilhoso , um rostinho de neném que se transforma quando ele dá aquele sorriso que o deixa com uma carinha de sem vergonha seus olhos como os meus são esverdeados , fiquei lendo e as vezes os observava seu irmão e a cunhada começaram a discutir ele afastou e me chamou para a água fiz que não ele nadou até o outro lado e voltou quando estava saindo uma garota se aproximou e puxou papo com ele e foi se apresentando e apresentando uma amiga , ele olhou meio sem graça para mim e me chamou e me apresentou às garotas que não ficaram muito satisfeitas com minha presença e nem fizeram questão de disfarçar e continuaram o secando na minha frente na cara dura , fiz que não percebi e conversei naturalmente e o chamei para dar um mergulho que havia resolvido entrar , voltei à mesa tirei o short que usava sobre o biquini e voltei até perto deles , e pulamos na água e elas voltaram para perto de mais algumas amigas , já longe de todos fiz um interrogatório básico , dei lhe uns beliscões pois ele fazia hora com minha cara que eu estava com ciúmes , as duas descaradas de longe não tiravam os olhos dele e uma chegou a mandar um beijinho , nesta hora fiz questão de dar um tiauzinho para ela e depois mandei outro beijinho para que ela percebesse que eu havia visto as amigas dela riram um bocado da cara dela , elas estavam duas na piscina mais duas sentadas na borda e um rapazinho com no máximo 16 anos conversando e as duas não tiravam os olhos dele o chamei um pouco mais para o fundo e me enlacei em sua cintura pois para ele que é bem mais alto dava pé .
-Deixa para lá neném , elas são cara de pau , bobagem , você sabe que só quero você...
- Eu também sou cara de pau sabia?
- A minha malaguetinha o que pretende fazer com as garotas , deixa isso pra lá...
-Com elas nada! - desci as mãos até em cima da sua bunda e subi arranhando suas costas lambi sua orelha e sussurei - Só vou fazer com você! me encaixei mais no seu corpo e rebolava no seu pau que ficou duro ele puxou minha cabeça e começamos a nos beijar, havia poucas pessoas na piscina do outro lado , este grupinho perto da gente e meus cunhados fora da piscina numa mesa conversando com mais dois casais mas distraídos. Eu percorria as mãos em suas costas e o puxava pela bunda nossos beijos cada vez mais intensos.
-Neném vamos pro quarto ? Quero você.... hummmmmm ... não faz assim que senão vou te comer aqui mesmo! Eu havia enfiado a mão em sua sunga e liberado seu pau e o masturbava lentamente e com a outra mão arranhava seu pescoço.
-A intenção é essa! disse enfiando a língua em sua orelha de logo depois beijando seu pescoço, ele me puxava pela bunda relando seu corpo no meu , quase nos engolíamos as vezes olhava para as garotas e sorria o rapazinho nem piscava e elas fingiam não perceber e tiravam os olhos quando eu olhava. - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaa... gemi um pouco mais alto quando ele afastou minha calcinha e enfiou um dedo em minha bucetinha .
-Shhhhhhhhhiiiiiii... putinha escandalosa , mexeu agora vai ter que gozar caladinha .. disse torcendo o dedo dentro de mim eu continuava o punhetando apesar da posição não ser muito propícia e ele caminhando até a borda da piscina , nos beijávamos sem parar assim que encostei as costas na borda da piscina ele desceu caindo de boca nos meus peitos afastando com a boca e chupando...
-Ta louco???? tentei puxar um pouco o corpo e seu cabelo e depois fui com as mãos para puxar meu biquini de volta para o lugar mas ele não parava e puxava minhas costas e bunda me ajudando a rebolar em sua vara...
-Você que provocou , agora vai ter que aguentar e caladinha pra mais gente não perceber , já foi com a mão para seu pau o encaixou e enfiou de uma vez, mordi seu ombro para não gritar e ele mordia o meu , respirações descompassadas , sentia sua vara me rasgando seu pau é uma delicia grande , grosso e estava duro como uma rocha..- A minha malaguetinha sem juízo...hummmmmmmm que buceta gostosaaaaa..
-Huuuuu... delícia de pau,,,, gostoso ! Você me rasgou toda , fode sua putinha para aquelas putinhas ficarem babando mais ainda para você e mostrei elas com a cabeça...
- Você que é minha putinha , rebola ... rebola na minha vara ....aaaaaaaa... assimmmmm, nos beijavamos ele me fodia sem dó sentia sua glande batendo em meu útero e apertava a cabeça do seu pau a cada arremetida o fazendo gemer ele me segurava e puxava pela bunda e eu percorria minhas unhas do seu pescoço , costas e o puxava pela bunda...gozei e ele me puxou pelo cabelo abafando meu gemido e não parava de estocar sentia ondas elétricas percorrendo meu corpo as vezes olhava para as garotas que estavam um pouco afastadas mas com certeza sabiam o que faziamos e observavam imóveis e voltava a beija-lo .
-Aiii gostoso ...isso mete forte ,,, arromba sua putinha e me enche de porra ...aaaaaaa ... goza... goza... para sua putinha ..
- Malaguetinha safadaaa, vou te encher de porra quente ... mas goza comigo ..hummmm... assim aperta maissssssssss cravei as unhas em suas costas e gozei sentindo um calafrio percorrendo minha espinha ,minha bucetinha mascava seu pau ele apertou ainda mais forte minha bunda e estocou firme me enchendo de porra não conseguindo esconder um gemido mais alto que sufocamos com um beijo , ele me abraçou firme e cochichou em meu ouvido que eu era louca.
- Só eu lindinho ? disse olhando seus olhos e ajeitando minha calcinha ele cobriu meus seios com o biquini e enquanto me beijava ajeitou seu pau que ainda estava meio duro dentro da sunga.
-Vamos pro quarto por que agora eu quero serviço completo ! disse mordendo minha orelha... sorri para ele e saímos da piscina fomos até a mesa onde seu irmão estava vesti meu shortinho pois seus dedos estavam marcados em minha bunda, ele vestiu a bermuda conversando amenidades com o irmão que o convidou para tomar uma cervejinha..
- Agora não dá , estou com dor de cabeça , vamos para o quarto para ela me dar um remédinho , olhou para mim e sorriu , terminei de pentear os cabelos e peguei meu livro e minha bolsa...
-Vocês dois não cansam não ??? Fica aqui um pouco com a gente , vamos tomar uma gelada e conversar...
- Não dá preciso resolver umas coisas urgentes com ela , e minha dor de cabeça..... quem sabe mais tarde .
-To sabendo ! disse me olhando de cima a baixo , saímos de mãos dadas e fomos caminhando , quando passamos perto das garotas que nos olhavam e conversavam dando uns sorrizinhos me aproximei o puxando ..
- Viu uma provinha do que você queria , além de lindo ele é uma delícia agora vamos para o quarto terminar o que começamos , estou com peninha de vocês sabia..... não vi nenhum homem aqui que chegasse aos pés dele , se fosse vocês iria as festas nas cidades próximas quem sabe dão sorte por que este aqui é meu ! Nenhuma teve coragem de abrir a boca , suas amigas começaram a rir assim que nos afastamos ele me abraçou ..
-Você é terrível!!
-Eu? Poxa sou tão boazinha , fiz showzinho grátis para elas e depois ainda dei uns conselhos ...
-Você é uma malaguetinha gostosa , no quarto você me paga. disse me levantando um pouco do chão abraçado a mim
- Oba!!! Vamos logo , paramos demos um beijo longo e fomos para o nosso chalé o dia estava começando muito bem e ainda haviam cinco dias de férias.....


Escrito por AlicinhaBH

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Ao Mestre com Carinho...Aula Particular


Tudo começou quando meu professor de Física,me pegou na sala dos apagadores fazendo um boquete no melhor nadador da escola.

Naquele dia senti os olhares do Professor em todo meu corpo.

Desde a mini jeans e a camiseta curta que mostrava meu umbigo.

Quando o sinal tocou e todos saíram da classe, o professor Paulo me chamou até sua mesa.

- Ayeska você não está indo nada bem na minha matéria. Precisamos conversar sobre o que vi na sala dos apagadores e sobre suas notas.

- Ah, professor –dei um gemidinho e percebi seu olhar nos meus seios redondos.

O Professor Paulo me olhava direto nos olhos , seus olhos brilhavam e o rosto mostrava-se um pouco afogueado e logo reconheci : ele queria me comer...rsrs

Eu sempre gostei de sexo e comecei a me masturbar precocemente e aos 17 anos já era uma ninfo...

- E o que o senhor sugere? –indaguei logo em seguida, minha calcinha ficando molhadinha de tesão e minha bucetinha querendo uma pica gostosa dando estocadinhas nela.

- O que eu sugiro ? Você deve estudar mais.

- Ah professor, mas eu tenho estudado tanto...na verdade , não sei mesmo o que está acontecendo comigo.Quem sabe se o senhor desse algumas aulas particulares...

- Acha mesmo Ayeska, que aulas particulares fariam você recuperar suas notas?

Sentei ao seu lado em cima da velha mesa de madeira e fazendo beicinho:

- Lógico, professor! O senhor tem didática , quem sabe uma explicação direta poderia dar ótimos resultados.

- Bem, se você acha isso, poderemos combinar um local para que eu lhe dê algumas aulas.

O professor Paulo ficou pensativo e enquanto pensava girava sua aliança no dedo da mão esquerda. Eu sabia que aquele professor de 45 anos, magro, de estatura mediana, era casado e tinha 2 filhos. Mas, eu gostava de pica e o professor era atraente e já tinha notado o volume promissor que ele tinha em sua virilha.

- Pode ser na minha casa...

- Na sua casa? – falei quase gritando. – O senhor acha que lá podemos...

- Estudar? – ele completou e com um ar sacana em meu corpo todo. – Acho que sim.

- Mas professor, sabe eu adoro crianças e tenho certeza que suas filhas vão desviar totalmente minha concentração.

- Acredito que não Ayeska, minha mulher viaja amanhã, vai visitar os pais, então minhas filhas não irão atrapalhar sua “concentração”.

Percebi ironia e malícia na voz do Professor.

- Então acho que não haverá problema, professor. Que dia o senhor sugere?

- Amanhã...e aproveitaremos para conversarmos sobre o que a senhorita estava fazendo com o Sandro na sala dos apagadores...

No dia seguinte antes de ir para casa do professor Paulo, tomei um banho demorado com sais de banho bem cheirosinho e depilei minha virilha deixando-a macia.

Em seguida caprichei nas roupas íntimas: vesti uma calcinha perfumada, toda enfeitada de fita rosa, rendada, e no lugar da vagina, um coração encarnado acolchoado, o soutien fazia parte do conjunto, composta da calcinha e cinta liga. Para completar um vestido solto ballonê verde esmeralda , os cabelos ruivos soltos e brilhantes.

Quando cheguei na casa do Professor, ele me aguardava trajando calça preta e camisa branca.

Senti sua loção pós barba e minha xoxota já emudeceu minha calcinha.

- Nossa! Você veio para uma festa ou para estudar, Ayeska?

- Quanto a isso é o senhor quem vai decidir, professor.

- Da festa ou do estudo? O que quer dizer com isso Ayeska?

- O que o senhor ouviu: festa ou estudo, só vai depender do senhor.

- Dê uma volta.

Eu dei a volta que ele pediu.

- Voce é mesmo muito bonita, e o que estava fazendo na sala dos apagadores com o Sandro, não era coisa de menina inexperiente...

Com um gesto indicou o sofá e me sentei, logo em seguida ele sentou-se ao meu lado.

- Mas sou inexperiente professor... O Sandro e os outros rapazes do colégio não podem me ensinar tudo, preciso de alguém mais velho, sábio na arte do sexo.

- Então prefere homens mais velhos?

- Professor, na verdade prefiro homens: sejam novos ou velhos. Mas homens mais velhos , são homens experimentados, sabem das coisas...

- Já namorou alguém mais velho que você?

- Não namoro , professor...prefiro contato mais intimo apenas...dar e receber prazer...nada de envolvimentos...apenas curtição...me entende?

- Está se esquecendo de um pequeno detalhe , Ayeska... Geralmente, homens mais velhos são casados, tem famílias, ou já estão comprometidos.

- O fato de que seja casado ou comprometido, não faz dele menos homem, professor.

É mais fácil de se lidar, pois geralmente, não ficam no pé da gente. Eles estão em busca apenas de um caso.

- Então, você quer um homem mais velho e experiente para ter um caso com ele?

- Sim, professor, é o que quero.

Após minha resposta, Professor Paulo fez algo inesperado, colocou uma mão sobre o meu joelho desnudo.

Fiz de conta que não notei sua mão subindo do joelho até a minha coxa, fazendo inclusive uma leve pressão.

Coloquei minha mão sobre a dele e pressionei-a.

- Toma um copo de vinho, Ayeska?

- Adoro vinho. Um pouco só por favor professor.

Bebericamos um pouco enquanto nossos olhares se cruzavam.

O vinho me amoleceu um pouquinho.

- Afinal, o que você quer de mim, Ayeska?

- Você, professor. – coloquei minha mão sobre a protuberância da sua virilha e pude sentir a ereção do seu pau.

- Seria um segredo nosso?

- Sim, professor um segredo só nosso...

Após essa resposta e com um sorriso, me ajoelhei diante dele e desci o zíper de sua calça. Minha mão se introduziu pela abertura e logo encontrou o que eu procurava.

A carne palpitante foi colocada para fora e pude constatar surpresa que o pau do professor Paulo era enorme e um pouco recurvo. A glande tinha o tamanho de uma bolha de bilhar...rsrs

Impressionante!

Peguei-o com ambas as mãos; minhas mãos são pequenas, macias e delicadas.

Fiquei contemplando aquela beleza, imaginado tudo aquilo dentro de mim. Minha vagininha umedeceu mais e mais.

- O que vai fazer sua maluquinha?

Eu não respondi, ergui a cabeça para olha-lo, passei a língua pelos lábios, umedecendo-os e em seguida me concentrei no objeto do meu desejo.

Minha língua se dirigiu para a pequena abertura, com a ponta da língua, toquei o orifício.Minha língua alem do orifício, percorria a pele fina daquela cabeça enorme, que a medida que as minhas caricias aumentavam, aumentava também a sua coloração , tornando-se meio arroxeada.

Engoli até a base da cabeça, deixando-a inteirinha na minha boca, enquanto meus dentes

apertavam ligeiramente sua base.

Fiquei alguns segundos fazendo aquela caricia e fui engolindo aos poucos o enorme caralho do professor.

Engoli até o ponto que deu e comecei a fazer um movimento de sucção.

No inicio devagar e depois fui aumentando.

Quando sentia a glande bater na minha garganta, parava e com uma das mãos iniciei o movimento de subida e descida através do restante daquele pau que não cabia na minha boca. Eu fazia esse movimento com os dedos fechados em torno dele, como se fosse um anel.

Professor Paulo gemia alto e fazia movimentos com seu corpo, ora movimentando-o para frente e para trás, ora até se erguendo um pouco do sofá.

Nesse momento eu também me erguia um pouco a fim de que seu pau não escapasse da minha boca.

- Onde aprendeu isso, menina? –ele perguntou entre gemidos

Não respondi, pois minha intenção era transformar aquele dia em um dia inesquecível na vida do meu professor e mestre Paulo.

Enquanto meus dedos subiam e desciam ao longo daquele pau comprido e grosso, em que meus dedos mal davam para contorna-lo e que tinha que escancarar a boca para poder chupa-lo, minha língua também continuava na glande, pequenos movimentos para frente e para trás.

- Pareeeeeeeeeeee... Ayeska, pareeeeeeeeee... não continue… - exclamou ele , tentando tirar seu pau da minha boca. Eu não consenti.- Não continue Ayeska...eu vou gozar na sua boca.

Era exatamente o que eu queria, sentir o esperma quente invadir minha boca.

- Não...não continue...pare Ayeska...pare

O pau do professor Paulo pareceu crescer mais ainda e no segundo seguinte, minha boca foi invadida por sua porra. Foram várias esguichadas, atingindo-me a garganta e o céu da boca, misturando-se minha língua.

Continuei sugando até perceber que não havia mais nenhuma gota de esperma acumulada no canal do membro.

Logo em seguida, ele tomou-me nos braços e nossas bocas se uniram num beijo ardente.

Chupou-me a lingua para dentro de sua boca e sugou-a avidamente.

Pouco a pouco ele foi se acalmando.

- Você é demais garota! – Agora vá até aquela cadeira e sente-se nela.

- Não seria melhor irmos para o quarto?

- Não, ainda não. O que eu quero fazer com você, vou faze-lo aqui. Erga a saia.

Comecei a erguer a saia dom eu vestido, tinha um zíper na parte do ballonê e o abri e fui levantando.

Fui subindo a saia lentamente, enquanto o professor não tirava os olhos das minhas pernas, que iam sendo desnudadas, subindo para as coxas...a liga...e finalmente minha calcinha rosa, rendada por sobre a liga que se perdia ainda pelo interior da saia do vestido. Quando a base da calcinha apareceu, eu diminui o movimento um pouco mais.

Desde a tenra idade eu gostava de ler literatura picante e erótica escondida dos meus pais e muitas coisas aprendi na teoria.

E despir-me daquela forma para atiçar um homem era um daqueles ensinamentos.

Ergui a saia até a cintura e fiquei aguardando sua próxima ordem.

- Você é maravilhosa, garota. Agora, sente-se na ponta da cadeira e conserve as pernas bem abertas.

Fiz exatamente o que ele me pediu. E com expectativa fiquei aguardando que ele tentasse tirar minha calcinha ou afasta-la para o lado , a fim de encontrar minha bucetinha.

Professor Paulo se ajoelhou diante de mim, exatamente como eu havia feito com ele antes, ficou olhando para a vértice da calcinha.

- Uma maravilha! – exclamou enquanto seus dedos percorriam a peça rendada.

Sua mão alisou toda a extensão, dois dedos percorreram os elásticos laterais, e eu ali

Esperando.

Passou a palma da mão sob a base da calcinha, sopejando minha vagina, sentindo sua saliência.

Quando os dedos do professor se ajustaram na parte superior da calcinha, com a intenção de puxa-la para baixo, aconteceu o que eu esperava ansiosa.

- Não precisa fazer isso, professor.

- Não precisa?

- Veja, ela tem uma portinha. É só abri-la.

- Do que está falando?

- O coração, professor.

Ele concentrou sua atenção naquele coração vermelho e estudou-o.

Seus dedos tatearam aquela parte acolchoada da calcinha e apalpou o coração e em dado momento, deu pela coisa. Puxou, com um pouco de força, a extremidade do lado esquerdo e logo o colchonete cedeu e o coração abriu para o lado direito e lá estava minha bucetinha, úmida, palpitante, bem diante dos olhos extasiados do bom professor.

Com as mãos apoiadas na parte interna dos meus joelhos, ele forçou para que eu as abrisse para os lados.

Praticamente me escancarei a ponto de sentir dores no alto das coxas, mas mantive a posição porque sabia que a vagina se encontrava totalmente aberta.

Minha vagina era todinha depilada, então tinha uma protuberância rosada.

Com toda delicadeza vi suas mãos se dirigirem para minha feminilidade, e com o indicador e polegar de cada mão, afastou os grandes lábios e ficaram segurando-os a fim de abrir-me completamente.

Segurando as extremidades, ele aproximou a cabeça do meio das coxas e ainda pude ver sua língua, toda fora da boca, se dirigindo para aquela parte do meu corpo.

Fechei os olhos e fiquei aguardando o contato.

Senti apenas a ponta da sua língua tocar bem no centro da minha buceta.

Nãpo pude deixar de soltar um gemido forte e minha vontade era de pegar sua cabeça e jogar-me para frente , obrigando-o penetrar-me de uma vez.

Contive-me.

A língua do professor cutucou-me devagar e lentamente, começando a penetrar-me.

De repente, parou, retrocedeu e saiu.

Minha vagina destilava umidade.

Aplicou vários beijos e sugou-me com toda força dos seus pulmões.

- Professorrr...ahhhhhhhhhhh....queridooooooooo....professorrrrr...

Não conseguia falar. Era demais sentir a boca dele grudada como uma ventosa, chupando-me, como se quisesse arrancar minhas entranhas.

Comecei a gemer e por muito que me agüentava, não conseguia manter-me quieta, remexendo meus quadris.

Ele alternava as sugadas com beijos na carne que saia da calcinha num acréscimo cada vez maior de voracidade.

Minhas mãos apertavam meus seios, mesmo por cima do tecido, equando fui ao delírio, despi-me febrilmente do vestido, do soutien deixando meus seios redondos livres.

Minhas mãos começaram a a amassa-los , não contente com esses amassos, passei a beliscar os bicos.

- Ahhhhhhhhhhhhhh...professorrrrrrrrrrrrrr que deliciaaaaaaaaaaaaa...que tesãoooooo...

Meu corpo parecia querer explodir, minhas entranhas pareciam querer sair pela buceta, que recebia chupadas cada vez mais fortes.

De repente, explodi!

- Não...não pare, professor...continueeeee...estou gozando...

Eu me derretia toda dentro da boca daquele homem.

Carinhosamente, continuou a chupar e a beijar a carne em fogo, enquanto eu chorava de tanto gozo.

As sugadas eram acompanhadas dos movimentos dos meus quadris que iam pra frente e pra trás, enquanto liberava meu gozo que ele bebia como se fosse um néctar.

- Beije-me...quero que me beije... professor...

Ele saiu do meio das minhas coxas que aquela altura estavam febris e minha virilha queimava.

Meus dedos o agarravam pelos cabelos, puxando-o para cima.

A boca do professor grudou a minha e eu senti meu próprio sabor.

Enquanto nos beijávamos, ele alisava meus seios.

Se afastou depois e admirou meus seios. Então se curvou para beija-los, sugar meus biquinhos que haviam ficado vermelhinhos.

No momento seguinte ele fez algo inusitado.

Com o pau em uma das mãos , começou a pincela-lo de encontro ao seio direito.

A glande tocou no biquinho. Então tomei a iniciativa, agarrei seu pau e comeceia pincela-lo de encontro aos seios, depois entre eles ali passei o pau várias vezes para cima e para baixo.

O movimento de ida e vinda , foi proporcionado pelo professor que que movimentava o corpo para frente e para trás. Seu membro alojado entre meus seios, numa espanhola.

Procurei erguer um pouco a cabeça, queria ver seu pau, aquela enorme bola vermelha, chegando e afastando.

Era uma visão altamente erótica e comecei a sentir aquele comichão na altura das coxas.

- Quero que faça até gozar. – eu pedi.

- Vai te sujar o rosto, o colo... – ele respondeu com a voz pastosa, entrecortada.

- Não tem importância, meu querido. Quero ser tua, de todas as formas possíveis e imagináveis.

O movimento continuou cada vez mais violento. Ele continuou fodendo meus seios que eu apertava cada vez mais, fazendo com que ele tivesse dificuldade em se movimentar.

A respiração do professor, foi se tornando cada vez mais pesada, respirava praticamente pela boca.

Os olhos fechados e os movimentos cada vez mais intensos.

- Vou gozar...Ayeska...minha putinha adoravel ...vou ...gozarrrrr

- Goze..professor querido...goze...

Numa das vezes que ela chegou bem perto do meu rosto, aconteceu.

Vi o jato leitoso sair do orifício e aconteceu conforme ele previra.

Fui atingida nos olhos, cabelos,queixo, colo e como mantinha a boca aberta e a língua exposta também fui contemplada com o paladar.

O orgasmo sacudia todo seu corpo.

- Ah Ayeska, minha putinha adorável...seu rosto está todo esporrado.

- Foi divino querido.

Ele apanhou um lenço e delicadamente limpou-me.

Em seguida beijou meu rosto, meu busto, os biquinhos eretos.

- Você está molhadinha... – comentou apalpando minha bucetinha.

- É de tesão pelo seu pênis, professor querido. – murmurei.- Não vejo a hora de te-lo aí dentro. Fodendo-me sem parar.

- Então pronta para mais uma aula?

- Com certeza,meu querido professor...prontissima...


Escrito por Ayeska@